Mais vistas
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo...
Festa Colonial de Canela destaca gastronomia da agricultura familiar
Defesa Civil estadual atualiza previsão para os próximos dias no...
27ª Construsul reúne mais de 300 expositores
Festa do Café, Cuca e Linguiça de Picada Café chega...
Stock Car retorna a Santa Cruz do Sul neste final...
Colégio João Paulo I lidera ranking do Enem em Porto...
Nova Petrópolis celebra o Dia da Cerveja com programação em...
Festa do Café, Cuca e Linguiça começa neste fim de...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

carne

Business

Produção de grãos brasileira deverá chegar a 390 milhões de toneladas nos próximos dez anos

Por Marcel Vogt 21/07/2023
Por Marcel Vogt

A produção de grãos no Brasil deverá aumentar 24,1% nos próximos dez anos, chegando perto de 390 milhões de toneladas na safra 2032/2033, com acréscimo de 75,5 milhões de toneladas. Esse acréscimo corresponde a uma taxa de crescimento de 2,4% ao ano.  devem continuar alavancando o crescimento da produção de grãos.

A área de grãos deve expandir-se dos atuais 77,5 milhões de hectares (Conab – maio/2023) para 92,3 milhões de hectares em 2032/33. Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2022/23 a 2032/33, feito pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

As projeções do Agronegócio mostram um enorme potencial de crescimento do setor, que deverá ocorrer, principalmente, com base na produtividade, entretanto, de acordo com a pesquisa, será necessário ampliar os investimentos em pesquisa. A expansão de área deverá ocorrer devido ao padrão de crescimento da agricultura brasileira. De acordo com o estudo, a produtividade e as tecnologias operam juntas no sentido de crescimento sustentável.

A adição dos 14,7 milhões de hectares à área plantada de grãos poderá vir da conversão de áreas atualmente degradadas, particularmente, oriundas de pastagens extensivas, entre outras possibilidades, que evitem afetar a cobertura vegetal do país. De acordo com a análise da pesquisa, 78% da expansão da área plantada deverá ocorrer com o cultivo da soja.

A produção de soja em 2032/33 está projetada para 186,7 milhões de toneladas, acréscimo de 20,6% em relação à produção de 2022/23. A projeção de exportação de soja em grão está em 121,4 milhões de toneladas, com participação prevista de 60,6% nos embarques mundiais.

A área de milho segunda safra deve expandir-se sobre áreas liberadas pela soja, no sistema de plantio direto. Milho e soja deverão sofrer pressão devido ao uso crescente como culturas relevantes para produção de biocombustíveis, biodiesel e etanol de milho.

A produção total de milho está projetada para 160 milhões de toneladas para 2032/33, alta de 27% em relação à produção de 2022/23. As exportações e a demanda de milho para a produção de etanol serão duas importantes forças a estimular o cultivo. O milho adquire importância crescente como matéria prima e como alimento.

Brasil e Estados Unidos deverão liderar juntos as exportações mundiais de milho, estimadas em 69 milhões de toneladas por país. Corresponde a uma participação nas exportações de 30% para cada um dos países.

As projeções do algodão em pluma indicam produção de 3,6 milhões de toneladas em dez anos, expansão de 26,8%, dominado principalmente pela produtividade. Mato Grosso e Bahia respondem atualmente por 90% da produção nacional. Espera-se que o aumento da produtividade seja impulsionado por melhoramento genético, melhores práticas agronômicas, novas tecnologias e agricultura de precisão.

O Brasil deverá responder por 12,5% da produção mundial de algodão em 2030. Estados Unidos, Brasil e Índia deverão ser os principais exportadores ao final destas projeções. O consumo de algodão no Brasil deve apresentar estabilidade nos próximos anos, situando-se em 732 mil toneladas anuais.

Dados da OCDE/FAO mostram que, a partir dos anos 1990, o consumo per capita de fibra de algodão foi ultrapassado pelas fibras sintéticas, devido aos preços mais acessíveis.

Carnes

A produção de carnes (bovina, suína e frango deverá ter alta de 6,6 milhões de toneladas entre 2022/23 e 2032/33, representando 22,4% de aumento. Saindo dos atuais 29,6 milhões de toneladas para 36,2 milhões de toneladas de carnes.

As carnes de frango e suínas são as que devem apresentar maiores índices de crescimento nos próximos anos: frango, 28,1% e suína, 23,2%. A produção de carne bovina deve crescer 12,4%, embora o Brasil continue liderando o mercado internacional do produto, suprindo 28,5% do consumo mundial.

