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câncer de pele

Saúde

Como se proteger do sol e prevenir o câncer de pele?

Por Stephany Foscarini 12/12/2021
Por Stephany Foscarini

Quando falamos em prevenção, que reduziria a quantidade de brasileiros doentes, onde será que estamos errando? O câncer da pele é uma doença multifatorial, que tem no sol um dos principais vilões. Tão importante e necessário, fonte de saúde e bem-estar, o sol é uma radiação que altera o funcionamento da nossa pele, principalmente quando acumulado durante toda nossa vida.

O alerta dos dermatologistas é de que a quantidade de sol adquirida na infância e juventude será um dos determinantes de maior risco da doença nas idades mais avançadas.

Uma das bases do Dezembro Laranja é oferecer orientação sobre a necessidade de iniciar os cuidados desde o início das primeiras exposições ao sol”.

“Uma das bases do Dezembro Laranja é oferecer orientação sobre a necessidade de iniciar os cuidados desde o início das primeiras exposições ao sol. Isso envolve evitar os horários de sol mais forte, uso adequado do protetor solar, buscar a sombra sempre que possível, utilizar a proteção física (oferecida pelos tecidos, chapéus, bonés e guarda-sóis, por exemplo), entre outra medidas importantes. São fáceis de serem seguidas e repercutem diretamente na saúde da nossa pele a longo prazo”, explica o dermatologista membro da SBD-RS e coordenador da Campanha Dezembro Laranja no RS, Fabiano Siviero Pacheco.

Tradicionalmente, os dermatologistas da SBD, auxiliados por um amplo grupo de voluntários, escolhem um dia deste mês e oferecem atendimento gratuito em dezenas de locais, buscando diagnosticar e tratar esta doença. Infelizmente, com a chegada da pandemia da Covid-19, neste ano, repetindo 2020, o atendimento presencial foi cancelado.

Foi definido que, mesmo sendo suspensa a avaliação dos pacientes, a orientação e prevenção deveriam continuar, pois são a base para que tenhamos, no futuro, uma população protegida e possamos reduzir os índices deste que é considerado o mais comum dos tipos de câncer no nosso país”.

“Foi definido que, mesmo sendo suspensa a avaliação dos pacientes, a orientação e prevenção deveriam continuar, pois são a base para que tenhamos, no futuro, uma população protegida e possamos reduzir os índices deste que é considerado o mais comum dos tipos de câncer no nosso país”, conta Pacheco.

O câncer da pele é considerado o mais prevalente na população brasileira, tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Dados oficiais estimam que no ano de 2020 foram diagnosticados 190 mil pacientes com tal doença, com aproximadamente 4.500 mortes neste mesmo período. Os mais frequentes são os carcinomas de pele, menos agressivos. Por outro lado, o melanoma, com menos casos, pode ser grave, sendo responsável pela maior parte das mortes pela doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2021 0 Comentários 621 Visualizações
Saúde

A sensação de sol cada vez mais forte é verdadeira

Por Stephany Foscarini 10/12/2021
Por Stephany Foscarini

A sensação é do que chamamos de um “sol cada vez mais forte” por conta do enfraquecimento da proteção da camada de ozônio. É uma realidade que, a cada ano, fica evidente especialmente nesta época do ano. Neste contexto é que fica o alerta da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS, que atua na campanha Dezembro Laranja, organizada em todo o país.

Estimamos que, nos próximos anos, esta progressiva regeneração poupe milhões de pessoas de sofrerem com esta tão grave e sofrida doença”.

“A camada de ozônio tem uma falha, no hemisfério sul, cuja abrangência varia de acordo com os regimes de ventos e estações do ano. Nos anos 80 e 90, este vazio na camada de proteção vinha progressivamente aumentando devido a componentes como o CFC (clorofluorcarbono) e o metano. Nos últimos anos, porém, com a assinatura de acordos entre os países, proibindo o CFC, esta falha da camada está sendo lentamente reduzida, diminuindo assim a chegada desta radiação mais intensa na nossa atmosfera. Porém não é possível relaxar. Estimamos que, nos próximos anos, esta progressiva regeneração poupe milhões de pessoas de sofrerem com esta tão grave e sofrida doença”, explica o dermatologista membro da SBD-RS e coordenador da Campanha Dezembro Laranja no RS, Fabiano Siviero Pacheco.

