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alimentação

Business

Consumo em restaurantes gaúchos cai 27% em janeiro

Por Caren Souza 23/03/2021
Por Caren Souza

O consumo em restaurantes, bares, lanchonetes e padarias do Rio Grande do Sul registrou queda de 27% em janeiro, é o que apontam os índices divulgados pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), em parceria com a Alelo, bandeira especializada em benefícios, incentivos e gestão de despesas corporativas. Os dados, calculados a partir da comparação com o mesmo período de 2019, mostram que, em contraponto, os supermercados voltaram a apresentar números positivos nesse mês (10,7%).

Os Índices de Consumo em Restaurantes (ICR) mostram ainda que houve uma redução no volume de transações, que registraram baixa de 41,9%. Além disso, o número de estabelecimentos que realizaram operações foi 2,5% inferior.

Adotando como parâmetro o valor gasto em restaurantes, é possível evidenciar que as regiões mais impactadas em janeiro foram a Norte (-33,9%) e a Sudeste (-28,1%), e as menos afetadas foram as regiões Sul (-22,7%) e Nordeste (-22,7%).

Em relação aos Índices de Consumo em Supermercados (ICS), os dados de janeiro indicam que o número de estabelecimentos que efetivaram transações encerrou o mês 5,9% acima do patamar registrado em janeiro de 2019. Já o volume de transações registrou uma queda de 5,3% no volume de transações.

Vale destacar que os Índices de Consumo em Supermercados (ICS) acompanham as transações realizadas em estabelecimentos como supermercados, quitandas, mercearias, hortifrútis, sacolões, entre outros; e os Índices de Consumo em Restaurantes (ICR) apontam a evolução do consumo de refeições prontas em estabelecimentos como restaurantes, bares, lanchonetes, padarias, além de serviços de entrega (delivery) e retirada em balcão/para viagem (pick-up).

Ambos são calculados com base nas operações realizadas a partir da utilização dos cartões Alelo Alimentação e Alelo Refeição, em todo território nacional. Além disso, é importante notar que a escolha do ano de 2019 para o cálculo dos impactos do consumo se dá pelo fato de que esse ano foi a última referência completa de um período dentro da normalidade da atividade econômica, que ocorreu antes da pandemia.

Fonte: Assessoria
23/03/2021 0 Comentários 565 Visualizações
Variedades

Alunos da rede pública recebem R$ 500 mil em vouchers alimentação

Por Gabrielle Pacheco 03/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Fundação Telefônica Vivo, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Gerando Falcões e a ONG Parceiros Voluntários, constituíram uma rede colaborativa que irá beneficiar 1.667 famílias, de alunos de escola públicas das séries iniciais do Ensino Fundamental – do 1º ao 5º ano- , que não recebem bolsa família e encontram-se em uma situação de alta vulnerabilidade social, com um auxílio alimentação no valor total de R$ 100,00, durante três meses. Essa ação totalizará o investimento de mais de R$ 500 mil, doados integralmente pela Fundação Telefônica Vivo, e faz parte do montante total de R$16,3 milhões doados pela instituição para iniciativas de combate aos efeitos do novo coronavírus no Brasil nas áreas de saúde e segurança alimentar.

As famílias beneficiadas pelo projetos foram selecionada pela Secretaria Estadual de Educação do Estado do RS, através da análise dos dados constantes do cadastro único para projetos sociais, o CadÚnico. Para conseguir esse feito foi mobilizado uma grande rede colaborativa, constituída pelas Unidades Parceiros Voluntários distribuídas no Estado do RS e as Corregedorias Regionais de Educação/RS. As primeiras entregas dos vouchers começaram no dia 15 de agosto e a meta é que, até o dia 10 de setembro, todas as famílias contempladas já estejam de posse de seus cartões alimentação.

Para garantir um processo de transparência e prestação de contas, assim como dar agilidade na distribuição, está sendo utilizado um sistema denominado “Cesta Básica Digital”, concebido pela Gerando Falcões em parceria com a Accenture, que entrou com o apoio tecnológico e com a Ticket Alimentação, responsável pela fabricação dos cartões, personalização, envelopamento, logística de distribuição, entre outros esforços.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2020 0 Comentários 475 Visualizações
Business

Retomada dos pequenos negócios na área de alimentação requer atenção com segurança e higiene

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia da Covid-19 causou uma interrupção do serviço de comida de rua em todo o país e vai exigir, principalmente do Microempreendedor Individual (MEI), uma profunda reinvenção do modelo de negócio. Neste momento, em que há uma retomada gradativa das atividades econômicas em alguns estados do país, o MEI do setor de alimentação tem que estar preparado para retornar ao trabalho em um cenário bem diferente do anterior à quarentena. Será preciso entender que há novos hábitos de consumo e adaptar-se a eles. Ciente que o ramo da alimentação tem regras rígidas para promover o retorno gradual das atividades, o Sebrae preparou um Protocolo de retomada específico para esse perfil de empreendedor, que precisa se atentar aos cuidados e assegurar que os clientes possam voltar a consumir alimentos com a garantia das condições higiênico-sanitárias.

No retorno das atividades, é fundamental o controle rígido de segurança e higiene para o MEI, seu possível colaborador, fornecedores e clientes. “O Brasil é um país de proporções continentais e as condições do sistema de saúde no atendimento aos casos da doença podem ser bastante distintas, mesmo entre municípios de um mesmo estado. Por esse motivo, os Protocolos de Retomada que o Sebrae está construindo para 14 grandes setores econômicos precisam estar alinhados às medidas determinadas por governadores e prefeitos”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Nesse contexto, a primeira orientação é para que os empresários fiquem atentos aos decretos e demais regulamentos vigentes na sua região e, caso exista divergência de informações entre as medidas estaduais e municipais, optem por seguir a orientação mais rígida, de preferência de acordo com as recomendações das autoridades oficiais de saúde, como Organização Mundial de Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, entre outras.

O protocolo apresenta primeiramente os cuidados com a segurança e saúde diante da Covid-19, de acordo com orientações oficiais e setoriais para o MEI do setor de alimentação. Caso o empreendedor tenha um serviço mais completo de alimentação, ele deverá considerar o protocolo para bares, restaurantes e lanchonetes, adaptado à sua realidade, sem esquecer de acompanhar e seguir as recomendações oficiais da sua região.

Atualmente não há evidências de que a Covid-19 seja transmitida diretamente por alimentos. Mas, de acordo com a OMS, o comportamento do novo coronavírus deve ser semelhante aos outros tipos de vírus da mesma família. Isso significa que ele precisa de um hospedeiro (animal ou humano) para se proliferar e é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para o cozimento dos alimentos, em torno de 70ºC.

Para quem trabalha no ramo da alimentação, as boas práticas de saúde e higiene sempre foram pontos de atenção e precisam ser reforçadas. É necessário redobrar os cuidados nas relações com os colaboradores, fornecedores e clientes. Mais do que nunca, o futuro dos negócios vai depender da adaptação da operação, pois os clientes estão mais atentos se todos os cuidados nesta nova fase estão sendo tomados. Então, é fundamental uma comunicação clara e eficiente com os consumidores para demostrar confiança.

Todas as recomendações podem ser conferidas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 563 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis distribuirá kits de alimentação para mais de 2 mil famílias

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria de Educação, Cultura e Desporto de Nova Petrópolis vai distribuir, aproximadamente, 2.400 kits de alimentação para os pais ou responsáveis de alunos matriculados nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) e nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs). Os alimentos serão entregues pelas equipes das escolas nas EMEIs e EMEFs. No dia 17 de junho, das 8h às 17h, a distribuição dos kits ocorre nas EMEIs. As famílias que possuem alunos matriculados na EMEFs poderão retirar os kits no dia 19 de junho, das 8h às 17h.

Cada família receberá um kit, portanto, se a família possui alunos matriculados nas EMEIs e também nas EMEFs, será entregue somente uma unidade por família. Na entrega dos kits, será coletada a assinatura dos pais ou responsáveis do aluno. As famílias que optarem por não retirar os kits de alimentação devem doá-los a outra família de alunos da escola, preferencialmente, àquelas em situação de vulnerabilidade.

