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arquitetura

Variedades

Arquitetos de Gramado projetam revitalização de cidade turística do RJ

Por Ester Ellwanger 18/10/2021
Por Ester Ellwanger

A cidade serrana de Miguel Pereira, no Rio de Janeiro, passa por uma revitalização completa com objetivo de se tornar um dos principais atrativos turísticos do país.O ousado projeto do prefeito André Português, é ancorado no trabalho dos arquitetos gramadenses Edenaur Goularte Júnior e Diogo Pedrassani, diretores do tradicional escritório de arquitetura de Gramado, Goularte & Pedrassani.

O escritório completou em 2021 dez anos de atuação e projetos marcantes para a Serra Gaúcha como o parque Olivas, Complexo Vita Boulevard e grandes hotéis como o Laghetho Stilo Borges, entre outros.

O contrato entre a prefeitura fluminense e o escritório gaúcho foi formalizado em 2019. Entre os projetos desenvolvidos e colocados em prática estão: uma Rua Coberta (será inaugurada neste Natal); paisagismo das ruas centrais; ponte turística sobre o lago da cidade; paradas de ônibus; revitalização das fachadas em 1 km da área central (a prefeitura vai isentar IPTU por 5 anos para os empresários que colocarem o projeto em prática); Feira do Agricultor e Feira do Artesanato;

Os arquitetos gaúchos criaram uma linguagem para a cidade, usando sua expertise dos projetos em Gramado e na Serra Gaúcha, com conceitos e referências que a tornem atrativa para o turismo como sinalização, postes de iluminação, detalhes em pedra, madeiras e telhas de barro, por exemplo.

“Através de indicações o prefeito de Miguel Pereira, André Português nos contatou pela nossa experiência em projetos para o Turismo. Chegou ao nosso escritório principalmente em função de projetos que desenvolvemos como hotéis, complexos turísticos e parques. Ele nos convidou para ir até Miguel Pereira conhecer a cidade e nos passar quais os objetivos. Em nossa ida, fechamos esta parceria e desde então temos trabalhado muito para a revitalização completa da cidade”, explica o arquiteto Edenaur Goulart.

Ao mesmo tempo, foram criados projetos destaque para as duas feiras, Rua Coberta, a ponte turística no lago e as fachadas das áreas centrais.O investimento da prefeitura de Miguel Pereira é no formato público-privado. O prefeito da cidade do RJ, André Português, é grande entusiasta do destino turístico Serra Gaúcha e de Gramado.

“A Rua Coberta já está em fase bem adiantada. Será um mall de lojas, restaurantes, áreas de convivência ao ar livre e coberta e cinema para 300 pessoas. Já foi inaugurado o Espaço do Agricultor, o Espaço do Artesão também está em obras e após, será feita a revitalização de 1km da área do Centro englobando 150 fachadas, todo mobiliário urbano, além de calçadas, paradas de ônibus, ponte turística, lago e sinalização turística”, explica Diogo Pedrassani.

“A cidade tem uma linguagem própria e elementos bem fortes e marcantes como as pedras, telhas de barros, pegamos esta identidade e criamos o conceito de revitalização. O desafio é grande pela distância, pelo plano grande de revitalização mas o resultado está nos deixando muito felizes”, conta Diogo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

18/10/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Lagoon Marina Club conduz o morador a um mundo à parte

Por Ester Ellwanger 25/08/2021
Por Ester Ellwanger

Com a proposta de ter a natureza praticamente dentro de casa e o luxo de possuir marina particular, balneável e navegável, com atracadouro para barcos, ligada a uma rede hídrica de lagoas, com percurso até a praia de Torres, nasce o Lagoon Marina Club, à beira da Lagoa do Peixoto, na Costa Verde, em Osório. O empreendimento, que tem à frente a incorporada RK Urbanismo, dos sócios Rogério da Rosa Ferreira e Rafael Panassolo, foi idealizado a partir das demandas de bem-estar que os tempos atuais pedem, possibilitando, desta forma, que os futuros moradores tenham contato direto com as belezas naturais deste pequeno paraíso particular.

