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Associação Médica do Rio Grande do Sul

Cultura

Amrigs inaugura exposição sobre Oscar Niemeyer

Por Amanda Krohn 02/12/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) realiza, em Porto Alegre, a exposição À Frente do Tempo, com obras do arquiteto Oscar Niemeyer. No evento, que será inaugurado na segunda-feira, 5, serão apresentadas as plantas originais assinadas pelo arquiteto, uma maquete e um modelo virtual 3D produzidos especialmente para a ocasião. Serão exibidos também documentos da época e um painel com o panorama da produção deste arrojado projeto pensado para ser o primeiro centro de eventos do Rio Grande do Sul e a primeira obra do renomado arquiteto no Estado. As obras estarão expostas no Foyer da Amrigs com acesso gratuito.

Para o presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr., a exposição possibilita a realização de um resgate histórico. “A história envolvendo a Associação Médica do Rio Grande do Sul e Oscar Niemeyer é pouco conhecida pela população. O projeto original de nossa atual sede é de Niemeyer”, opina. “Será uma oportunidade para que todos possam ver arquivos muito ricos em cultura e história como plantas arquitetônicas e projetos, todos assinados pelo arquiteto”, acrescenta.

A data de inauguração não foi escolhida por acaso. Niemeyer morreu aos 104 anos, no Rio de Janeiro, neste dia em 2012. O projeto é de realização da Amrigs em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU-RS). O curador da exposição, Rodrigo Marroni afirma que o evento visa dar destaque às conquistas da Associação. “A exposição almeja, acima de tudo, valorizar os feitos e as intenções. A sede que a Amrigs possui hoje é fruto do grandioso esforço empregado por gerações de médicos que ao longo dos anos vêm promovendo saúde, conhecimento, cultura e bem-estar social”, diz.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/12/2022 0 Comentários 723 Visualizações
Saúde

Dezembro Laranja terá prédios e estruturas públicas iluminadas no RS

Por Amanda Krohn 29/11/2022
Por Amanda Krohn

O Dezembro Laranja foi criado com o objetivo de tornar o movimento ainda mais conhecido pela sociedade, informar sobre a doença, sensibilizar sobre as formas de prevenção e contribuir para o diagnóstico correto. Entre os diversos locais que receberão a iluminação laranja estão previstos o Palácio Piratini, sede do governo estadual; a sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul e os estádios Beira Rio e Arena do Grêmio e a Unimed. O câncer da pele é considerado o mais prevalente na população brasileira, tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Na região Sul do Brasil, o percentual de casos desta patologia está entre os mais altos do nosso país. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca) o câncer de pele é o tipo mais frequente no Brasil e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Possui bom prognóstico se detectado em sua fase inicial.

Foto: Fred Colorado/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/11/2022 0 Comentários 552 Visualizações
Saúde

Amrigs homenageia Santa Casa por inauguração de emergência SUS no Hospital Nora Teixeira

Por Amanda Krohn 21/10/2022
Por Amanda Krohn

Entre as homenagens realizadas no Dia do Médico, a visita do presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Dr. Gerson Junqueira Jr., ao Complexo Hospitalar Santa Casa foi destaque. Na ocasião foi feita entrega de uma placa homenageando a instituição pela importância do projeto que, além da emergência, é formado por uma ampla estrutura para atendimento em saúde. Após, foi conduzido para uma visita guiada às instalações. A nova estrutura de atendimento de emergência é dedicada exclusivamente aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), espaço que deverá estar em pleno funcionamento a partir do dia 20 de outubro.

Mesmo mantendo o volume de atendimentos atualmente contratualizado com o SUS, a nova estrutura terá um processo assistencial amplo voltado ao referenciamento de complexidades, muito mais individualizado, humanizado e seguro para pacientes e profissionais. As mudanças contam com aumento de leitos fixos na sala de observação dos atuais 13 para 28 (três de isolamento, todos com boxes individuais); dois postos de enfermagem, garantindo atendimento mais rápido aos pacientes; ampliação do número de posições de medicação, passando de 12 para 18 posições; aumento do número de salas de acolhimento e consultórios, sendo uma sala específica para eletrocardiografia; três salas de estabilização clínica (salas vermelhas); centro de diagnóstico por imagem dedicado à Emergência, com tomografia, raio-x e ecografias; e unidade de AVC. Esse será o primeiro espaço do Hospital Nora Teixeira a ser inaugurado. A previsão é de que a nova unidade hospitalar do Complexo esteja operando 100% até o primeiro semestre do próximo ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Prêmio Amrigs de Jornalismo 2022 anuncia seus vencedores

