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Saúde

Frio aumenta riscos de doenças respiratórias e dores articulares em pets

Por Jonathan da Silva 03/06/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada do inverno, cães e gatos podem ser afetados por doenças respiratórias, dores articulares e até complicações cardíacas, especialmente filhotes, animais idosos ou com condições pré-existentes. O médico-veterinário Jean Schoingele, do Grupo Hospitalar Pet Support, tem alertado para estes riscos e reforçado a necessidade de cuidados específicos durante os dias de frio no Rio Grande do Sul.

De acordo com Schoingele, as baixas temperaturas são um fator de risco para o desenvolvimento de traqueobronquites, conhecidas como “tosse dos canis”, além do agravamento de doenças articulares como displasia coxofemoral e artrose. “No inverno, é comum observarmos um aumento nos casos de traqueobronquites. Além disso, doenças articulares como a displasia coxofemoral e a artrose tendem a se agravar, causando dor e limitações de mobilidade nos animais”, afirma o especialista.

Sinais de alerta

O veterinário orienta que tutores fiquem atentos a sinais como tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, dificuldade para se levantar e resistência ao movimento. “Se o pet começa a apresentar tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, mancar ao levantar ou demonstrar resistência ao movimento, é fundamental procurar atendimento veterinário. São indícios de que algo pode estar errado”, explica Schoingele.

Cuidados recomendados

Entre as principais recomendações, o médico-veterinário destaca medidas simples para proteger os animais no inverno:

  • Ambiente aquecido: “Evite deixar o pet em áreas externas ou com corrente de ar. Camas com cobertores e mantas ajudam a manter o corpo aquecido.”
  • Roupas adequadas: “Para animais de pelagem curta, filhotes e idosos, o uso de roupas é altamente recomendado, desde que não impeça os movimentos e que seja trocado com frequência.”
  • Banhos com cautela: “No frio, os banhos devem ser espaçados, sempre com água morna e secagem completa. O ideal é usar secador em temperatura amena.”
  • Alimentação e hidratação: “Alguns pets comem mais no inverno, mas isso precisa ser controlado para evitar ganho de peso. A hidratação continua sendo fundamental.”

Vacinação é essencial

Schoingele também reforça a importância de manter a vacinação em dia, especialmente contra doenças respiratórias. “Algumas viroses, como a gripe canina, se espalham mais facilmente em ambientes fechados ou com aglomeração de animais. A vacinação é a principal forma de proteger nossos companheiros”, pontua o médico-veterinário.

O Grupo Hospitalar Pet Support conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2025 0 Comentários 314 Visualizações
Saúde

Especialista alerta para aumento de doenças respiratórias e de garganta com o frio

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada das estações mais frias do ano, o otorrinolaringologista Dr. Bruno Netto, integrante da equipe médica da VS Clinic, clínica multidisciplinar do Dr. Victor Sorrentino, tem alertado para o crescimento no número de casos de infecções respiratórias e de garganta na população. As principais causas apontadas pelo especialista são o tempo seco, as mudanças bruscas de temperatura e o aumento da permanência em ambientes fechados e pouco ventilados.

De acordo com o Dr. Bruno Netto, doenças como gripe, resfriado, sinusite, amigdalite e bronquite são frequentes nesta época do ano e podem afetar pessoas de todas as idades. O especialista explica que a maior permanência em locais fechados facilita a propagação de vírus e bactérias. “Além disso, o ar seco resseca as mucosas das vias respiratórias, reduzindo a proteção natural do organismo contra infecções”, afirma o otorrinolaringologista.

O especialista também esclarece a diferença entre infecções virais e bacterianas. “Os vírus são responsáveis por doenças como gripes e resfriados, cujos sintomas costumam ser mais leves, com febre moderada e secreção nasal clara. Já infecções bacterianas, como a amigdalite e a sinusite, tendem a apresentar febre mais alta e persistente, secreção nasal amarelada ou esverdeada e, muitas vezes, a presença de pus na garganta”, explica Netto. O tratamento varia de acordo com o agente causador. “Enquanto as viroses costumam ser autolimitadas e tratadas com repouso e hidratação, infecções bacterianas podem exigir o uso de antibióticos”, complementa o integrante da VS Clinic.

Baixa umidade e uso de aquecedores agravam sintomas

O médico também chama atenção para os efeitos do clima seco e do uso excessivo de aquecedores. “A baixa umidade do ar resseca as vias aéreas, deixando a mucosa mais vulnerável à ação de microrganismos. O uso frequente de aquecedores agrava essa situação, reduzindo ainda mais a umidade do ambiente”, afirma Netto.

