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carne suína

Business

Exportações de carne de frango crescem 6% em 2022

Por Amanda Krohn 05/08/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,828 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6% o total embarcado pelo país no mesmo período de 2021, com 2,668 milhões de toneladas.

O resultado em dólares das exportações do ano alcançou US$ 5,620 bilhões, valor 33,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,216 bilhões. Em julho, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 405,3 mil toneladas, volume 4,5% menor que o total exportado no sétimo mês de 2021, com 424,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 20,7%, com US$ 892 milhões neste ano, contra US$ 739,2 milhões em 2021.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho, número 11% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, no segundo posto, importou 37,5 mil toneladas (-40,5%). Em terceiro lugar, a Árabia Saudita importou 37,2 mil toneladas (+52,7%).

Outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas (+16,1%), Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas (+79,4%) e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+93,2%). “Destaque positivo para a Arábia Saudita que voltou a comprar volumes significativos nestes últimos dois meses. A expectativa, no geral, é que as exportações fiquem acima das 400 mil toneladas mensais até o fim do ano.” destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 606,5 mil toneladas nos primeiros sete meses de 2022, informa a ABPA. O volume é 8,9% menor ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram embarcadas 665,4 mil toneladas.

A receita acumulada entre janeiro e julho deste ano chegou a US$ 1,337 bilhão, valor 16,2% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,596 bilhão. Considerando apenas o mês de julho, as vendas do setor chegaram a 96,3 mil toneladas, volume 6,2% menor que as 102,7 mil toneladas exportadas em julho de 2021. O saldo em dólares dos embarques do mês totalizaram US$ 222,4 milhões, número 9,7% menor que o resultado de julho do ano passado, com US$ 246,4 milhões.

O principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China, importou em julho deste ano 38,4 mil toneladas (-24,4%). Em segundo lugar, as Filipinas importaram no período 8,2 mil toneladas (+238,2%). Outros destaques foram a Tailândia, com 5 mil toneladas (+2149,7%) e o Uruguai, com 4,1 mil toneladas (+7,8%).

“Há um novo patamar nas vendas de carne suína para a China, em torno de 40 mil toneladas, o que deve se manter nos próximos meses e acima dos volumes praticados no primeiro semestre deste ano. Ao mesmo tempo, vemos outros mercados ganharem protagonismo em 2022, como Filipinas, EUA, Tailândia e Japão, para onde destinamos produtos de valor agregado mais elevado. Nos próximos meses, espera-se que os níveis de exportações sejam próximos de 100 mil toneladas”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 687 Visualizações
Business

ABPA projeta desempenho da produção, consumo e exportações para 2022-2023

Por Amanda Krohn 30/07/2022
Por Amanda Krohn

A avicultura e a suinocultura do Brasil deverão registrar novos avanços neste ano. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) que apresentou, em coletiva de imprensa, as projeções do setor para produção, exportações e consumo de carnes de frango e suína do Brasil para 2022 e 2023. Segundo as perspectivas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango poderá crescer até 1% este ano na comparação com 2021, alcançando até 14,5 milhões de toneladas em 2022. A alta deve seguir em 2023, quando é projetada alta de até 5% na produção, podendo chegar a 15 milhões de toneladas.

A disponibilidade de produtos no mercado interno também deverá apresentar níveis positivos, com elevação de até 0,5% em 2022, alcançando 9,78 milhões de toneladas, com aumento da disponibilidade interna esperada para 2023 de 9,8 milhões de toneladas.  “Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Já as exportações do setor, conforme a ABPA, deverão alcançar neste ano até 4,9 milhões de toneladas, número 6% maior que o registrado no ano anterior. Em 2023, a expectativa é de vendas também 6% superiores, alcançando até 5,2 milhões de toneladas.

“Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas – presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“A questão sanitária internacional ainda deve pressionar o comércio global de carne de frango. Novos focos de influenza aviária foram identificados entre os grandes produtores, sustentando a demanda de grandes exportadores livres da enfermidade, como é o caso do Brasil. Adicionalmente, a sentida redução da participação da Ucrânia no comércio internacional, a retirada das tarifas de importação do México até o próximo ano, a forte demanda filipina e a redução temporária das tarifas sul-coreanas de importação também impactarão no saldo das exportações”, completa Santin.

