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Animais

Variedades

Campanhas para evitar o abandono de animais ganharão o Estado

Por Gabrielle Pacheco 02/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Fim de ano nas estradas é sinônimo de férias, festas e descanso, mas, também, de abandono de animais. É comum ver as portas dos carros serem abertas para deixar o pet no acostamento, e os motivos apontados são inúmeros: a família não tem com quem deixar o bichinho, ele cresceu mais do que imaginavam ou não conseguem arcar com os gastos envolvidos. Não importa o motivo: abandonar animais é crime previsto em lei, com reclusão. “Somente com a guarda responsável é possível evitar esse ato que, além de criminoso, é muito cruel”, destaca Lisandra Dornelles, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS).

“Somente com a guarda responsável é possível evitar esse ato que, além de criminoso, é muito cruel.”

As campanhas “Dezembro Verde – Não me deixe pra trás agora” e “Guarda Responsável – Eu sou uma vida” chegarão até à sociedade em uma ação orientativa com o patrocínio da Supra e apoio do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado do Rio Grande do Sul (Sulpetro). No dia 19 de dezembro, em postos de gasolina espalhados por diversos municípios gaúchos, o flyer com as principais dicas elaboradas por médicos veterinários e zootecnistas para tomar uma decisão responsável de levar um bichinho será distribuído à população.

As campanhas são complementares e abordam deveres e responsabilidades que o tutor deve ter com o animal, incluindo alimentação, cuidados com a saúde, lazer, higiene e assistência veterinária, entre outros. Ao decidir por ter um bichinho de estimação, é preciso ter em mente quem poderá cuidar dele em períodos de ausência, como férias e viagens. Também devem ser apontadas as despesas que um novo membro da família trará. Um animal, de acordo com a espécie, pode viver de 2 a 80 anos e, conforme envelhece, tende a desenvolver doenças cujo o tratamento, às vezes, requer altos custos.

É fundamental oferecer comida de qualidade, água fresca e abrigo. Vacinação, castração, higiene e combate a parasitas são essenciais, especialmente para cães e gatos. E, tudo isso, sem esquecer que é preciso dedicar tempo proporcional às necessidades da espécie, e que amor e carinho garantem o bom desenvolvimento dos bichinhos. Estar ciente das necessidades físicas, hábitos, temperamento e porte da espécie facilita na escolha de um pet que combine com o estilo de vida da família.

Cães e gatos que vivem nas ruas ficam sujeitos a desenvolver uma série de doenças em função da desnutrição e do próprio ambiente. Também estão vulneráveis aos maus-tratos e métodos violentos de controle populacional, como o uso indiscriminado de medicamento hormonal inibidor de cio canino e felino sem prévia análise clínica de um médico veterinário. “Quem causa sofrimento aos animais está afetando o equilíbrio da saúde única: humana, animal e ambiental”, explica Lisandra. Em meio aos perigos compartilhados entre animais negligenciados e seres humanos, um dos principais é o vírus da raiva. A Associação Mundial Veterinária (WVA, na sigla em inglês) estima que quase 60 mil pessoas morrem todos os anos após contrair o vírus da raiva por meio da mordida de cachorros infectados.

E não são apenas cães e gatos vítimas desses crimes, embora sejam a maioria – de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 44,3% dos domicílios do País possuíam pelo menos um cachorro e 17,7% possuíam pelo menos um gato, dados referentes a 2013. São inúmeras as espécies que recebem um lar e depois são descartados em qualquer lugar, desde animais exóticos, como macacos, répteis e pássaros, roedores e até mesmo equinos e bovinos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/12/2019 0 Comentários 1,4K Visualizações
Saúde

Desmatamento é uma das causas de doenças infecciosas

Por Gabrielle Pacheco 13/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

As mudanças de uso da terra, geradas principalmente pelo desmatamento, monocultura, pecuária em grande escala e mineração, estão entre as principais causas de surtos de doenças infecciosas em humanos e pelo surgimento de novas doenças no continente americano. Essa é uma das conclusões apontadas no Relatório de Biodiversidade da ONU, que analisou mais de 15 mil pesquisas científicas e informações governamentais durante três anos.

“Os bens e serviços fornecidos pela natureza são os fundamentos definitivos da vida e da saúde das pessoas. A qualidade do ambiente em que vivemos desempenha papel essencial na nossa saúde. Em ambiente natural, com florestas intactas, mamíferos, répteis, aves e insetos se autorregulam. O desmatamento, somado à expansão desordenada das áreas urbanas, faz com que os animais migrem para as cidades”, explica a gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Leide Takahashi.

“A qualidade do ambiente em que vivemos desempenha papel essencial na nossa saúde.”

“No caso dos mosquitos, que são vetores de muitas doenças, a crise climática e o aumento da temperatura também trouxeram condições favoráveis à reprodução desses indivíduos. Nas cidades, eles passam a se alimentar também do sangue das pessoas, favorecendo a transmissão de enfermidades”, complementa.

Nessa linha, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Convenção da Diversidade Biológica (CDB) reconheceram que a biodiversidade e a saúde humana estão fortemente interligadas e, durante a COP-13, em 2016, recomendaram uma série de ações. Segundo a OMS, ao menos 50% da população mundial corre o risco de contaminação por doenças transmitidas por mosquitos, chamadas de arboviroses.

No Brasil, o Ministério da Saúde estima que o número de arboviroses tenha dobrado nas últimas três décadas. Algumas delas, como malária, dengue, febre amarela e zika, já causaram surtos em áreas urbanas.

Doutora em Ciências Florestais, Leide destaca ainda que a conservação do patrimônio natural é importante para o controle de outras doenças, especialmente as mentais. O contato com a natureza é capaz de diminuir a ansiedade e o estresse, contribuindo com o bem-estar da população.

“A natureza nos fornece água, ar puro, alimentos e outros recursos essenciais para o nosso dia a dia. Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio para que as pessoas aproveitem esses recursos de forma responsável, sem prejudicar a fauna e a flora e sem colocar as próximas gerações em risco”, afirma Leide, que também é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio para que as pessoas aproveitem esses recursos de forma responsável.”

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/10/2019 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

Animais não são brinquedos para presentear no Dia das Crianças, alerta o CRMV-RS

Por Gabrielle Pacheco 08/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Dia das Crianças está chegando, e a busca por presentes deve se intensificar nos últimos dias antes da data, celebrada em 12 de outubro. Deixar a escolha para última hora é um hábito comum entre os consumidores brasileiros, e isso pode acarretar em um erro grave: presentear os pequenos com animais.

“Estamos falando em seres vivos que necessitam que a família e o ambiente estejam preparados para recebê-los, o que não ocorre na maioria das vezes quando o animal é tratado como presente”, adverte Lisandra Dornelles, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CMRV-RS).

Por isso, quem leva um animal para casa, seja ele um bichinho de companhia, de grande porte ou produção, precisa ter claro, em primeiro lugar, que ele não é brinquedo nem presente, e não pode ser tratado dessa forma. Adotar ou comprar requer uma série de medidas que envolvem a preparação da família e o local que o receberá.

O mais comum é a adoção ou compra de pets, especialmente cães, gatos e aves, mas também há quem opte por roedores, coelhos ou répteis, por exemplo. Não importa a espécie, de cavalos a porquinhos-da-índia, o fundamental é saber se a família está preparada para atender às necessidades de uma nova vida. Para ajudar, o CRMV-RS preparou algumas dicas que podem ser adotadas.

Dicas

Paciência na adaptação
Animais resgatados destinados à adoção normalmente passaram por experiências ruins – fome, sede, dor, doenças, brigas e até mesmo maus-tratos e envenenamento – nas ruas e chegam assustados. Mas com paciência, amor, dedicação e cuidados veterinários é possível dar a eles uma nova perspectiva, qualidade de vida e bem-estar.

Isso exige um certo tempo. Leve tudo isso em conta. Não devolva o animal para quem o doou, isso só aumentará sua dificuldade de adaptação em um próximo lar. Tenha paciência. Essa adaptação pode não acontecer de um dia para o outro, mas ela ocorrerá, é só questão de tempo.

Família envolvida
A chegada de um novo integrante precisa envolver toda a família. É necessário que cada um esteja aberto à mudança de hábitos e das rotinas que chegam com o morador. É preciso ter espaço e tempo disponíveis para cuidar do animal e incluí-lo no orçamento doméstico, pois ele irá gerar custos com alimentação e serviços veterinários, e necessitará de acesso a lazer e atividade física, além, é claro, de muito carinho.

Cuidados para uma vida
Um animal de estimação vive, em média, 12 anos. Cães pequenos e gatos, por exemplo, podem passar dos 15 anos de idade. Papagaios vivem, em média, 80 anos.
Com a idade, doenças como câncer, problemas articulares e de coluna podem ocorrer, resultando em cirurgias ou tratamentos paliativos de alto custo. Por isso, é importante que todos esses episódios sejam levados em conta na hora de decidir por ter um pet.

Conheça as características da espécie
Ao decidir levar um bichinho para casa, é fundamental buscar informações a seu respeito. A falta de conhecimento é um dos principais motivos de abandono. Por isso, quanto mais se sabe a respeito da espécie que se pretende adotar, mais fácil tende a ser a adaptação.

Atenção à saúde
Todo animal requer atenção, de questões básicas, como oferecer comida de qualidade, água fresca e abrigo, a cuidados específicos. Vacinação, castração, higiene e combate a parasitas são essenciais, em especial para cães e gatos. Cachorros necessitam de tosa para garantir conforto e higiene. Telar as janelas do apartamento, para quem tem gatos, é fundamental. Procure informações sobre a espécie que pretende adotar para garantir seu bem-estar.

Dedicação e carinho
Quem decide adotar precisa, antes de tudo, dedicar tempo proporcional às necessidades da espécie escolhida, sem esquecer que amor e carinho são essenciais. Brincadeiras e exercícios garantem o bom desenvolvimento de cães e gatos, pois ajudam na socialização e evitam fugas e acidentes, como mordidas. Pequenos roedores ou peixes podem ser opções para quem dispõe de um período mais curto de atenção.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/10/2019 0 Comentários 485 Visualizações
Cidades

Campanha “Guarda Responsável” será lançada amanhã

Por Gabrielle Pacheco 23/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil é um dos países com maior número de animais de estimação do mundo, e ocupa o quarto lugar no ranking global, com 132,4 milhões de pets, de acordo com o Levantamento de Animais de Estimação no Brasil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apurado em 2013.

Esse número deve ser ainda maior, já que os dados oficiais mais recentes são de cinco anos atrás, o que também faz crescer a preocupação com a necessidade dos cuidados em relação a esses pets. Para ressaltar a importância da responsabilidade na hora de decidir levar um bichinho para casa, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) promove o lançamento oficial da campanha “Guarda Responsável – Eu sou uma vida”, durante a Expointer 2019.

O evento de apresentação da campanha ocorre neste sábado, dia 24, na Casa do Médico Veterinário, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (Quadra 45), às 15h30min. As peças gráficas da campanha que detalham essas dicas estão disponíveis para download gratuito no site do conselho. O espaço Adote uma vida para alegrar a sua, que integra a campanha Guarda Responsável, é um canal do CRMV-RS para auxiliar na adoção de animais.

Pode participar, gratuitamente, toda pessoa que tiver um animal de qualquer espécie para doação. Basta preencher o formulário no botão “Quero doar”. O anúncio ficará disponível por 6 meses e poderá ser recadastrado. Quem está em busca de um pet pode conferir o perfil completo dos candidatos a um novo lar e dicas importantes de como estar preparado para ter um outro morador na casa.

O objetivo da campanha Guarda Responsável – Eu sou uma vida, que tem o apoio do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado do Rio Grande do Sul (Sulpetro) e patrocínio da Alisul Alimentos, é apresentar dicas de médicos veterinários e zootecnistas que ajudem na tomada de decisão para que a compra ou adoção tenham comprometimento.

“Quando se estimula a guarda responsável e a sociedade tem consciência da importância do seu papel na vida dos animais, é possível reduzir consideravelmente o abandono”, destaca Lisandra Dornelles, presidente do CRMV-RS.

A campanha “Guarda Responsável – Eu sou uma vida” aborda os deveres e responsabilidades que o tutor deve ter com o animal, incluindo alimentação, cuidados com a saúde, lazer, higiene e assistência veterinária, entre outros.

Serviço

O quê: lançamento da campanha “Guarda Responsável”
Quando: neste sábado, 24, às 15h30
Onde: Casa do Médico Veterinário, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (Quadra 45)

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/08/2019 0 Comentários 719 Visualizações
Variedades

Região Sul concentra 17,6% da população de pets do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A região Sul concentra 17,6% da população de animais de estimação do Brasil. Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul concentram cerca de 6,6 mil lojas que comercializam ração e utilidades para pet, mais de 18% da produção nacional de ração e aproximadamente 17% do faturamento nacional. Os dados foram organizados pelo Instituto Pet Brasil (IPB).

O Rio Grande do Sul lidera com 2,4 mil lojas de produtos pet e 250 clínicas especializadas, para atenderem mais de 4,1 milhões de cães, 1,7 milhões de gatos e 3,9 milhões de peixes ornamentais e aves canoras, que correspondem a 7,1% da população de animais de estimação no Brasil.

O Paraná vem em segundo lugar com 2,8 mil lojas e 290 clínicas especializadas para atenderem mais de 4,2 milhões de cães, 1,2 milhões de gatos e 2,4 milhões de peixes ornamentais e aves canoras, que correspondem a 5,9% do total de pets no país.

Santa Catarina vem em terceiro, com 1,4 mil lojas, aproximadamente 180 clínicas, para uma população de 1,9 milhões de cães, 500 mil gatos e 3,8 milhões de peixes e aves, ou 4,6% do total brasileiro.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/07/2019 0 Comentários 605 Visualizações
Variedades

Perdas por maus-tratos a animais podem chegar a R$ 30 milhões ao ano

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com sabor inigualável, a carne suína se tornou a proteína mais consumida no mundo nos últimos tempos. Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontam que, em 2017, 42,9% de toda carne consumida no mundo foi suína: das 117 milhões de toneladas, 3,75 foram produzidas no Brasil.

Apesar do número parecer baixo, o País ocupa o quarto lugar como maior produtor e expositor no segmento. Mas a produção requer atenção especial.

O bem-estar dos animais é assunto primordial no processo de criação, que garante melhor qualidade de vida aos animais e evita prejuízos econômicos, uma vez que, de acordo com a Embrapa Suínos e Aves, problemas de maus-tratos desencadeiam perdas anuais de R$ 30 milhões.

E, para assegurar que o animal está sendo bem tratado, ele não deve apresentar sinais de fome, sede, desnutrição, desconforto, dor, ferimentos, doenças, medo e estresse. Além disso, deve estar livre para expressar seu comportamento natural no ambiente em que vive.

“São conceitos básicos e que devem ser atendidos. A saúde do animal e seu estado afetivo são prioridades em todo o processo de criação”, comenta o gerente técnico de suíno da Alegra, Fabrício Penaforte Borges.

Grande parte dos animais ainda vive em condições ruins, que desencadeiam problemas comportamentais e emocionais. “Os animais são capazes de ter muitas sensações e sentimentos, como os seres humanos. É importante que eles estejam em ambientes que sejam agradáveis e que permitam uma relação amigável e empática com os cuidadores”, diz Borges.

A primeira empresa brasileira a receber a certificação North American Meat Institute (NAMI) de bem-estar animal para suínos, concedida pelo World Quality Services (WQS), foi a Alegra, que já teve o selo renovado.

“Para nós, a renovação mostra nossa preocupação em oferecer produtos de alta qualidade, que são produzidos de acordo com as normas e controles mundiais de saúde ambiental”, comenta o líder da Unidade Industrial de Carnes da Alegra, Dennis Donkers.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/06/2019 0 Comentários 499 Visualizações
Cidades

Canoas aprova projeto que institui bem-estar animal na grade curricular

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Nesta terça-feira (11), a Câmara Municipal de Canoas votou e aprovou por unanimidade o PL 58/19, apresentado pelo vereador Cris Moraes (PV), que institui o tema “Proteção, direito e bem-estar animal” como tema transversal na grade curricular das Escolas Públicas do Município de Canoas.

A lei, segundo Moraes, visa acima de tudo, a conscientização, por parte das crianças, que os animais são seres sencientes. O projeto de lei foi apresentando na quinta-feira passada (6), um dia após um animal sofrer maus-tratos dentro de uma escola do município.

Conforme o MEC, temas transversais, são temas que estão voltados para a compreensão e para a construção da realidade social e dos direitos e responsabilidades relacionados com a vida pessoal e coletiva, bem como com a afirmação do princípio da participação política. Isso significa que devem ser trabalhados de forma transversal, nas áreas e/ou disciplinas já existentes.

Os temas transversais, nesse sentido, correspondem a questões importantes, urgentes e presentes sob várias formas na vida cotidiana. Os temas são assim adjetivados por não pertencerem a nenhuma disciplina específica, mas atravessarem todas elas como se a todas fossem pertinentes.

Segundo o vereador, “é de extrema importância incluir o tema ‘Proteção, direito e bem-estar animal’ no aprendizado das crianças e jovens, uma vez que a presença dos animais na sociedade é uma realidade”.

“Eles muitas vezes contribuem para o controle emocional daqueles que os cercam, fazem parte do cotidiano e, neste sentido, precisam ter seus direitos e proteção conhecidos e preservados. É preciso facilitar as experiências reflexivas críticas, dar suporte para os alunos fazerem suas próprias escolhas de novos modos de ser, ver e agir no mundo”, conclui Moraes.

Entenda o caso

Na última quarta-feira, em Canoas, um cão foi espancado e jogado do segundo andar da Escola Thiago Wurth, no bairro Mathias Velho. O animal era conhecido da comunidade escolar e vivia nas dependências da instituição de ensino. Após as agressões, o animal foi socorrido por educadores da escola e encaminhado ao serviço veterinário.

O fato provocou comoção e revolta entre os estudantes, tendo sido necessária a intervenção da Polícia Civil para evitar linchamento. Os policiais foram acionados pela direção da escola. Os menores foram apreendidos e o flagrante apresentado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). A dupla assumiu o crime.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria

 

12/06/2019 0 Comentários 998 Visualizações
Variedades

Piá está entre as que mais registram animais em 2018

Por Gabrielle Pacheco 11/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Recentemente, a Piá foi agraciada com certificado e troféu “Destaque Holandês 2018”, na categoria “Registro Genealógico”, como a quarta cooperativa com o maior número de registros de animais do Estado no ano passado.

Promovido pela Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul – Gadolando, o prêmio tem o objetivo de prestigiar criadores e entidades que se destacam em produção, exposição ou em registro genealógico.

A cerimônia de premiação dos vencedores aconteceu durante a Expoleite 2019, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

Este foi o sexto ano consecutivo que a Piá figurou no ranking da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2019 0 Comentários 498 Visualizações
Variedades

Especialista da Hercosul explica sobre essa condição e como uma dieta balanceada influencia na saúde dos cães e gatos

Por Gabrielle Pacheco 09/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com uma trajetória de quase 20 anos no segmento petfood, a Hercosul é referência na produção de alimentos secos e úmidos para cães, gatos e outros animais domésticos. Com seus produtos desenvolvidos com qualidade e inovação, apresenta um mix variado, atendendo aos desejos e necessidades do mercado. Trazendo a saúde dos pets e a qualidade em seu DNA, a marca conta com um time de especialistas que atua pesquisando as necessidades do público, trabalhando para solucioná-las. É neste contexto que a Médica Veterinária Paula Genuíno, colaboradora da Hercosul, aborda a obesidade pet, doença que ocorre por diversos motivos nos amigos de quatro patas e, traz informações relevantes sobre o quanto uma dieta balanceada pode ajudar no tratamento e prevenção dos casos de obesidade.

Os pets podem ganhar excesso de peso por diversos fatores, que vão das mudanças metabólicas após a castração ou que surgem com o avanço da idade, predisposição genética de raças específicas como o labrador e o bulldog, dietas não balanceadas, alimento ou petiscos em excesso. A profissional ressalta que a alimentação é um fator determinante para o controle de peso. Para evitar que a obesidade pet ocorra, é necessária uma dieta balanceada, com alimentos de qualidade e exercícios físicos. “É importante oferecer alimentos de qualidade, que atendam as demandas da fase de vida que o pet se encontra (filhote, adulto, sênior), oferecer uma quantidade moderada de petiscos por dia e manter uma rotina que deixe o pet ativo e faça com que ele gaste energia. Alimentos balanceados, fornecidos na quantidade adequada suprem todas as necessidades nutricionais dos pets sem exageros”, afirma Paula Genuíno.