O câncer da pele é considerado o mais prevalente na população brasileira, tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Dados oficiais estimam que no ano de 2020 foram diagnosticados 190 mil pacientes com tal doença, com aproximadamente 4.500 mortes neste mesmo período. Os mais frequentes são os carcinomas de pele, menos agressivos. Por outro lado, o melanoma, com menos casos, pode ser grave, sendo responsável pela maior parte das mortes pela doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2021 0 Comentários 1,6K Visualizações
Saúde

No RS, mais de 2 mil casos de câncer de pele deixaram de ser diagnosticados no auge da pandemia

Por Stephany Foscarini 07/12/2021
Por Stephany Foscarini

Dados apurados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) apontam uma realidade preocupante para os esforços de prevenção e combate ao câncer de pele no País. No Rio Grande do Sul, durante o ano de 2020, momento mais crítico da pandemia de Covid-19, foram realizados 2.395 diagnósticos a menos dessa doença do que em 2019. Isso significa que o número absoluto de casos foi 24% menor do que no período anterior ao avanço do coronavírus.

Análise nacional indica que, de forma geral, os serviços de combate e prevenção ao câncer de pele foram comprometidos. Ao longo de 2020, estima-se que 17.227 diagnósticos deixaram de ser realizados em todo o país, o que significa uma queda de 24,7% em comparação a 2019.

Em linhas gerais, isso significa que milhares de casos de câncer de pele potencialmente devem iniciar seus tratamentos com atraso ou ainda nem foram descobertos pelos médicos, o que tem impacto direto nas chances de recuperação e cura dos pacientes. Em 2021, nos seis primeiros meses do ano (de janeiro a junho), percebe-se um movimento de retomada gradual do volume de atendimentos, contudo os números ainda são inferiores aos registrados na etapa pré-pandemia.

A divulgação desses números coincide com o início da campanha do Dezembro Laranja, organizada pelo SBD, que tem como objetivo conscientizar a população sobre os riscos do câncer de pele. Além de estimular a incorporação dos hábitos de fotoproteção ao cotidiano das pessoas, a iniciativa também orienta a busca de orientação dos médicos dermatologistas em caso do surgimento de sinais e sintomas que merecem ser investigados.

Contaminação

Na avaliação dos especialistas da SBD, a retração do número de diagnósticos em 2020 tem relação com a Covid-19. Por conta do receio de contaminação pelo coronavírus, suspeitando que ele estaria mais presente nos ambientes ambulatoriais ou hospitalares, milhares de pessoas postergaram seus exames e consultas. Além disso, inúmeros serviços de saúde reorientaram suas agendas, restringindo o acesso de pacientes ou mesmo limitando seus atendimentos aos casos de Covid-19.

De acordo com os números analisados pela SBD, com a consultoria da 360° CI, em 2020 foram realizados 52.527 diagnósticos para melanoma maligno da pele e outras neoplasias malignas da pele em todo o país. Este número é 24,7% menor do que os 69.754 notificados em 2019. Os piores índices foram observados em abril e maio do ano passado (meses imediatamente após a decretação de calamidade pública no País) com uma queda de -51,7% e -57%, respectivamente, em termos de detecção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2021 0 Comentários 616 Visualizações
Saúde

Pandemia atrasa diagnósticos de melanoma

Por Stephany Foscarini 04/12/2021
Por Stephany Foscarini

No mês de prevenção do câncer de pele, um cenário preocupante! A significativa diminuição dos diagnósticos por causa do isolamento social tem sido relatada em vários estudos. Pesquisa com dermatologistas de 36 países mostrou que que cerca de um quinto dos melanomas não foram diagnosticados em 2020.

