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arte

Cultura

Exposição sobre impactos da enchente será tema de encontro cultural em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa CDL promove na próxima quinta-feira, dia 5 de junho, um encontro cultural com visita guiada e conversa aberta sobre a exposição Processos, que aborda os impactos da enchente de 2024 por meio da arte. O evento terá início às 17h, na sede da Casa CDL, em Novo Hamburgo.

A programação inicia com uma visita guiada conduzida pela curadora, a arquiteta e historiadora da arte Nilza Colombo. Às 18h, ocorre uma conversa com os artistas Dione Veiga Vieira, Flávio Dutra e Mariella Horianskï, que discutem suas poéticas, além de temas como as crises climáticas e formas de atuação por meio da arte.

A atividade é gratuita e faz parte da proposta da Casa CDL de promover encontros que integrem cultura, arte e reflexão social.

A exposição

A mostra Processos reúne obras que atravessam diferentes linguagens visuais e trajetórias artísticas. Segundo a curadora Nilza Colombo, a proposta é oferecer uma experiência expositiva que “desperta o corpo e a percepção em contato com o entorno social e ambiental”.

Quem são os artistas

  • Dione Veiga Vieira – Artista porto-alegrense com quatro décadas de trajetória, trabalha com pintura, escultura, fotografia, performance e vídeo, abordando temas relacionados à natureza, ao corpo e à materialidade.
  • Mariella Horianskï – Artista argentina radicada em Porto Alegre, desenvolve uma produção pictórica com foco em ressignificar o olhar sobre o mundo.
  • Flávio Fontana Dutra – Fotógrafo, jornalista e professor, conecta arte e comunicação com uma abordagem crítica da imagem, a partir de sua experiência acadêmica e no jornalismo.

Quem é a curadora

Nilza Colombo é arquiteta, historiadora da arte e professora universitária. Sua atuação curatorial foca nas relações entre arte e espaço, promovendo reflexões a partir da interação dos visitantes com o ambiente social e ambiental.

Serviço

  • O quê: Encontro Cultural com visita guiada e roda de conversa sobre a exposição Processos
  • Quando: 5 de junho (quinta-feira), a partir das 17h
  • Onde: Casa CDL (R. Domingos de Almeida, 718 – Centro, Novo Hamburgo)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 390 Visualizações
Cultura

Projeto de arte nas ruas vira livro com lançamentos na Feevale e na UFRGS nesta semana

Por Jonathan da Silva 26/05/2025
Por Jonathan da Silva

O livro Mesa de Arte na Praça – Práticas de coletividade e ação artística em movimento será lançado nesta semana com eventos em Novo Hamburgo e Porto Alegre. A publicação narra a trajetória do projeto Mesa de Arte na Praça (MAP), idealizado pelo Coletivo A4 Falando em Arte, que desde 2016 promove ações de artes visuais fora dos espaços expositivos tradicionais. O objetivo é inspirar novas iniciativas de democratização do acesso à arte.

O primeiro evento ocorre na terça-feira, 27 de maio, das 19h30min às 21h30min, na Rua Coberta do Campus II da Universidade Feevale (RS 239, 2755 – Novo Hamburgo). Haverá bate-papo com as integrantes do coletivo Ana Hauschild, Simone (Bala) Blauth, Magna Sperb e Andrea Hilgert, com mediação das professoras Lovani Volmer e Caroline Bertani da Silva. A atividade inclui uma intervenção com a exposição em varais de reproduções de obras de arte impressas no formato A3, retomando o formato original do projeto. “A Feevale sediou nossa segunda ação e será muito gratificante retornar para contar toda a trajetória do MAP”, comentou a artista Magna Sperb.

O segundo lançamento acontece na sexta-feira, 30 de maio, das 16h às 18h, no Instituto de Artes da UFRGS (Rua Senhor dos Passos, 248 – Sala 602 – Porto Alegre). O Coletivo A4 Falando em Arte também fará apresentação do projeto, com mediação do doutorando Diego Hasse e da professora Lilian Maus. A intervenção artística será no formato Arte na Caixa, com grandes caixas contendo reproduções de obras circulando entre o público. As duas atividades contarão com a presença da produtora cultural Luana Khodja, responsável pelo planejamento e gestão do MAP desde 2020, e de artistas que participam do projeto.

Publicação reúne registros, depoimentos e memória coletiva

Com 100 páginas, o livro conta com prefácio do historiador e crítico de arte Diego Hasse, textos da jornalista Adriane Costa e depoimentos de artistas, apoiadores e participantes. A obra também apresenta registros fotográficos das ações realizadas pelo MAP. “O livro significa trazer o registro de uma memória coletiva compartilhada. Um movimento que leva arte para rua de maneira acessível e promove o encontro entre artistas e público numa celebração da cultura. Se faz necessária essa publicação para replicar em novas iniciativas”, afirmou a artista Ana Hauschild.

