A égua Othina da Piratininga, da Fazenda Utopia, de Cambará do Sul, foi escolhida Grande Campeã da raça Mangalarga na 49ª Expointer. Além disso, o cavalo Egito da Braido (TE), do Haras Schmitz, de Gravataí, recebeu o título de Grande Campeão entre os machos. O julgamento ocorreu em duas etapas, com a avaliação de Morfologia iniciada no sábado e a etapa de Andaduras realizada posteriormente. As notas das duas avaliações foram somadas para definir os vencedores.
Cinco animais participaram da etapa de Andaduras e foram avaliados pelo jurado do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga, Hugo Lipp Farias. Os animais já haviam passado pela avaliação morfológica no primeiro dia da 49ª Expointer, quando foram observadas características relacionadas à estrutura física.
O jurado do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga, Hugo Lipp Farias, explicou que acompanha os animais durante cerca de uma hora antes de emitir o parecer. “Nesta uma hora a gente vê a regularidade do cavalo, a comodidade do cavalo, a constância do cavalo, o equilíbrio do cavalo, e se o cavalo está andando sempre no mesmo padrão, que seria a regularidade. E a comodidade quando a gente monta em cima”, detalhou Farias.
Na avaliação morfológica, o jurado observa aspectos relacionados à conformação e à estrutura dos animais. “A gente vai fazendo um raio-x, observando amplitude de costela, ossatura, e vendo o curvilhão”, completou Farias.
Segundo o jurado, a estrutura óssea e o curvilhão têm importância na avaliação por se tratar de uma raça que permanece em movimento por períodos prolongados. O curvilhão corresponde à região do calcanhar das patas traseiras.
Grandes campeões
A Grande Campeã da Expointer foi a égua Othina da Piratininga, da Fazenda Utopia, de Cambará do Sul, de propriedade de Elisandra Aguiar da Cruz. Entre os machos, o Grande Campeão da Raça foi Egito da Braido (TE), do Haras Schmitz, de Gravataí, de propriedade de Christian Schmitz.