“Esta distribuição de kits de alimentação segue determinação da Lei Federal nº 13.987, de 7 de abril de 2020, do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)”, explicou a secretária de Educação, Cultura e Desporto de Nova Petrópolis, Cristiane Kieling. O recurso é oriundo do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), pela Lei Federal nº 13.987, de 7 de abril de 2020, que autoriza, durante o período de suspensão das aulas em razão da situação de emergência, a distribuição de gêneros alimentícios, com acompanhamento do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), em todo o território nacional para pais ou responsáveis dos estudantes matriculados nas escolas públicas de educação básica.

Cada kit terá um pacote de arroz, biscoito, massa, sal, açúcar e farinha de milho, um óleo de soja, duas caixas de leite integral, meio quilo de feijão ou lentilha, um quilo de batata e um quilo de laranja. Além disso, as famílias receberão uma folha com orientações de como higienizar os alimentos, bem como as embalagens dos produtos.

 “Caso sobrem kits, os alimentos permanecerão na escola. Os produtos com maior durabilidade ficarão nas escolas como estoque para merenda escolar. Já os alimentos perecíveis serão doados pela Secretaria de Educação, Cultura e Desporto para entidades do Município”, colocou a secretária Municipal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 468 Visualizações
Cultura

Carnaval deve movimentar cerca de R$ 8 bilhões

Por Gabrielle Pacheco 09/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

A festa mais famosa do calendário brasileiro deve atingir seu maior índice de receitas relacionadas ao turismo em 2020, segundo pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo), atingindo um faturamento real 1% acima do registrado no ano passado. O maior volume de receitas registrado foi em 2014, quando a festa movimentou o equivalente a R$ 9,4 bilhões (valor corrigido pela inflação). De acordo com o levantamento, o setor especializado em alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes, deve movimentar sozinho o equivalente a R$ 4,8 bilhões na época do feriado.

Isso acontece graças aos maiores índices de demanda que incidem sobre esse setor, que gera mais movimento durante o feriado em si. Já o setor de transporte, que conta com empresas especializadas em aluguel de veículos, transporte aéreo e rodoviário, deve movimentar cerca de R$ 1,3 bilhão, pois representa uma parcela menor do faturamento da festa, já que sua demanda se concentra mais nas semanas que antecedem e procedem o feriado de carnaval. O setor de hospedagem, além disso, deve faturar o equivalente de 861 milhões.

“Essa movimentação financeira que acontece no carnaval está intimamente ligada ao aumento da demanda por trabalhadores”, destaca Thomas Carlsen, COO da mywork, startup de controle de ponto online. “A data é um dos principais momentos de geração de empregos temporários no setor de turismo, e não poderia ser diferente, já que o fluxo de visitantes no país aumenta muito”, acrescenta o executivo. Os serviços turísticos, no geral, devem apresentar uma melhora na época do carnaval, graças à recuperação gradual da economia do país somada à baixa da inflação e à alta do dólar, que reduz os preços do turismo no Brasil para muitos estrangeiros.

“Essa movimentação financeira que acontece no carnaval está intimamente ligada ao aumento da demanda por trabalhadores.”

Além de tais fatores econômicos, o turismo no Brasil tende a se manter em alta não apenas no período do carnaval, mas em toda a época de verão no hemisfério sul, uma vez que o país está fora do radar das pessoas como um local arriscado para se contrair o CoronaVírus. Aliado a isso, o aumento das ofertas de vagas de emprego podem representar uma melhoria significativa na economia do país no primeiro trimestre do ano. Estima-se que as contratações de trabalhadores temporários serão 2,8% maiores este ano do que os índices registrados em 2019 segundo a CNC, sendo que as principais oportunidades serão oferecidas pelo segmento de alimentação.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/02/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Variedades

Urban Farmcy lança série documental sobre o futuro da alimentação

Por Gabrielle Pacheco 21/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Há três anos, o empresário gaúcho Tobias Chanan, sócio da Urban Farmcy, iniciou uma jornada com a missão de construir o futuro da alimentação. Junto com uma equipe, viajou pelo mundo em busca das principais referências globais que ditam o avanço do alimento. Pela primeira vez, as perspectivas de grandes especialistas estarão reunidas em uma série documental, totalmente gratuita, intitulada O que você vai comer amanhã?.

O lançamento do primeiro episódio que fala dos impactos gerados pelo modelo atual de alimentação ocorre no dia 26 de junho e promete ser o ponto de partida para a mudança de consciência dos brasileiros.

“No último ano, tivemos resultados relevantes, mas inexpressivos comparado ao que ainda precisa ser feito. A medicina do futuro não apenas combaterá doenças, ela criará saúde”, revela Tobias.

“A nossa missão é compartilhar informação sobre o que está sendo consumido e incluir todos nessa causa. E assim, aumentarmos exponencialmente a qualidade da saúde das pessoas”, explica.

A estreia da série também abre as portas para a inauguração da plataforma de expansão de conhecimento da Urban Farmcy: a Farmcy Academy. Totalmente digital, o projeto promete ser a maior fonte de conhecimento sobre alimentação do Brasil, e dará acesso às mais de 100 horas de conteúdo já produzidos, com as perspectivas de mais de 80 autoridades do universo da alimentação e saúde, nacionais e internacionais.

Entre alguns pesquisadores entrevistados, estão nomes como Walter Willett, do Conselho de Nutrição e Saúde Pública de Harvard, Daniel Balaban, diretor do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, e Cecilia Rocha, professora de nutrição da Ryerson University, no Canadá.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2019 0 Comentários 559 Visualizações
Saúde

No Brasil, 12% das crianças entre 5 e 9 anos são obesas

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A mudança nos padrões alimentares é um dos principais fatores que gera aumento da obesidade infantil no mundo. No Brasil, 12% das crianças entre 5 e 9 anos são obesas, assim como 7% dos adolescentes entre 12 e 17 anos. Para se ter um panorama dessa situação na América Latina, esse número varia de 18% a 36% entre as crianças de 5 a 11 anos; e de 16% a 35% no caso dos adolescentes, segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde.

Com o crescimento econômico e a ampliação da urbanização, aumentou também o consumo de produtos ultraprocessados.

Isso fez o consumo de pratos tradicionais e alimentos naturais diminuírem.

Por isso, representantes de órgãos de saúde da América Latina se reuniram nesta segunda-feira (3) para discutir formas de mudar essa situação. De acordo com o ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, um ponto importante é aliar uma boa alimentação às atividades físicas.

“Quando a gente dialoga sobre obesidade infantil a gente dialoga sobre dois pilares. Um da alimentação e outro da atividade física. Em relação a este segundo, o combate ao tempo de tela das crianças que no mundo inteiro passaram a ficar mais reclusas, muito menos expostas aquelas atividades físicas da infância e da adolescência. Nós devemos também tocar e avançar muito na questão da atividade física na escola e no esporte comunitário”.

O encontro entre representantes internacionais faz parte do II Encontro Regional sobre ações de prevenção da obesidade infantil no âmbito da Década de Ação das Nações Unidas para Nutrição.

Os debates serão realizados até esta terça-feira, e tem objetivo de elaborar ações para acabar com todas as formas de má nutrição no mundo, além de assegurar o acesso a dietas mais saudáveis e sustentáveis para todas as pessoas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/06/2019 0 Comentários 470 Visualizações
Saúde

Pesquisa estuda nutrição infantil no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 08/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Informações sobre práticas de aleitamento materno, consumo alimentar, estado nutricional e deficiências de micronutrientes de crianças de até cinco anos estão na pauta do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI), que iniciou na semana passada em todo o país.

O objetivo do ENANI é avaliar as práticas de aleitamento materno e de alimentação complementar, o consumo alimentar, o estado nutricional antropométrico infantil e durante a gestação e a deficiência de micronutrientes entre crianças brasileiras menores de 5 anos, segundo macrorregiões do país, zonas rural e urbana, faixa etária e sexo.