Para minimizar esses impactos, o especialista recomenda manter uma hidratação adequada, utilizar umidificadores de ar ou bacias com água nos ambientes e realizar lavagens nasais com soro fisiológico para preservar a umidade das vias respiratórias.

Prevenção passa por higiene e imunidade

Entre as medidas preventivas, o médico destaca a importância de manter bons hábitos de higiene e cuidados com a alimentação. “Lavar as mãos com frequência, evitar levar as mãos ao rosto, manter os ambientes ventilados e reforçar a alimentação com alimentos ricos em vitaminas e minerais são medidas essenciais”, salienta Netto.

O otorrinolaringologista também sugere o consumo de alimentos específicos. “Frutas cítricas, como laranja e limão, ajudam a fortalecer a imunidade, assim como alimentos ricos em zinco, como castanhas e carnes. O própolis e o mel também são aliados naturais na proteção da garganta”, explica o médico.

Grupos vulneráveis e sinais de alerta

 O Dr. Bruno Netto reforça a necessidade de atenção especial com crianças e idosos. “Nas crianças, é importante evitar locais fechados e com aglomeração, além de garantir uma boa hidratação. Já nos idosos, a prática de atividades físicas para fortalecimento da imunidade e a atenção aos primeiros sintomas de infecção são fundamentais”, destaca o médico. Segundo o especialista, em idosos, infecções respiratórias podem evoluir rapidamente para complicações como pneumonia.

Alguns sintomas indicam a necessidade de buscar atendimento médico. “Febre alta por mais de três dias, dificuldade para respirar, piora dos sintomas após cinco dias, secreção com pus e fadiga extrema são sintomas que merecem atenção. Se o paciente apresentar algum desses sinais, é fundamental buscar atendimento médico para avaliar a necessidade de exames ou tratamentos específicos”, finaliza Netto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 345 Visualizações
Saúde

Fibrossarcoma oral em cães exige diagnóstico precoce

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

O fibrossarcoma oral é um tumor maligno que afeta a cavidade bucal dos cães, caracterizado pelo crescimento localmente agressivo e pela possibilidade de recidiva. Embora seja considerado um tumor raro, exige atenção dos tutores, uma vez que o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso do tratamento. De acordo com a médica-veterinária Izadora Chamun Gil, do Grupo Hospitalar Pet Support, os principais sintomas são dificuldade para se alimentar, salivação excessiva, mau hálito, sangramento na boca e, em casos mais avançados, deformidades faciais.

É fundamental que os tutores estejam atentos a qualquer alteração na cavidade oral de seus pets e busquem avaliação veterinária ao menor sinal de anormalidade”, orienta a veterinária Izadora Chamun Gil.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico do fibrossarcoma oral é realizado por meio de exames clínicos, biópsia e exames de imagem, como radiografias ou tomografias, que permitem avaliar a extensão do tumor e a possibilidade de metástases.

O tratamento mais indicado é a remoção cirúrgica do tumor com margens amplas, buscando a retirada completa. Dependendo do estágio da doença e da localização, a cirurgia pode ser associada a eletroquimioterapia ou quimioterapia.

Caso de sucesso

A médica-veterinária Izadora Chamun Gil acompanhou o caso do cão Júnior, de seis anos, que foi diagnosticado com fibrossarcoma oral e passou por tratamento no Grupo Hospitalar Pet Support. “Júnior apresentou excelente recuperação após a cirurgia, sem sinais de recidiva até o momento. Esse caso reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. Por isso, check-ups regulares e atenção aos sinais clínicos são fundamentais”, afirma Izadora.

A tutora de Júnior, Priscila Cezar, conta que percebeu o problema quando seu esposo notou uma espécie de “bola” dentro da boca do animal durante uma brincadeira. “Fomos ao veterinário de imediato, fizemos uma primeira cirurgia em outra clínica, mas em uma semana o tumor voltou ainda maior”, relatou Priscila.

Após o insucesso da primeira intervenção, a família buscou atendimento no Grupo Hospitalar Pet Support. “Na primeira clínica, disseram que não havia mais o que fazer, além de controlar a dor até o fim. Mas, por indicação de uma colega, fomos ao Pet Support. Lá, a Dra. Letícia nos deu outra perspectiva, nos deu esperança”, contou a tutora.

Júnior passou por uma nova cirurgia, desta vez bem-sucedida. “Conseguimos retirar todo o tumor, que já se alastrava para a cavidade nasal. O tumor foi para biópsia e se confirmou ser maligno, mas com baixa possibilidade de metástase”, explicou Priscila.

Atenção aos sinais

O Grupo Hospitalar Pet Support alerta que o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de recuperação dos animais. O acompanhamento regular com profissionais especializados permite identificar sinais ainda no início, o que facilita o tratamento e melhora a qualidade de vida dos pets.

Mais detalhes estão disponíveis no site petsupport.com.br. O Grupo conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, mas a orientação vale para tutores de cães em qualquer lugar do país: atenção aos sinais e busca por atendimento especializado são fundamentais no combate a tumores orais em animais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 385 Visualizações
Variedades

Psicóloga alerta para riscos de depressão sazonal com a chegada do frio no RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2025
Por Jonathan da Silva

Com a previsão de frio intenso no Rio Grande do Sul já a partir deste mês de maio, a coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, Raquel Correa da Silva, tem alertado para os riscos do desenvolvimento da depressão sazonal, também conhecida como Transtorno Afetivo Sazonal (TAS). O fenômeno costuma ocorrer principalmente no outono e no inverno, períodos com menor incidência de luz solar, o que pode impactar no humor e no sono das pessoas.

De acordo com o Climatempo Meteorologia, o estado enfrenta uma instabilidade meteorológica intensa, impulsionada por um sistema de baixa pressão sobre o interior do continente, além da formação de uma frente fria que tem causado temporais em várias regiões. Essa mudança no clima reforça a necessidade de atenção para os impactos na saúde mental da população.

A psicóloga explica que a depressão sazonal está relacionada à diminuição da luz solar, que interfere no relógio biológico (ritmo circadiano) e nos níveis dos neurotransmissores serotonina e melatonina, responsáveis por regular o humor e o sono.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial sofre com esse tipo de depressão. Raquel destaca que as causas não são totalmente compreendidas, mas estão associadas aos impactos da menor exposição solar no organismo. “Expor-se à luz solar durante o dia pode ajudar a regular o humor e os padrões de sono, contribuindo para uma melhora significativa nos sintomas”, orienta a psicóloga.

Atividades recomendadas para prevenção

A especialista também recomenda a prática de atividades físicas e uma alimentação equilibrada como formas de prevenção. “O exercício físico libera endorfinas, neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, além de melhorar a qualidade do sono e reduzir os níveis de estresse. Essas atividades podem incluir caminhadas rápidas ou sessões de yoga”, explica Raquel. A psicóloga acrescenta que “priorizar alimentos ricos em nutrientes, como frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras, pode fornecer ao corpo a energia necessária para enfrentar os desafios do dia a dia”.

Tratamentos para depressão sazonal

Entre as alternativas de tratamento, a psicóloga Raquel Correa da Silva destaca a fototerapia, a psicoterapia, a suplementação de vitamina D, mudanças no estilo de vida e até mesmo o uso de medicamentos.

  • Terapia de Luz (fototerapia): exposição a uma luz artificial brilhante que imita a luz natural. É um dos tratamentos mais comuns e eficazes.
  • Medicamentos: uso de antidepressivos, como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), que ajudam a regular os níveis de serotonina no cérebro.
  • Psicoterapia: métodos como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) auxiliam no enfrentamento dos sintomas e na mudança de padrões de pensamento negativos.
  • Mudanças no estilo de vida: passar mais tempo ao ar livre, aumentar a exposição à luz natural, praticar exercícios e manter uma dieta saudável.
  • Suplementação de vitamina D: indicada em alguns casos, especialmente quando há deficiência devido à baixa exposição ao sol.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2025 0 Comentários 416 Visualizações
Cidades

Inmet alerta para perigo de chuvas intensas no RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas para o Rio Grande do Sul entre as 13h desta quarta-feira, 28 de maio, e as 12h de quinta-feira, dia 29. O aviso, classificado com o grau de severidade “Perigo”, abrange as regiões Metropolitana de Porto Alegre e Vales do Rio Pardo e Taquari, além de parte do Vale do Jacuí e do litoral norte.

De acordo com o Inmet, a previsão indica chuvas entre 30 e 60 mm por hora ou entre 50 e 100 mm ao dia, além de ventos intensos de 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Cidades que podem ser atingidas