 

Já em carne suína, as projeções da ABPA indicam crescimento de até 5% na produção em 2022, podendo alcançar 4,95 milhões de toneladas. Em 2023, a produção deverá chegar a até 5,1 milhões de toneladas, com elevação de 3%. A disponibilidade de produtos para o mercado interno neste ano deverá ser até 9% superior, com 3,9 milhões de toneladas. Para 2023, a expectativa é de nova elevação, chegando a 3,95 milhões de toneladas, 2% maior.

“A carne suína está mais competitiva que as demais proteínas, o que tem gerado um considerável impulso no consumo interno, que deverá pela primeira vez atingir os 18 quilos per capita. Neste contexto, a diversificação e customização de produtos pelas agroindústrias vem gerando oportunidades interessantes e possibilitando ao consumidor descobrir a qualidade e a variedade proporcionada pela carne suína, que combina com praticamente tudo. Pelo lado da produção, tivemos um primeiro semestre bastante complicado, mas tudo indica que a segunda parte do ano seja melhor, tanto no mercado interno quanto externo”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Por fim, as exportações projetadas para o ano deverão alcançar até 1,1 milhão de toneladas, número 3% menor que o registrado em 2022 mas, mesmo assim, o segundo melhor resultado da história da suinocultura brasileira. Em 2023, entretanto, é esperada nova elevação, de até 9%, com volumes que podem alcançar 1,2 milhão de toneladas.

“Há expectativa de incremento nas importações chinesas de carne suína ao longo do segundo semestre, o que deverá favorecer as exportações do setor, conforme já temos observado. Soma-se a isso a abertura do mercado do Canadá, as reduções tarifárias da Coreia do Sul e Vietnã, além da ampliação das vendas para novos mercados, como a Tailândia. Muito possivelmente a média mensal de exportações ficará próxima das 100 mil toneladas a partir de agora”, completa Rua.

Estudo de competitividade setorial

Durante a coletiva, a ABPA apresentou pontos de um amplo estudo que detalha gargalos e fatores positivos da capacidade competitiva da avicultura e da suinocultura do Brasil. Um dos pontos abordados no trabalho foi o aumento dos insumos que compõem a produção. O polietileno utilizado na fabricação de embalagens acumulou alta de 61% entre 2018 e 2021, segundo o levantamento. A energia elétrica aumentou, no mesmo período, 32% — mantendo o Brasil entre os países com custos energéticos menos competitivos, em comparação com outros grandes exportadores mundiais de proteínas.

Os custos também se tornaram mais elevados na logística de exportação. A média do frete internacional por contêiner saltou de US$ 3,89 mil dólares em 2018, para mais de US$ 7 mil em 2021, alta de quase 100%. “O estudo nos mostrou que, além de repensarmos questões fundamentais para o país, como a carga tributária que recai sobre os insumos, é preciso fortalecer as políticas de oferta destes elementos fundamentais para produção. Ao mesmo tempo, é fundamental aprofundar a posição do país como grande exportador, por meio da ampliação de acordos comerciais que nos tornem mais competitivos em mercados onde a taxação nos acomete de forma mais severa, em relação aos nossos competidores”, conclui Ricardo Santin.

O trabalho será apresentado durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado de 9 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

SIAVS

Realizado pela ABPA, o principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivo e legislativo nacional e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.  O credenciamento de imprensa para o SIAVS 2022 pode ser feito antecipadamente pelo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2022 0 Comentários 639 Visualizações
Business

Exportações de carne suína totalizaram 93,5 mil toneladas em junho

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 93,5 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 14% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor geraram receita de US$ 219,1 milhões em junho, valor 18,9% menor que o registrado no sexto mês do ano passado, com US$ 270,2 milhões.

No semestre, as exportações de carne suína totalizaram 510,2 mil toneladas, 9,3% inferior ao acumulado nos primeiros seis meses de 2021, com 562,7 mil toneladas.

A receita acumulada este ano alcançou US$ 1,115 bilhão, número 17,4% inferior ao registrado no primeiro semestre do ano passado, com US$ 1,349 bilhão.