De acordo com o documento, deverá haver um esforço de crescimento em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento para o setor, haja vista a procura por proteína animal

Segundo o estudo, o mercado interno, as exportações e os ganhos de produtividade deverão ser os principais fatores de crescimento na próxima década. Em 2032/33, perto de 33% da produção de soja deve ser destinada ao mercado doméstico, o milho, 65%, e o café quase 43% da produção deve ser consumida internamente.

Como uma das conclusões do documento, o aumento da produção nacional deverá ser pressionada com o crescimento do mercado interno e das exportações brasileiras.

Cerca de 35,5% da produção de carne de frango será destinada ao mercado interno. A participação da carne suína será de 14,8% no mercado interno. Embora o Brasil seja um grande exportador para diversos produtos, o consumo interno será relevante.

O trabalho das Projeções tem por objetivo indicar direções do crescimento da agropecuária e fornecer informações aos formuladores de políticas públicas quanto às tendências de produtos do agronegócio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2023 0 Comentários 572 Visualizações
Cultura

Paleta Atlântida buscará recorde no Guinness World Records

Por Gabrielle Pacheco 20/01/2023
Por Gabrielle Pacheco

Criado em 2017 por um grupo de amigos, o Paleta Atlântida vem crescendo ano após ano, firmando-se no calendário oficial de eventos de Xangri-lá. Em 2023, o churrasco coletivo assado na beira da praia dobra em tamanho de estrutura e buscará um título oficial inédito e merecido para os gaúchos: o maior churrasco do mundo em número de assadores simultâneos, registrado pelo Guinness World Records. A sexta edição do evento acontece no dia 28 de janeiro (sábado), das 9h às 17h, na Praia de Atlântida.

Nosso desejo com a vinda do Guinness World Records é contribuir para o fortalecimento dessa tradição.

O Paleta Atlântida 2023 receberá uma adjudicadora oficial do Guinness World Records para a tentativa de registrar o escore. O recorde atual é de 914 assadores simultâneos, conferido em Dalisa (Canadá), em setembro de 2022. O objetivo é ultrapassar 3 mil para firmar o recorde para os gaúchos – com o reconhecimento de 85 testemunhas e cumprindo todas as regras estabelecidas dentro do tempo estipulado.

Na última edição, realizada em janeiro de 2022, sem a presença da publicação, o evento reuniu cerca de 3.500 assadores amadores e profissionais. Registrar o recorde é um antigo sonho do empresário Felipe Melnick, idealizador do Paleta Atlântida. “O churrasco é parte importante da cultura gaúcha, passada de geração para geração. Nosso desejo com a vinda do Guinness World Records é contribuir para o fortalecimento dessa tradição, oficializando que os gaúchos fizeram o maior churrasco do mundo no verão de 2023”, revela.

Para 2023, o Paleta terá uma estrutura maior que nos anos anteriores, distribuída em mais de 2 km, com 14 paradores de marcas com experiência para o público, áreas de confraternização, lounges e área kids, distribuídos por toda a extensão. “Em termos de produção, o Paleta terá uma estrutura de segurança e atendimento muito bem dimensionada, com 500 pessoas trabalhando para que todos possam desfrutar o melhor do evento”, explica Marcos Beylouni, sócio e chefe de produção do evento.

Entre todas as atrações, o grande destaque são os assados, com a presença de 60 celebridades nacionais e internacionais do churrasco, servindo mais de 15 toneladas da carne assada open food (das 12h às 17h) para os participantes degustarem. A programação terá ainda mais de 100 espetáculos, entre amadores e profissionais, com atrações musicais, circenses, do teatro e da dança. As apresentações acontecem em seis palcos e nos 14 paradores de empresas, espalhados pelo evento. Entre as atrações confirmadas está a estreia do projeto “Baile da Dupla” com Claus e Vanessa, além de Charles Master (Acústico), Rafael Machado da Chimarruts, Rafael Malenotti (Acústico) e Baile do Pitta.

Os tickets estão disponíveis no link do evento, que solicita a doação de 1kg de alimento para cada ticket adquirido e também para as inscrições nas competições esportivas. A arrecadação será distribuída para a comunidade carente de Xangri-Lá, e os 200 mil tijolos utilizados na estrutura serão doados posteriormente para a Prefeitura do município.

Foto: Fabrício Sviroski/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2023 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Suspensão de tarifas de importação da Coreia do Sul pode impulsionar as vendas de suínos brasileiros

Por Ester Ellwanger 01/06/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína poderão ser beneficiadas pelas cotas de importação com tarifa zero anunciadas esta semana pelo governo da Coreia do Sul, segundo avaliação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A Coreia do Sul, um dos principais destinos das carnes de aves brasileiras e um dos maiores importadores globais de carne suína, deverá liberar a partir de junho cota de 50 mil toneladas sem tarifa de importação.