O Lagoon Marina Club fica bem próximo ao litoral norte do RS e à BR-101, tendo a beleza do Morro da Borússia de um lado e a tranquilidade e ampla vista da lagoa de outro, contando com o verde e a água como protagonistas de um cenário paradisíaco. A completa infraestrutura de lazer do empreendimento ficará concentrada na entrada, sem interferência na parte residencial. Possuirá segurança 24 horas e circulação organizada, com acesso separado para moradores e visitantes. Projetado com espaços para diversos tipos de eventos, esportes e diversão para todas as idades, o condomínio fechado terá ainda um Clubhouse na beira da marina, que deixará o local ainda mais atraente e aprazível.

São 85 terrenos de 481m² a 1.179 m², com opções de lotes à beira da Lagoa ou próximos à marina. Além de outra novidade que será lançada em breve: os lofts, com cerca de 122m². Contarão com 1 suíte, cozinha integrada, duas ou 3 vagas de garagem cobertas, deck privativo para marina, espera para banheira de imersão, e possibilidade de contratação de projeto de interiores com os arquitetos do Lagoon Marina Club, Silvio Ferrari e Renata Marques. O empreendimento, que tem a gestão de lançamento a cargo da 2day Consultoria, deverá ser entregue em 2023.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2021 0 Comentários 781 Visualizações
Variedades

Casacor RS 2021 inicia venda de ingressos antecipados

Por Ester Ellwanger 25/08/2021
Por Ester Ellwanger

O público de Casacor RS já pode adquirir os ingressos para a maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo da América Latina, que acontece de 24 de setembro a 07 de novembro, no antigo Hospital da Criança Santo Antônio (Avenida Ceará, 1.549), no 4º Distrito.
A compra antecipada deve ser feita na bilheteria digital no site da Casacor, e dá direito a descontos até a abertura. Quem comprar o bilhete de 25/08 a 02/09, garante 20%; de 03/09 a 10/09,15% e de 11/09 a 22/09, 10% de desconto. Cada CPF pode adquirir até dez ingressos. Já para grupos maiores, o evento disponibiliza um cupom de desconto que deve ser solicitado através do e-mail comercial@casacor-rs.com.br.

“A exemplo do sucesso das mostras realizadas em 2021 no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, ampliamos o horário de funcionamento durante a semana para atender a demanda e receber o público com toda segurança necessária”,

A visitação vai funcionar com agendamento de horário, entrada do público de meia e meia hora e de acordo com as normas vigentes no Estado. “A exemplo do sucesso das mostras realizadas em 2021 no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, ampliamos o horário de funcionamento durante a semana para atender a demanda e receber o público com toda segurança necessária”, ressalta a diretora da Casacor RS, Karina Capaverde.

A Casacor

Neste ano, o elenco formado por 50 profissionais, reunindo nomes já consagrados e novos talentos do mercado, irá apresentar as principais tendências do segmento em 35 ambientes internos e externos divididos em uma área total de 6.000m2.
Além de ambientes amplos com pé direito duplo e integrados como lofts e apartamentos inteiros, a mostra terá restaurante, café, vinoteca e duas lojas com artigos para casa. Uma delas, a Loja Casa Original, terá produtos de artesanato e design assinados por artesãos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais, já a outra proposta é a Galeria da Luka.Art, com quadros fotográficos em fineart de artistas nacionais e internacionais

Serviço

O quê: Casacor RS 2021
Quando: 24/09 a 07/11, de terça a sexta-feira, das 13h às 20h30, sábado, das 12h às 20h30 e domingo, das 12h às 20h.

Onde: Avenida Ceará, 1.549, São João, Porto Alegre (prédio do antigo Hospital a Criança Santo Antônio)
Quanto: R$ 65,00 (de terça a sexta), R$ 70,00 (Sábado, domingo e feriados). Ingressos antecipados em casacor.com.br.