O atraso no diagnóstico e muito preocupante, diz a Dra. Jane Mattei. A oncologista acaba de concluir uma especialização (fellowship) de 2 anos no Programa Melanoma MD Anderson Cancer Center (Texas-EUA) – maior centro de melanoma do mundo, onde são tratados mais de 10 mil pacientes ao ano. A médica gaúcha, que acaba de retornar ao país, atendeu cerca de 2 mil pacientes no período em que esteve na instituição, se tornando uma das maiores especialistas do Brasil na área.

A incidência de melanoma no mundo todo é alarmante. Nos EUA, estudos apontam que o número de casos entre adultos jovens cresceu 250% nas últimas quatro décadas, sendo as mulheres as mais afetadas. No Brasil, a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de que, em 2020, foram registrados 8,5 mil novos casos de melanoma. No Rio Grande do Sul, os melanomas cutâneos mais que triplicaram nas mulheres e quase dobraram nos homens, em menos de 20 anos.

O melanoma é o mais agressivo e potencialmente letal tumor de pele. A Dra. Jane diz que as novas terapias tem revolucionado dramaticamente o cenário dos pacientes com melanoma metastático e isso se deve, principalmente, a imunoterapia e as terapias-alvo. Com imunoterapia a sobrevida de cinco anos em pacientes com doença avançada é de cerca de 50%. O índice é de 10-15% para o tratamento com quimioterapia. A oncologista destaca um estudo publicado recentemente: após um acompanhamento de 6 anos e meio, 49% dos pacientes que usaram a combinação de imunoterapia estavam vivos e 77% desses livres da doença.

A imunoterapia, que surgiu há 10 anos nos EUA, se baseia em medicamentos que estimulam o sistema imunológico, ou seja, “tira os freios” do sistema imunológico e permite que as células imunológicas, chamadas células T, destruam as células cancerígenas. Especificamente bloqueiam a atividade de proteínas chamadas CTL-4 e PD-L1. Já as terapias-alvo inibem componentes específicos que contribuem para o crescimento e sobrevivência das células tumorais.

Últimas pesquisas divulgadas este mês mostram que a imunoterapia em alguns pacientes com melanoma em estágios bem iniciais, sem gânglios comprometidos pela doença, também poderá trazer benefícios ao paciente”.

Essas terapias não são somente usadas quando a doença está em outros órgãos. Dra. Jane explica que são aplicadas também quando as células do melanoma saíram do local de origem e foram até os gânglios, o que chamamos de linfonodos. Isso potencialmente reduz as taxas de recidiva da doença. Últimas pesquisas divulgadas este mês mostram que a imunoterapia em alguns pacientes com melanoma em estágios bem iniciais, sem gânglios comprometidos pela doença, também poderá trazer benefícios ao paciente. No SUS, foram incorporadas no ano passado duas imunoterapias.

A médica alerta que é fundamental o uso de protetor solar adequado e revisão periódica com o dermatologista. Se o paciente já teve melanoma, as consulta deve ser semestrais ou trimestrais, dependendo do caso.

Por que escolher o oncologista especialista em melanoma?

A oncologista explica que esta experiência faz com o que o médico compreenda exatamente e profundamente a doença que o paciente está enfrentando. “Ele sabe escolher o tratamento certo na hora certa baseado no diagnóstico correto”, diz Jane. O oncologista especialista atende centenas de pacientes a cada ano e pode oferecer planos de tratamento até mesmo para os mais raros tipos de melanoma com segurança. Ele também tem um profundo conhecimento teórico na doença, além das últimas pesquisas que estão se desenvolvendo na área.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2021 0 Comentários 865 Visualizações
Saúde

Mais da metade das pessoas se expõem ao sol sem proteção no RS

Por Gabrielle Pacheco 09/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os dados foram coletados nos dez postos de atendimento localizados na capital gaúcha, região metropolitana e interior do estado. Foram 1.487 pacientes atendidos no mutirão que contou com o trabalho voluntário dos médicos dermatologistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional RS. Destes, 53.33% responderam que se expõem ao sol sem proteção. 40.89% afirmaram usar protetor solar e o restante, 5.78%, relatou não se expor ao sol.