A cota é aberta para os países que detém plantas habilitadas para exportar para o mercado sul-coreano, incluindo o Brasil. Atualmente, apenas unidades produtoras de Santa Catarina (que até pouco tempo era o único estado reconhecido como livre de aftosa sem vacinação) estão habilitadas a embarcar carne suína para o país asiático.

Espera-se que Paraná e Rio Grande do Sul também sejam reconhecidos pelos sul-coreanos, na esteira do reconhecimento destes estados como livres de aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH, sigla em inglês).

A medida anunciada faz parte de uma série de suspensões de tarifas publicadas pelo governo sul-coreano como medidas de “estabilização do custo de vida e do custo de alimentos” (tradução livre) e tem como objetivo reduzir impactos inflacionários.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, a medida poderá impactar positivamente os embarques de carne suína do Brasil para o país asiático.

“Dado o contexto internacional e a crescente presença brasileira na Coreia do Sul, especialmente após a ação de promoção de imagem realizada no ano passado pela ABPA, em conjunto com a ApexBrasil e a embaixada brasileira em Seul, é esperado que as exportações brasileiras sejam influenciadas por esta oportunidade aberta aos habilitados. A cota é uma oportunidade para gerar divisas importantes para o setor produtivo, que enfrenta grandes dificuldades neste momento”, analisa Santin.

Entre janeiro e abril, a Coreia do Sul importou 2,6 mil toneladas, volume 85,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As vendas para o mercado geraram receita de US$ 7,2 milhões nos quatro primeiros meses deste ano, 133% a mais que o realizado no mesmo período de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/06/2022 0 Comentários 660 Visualizações
Gastronomia

Brasil é 3º no ranking mundial do consumo de carne

Por Ester Ellwanger 05/03/2022
Por Ester Ellwanger

Com a alta recente da inflação, o preço da grande maioria dos produtos aumentou significativamente. A carne foi um dos itens que tiveram um dos maiores aumentos, só nos últimos 12 meses teve um aumento de 22%.

Porém, mesmo com os preços mais altos, o Brasil ainda é um dos principais consumidores de carne do mundo, em média são consumidos 24,6kg per capita num período de um ano.

 

É que revela um estudo realizado pela plataforma CupomValido.com.br com a OCDE sobre o consumo de carne nos principais países.

Foram considerados 2 tipos de proteínas: carne bovina e vitelo. Ao considerar todos os países, o Brasil fica somente atrás dos Estados Unidos e Argentina, com 26,1kg/capita e 36,9/capita, respectivamente.

Mais riqueza, mais carne

Nos últimos 50 anos o consumo de carne aumentou mais de cinco vezes. E segundo a projeção realizada pelo estudo, a expectativa é que na média o consumo de carne aumente ano após ano, atingindo a marca de 43,7 kg/capita em 2030.

O aumento do consumo de carne está relacionado à melhora no padrão de vida e a urbanização da população – que faz com que haja uma mudança no estilo de dieta, e favoreça o aumento do consumo de proteína de origem animal.

O aumento populacional, também é uma razão para o aumento do consumo de carne – em 1960 havia 3 bilhões, e hoje 7,9 bilhões de pessoas no mundo.

No caso da Argentina, é um dos poucos países que o consumo tem caído significativamente ano após ano. Apesar de ainda ser o país que mais consome carne no mundo, em 1990 o país já chegou a consumir 40% a mais que os valores atuais. A crise econômica que país tem enfrentado nos últimos anos é um dos fatores pela diminuição do consumo.

Na ponta oposta, a Índia é o país que menos consome carne no mundo – apenas 0,5 kg/capita no ano. Neste caso, a tradição e a religião do país são algumas das explicações pelo baixo consumo de carne.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

05/03/2022 0 Comentários 989 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 18,2% em janeiro

Por Ester Ellwanger 09/02/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 74,6 mil toneladas em janeiro, o que supera em 18,2% os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 63,1 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas internacionais do primeiro mês de 2022 geraram receita de US$ 160,7 milhões, saldo 9,7% superior ao total obtido em janeiro do ano anterior, com US$ 146,5 milhões.