Foto: Luciano Mota/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2021 0 Comentários 739 Visualizações
Variedades

Empresa gaúcha ganha concurso para a construção de um complexo hospitalar em MG

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

O Estúdio Origem – Arquitetura e Urbanismo, empresa de Porto Alegre que tem como sócio-diretor Nikola Carevic, professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Feevale, ganhou um concurso da Fundação São Francisco Xavier em Belo Horizonte (MG), que prevê a construção de um hospital de grande porte e alta complexidade. Especializada em projetos de arquitetura hospitalar, a empresa está na fase de elaboração do projeto para o hospital da Fundação, que é uma entidade beneficente de assistência social.

Para o professor Carevic, que é doutor em Programa de Projetos Arquitetônicos pela Universidade Politécnica da Catalunha (Espanha), essas experiências profissionais, de participação em um processo interdisciplinar de criação e execução, são importantes não só para ele, mas para os estudantes também. “Ser parte desse processo é fundamental, pois é possível estabelecer metodologias novas e contemporâneas para os nossos alunos, possibilitando a eles experiências práticas e estudos de ponta”, afirma.

O professor lembra que hoje, mais do nunca, o mercado exige uma formação interdisciplinar, onde assuntos de engenharia, sociologia e questões de sustentabilidade, por exemplo, são relacionados com a forma arquitetônica. “Não tem melhor lugar para a prática e o exercício das regras teóricas que um projeto e obra de um grande hospital. É preciso entender e criar as tendências contemporâneas diante das novas normas e tecnologias, junto com os selos da sustentabilidade de novos standards das práticas de arquitetura do século XXI”, explica, acrescentando que esse repasse aos estudantes deixa o curso de Arquitetura e Urbanismo mais atualizado e interdisciplinar.

Sobre o concurso

O concurso tem como objeto o projeto e a construção de um complexo hospitalar de 50 mil metros quadrados na zona da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), e a restauração da antiga sede da Usiminas, criando um hospital no prédio existente – Bloco A, de 30 mil metros quadrados –, junto com a criação de um Bloco B ao lado, de 20 mil metros quadrados. Trata-se de um complexo hospitalar de ponta, com 300 leitos, 20 salas cirúrgicas, pronto atendimento, urgências, ambulatórios, centro de oncologia e 60 Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs).

Seis grandes escritórios de arquitetura hospitalar do país participaram do concurso. Venceu o Estúdio Origem, de Porto Alegre, juntamente com a paulista Vasserman Engenharia, especializada no gerenciamento de projetos hospitalares. Com isso, a empresa gaúcha fica com a autoria e a responsabilidade por todo o projeto arquitetônico do novo complexo, incluindo a documentação posterior, o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) e a Certidão de Acervo Técnico (CAT).

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 508 Visualizações
Business

Criatividade é força do arquiteto para dobrar o algoritmo

Por Gabrielle Pacheco 22/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio ao que muitos vêm chamando de uma nova revolução no mundo do trabalho, arquitetos e urbanistas têm em mãos condições de “dobrar” o algoritmo imposto pelo trabalho digital. Compartimentando o conhecimento dos profissionais e valendo-se meramente das questões técnicas que envolvem o trabalho, essas sentenças matemáticas mecanizam atribuições e precarizam a atividade na medida em que impõem condições pré-estabelecidas ao profissional. Em resumo, é um sistema em que o trabalhador só tem valor e/ou remuneração quando está a postos para entregar o que o mercado quer, quando ele quer por meio das ferramentas que ele impõe.

Por meio da criatividade que envolve o fazer da arquitetura, a economista do Dieese Lúcia Garcia, acredita ser possível superar os desafios dessa transformação que ganhou força com a pandemia de Covid-19 e atingiu a todos, até aqueles que acreditam estar imunes à ela. “O algoritmo não alcança a criatividade. O que está em campo é um trabalho que não é passível de ser reproduzido”, admitiu ela durante live do Fórum Saergs no Mundo do Trabalho, realizada nesta terça-feira (20). “O átomo do trabalho digital é o trabalho subordinado ao algoritmo, uma sentença matemática que contém a descrição do trabalho e das atividades. Opções binárias para reproduzir o trabalho por conta de simplificação. O algoritmo rouba a inteligência do trabalhador”, sacramentou.

Cética quanto à capacidade de reação frente à força do capital, ela indica que a união da categoria é vital para a sobrevivência do movimento sindical e dos próprios trabalhadores em um país doutrinado para ter um trabalho básico, empregados subordinados e entregar suas riquezas naturais. O processo, explicou ela, está alicerçado na transformação de um tempo em que as carreiras contavam com uma certa previsibilidade, se tinha direito a adoecer, de perder o emprego e ter um seguro, de se aposentar e de dispor de relações democráticas no debate sobre as condições de atuação e remuneração.

Com o trabalho digital, a tecnologia torna-se fundamental, uma lógica que não tem essa previsibilidade porque está ligada a uma demanda instável. “O ter emprego e ter remuneração está mais associado ao responder no momento e ser remunerado pelo resultado. Antigamente, se pagava pelo tempo de esforço, pelo tempo do cafezinho e do descanso. Nessa nova realidade, o trabalho está colado na instabilidade na demanda”.

A economista frisou que, apesar de um “governo cambaleante”, o Brasil conseguiu frear o avanço dessa precarização por alguns anos. “O Brasil perdeu em cinco anos os direitos que outras nações levaram 25. Agora, as pessoas acham que vai passar, que lavou tá novo, que fizeram uma burrada, mas que vamos voltar atrás. Mas não vão”. Com a velocidade que os direitos vêm sendo perdidos, alertou Lúcia, em breve, o sistema previdenciário nacional deve ruir, ação estimulada pela própria desnutrição do mercado de trabalho nacional, fonte base de alimentação dos fundos que sustentam a aposentadoria.

Contundente, ela defende a união dos profissionais para encontrar uma realidade alternativa. “Vamos ter que pensar em uma nova sociedade com outros direitos”. Uma das opções, analisou a economista, é a chamada cooperativa de plataforma, um modelo alternativo à uberização onde os profissionais detenham em mãos o poder de negociação de seu trabalho. Um caminho, indicou ela, é incentivar o diálogo incluindo o movimento estudantil. “A juventude tem que entender o que está passando. Eles são nossos líderes. A tarefa não é fácil. A mudança é pouco percebida. Se você não tem uma luneta boa, vai levar uma ‘bochada’ logo em seguida”, ironizou.

O impacto do trabalho digital também vem sendo assunto dentro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do RS (CAU/RS) desde o início da pandemia. Segundo o conselheiro Oritz Campos, a constatação, baseada em contatos recebidos de colegas, é que essa precarização já era realidade antes mesmo da chegada do coronavírus. “Muitos já estavam trabalhando em casa e usando o home office em função da precarização do trabalho”, citou durante o debate. O que ocorreu, alerta ele, foi que os contratos desapareceram, minguando o trabalho para arquitetos e urbanistas.

Apesar de as relações de trabalho serem parte das atuação dos sindicatos de Arquitetos e Urbanistas, Campos informou que o CAU dedica-se a garantir as atribuições em todas as esferas de atuação. Uma das ações nesse sentido é o plano de interiorização dos serviços do CAU que dialoga com as prefeituras municipais. Santa Maria e Pelotas já têm serviço instalado e, em breve, Caxias do Sul e Passo Fundo também terão. Campos ainda aproveitou a oportunidade para reforçar a pluralidade de atribuições exclusivas de arquitetos e urbanistas e traçou um paralelo sobre as linhas de ação das entidades que compõem o CEAU.

Conduzindo um debate que inovou nos conceitos e garantiu um fervilhar de ideias, a diretora do Saergs e mediadora da live, Denise Simões, conclamou os colegas e pensarem a Arquitetura e o Urbanismo como direito. “A gente não pode se afastar de compreender o momento que estamos. Precisamos fazer parte desse movimento, sermos protagonistas. Se é uma nova sociedade que está sendo construída, arquitetos e urbanistas precisam fazer parte disso”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/10/2020 0 Comentários 739 Visualizações
Variedades

Tramontina lança desafio para estudantes da Universidade Feevale

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Tramontina lançou, em parceria com a Universidade Feevale, um desafio para estudantes matriculados nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da Instituição. Para participarem do Desafio Tramontina e concorrerem a uma premiação, os alunos deverão apresentar um projeto de cozinha que contemple produtos da empresa.

Conforme Jocinei Kurmann, analista de vendas da Tramontina, a empresa quer acompanhar os acadêmicos na busca da profissionalização e reconhece a importância dos profissionais dessas áreas, principalmente no desenvolvimento de soluções em seus projetos. “A nossa intenção é contribuir com o conhecimento dos estudantes, apresentando uma variedade de produtos que aliam beleza, tecnologia e funcionalidade, agregando muito aos projetos de cozinha”, afirma.

O professor Eduardo Reuter Schneck considera esse desafio muito importante, pois permite que os acadêmicos da Instituição experimentem a realidade do mercado, através do conhecimento aprofundado dos diferentes produtos que irão especificar. “A proposta também os desafia a aplicar, de forma criativa, esse catálogo de produtos da Tramontina”, destaca.

Como participar

A inscrição ocorre de forma automática, após o estudante participar de um workshop Tramontina, onde são apresentadas diversas soluções e produtos que a empresa oferece, além de dicas que contribuirão para o desenvolvimento do projeto e esclarecimento de dúvidas. O primeiro workshop acontecerá às 9h30min da próxima terça-feira, dia 25.  As demais datas serão divulgadas posteriormente, no Instagram dos cursos de Arquitetura e Urbanismo (@arquiteturafeevale) e Design de Interiores (@designdeinterioresfeevale).

Os candidatos terão que enviar para a Tramontina, até as 23h59min do dia 1º de dezembro, um projeto de cozinha que contemple produtos da empresa. A apresentação deverá ser feita através de plantas baixas, vistas (elevações) e perspectivas (imagens 3D), em até cinco pranchas no formato A3. As pranchas deverão ser devidamente identificadas com selo, contendo nome do estudante, curso, disciplina e professor responsável.

A Tramontina sugere que seja utilizada a escala 1:20 ou menor, devendo sempre serem respeitadas as normas técnicas de desenho. Também deve constar uma breve apresentação do projeto (briefing, cliente, conceito etc.), preferencialmente através de síntese gráfica, bem como a listagem completa dos equipamentos Tramontina especificados.

Avaliação

A escolha dos melhores projetos será feita por uma comissão julgadora formada por representantes da empresa. Serão analisados alguns aspectos, como o amplo uso de produtos Tramontina. Itens como coifas, fornos, micro-ondas, cooktops, lixeiras, cubas, misturadores e torneiras, calhas-úmidas, dosador de sabão, tanques e acessórios para pias e cubas, por exemplo, deverão ser da marca Tramontina.

Não é obrigatória a utilização de mais itens da Tramontina, como panelas, móveis, eletroportáteis e objetos para ambientação, mas o uso será bem visto. Também deverá ser explorada a versatilidade dos produtos e verificado o posicionamento correto dos produtos no projeto, visando questões de segurança e ergonomia ao usuário. Ainda serão observados aspectos como originalidade e aplicação de novas tendências, criatividade, aproveitamento de espaços, funcionalidade, ergonomia, estética e correta representação técnica dos elementos.

Premiação

São permitidos projetos elaborados em grupo, desde que todos os integrantes tenham participado do workshop Tramontina. Entretanto, a premiação é única ao projeto, ficando a cargo do grupo a decisão de como será aproveitada.

O melhor projeto do curso de Arquitetura e Urbanismo e o melhor do curso de Design de Interiores receberão da Tramontina, como premiação, um Cooktop Portátil Slim Touch EI 30. A divulgação dos vencedores ocorrerá em até 10 dias após a data final de entrega dos projetos. O prêmio será entregue em até 20 dias após a divulgação dos vencedores.

Mais informações podem ser obtidas no Centro de Arquitetura e Urbanismo da Feevale, pelo e-mail cau@feevale.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 655 Visualizações
Variedades

Arquiteta do Studio MK27 ministrará aula inaugural na Universidade Feevale

Por Gabrielle Pacheco 14/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A arquiteta Diana Radomysler, do Studio MK27, de São Paulo, será a ministrante da aula inaugural dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da Universidade Feevale. A atividade acontecerá no dia 20 de agosto, às 19h30min, no formato virtual. A aula, intitulada Deus está nos detalhes, é aberta à comunidade, no entanto, as vagas são limitadas. Informações podem ser obtidas pelo e-mail arquitetura@feevale.br.

Diana, que é formada em Arquitetura pela FAU-Mackenzie, faz parte da equipe do Studio MK27 desde 1994, sendo diretora do departamento de Design e Interiores. O Studio foi fundado no final dos anos 70 pelo arquiteto Marcio Kogan. Ele é membro honorário do American Institute of Architects (AIA), professor da Escola da Cidade e da instituição Politecnico di Milano. Considerado pela revista Época uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil, integrou a lista “The Wallpaper 150 Famous for 15 Years” e a “Hot List”, da Dezeen.

Desde 2001, quando começou um sistema de cocriação e trabalho cooperativo, o Studio MK27 já ganhou mais de 250 prêmios nacionais e internacionais, tais como: IAB, Bienal de Arquitetura de São Paulo, WAF, Architectural Review, Dedalo Minosse, Record House, Leaf, D&AD, Spark, Barbara Cappochin, Iconic, AZ, Bienal Iberoamericana, Bienal de Arquitetura de Buenos Aires, Wallpaper Design Award e Prix Versailles.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2020 0 Comentários 551 Visualizações
Variedades

Empreendedores debatem urbanismo e tendências pós-pandemia

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Como o urbanismo, arquitetura e arte podem influenciar a vida das pessoas? O questionamento permeou a conversa desenvolvida na live realizada pela Domus Urbanismo, nesta terça-feira, 21. CEO da incorporadora, Carlos Gerdau Johannpeter, conversou com o fundador do Cidade Matarazzo, Alexandre Allard, projeto localizado no coração de São Paulo, que combina hospitalidade, varejo, gastronomia, cultura e entretenimento.

Direto da França, o empresário afirmou que escolheu a capital paulista pela diversidade. “A beleza do Brasil tem muito dessa mistura, de gente, de biodiversidade, que não encontramos em nenhum outro lugar do mundo. Costumo dizer que a riqueza mais importante é a humana, o que temos para compartilhar com os outros. A felicidade brasileira é uma lição de vida”, sustentou.

O empreendedor explica que o modelo econômico do Cidade Matarazzo não está condicionado em vender metros quadrados. “Nosso empenho é vender metros cúbicos de vida”, destacou Alexandre Allard, que também foi responsável por projetos de renovação e restauro de edifícios antigos, como o Royal Monceau e o Hotel Particulier de Pourtalès, ambos em Paris.

A premissa vai ao encontro do projeto desenvolvido pela Domus Urbanismo, que acaba de lançar Casas-Conceito no Prado, primeiro Bairro-Cidade do RS. “A crise que estamos vivendo traz a oportunidade de mudarmos nossa forma de viver, trabalhar, interagir, direcionando a cidade muito mais para as pessoas e para o convívio”, disse Johannpeter, ao ressaltar que o empreendimento é inspirado no estilo de vida e na arquitetura do Sul da América do Sul.

Inspiradas no Novo Urbanismo, as casas estão inseridas em um contexto que permite morar, trabalhar, estudar e se divertir em um mesmo lugar. Localizados a 15 minutos do Aeroporto Internacional Salgado Filho, junto à rótula da GM, os oito projetos únicos e de alto padrão, desenvolvidos por cinco renomados escritórios de arquitetura, trazem a ideia da liberdade, da vida próxima da natureza e contam com home office. “É um ambiente que nos inspira a buscar sermos o melhor de nós mesmos”, concluiu Carlos Gerdau Johannpeter.

Instituição de ensino

O primeiro Colégio Sinodal da região Metropolitana estará localizado no Prado. Referência em educação, a unidade terá capacidade para atender 1.500 estudantes com idades a partir dos três meses até o final do Ensino Médio (berçário, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio). A unidade já está em construção, com início das aulas previsto para fevereiro de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2020 0 Comentários 682 Visualizações
Variedades

Estudantes elaboram propostas inovadoras para habitações sociais

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Acadêmicos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Feevale foram desafiados a encontrarem soluções originais e inovadoras para a construção de moradias econômicas para a população. Na disciplina de Projeto Arquitetônico VII, os estudantes criaram 20 propostas de empreendimentos imobiliários neste semestre.

Orientada pelos professores Eduardo Schneck e Juliana Cruz, a turma foi estimulada a propor projetos para o déficit habitacional que há no país, com foco na sustentabilidade, em casas elaboradas a partir de soluções econômicas, sociais e ambientalmente viáveis. Para a elaboração dos trabalhos, os estudantes consideraram, especialmente, a alta demanda por projetos de habitação social, as dificuldades enfrentadas pelos municípios para empreender soluções e a busca por iniciativas inovadoras.

“A partir dessa análise, surgiram as Unidades Habitacionais de Interesse Social (UHIS), pensadas em diferentes tipos e para atendimento de demandas específicas, promovendo moradias dignas que atendam ao direito de todos ao acesso à cidade”, explica Schneck. “Elas são adaptáveis a qualquer situação de Regularização Fundiária Urbana de Cunho Social (ReurbS), podendo ser construídas em qualquer terreno, respeitando a cultura local e a forma de ocupação dos espaços pelas comunidades que residem em assentamentos precários”, complementa.

As habitações foram criadas a partir de problemas reais e seus projetos arquitetônicos difundidos de acordo com o local, tamanho, possibilidades e número de moradores. Os modelos criados são: Casa embrião (permite ampliação da casa empregando identidade à moradia); Kit autoconstrução (autoconstrução assistida); Radicalmente sustentável (autonomia da moradia e atende às necessidades mínimas de sobrevivência da família abrigada); Multimodular (diferentes configurações para construção de edificações multifamiliares); Kit centro (unidades habitacionais mínimas que ocupam espaços centrais da cidade de forma disseminada); Kit morador de rua (unidades habitacionais mínimas, especialmente pensadas para moradores de rua); Adaptável a situações de alagamento (moradias que se adaptem a situações de alagamento e inundação); Adaptável a situações de relevo acentuado (moradia para locais com relevo acentuado, segurança aos moradores com mitigação de riscos para o local).

Segundo a professora Juliana, as propostas apresentaram alto grau de desenvolvimento. “Elas chegaram à etapa de projeto executivo e detalhamento completo, em que vieram à tona soluções originais e inovadoras para solução de um problema tão grande quanto complexo, que é a falta de moradias dignas no país”, enfatiza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 548 Visualizações
feevale
Variedades

Feevale Live aborda assuntos relacionados à Gastronomia e Arquitetura e Urbanismo

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o intuito de oferecer conhecimento a acadêmicos e pessoas da comunidade que estão em isolamento social, devido à pandemia do coronavírus, o Feevale Live desta semana abordará temas relacionados às áreas de Gastronomia e Arquitetura e Urbanismo. O bate-papo on-line, que ocorre em formato de live (vídeo ao vivo), é apresentado por professores e acadêmicos da Universidade Feevale e, também, convidados.

A programação acontece duas vezes por semana, no canal do YouTube da Feevale, com duração máxima de uma hora. Interessados em acompanhar devem acessar o site. Confira abaixo os assuntos que serão debatidos nesta semana.

7 de julho, às 14h – Delícias em vidro e geleias caseiras, com as professoras Simone Weschenfelder, do curso de Nutrição, e Alexandra Marcella Zottis, do curso de Turismo; Juliana Ferro, tecnóloga em Gastronomia; e Deise de Oliveira Barbiani, acadêmica do curso de Gastronomia.

9 de julho, às 14h – O ensino de arquitetura no cenário da pandemia e como ficará pós-pandemia, com os docentes do curso de Arquitetura e Urbanismo, Alexandre Bento, Luciana Néri Martins, Carlos Goldman e Alan Einsfeldt; e, como professor convidado, Rodrigo Troyano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 450 Visualizações
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