Projeto teve origem em varais de arte e se expandiu para novos formatos

O Mesa de Arte na Praça foi criado em 2016, a partir de uma exposição em varais realizada na Praça do Imigrante, em Novo Hamburgo, com reproduções de obras de arte em tamanho A3. A iniciativa partiu das artistas Ana Hauschild, Bala Blauth, Magna Sperb e, à época, Débora Piva, com a proposta de levar arte a públicos que não frequentam museus ou galerias. “Pensamos em um lugar onde fosse possível olhar, expor e interagir sobre arte”, explicou a artista Bala Blauth. “E desde o início contamos com o apoio de dezenas de artistas, pois a Mesa de Arte na Praça só acontece com a participação de todos”, acrescentou Bala.

Ao longo dos anos, o projeto passou a incluir outros formatos, como o Arte na Caixa, inspirado em capelinhas que circulam por casas com obras em caixas-surpresa, e o Arte no Muro, iniciado em 2021, com reproduções em cartazes lambe-lambe de 1m x 1,5m colados em espaços públicos. Com a pandemia, o projeto também ganhou versão virtual no site mesadeartenapraca.com.br.

Livro é realizado com recursos federais e apoio institucional

O livro é uma realização do projeto Mesa de Arte na Praça e da Imago Produtora, contemplada pelo Programa Retomada Cultural RS, com financiamento da Bolsa Funarte de Apoio às Ações Artísticas Continuadas, da Fundação Nacional de Artes (Funarte) e do Ministério da Cultura do Governo Federal.

O lançamento em Novo Hamburgo tem apoio institucional da Universidade Feevale, do Programa de Educação Tutorial (PET), do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), das Galerias Feevale em Trânsito e do Diretório Acadêmico de Artes. Em Porto Alegre, o evento conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS, do Instituto de Artes, do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais e do Programa de Extensão Histórias e Práticas Artísticas (PEHPA).

Mais informações podem ser acessadas no site mesadeartenapraca.com.br ou nas redes sociais @mesadeartenapraca.

Foto: Marcos Quintana/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2025 0 Comentários 466 Visualizações
Cultura

Feira do Livro de Morro Reuter começa nesta quinta com programação gratuita

Por Jonathan da Silva 21/05/2025
Por Jonathan da Silva

A 32ª Feira do Livro de Morro Reuter começa nesta quinta-feira, 22 de maio, na Praça Municipal José Paulo Sabá Meyrer e no Centro de Cultura, e segue até o domingo, dia 25. Com o tema “Entre palavras e pincéis, a Arte que fala”, o evento homenageia o artista Flávio Scholles, falecido em 2024, e contará com bate-papos, contações de histórias, espetáculos, shows musicais e exposições, além da comercialização de livros e praça de alimentação. Toda a programação é gratuita.

O patrono desta edição é o escritor, dramaturgo, diretor e ator Jonas Piccoli. A abertura oficial ocorre na noite de quinta-feira, às 19h, com o show “All we need is Beatles”, uma releitura dos clássicos dos Beatles apresentada pela Camerata Presto e pela Liverpoa Beatle Band.

Entre os destaques musicais estão o Grupo Voice In, que se apresenta no sábado, às 19h, com releituras de músicas pop a cappella, e a Banda Pandora, que encerra a programação no domingo, às 16h, com sucessos dos anos 1980, 1990 e 2000.

Além das atrações no palco principal e no palco secundário, o evento conta com uma série de atividades paralelas, como a exposição “Pinte o Mundo de Scholles – A arte ganha vida com você”, a Biblioteca Móvel Abelhuda, a mostra de trabalhos escolares e a atividade “Arte na Praça”. A programação inclui ainda o 1º Seminário Flávio Scholles: Origens, que ocorre na sexta-feira no Centro de Cultura.

Realização

A 32ª Feira do Livro de Morro Reuter é uma realização do Ministério da Cultura, Prefeitura Municipal de Morro Reuter e Associação Cultural de Morro Reuter, com patrocínio master de Sicredi Pioneira e Nutrifrango. Conta também com patrocínio de Tacosola Inovação Sustentável, Apta Resinas Termoplásticas | a vinmar company, Herval, Pegada e Corsan, além de apoio de RBT Internet, Sicoob, Cresol, Metalúrgica Reuter, Cativa Consórcios, DLC Móveis e produção da Um Cultural. O projeto é viabilizado com recursos da Lei Rouanet.