“O bom ritmo dos embarques em janeiro ajudou a reduzir a pressão sobre os custos de produção, que têm impactado severamente a atividade, frente à soma de custos que seguem em alta este ano, como o milho, a soja, embalagens e outros itens. O setor está reforçando o trabalho institucional com campanhas e ações em feiras para ampliar ainda mais as vendas internacionais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os mercados importadores de carne suína, a China segue como principal destino, com 31,4 mil toneladas importadas em janeiro (-3,5%). Outros destaques são Filipinas, com 4,4 mil toneladas (+569,2%), Argentina, com 4,1 mil toneladas (+58,8%), Singapura, com 3,4 mil toneladas (+40,2%), Uruguai, com 3 mil toneladas (+4,1%), Japão, com 2,1 mil toneladas (+216,7%) e Rússia, com 1,6 mil toneladas (no caso do mercado russo, não há registros comparativos em relação a janeiro de 2021).

“O ano começou aquecido para as exportações de carne suína do Brasil, que aumentaram a sua presença em mercados estratégicos para o setor, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Há expectativa de incremento das vendas, também, para o Leste Europeu”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Neste primeiro mês de 2022, as exportações gaúchas de carne suína registraram queda em volume e receita, no comparativo com o mesmo período de 2021. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 15,69 mil toneladas em janeiro deste ano. Resultado 16,02% inferior ao registrado no ano anterior, quando foram exportadas 18,68 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior alcançou US$ 33,86 milhões, 26,92% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram negociados US$ 46,33 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2022 0 Comentários 598 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 19,7% em janeiro

Por Ester Ellwanger 08/02/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 349,1 mil toneladas, volume que supera em 19,7% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, com 291,6 mil toneladas.

O resultado das vendas de carne de frango no primeiro mês deste ano chegou a US$ 616,9 milhões, número 42% superior ao registrado em janeiro de 2021, com US$ 434,4 milhões.

Conforme avaliação do presidente da ABPA, Ricardo Santin, o mercado internacional de produtos avícolas têm enfrentado a forte pressão da alta dos custos dos insumos, o que é refletido nos preços mais elevados.

“A elevação dos preços da proteína é um fenômeno global. O preço médio das exportações brasileiras neste mês foi 18,6% superior, o que ajudou a diminuir a forte pressão gerada pelos custos do milho e da soja, além de outros insumos que encareceram no mercado brasileiro. O ponto positivo é que, mesmo diante do preço mais caro, a carne de frango brasileira segue fortemente demandada graças a atributos como a qualidade dos produtos e o fato do Brasil ser o único grande exportador livre de Influenza Aviária”, detalha Santin.

 

Principais mercados

A China, maior importadora da carne de frango do Brasil, incrementou suas compras em 4,6%, com 48,3 mil toneladas em janeiro. O grande destaque, entretanto, é o segundo principal importador, posto assumido pelos Emirados Árabes Unidos que, em janeiro, importou 42,8 mil toneladas, número 96,6% maior do que o registrado no primeiro mês do ano passado.

Outro mercado que aumentou as importações é a União Europeia 53,5%, com 18,1 mil toneladas. Também foram destaques as Filipinas, com 11,4 mil toneladas (+339,4%), Coreia do Sul, com 10 mil toneladas (+94%) e Rússia, com 9,2% (100%).

Carne de frango

“A questão sanitária também está ditando o comportamento do mercado internacional para o Brasil. Países da Europa, Ásia e África vem enfrentando focos da enfermidade e há uma situação crítica instalada, em especial, em nações da União Europeia. Neste quadro, o fato de nunca termos registrado Influenza Aviária no país tem sido um diferencial competitivo, reforçando a posição brasileira como porto seguro para a demanda mundial de carne de frango”, avalia Luís Rua, diretor de Mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

O Estado acompanhou a tendência nacional e registrou crescimento tanto em volume quanto em receita nas exportações de aves em janeiro de 2022.

Os embarques gaúchos alcançaram 51,59 mil toneladas, alta de 16,88% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano anterior, que registrou 44,14 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações somou US$ 88,87 milhões. O número é 33,09% superior ao obtido no primeiro mês do ano passado, quando o resultado foi de US$ 66,77 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/02/2022 0 Comentários 594 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 308 | Jul 2026

Entrevista | Guilherme Viezzer fala sobre a automação e a IA no mercado supermercadista

Cooperativismo | Modelo de negócios que transforma comunidades

Cidades| São Leopoldo comemora sua história e projeta desenvolvimento

Educação | Da sala de aula para a vida: a educação financeira que muda hábitos

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 2

    Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo Hamburgo

  • 3

    Festa Colonial de Canela destaca gastronomia da agricultura familiar

  • 4

    Defesa Civil estadual atualiza previsão para os próximos dias no RS

  • 5

    27ª Construsul reúne mais de 300 expositores

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO