Mais vistas
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Defesa Civil estadual atualiza previsão para os próximos dias no...
Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo...
Festa Colonial de Canela destaca gastronomia da agricultura familiar
27ª Construsul reúne mais de 300 expositores
Stock Car retorna a Santa Cruz do Sul neste final...
Festa do Café, Cuca e Linguiça de Picada Café chega...
Colégio João Paulo I lidera ranking do Enem em Porto...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

carne suína

Business

Exportações de carne suína de novembro crescem 17,8% em relação a 2021

Por Amanda Krohn 06/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 93,4 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 17,8% o total registrado no mesmo período do ano passado, quando obteve 79,3 mil toneladas. Em receita, a alta é ainda mais expressiva, com crescimento de 35,1%, soma de US$ 230,5 milhões no mês passado, contra US$ 170,6 milhões registrados no décimo primeiro mês de 2021.

No acumulado do ano (janeiro a novembro), o volume exportado chegou a 1,017 milhão de toneladas, quantidade 2,8% menor que a registrada nos primeiros onze meses de 2021, com 1,047 milhão de toneladas. Em receita, o resultado das exportações no ano alcançou US$ 2,319 bilhões, número 5,3% menor que o registrado em 2021, quando somou US$ 2,449 bilhões. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, informa que a média de exportações registradas no segundo semestre chegou a 101,4 mil toneladas, superando os patamares registrados no mesmo período de 2021, quando obteve 95,7 mil toneladas.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Considerando apenas o mês de novembro, a China, principal destino das exportações brasileiras de carne suína, incrementou as compras em 95% em relação ao mesmo período do ano passado, com total de 42,8 mil toneladas. O Chile importou 7,7 mil toneladas (+53%) e assumiu pela primeira vez o segundo lugar nas exportações brasileiras.

“Temos expectativas positivas sobre o fechamento deste ano e esperam-se impactos ainda mais positivos com a abertura dos mercados do México e do Canadá, dois dos maiores importadores de carne suína do planeta, que neste ano abriram as portas para o produto brasileiro”, completa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2022 0 Comentários 540 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 102,7 mil toneladas em setembro

Por Amanda Krohn 05/10/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 102,7 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 8,5% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 112,2 mil toneladas. No mesmo período comparativo, as vendas de carne suína alcançaram receita de US$ 244,3 milhões, resultado 4,5% menor ao registrado em setembro de 2021, quando somaram US$ 255,8 milhões.

“O preço médio das vendas internacionais de carne suína vem se recuperando significativamente desde junho deste ano. Em setembro registraram preços médios em patamares próximos aos vistos no ápice da crise internacional de Peste Suína Africana, quando houve maior pressão do mercado global por proteína animal. É uma sinalização positiva para o comportamento das exportações neste segundo semestre e para a minimização das perdas da suinocultura brasileira no primeiro semestre. Vale destacar também a diversificação de mercados ao longo de 2022, com o Brasil aumentando as exportações para países de todas as regiões do mundo”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Balanço acumulado

No acumulado do ano, as vendas de carne suína alcançaram 825 mil toneladas, dado 5% inferior em relação ao embarcado entre janeiro e setembro de 2021, com 868,8 mil toneladas. O total da receita acumulada nos nove primeiros meses de 2022 chega a US$ 1,851 bilhão, número 10,2% menor que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 2,061 bilhões.

“Os embarques de carne suína vem recuperando gradativamente os níveis das exportações ao longo do ano. No primeiro trimestre, a média mensal ficou abaixo de 80 mil toneladas. Nos três meses seguintes, o Brasil alcançou média mensal superior a 90 mil toneladas. No terceiro trimestre, superamos a média mensal de 100 mil toneladas, o que sinaliza um fechamento de ano acima do esperado, em relação às projeções traçadas no início de 2022, com patamares próximos ao realizado em 2021”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

Principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China importou em setembro 46,9 mil toneladas (-12,1%), seguida por Hong Kong, com 8,1 mil toneladas (-48,5%), Chile, com 7,1 mil toneladas (+46,2%), Filipinas, com 6,4 mil toneladas (+53,2%), Vietnã, com 5,5 mil toneladas (+26,3%), e Angola, com 4,5 mil toneladas (+92,4%).

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2022 0 Comentários 568 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 6% em 2022

Por Amanda Krohn 05/08/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,828 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6% o total embarcado pelo país no mesmo período de 2021, com 2,668 milhões de toneladas.

O resultado em dólares das exportações do ano alcançou US$ 5,620 bilhões, valor 33,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,216 bilhões. Em julho, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 405,3 mil toneladas, volume 4,5% menor que o total exportado no sétimo mês de 2021, com 424,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 20,7%, com US$ 892 milhões neste ano, contra US$ 739,2 milhões em 2021.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho, número 11% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, no segundo posto, importou 37,5 mil toneladas (-40,5%). Em terceiro lugar, a Árabia Saudita importou 37,2 mil toneladas (+52,7%).

Outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas (+16,1%), Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas (+79,4%) e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+93,2%). “Destaque positivo para a Arábia Saudita que voltou a comprar volumes significativos nestes últimos dois meses. A expectativa, no geral, é que as exportações fiquem acima das 400 mil toneladas mensais até o fim do ano.” destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 606,5 mil toneladas nos primeiros sete meses de 2022, informa a ABPA. O volume é 8,9% menor ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram embarcadas 665,4 mil toneladas.

A receita acumulada entre janeiro e julho deste ano chegou a US$ 1,337 bilhão, valor 16,2% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,596 bilhão. Considerando apenas o mês de julho, as vendas do setor chegaram a 96,3 mil toneladas, volume 6,2% menor que as 102,7 mil toneladas exportadas em julho de 2021. O saldo em dólares dos embarques do mês totalizaram US$ 222,4 milhões, número 9,7% menor que o resultado de julho do ano passado, com US$ 246,4 milhões.

O principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China, importou em julho deste ano 38,4 mil toneladas (-24,4%). Em segundo lugar, as Filipinas importaram no período 8,2 mil toneladas (+238,2%). Outros destaques foram a Tailândia, com 5 mil toneladas (+2149,7%) e o Uruguai, com 4,1 mil toneladas (+7,8%).

“Há um novo patamar nas vendas de carne suína para a China, em torno de 40 mil toneladas, o que deve se manter nos próximos meses e acima dos volumes praticados no primeiro semestre deste ano. Ao mesmo tempo, vemos outros mercados ganharem protagonismo em 2022, como Filipinas, EUA, Tailândia e Japão, para onde destinamos produtos de valor agregado mais elevado. Nos próximos meses, espera-se que os níveis de exportações sejam próximos de 100 mil toneladas”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 788 Visualizações
Business

ABPA projeta desempenho da produção, consumo e exportações para 2022-2023

Por Amanda Krohn 30/07/2022
Por Amanda Krohn

A avicultura e a suinocultura do Brasil deverão registrar novos avanços neste ano. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) que apresentou, em coletiva de imprensa, as projeções do setor para produção, exportações e consumo de carnes de frango e suína do Brasil para 2022 e 2023. Segundo as perspectivas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango poderá crescer até 1% este ano na comparação com 2021, alcançando até 14,5 milhões de toneladas em 2022. A alta deve seguir em 2023, quando é projetada alta de até 5% na produção, podendo chegar a 15 milhões de toneladas.

A disponibilidade de produtos no mercado interno também deverá apresentar níveis positivos, com elevação de até 0,5% em 2022, alcançando 9,78 milhões de toneladas, com aumento da disponibilidade interna esperada para 2023 de 9,8 milhões de toneladas.  “Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Já as exportações do setor, conforme a ABPA, deverão alcançar neste ano até 4,9 milhões de toneladas, número 6% maior que o registrado no ano anterior. Em 2023, a expectativa é de vendas também 6% superiores, alcançando até 5,2 milhões de toneladas.

“Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas – presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“A questão sanitária internacional ainda deve pressionar o comércio global de carne de frango. Novos focos de influenza aviária foram identificados entre os grandes produtores, sustentando a demanda de grandes exportadores livres da enfermidade, como é o caso do Brasil. Adicionalmente, a sentida redução da participação da Ucrânia no comércio internacional, a retirada das tarifas de importação do México até o próximo ano, a forte demanda filipina e a redução temporária das tarifas sul-coreanas de importação também impactarão no saldo das exportações”, completa Santin.

 

Já em carne suína, as projeções da ABPA indicam crescimento de até 5% na produção em 2022, podendo alcançar 4,95 milhões de toneladas. Em 2023, a produção deverá chegar a até 5,1 milhões de toneladas, com elevação de 3%. A disponibilidade de produtos para o mercado interno neste ano deverá ser até 9% superior, com 3,9 milhões de toneladas. Para 2023, a expectativa é de nova elevação, chegando a 3,95 milhões de toneladas, 2% maior.

“A carne suína está mais competitiva que as demais proteínas, o que tem gerado um considerável impulso no consumo interno, que deverá pela primeira vez atingir os 18 quilos per capita. Neste contexto, a diversificação e customização de produtos pelas agroindústrias vem gerando oportunidades interessantes e possibilitando ao consumidor descobrir a qualidade e a variedade proporcionada pela carne suína, que combina com praticamente tudo. Pelo lado da produção, tivemos um primeiro semestre bastante complicado, mas tudo indica que a segunda parte do ano seja melhor, tanto no mercado interno quanto externo”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Por fim, as exportações projetadas para o ano deverão alcançar até 1,1 milhão de toneladas, número 3% menor que o registrado em 2022 mas, mesmo assim, o segundo melhor resultado da história da suinocultura brasileira. Em 2023, entretanto, é esperada nova elevação, de até 9%, com volumes que podem alcançar 1,2 milhão de toneladas.

“Há expectativa de incremento nas importações chinesas de carne suína ao longo do segundo semestre, o que deverá favorecer as exportações do setor, conforme já temos observado. Soma-se a isso a abertura do mercado do Canadá, as reduções tarifárias da Coreia do Sul e Vietnã, além da ampliação das vendas para novos mercados, como a Tailândia. Muito possivelmente a média mensal de exportações ficará próxima das 100 mil toneladas a partir de agora”, completa Rua.

Estudo de competitividade setorial

Durante a coletiva, a ABPA apresentou pontos de um amplo estudo que detalha gargalos e fatores positivos da capacidade competitiva da avicultura e da suinocultura do Brasil. Um dos pontos abordados no trabalho foi o aumento dos insumos que compõem a produção. O polietileno utilizado na fabricação de embalagens acumulou alta de 61% entre 2018 e 2021, segundo o levantamento. A energia elétrica aumentou, no mesmo período, 32% — mantendo o Brasil entre os países com custos energéticos menos competitivos, em comparação com outros grandes exportadores mundiais de proteínas.

Os custos também se tornaram mais elevados na logística de exportação. A média do frete internacional por contêiner saltou de US$ 3,89 mil dólares em 2018, para mais de US$ 7 mil em 2021, alta de quase 100%. “O estudo nos mostrou que, além de repensarmos questões fundamentais para o país, como a carga tributária que recai sobre os insumos, é preciso fortalecer as políticas de oferta destes elementos fundamentais para produção. Ao mesmo tempo, é fundamental aprofundar a posição do país como grande exportador, por meio da ampliação de acordos comerciais que nos tornem mais competitivos em mercados onde a taxação nos acomete de forma mais severa, em relação aos nossos competidores”, conclui Ricardo Santin.

O trabalho será apresentado durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado de 9 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

SIAVS

Realizado pela ABPA, o principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivo e legislativo nacional e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.  O credenciamento de imprensa para o SIAVS 2022 pode ser feito antecipadamente pelo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2022 0 Comentários 752 Visualizações
Business

Exportações de carne suína totalizaram 93,5 mil toneladas em junho

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 93,5 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 14% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor geraram receita de US$ 219,1 milhões em junho, valor 18,9% menor que o registrado no sexto mês do ano passado, com US$ 270,2 milhões.

No semestre, as exportações de carne suína totalizaram 510,2 mil toneladas, 9,3% inferior ao acumulado nos primeiros seis meses de 2021, com 562,7 mil toneladas.

A receita acumulada este ano alcançou US$ 1,115 bilhão, número 17,4% inferior ao registrado no primeiro semestre do ano passado, com US$ 1,349 bilhão.

“Após o desempenho ocorrido em 2021, vemos as exportações de carne suína manterem patamares de estabilidade nos últimos meses, com volumes superiores ao período anterior às crises sanitárias de Peste Suína Africana em importantes nações produtoras. Os novos patamares de exportações mantidos pelo Brasil neste primeiro semestre estão 230 mil toneladas maiores que o desempenho registrado em 2018, período anterior aos efeitos da enfermidade”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações de carne suína estão a China, com 37,2 mil toneladas (-36,7%), Filipinas, com 9,4 mil toneladas (+229,2%), Hong Kong, com 7,9 mil toneladas (-5,9%), e Vietnã, com 4,3 mil toneladas (+14,9%).

“As nações asiáticas seguem protagonistas entre os destinos das exportações brasileiras de carne suína. Há tendência de alta nas vendas no médio prazo, face ao incremento contínuo do consumo de proteína animal nesta região. Exemplo disso são as Filipinas, que neste mês ganharam forte presença nos dados dos embarques, assumindo o segundo posto. O Brasil tem se posicionado como parceiro estável e confiável para atender esta demanda adicional da Ásia”, destaca Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Mesma situação registrou o Estado, que acompanhou a tendência nacional e registrou desaceleração tanto em volume quanto em receita nas exportações de carne suína neste primeiro semestre de 2022.

As exportações alcançaram 114,57 mil toneladas, volume 25,44% menor em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que foram de 153,67 mil toneladas.

O saldo em dólares nos primeiros seis meses deste ano chegou a quase US$ 250 milhões. A receita acumulada foi de US$ 249,76 milhões, valor 34,77% inferior ao obtido entre janeiro e junho do ano passado, quando resultou em US$ 382,88 milhões.

Os embarques gaúchos em março registraram 22,10 mil toneladas, tamanho 27,14% menor em relação ao exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 30,34 mil toneladas. As vendas foram de US$ 51,73 milhões. O valor é 33,61% menor que o obtido no sexto mês de 2021, que foi de US$ 77,93 milhões.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/07/2022 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Exportações de carne suína totalizam 89,7 mil toneladas em abril

Por Ester Ellwanger 13/05/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 89,7 mil toneladas em abril, número 8,8% inferior ao registrado no quarto mês de 2021, com 98,7 mil toneladas.

Em receita, o resultado das vendas do mês alcançou US$ 193,4 milhões, valor 16,7% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, com US$ 232,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a abril), as exportações de carne suína alcançaram 327,3 mil toneladas, número 7% menor que o registrado no primeiro quadrimestre de 2021, com 351,8 mil toneladas. Em receita, houve retração de 16,3%, com US$ 692 milhões neste ano, e US$ 826,4 milhões no ano passado.

 

Principais mercados

De acordo com os dados levantados pela ABPA, a China é o principal destino das exportações realizadas entre janeiro e abril, com 118,6 mil toneladas (-35% em relação ao mesmo período do ano passado), seguida por Hong Kong, com 33,8 mil toneladas (-34,8%), Filipinas, com 23,2 mil toneladas (+281,3%), Singapura, com 20,1 mil toneladas (+43,9%), e Argentina, com 18 mil toneladas (+83,1%).

“As vendas de abril retornaram para patamares próximos de 90 mil toneladas, que é a tendência de desempenho mensal esperada para este ano.  As exportações de carne suína do Brasil estão em processo de acomodação de níveis de embarques, se estabelecendo em patamares significativamente superiores aos registrados antes da grande disrupção global da proteína, iniciada em 2018 e com efeitos mais sensíveis entre 2019 e 2021. A China tem perdido parte da influência sobre o desempenho total das exportações, sendo substituída por outras nações da Ásia e América do Sul”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

13/05/2022 0 Comentários 713 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 18,2% em janeiro

Por Ester Ellwanger 09/02/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 74,6 mil toneladas em janeiro, o que supera em 18,2% os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 63,1 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas internacionais do primeiro mês de 2022 geraram receita de US$ 160,7 milhões, saldo 9,7% superior ao total obtido em janeiro do ano anterior, com US$ 146,5 milhões.

“O bom ritmo dos embarques em janeiro ajudou a reduzir a pressão sobre os custos de produção, que têm impactado severamente a atividade, frente à soma de custos que seguem em alta este ano, como o milho, a soja, embalagens e outros itens. O setor está reforçando o trabalho institucional com campanhas e ações em feiras para ampliar ainda mais as vendas internacionais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os mercados importadores de carne suína, a China segue como principal destino, com 31,4 mil toneladas importadas em janeiro (-3,5%). Outros destaques são Filipinas, com 4,4 mil toneladas (+569,2%), Argentina, com 4,1 mil toneladas (+58,8%), Singapura, com 3,4 mil toneladas (+40,2%), Uruguai, com 3 mil toneladas (+4,1%), Japão, com 2,1 mil toneladas (+216,7%) e Rússia, com 1,6 mil toneladas (no caso do mercado russo, não há registros comparativos em relação a janeiro de 2021).

“O ano começou aquecido para as exportações de carne suína do Brasil, que aumentaram a sua presença em mercados estratégicos para o setor, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Há expectativa de incremento das vendas, também, para o Leste Europeu”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Neste primeiro mês de 2022, as exportações gaúchas de carne suína registraram queda em volume e receita, no comparativo com o mesmo período de 2021. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 15,69 mil toneladas em janeiro deste ano. Resultado 16,02% inferior ao registrado no ano anterior, quando foram exportadas 18,68 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior alcançou US$ 33,86 milhões, 26,92% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram negociados US$ 46,33 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2022 0 Comentários 600 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 1,13 milhão de toneladas em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram em 2021 com total de 1,13 milhão de toneladas. É o maior resultado já alcançado pelos exportadores brasileiros em um único ano e supera em 11% o volume exportado em 2020 (antigo recorde), com 1,02 milhão de toneladas.

A receita cambial das vendas de 2021 chegou a US$ 2,641 bilhões, resultado 16,4% maior que o alcançado em 2020, com US$ 2,270 bilhões.

Em dezembro, as exportações do setor totalizaram 89,7 mil toneladas, volume 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2020, com 83,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 0,9%, com US$ 191,53 milhões no último mês do ano passado, contra US$ 189,88 milhões em 2020.

“As exportações foram um importante instrumento ao longo do ano de 2021 para minimizar os impactos da histórica alta dos custos de produção. A Ásia continua sendo a principal região compradora de nossa carne suína e deverá permanecer em 2022 como nosso principal parceiro. A Rússia também deverá ser novamente um importante parceiro para o Brasil neste ano que se inicia,” avalia Ricardo Santin, presidente da Abpa.

 

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 533,7 mil toneladas, volume 3,9% maior que o realizado em 2020. Outros destaques foram Chile, com 61 mil toneladas (+39,2%), Vietnã, com 44,9 mil toneladas (+11,4%), Argentina, com 37,8 mil toneladas (+97,5%) e Filipinas, com 33,4 mil toneladas (+321,5%).

 

“O status sanitário privilegiado e a confiança dos quase 100 países para os quais exportamos carne suína em 2021 sugerem um 2022 com boas expectativas para as exportações do setor, ainda mais em um cenário em que diversos países concorrentes do Brasil no cenário internacional enfrentam problemas com a peste suína africana e com outros fatores de produção”, analisa Santin.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína em 2021 seguiram a tendência nacional e superaram em 14,67% o volume exportado em 2020. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 299,66 mil toneladas nos doze meses do ano passado. No ano anterior, foram exportadas 261,32 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior em 2021 alcançou os US$ 713,55 milhões, 13,39% maior que o registrado em 2020, quando foram negociados US$ 629,29 milhões.

Em dezembro, o Rio Grande do Sul embarcou 22,14 mil toneladas. O desempenho foi 0,07% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 22,13 mil toneladas. A receita foi de US$ 47,52 milhões, 8,27% menor em relação aos US$ 51,81 milhões do último mês do ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 651 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 308 | Jul 2026

Entrevista | Guilherme Viezzer fala sobre a automação e a IA no mercado supermercadista

Cooperativismo | Modelo de negócios que transforma comunidades

Cidades| São Leopoldo comemora sua história e projeta desenvolvimento

Educação | Da sala de aula para a vida: a educação financeira que muda hábitos

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 2

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 3

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 4

    Defesa Civil estadual atualiza previsão para os próximos dias no RS

  • 5

    Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo Hamburgo

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO