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Cidades

São Leopoldo segue em alerta por chuvas e risco de alagamentos

Por Jonathan da Silva 18/06/2025
Por Jonathan da Silva

A cidade de São Leopoldo está em estado de alerta devido às chuvas intensas que atingem o município desde terça-feira (17) e devem continuar até sexta-feira, 20 de junho. Os bairros Campina e Vicentina são os mais afetados pelos alagamentos. Segundo a Prefeitura, nas últimas 24 horas o acumulado foi de 125 milímetros, e todas as secretarias estão mobilizadas para atender a população e conter os impactos.

O prefeito de São Leopoldo, Heliomar Franco (PL), informou que todas as bombas estão operando normalmente e que a capacidade foi dobrada desde janeiro deste ano. “Na terça-feira, colocamos mais uma bomba anfíbia na Vicentina, com vazão de 60 mil litros por segundo, e hoje (quarta) estamos comprando mais duas: uma para Campina e mais uma para Vicentina, ambas com vazão de 750 mil litros por segundo”, afirmou o chefe do poder executivo leopoldense.

A Defesa Civil segue monitorando a cidade. O superintendente do órgão, coronel Uberti Moreira, e o coordenador técnico, Fabiano Camargo, vistoriaram a Casa de Bombas da João Corrêa e o bairro Vicentina, onde há pontos de acúmulo de água. “Tivemos dois picos de chuva, um às 23h e outro às 3h, o que ocasionou um acumulado de 125 mm nas últimas 24 horas. O nível do rio está em 3,40 metros. A zona inicial de atenção é a partir dos 3,50 metros”, detalhou Moreira.

Nível do Rio dos Sinos sob vigilância

O nível do Rio dos Sinos é monitorado pelas réguas da Agência Nacional de Água. A zona de atenção é de 3,50 metros, e o risco de inundação ocorre a partir de 4,50 metros. Caso o rio atinja 4,30 metros, a Defesa Civil emitirá alerta para as ruas da Praia e das Camélias. Se chegar a 4,50 metros, entra em vigor o Nível 2 do Plano de Contingência, com ações como emissão de alertas, vistorias e possível evacuação de áreas de risco.

Previsão do tempo indica mais chuva

A previsão para a Região Metropolitana de Porto Alegre mantém o estado de alerta até sexta-feira, dia 20, com possibilidade de temporais, descargas elétricas e granizo. Para esta quinta-feira, 19, são esperados acumulados entre 50 e 100 mm, com temperaturas entre 10ºC e 20ºC. Na sexta-feira, a previsão indica de 30 a 50 mm, com mínimas de 8ºC e máximas de 18ºC.

Situação das bombas

  • João Corrêa: 6 bombas funcionando e 1 anfíbia já instalada; outra será instalada ao longo do dia.
  • Cerquinha: 2 bombas operando.
  • Campina: 2 bombas fixas funcionando e 2 anfíbias, com previsão de instalação de mais uma (totalizando 3 anfíbias).
  • Santo Afonso: 2 bombas anfíbias em funcionamento.

Abrigos e assistência social

A Secretaria de Assistência Social colocou em prática o plano de ação emergencial, abrindo um alojamento no bairro Santos Dumont, com capacidade para até 200 pessoas, e deixou outros três locais em sobreaviso nos bairros Feitoria, Cohab Feitoria e Vicentina, totalizando aproximadamente mil vagas. As equipes estão em operação e a alimentação está garantida pelas cozinhas sociais. A Secretaria de Proteção Animal também está mobilizada para acolher animais de famílias atingidas.

Impacto nas escolas

Duas escolas suspenderam as aulas: a Escola Municipal de Ensino Fundamental Álvaro Luís Nunes, no bairro Campina, e a Escola Municipal de Educação Infantil Brinco de Princesa, na Vicentina. Outras unidades relataram problemas como calhas entupidas, goteiras e infiltrações, sem ocorrências graves.

Canais para pedidos de ajuda

A prefeitura disponibilizou um WhatsApp exclusivo para atendimento de demandas relacionadas a alagamentos: (51) 99314-3966. Também é possível acionar os serviços pelos telefones (51) 2200-0633, 153 ou 156. As informações de alerta são atualizadas constantemente pelos canais oficiais da administração municipal.

Foto: Pedro H. Tesch/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2025 0 Comentários 786 Visualizações
Cidades

Igrejinha segue em alerta para risco de cheia no Rio Paranhana

Por Jonathan da Silva 18/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil de Igrejinha, no Vale do Paranhana, emitiu nesta quarta-feira (18) um alerta à população devido ao acumulado de 126,53 milímetros de chuva registrados até o momento e à previsão de continuidade das precipitações nos próximos dias. O comunicado, válido até o dia 20 de junho, informa que o Rio Paranhana atingiu a cota de 4 metros, entrando em nível de atenção. A cota de alarme para o rio é de 5 metros.

Segundo a Defesa Civil, é recomendado que a população acompanhe as atualizações por meio das redes sociais oficiais dos órgãos responsáveis. A orientação é que os telefones de emergência não sejam utilizados para busca de informações. Em caso de necessidade urgente, o número de emergência da Defesa Civil é o 193.

Monitoramento segue ativo

A Defesa Civil afirma que segue monitorando os níveis do rio e as condições meteorológicas da região. As autoridades locais pedem que a população esteja atenta aos avisos para prevenção de riscos maiores.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
18/06/2025 0 Comentários 461 Visualizações
Cidades

Trecho da BR-470 é interditado na serra gaúcha por risco de deslizamentos

Por Jonathan da Silva 18/06/2025
Por Jonathan da Silva

O trecho entre Veranópolis e Bento Gonçalves da BR-470 foi totalmente interditado desde as 19h desta terça-feira (17), na serra gaúcha, devido ao risco de deslizamentos provocados pela chuva intensa que atinge a região. A decisão foi tomada como medida de segurança diante das condições climáticas e da instabilidade do terreno, que apresenta possibilidade de escorregamentos. A interdição é preventiva e ocorre sem previsão de liberação.

As autoridades orientam que motoristas busquem rotas alternativas, uma vez que o trecho afetado permanecerá fechado até que seja possível garantir a segurança da via. A situação será reavaliada conforme as condições climáticas e o monitoramento do solo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2025 0 Comentários 413 Visualizações
Cidades

Defesa Civil mantém alerta para chuvas e risco de temporais no RS até a sexta

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou nesta terça-feira (17) o alerta para a continuidade das chuvas fortes e risco de temporais no estado até a sexta-feira, 20 de junho. O Rio Grande do Sul permanece em status de alerta severo devido aos altos volumes de precipitação já registrados e à previsão de continuidade do mau tempo.

De acordo com a meteorologista da Defesa Civil estadual, Cátia Valente, o aprofundamento de um sistema de baixa pressão e o fluxo de umidade do norte provocam chuva forte e persistente, com raios, nas regiões das Missões, Oeste, Campanha, Costa Doce, Região Metropolitana, Vale do Rio Pardo e Litoral Médio, principalmente na tarde e noite desta terça. Há risco de temporais com granizo nas Missões, Oeste, Campanha e Centro. Os volumes variam entre 20 e 60 mm, podendo chegar a 80 mm em áreas do Centro, das Missões, do Noroeste e do Vale do Rio Pardo. Ventos do norte podem atingir entre 50 e 70 km/h na metade Norte do Estado.

Acumulados podem chegar a 140 mm

Na madrugada e manhã de quarta-feira, 18 de junho, a chuva forte deve continuar no Oeste, Missões, Noroeste, Campanha, Costa Doce, Região Metropolitana, Vales e Litoral Médio e Norte, com possibilidade de raios e granizo. À tarde e à noite, as instabilidades se deslocam para o Centro, Norte, Vales, Costa Doce e Região Metropolitana. Os acumulados podem variar entre 40 e 90 mm no dia, chegando a 140 mm em áreas do Noroeste, Missões, Vales e entorno da Região Metropolitana.