“São 180 mil novos casos de câncer de pele no Brasil, e no Rio Grande do Sul há uma incidência ainda maior porque existe um número muito grande de pessoas de pele clara. Temos que nos proteger evitando o sol mais forte que é entre 10h e 15h, usar chapéu, roupas de proteção e óculos e sempre que possível permanecer embaixo do guarda-sol, por exemplo. O filtro solar é muito importante mesmo em dias nublados. Recomendamos pelo menos fator 30 e não esquecer de aplicar em determinadas partes do corpo como pés e orelhas – explica a presidente da SBD-RS, Taciana Dal’Forno Dini.

“O filtro solar é muito importante mesmo em dias nublados.”

A iniciativa, alusiva ao Dezembro Laranja, foi coordenada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e, no território gaúcho, foi organizada pela SBD-RS. Em 2019, pela primeira vez, foi usado um aplicativo no qual os dados de boa parte dos atendimentos foram lançados. No Rio Grande do Sul, além do Posto do Iapi em Porto Alegre, foram prestados atendimentos no Ambulatório de Dermatologia Sanitária na avenida João Pessoa.

Na região metropolitana e interior, o atendimento ocorreu no Ambulatório do Hospital Universitário da Ulbra, em Canoas; no Centro Clínico da Universidade de Caxias do Sul; no Ambulatório de Especialidades Médicas do Centro Clínico Univates, em Lajeado; no Ambulatório de Dermatologia, em Passo Fundo; no Centro de Especialidades Municipal de Pelotas; no Ambulatório do Hospital Universitário de Rio Grande; no Hospital Ana Nery, em Santa Cruz do Sul e na Policlínica Municipal de Uruguaiana.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/01/2020 0 Comentários 612 Visualizações
Saúde

Câncer de pele é o mais comum entre os brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 14/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam o câncer de pele como o tipo de maior incidência entre os brasileiros, correspondendo a cerca de 30% dos diagnósticos de câncer. A cada ano, cerca de 180 mil novos casos são registrados em todo o país, colocando a comunidade médica e os órgãos do setor em alerta. A cirurgiã plástica da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Dra. Andrea Oliveira, explica que fatores predisponentes, como as listadas abaixo, são as principais causas de uma incidência alta e de diagnósticos de lesões mais avançadas:

  • tipos de pele (mais claras e mais sensíveis);
  • exposição solar (país tropical e de alta incidência de solaridade anual);
  • agravantes como falta de proteção solar diária e de exames de rotina para câncer de pele.

A médica, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP e do Grupo Brasileiro de Melanoma, também ressalta que a maioria dos casos de câncer de pele podem ser evitados com medidas simples de fotoproteção. “O uso de protetor solar é muito associado às atividades externas, principalmente ao lazer em praias e piscinas. No entanto, a exposição solar diária, durante as atividades rotineiras do dia a dia, como na locomoção a pé, no carro ou transporte coletivo, nas atividades de educação física e, especialmente, dos trabalhadores ao ar livre, é muito mais danosa à saúde da pele do que a exposição intencional”, afirma a especialista.

“O uso de protetor solar é muito associado às atividades externas, principalmente ao lazer em praias e piscinas.”

Ainda sobre o uso do protetor, a profissional afirma que, mesmo com o Fator de Proteção Solar (FPS) adequado, a exposição solar deve ser até as 10 horas da manhã e a partir das 16 horas, sempre; não se esquecendo da proteção adicional de chapéus e óculos com lentes adequadas.
“Além disso, o protetor solar deve ser reaplicado a cada duas horas, ou após mergulhar no mar ou piscina. Aos atletas, existem protetores mais estáveis ao suor”, conta.

A especialista alerta que o câncer da pele pode se assemelhar a pintas, eczemas ou outras lesões benignas. Desta forma, conhecer bem a pele e saber em quais regiões existem pintas faz toda a diferença na hora de detectar qualquer irregularidade. Apenas um exame clínico feito por um médico especializado ou uma biópsia podem diagnosticar o câncer da pele, mas é importante estar atento aos seguintes sintomas:

  • Uma lesão na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangra facilmente;
  • Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
  • Uma mancha ou ferida que não cicatriza e continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.
Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/12/2019 0 Comentários 577 Visualizações
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