Por Amanda Krohn 19/10/2022
Por Amanda Krohn

A terça-feira (18) foi Dia do Médico e, para marcar a data, a Associação Médica do Rio Grande do Sul prestou reconhecimento aos veículos de comunicação que melhor retrataram as perspectivas para o setor saúde, com conteúdos publicados no período de 01 de janeiro de 2022 a 10 de agosto de 2022. A solenidade foi realizada no Teatro AMRIGS. Foram três finalistas classificados em cada uma das categorias: fotojornalismo, jornal/revista, mídia online, rádio e televisão.

“Tivemos 55 matérias inscritas de 13 estados diferentes. Praticamente dobramos o número de inscritos com relação ao ano passado. A divulgação de matérias da saúde é de extrema relevância para a população. Queremos uma imprensa livre, mostrar o contraditório e os fatos como devem ser. A imprensa cumpriu um papel importante na pandemia e nada mais justo do que fazer esse reconhecimento no Dia do Médico”, afirmou o presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr.

A Comissão Julgadora foi formada por jornalistas e médicos. O corpo de avaliadores considerou qualidade narrativa, tratamento contextualizado, domínio técnico e relevância do tema. O Prêmio Amrigs de Jornalismo – Edição 2022 integra o calendário especial de eventos comemorativos dos 250 anos de Porto Alegre. O Prêmio de Jornalismo é uma iniciativa da Associação Médica do Rio Grande do Sul com patrocínio da Medicon, Rede Agafarma de Farmácias e MoneyMark Investimentos.

Vencedores

Fotojornalismo

1º Lugar: Ricardo Vervloet Medeiros – A Fome Dói – Jornal A Gazeta
2º Lugar: Fabiano Rocha da Silva – Escassez de testes de Covid – Jornal O Globo
3º Lugar: Mauro Adornes Schaefer – O Cenário da covid no Brasil – Correio do Povo

Jornal/Revista

1º Lugar: Irna Renata da Rocha Cavalcante – Mudanças no mercado de saúde no Brasil – Jornal O Povo
2º Lugar: Aline Custódio – Contra a desumanização – Zero Hora
3º Lugar: Marcel Hartmann – O legado da expansão de leitos na pandemia para Porto Alegre – Zero Hora

Online

1º Lugar: Tarso Glaidison Sarraf Rodrigues – Série do Marajó – O Liberal.com
2º Lugar: Karina Pardini Toledo – Estudo mostra alta prevalência de depressão, ansiedade e estresse pós-traumático após a COVID-19 – Agência FAPESP
3º Lugar: Katia Cilene Marko Andreuchetti – Brasil, um país sem políticas públicas para enfrentar as sequelas da COVID – Brasil de Fato

Rádio

1º Lugar: Cleber Moletta Gomes – Telemedicina e acesso à saúde pelo SUS – Rádio Cultura FM de Guarapuava, Paraná.
2º Lugar: Eduardo Matos – Saúde em Pauta – Rádio Gaúcha
3º Lugar: Yuri Euzébio – Saúde mental à prova – Blog da GoKursos

Televisão

1º Lugar: Vinícius Rangel do Nascimento Rocha – Startup cria laboratório de bolso para ajudar na realização de exames da covid-19 – Rede Massa – SBT PR.
2º Lugar: Ingrid Oliveira da Rosa – Levantamento mostra que faltam remédios em 17 estados e no Distrito Federal – SBT Brasil
3º Lugar: Thiago Ferreira Bittencourt – Doença de Chagas e Leishmaniose: retrato do descaso – TV Brasil

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/10/2022 1 Comentário 848 Visualizações
Variedades

Vale do Taquari é o tema da próxima edição do Projeto Amparo

Por Felipe Schwartzhaupt 05/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

O Projeto Amparo da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) realiza no dia 10 de outubro mais um encontro. Desta vez, a temática é o Vale do Taquari, A região abrange 36 municípios gaúchos e está localizada na parte central do estado. Entre as etnias são destaques as colonizações de origem alemã e italiana. Arroio do Meio, Lajeado, Estrela e Encantado são algumas das maiores cidades da região e contam com uma série de atrativos turísticos.

