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calçados

Business

Expo Riva Schuh deve gerar mais de US$ 38 milhões para calçadistas

Por Ester Ellwanger 20/06/2022
Por Ester Ellwanger

O bom momento das exportações de calçados brasileiros segue refletindo positivamente nas participações em eventos internacionais. Na mais recente edição da feira italiana Expo Riva Schuh, realizada em Riva del Garda entre os dias 11 e 14 de junho, 51 marcas brasileiras comercializaram, in loco, 965,5 mil pares, que geraram mais de US$ 10 milhões. Somando as expectativas em negócios que ficaram alinhavados na feira, o número salta para 2,86 milhões de pares e US$ 38,6 milhões.

A participação verde-amarela foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que a participação recorde de marcas brasileiras na mostra italiana foi especial, marcando o recorde em negócios gerados desde o início das participações nacionais. “Na mais recente participação brasileira na edição de junho, que já havia sido muito boa, foram comercializados 712 mil pares, 250 mil pares a menos do que na edição atual”, compara. Segundo a gestora, durante o evento foram mais de 860 contatos com grandes players do mercado, especialmente da Europa e Oriente Médio, registro 25% superior ao da última edição.

Expositores

As empresas expositoras foram unânimes na avaliação do evento. Um dos representantes satisfeitos é Paulo Henrique Figueiredo, gerente de Mercado Externo da Levecomfort. “Estamos voltando muito contentes com os resultados. Conseguimos fazer a manutenção do mercado e principalmente abrimos novos contatos importantes. Além disso, tivemos a visita de alguns clientes relevantes que estavam mais distantes e retornaram”, avalia o gerente, ressaltando que, além dos negócios in loco, ficaram alinhavados outros tantos. “Nos próximos dias enviaremos amostras e esperamos confirmar mais pedidos em breve”, projeta Figueiredo.

O gestor de exportações da Kidy, Carlos Passarini, destaca que o evento oportunizou a retomada de clientes que estavam mais afastados e que voltaram a comprar da marca. “A feira foi uma grande surpresa positiva. Não somente a visitação, mas os negócios superaram nossas expectativas”, comenta Passarini, acrescentando que foram mais de 50 visitantes relevantes nos quatro dias do evento. “É uma feira fundamental para negócios e também para posicionamento de marca”, conclui o gestor.

Design expresso

A marca brasileira Awana, especializada no atendimento de grandes volumes e em private label – venda com marca do cliente – criou um espaço para desenvolvimento de modelos in loco. Para isso, além de representante do departamento comercial, a empresa levou dois designers para realizar os desenvolvimentos de acordo com o gosto do cliente. “Alguns dos nossos principais clientes internacionais vêm sempre para a Expo Riva Schuh. Aqui é sempre a oportunidade ideal para mostrar as coleções. Durante a feira, também oportunizamos que os compradores realizassem desenvolvimento que julgassem necessários com o apoio dos nossos designers”, conta Milton Moller, do departamento de Desenvolvimento de Produto da marca. “Foram, pelo menos, cinco relevantes novos contatos, com grande potencial de negócios”, comenta.

 

Pré-feira

Gestor da marca Boaonda, Cássio Romani, avalia que a feira foi especial, mas que foi potencializada por um trabalho prévio importante, com agendamentos com compradores habituais e prospects.

“Conseguimos atender a agenda e ainda abrimos novos clientes, foram quatro dias bem movimentados”, comenta, ressaltando a importância da participação e de se fazer o “dever de casa”.

Participaram da Expo Riva Schuh, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas ADG Export, Awana, GVD International, Usaflex, Carrano, Stéphanie Classic, Andacco, Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Madeira Brasil, Werner, Pegada, Capelli Rossi, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Democrata, Piccadilly, Anatomic Shoes, Cartago, Grendha, Copacabana, Azaleia, Grendene Kids, Kidy, Suzana Santos, Renata Mello, Azillê, Pampili, Ramarim, Comfortflex, Levecomfort, Leveterapia, Cristofoli, Adrun, Cecconello, Alex Senne, CCR Shoes, Boaonda, Bibi, Ortopé, Dok, Dijean, Vectron, All’us Footwear e Alliance Shoes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

20/06/2022 0 Comentários 665 Visualizações
Business

Assintecal revela materiais mais utilizados nos calçados brasileiros

Por Ester Ellwanger 16/06/2022
Por Ester Ellwanger

Com o objetivo de gerar informações qualificadas para basear estratégias das empresas da cadeia calçadista, a Associação das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) lançou, em 15 de junho, a 8ª edição do Mapeamento – Quantificação dos Materiais no Calçado. A publicação, desenvolvida pela entidade com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), aponta os principais componentes utilizados na fabricação de calçados brasileiros. O evento, on-line, contou com a condução do doutor em Economia e consultor setorial, Marcos Lélis, que abordou ainda o cenário nacional e internacional para a cadeia produtiva do calçado.