Fornecer um alimento balanceado e respeitar a quantidade diária a ser oferecida é essencial e, a dieta pode variar de acordo com a necessidade de cada pet, podendo ser 100% baseada em ração, ou com um percentual dela com alimentos caseiros ou naturais, ou até integralmente natural, de acordo com o caso e podendo inserir petiscos saudáveis como frutas e legumes crus e cozidos. No caso da prevenção, os donos dos pets podem se basear nas dicas do veterinário do seu animal sobre a quantidade, ou utilizar as informações nas embalagens das rações Hercosul, que informam a quantidade de acordo com o peso.

Já para casos de obesidade, é necessário um plano de emagrecimento, e um rigoroso cuidado para cumprir o mesmo, não cedendo às chantagens dos pets durante o processo. Para os pets sêniores, é importante observar o tipo de ração específica para eles, que é uma ótima maneira de evitar esse ganho de peso em excesso. Esses alimentos possuem ingredientes que auxiliam na manutenção da massa muscular magra e na queima de gordura corporal, evitando o ganho de peso. A Hercosul possui alimentos para cães e gatos castrados, que auxiliam na manutenção do peso ideal dos pets após o procedimento de esterilização. Além disso as linhas Three Dogs e Biofresh para cães possuem alimentos light, que ajudam na perda de peso de forma natural e saudável.

PETS NO APARTAMENTO: cuidado extra

Para os pets que vivem em apartamento ou lugares com pouco espaço, é essencial estabelecer uma dieta balanceada e um plano de exercícios diários, envolvendo passeios, caminhadas e brincadeiras que façam com que os pets se movimentem. Manter brinquedos em casa, enquanto o pet fica sozinho, também é importante para mantê-los ativos e evitar a obesidade, já que alimentos em excesso e pouco exercício são a fórmula para o desencadeamento de ganho de peso.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/01/2019 0 Comentários 749 Visualizações
BusinessVariedades

Startup CatMyPet resgata mais de 2.000 gatos em dois anos

Por Gabrielle Pacheco 14/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Além de criar uma série de produtos com as necessidades dos gatos em mente, a CatMyPet, startup fundada em 2015, também desenvolve projetos de resgate dos animais que se encontram em situações de risco por meio de parcerias com ONGs como Projeto Segunda Chance, Projeto PetVan, Adote um Gatinho, SOS Gatinho, Mundo Gato, Confraria dos Miados e Latidos, GAAMA ONG, Meu Anjo Peludo e AMMAR (Associação Mundo Melhor para os Animais de Rua).

A empresa tem uma base de seguidores grande e fiel nas redes sociais (84 mil no Instagram e 55 mil no Facebook) e usa isso para potencializar as buscas por gatos perdidos, a procura de novos donos para animais resgatados e para promover ações mensais nas quais parte do faturamento é direcionado para projetos de ajuda aos animais.

Destacam-se entre os resgates as histórias envolvendo gatos pretos, muito suscetíveis por serem tidos como animais “mágicos”: um exemplo marcante é o da Vicky, resgatada logo após uma sexta-feira 13 com uma faca atravessada na barriga, que, por sorte, não feriu nenhum órgão vital. Acredita-se que ela tenha sido vítima de um ritual de magia. A Cat My Pet teve o suporte da ONG Miados Urbanos para resgatá-la e, por meio de uma campanha nas redes, levantou fundos para a cirurgia e encontrou uma família para cuidar da gatinha.

Sobre a CatMyPet:

A CatMyPet é uma startup fundada em 2015 que, em parceria com veterinários e ONGs, desenvolve produtos específicos para gatos, sendo o primeiro e-commerce no Brasil voltado exclusivamente para o público felino. Em 2018, fechou uma parceria com o empresário americano Kevin Harrington, visando a distribuição, marketing e promoção de vendas global da marca. A empresa possui mais de 15 produtos em seu portfólio e está presente em mais de 600 pet shops e clínicas veterinárias por todo o Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/12/2018 0 Comentários 464 Visualizações
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