Programação

Quinta-feira, 22 de maio
  • 8h – Palco Principal – Bate-papo com Jonas Piccoli
  • 8h30min – Palco Secundário – Contação de histórias com Bárbara Catarina
  • 9h – Palco Principal – Interação com o Sr. Elefante / Elefante Letrado
  • 9h15min – Centro de Cultura – Bate-papo com Marilia Pirillo
  • 9h30min – Palco Principal – Espetáculo teatral “Outros Mundos” – Companhia Teatral 3 em 1
  • 9h45min – Centro de Cultura – Espetáculo cênico-musical “Nesse mundo maluco” – Grupo MÚ
  • 10h – Palco Secundário – Contação de histórias com Bárbara Catarina
  • 10h30min – Palco Principal – Bate-papo com Milena Farias
  • 13h30min – Palco Principal – Bate-papo com Jonas Piccoli
  • 13h30min – Palco Secundário – Contação de histórias com Bárbara Catarina
  • 14h – Palco Principal – Bate-papo com Marilia Pirillo
  • 14h – Palco Secundário – Bate-papo com Milena Farias
  • 14h30min – Palco Principal – Espetáculo teatral “Outros Mundos” – Companhia Teatral 3 em 1
  • 15h30min – Palco Principal – Bate-papo com Marilia Pirillo
  • 15h30min – Palco Secundário – Bate-papo com Jonas Piccoli
  • 19h – Palco Principal – Abertura oficial e show “All we need is Beatles” – Camerata Presto e Liverpoa Beatle Band
Sexta-feira, 23 de maio
  • 8h às 17h – Centro de Cultura – 1º Seminário Flávio Scholles: Origens
  • 8h – Palco Principal – Bate-papo com Ana Thomas Terra
  • 8h – Palco Secundário – Bate-papo com Jonas Piccoli
  • 9h – Palco Secundário – Bate-papo com Gustavo Borges
  • 9h – Palco Secundário – Contação de histórias com Sílvia Graebin
  • 9h30min – Palco Principal – Espetáculo teatral “O cavaleiro e o dragão do tempo” – Grupo UEBA
  • 10h30min – Palco Principal – Bate-papo com Gustavo Borges
  • 13h30min – Palco Principal – Concerto didático Quarteto Voe – Músicos da OSPA
  • 13h30min – Palco Secundário – Contação de histórias com Sílvia Graebin
  • 14h – Palco Principal – Espetáculo teatral “O cavaleiro e o dragão do tempo” – Grupo UEBA
  • 14h – Palco Secundário – Bate-papo com Ana Thomas Terra
  • 15h – Palco Secundário – Bate-papo com Marilia Pirillo
  • 15h15min – Palco Principal – Bate-papo com Gustavo Borges
  • 15h30min – Palco Secundário – Contação de histórias com Sílvia Graebin
  • 16h – Palco Principal – Bate-papo com o patrono Jonas Piccoli
  • 18h30min – Palco Secundário – 6ª Conferência Municipal de Políticas Culturais: “Patrimônio Cultural – identificação, reconhecimento e preservação”
  • 19h30min – Palco Principal – Palestra motivacional “Uma vida sem limites” – Tiago Linck
Sábado, 24 de maio
  • 8h – Palco Secundário – Café com Leitura e abertura da Semana Municipal do Brincar com o patrono Jonas Piccoli
  • 9h15min – Celebrando o Brincar – 1ª estação – “Professores, guardiões do brincar”
  • 9h30min – Palco Principal – Nossos artistas na Feira: Escolas e Ballet Fernanda Selbach
  • 10h30min – Celebrando o Brincar – 2ª estação – “O brincar pulsa no corpo em movimento”
  • 12h45min – Celebrando o Brincar – 3ª estação – “O brincar pulsa no corpo em movimento”
  • 13h30min – Palco Principal – Nossos artistas na Feira: Escolas e Ballet Fernanda Selbach
  • 15h – Palco Principal – Espetáculo teatral “Entrelaços” – Grupo Margaridas em Cena
  • 15h30min – Palco Secundário – Lançamento da Cartografia Lúdica e site georreferenciado do hub Arvoredo Criativo
  • 16h15min – Celebrando o Brincar – 4ª estação – “O brincar pulsa no corpo em movimento”
  • 16h30min – Palco Secundário – Acústico – Juninho com Xiru Gaiteiro
  • 19h – Palco Principal – Show com o Grupo Voice In – A cappella pop
Domingo, 25 de maio
  • 9h15min – Celebrando o Brincar – 5ª estação – “A tradição gaúcha se encontra com a alegria da infância”
  • 9h30min – Palco Principal – CTG Garrão da Serra
  • 10h – Palco Principal – Show Fandangos – Grupo Arte Gaúcha
  • 13h45min – Celebrando o Brincar – 6ª estação – “Brincadeira de mãos: tecendo laços, criando ritmos”
  • 14h – Palco Principal – Grupos de danças urbanas das escolas e espetáculo com Age Movement Companhia de Artes
  • 15h – Celebrando o Brincar – 7ª estação – “Vem brincar com a roda, aqui, ninguém fica de fora”
  • 16h – Palco Principal – Show com a Banda Pandora
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 353 Visualizações
Cultura

Artistas PCDs se apresentam no Festival de Artistas de Rua em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

Artistas com deficiência farão uma apresentação especial na abertura da Varieté do 5º Festival de Artistas de Rua (FAR), que será realizado de 16 a 18 de maio, em Novo Hamburgo. A programação completa do evento inclui atividades gratuitas como espetáculos, oficinas, rodas de conversa e debates, com todas as ações ocorrendo nas ruas da cidade. A participação dos artistas Nubia Quintana, Gabriel Shuck e Billy Anderson, pessoas com deficiência (PCDs), está marcada para o sábado, dia 17.