Com uma amostragem de mais de 200 milhões de pares, que representam mais de 54% da produção nacional de calçados – tirando chinelos -, o Mapeamento lançado pela Assintecal tem margem de erro de menos de 1%. Entre os dados apresentados, estão que os cabedais de laminados de poliuretano respondem por mais de 40% do total produzido. Em seguida aparecem os desenvolvidos com laminados de PVC (25%), materiais têxteis (20,9%) e Couro (12,8%). Já no forro do calçado, o componente mais utilizado pelos fabricantes é o Laminado de poliuretano (60,65%), enquanto nos solados é o PVC (33,3%) e nos enfeites os metais (36,38%). Os adesivos utilizados são majoritariamente à base de água (54,68%).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destacou que na publicação são detalhados mais produtos, com ranqueamento por segmento, região, entre outros dados relevantes.

“A publicação é bastante completa e é um registro fundamental para a tomada de decisão nas empresas da cadeia produtiva do calçado, pois também indica tendências importantes”, comentou Silvana, ressaltando que o material foi desenvolvido pela Inteligência de Mercado da Assintecal em conjunto com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

 

Macroeconomia

Na sequência, Lélis comentou que o forte aumento dos juros praticados pelos Estados Unidos, mecanismo utilizado para o controle da inflação local (cerca de 8% em 12 meses), tem impacto no câmbio de países emergentes, caso do Brasil. O fato tem impacto direto na inflação e na corrosão do poder de compra das famílias brasileiras, que também foi afetado pela queda no rendimento médio do consumidor, o menor desde 2014. A inflação brasileira, atualmente em 12% (nos 12 meses), segundo Lélis, é ainda maior nos setores de alimentação (13,5%), habitação (13,4%) e transporte (19,7%), deixando muito pouco para se gastar em bens não essenciais. “Aí trava toda a economia”, disse.

 

Infraestrutura

Lélis também ressaltou que soma-se aos problemas brasileiros a falta de investimentos públicos em infraestrutura, em queda desde 2015. “O Brasil não aguenta dois anos seguidos de crescimento de 3%, porque esbarra na infraestrutura. Hoje os investimentos públicos realizados não são suficientes nem mesmo para manutenção da infraestrutura”, comentou, ressaltando que o investimento público está em cerca de 2% do PIB, registro que já foi de 5% na década de 1990.

No final do evento, Lélis destacou que o setor calçadista vem crescendo desde o segundo semestre do ano passado – com breve hiato nos dois primeiros meses de 2022 em função da variante da Covid-19 -, mas que o incremento deve se “acomodar” nos próximos meses.

Para o ano, o crescimento deve ficar situado entre 1,8% e 2,7% na produção e entre 8,4% e 10,2% na exportação, apontando para a baixa dinâmica no consumo doméstico, que hoje responde por mais de 85% das vendas da indústria calçadista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/06/2022 0 Comentários 627 Visualizações
Business

Exportações de calçados seguem em elevação

Por Ester Ellwanger 15/06/2022
Por Ester Ellwanger

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e maio, as exportações de calçados somaram 64,24 milhões de pares, que geraram US$ 538,72 milhões, elevações de 30,3% em volume e de 66,5% em receita na relação com igual período do ano passado. Segregando apenas o mês de maio, os embarques somaram 10,5 milhões de pares, que geraram US$ 104 milhões, incrementos de 19,8% e de 59,5%, respectivamente, ante o mês cinco de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o incremento das exportações para os Estados Unidos seguem sendo determinantes para a performance positiva. Entre janeiro e maio, os calçadistas brasileiros embarcaram, para lá, 10 milhões de pares, que geraram US$ 146,3 milhões, altas tanto em volume (+87,2%) quanto em receita (+108,6%) em relação ao mesmo período do ano passado. “As exportações e calçados para os Estados Unidos, em volume, já estão quase 80% superiores às realizadas no mesmo período de 2019, na pré-pandemia”, conta.