Quinta e sexta ainda com instabilidade

Na quinta-feira, dia 19, a previsão indica chuva moderada a forte nas Missões, Noroeste, Centro, Norte, Vales, Serra e Litoral Norte, com volumes entre 30 e 60 mm, podendo chegar a 100 mm em pontos do Noroeste e Norte. No Oeste, Campanha e Sul, o tempo começa a firmar. Na sexta-feira, 20, um ciclone próximo à costa mantém o tempo instável, com chuva moderada a forte no Norte, Nordeste, Região Metropolitana, Costa Doce, Litoral Médio e parte da Campanha, com acumulados entre 40 e 60 mm, podendo atingir 75 mm na Costa Doce e no Litoral Médio. Nas demais regiões, os volumes devem ficar abaixo dos 40 mm.

Situação dos rios e riscos

A Defesa Civil informa que os rios apresentam tendência de elevação em quase todo o estado, com limiares variando entre normalidade e cota de alerta, chegando a cota de inundação no rio Ibirapuitã, em Alegrete. Há risco de alagamentos urbanos, enxurradas e elevação de arroios e pequenos rios, além do risco de movimentos de massa em áreas vulneráveis.

O alerta de inundação se mantém para os rios Ibirapuitã (em Alegrete), Ibicuí (em Manoel Viana), Santa Maria (em Rosário do Sul), Vacacaí (em São Gabriel), São Sepé e Jacuí (em Cachoeira do Sul e Rio Pardo), devido aos altos volumes de chuva nas respectivas bacias.

Orientações de segurança

A Defesa Civil reforça que os moradores acompanhem os alertas pelos canais oficiais e adotem medidas preventivas conforme o nível de alerta:

  • Alerta Amarelo (Esteja atento): Verificar condições de telhados, árvores e bueiros, acompanhar as previsões e conhecer os planos de contingência da cidade.
  • Alerta Laranja (Esteja preparado): Avaliar deslocamentos, preparar kits de emergência e verificar locais seguros para abrigar-se.
  • Alerta Vermelho (Tome uma atitude): Sair de locais de risco, não transitar em áreas alagadas e acionar as autoridades em caso de sinais de deslizamento ou inundação.
  • Alerta Roxo (Ação imediata): Deixar imediatamente áreas de risco, buscar abrigo seguro e não retornar até que os órgãos oficiais autorizem.

Os riscos incluem chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, granizo e movimentos de massa.

Foto: João Pedro Rodrigues/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 280 Visualizações
Cidades

Defesa Civil atualiza alerta de risco hidrológico para regiões do RS

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um novo aviso hidrológico com vigência de 17 a 20 de junho, indicando risco de elevação nos níveis dos rios em praticamente todo o estado. O alerta é consequência das chuvas intensas registradas nos dias mais recentes e da previsão de novos acumulados significativos, especialmente no centro e na metade oeste do território gaúcho.

Segundo o comunicado do órgão, os rios apresentam tendência de elevação com limiares variando entre normalidade e cota de alerta. O rio Ibirapuitã, em Alegrete, já atingiu cota de inundação. As áreas destacadas em amarelo e laranja no mapa hidrológico oficial estão sob condições de atenção e alerta, respectivamente, devido à possibilidade de alagamentos em perímetros urbanos e enxurradas provocadas por chuvas intensas. Também há risco de cheias e inundações em arroios e pequenos rios sem monitoramento, além da elevação de rios maiores, com níveis variando entre normal e atenção.

Mapa de situação hidrológica da Defesa Civil do RS

Cidades com risco de inundação

  • Rio Ibirapuitã, em Alegrete
  • Rio Ibicuí, em Manoel Viana
  • Rio Santa Maria, em Rosário do Sul
  • Rio Vacacaí, em São Gabriel
  • Rio São Sepé
  • Rio Jacuí, em Cachoeira do Sul e Rio Pardo

A elevação nesses rios é atribuída aos altos volumes de chuva acumulados em suas bacias hidrográficas.

Possibilidade de deslizamentos

Além dos riscos hidrológicos, a Defesa Civil também alerta para a possibilidade de movimentos de massa (deslizamentos) em áreas vulneráveis nas regiões afetadas, o que amplia a necessidade de monitoramento e atenção por parte da população e autoridades locais.

O aviso faz parte da atuação do Governo do Estado e integra as ações do Plano Rio Grande.

Fotos: Freepik/Reprodução e Defesa Civil do Rio Grande do Sul/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 475 Visualizações
Cidades

Defesa Civil gaúcha alerta para temporais e risco de alagamentos até quinta

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul alertou nesta segunda-feira (16) para a ocorrência de chuvas fortes, volumosas e persistentes até quinta-feira, 19 de junho, em grande parte do estado. O órgão prevê instabilidades com raios, temporais isolados, queda de granizo e rajadas de vento em diversas regiões. A medida visa orientar a população sobre os riscos de alagamentos urbanos, enxurradas e inundações, especialmente em locais com histórico de ocorrências.

Para alinhar a resposta à previsão, a Defesa Civil estadual realizou uma reunião com seu efetivo e forças de resposta ainda na segunda-feira. A articulação com os municípios tem como objetivo reforçar a ativação de Planos de Contingência e implementar medidas preventivas. Os alertas atualizados estão disponíveis no site da instituição.

Chuvas intensas e vento forte

A partir da tarde de segunda-feira (16), uma região de baixa pressão combinada com umidade vinda do Norte do país favorece a formação de chuvas moderadas a fortes nas regiões Oeste, Missões, Campanha e parte do Centro, com acumulados entre 40 e 90 mm/dia. Na Costa Doce e Sul, os volumes devem ficar abaixo de 40 mm/dia. As rajadas de vento podem alcançar entre 60 e 80 km/h na metade norte do estado.

Na terça-feira, dia 17, as chuvas devem se intensificar em quase todo o Rio Grande do Sul, com possibilidade de raios, granizo e ventos de até 90 km/h em áreas isoladas. Os volumes diários podem atingir 90 mm nas Missões, Oeste, Centro, Noroeste e Vale do Rio Pardo. Já no Sul, Costa Doce, Vales, Região Metropolitana, Litoral Médio e Campanha, os volumes previstos ficam entre 40 e 80 mm/dia.

Persistência até quinta-feira

A quarta-feira, 18 de junho, será marcada por chuva intensa e contínua, com rajadas de vento de 50 a 80 km/h. Os volumes devem alcançar 120 mm/dia no Noroeste, Missões, parte do Centro e Vale do Rio Pardo, e variar entre 40 e 90 mm/dia na Costa Doce, Região Metropolitana, Litoral Médio e Litoral Norte. Nas demais regiões, os acumulados devem ficar abaixo de 40 mm/dia.

Na quinta-feira, dia 19, a instabilidade continua com menor intensidade, e os acumulados devem permanecer abaixo de 30 mm/dia na maioria das áreas. No entanto, na região norte, os volumes podem chegar a 100 mm/dia, acompanhados de raios e chuvas contínuas.

Risco de enchentes e elevação de rios

Segundo a Defesa Civil, os acumulados previstos até o fim do período devem variar entre 160 e 250 mm no Oeste, Missões, Noroeste, Centro, Campanha e Sudeste. Na Costa Doce, Litoral Médio, Vales e Região Metropolitana, os volumes estimados ficam entre 100 e 150 mm. Nas áreas de fronteira com o Uruguai, Sul e Nordeste, os índices devem variar de 40 a 100 mm.

A partir de quarta-feira, dia 18, há risco de transbordamento dos rios Ibirapuitã (em Alegrete), Santa Maria (em Rosário do Sul) e Jacuí (em Cachoeira do Sul), além de possibilidade de enchentes em arroios e pequenos rios sem monitoramento.

Cores de alerta e orientações

A Defesa Civil estadual adota um sistema de cores para indicar o nível de gravidade das situações:

  • Verde: normalidade
  • Amarelo: alerta moderado
  • Laranja: alerta alto
  • Vermelho: alerta muito alto
  • Roxo: ação imediata

As orientações variam de acordo com o grau de risco. Em alertas amarelos, a recomendação é acompanhar os canais oficiais e verificar a situação local. Em casos laranja, a população deve considerar ajustar rotinas e preparar kits de emergência. Nos níveis vermelho e roxo, a orientação é buscar abrigo imediatamente e deixar áreas de risco, evitando transitar por locais alagados.

A Defesa Civil reforça que a colaboração dos moradores é essencial, especialmente com atenção a sinais de deslizamentos, entupimentos de bueiros, segurança de telhados e árvores, e cuidados com animais domésticos. As instruções completas e atualizadas estão disponíveis nos canais oficiais do órgão e das prefeituras.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 364 Visualizações
Saúde

Hospital Getúlio Vargas opera com todos os leitos ocupados em Estância Velha

Por Jonathan da Silva 13/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV), em Estância Velha, está operando desde a quinta-feira (120 com 100% dos leitos clínicos ocupados devido ao aumento sazonal da demanda por atendimentos, comum neste período do ano, conforme comunicado da Secretaria da Saúde do município. Apesar da alta ocupação, todos os pacientes estão sendo acolhidos e atendidos conforme os protocolos de classificação de risco, que priorizam os casos mais graves e urgentes.

Com nossos leitos com 100% de ocupação, podemos ter uma limitação também em relação ao espaço de acompanhantes. Contamos com a compreensão da comunidade e reforçamos nosso compromisso permanente com a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à população”, alerta o secretário de Saúde de Estância Velha, Yuri Campos.

A equipe do hospital está mobilizada para garantir um atendimento humanizado e eficiente, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde.

Atendimento específico para síndromes respiratórias

Como parte da Operação Inverno, a Prefeitura de Estância Velha disponibiliza atendimento direcionado a casos de síndromes respiratórias no Centro de Especialidades, localizado na Rua Rui Barbosa, 155, no Centro da cidade. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 17h às 22h, oferecendo uma alternativa para pacientes com sintomas leves a moderados.

Vacinação contra a gripe disponível

A Secretaria Municipal da Saúde reforça que a vacinação contra a Influenza está disponível para todas as faixas etárias em todas as unidades de saúde do município. A vacina é oferecida gratuitamente para pessoas a partir dos seis meses de idade, como medida preventiva diante do aumento da circulação do vírus neste período.

Foto: PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2025 0 Comentários 328 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo está em perigo por doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

Por Jonathan da Silva 04/06/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo se encontra em estado de perigo para doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, conforme o segundo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2025. O relatório, divulgado pelo Projeto de Prevenção e Combate à Dengue, desenvolvido em parceria entre a Prefeitura e a Universidade Feevale, aponta um índice de infestação de 7%, o que caracteriza risco de surto.

Até o dia 31 de maio, foram registrados casos de dengue em todos os bairros de Novo Hamburgo, com concentração em Canudos e São Jorge, que somam mais de 80% dos casos confirmados. No total, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recebeu 3.043 notificações, das quais 2.263 foram confirmadas, 380 seguem em investigação e 400 foram descartadas. Também foi registrado uma morte pela doença.

A coordenadora da Vigilância Ambiental em Saúde hamburguense, a veterinária Julyana Simões Matos, alerta para a importância de manter os cuidados mesmo com a chegada do frio. “Todos precisam fazer a sua parte. A cidade está infestada e o número de casos pode aumentar se não termos o cuidado necessário”, afirma Julyana.

Monitoramento e fiscalização

A coordenadora também explica que o município realiza fiscalizações constantes por meio da Vigilância Ambiental e dos Agentes de Combate às Endemias, que podem gerar notificações, autuações e multas, dependendo da gravidade. As equipes também são remanejadas para os bairros mais afetados quando necessário. Além disso, a Prefeitura realiza aplicação de inseticidas como medida adicional de controle.

Como funciona o LIRAa

O LIRAa é uma metodologia que permite medir rapidamente os índices de infestação. No levantamento feito entre 12 e 16 de maio, foram vistoriados 4.049 imóveis, onde os agentes coletaram 415 amostras de larvas e pupas de mosquitos, que foram analisadas no laboratório da Feevale.

Do total de amostras, 86% foram encontradas em imóveis (residências, comércios e empresas) e 14% em terrenos baldios. Os depósitos mais comuns foram pequenos recipientes móveis, como baldes, bebedouros de animais, vasos de plantas e pratinhos. Também foram encontrados focos em depósitos fixos, como piscinas e ralos, além de resíduos descartáveis.

Cuidado é visto como essencial

O coordenador do Projeto de Prevenção e Combate à Dengue da Feevale, Tiago Filipe Steffen, reforça a necessidade de manter os cuidados. “Estamos finalizando o momento mais complexo da sazonalidade da doença, mas mesmo assim, necessitamos do apoio da população para que, além de inspecionar seus imóveis na busca por depósitos com água parada, procure as unidades de saúde sempre que apresentar sintomas suspeitos”, salienta Steffen.

O coordenador destaca que eliminar criadouros agora, mesmo no inverno, impactará diretamente na redução dos casos no próximo verão. Segundo ele, os ovos do mosquito podem permanecer viáveis por mais de 400 dias, mesmo sem água.

O monitoramento e controle dependem diretamente das notificações feitas quando a população busca atendimento nas unidades de saúde, públicas ou privadas. A partir dessas notificações, a Vigilância em Saúde realiza as ações preconizadas pelo Ministério da Saúde, como visitas domiciliares, aplicação de inseticidas e controle de pontos estratégicos.

Contato e denúncias

O Projeto de Extensão de Combate e Prevenção ao Mosquito da Universidade Feevale oferece atividades educativas em escolas, empresas e entidades comunitárias, que podem ser agendadas pelo e-mail [email protected].

Denúncias sobre focos do mosquito podem ser feitas pela ouvidoria SUS, pelo WhatsApp (51) 99831-6500

Foto: Adriana Seibert/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2025 0 Comentários 443 Visualizações
Saúde

Frio aumenta riscos de doenças respiratórias e dores articulares em pets

Por Jonathan da Silva 03/06/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada do inverno, cães e gatos podem ser afetados por doenças respiratórias, dores articulares e até complicações cardíacas, especialmente filhotes, animais idosos ou com condições pré-existentes. O médico-veterinário Jean Schoingele, do Grupo Hospitalar Pet Support, tem alertado para estes riscos e reforçado a necessidade de cuidados específicos durante os dias de frio no Rio Grande do Sul.

De acordo com Schoingele, as baixas temperaturas são um fator de risco para o desenvolvimento de traqueobronquites, conhecidas como “tosse dos canis”, além do agravamento de doenças articulares como displasia coxofemoral e artrose. “No inverno, é comum observarmos um aumento nos casos de traqueobronquites. Além disso, doenças articulares como a displasia coxofemoral e a artrose tendem a se agravar, causando dor e limitações de mobilidade nos animais”, afirma o especialista.

Sinais de alerta

O veterinário orienta que tutores fiquem atentos a sinais como tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, dificuldade para se levantar e resistência ao movimento. “Se o pet começa a apresentar tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, mancar ao levantar ou demonstrar resistência ao movimento, é fundamental procurar atendimento veterinário. São indícios de que algo pode estar errado”, explica Schoingele.

Cuidados recomendados

Entre as principais recomendações, o médico-veterinário destaca medidas simples para proteger os animais no inverno:

  • Ambiente aquecido: “Evite deixar o pet em áreas externas ou com corrente de ar. Camas com cobertores e mantas ajudam a manter o corpo aquecido.”
  • Roupas adequadas: “Para animais de pelagem curta, filhotes e idosos, o uso de roupas é altamente recomendado, desde que não impeça os movimentos e que seja trocado com frequência.”
  • Banhos com cautela: “No frio, os banhos devem ser espaçados, sempre com água morna e secagem completa. O ideal é usar secador em temperatura amena.”
  • Alimentação e hidratação: “Alguns pets comem mais no inverno, mas isso precisa ser controlado para evitar ganho de peso. A hidratação continua sendo fundamental.”

Vacinação é essencial

Schoingele também reforça a importância de manter a vacinação em dia, especialmente contra doenças respiratórias. “Algumas viroses, como a gripe canina, se espalham mais facilmente em ambientes fechados ou com aglomeração de animais. A vacinação é a principal forma de proteger nossos companheiros”, pontua o médico-veterinário.

O Grupo Hospitalar Pet Support conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2025 0 Comentários 341 Visualizações
Saúde

Especialista alerta para aumento de doenças respiratórias e de garganta com o frio

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada das estações mais frias do ano, o otorrinolaringologista Dr. Bruno Netto, integrante da equipe médica da VS Clinic, clínica multidisciplinar do Dr. Victor Sorrentino, tem alertado para o crescimento no número de casos de infecções respiratórias e de garganta na população. As principais causas apontadas pelo especialista são o tempo seco, as mudanças bruscas de temperatura e o aumento da permanência em ambientes fechados e pouco ventilados.

De acordo com o Dr. Bruno Netto, doenças como gripe, resfriado, sinusite, amigdalite e bronquite são frequentes nesta época do ano e podem afetar pessoas de todas as idades. O especialista explica que a maior permanência em locais fechados facilita a propagação de vírus e bactérias. “Além disso, o ar seco resseca as mucosas das vias respiratórias, reduzindo a proteção natural do organismo contra infecções”, afirma o otorrinolaringologista.

O especialista também esclarece a diferença entre infecções virais e bacterianas. “Os vírus são responsáveis por doenças como gripes e resfriados, cujos sintomas costumam ser mais leves, com febre moderada e secreção nasal clara. Já infecções bacterianas, como a amigdalite e a sinusite, tendem a apresentar febre mais alta e persistente, secreção nasal amarelada ou esverdeada e, muitas vezes, a presença de pus na garganta”, explica Netto. O tratamento varia de acordo com o agente causador. “Enquanto as viroses costumam ser autolimitadas e tratadas com repouso e hidratação, infecções bacterianas podem exigir o uso de antibióticos”, complementa o integrante da VS Clinic.

Baixa umidade e uso de aquecedores agravam sintomas

O médico também chama atenção para os efeitos do clima seco e do uso excessivo de aquecedores. “A baixa umidade do ar resseca as vias aéreas, deixando a mucosa mais vulnerável à ação de microrganismos. O uso frequente de aquecedores agrava essa situação, reduzindo ainda mais a umidade do ambiente”, afirma Netto.

Para minimizar esses impactos, o especialista recomenda manter uma hidratação adequada, utilizar umidificadores de ar ou bacias com água nos ambientes e realizar lavagens nasais com soro fisiológico para preservar a umidade das vias respiratórias.

Prevenção passa por higiene e imunidade

Entre as medidas preventivas, o médico destaca a importância de manter bons hábitos de higiene e cuidados com a alimentação. “Lavar as mãos com frequência, evitar levar as mãos ao rosto, manter os ambientes ventilados e reforçar a alimentação com alimentos ricos em vitaminas e minerais são medidas essenciais”, salienta Netto.

O otorrinolaringologista também sugere o consumo de alimentos específicos. “Frutas cítricas, como laranja e limão, ajudam a fortalecer a imunidade, assim como alimentos ricos em zinco, como castanhas e carnes. O própolis e o mel também são aliados naturais na proteção da garganta”, explica o médico.

Grupos vulneráveis e sinais de alerta

 O Dr. Bruno Netto reforça a necessidade de atenção especial com crianças e idosos. “Nas crianças, é importante evitar locais fechados e com aglomeração, além de garantir uma boa hidratação. Já nos idosos, a prática de atividades físicas para fortalecimento da imunidade e a atenção aos primeiros sintomas de infecção são fundamentais”, destaca o médico. Segundo o especialista, em idosos, infecções respiratórias podem evoluir rapidamente para complicações como pneumonia.

Alguns sintomas indicam a necessidade de buscar atendimento médico. “Febre alta por mais de três dias, dificuldade para respirar, piora dos sintomas após cinco dias, secreção com pus e fadiga extrema são sintomas que merecem atenção. Se o paciente apresentar algum desses sinais, é fundamental buscar atendimento médico para avaliar a necessidade de exames ou tratamentos específicos”, finaliza Netto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 418 Visualizações
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