A palestra “Vale do Taquari” será apresentada por Charles Rossner, vice-presidente da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales) e titular da recém-criada Secretaria de Turismo e Desenvolvimento de Encantado.

O encontro está marcado para às 17h da próxima segunda-feira, na sede da AMRIGS (Avenida Ipiranga, 5311 – Porto Alegre/RS). Inscrições podem ser realizadas em https://bit.ly/3RBLfBd. A participação é gratuita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Amrigs apoia campanha estadual de vacinação contra o HPV

Por Amanda Krohn 03/10/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) se uniu à Secretaria Estadual da Saúde do RS em apoio à vacinação contra o HPV. O tema foi abordado em reunião, na última semana, entre o presidente da Amrigs, Gerson Junqueira Jr. e a secretária adjunta da Saúde do Estado, Ana Costa. A intenção é planejar ações integradas entre a Amrigs e o Governo do Estado. Uma das principais formas de prevenção contra o câncer é a vacinação contra o HPV, que reduz a chance do desenvolvimento de lesões do colo uterino induzidas pelo vírus. A Amrigs, que tem como vocação promover a ciência médica e replicar o conhecimento técnico-científico, também apoia a campanha da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul de incentivo à vacina contra o HPV, que previne lesões genitais pré-cancerosas.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Cidades

Amrigs promove debate entre candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Sul

Por Amanda Krohn 14/09/2022
Por Amanda Krohn

O teatro da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) receberá os postulantes a única vaga de Senador pelo RS. O debate está marcado para quarta-feira, 14, a partir das 13h10min. Pelas regras eleitorais, foram convidados aqueles que têm a representação mínima exigida na Lei 9504 artigo 46, que exige siglas com menos de cinco parlamentares eleitos em 2018 podendo ser a soma de deputados e senadores não são obrigados a serem convidados. O formato contempla, em três momentos distintos, a discussão de temas gerais, bem como relacionados à Saúde.

O primeiro bloco do debate será de perguntas conduzidas pelos jornalistas da Rádio Guaíba, e que serão anunciadas aos candidatos apenas 10 minutos antes do início. Nos blocos 2 e 4 serão feitas perguntas entre os postulantes ao cargo com ordem definida em sorteio. No bloco 3, será feito questionamento da Associação Médica do Rio Grande do Sul na temática da saúde.

O debate é promovido pela Amrigs, Rádio Guaíba e Correio do Povo, com transmissão ao vivo pela rádio (FM 101.3 e AM 720) e canal da Amrigs no YouTube (youtube.com/AMRIGS). Estarão presentes os candidatos em ordem alfabética: Ana Amélia Lemos, Comandante Nádia, Hamilton Mourão, Maristela Zanoto, Olívio Dutra e Professor Nado e Sanny Figueiredo.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2022 0 Comentários 949 Visualizações
Saúde

Amrigs e Sociedade Gaúcha de Infectologia preocupam-se com casos de Monkeypox

Por Amanda Krohn 01/08/2022
Por Amanda Krohn

A notícia da confirmação da primeira morte por infecção pelo vírus Monkeypox no Brasil acendeu o sinal de alerta entre as autoridades médicas. O caso foi registrado em Minas Gerais. O paciente, um homem de 41 anos com graves problemas de imunidade, estava internado no Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, e morreu na quinta-feira (28/07). O presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul, Gerson Junqueira Jr, chama a atenção para o assunto.

“É importante haver uma atenção especial, especialmente em pessoas com história de comorbidade prévia e/ou imunossupressão. Estas complicações incluem pneumonia, encefalite, infecções bacterianas secundárias”, afirma. Do início de janeiro ao fim de junho deste ano, a Organização Mundial da Saúde contou mais de 7 mil casos da doença, confirmados com exames laboratoriais, em mais de 60 países. A diretora de Comunicação da Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI), Rafaela Mafaciolli, salienta que a doença geralmente começa com febre, seguida pelo desenvolvimento de múltiplas lesões papulares, vesicopustulosas e ulcerativas na face e no corpo; ainda associado a linfadenopatia proeminente.