Segundo o executivo, também influenciam positivamente as exportações para a América do Sul, que estão 30% acima dos níveis pré-pandêmicos. “Existem fatores macroeconômicos e até políticos que vêm influenciando nos resultados. No fator político, destaque para a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que acabou por sobretaxar calçados chineses importados por compradores estadunidenses. No macroeconômico, destaque para o encarecimento dos fretes da Ásia, que tem feito com que compradores busquem fornecedores geograficamente mais próximos. Neste caso, como somos a maior indústria fora da Ásia, aparecemos como um player relevante”, avalia Ferreira.

O segundo destino do calçado brasileiro nos cinco primeiros meses do ano foi a Argentina, para onde foram embarcados 6,82 milhões de pares, que geraram US$ 74,62 milhões, incrementos de 64% e 93,7%, respectivamente, ante igual intervalo de 2021.

No terceiro posto aparece a França, que no período importou 4 milhões de pares por US$ 29,4 milhões, altas de 31% em volume e de 25,2% em receita em relação aos mesmos cinco meses do ano passado.

Estados

O Rio Grande do Sul segue sendo o maior exportador de calçados no Brasil. Respondendo por mais de 45% do valor gerado pelos embarques, entre janeiro e maio as fábricas gaúchas embarcaram 18,17 milhões de pares, que geraram US$ 246 milhões, incrementos de 53,7% e de 80%, respectivamente, ante o mesmo intervalo de 2021.

O segundo maior exportador de 2022 é o Ceará, de onde partiram 19,67 milhões de pares por US$ 120,9 milhões, altas de 25,3% e 47,4%, respectivamente.

Na sequência apareceram São Paulo (4,13 milhões de pares e US$ 53,48 milhões, altas de 19,6% e 48,7%, respectivamente) e Paraíba (10,3 milhões de pares e US$ 34,67 milhões, queda de 1% em volume e incremento de 43% em receita).

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

15/06/2022 0 Comentários 616 Visualizações
Business

A construção do calçado brasileiro em detalhes

Por Ester Ellwanger 13/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) lança, no próximo dia 15 de junho, a 8ª edição do Mapeamento – Quantificação dos Materiais no Calçado. A publicação, desenvolvida pela entidade com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), aponta os principais componentes utilizados na fabricação de calçados brasileiros. O evento de lançamento será on-line, via Teams, a partir das 10 horas.

A palestra do evento será conduzida por Marcos Lélis, doutor em Economia e consultor setorial, que apresentará um panorama da macroeconomia e do mercado de componentes para calçados, oportunidades e projeções, além de apresentar a publicação desenvolvida pelo departamento de Inteligência de Mercado da Assintecal pelo oitavo ano consecutivo.

Entre os dados apresentados, e que estarão no Estudo, está o de que os cabedais de laminados de poliuretano seguem respondendo por mais de 40% do total produzido. Em seguida aparecem os desenvolvidos com laminados de PVC (25%), materiais têxteis (20,9%) e Couro (12,8%). “A publicação é fundamental para o planejamento das empresas do setor, levando-as a uma melhor compreensão dos processos produtivos por meio dos insumos utilizados na fabricação de cabedais, forros, solados, enfeites etc”, ressalta o gestor de Inteligência de Mercado da Assintecal, Luiz Ribas Júnior.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no link https://shre.ink/3f1.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

13/06/2022 0 Comentários 721 Visualizações
Business

Escola do Sapato de Sapiranga está há um passo de se tornar realidade

Por Ester Ellwanger 13/06/2022
Por Ester Ellwanger

A prefeita de Sapiranga Carina Nath, assinou na tarde da última quinta-feira, 9 de junho, o contrato que concede ordem de início da obra da Escola do Sapato. O espaço localizado na Rua Alagoas, no Bairro Oeste, e que hoje é um galpão industrial, será todo reformado nos próximos dias, recebendo a infraestrutura necessária para a oferta de cursos de qualificação do setor calçadista gratuitos à população.

A prefeitura está investindo mais de R$ 346 mil na reforma do espaço. Conforme a prefeita Carina Nath, a Escola do Sapato foi desenvolvida juntamente ao ramo produtivo, com empresários, entidades e também o terceiro setor, como o Senai, Sebrae, Sindicato Patronal e Acisa.

 

“Essa é uma importante conquista para a nossa gestão. Será um lugar de oportunidades, onde novos profissionais se formarão com a qualificação necessária e com a oportunidade de ter acesso as novas tecnologias para suprir as demandas atuais do mercado de trabalho, aumentando a produtividade e a eficiência das empresas sapiranguenses”, afirmou.

 

 

Cursos

No primeiro momento, será ofertado curso de corte e costura, atendendo as necessidades imediatas das empresas locais. Posteriormente, ocorrerão as formações de modelagem, corte de cabedal e montagem de calçados, os quais abordarão sobre as técnicas aplicadas no setor hoje em dia. Todo o projeto de reforma do prédio tem as adequações necessárias para receber as máquinas com NR 12.

 

Acessibilidade

O prédio passará por melhorias em toda a sua extensão, incluindo a construção de rampas de acesso às pessoas com deficiências, além de banheiros para acessibilidade universal. Entre as melhorias no prédio, ainda estão a reforma da parte elétrica, pavimentação de acesso, cercamento do terreno com tela e portões, pintura geral, divisórias de gesso acartonado para salas, instalações elétricas industriais para realização das atividades de ensino e reforma geral dos banheiros, entre outras instalações para melhor acomodar os alunos.

Conforme o secretário Municipal de Indústria, Comércio e Tecnologia, José Della dos Santos, a Escola do Sapato surge como uma alternativa de qualificação profissional para suprir a carência de mão de obra qualificada no setor calçadista da cidade.

“A intenção também é a de prospectar novos profissionais para essas áreas mais deficitárias da cadeia produtiva calçadista. Com isso, aumentaremos nossos índices de excelência na produção do calçado local, ampliando a oferta de emprego e renda do cidadão”, ressaltou. Ele lembra que houve um engajamento da administração municipal através das secretarias de Planejamento, Habitação, Segurança e Mobilidade e de Indústria, Comércio e Tecnologia para desenvolver esse projeto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2022 0 Comentários 608 Visualizações
Business

Cadeia calçadista celebra pacto pela sustentabilidade

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

O programa Origem Sustentável, única certificação mundial de ESG (Environmental, Social and Governance) da cadeia calçadista, foi destaque no evento Sustentabilidade na Prática, realizado na noite do dia 7 de junho, no CEI, de Campo Bom/RS. O evento, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), reuniu nomes de peso do setor, como Alexandre Birman (Arezzo), Rony Meisler (Reserva), Ana Carolina Grings (Piccadilly), Andrea Kohlrausch (Bibi), Roberto Argenta (Beira Rio), Sergio Bocayuva (Usaflex) e Marco Schmitt (Box Print).

Dando as boas vindas ao público, que lotou as dependências do CEI, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, e o presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, destacaram que a sustentabilidade, nos seus pilares ambiental, econômico, social e cultural, é uma realidade no setor calçadista nacional, mas que é preciso comunicar ao mercado.

“Por isso a importância de uma certificação de abrangência internacional, que leva em consideração os preceitos mais avançados de ESG no mundo, caso do Origem Sustentável”, destacou Ferreira. Ressaltando a presença do público, que demonstrou a força da cadeia calçadista brasileira, Berwanger fez coro, ressaltando as vantagens competitivas da certificação em sustentabilidade. “A sustentabilidade, além de ser fundamental para o planeta, traz vantagens competitivas para as empresas”, complementa.

Na sequência, Birman contou o case da Arezzo, grupo que conta com 18 marcas em seu portfólio e que sempre teve a preocupação com sustentabilidade como parte de sua estratégia de desenvolvimento. “As pessoas nos perguntam como praticamos ESG no grupo Arezzo. É muito simples, ESG é cuidar dos colaboradores, buscar informações sobre a sustentabilidade dos fornecedores e adotar medidas que diminuam o impacto ambiental da produção, como reciclagem e reaproveitamento de sobras, por exemplo”, disse. Citando o slogan do grupo “Rumo a 2154”, criado pelo seu pai e fundador da Arezzo, Anderson Birman, o executivo ressaltou que é preciso conscientizar toda a cadeia, dos fornecedores ao fabricante, da importância da sustentabilidade.

Recentemente adquirida pelo grupo Arezzo, a marca Reserva já nasceu com o conceito de sustentabilidade no DNA. Fundador da empresa, Meisler contou um pouco da história da marca, que nasceu em 2006 para atender a uma demanda da confecção e que hoje já tem mais de 20% de calçados no seu portfólio. “Nunca buscamos reconhecimento, nascemos com o propósito da sustentabilidade muito enraizado. Não tinha a ver com negócio, vinha a ver com a nossa vocação, com os nossos valores”, recordou. Meisler ressaltou que, entre as práticas adotadas, estão premiações bimestrais para funcionários, concessão de licença paternidade e contratação de pessoas da terceira idade. O cuidado com a seleção dos fornecedores, que devem praticar os mesmos princípios da sustentabilidade e de preferência serem brasileiros – hoje 94% da produção da reserva é totalmente nacional – e ações sociais como o 1P=5P (a cada peça são complementados cinco refeições para comunidade carente) são outros dois destaques na praxe diária da empresa.

Painel

Um painel reunindo CEOs das empresas de calçados e componentes certificados no nível mais alto do Origem Sustentável (Diamante) veio na sequência da programação, reunindo Ana Carolina Grings (Piccadilly), Andrea Kohlrausch (Bibi), Roberto Argenta (Beira Rio) e Sergio Bocayuva (Usaflex). Mediados por Marco Schmitt (Box Print), os gestores foram unânimes em destacar a relevância da sustentabilidade para o planeta e, claro, para os negócios.

“A sustentabilidade é o SOS da cadeia calçadista. É ela que alavanca negócios e é um diferencial nosso diante dos principais concorrentes no mundo”, disse Schmitt.

Ana Carolina destacou que a Piccadilly sempre adotou princípios de sustentabilidade no seu ambiente produtivo, mas que o Origem Sustentável trouxe, além do reconhecimento das práticas, uma importante visibilidade diante do mercado. “Sustentabilidade é sobre estar no jogo. As empresas que não adotarem medidas na área não conseguirão competir no mercado”, destacou. Andrea acrescentou que a sustentabilidade, assim como era a qualidade nos anos 90, é condição sine qua non para manutenção e ampliação da competitividade no mercado interno e internacional.

Para Argenta, as práticas de sustentabilidade consistem em grande atrativo, especialmente no mercado internacional. “Sempre dizemos que a sustentabilidade é um investimento, não é um custo. Agrega valor à empresa e melhor a imagem no mercado”, comentou.

Bocayuva, que está no setor desde 2016, quando adquiriu a Usaflex, destacou que a sustentabilidade é muito bem vista por investidores de todo o mundo. “Quando adquirimos a Usaflex, já existia um trabalho forte de sustentabilidade e isso foi determinante para a nossa decisão”, contou. Para o CEO, a sustentabilidade precisa estar no DNA da empresa, faz parte de uma história verdadeira que deve ser comunicada ao mercado. “A Usaflex sempre teve uma relação de respeito aos colaboradores e isso ajudou bastante no engajamento da equipe interno na questão da sustentabilidade”, contou.

Fornecedores certificados

Na Beira Rio, Argenta destacou que os fornecedores são instigados para serem certificados no âmbito do Origem Sustentável. Segundo ele, é preciso que toda a cadeia esteja em sinergia, desde o fornecedor até o produtor final. “O componente é o alicerce da obra, é preciso que ele também seja sustentável”, disse. Atualmente, segundo o empresário, 27 dos principais fornecedores da empresa já são certificados e outros tantos estão em processo de certificação.

“Nosso objetivo é, até o ano que vem, ter 50% dos fornecedores certificados”, projetou. Além do trabalho com as empresas de insumos e componentes, Argenta destacou a prática que 80% das matérias-primas excedentes da produção são reprocessadas, retornando para o ambiente produtivo e em displays, puffs e demais materiais para os pontos de vendas onde a empresa está presente.

Destacando que a Bibi foi a primeira empresa de calçados infantis a produzir calçados sem nenhuma substância restritiva, uma demanda do mercado internacional, especialmente o europeu, Andrea corrobora a preocupação com os fornecedores. “Há 10 anos realizamos encontros com fornecedores, onde tratamos de desafios, alinhamos as necessidades e premiamos os mais inovadores e sustentáveis. Para nós, essa proximidade é fundamental para ter um produto, de fato, sustentável”, destacou.

Reciclagem

Ana Clara contou que, além de todos os cuidados com os colaboradores, que possuem um ambiente de trabalho saudável, a Piccadilly reciclou, em 2021, mais de 20 toneladas de poliuretano, fazendo-os retornar para a produção, e também lançou a linha de calçados So.Si Ecoar, que utiliza garrafas pet para composição dos produtos.

Pacto

No final do evento, um momento histórico para a cadeia calçadista brasileira. Foram chamados ao palco empresários e empresárias de todas as indústrias que estão certificadas ou que estão em fase de certificação no programa Origem Sustentável (foto). Foram dezenas de pessoas que ocuparam todo o palco do CEI. “A sustentabilidade é um caminho sem volta e essa demonstração de engajamento e força da cadeia produtiva, do fornecedor dos materiais até o produtor de calçados, nos deixa bastante satisfeitos e confirma que estamos na direção certa rumo a uma produção cada vez mais sustentável”, avaliou o Ferreira. Berwanger fez coro ao discurso, destacando o fato histórico e união do setor após anos bastante difíceis em função da pandemia de Covid-19. “Estamos unidos e mais fortes do que nunca”, conclui o dirigente.

O encontro Sustentabilidade na Prática também terá edições especiais nos polos calçadistas de Birigui/SP (26 de julho), Nova Serrana/MG (01 de agosto) e Franca/SP (25 de outubro).

 Foto: Rafael Bauer/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/06/2022 0 Comentários 662 Visualizações
Business

Projeto com comprador do Cazaquistão deve gerar US$ 150 mil para calçadistas

Por Ester Ellwanger 06/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoveu, entre os dias 23 e 27 de maio, mais uma edição do Projeto Comprador VIP. Na oportunidade, foi trazido para o Brasil um importador do grupo Orchestra, que possui 14 lojas Orchestra e duas 7Life no Cazaquistão.

A agenda contou com visitas a fabricantes de calçados femininos e infantis do Rio Grande do Sul, quando o comprador esteve no Salão Internacional do Couro e Calçado (SICC), em Gramado/RS, e a calçadistas de Birigui/SP, todas elas participantes do Brazilian Footwear e pré selecionadas pelo próprio importador.

Buscando calçados infantis e tênis femininos casuais com apelo de moda, o diretor comercial da empresa, Vladimir Lissitskiy, se disse impressionado com as marcas brasileiras, especialmente com a tecnologia das fábricas de calçados infantis que visitou. No total, foram reportados US$ 150 mil em negócios para os próximos 12 meses.

Participaram da ação as marcas Petite Jolie, Beira Rio, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Pegada, Novopé, Sweet Chic, Lynd, Stir Calçados, Kids & Baby, Polo Go, Diversão, Pink Cats, Itapuã, Mini Sua Cia, Lia Line, Bibi, Dok, Ortopé, Pé com Pé, Sapateamo, Xuá Xuá, Kidy, Klin, World Colors, Pekilili, Wob, Alliance Shoes, Pampili, Marina Mello e Smidt Shoes.

 

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/06/2022 0 Comentários 578 Visualizações
Business

Grendene assume gestão de franquias da Melissa em 2023

Por Ester Ellwanger 01/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Grendene, principal exportadora de calçados do Brasil e uma das maiores produtoras mundiais, anuncia que, a partir de fevereiro de 2023, passará a gerir e administrar o Sistema de Franquias Clube Melissa e Clube Mini Melissa em todo território nacional.

A decisão de não renovar o contrato com a Multi Franqueadora, atual franqueadora máster da Grendene dos Clubes Melissa, está alinhada com a estratégia de negócios da empresa para os próximos anos.

“A nossa trajetória de 15 anos ao lado da Multi foi muito importante e bem-sucedida, e se encerra de uma forma positiva e amistosa. Nessa nova fase, buscamos nos aproximar do consumidor final e de nossos franqueados”, afirma Rudimar Dall´Onder, CEO da Grendene.

Em 2008, a Grendene contava com alguns parceiros comerciais que possuíam operações de varejo exclusivas de Melissa em algumas cidades brasileiras, como Belém, Belo Horizonte, João Pessoa, Natal, Macapá e Recife. Essas lojas ofertavam um mix composto 80% por Melissa e o restante por acessórios. Mas foi o êxito da iniciativa no Rio de Janeiro, na época chamada de MBR, que motivou a ideia de tornar o modelo franqueável. Surgiu, então, a Jelly, franquia que vendia exclusivamente produtos da marca. O modelo serviu como uma espécie de MVP (sigla em inglês para produto mínimo viável) e, em cinco anos, já somava 40 unidades.