A multiartista Nubia Quintana, o músico Gabriel Shuck e o b-boy Billy Anderson — com uma apresentação de breaking ligada à cultura Hip Hop — irão compartilhar suas experiências e desafios nos fazeres artísticos.

Festival ocupa as ruas de Novo Hamburgo

O Festival é promovido com recursos do Fundo Municipal de Cultura de Novo Hamburgo e será inteiramente realizado em espaços públicos da cidade. Segundo os organizadores, o retorno às ruas, após uma edição virtual durante a pandemia da Covid-19, reforça o compromisso com o espaço urbano como palco acessível.

Desde sua primeira edição em 2015, o FAR já foi realizado em Porto Alegre, São Leopoldo e Novo Hamburgo. A proposta do evento é valorizar a arte de rua e sua diversidade de expressões, como palhaçaria, performances, Hip Hop, entre outras.

Coletivo FAR coordena o evento

A realização do festival é do Coletivo FAR, que em 2025 é composto pelas artistas Claudia Severo, Dominique Martins e Filipe Farinha, além dos grupos Corpos & Sombras e Acromix Circus.

Acesso gratuito e modelo de contribuição ao chapéu

Todas as atividades do festival são gratuitas e seguem o modelo de contribuição voluntária conhecido como “ao chapéu”. Ao fim de cada apresentação, o público pode contribuir com qualquer valor, ou apenas com aplausos e presença. Também há a opção de apoio por meio de um chapéu virtual, disponível no site oficial do evento, em festivaldeartistas.wixsite.com/aochapeu.

Serviço

  • O quê: 5º Festival de Artistas de Rua
  • Quando: Sexta-feira a domingo (16, 17 e 18 de maio)
  • Onde: Novo Hamburgo (em diversos bairros; confira locais na programação)
  • Quanto: Gratuito (contribuição espontânea ao chapéu)
  • Site: https://festivaldeartistas.wixsite.com/aochapeu
  • Instagram: @festivaldeartistasderua
  • Facebook: facebook.com/artistasderuafestival
Foto: Tony Capellão/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 418 Visualizações
Cultura

Festival de Artistas de Rua movimenta Novo Hamburgo neste fim de semana

Por Jonathan da Silva 13/05/2025
Por Jonathan da Silva

O 5º Festival de Artistas de Rua (FAR) será atração em Novo Hamburgo de sexta-feira, 16 de maio, a domingo, dia 18, com uma programação gratuita que inclui espetáculos de palhaçaria, performances, Hip Hop, oficinas e rodas de conversa. O evento é promovido pelo Coletivo FAR com recursos do Fundo Municipal de Cultura de Novo Hamburgo.

A programação começa na sexta-feira, 16 de maio, às 12h, com um cortejo de abertura saindo da Praça do Imigrante, no Centro. Na sequência, às 15h, ocorre o Semáforo Freestyle, com apresentações de artistas como Tothula, James Azevedo, Vittor Santini, Laura Fernandes, André Mesmo, Vit Viajant, Marcio Fulber, Gustavo Luz, Felipe Mendes e Menin. Às 17h, será realizada uma roda de conversa. Às 19h, a Praça da Juventude, no bairro Santo Afonso, sedia o Encontro/Noite do Hip Hop, com batalhas de breaking, batalhas de MCs e grafitti.

Os participantes das batalhas de breaking incluem Lucas Soares Graminha, Cesar Daniel Pereira de Oliveira, Miguel Giovane dos Santos Pinto, Jonilson da Silva Santos, Caique Machado de Souza, Duda Movimenta Duarte, Renan Lopes, Ravy Noronha e Regis Silva Pereira. Já na batalha de MCs participam Alexsandro Flores dos Santos, Luciano Adronico da Silva Ordai, Delgado Freestyle, Alexandro Nunes, Jackson Franzem da Silva, Conexão Rap, Diego Silva Santos, Cristiano Rosalino da Costa, Nícolas Berni Korndorfer e Maximiliano Schreck dos Santos. O grafitti será feito por Andre Machado da Silva, Rafael Luís Jung e Everton Rotta Cornely.

Oficinas, rodas de conversa e espetáculos

No sábado, 17 de maio, a programação começa às 9h com a Oficina de Capoeira Angola, na Casa da Praça, bairro Boa Vista. Às 14h, haverá uma roda de conversa e, às 17h, será apresentado o espetáculo O Cubo na Roda, do Grupo GomesNinow, de Viamão. Às 19h, ocorre a Varieté, com números artísticos apresentados por Gabriel Schuck, Chiquita di Boas, Circo Nos – Cocodrila, Angelico D’astre, Grillo, Thony Kazuli, Gabriela Caires, Marcio Gaya e Toti. As atividades do dia (exceto a oficina) acontecem no Complexo Cultural Protegidos da Princesa Isabel, no bairro Rondônia.

No domingo, 18 de maio, a programação ocorre na Sociedade Cruzeiro do Sul, bairro Primavera. Às 10h, será realizada a oficina “O palhaço, o teatro e a Rua”. Às 15h, o grupo Biguá, de Guaíba, apresenta o espetáculo Talvez Quase Uma Faxina. Às 17h, o grupo TIA, de Canoas, encena História de circo sem lona. A confraternização do evento acontece às 19h.

Histórias no picadeiro aberto da rua

O espetáculo O Cubo na Roda, do Grupo GomesNinow, combina malabares e comicidade em uma apresentação que busca romper as barreiras entre artistas e público. Com Senhorita Ninow e Mister Gomes, o espetáculo se adapta a qualquer espaço ao ar livre.

Já Talvez Quase Uma Faxina, do grupo Biguá, mostra o cotidiano de uma palhaça chamada Assuntina, que vive entre hábitos automáticos e uma casa desorganizada, priorizando a comida e o descanso.

Em História de circo sem lona, do grupo TIA, quatro palhaços tentam encontrar formas criativas de sobreviver. Inspirado nas reprises tradicionais do circo, o espetáculo mistura personagens como Stripulia, Badanha, Fuzarca e Fadiga para interagir com o público por meio de gagues e improvisos.

Contribuição espontânea ao chapéu

Todas as atividades do festival são gratuitas. Ao final de cada apresentação, será passado o chapéu, permitindo contribuições espontâneas do público. Também é possível colaborar via “chapéu virtual”, acessando o site do festival.

Serviço

  • O quê: 5º Festival de Artistas de Rua
  • Quando: Sexta-feira a domingo (16, 17 e 18 de maio)
  • Onde: Novo Hamburgo (em diversos bairros; confira locais na programação)
  • Quanto: Gratuito (contribuição espontânea ao chapéu)
  • Site: https://festivaldeartistas.wixsite.com/aochapeu
  • Instagram: @festivaldeartistasderua
  • Facebook: facebook.com/artistasderuafestival
Foto: Alex Martins/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2025 0 Comentários 409 Visualizações
Cultura

Documentário dos 20 anos do Festival Sul em Dança é lançado em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 29/04/2025
Por Jonathan da Silva

O documentário que marca os 20 anos do Festival Sul em Dança estreou neste sábado (26) no Teatro Municipal de São Leopoldo, cidade onde o projeto surgiu em 2003. O evento contou com a presença de alunos, professores, profissionais do setor cultural e autoridades locais, como o prefeito Heliomar Franco (PL). A produção retrata a trajetória de duas décadas do evento considerado o maior festival de dança do Rio Grande do Sul e um dos principais do Brasil.

A idealizadora e diretora do festival, Margit Kolling, conduziu a cerimônia de lançamento. “Mostrar como surgiu o projeto e o impacto transformador nas vidas de centenas de pessoas nos incentiva a continuar a sonhar, planejar e executar”, destacou Margit. O documentário apresenta depoimentos de pessoas que participam do festival desde sua criação, como o caso de Natália Peggaz, ex-aluna, atual diretora da escola fundada por Margit e colaboradora da organização. “São momentos maravilhosos, onde o mundo da dança se reúne e nos tornamos uma grande família”, afirmou Natália.

Importância do evento para a cidade

Estiveram presentes na estreia, além do prefeito de São Leopoldo, Heliomar Franco, a primeira-dama e secretária de Assistência Social, Simone Dutra, e a secretária de Cultura e Relações Internacionais, Lionella Goulart. “É um orgulho e uma honra a cidade ter uma embaixadora como a Margit, que leva o nome de São Leopoldo para todos os lugares. Estou aqui, nesta noite tão especial, representando 230 mil pessoas que têm muita honra em ter esta entrega”, ressaltou o prefeito.

A secretária Lionella Goulart também destacou a relevância cultural do projeto. “O filme é lindo e emocionante e conta os mais de 20 anos de história do Sul em Dança originado aqui em São Leopoldo e que, por meio de um edital de financiamento à cultura, foi possível ser viabilizado”, pontuou a titular da pasta cultural.

Produção cultural com apoio público

O documentário foi realizado com recursos da Lei Complementar 195/2022 – Lei Paulo Gustavo. A obra é uma realização do Ministério da Cultura, da Prefeitura de São Leopoldo e da Secretaria Municipal de Cultura e Relações Internacionais. A direção é de Margit Kolling, com produção de Luka Ibarra, da Lucida Desenvolvimento Cultural. A captação audiovisual ficou a cargo da produtora MOOV.art, com direção de Fernando Muniz.