“Após o desempenho ocorrido em 2021, vemos as exportações de carne suína manterem patamares de estabilidade nos últimos meses, com volumes superiores ao período anterior às crises sanitárias de Peste Suína Africana em importantes nações produtoras. Os novos patamares de exportações mantidos pelo Brasil neste primeiro semestre estão 230 mil toneladas maiores que o desempenho registrado em 2018, período anterior aos efeitos da enfermidade”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações de carne suína estão a China, com 37,2 mil toneladas (-36,7%), Filipinas, com 9,4 mil toneladas (+229,2%), Hong Kong, com 7,9 mil toneladas (-5,9%), e Vietnã, com 4,3 mil toneladas (+14,9%).

“As nações asiáticas seguem protagonistas entre os destinos das exportações brasileiras de carne suína. Há tendência de alta nas vendas no médio prazo, face ao incremento contínuo do consumo de proteína animal nesta região. Exemplo disso são as Filipinas, que neste mês ganharam forte presença nos dados dos embarques, assumindo o segundo posto. O Brasil tem se posicionado como parceiro estável e confiável para atender esta demanda adicional da Ásia”, destaca Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Mesma situação registrou o Estado, que acompanhou a tendência nacional e registrou desaceleração tanto em volume quanto em receita nas exportações de carne suína neste primeiro semestre de 2022.

As exportações alcançaram 114,57 mil toneladas, volume 25,44% menor em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que foram de 153,67 mil toneladas.

O saldo em dólares nos primeiros seis meses deste ano chegou a quase US$ 250 milhões. A receita acumulada foi de US$ 249,76 milhões, valor 34,77% inferior ao obtido entre janeiro e junho do ano passado, quando resultou em US$ 382,88 milhões.

Os embarques gaúchos em março registraram 22,10 mil toneladas, tamanho 27,14% menor em relação ao exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 30,34 mil toneladas. As vendas foram de US$ 51,73 milhões. O valor é 33,61% menor que o obtido no sexto mês de 2021, que foi de US$ 77,93 milhões.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/07/2022 0 Comentários 547 Visualizações
Business

Exportações de carne suína totalizam 89,7 mil toneladas em abril

Por Ester Ellwanger 13/05/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 89,7 mil toneladas em abril, número 8,8% inferior ao registrado no quarto mês de 2021, com 98,7 mil toneladas.

Em receita, o resultado das vendas do mês alcançou US$ 193,4 milhões, valor 16,7% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, com US$ 232,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a abril), as exportações de carne suína alcançaram 327,3 mil toneladas, número 7% menor que o registrado no primeiro quadrimestre de 2021, com 351,8 mil toneladas. Em receita, houve retração de 16,3%, com US$ 692 milhões neste ano, e US$ 826,4 milhões no ano passado.

 

Principais mercados

De acordo com os dados levantados pela ABPA, a China é o principal destino das exportações realizadas entre janeiro e abril, com 118,6 mil toneladas (-35% em relação ao mesmo período do ano passado), seguida por Hong Kong, com 33,8 mil toneladas (-34,8%), Filipinas, com 23,2 mil toneladas (+281,3%), Singapura, com 20,1 mil toneladas (+43,9%), e Argentina, com 18 mil toneladas (+83,1%).

“As vendas de abril retornaram para patamares próximos de 90 mil toneladas, que é a tendência de desempenho mensal esperada para este ano.  As exportações de carne suína do Brasil estão em processo de acomodação de níveis de embarques, se estabelecendo em patamares significativamente superiores aos registrados antes da grande disrupção global da proteína, iniciada em 2018 e com efeitos mais sensíveis entre 2019 e 2021. A China tem perdido parte da influência sobre o desempenho total das exportações, sendo substituída por outras nações da Ásia e América do Sul”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

13/05/2022 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 18,2% em janeiro

Por Ester Ellwanger 09/02/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 74,6 mil toneladas em janeiro, o que supera em 18,2% os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 63,1 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas internacionais do primeiro mês de 2022 geraram receita de US$ 160,7 milhões, saldo 9,7% superior ao total obtido em janeiro do ano anterior, com US$ 146,5 milhões.

“O bom ritmo dos embarques em janeiro ajudou a reduzir a pressão sobre os custos de produção, que têm impactado severamente a atividade, frente à soma de custos que seguem em alta este ano, como o milho, a soja, embalagens e outros itens. O setor está reforçando o trabalho institucional com campanhas e ações em feiras para ampliar ainda mais as vendas internacionais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os mercados importadores de carne suína, a China segue como principal destino, com 31,4 mil toneladas importadas em janeiro (-3,5%). Outros destaques são Filipinas, com 4,4 mil toneladas (+569,2%), Argentina, com 4,1 mil toneladas (+58,8%), Singapura, com 3,4 mil toneladas (+40,2%), Uruguai, com 3 mil toneladas (+4,1%), Japão, com 2,1 mil toneladas (+216,7%) e Rússia, com 1,6 mil toneladas (no caso do mercado russo, não há registros comparativos em relação a janeiro de 2021).

“O ano começou aquecido para as exportações de carne suína do Brasil, que aumentaram a sua presença em mercados estratégicos para o setor, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Há expectativa de incremento das vendas, também, para o Leste Europeu”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Neste primeiro mês de 2022, as exportações gaúchas de carne suína registraram queda em volume e receita, no comparativo com o mesmo período de 2021. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 15,69 mil toneladas em janeiro deste ano. Resultado 16,02% inferior ao registrado no ano anterior, quando foram exportadas 18,68 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior alcançou US$ 33,86 milhões, 26,92% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram negociados US$ 46,33 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2022 0 Comentários 526 Visualizações
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Exportações de carne suína alcançam 1,13 milhão de toneladas em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram em 2021 com total de 1,13 milhão de toneladas. É o maior resultado já alcançado pelos exportadores brasileiros em um único ano e supera em 11% o volume exportado em 2020 (antigo recorde), com 1,02 milhão de toneladas.

A receita cambial das vendas de 2021 chegou a US$ 2,641 bilhões, resultado 16,4% maior que o alcançado em 2020, com US$ 2,270 bilhões.

Em dezembro, as exportações do setor totalizaram 89,7 mil toneladas, volume 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2020, com 83,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 0,9%, com US$ 191,53 milhões no último mês do ano passado, contra US$ 189,88 milhões em 2020.

“As exportações foram um importante instrumento ao longo do ano de 2021 para minimizar os impactos da histórica alta dos custos de produção. A Ásia continua sendo a principal região compradora de nossa carne suína e deverá permanecer em 2022 como nosso principal parceiro. A Rússia também deverá ser novamente um importante parceiro para o Brasil neste ano que se inicia,” avalia Ricardo Santin, presidente da Abpa.

 

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 533,7 mil toneladas, volume 3,9% maior que o realizado em 2020. Outros destaques foram Chile, com 61 mil toneladas (+39,2%), Vietnã, com 44,9 mil toneladas (+11,4%), Argentina, com 37,8 mil toneladas (+97,5%) e Filipinas, com 33,4 mil toneladas (+321,5%).

 

“O status sanitário privilegiado e a confiança dos quase 100 países para os quais exportamos carne suína em 2021 sugerem um 2022 com boas expectativas para as exportações do setor, ainda mais em um cenário em que diversos países concorrentes do Brasil no cenário internacional enfrentam problemas com a peste suína africana e com outros fatores de produção”, analisa Santin.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína em 2021 seguiram a tendência nacional e superaram em 14,67% o volume exportado em 2020. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 299,66 mil toneladas nos doze meses do ano passado. No ano anterior, foram exportadas 261,32 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior em 2021 alcançou os US$ 713,55 milhões, 13,39% maior que o registrado em 2020, quando foram negociados US$ 629,29 milhões.

Em dezembro, o Rio Grande do Sul embarcou 22,14 mil toneladas. O desempenho foi 0,07% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 22,13 mil toneladas. A receita foi de US$ 47,52 milhões, 8,27% menor em relação aos US$ 51,81 milhões do último mês do ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 569 Visualizações
Business

ABPA projeta desempenho positivo para a avicultura e a suinocultura em 2021 e 2022

Por Stephany Foscarini 16/12/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta novos recordes de produção, exportações e consumo para a avicultura e a suinocultura do Brasil para 2021 e 2022. Os números foram divulgados em coletiva online de imprensa realizada hoje.

Com relação à carne de frango, a produção deverá alcançar neste ano até 14,350 milhões de toneladas, número 3,5% superior ao registrado no ano passado, com 13,850 milhões de toneladas. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 14,900 milhões de toneladas, volume 4% maior em relação a 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de até 4,580 milhões de toneladas, número 8% superior ao alcançado em 2020, com 4,231 milhões de toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 4,750 milhões de toneladas, volume que supera em 5% as exportações projetadas para 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 46 quilos per capita, número 2% maior que o consumo registrado em 2020, com 45,27 quilos. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 48 quilos, número 4% maior que o esperado para 2021. Tanto a produção quanto às exportações projetadas para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Carne suína

A produção deverá alcançar neste ano até 4,700 milhões de toneladas, número 6% superior ao registrado no ano passado, com 4,436 milhões de toneladas. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 4,850 milhões de toneladas, volume 4% maior em relação a 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de até 1,130 milhão de toneladas, número 10,5% superior ao alcançado em 2020, com 1,024 milhão de toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 1,200 milhão de toneladas, volume que supera em 7,5% as exportações projetadas para 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 16,80 quilos per capita, número 5% maior que o consumo registrado em 2020, com 16,06 quilos. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 17,30 quilos, número 3% maior que o esperado para 2021. Tanto a produção quanto às exportações e o consumo per capita projetados para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Ovos

A produção deverá alcançar neste ano até 54,503 bilhões de unidades, número 1,8% superior ao registrado no ano passado, com 53,533 bilhões de unidades. Já o volume projetado para 2022 poderá chegar até 56,200 bilhões de toneladas, volume 3% maior em relação a 2021.

Com relação ao consumo per capita, o índice deverá alcançar este ano 255 unidades capita, número 1,55% maior que o consumo registrado em 2020, com 251 unidades. Já em 2022, o consumo per capita projetado alcança 262 unidades, número 2,5% maior que o esperado para 2021.

Em exportações, as projeções apontam para embarques totais neste ano de 9,550 mil toneladas, número 52,9% superior ao alcançado em 2020, com 6,250 mil toneladas. Em 2022, as vendas internacionais poderão chegar a 10,200 mil toneladas, volume que supera em 6,5% as exportações projetadas para 2021. Tanto a produção quanto o consumo per capita projetados para 2021 e 2022 são recordes históricos.

Fatos relevantes

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o mercado interno foi influenciado pelos programas de auxílio à renda disponibilizados pelo Governo Federal em 2021, e que devem ser renovados agora com o Auxílio Brasil, além da retomada da economia.

A avaliação do comportamento do consumo em 2021 ao longo dos meses mostra o impacto destes programas de apoio para o acesso da população às proteínas de aves, suínos e ovos. Este é um dos fatores que deve manter os níveis de consumo no próximo ano”.

“A avaliação do comportamento do consumo em 2021 ao longo dos meses mostra o impacto destes programas de apoio para o acesso da população às proteínas de aves, suínos e ovos. Este é um dos fatores que deve manter os níveis de consumo no próximo ano”, avalia Santin. No mercado internacional, diversos mercados devem influenciar o comportamento positivo das exportações brasileiras.

No caso da carne suína, a demanda chinesa deverá ser renovada pela estabilização da produção interna que, conforme dados coletados junto a organizações internacionais de monitoramento de mercado, deve seguir aquém da demanda interna. Ao mesmo tempo, a abertura de uma cota de 100 mil toneladas para a Rússia, além da demanda de outros mercados — como o Vietnã e nações da América do Sul — serão primordiais para a sustentação das exportações. Neste contexto, o quadro global de focos de Peste Suína Africana deve continuar a impactar a demanda internacional pela proteína, assim como as exportações de algumas nações concorrentes.

Já para carne de frango, a situação sanitária internacional — com os impactos dos focos de Influenza Aviária no fluxo global de exportações — devem favorecer a posição brasileira como líder mundial das exportações do setor. Vale lembrar que o Brasil nunca registrou Influenza Aviária em seu território.

Com relação aos custos de produção, há expectativa de estabilidade em relação aos preços do milho e da soja (que representam mais 70% dos custos), somados ao aumento de outros insumos que compõem o preço da carne de frango, de suínos e ovos, como o diesel, plásticos e outros.

Os indicadores de custos não apontam para quedas no curto prazo. Os preços internacionais do setor e para o consumidor interno não sinalizam queda em 2022″.

“Os indicadores de custos não apontam para quedas no curto prazo. Os preços internacionais do setor e para o consumidor interno não sinalizam queda em 2022. Ainda assim, o consumo dos produtos deve seguir elevado, o que mostra a importância da manutenção de medidas para controle deste quadro de custos, como a desoneração da Folha de Pagamento e a liberação da importação de insumos de regiões extra-Mercosul. A resiliência da avicultura e da suinocultura foi fundamental para a manutenção da segurança alimentar do Brasil e das nações importadoras das nossas proteínas”, avalia Santin.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2021 0 Comentários 925 Visualizações
Business

Exportações de carne suína mantêm alta de 11,29%

Por Stephany Foscarini 08/12/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) acumularam entre janeiro e novembro deste ano 1,047 milhão de toneladas e já superam as exportações totais realizadas nos doze meses de 2020, com 1,024 milhão de toneladas. O levantamento é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que aponta alta de 11,29% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 940,9 mil toneladas.

Em receita, as vendas do setor totalizaram US$ 2,449 bilhões, saldo 17,8% maior que o registrado entre janeiro e novembro de 2020, com US$ 2,079 bilhões.

Considerando apenas o mês de novembro, os embarques de carne suína totalizaram 79,3 mil toneladas, volume 9,4% menor que o exportado no mesmo período de 2020, com 87,5 mil toneladas.

A receita dos embarques de novembro chegou a US$ 170,6 milhões, saldo 15,9% inferior ao registrado no décimo primeiro mês de 2020, com US$ 202,7 milhões.

Em onze meses, as exportações de carne suína já embarcaram volume que é recorde setorial para um ano inteiro. As médias mensais deste ano são cerca de 10 mil toneladas superiores ao que realizamos em 2020, até aqui, o melhor ano no histórico das exportações de carne suína”.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, as médias mensais das exportações registradas entre janeiro e novembro de 2021 — de 95,2 mil toneladas e US$ 222,7 milhões — reforçam as expectativas de um ano positivo para o setor. “Em onze meses, as exportações de carne suína já embarcaram volume que é recorde setorial para um ano inteiro. As médias mensais deste ano são cerca de 10 mil toneladas superiores ao que realizamos em 2020, até aqui, o melhor ano no histórico das exportações de carne suína. São números que dão um indicativo do expressivo desempenho da presença internacional brasileira neste ano de adversidades”, avalia Santin.

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 503,8 mil toneladas entre janeiro e novembro, volume 7,5% maior que realizado no mesmo período do ano passado. Outros destaques foram Chile, com 57,6 mil toneladas (+49%); Vietnã, com 40,2 mil toneladas (+2,6%); Uruguai, com 38,7 mil toneladas (+5,9%); e Argentina, com 32,4 mil toneladas (+89,9%).

“O crescimento das exportações para mercados relevantes e de maior valor agregado foi uma das tônicas do setor ao longo de 2021. Aumentamos volumes para o Japão — o segundo maior importador mundial de carne suína — e para países da América do Sul. A perspectiva de incremento já no início de 2022 para a Rússia, parceira histórica, promete um ano de bom fluxo das exportações brasileiras de carne suína”, analisa o Diretor de Mercados, Luis Rua.

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína entre janeiro e novembro deste ano seguiram a tendência nacional e já superaram em volume e receita o resultado de 2020. Mesmo com quedas no comparativo mensal em relação ao ano passado, a habilitação de três novas plantas no Estado para a Rússia faz crescer a expectativa por um 2022 com números ainda melhores.

De acordo com a ABPA, o Rio Grande do Sul embarcou 277,51 mil toneladas nos primeiros onze meses de 2021, 16,02% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 239,19 mil toneladas e superior às 261,32 mil toneladas remetidas durante todo o ano de 2020.

O valor das vendas ao exterior entre janeiro e novembro deste ano alcançou os US$ 666,02 milhões, 15,33% maior que o registrado no mesmo período de 2020, quando foram negociados US$ 577,48 milhões e também superior aos US$ 629,29 milhões comercializados durante todo o ano passado.

Em novembro, o Estado embarcou 16,18 mil toneladas. O desempenho é 31,29% inferior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 23,55 mil toneladas. A receita foi de US$ 33,81 milhões, 42,45% menor em relação aos US$ 58,75 milhões do penúltimo mês de 2020.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2021 0 Comentários 512 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 11,9% em outubro

Por Stephany Foscarini 11/11/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram em outubro 99,1 mil toneladas, de acordo com levantamentos feitos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O dado supera em 11,9% o desempenho registrado no décimo mês de 2020, quando foram exportadas 88,5 mil toneladas.

O saldo em dólares das exportações de outubro chegou a US$ 217,9 milhões, resultado 9,3% maior que os US$ 199,4 milhões obtidos com os embarques no mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína já se aproximam de 1 milhão de toneladas. Entre janeiro e outubro, foram embarcadas 967,9 mil toneladas, volume 13,4% maior que o registrado nos dez primeiros meses de 2020, com 853,4 mil toneladas.

O saldo é significativamente positivo também na receita das exportações, chegando a US$ 2,279 bilhões, desempenho 21,5% maior que o efetivado entre janeiro e outubro do ano passado, com US$ 1,876 bilhões.

“A média de embarques registrada até aqui no segundo semestre é histórica, acima de 100 mil toneladas, e projeta para o cumprimento da expectativa de um novo recorde de exportações de carne suína do Brasil, alcançando 1,1 milhão de toneladas”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Principais mercados

A China segue como principal destino das exportações de carne suína, com importação total de 481,9 mil toneladas entre janeiro e outubro, volume 13,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Outros destaques são o Chile, com 52,5 mil toneladas (+56,5%), Japão, com 11,3 mil toneladas (+19,1%) e EUA, com 9,7 mil toneladas (+43,4%).

“O status sanitário da produção brasileira de carne suína tem sido um diferencial competitivo no mercado internacional, colaborando para o suprimento em mercados cujas ofertas internas continuam sendo afetadas pela ocorrência de surtos de peste suína africana. Mesmo com o aumento das exportações — que contribuem para a redução dos impactos dos custos de produção — a disponibilidade de carne suína para o consumidor brasileiro segue em linha com a maior demanda verificada em nosso país neste ano de 2021”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Rio Grande do Sul

Segundo a ABPA, o volume de carne suína embarcado pelo Estado em outubro foi de 24,23 mil toneladas. O resultado representa um aumento de 10,68% na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram exportadas 21,89 mil toneladas. O valor total das vendas ao exterior alcançou os US$ 52,62 milhões, leve queda (0,85%) na comparação com os US$ 53,07 milhões alcançados em outubro do ano passado.

Nos dez primeiros meses do ano os dados têm balanço positivo. O Rio Grande do Sul embarcou 261,32 mil toneladas. O desempenho é 21,19% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 215,63 mil toneladas. A receita cresceu 21,88%, passando de US$ 518,73 milhões para US$ 632,21 milhões de janeiro a outubro de 2021.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2021 0 Comentários 522 Visualizações
Business

Exportações de carne suína batem recorde histórico em setembro

Por Ester Ellwanger 06/10/2021
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 112,2 mil toneladas em setembro, recorde histórico nas exportações mensais do setor. A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 29,7% maior que o embarcado no mesmo período de 2020, com 86,5 mil toneladas, e supera a antiga marca mensal histórica alcançada pelo setor em março deste ano, de 109,2 mil toneladas. Em receita, as vendas de setembro geraram saldo de US$ 255,8 milhões, número 35,6% maior que o resultado alcançado no nono mês de 2020, com US$ 188,5 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 868,8 mil toneladas, volume 13,58% superior às 764,9 mil toneladas embarcadas em 2020. No mesmo período, as exportações de carne suína geraram receita de US$ 2,061 bilhões, desempenho 22,9% maior em relação ao US$ 1,677 bilhão registrado no ano passado.

“O desempenho mensal histórico nas exportações de carne suína reforça as projeções da ABPA de um ano com recordes acumulados em volume e receita cambial para a suinocultura do Brasil. O quadro de demanda internacional segue favorável, reduzindo a pressão enfrentada pelo setor produtivo com os custos de produção elevados”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China segue como principal destino das exportações da carne suína do Brasil, com 53,4 mil toneladas em setembro, volume 22% superior ao registrado no mesmo período de 2020. Em seguida estão Hong Kong, com 15,7 mil toneladas (+60,9%) e Chile, com 4,8 mil toneladas (+24,5%).

“Outros mercados da Ásia e América do Sul também ampliaram as importações, incluindo Filipinas, Argentina, Japão e outros, contribuindo para que o setor superasse a marca de US$ 2 bilhões em exportações em apenas nove meses”, completa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 396 Visualizações
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