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Business

Produção de grãos brasileira deverá chegar a 390 milhões de toneladas nos próximos dez anos

Por Marcel Vogt 21/07/2023
Por Marcel Vogt

A produção de grãos no Brasil deverá aumentar 24,1% nos próximos dez anos, chegando perto de 390 milhões de toneladas na safra 2032/2033, com acréscimo de 75,5 milhões de toneladas. Esse acréscimo corresponde a uma taxa de crescimento de 2,4% ao ano.  devem continuar alavancando o crescimento da produção de grãos.

A área de grãos deve expandir-se dos atuais 77,5 milhões de hectares (Conab – maio/2023) para 92,3 milhões de hectares em 2032/33. Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2022/23 a 2032/33, feito pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

As projeções do Agronegócio mostram um enorme potencial de crescimento do setor, que deverá ocorrer, principalmente, com base na produtividade, entretanto, de acordo com a pesquisa, será necessário ampliar os investimentos em pesquisa. A expansão de área deverá ocorrer devido ao padrão de crescimento da agricultura brasileira. De acordo com o estudo, a produtividade e as tecnologias operam juntas no sentido de crescimento sustentável.

A adição dos 14,7 milhões de hectares à área plantada de grãos poderá vir da conversão de áreas atualmente degradadas, particularmente, oriundas de pastagens extensivas, entre outras possibilidades, que evitem afetar a cobertura vegetal do país. De acordo com a análise da pesquisa, 78% da expansão da área plantada deverá ocorrer com o cultivo da soja.

A produção de soja em 2032/33 está projetada para 186,7 milhões de toneladas, acréscimo de 20,6% em relação à produção de 2022/23. A projeção de exportação de soja em grão está em 121,4 milhões de toneladas, com participação prevista de 60,6% nos embarques mundiais.

A área de milho segunda safra deve expandir-se sobre áreas liberadas pela soja, no sistema de plantio direto. Milho e soja deverão sofrer pressão devido ao uso crescente como culturas relevantes para produção de biocombustíveis, biodiesel e etanol de milho.

A produção total de milho está projetada para 160 milhões de toneladas para 2032/33, alta de 27% em relação à produção de 2022/23. As exportações e a demanda de milho para a produção de etanol serão duas importantes forças a estimular o cultivo. O milho adquire importância crescente como matéria prima e como alimento.

Brasil e Estados Unidos deverão liderar juntos as exportações mundiais de milho, estimadas em 69 milhões de toneladas por país. Corresponde a uma participação nas exportações de 30% para cada um dos países.

As projeções do algodão em pluma indicam produção de 3,6 milhões de toneladas em dez anos, expansão de 26,8%, dominado principalmente pela produtividade. Mato Grosso e Bahia respondem atualmente por 90% da produção nacional. Espera-se que o aumento da produtividade seja impulsionado por melhoramento genético, melhores práticas agronômicas, novas tecnologias e agricultura de precisão.

O Brasil deverá responder por 12,5% da produção mundial de algodão em 2030. Estados Unidos, Brasil e Índia deverão ser os principais exportadores ao final destas projeções. O consumo de algodão no Brasil deve apresentar estabilidade nos próximos anos, situando-se em 732 mil toneladas anuais.

Dados da OCDE/FAO mostram que, a partir dos anos 1990, o consumo per capita de fibra de algodão foi ultrapassado pelas fibras sintéticas, devido aos preços mais acessíveis.

Carnes

A produção de carnes (bovina, suína e frango deverá ter alta de 6,6 milhões de toneladas entre 2022/23 e 2032/33, representando 22,4% de aumento. Saindo dos atuais 29,6 milhões de toneladas para 36,2 milhões de toneladas de carnes.

As carnes de frango e suínas são as que devem apresentar maiores índices de crescimento nos próximos anos: frango, 28,1% e suína, 23,2%. A produção de carne bovina deve crescer 12,4%, embora o Brasil continue liderando o mercado internacional do produto, suprindo 28,5% do consumo mundial.

De acordo com o documento, deverá haver um esforço de crescimento em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento para o setor, haja vista a procura por proteína animal

Segundo o estudo, o mercado interno, as exportações e os ganhos de produtividade deverão ser os principais fatores de crescimento na próxima década. Em 2032/33, perto de 33% da produção de soja deve ser destinada ao mercado doméstico, o milho, 65%, e o café quase 43% da produção deve ser consumida internamente.

Como uma das conclusões do documento, o aumento da produção nacional deverá ser pressionada com o crescimento do mercado interno e das exportações brasileiras.

Cerca de 35,5% da produção de carne de frango será destinada ao mercado interno. A participação da carne suína será de 14,8% no mercado interno. Embora o Brasil seja um grande exportador para diversos produtos, o consumo interno será relevante.

O trabalho das Projeções tem por objetivo indicar direções do crescimento da agropecuária e fornecer informações aos formuladores de políticas públicas quanto às tendências de produtos do agronegócio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2023 0 Comentários 520 Visualizações
Cultura

Paleta Atlântida buscará recorde no Guinness World Records

Por Gabrielle Pacheco 20/01/2023
Por Gabrielle Pacheco

Criado em 2017 por um grupo de amigos, o Paleta Atlântida vem crescendo ano após ano, firmando-se no calendário oficial de eventos de Xangri-lá. Em 2023, o churrasco coletivo assado na beira da praia dobra em tamanho de estrutura e buscará um título oficial inédito e merecido para os gaúchos: o maior churrasco do mundo em número de assadores simultâneos, registrado pelo Guinness World Records. A sexta edição do evento acontece no dia 28 de janeiro (sábado), das 9h às 17h, na Praia de Atlântida.

Nosso desejo com a vinda do Guinness World Records é contribuir para o fortalecimento dessa tradição.

O Paleta Atlântida 2023 receberá uma adjudicadora oficial do Guinness World Records para a tentativa de registrar o escore. O recorde atual é de 914 assadores simultâneos, conferido em Dalisa (Canadá), em setembro de 2022. O objetivo é ultrapassar 3 mil para firmar o recorde para os gaúchos – com o reconhecimento de 85 testemunhas e cumprindo todas as regras estabelecidas dentro do tempo estipulado.

Na última edição, realizada em janeiro de 2022, sem a presença da publicação, o evento reuniu cerca de 3.500 assadores amadores e profissionais. Registrar o recorde é um antigo sonho do empresário Felipe Melnick, idealizador do Paleta Atlântida. “O churrasco é parte importante da cultura gaúcha, passada de geração para geração. Nosso desejo com a vinda do Guinness World Records é contribuir para o fortalecimento dessa tradição, oficializando que os gaúchos fizeram o maior churrasco do mundo no verão de 2023”, revela.

Para 2023, o Paleta terá uma estrutura maior que nos anos anteriores, distribuída em mais de 2 km, com 14 paradores de marcas com experiência para o público, áreas de confraternização, lounges e área kids, distribuídos por toda a extensão. “Em termos de produção, o Paleta terá uma estrutura de segurança e atendimento muito bem dimensionada, com 500 pessoas trabalhando para que todos possam desfrutar o melhor do evento”, explica Marcos Beylouni, sócio e chefe de produção do evento.

Entre todas as atrações, o grande destaque são os assados, com a presença de 60 celebridades nacionais e internacionais do churrasco, servindo mais de 15 toneladas da carne assada open food (das 12h às 17h) para os participantes degustarem. A programação terá ainda mais de 100 espetáculos, entre amadores e profissionais, com atrações musicais, circenses, do teatro e da dança. As apresentações acontecem em seis palcos e nos 14 paradores de empresas, espalhados pelo evento. Entre as atrações confirmadas está a estreia do projeto “Baile da Dupla” com Claus e Vanessa, além de Charles Master (Acústico), Rafael Machado da Chimarruts, Rafael Malenotti (Acústico) e Baile do Pitta.

Os tickets estão disponíveis no link do evento, que solicita a doação de 1kg de alimento para cada ticket adquirido e também para as inscrições nas competições esportivas. A arrecadação será distribuída para a comunidade carente de Xangri-Lá, e os 200 mil tijolos utilizados na estrutura serão doados posteriormente para a Prefeitura do município.

Foto: Fabrício Sviroski/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2023 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Suspensão de tarifas de importação da Coreia do Sul pode impulsionar as vendas de suínos brasileiros

Por Ester Ellwanger 01/06/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína poderão ser beneficiadas pelas cotas de importação com tarifa zero anunciadas esta semana pelo governo da Coreia do Sul, segundo avaliação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A Coreia do Sul, um dos principais destinos das carnes de aves brasileiras e um dos maiores importadores globais de carne suína, deverá liberar a partir de junho cota de 50 mil toneladas sem tarifa de importação.

A cota é aberta para os países que detém plantas habilitadas para exportar para o mercado sul-coreano, incluindo o Brasil. Atualmente, apenas unidades produtoras de Santa Catarina (que até pouco tempo era o único estado reconhecido como livre de aftosa sem vacinação) estão habilitadas a embarcar carne suína para o país asiático.

Espera-se que Paraná e Rio Grande do Sul também sejam reconhecidos pelos sul-coreanos, na esteira do reconhecimento destes estados como livres de aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH, sigla em inglês).

A medida anunciada faz parte de uma série de suspensões de tarifas publicadas pelo governo sul-coreano como medidas de “estabilização do custo de vida e do custo de alimentos” (tradução livre) e tem como objetivo reduzir impactos inflacionários.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, a medida poderá impactar positivamente os embarques de carne suína do Brasil para o país asiático.

“Dado o contexto internacional e a crescente presença brasileira na Coreia do Sul, especialmente após a ação de promoção de imagem realizada no ano passado pela ABPA, em conjunto com a ApexBrasil e a embaixada brasileira em Seul, é esperado que as exportações brasileiras sejam influenciadas por esta oportunidade aberta aos habilitados. A cota é uma oportunidade para gerar divisas importantes para o setor produtivo, que enfrenta grandes dificuldades neste momento”, analisa Santin.

Entre janeiro e abril, a Coreia do Sul importou 2,6 mil toneladas, volume 85,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As vendas para o mercado geraram receita de US$ 7,2 milhões nos quatro primeiros meses deste ano, 133% a mais que o realizado no mesmo período de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/06/2022 0 Comentários 606 Visualizações
Gastronomia

Brasil é 3º no ranking mundial do consumo de carne

Por Ester Ellwanger 05/03/2022
Por Ester Ellwanger

Com a alta recente da inflação, o preço da grande maioria dos produtos aumentou significativamente. A carne foi um dos itens que tiveram um dos maiores aumentos, só nos últimos 12 meses teve um aumento de 22%.

Porém, mesmo com os preços mais altos, o Brasil ainda é um dos principais consumidores de carne do mundo, em média são consumidos 24,6kg per capita num período de um ano.

 

É que revela um estudo realizado pela plataforma CupomValido.com.br com a OCDE sobre o consumo de carne nos principais países.

Foram considerados 2 tipos de proteínas: carne bovina e vitelo. Ao considerar todos os países, o Brasil fica somente atrás dos Estados Unidos e Argentina, com 26,1kg/capita e 36,9/capita, respectivamente.

Mais riqueza, mais carne

Nos últimos 50 anos o consumo de carne aumentou mais de cinco vezes. E segundo a projeção realizada pelo estudo, a expectativa é que na média o consumo de carne aumente ano após ano, atingindo a marca de 43,7 kg/capita em 2030.

O aumento do consumo de carne está relacionado à melhora no padrão de vida e a urbanização da população – que faz com que haja uma mudança no estilo de dieta, e favoreça o aumento do consumo de proteína de origem animal.

O aumento populacional, também é uma razão para o aumento do consumo de carne – em 1960 havia 3 bilhões, e hoje 7,9 bilhões de pessoas no mundo.

No caso da Argentina, é um dos poucos países que o consumo tem caído significativamente ano após ano. Apesar de ainda ser o país que mais consome carne no mundo, em 1990 o país já chegou a consumir 40% a mais que os valores atuais. A crise econômica que país tem enfrentado nos últimos anos é um dos fatores pela diminuição do consumo.

Na ponta oposta, a Índia é o país que menos consome carne no mundo – apenas 0,5 kg/capita no ano. Neste caso, a tradição e a religião do país são algumas das explicações pelo baixo consumo de carne.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

05/03/2022 0 Comentários 942 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 18,2% em janeiro

Por Ester Ellwanger 09/02/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 74,6 mil toneladas em janeiro, o que supera em 18,2% os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 63,1 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas internacionais do primeiro mês de 2022 geraram receita de US$ 160,7 milhões, saldo 9,7% superior ao total obtido em janeiro do ano anterior, com US$ 146,5 milhões.

“O bom ritmo dos embarques em janeiro ajudou a reduzir a pressão sobre os custos de produção, que têm impactado severamente a atividade, frente à soma de custos que seguem em alta este ano, como o milho, a soja, embalagens e outros itens. O setor está reforçando o trabalho institucional com campanhas e ações em feiras para ampliar ainda mais as vendas internacionais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os mercados importadores de carne suína, a China segue como principal destino, com 31,4 mil toneladas importadas em janeiro (-3,5%). Outros destaques são Filipinas, com 4,4 mil toneladas (+569,2%), Argentina, com 4,1 mil toneladas (+58,8%), Singapura, com 3,4 mil toneladas (+40,2%), Uruguai, com 3 mil toneladas (+4,1%), Japão, com 2,1 mil toneladas (+216,7%) e Rússia, com 1,6 mil toneladas (no caso do mercado russo, não há registros comparativos em relação a janeiro de 2021).

“O ano começou aquecido para as exportações de carne suína do Brasil, que aumentaram a sua presença em mercados estratégicos para o setor, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Há expectativa de incremento das vendas, também, para o Leste Europeu”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Neste primeiro mês de 2022, as exportações gaúchas de carne suína registraram queda em volume e receita, no comparativo com o mesmo período de 2021. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 15,69 mil toneladas em janeiro deste ano. Resultado 16,02% inferior ao registrado no ano anterior, quando foram exportadas 18,68 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior alcançou US$ 33,86 milhões, 26,92% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram negociados US$ 46,33 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2022 0 Comentários 572 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 19,7% em janeiro

Por Ester Ellwanger 08/02/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 349,1 mil toneladas, volume que supera em 19,7% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, com 291,6 mil toneladas.

O resultado das vendas de carne de frango no primeiro mês deste ano chegou a US$ 616,9 milhões, número 42% superior ao registrado em janeiro de 2021, com US$ 434,4 milhões.

Conforme avaliação do presidente da ABPA, Ricardo Santin, o mercado internacional de produtos avícolas têm enfrentado a forte pressão da alta dos custos dos insumos, o que é refletido nos preços mais elevados.

“A elevação dos preços da proteína é um fenômeno global. O preço médio das exportações brasileiras neste mês foi 18,6% superior, o que ajudou a diminuir a forte pressão gerada pelos custos do milho e da soja, além de outros insumos que encareceram no mercado brasileiro. O ponto positivo é que, mesmo diante do preço mais caro, a carne de frango brasileira segue fortemente demandada graças a atributos como a qualidade dos produtos e o fato do Brasil ser o único grande exportador livre de Influenza Aviária”, detalha Santin.

 

Principais mercados

A China, maior importadora da carne de frango do Brasil, incrementou suas compras em 4,6%, com 48,3 mil toneladas em janeiro. O grande destaque, entretanto, é o segundo principal importador, posto assumido pelos Emirados Árabes Unidos que, em janeiro, importou 42,8 mil toneladas, número 96,6% maior do que o registrado no primeiro mês do ano passado.

Outro mercado que aumentou as importações é a União Europeia 53,5%, com 18,1 mil toneladas. Também foram destaques as Filipinas, com 11,4 mil toneladas (+339,4%), Coreia do Sul, com 10 mil toneladas (+94%) e Rússia, com 9,2% (100%).

Carne de frango

“A questão sanitária também está ditando o comportamento do mercado internacional para o Brasil. Países da Europa, Ásia e África vem enfrentando focos da enfermidade e há uma situação crítica instalada, em especial, em nações da União Europeia. Neste quadro, o fato de nunca termos registrado Influenza Aviária no país tem sido um diferencial competitivo, reforçando a posição brasileira como porto seguro para a demanda mundial de carne de frango”, avalia Luís Rua, diretor de Mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

O Estado acompanhou a tendência nacional e registrou crescimento tanto em volume quanto em receita nas exportações de aves em janeiro de 2022.

Os embarques gaúchos alcançaram 51,59 mil toneladas, alta de 16,88% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano anterior, que registrou 44,14 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações somou US$ 88,87 milhões. O número é 33,09% superior ao obtido no primeiro mês do ano passado, quando o resultado foi de US$ 66,77 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/02/2022 0 Comentários 554 Visualizações
exportações
Business

Exportações de carne de frango seguem em alta em 2020

Por Gabrielle Pacheco 08/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 3,178 milhões de toneladas entre janeiro e setembro deste ano. Isso considerando todos os produtos, entre naturais e processados, que somam 1,3% maior do que o registrado no mesmo período de 2019 — quando foram 3,137 milhões de toneladas. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Além disso, no mesmo período, a receita acumulada com os embarques alcançou US$ 4,619 bilhões — 12,1% a menos na comparação com os primeiros nove meses de 2019 (US$ 5,253 bilhões).

Além disso, considerando apenas o mês de setembro, as exportações do setor totalizaram 345 mil toneladas. Assim, o resultado significa uma queda de 2,3% em relação ao alcançado em setembro do ano passado (353,2 mil toneladas). Além disso, a receita dos embarques totalizou US$ 479 milhões no mês passado, número 18,4% menor se comparado aos US$ 587,2 milhões obtidos em setembro de 2019. “A média de exportações registradas neste segundo semestre estão acima do obtido no mesmo período em 2019, um indicativo de que as vendas seguirão positivas. Isto, sem impactar na oferta de produtos para o consumidor brasileiro, que também aumentou este ano”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Destinos das exportações

Principal destino, as importações da China seguem elevadas em 2020, com 514,1 mil toneladas entre janeiro e setembro (+28% em relação à 2019). Também destacam-se as vendas para Líbia, com 46,1 mil toneladas (+79%); Jordânia, com 46,2 mil toneladas (+35%); Rússia, com 63,5 mil toneladas (+47%); Cingapura, com 98,4 mil toneladas (+39%); Vietnã, com 37,3 mil toneladas (+105%); e Coreia do Sul, com 98,5 mil toneladas (+7%).

Considerando apenas as vendas de setembro, cresceram as exportações para a África do Sul, com 23 mil toneladas (+38% em relação a setembro de 2019), Iêmen, com 11 mil toneladas (+73%), Emirados Árabes, com 25,9 mil toneladas (+11%) e União Europeia, com 21,2 mil toneladas (+15%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/10/2020 0 Comentários 611 Visualizações
Variedades

“A sensação é de dever cumprido”, afirma Turra sobre transição na ABPA

Por Gabrielle Pacheco 17/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Francisco Turra presidiu por 12 anos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). E, na próxima quarta-feira (19), passa o cargo para o atual diretor-executivo Ricardo Santin. O ex-ministro da Agricultura assumiu a instituição quando ainda se chamava Associação Brasileira de Exportadores de Frangos (ABEF) e contava com 23 sócios – hoje são 140, sendo a maior entidade do setor.

Desde 2008, Turra é um dos grandes responsáveis pela transformação e fortalecimento da imagem da avicultura e da suinocultura brasileira no exterior: garantiu uma fatia importante do mercado asiático e cotas de exportação para a União Europeia. Outro grande marco na trajetória de Turra frente à ABPA foi o gerenciamento de crises, como a atual informação de que o coronavírus teria sido encontrado embalagens de carne de frango exportado para o município de Shenzhen, na China, e a Operação Carne Fraca em 2017.

Em 12 anos, foram registrados mais de US$ 1,2 bilhão em negócios em mais de 100 ações internacionais. A receita com as vendas de carne de frango para o exterior cresceram quase 40% e as de carne suína tiveram uma alta próxima a 30% no período. Números que reforçam o legado que o ex-ministro deixa para o agronegócio brasileiro. Confira a seguir entrevista realizada com Francisco Turra.

Quais foram as maiores conquistas da ABPA nestes 12 anos? A primeira conquista foi a integração dos segmentos de aves e suínos, fundamental para fortalecermos nossa imagem nos mercados nacional e internacional. Do ponto de vista institucional, tivemos avanços significativos. Passamos de 23 associados, lá em 2008, para 140 hoje, dos mais variados perfis. Criamos o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) – o maior evento político, técnico e comercial dos setores no Brasil – e o ABPA Data, um sistema inédito de inteligência competitiva exclusivo para associados, com um vasto banco de informações composto por mais de 2,5 milhões de dados. Fizemos uma mudança no sistema para ter acesso às cotas de vendas da União Europeia e tivemos ainda a desoneração da folha de aves e suínos. Abrimos de 15 novos mercados, entre eles China, Estados Unidos, México, Índia, Paquistão, Coreia do Sul, Japão, Mongólia, Moldávia, Mianmar, Vietnã, com as respectivas habilitações de plantas brasileiras. Os novos destinos permitiram um aumento nas vendas para fora do país: saímos de 3,2 milhões de toneladas de carne de frango, em 2008, para 4,2 milhões de toneladas exportadas, em 2019, e de 607 mil toneladas de suína para 750 mil toneladas no ano passado. O mesmo cenário pode ser observado em relação à produção. Saltamos de 10 milhões de toneladas de frango, em 2007, para 13,1 milhões, no ano passado. Já de suínos passamos de 2,9 milhões de toneladas para 4 milhões de toneladas.

O senhor elencou a abertura de mercados como uma das conquistas da ABPA. Observamos há um tempo a entrada muito forte da Ásia, principalmente da China, no Brasil. Quais os motivos? Primeiro, a carne brasileira é de altíssima qualidade. Esse é um dos principais motivos pelos quais o produto daqui chama tanto a atenção do mundo. Por outro lado, a lacuna deixada pela Peste Suína Africana (PSA) na produção dos países asiáticos e no trade global vem ditando o comportamento das exportações brasileiras e dos demais exportadores internacionais de aves e de suínos. Esse fator ampliou substancialmente as exportações para a Ásia. A China, para se ter uma ideia, importa 17% do nosso volume da carne de frango e 49% de suína. É disparado o principal destino da nossa produção. Posso garantir: o Brasil reúne todas as condições para se tornar ainda mais competitivo neste mercado, sobretudo diante da necessidade cada vez maior de segurança alimentar.

Como a pandemia afetou os planos dos setores para 2020? E quais as lições que deixa? Os frigoríficos possuem ambientes de trabalho controlados e com normas rígidas, mesmo sem pandemia. O uso de equipamentos de proteção individual e os protocolos sanitários são seguidos à risca. Já faz parte da rotina o uso de uniformes, máscaras e luvas. O fato é que a Covid-19 exigiu que ampliássemos ainda mais os cuidados com a proteção e a saúde dos colaboradores. Por isso, antes mesmo da determinação da quarentena em diversos estados do país, em março, a ABPA e suas empresas associadas já haviam implementado todas as medidas de controle ao coronavírus – que foram, ao longo dos meses, se aperfeiçoando. A primeira, com certeza, o afastamento de todos os trabalhadores identificados como grupo de risco. A ABPA, junto às agroindústrias, também estabeleceu protocolos setoriais validados cientificamente pelo Hospital Albert Einstein. O documento tem mais de 250 páginas. Foi adicionada uma série de medidas para proteger os colaboradores, como, por exemplo, os indispensáveis equipamentos buconasal e faceshield. Os cuidados também contemplam níveis de distanciamento determinados pela Portaria Interministerial n° 19 e medidas contra aglomerações. E é preciso destacar que foram intensificadas as ações de vigilância ativa, a rotina de higienização de todos os ambientes dentro e nos arredores dos frigoríficos e o monitoramento da saúde de trabalhadores. Ainda assim, com todo esse protocolo rígido, estamos sujeitos a situações como a que aconteceu após as notícias desencontradas de que o novo coronavírus foi encontrado em embalagens de frango brasileiros exportados para cidade de Shenzhen, na China. Exige um esforço diplomático porque, como falamos, a China é nosso principal comprador. E uma notícias dessas, em meio à pandemia, pode levar a uma crise sem precedentes. Precisamos estar vigilantes. Garanto: nos preparamos! Graças ao empenho da ABPA, das entidades estaduais, das empresas e do Governo, seguimos produzindo em patamares próximos ao que era inicialmente previsto. Com planejamento e iniciativa, construímos rapidamente estratégias que mantiveram o abastecimento e ajudaram a preservar a saúde dos colaboradores.

Quais os principais desafios do setor de proteína animal para os próximos anos? Se antes era altamente complexo operar em um mercado tão competitivo quanto o setor de proteína animal, esse contexto ficou ainda menos previsível com a ocorrência da pandemia. Em todo o mundo, travas para o comércio internacional, paralisação de atividades e imposição de barreiras para a circulação de pessoas travaram o sistema econômico, que precisou se reformatar. Apesar da demanda por alimentos seguir firme, o modo de consumo foi impactado. Vimos nos Estados Unidos, por exemplo, a redução da produção de processados e a inclusão de novos modelos de consumo fora de casa – o quick service restaurant. Na União Europeia, a produção de alimentos se manteve, mas a redução dos níveis de consumo impactou no excedente de produção sobre a demanda.  Enquanto isso, nos Estados Unidos, as plantas foram paralisadas. No Brasil, embora menos impactado, o mercado interno também encontrou entraves. Custos de produção elevados (especialmente pelo “Custo Covid”, que demandou milhões em investimentos no sistema produtivo para a proteção dos colaboradores) foram compensados pela alta significativa nas exportações – que, como falamos anteriormente, deverá encerrar o ano em alta. Mas, apesar de toda a complexidade e impactos, a pandemia não foi o maior fator de influência sobre o contexto internacional das proteínas. Foi a Ásia, especialmente a China, quem ditou o desenho do comportamento produtivo. A perpetuação dos impactos causados pela Peste Suína Africana no rebanho suíno asiático se sobrepõe, em muitas vezes, ao total de exportações de carne suína pelo mundo anualmente. Isto, somado a outros pontos, como: a alteração na dinâmica de negócios das importações de aves por conta da situação no Oriente Médio, o protecionismo da África do Sul (com elevação de tarifas) e a volatilidade cambial. Em meio a todos estes fatores, a carne de frango ainda será a mais competitiva – pelo menos no mercado interno, frente à alta de preços, em especial, da carne vermelha. Como produtores e exportadores, nossa atenção especial estará em um ponto específico: a manutenção da confiança dos consumidores. A pandemia trouxe novos hábitos e uma visão ainda mais crítica sobre a importância da inocuidade dos produtos. O cuidado com a saúde é, como nunca, a pauta principal. Sabemos dos atributos e do elevado padrão que empregamos. Demonstrar isto ao consumidores, entretanto, será nosso maior desafio.

Por que decidiu deixar a presidência? Essa era uma decisão que eu havia tomado há algum tempo e agora se concretiza. Estou fora de casa há 20 anos – oito em Brasília e 12 em São Paulo, presidindo a Associação dos Produtores e Exportadores de Frangos, a União Brasileira de Avicultura e, mais recentemente, a Associação Brasileira de Proteína Animal. Minha vida se dividia entre Porto Alegre, Marau, o centro do país e as viagens pelo mundo afora. A saída deveria ter ocorrido ainda no primeiro semestre, mas, com a pandemia da Covid-19, optamos por adiar a transição. A prorrogação da gestão por quase cinco meses foi fundamental para estabelecermos protocolos sanitários, de saúde e de higiene, orientarmos as empresas associadas e articularmos ações com os governos federal e estaduais.

E o que vem pela frente? Vou liderar uma nova iniciativa: Turra – Consultoria em Agronegócio. Paralelamente, seguirei na ABPA, mas atuando de outra forma. Farei parte do Conselho Consultivo e apoiarei institucionalmente o novo presidente da associação, Ricardo Santin. Com menos intensidade, mas com a mesma paixão, continuarei lutando por essa atividade que transforma a vida de tantas famílias e orgulha o nosso país. Como disse o Apóstolo Paulo, em uma de suas passagens mais emblemáticas: “Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé”. É com esse sentimento que me despeço dessa missão tão nobre confiada a mim.

Foto: Agência Brasil/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2020 0 Comentários 698 Visualizações
Variedades

Frigoríficos gaúchos poderão exportar miúdos de suíno para Singapura

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi informada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sobre a abertura do mercado de Singapura para miúdos de suínos produzidos no país. A autorização é válida para as 29 frigoríficos brasileiros que já são habilitadas a exportar carne suína com e sem osso para a nação asiática. Dez plantas ficam no Rio Grande do Sul.

Singapura é um importante parceiro comercial do setor. Em 2020, passou a ocupar o terceiro lugar no ranking dos principais importadores de carne suína brasileira, atrás apenas da China e de Hong Kong. De janeiro a julho deste ano, comprou 32 mil toneladas – 49% a mais do que no mesmo período de 2019.

“A liberação das vendas de miúdos para Singapura ocorre em um momento altamente favorável nos negócios com este mercado. Em 2020, nove novas plantas foram habilitadas para embarcar produtos. A abertura do mercado para um segmento de produto tão apreciado na região reforça a posição asiática como novo maior polo mundial dos negócios internacionais para a proteína animal do Brasil”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 726 Visualizações
Business

ABPA projeta alta na produção de carne de frango e de carne suína em 2020

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção brasileira de carne de frango deverá crescer entre 3% e 4% em 2020, alcançando o total de 13,7 milhões de toneladas neste ano, projeta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Os números foram apresentados hoje em coletiva de imprensa virtual, com participação de jornalistas de diversos estados.

As exportações do setor também devem crescer em patamares equivalentes, entre 3% e 5%, alcançando até 4,45 milhões de toneladas, prevê a associação.

No mercado interno, os níveis de consumo também deverão crescer. As projeções indicam elevação de 2,5%, com total de 43,9 quilos per capita ano em 2020.

“O empenho setorial para a manutenção do abastecimento permitiu manter a produção e as exportações em bons níveis de crescimento.  Apesar dos impactos da pandemia, que restringiu este potencial, os indicadores apontam um horizonte positivo para a avicultura e a suinocultura do Brasil”, celebra Francisco Turra, presidente da ABPA.

Em carne suína, a produção prevista para o ano é 4% a 6,5% maior em relação ao efetivado em 2019, alcançando até 4,25 milhões de toneladas, segundo as projeções da associação.

A entidade antevê um salto expressivo nas exportações do ano, podendo alcançar pela primeira vez 1 milhão de toneladas, 33% a mais que o efetivado em 2019.

Já o consumo per capita de carne suína deverá se manter estável, com total de 15,3 quilos per capita no ano.

“A Ásia é o grande drive das exportações internacionais, não apenas do Brasil.  A lacuna deixada pela Peste Suína Africana na produção dos países asiáticos e no trade global continuará a ditar o comportamento das exportações brasileiras e dos demais exportadores internacionais de aves e de suínos. O bom desempenho das exportações reduz os impactos decorrentes da alta dos insumos e da elevação dos custos decorrentes da situação de pandemia”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Exportações no 1º semestre: Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 96,1 mil toneladas em junho.  O número supera em 50,4% o volume embarcado no sexto mês de 2019, com total de 63,9 mil toneladas. Em receita, o desempenho mensal registrou alta de 43,4%, com US$ 198 milhões de saldo registrado em junho deste ano, frente a US$ 138,1 milhões em 2019.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína seguem 37,01% maior este ano, em comparação com 2019. Foram 479,4 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020, contra 349,9 mil toneladas exportadas nos seis primeiros meses do ano passado. Em receita, houve elevação de 52,5% no mesmo período comparativo, com US$ 1,076 bilhão este ano e US$ 705,6 milhões em 2019.

Carro-chefe das exportações brasileiras, as vendas para a Ásia chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019.  A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%).  Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%).

Carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 341,9 mil toneladas em junho, volume 12,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com total de 390,5 mil toneladas. Em receita, o saldo de exportações chegou a US$ 446,5 milhões em junho, número 30,95% menor em relação ao registrado no mesmo período de 2019, com US$ 646,2 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor se mantiveram positiva em 1,7%, com 2,106 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e junho deste ano, contra 2,072 milhões de toneladas em 2019. No mesmo período, as vendas para o mercado externo geraram receita de US$ 3,144 bilhões, número 8,8% menor em relação ao saldo do primeiro semestre de 2019, com US$ 3,448 bilhões.

Como no setor de suínos, o mercado asiático foi o principal destino das exportações brasileiras – chegaram a importar 837,3 mil toneladas no primeiro semestre, número 15% maior que o efetivado no mesmo período de 2019. Principal destino, as vendas para o mercado chinês seguem positivas, com alta de 32% e embarques de 346,3 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020.  Singapura, com 67,6 mil toneladas (+49%), Filipinas, com 43,8 mil toneladas (+72%) e Vietnã, com 19,8 mil toneladas (+73%) foram os destaques nas vendas para a região neste ano.

Luta setorial

A ABPA reitera o compromisso setorial de atuar pela preservação da saúde dos colaboradores, com a adoção de estratégias em todo o sistema produtivo – implantadas por iniciativa das próprias empresas já em março.

As empresas do setor frigorífico seguem rigidamente a lei brasileira (Portaria Interministerial n° 19) e também o protocolo setorial validado cientificamente pelo Hospital Albert Einstein, que estabelece uma série de medidas protetivas aos colaboradores, como proteção buconasal (máscara cirúrgica), faceshield e outros, além dos habituais uniformes, luvas, máscaras e outras camadas de proteção; barreiras laterais, impedindo contato entre os colaboradores na linha de produção; afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco; intensificação das ações de vigilância ativa, o monitoramento da saúde; adoção de medidas contra aglomerações em restaurantes, transportes e outras áreas; e reforço da rotina de higienização de todos os ambientes dentro e fora dos frigoríficos várias vezes ao dia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), e órgãos internacionais como o Instituto Federal Alemão para Avaliação de Riscos e o Departamento de Saúde do governo australiano confirmam que não há risco de contaminação do produto, com base em avaliações científicas.  Isto vale para qualquer tipo de alimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 633 Visualizações
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