Serão visitados os domicílios de famílias em 122 municípios brasileiros, incluindo as zonas rural e urbana. No estado, a visita acontece em 10 municípios, entre eles, Novo Hamburgo.

“Há muito tempo não se tem uma pesquisa no Brasil tão relevante na área de alimentação e nutrição infantil. Acredito que os resultados serão fundamentais para a implementação de programas e projetos nesta área, levando em consideração a realidade encontrada nas diferentes regiões do território nacional”, afirmou a nutricionista e coordenadora da Política de Alimentação e Nutrição da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Mabilda Dotto.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/04/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Mercado de Franquias no Rio Grande do Sul cresce 21% em 2018

Por Gabrielle Pacheco 26/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Segundo o mais recente balanço divulgado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), o mercado de franquias no Rio Grande do Sul aumentou 21% em número de redes, atingindo o patamar de 503 marcas operando no estado.

Além disso, em números de unidades expandiu 14%, com 5.400 operações de franquias. Em relação ao faturamento, o mercado gaúcho chegou a cerca de R$ 9,8 bilhões em 2018. Esse valor representa um crescimento de 7,3% em relação ao ano passado.

Assim como em todo o País, o segmento de Alimentação no Rio Grande do Sul foi um dos destaques atuando em 27% do Estado, seguido dos segmentos Saúde, Beleza e Bem-Estar (15,8%) e Casa e Construção (10,9%). Esses números revelam que o estado está alinhado com o mercado nacional.

“Esses números provam que o Rio Grande do Sul tem uma grande importância no sistema de franquias brasileiro. Temos muitas oportunidades de crescimento”, conclui o diretor da Regional Sul da ABF, Antonio Carlos Diel.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/03/2019 0 Comentários 724 Visualizações
Cidades

Repasse de quase R$ 105 mil para alimentação de estudantes em escolas filantrópicas

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Os vereadores hamburguenses voltaram a aprovar por unanimidade nesta segunda-feira, 12 de novembro, projeto de lei que autoriza o Executivo a conceder, mediante convênio, auxílio financeiro de R$ 104.780,00 a cinco estabelecimentos filantrópicos de ensino para a efetivação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). O valor, advindo de repasses da União, contempla um total de 1.114 estudantes e é calculado para os 200 dias letivos do ano. A matéria retorna agora à Prefeitura para sanção e publicação, com efeitos retroativos a 1º de janeiro.

O Projeto de Lei nº 78/2018 abrange alunos, entre os níveis de creche, pré-escola, ensino fundamental e educação de jovens e adultos, das Escolas de Educação Infantil Cinderela, da Paz e Ideal, da Escola Especial de Novo Hamburgo e do Colégio Marista São Marcelino Champagnat. Na justificativa, a Prefeitura ressalta que o objetivo do Pnae é suprir ao menos 15% das necessidades nutricionais diárias dos estudantes, contribuindo para uma melhor aprendizagem e favorecendo a formação de bons hábitos alimentares em crianças e adolescentes. A legislação determina que as instituições prestem contas mensalmente à Secretaria de Educação. O Conselho de Alimentação Escolar também atua na fiscalização do uso do auxílio financeiro.

Para o projeto virar lei

Para que um projeto se torne lei depois de aprovado em segunda votação, ele deve ser encaminhado à Prefeitura, onde poderá ser sancionado e promulgado (assinado) pela prefeita. Em seguida, o texto deve ser publicado, para que todos saibam do novo regramento. Se o documento não receber a sanção no prazo legal, que é de 15 dias úteis, ele volta para a Câmara, que fará a promulgação e ordenará sua publicação. Quando isso ocorre, é dito que houve sanção tácita por parte da prefeita.

Há ainda a possibilidade de o projeto ser vetado (ou seja, rejeitado) parcial ou totalmente pela prefeita. Nesse caso, o veto é analisado pelos vereadores, que podem acatá-lo, e então o projeto não se tornará lei, ou derrubá-lo, quando também a proposta será promulgada e publicada pela Câmara.

Foto: Divulgação/Jaime Freitas | Fonte: Assessoria
13/11/2018 0 Comentários 553 Visualizações
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