Após a estreia, o filme será disponibilizado no canal do festival no YouTube e exibido em todas as edições futuras do evento. “Fiz questão de fazer a estreia em São Leopoldo porque o festival começou aqui, queria de alguma forma honrar a nossa cidade, mostrando onde o Sul em Dança nasceu e valorizando a dança daqui. Um trabalho que é de São Leopoldo para todo o Rio Grande do Sul e todo o Brasil. É um orgulho imenso poder ter este documentário, esta história contada a partir de São Leopoldo”, afirmou Margit.

O que é o Festival Sul em Dança

Com cerca de 227 mil pessoas impactadas ao longo de sua trajetória, o Festival Sul em Dança já promoveu mais de 10 mil apresentações em aproximadamente 3 mil horas de programação. Desde sua origem como “São Leopoldo em Dança”, o evento passou por diferentes espaços, como a Sociedade Ginástica, o Ginásio Celso Morbach e o Centro de Eventos de São Leopoldo. Em 2016, foi realizado no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo, e desde 2017 ocorre no Teatro FIERGS, em Porto Alegre, onde acontecerá a 21ª edição entre os dias 13 e 18 de maio.

Em 2024, devido à enchente de maio, o festival regular foi cancelado, sendo realizada uma edição especial para os públicos Kids e Teen no Teatro Feevale.

Capacitação e cadeia produtiva da cultura

Antes da exibição do documentário, Margit Kolling ministrou uma palestra sobre a importância da gestão de processos na realização de projetos culturais. “Os sonhos somente são concretizados e continuados com muita persistência e com muito conhecimento sobre gestão de processos e de pessoas”, explicou, destacando sua formação em áreas como Publicidade e Propaganda, economia cultural e gerenciamento de riscos.

A diretora também destacou o papel dos apoiadores e patrocinadores do festival. “Não se trata apenas do recurso financeiro e sim do seu significado: cada apoio representa um investimento direto na realização de sonhos. A partir dele, toda uma cadeia produtiva é movimentada — artistas, técnicos, prestadores de serviço, educadores e diversos profissionais que vivem da cultura têm a oportunidade de atuar e seguir fazendo arte acontecer”, concluiu Margit.

Foto: Alexis Willy/Sul em Dança/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2025 0 Comentários 463 Visualizações
Cultura

Bienal do Mercosul leva exposição ao Pop Center em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 23/04/2025
Por Jonathan da Silva

A 14ª Bienal do Mercosul inaugurou uma nova frente de exposição no Pop Center, centro comercial localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. A mostra, intitulada “As luzes se apagam, mas a festa não termina”, apresenta obras dos artistas Ismael Monticelli e Fátima Rodrigo e pode ser visitada gratuitamente de segunda a sábado, das 9h às 19h, até o dia 1º de junho.

É a primeira vez que o espaço popular de compras recebe uma exposição da Bienal. A iniciativa busca ampliar o acesso à arte em espaços de grande circulação popular, promovendo a inclusão cultural e social por meio da arte contemporânea.

Quem está por trás das obras

Na obra de Ismael Monticelli, imagens são transformadas em luzes de neon dispostas em caixas vazias, ressignificando símbolos do cotidiano e evocando reflexões sobre um tempo de transições e incertezas. Já Fátima Rodrigo apresenta uma instalação que investiga criticamente os princípios e legados do modernismo na América Latina, além de questões relacionadas à identidade de gênero. A artista utiliza mídias mistas e elementos interativos para envolver o público.

A coordenadora do Pop Center, Elaine Deboni, destacou o impacto da ação. “O Pop Center é uma inclusão social e profissional. Por isso, me empenho muito em levar a arte, pois a arte é uma forma de mudar a cabeça das pessoas. A arte é a segunda criação divina. As pessoas que são artistas conseguem transformar a realidade em sonhos”, afirmou a coordenadora.

Segundo Elaine, a presença da Bienal no espaço reforça a importância de inserir a arte no cotidiano das pessoas. “Realmente, a arte não participa do cotidiano de 90% das pessoas, e isso não tem a ver com ter ou não ter dinheiro — isso é educação. Teríamos que levar as crianças para museus, exposições. As escolas também precisam colocar mais isso em pauta. Conheço adultos que têm dinheiro e passam por uma arte e não veem”, complementou a coordenadora do espaço.

Parceria com história

O Pop Center já mantém parcerias com artistas e projetos culturais. O local abriga três residências artísticas e foi reconhecido com o Troféu Açorianos por seu papel na democratização do acesso à arte. “Se quisermos realmente a transformação social e a inclusão profissional das pessoas, temos que olhar para o Pop Center, pois aqui está nascendo um berço de empreendedores, de pessoas com novos sonhos — e também de clientes. É como um diamante que está saindo para fora”, ressaltou Elaine.

O que é o Pop Center

O Centro Popular de Compras de Porto Alegre é resultado de uma parceria público-privada. Inaugurado em fevereiro de 2009, conta com cerca de 600 lojas ativas e 200 disponíveis para locação em uma área de 20 mil m². O objetivo é formalizar e impulsionar o crescimento dos antigos camelôs da cidade.