Paulo Pedó, diretor da Melissa e de negócios digitais da Grendene, explica que naquele momento de amadurecimento do formato de negócio nasceu o Clube Melissa. “Foi um marco na história da marca, pois foi a nossa primeira operação de varejo estruturada. Para o lançamento, criamos o slogan ‘Clube Melissa, você já era sócia e não sabia’”.

No final de 2013, a Grendene já contabilizava 62 clubes, que representavam 30% das vendas de Melissa. O resultado foi crescendo de forma gradativa e hoje são 388 lojas, um crescimento de mais de 600%, responsáveis por mais de 60% do negócio. Ao longo desse período também foi criado o Mini Clube Melissa, atendendo exclusivamente o público baby e infantil, e que hoje também faz parte da rede.

O sucesso do modelo de franquia ultrapassou fronteiras e, hoje, está presente em diversos países. “A Multi teve um papel fundamental nessa trajetória, participando e gerindo ativamente toda essa cadeia no Brasil. Também foi muito importante para trazer uma expertise de varejo para a companhia”, reconhece Pedó.

 

Sobre a Melissa

Lançada em 1979, a marca integra o grupo calçadista brasileiro Grendene. Hoje presente em mais de 70 países, nasceu inspirada na moda dos calçados dos pescadores da Riviera Francesa. Seu primeiro modelo, batizado de Aranha, logo ganhou o gosto nacional. Só na última década, Melissa fabricou mais de 90 milhões de pares de sapatos. Uma das primeiras marcas do mundo a promover collabs, tem orgulho de uma história que conta com a participação de grandes nomes da moda mundial, como Viktor&Rolf, Y/Project, Lazy Oaf, Opening Ceremony, Marine Serre, À La Garçonne, Fila, Comme Des Garçons, Karl Lagerfeld e Vivienne Westwood.

 

Sobre a Grendene

A Grendene foi fundada em 1971 e é uma das maiores produtoras mundiais de calçados. Possui tecnologia proprietária e exclusiva na produção de calçados para os públicos feminino, masculino e infantil. A companhia é detentora de marcas reconhecidas e de sucesso, como Melissa, Ipanema, Rider, Zaxy, Grendha, Cartago, Grendene Kids e Pega Forte. Além disso, atua também através de licenciamentos de celebridades e personagens do universo infanto-juvenil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2022 0 Comentários 1,6K Visualizações
Business

Estilista “traduz” a moda em calçados e bolsas no SICC

Por Ester Ellwanger 24/05/2022
Por Ester Ellwanger

O estilista Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design do Inspiramais, projeto realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), apresentou, na palestra de abertura do Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC), no dia 23 de maio, uma “tradução” da pesquisa de moda Corpo. A apresentação buscou materializar as tendências levantadas pela pesquisa do Núcleo de Design comandado pelo estilista e que já se fazem presentes nos calçados e bolsas expostos no espaço Estação Moda RS.

Funcionando como um “guia de compras” para os visitantes presentes no SICC, a apresentação destacou que a pesquisa Corpo em suas fases metodológicas: 10% (inovação), 30% (testes) e 60% (hits da estação/massificação). Na primeira etapa, Rodrigues ressaltou a importância do corpo, em sua potência e performance, unindo ciência, dança, diversidade e sustentabilidade. O resultado apresentou produtos acolchoados, emborrachados, com muito pelo, aparência metalizada – “sacramentalização do corpo -, efeitos “destroyer” – remetendo ao conforto do estar em casa -, anatomia humana, entre outros. Nas cores, destaque para o Syrah, Cyan Blue e Dourado.

A segunda fase da metodologia trouxe o “Future proof”, destacando a importância do posicionamento das marcas diante de um consumidor cada vez mais exigente.

“As marcas precisam agregar propósitos em suas produções, que tragam sustentabilidade e circularidade para seus produtos. Aquele movimento visto nos mercados, pessoas lendo rótulos para identificar os ingredientes das composições, está cada vez mais presente em tudo, inclusive na moda. As pessoas estão mais conscientes e preocupadas com o que consomem”, comentou.

Nesta etapa, o destaque são os produtos fragmentados – com combinações “estranhas”, metalizados, animal print, influência dos esportes, o maximalismo (hipervisual), grafismos, e ancestralidade – a busca pela essência. Nas cores, destaques para Ceramic, Yellow Pear, Persian Violet, Hibiscus, Beetroot Purple, Peach Bloom, Pristine e Jolly Green.