“A infecção pelo vírus Monkeypox geralmente é autolimitada, com taxas de letalidade em torno de 1 a 10%”, destaca. A doença ainda não tem uma vacina específica, mas três imunizantes existentes contra a varíola tradicional podem ser usados para proteção contra a infecção pelo vírus Monkeypox. Alguns países já estão aplicando, e segundo o Ministério da Saúde a primeira remessa de vacinas deve chegar em setembro no Brasil. Até esta quarta-feira (27/07), o Brasil tinha 978 casos confirmados, em 15 estados e no Distrito Federal.

É importante haver uma atenção especial, especialmente em pessoas com história de comorbidade prévia e/ou imunossupressão. Estas complicações incluem pneumonia, encefalite, infecções bacterianas secundárias – Gerson Junqueira Jr

Entenda a infecção pelo vírus Monkeypox

É uma doença rara e infecciosa causada pelo vírus Monkeypox. Trata-se de uma doença zoonótica viral que ocorre principalmente em áreas de floresta tropical da África central e ocidental e ocasionalmente é exportada para outras regiões. Os meios de transmissão podem ser de animal contaminado para humano (por meio de mordidas, arranhões, consumo e preparação de carne contaminada, contato direto ou indireto com fluidos corporais ou material de lesões), ou de humano para humano (através de gotículas respiratórias – contato interpessoal prolongado – ou contato com fluidos corporais ou material da lesão).

A apresentação clínica se assemelha à da varíola clássica, uma infecção relacionada ao ortopoxvírus que foi declarada erradicada mundialmente há mais de 40 anos. Após período de incubação de 5-21 dias, a infecção pelo Monkeypox leva a um quadro inicial de febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão, e erupção cutânea (lesões se apresentam em vários estágios, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo; as vesículas cicatrizam, assemelhando-se, portanto, a quadros de varicela (catapora) – são em geral múltiplas e melhoram entre 2-4 semanas). A principal diferença entre os sintomas é que a varíola provocada pelo vírus Monkeypox cursa com aumento dos gânglios linfáticos, diferentemente da varíola clássica. É uma doença autolimitada, associada a uma mortalidade entre 1-10% (a cepa em específico tem sido associada, na população rural africana, a uma mortalidade de 1%).

Após período de incubação de 5-21 dias, a infecção pelo Monkeypox leva a um quadro inicial de febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão, e erupção cutânea

Transmissão

Segundo nota técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Monkeypox é transmitida principalmente por meio de contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões de pele ou mucosa de animais infectados. A transmissão secundária, ou seja, de pessoa a pessoa, pode ocorrer por contato próximo com secreções respiratórias infectadas, lesões de pele de uma pessoa infectada ou com objetos e superfícies contaminadas.

A transmissão por gotículas respiratórias geralmente requer contato pessoal prolongado, o que coloca os profissionais de saúde, membros da família e outros contatos próximos de pessoas infectadas em maior risco. No entanto, a cadeia de transmissão documentada mais longa em uma comunidade aumentou nos últimos anos de 6 para 9 infecções sucessivas de pessoa a pessoa. Isso pode refletir o declínio da imunidade em todas as comunidades devido à cessação da vacinação contra a varíola.

Embora o contato físico próximo, ou seja, contato íntimo, seja um fator de risco observado na transmissão dos casos confirmados nos países não endêmicos, a transmissão sexual nunca foi descrita. Desta forma, estudos são necessários para entender melhor esse risco. A transmissão vertical ou durante o contato próximo no pós-parto também pode ocorrer. O período de transmissão da doença se encerra quando as crostas das lesões desaparecem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2022 0 Comentários 1,3K Visualizações
Ensino

AMB/Amrigs anuncia prova no Rio de Janeiro e retoma residência no Mato Grosso do Sul

Por Amanda Krohn 20/07/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) anuncia, para 2022, a expansão da prova para o Rio de Janeiro e o retorno de um programa de Residência Médica no Mato Grosso do Sul.  Em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB), a aplicação da edição deste ano está marcada para o dia 27 de novembro. O período de inscrições será de 9 de setembro a 1º de novembro de 2022.