Serviço

  • O quê: Exposição “As luzes se apagam, mas a festa não termina” – 14ª Bienal do Mercosul
  • Quando: De 27 de março a 1º de junho
  • Onde: Pop Center – Av. Júlio de Castilhos, 235, Centro Histórico, Porto Alegre
  • Quanto: Entrada gratuita
  • Horário: Segunda a sábado, das 9h às 19h
Foto: Thiéle Elissa/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2025 0 Comentários 609 Visualizações
Cultura

Festival de Artistas de Rua de Novo Hamburgo abre inscrições para artistas e oficinas

Por Jonathan da Silva 07/04/2025
Por Jonathan da Silva

A quinta edição do Festival de Artistas de Rua (Far) será realizada nos dias 16, 17 e 18 de maio em Novo Hamburgo. O evento, financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, contará com apresentações artísticas, oficinas, debates e rodas de conversa. Os interessados em participar podem se inscrever até 15 de abril, por meio do Instagram do festival (@festivaldeartistasderua).

Os artistas podem se inscrever para a “Varieté”, com performances de 5 a 10 minutos, e para o “Semáforo Freestyle”, que consiste em apresentações de até 60 segundos em um semáforo central da cidade. O evento selecionará dez artistas para cada categoria.

Além das apresentações, o festival oferecerá duas oficinas gratuitas: “Musicalidade, Instrumentos e Movimentos”, ministrada por Joel Barbosa no Espaço Cultural Casa da Capoeira Angola, e “O palhaço, o teatro e a Rua”, conduzida por Marcelo Militão na Sociedade Cruzeiro do Sul. As inscrições também são feitas pelo Instagram do evento.

Dinâmica do evento

Todas as atividades são gratuitas e seguem o modelo “ao chapéu”, em que o público pode contribuir espontaneamente ao final das apresentações. O festival também mantém um “chapéu virtual”, que recebe doações pelo site festivaldeartistas.wixsite.com/aochapeu.

O que é o Festival

O Festival de Artistas de Rua ocorre desde 2015 e já passou por cidades como Porto Alegre e São Leopoldo. Na edição de 2025, é realizado pelo Coletivo Far, que inclui as artistas Claudia Severo, Dominique Martins e Filipe Farinha, além dos grupos Corpos & Sombras e Acromix Circus.

Programação

Sexta-feira, 16 de maio
  • 12h – Cortejo de abertura (Praça do Imigrante)
  • 15h – Semáforo Freestyle
  • 17h – Roda de conversa: “Políticas públicas para Arte Pública” (Casa das Artes)
  • 19h – Noite do Hip Hop (Praça da Juventude, bairro Santo Afonso)
Sábado, 17 de maio
  • 9h – Oficina “Musicalidade, Instrumentos e Movimentos” (Casa da Praça, bairro Boa Vista)
  • 14h – Roda de conversa: “Arte de passar o chapéu” (Ponto de Cultura Protegidos da Princesa Isabel, bairro Rondônia)
  • 17h – Espetáculo convidado: Grupo Gomes Ninow (Ponto de Cultura Protegidos da Princesa Isabel)
  • 19h – Varieté com dez artistas (Ponto de Cultura Protegidos da Princesa Isabel)
Domingo, 18 de maio
  • 10h – Oficina “O palhaço, o teatro e a Rua” (Sociedade Cruzeiro do Sul, bairro Primavera)
  • 15h – Espetáculo convidado: Grupo Biguá (Sociedade Cruzeiro do Sul)
  • 17h – Espetáculo convidado: Grupo TIA (Sociedade Cruzeiro do Sul)
  • 19h – Confraternização (Sociedade Cruzeiro do Sul)

Serviço

  • O quê: 5º Festival de Artistas de Rua
  • Quando: 16, 17 e 18 de maio de 2025
  • Onde: Novo Hamburgo
  • Realização: Coletivo Far e Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Novo Hamburgo (FunCultura)
  • Quanto: Entrada gratuita (contribuição espontânea no chapéu)
  • Site: festivaldeartistas.wixsite.com/aochapeu
  • Instagram: @festivaldeartistasderua
  • Facebook: facebook.com/artistasderuafestival
Foto: Alex Martins/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2025 0 Comentários 499 Visualizações
Cultura

Exposição em Porto Alegre une joalheria, escultura e artesanato Mbyá Guarani

Por Jonathan da Silva 31/03/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição “Mbyá Guarani, estamos aqui!” será realizada entre os dias 5 e 20 de abril, das 9h às 17h, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre. A mostra apresenta 33 obras resultantes da colaboração entre o escultor e joalheiro Cesar Cony e artesãos da aldeia Tekoá Jataí’ty. As peças combinam materiais como madeira de erva-mate e corticeira, prata, pedras preciosas, ferro e fibras de taquara.