Na fase dos 60%, voltada para o mercado efetivamente, os resultados da pesquisa remetem ao “Antídoto”, a busca pela cura depois de um período bastante difícil em função da pandemia de Covid-19. A tendência pode ser traduzida, principalmente, pela sustentabilidade e a sinergia com os elementos da natureza.

“Criamos o termo ‘naturar’. Aqui temos muitos produtos com efeitos borrados – que remetem à busca por um caminho, por uma cura -, com muitas nervuras, bioprint, rugosidades e com referências à fantasia (amuletos). O destaque são as cores Evening Primrose, Quiet Shade, Tigerlilly, Candle Light, Peach, Papaya, Blue Elixir, Nimbus Cloud, Celery Green, Illuminating, Nantucket Breeze e Umber”.

Estação Moda RS

Durante a apresentação, Rodrigues exemplificou todas as aplicações com produtos que estão expostos no espaço Estação Moda RS. No total, foram selecionados por ele produtos das marcas A3 Espadrilles, Ana Boss, Artesana Bag, Catri, Clean Up, Conceito Bartzen, Di Marly’s, Dina Mirtz, Dora Lis, Estilo Mix, Fill On, Italeoni, Menta e Hortelã, Ragazza, AG Shoes e Paolattore.

O espaço possui cerca de 600 metros quadrados e é uma realização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), com o apoio da Associação Comercial e Industrial de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI NH-CB-EV), Sindicato das Indústrias de Calçados e Artefatos de Farroupilha (Sindicalfar) e das prefeituras de Novo Hamburgo, Sapiranga e Farroupilha.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

24/05/2022 0 Comentários 455 Visualizações
Business

SICC tem corredores lotados no primeiro dia de vendas

Por Ester Ellwanger 24/05/2022
Por Ester Ellwanger

Lojistas de diferentes estados brasileiros desembarcaram em Gramado com objetivos bem definidos: conhecer os principais lançamentos da moda nacional em calçados e acessórios e comprar muito para garantir vitrines cheias até o final do ano. E, se conseguirem encontrar boas oportunidades de negócios, melhor ainda. Nos corredores do Centro de Eventos do Serra Park, que sedia a partir desta segunda-feira (23) o SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado, circulam lojistas de todo o país e mais de 200 importadores de 30 países que vêm em busca das coleções primavera/verão brasileira em caçados e acessórios. A feira se estende até quarta-feira, dia 25 de maio, tem 250 expositores, 1400 marcas e espera receber nestes três dias cerca de 12 mil visitantes do setor.

“Estamos felizes, pois estamos cumprindo o nosso papel de promotores reunindo as duas principais pontas da cadeia e garantindo um evento impar num momento tão especial”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, empresa promotora do SICC.

Consolidada como principal momento de encontro entre indústria e varejo no Brasil, a tradicional feira, está comemorando a retomada da economia setorial, depois de dois anos sem o evento presencial devido a pandemia do coronavírus. A confluência de expectativas entre os principais elos da cadeia de produção e consumo devem gerar números recordes nesta edição. Cleriston Costa de Oliveira, da Beatriz Calçados, de Conceição do Coité, da Bahia, com 10 unidades, por exemplo, afirma que após a pandemia, a expectativa agora é excelente. “Estamos em um recomeço e as feiras são nossos pontos de partida. Precisamos delas para interagir com o produtor e o mercado como um todo”, diz o lojista.

Também Lorena Fabrícia Pires Martins Araujo, de Governador Valadares, de Minas Gerais, da Lorena Fabrícia Calçados e Márcio Gabriel Rudnick, de Piên, no Paraná, afirmam que Gramado é o principal local de encontro de todo o segmento onde conseguem fazer uma imersão em temas importantes como tendências de moda e comportamento do consumidor. “Aqui conseguimos beber na fonte de várias vertentes do nosso negócio”, diz Rudnick.

Serviço

SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado

Quando: de 23 a 25 de maio de 2022

Onde: Pavilhões do Serra Park, em Gramado (RS)

Expositores: 250 indústrias

Marcas: 1.400

Visitantes: 12 mil visitantes nos três dias da feira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

24/05/2022 0 Comentários 701 Visualizações
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