Com abrangência nacional, a Prova AMB/AMRIGS é aplicada em diversos estados. O exame tem como público-alvo médicos recém-formados que buscam programas de residência médica e também os médicos já atuantes, que buscam como uma atualizar seus conhecimentos. Em um processo de melhoria contínua, desde o início do ano estão sendo realizadas reuniões com a participação de coordenadores de cada associação parceira da prova: Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Associação Catarinense de Medicina (ACM) e Associação Médica de Mato Grosso do Sul (AMMS).

O edital deste ano, e outras informações da Prova AMB/AMRIGS estarão disponíveis em setembro no site www.amrigs.org.br/prova.  Para credenciamento de hospitais e mais informações entre em contato com prova@amrigs.org.br

Evolução do número de inscritos na Prova

2014 – 4064 inscritos

2015 – 4044 inscritos

2016 – 4123 inscritos

2017 – 4653 inscritos

2018 – 4836 inscritos

2019 – 4895 inscritos

2020 – 5503 inscritos

2021 – 4988 inscritos

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Saúde

AMRIGS alerta sobre o risco de retorno da poliomielite no Brasil

Por Stephany Foscarini 21/05/2022
Por Stephany Foscarini

Certificado em 1994 pela Organização Mundial da Saúde como livre da poliomielite (também chamada de pólio ou paralisia infantil), o Brasil voltou a ser considerado pela entidade como uma nação em risco de reintrodução da doença. O cenário preocupa a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

Uma das razões para este quadro é a baixa cobertura vacinal. A meta de 95% do público-alvo vacinado, patamar necessário para que a população seja considerada protegida contra a doença, não vem sendo atingida desde 2015.

O presidente da AMRIGS, Gerson Junqueira Jr., lembra que, entre os fatores considerados críticos, está o fenômeno que vem sendo chamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) de “Hesitação da Vacina”, que ocorre quando há a vacina disponível, mas ela não está sendo aplicada ou está sendo aplicada com atraso.

Para enfrentamento são necessárias ações que envolvem os 3 “C”: confiança, complacência e conveniência. O primeiro C está relacionado à confiança na eficácia da vacina e no sistema de saúde que as fornece. O segundo relaciona-se com a pouca percepção de risco do indivíduo em ter possibilidade de entrar em contato com a doença, desta forma, não considera a vacina necessária. E o terceiro C está ligado à conveniência, que leva em consideração a falta e\ou dificuldades de acesso aos serviços de vacinação.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito, que ocorre em cerca de 1% das infecções causadas pelo poliovírus. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principais características a flacidez muscular, com sensibilidade preservada, e a arreflexia no segmento atingido.

Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”.

A baixa vigilância da paralisia flácida é um dos fatores apontados também pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) como um problema. Há parâmetros que precisam ser observados, segundo o médico e membro do Comitê de Infectologia da SPRS, Juarez Cunha, e o Brasil não está conseguindo fazer esse monitoramento. “Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”, explicou.

O pediatra reforça também que é necessário ampliar a vigilância ambiental, que é a técnica de procurar o vírus no esgoto. No Brasil, apenas São Paulo realiza esse procedimento. “Vários países fazem essa vigilância. Israel detectou um caso e, após a vigilância no esgoto, foram localizados outros oito casos”, explica.

O médico salienta ainda uma característica da poliomielite que se assemelha ao que vivemos na pandemia da Covid-19. Por ser em alguns casos assintomática, a pessoa pode estar eliminando inconscientemente o vírus pelas fezes ou secreções eliminadas pela boca. É essencial que as famílias procurem os postos de saúde e vacinem as crianças.

Poliomielite no Brasil e no mundo

O Brasil, a partir de 1988, ampliou a prevenção, vacinando a população. A estratégia de vacinação oral em massa contribuiu para livrar o país do problema em 1989, quando o último caso foi registrado, segundo o Ministério da Saúde. Em 1994, toda a região das Américas foi certificada como livre da circulação do poliovírus.

Atualmente, a poliomielite existe no mundo em três países: Afeganistão, Paquistão e Nigéria. Mais recentemente, casos foram registrados em Israel, chamando atenção por ter ocorrido em um país desenvolvido e com grande estrutura de vigilância em saúde.

Brasil, Bolívia, Equador, Guatemala, Haiti, Paraguai, Suriname e Venezuela são os países das Américas com alto risco de volta da poliomielite, segundo informes divulgados pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
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