A mostra inclui 17 esculturas de animais esculpidas pelos artesãos da aldeia, entre elas águias, jacarés, tucanos, onças, tamanduás, corujas e capivaras. Cesar Cony aplicou técnicas de joalheria a essas obras, inserindo detalhes em prata, rubi, ametista, topázio azul, turquesa e outros materiais.

Uma das obras de destaque é uma escultura de águia de quase um metro de altura, feita em madeira de erva-mate, com olhos de citrino, bico e crista de latão envernizado e pedras de zircônia no peito. Além disso, a exposição traz uma estrutura de ferro de três metros de comprimento, criada por Cony e tramada com taquara pelo artesão Vherá Xunú (Cornélio Gimenez da Silva), representando uma cobra, símbolo da atenção ao caminho percorrido.

Cony também apresentará uma coleção de 15 joias inspiradas na exposição, incluindo brincos que reproduzem ramos de taquara, material tradicional na produção das cestarias.

Significado cultural e econômico do artesanato Guarani

De acordo com os artesãos, o artesanato Guarani representa uma conexão entre natureza e espiritualidade, carregando simbolismos e tradições ancestrais. “Fora do território da aldeia, o artesanato indígena não é visto por sua potência criativa e espiritual, somente como mero souvenir. Despertar uma nova percepção sobre a cultura dos povos indígenas é o objetivo deste projeto construído ao longo de um ano”, afirmou o escultor e joalheiro Cesar Cony.

O artesão Vherá Guyra (Jaime Valdir da Silva) destacou a importância da representação animal na cultura Guarani. “Os animais têm um papel protetor em nossas vidas, uma conexão espiritual e simbólica, como ensinado por nossos antepassados. A representação dos bichos em madeira é um meio de preservação e de manter essa relação”, explicou Vherá Guyra.

A exposição também busca impulsionar a geração de renda para a comunidade indígena. Cinquenta por cento do valor arrecadado com a venda das obras será destinado aos artesãos participantes. Nos finais de semana, haverá um espaço para comercialização de outras peças em madeira, cestarias, colares e pulseiras feitas pelas mulheres da aldeia.

Acessibilidade e itinerância

Para garantir acessibilidade, cada obra terá QR-Codes com audiodescrição para PcDs (pessoas com deficiência). Visitas orientadas e táteis devem ser agendadas com a empresa Mil Palavras, especializada em acessibilidade. A exposição também estará aberta à visitação de escolas.

Após a temporada em Porto Alegre, a mostra será exibida entre 24 de abril e 18 de maio no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho, em Caxias do Sul.

Serviço

  • O quê: Exposição “Mbyá Guarani – estamos aqui!”
  • Quando: 5 a 20 de abril, das 9h às 17h
  • Onde: Parque Farroupilha, junto ao Monumento ao Expedicionário, em Porto Alegre
  • Quanto: Entrada gratuita
  • Abertura oficial: 5 de abril, às 10h, com apresentação do coral de crianças da aldeia Tekoá Jataí’ty
  • Dia dos Povos Indígenas: 19 de abril, às 10h, roda de conversa com lideranças indígenas Guarani da região metropolitana

Visitas escolares e visitas táteis devem ser agendadas previamente pelos e-mails indicados no material de divulgação.

Foto: Egídio Pandolfo/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2025 0 Comentários 443 Visualizações
Cultura

Exposição de Régis Bondan marca quarta edição do projeto Arte na Casa, da CDL-NH

Por Jonathan da Silva 24/02/2025
Por Jonathan da Silva

Uma exposição do artista Régis Bondan foi realizada na noite de quinta-feira (20) na Casa CDL, em Novo Hamburgo, dentro da programação da quarta edição do projeto Arte na Casa – Verão CDL, da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH). O evento também contou com o Jazzenhando, iniciativa interativa em que os visitantes são convidados a desenhar enquanto apreciam as obras.

O diretor de Cultura da CDL-NH, Rodrigo Duarte, destacou a importância da presença do artista no evento. “É uma honra trazer o Régis Bondan para este espaço, e ficamos muito felizes com a adesão do público ao projeto. Todos têm contribuído com suas artes, e isso fortalece ainda mais nossa proposta”, afirmou Duarte.

O artista Régis Bondan, que também é um dos fundadores do Jazzenhando, agradeceu ao público e à equipe envolvida na montagem da exposição. “O Jazzenhando é um projeto maravilhoso, mas a verdade é que ele é feito por todos vocês que participam. Eu só tenho a agradecer”, ressaltou Bondan.

Programação das próximas exposições

  • Dafne Murussi – 27 de fevereiro
  • Adriano Moresco – 6 de março
  • Luli Ávila – 13 de março

A Casa CDL segue promovendo eventos voltados à arte e criatividade, funcionando como um ponto de encontro para artistas e a comunidade de Novo Hamburgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2025 0 Comentários 435 Visualizações
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