  • Alvorada
  • Arambaré
  • Araricá
  • Arroio dos Ratos
  • Balneário Pinhal
  • Barão do Triunfo
  • Barra do Ribeiro
  • Bom Princípio
  • Bom Retiro do Sul
  • Brochier
  • Butiá
  • Cachoeirinha
  • Camaquã
  • Campo Bom
  • Canoas
  • Capivari do Sul
  • Capela de Santana
  • Caraá
  • Cerro Grande do Sul
  • Charqueadas
  • Chuvisca
  • Cidreira
  • Cruzeiro do Sul
  • Dois Irmãos
  • Dom Feliciano
  • Eldorado do Sul
  • Estância Velha
  • Esteio
  • Estrela
  • Fazenda Vilanova
  • Feliz
  • General Câmara
  • Glorinha
  • Gravataí
  • Guaíba
  • Harmonia
  • Igrejinha
  • Imbé
  • Ivoti
  • Lajeado
  • Lindolfo Collor
  • Linha Nova
  • Maratá
  • Mariana Pimentel
  • Mato Leitão
  • Minas do Leão
  • Montenegro
  • Morro Reuter
  • Mostardas
  • Nova Hartz
  • Nova Santa Rita
  • Novo Hamburgo
  • Osório
  • Palmares do Sul
  • Pantano Grande
  • Pareci Novo
  • Parobé
  • Passo do Sobrado
  • Paverama
  • Picada Café
  • Poço das Antas
  • Portão
  • Porto Alegre
  • Presidente Lucena
  • Rio Pardo
  • Rolante
  • Salvador do Sul
  • Santa Cruz do Sul
  • Santa Maria do Herval
  • Santo Antônio da Patrulha
  • São Jerônimo
  • São José do Hortêncio
  • São José do Norte
  • São José do Sul
  • São Leopoldo
  • São Sebastião do Caí
  • Sapiranga
  • Sapucaia do Sul
  • Sentinela do Sul
  • Sertão Santana
  • Tabaí
  • Tapes
  • Taquara
  • Taquari
  • Tavares
  • Teutônia
  • Tramandaí
  • Triunfo
  • Tupandi
  • Vale Verde

Instruções de segurança

O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas, e evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também é recomendado, se possível, desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

O órgão reforça que a população pode obter mais informações e orientações junto à Defesa Civil, pelo telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193.

Foto: Yuliya Kireyonok/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/05/2025 0 Comentários 408 Visualizações
Cidades

Defesa Civil gaúcha emite alerta de risco para deslizamentos em cinco cidades

Por Jonathan da Silva 28/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu nesta quarta-feira (28) um alerta de risco moderado para deslizamentos pontuais de terra nas cidades de Caxias do Sul, Alto Feliz, Igrejinha, Bom Princípio e Três Coroas. O aviso é válido até a manhã de quinta-feira, 29 de maio.

Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, o estado alerta segue até às 6h30min desta quinta. Para Alto Feliz, na Encosta da Serra, e Igrejinha, no Vale do Paranhana, a validade vai até às 8h da mesma quinta-feira. Já em Bom Princípio, no Vale do Caí, e Três Coroas, no Vale do Paranhana, o risco permanece até às 8h10min do mesmo dia.

De acordo com a Defesa Civil Estadual, o alerta foi emitido com base nas informações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que identificou condições favoráveis à ocorrência de eventos geológicos, como deslizamentos de terra.

Orientações à população

A recomendação da Defesa Civil é que a população evite áreas de risco, como encostas, morros e locais com histórico de deslizamentos. Em casos de emergência, os telefones indicados para a comunidade são o 190, da Brigada Militar, e o 193, do Corpo de Bombeiros.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/05/2025 0 Comentários 435 Visualizações
Saúde

RS registra 25 mortes e mais de 23 mil casos de dengue em 2025

Por Jonathan da Silva 27/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul já contabiliza 23.021 casos confirmados de dengue e 25 mortes pela doença neste ano de 2025, de acordo com dados do Painel de Casos de Dengue da Secretaria de Saúde do Estado. Apesar dos dias mais frios e chuvosos, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, continua em alta. Atualmente, 474 municípios gaúchos estão infestados. Em 2024, o estado registrou 209.659 casos e 281 óbitos.

A coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Andressa Telles Borges, alerta para a atenção aos sintomas, que podem ser confundidos com outras doenças. “A dengue pode causar sintomas como febre alta, dores musculares, dores de cabeça, erupções cutâneas e fadiga. É essencial educar as pessoas sobre o tema, de forma que se sintam incentivadas a procurar assistência médica imediata a partir do momento em que apresentarem os sintomas, adotando medidas preventivas, garantindo o diagnóstico e tratamento da doença adequado, pois esses mesmos sintomas se assemelham com outros problemas”, afirma Andressa.

Segundo a docente, também é importante observar sinais respiratórios e gripais. “A dor de garganta, congestão nasal, tosse seca, coriza etc., são comuns na Covid-19, mas isso não é frequente nas arboviroses”, explica Andressa.

Principais sintomas da dengue

De acordo com Andressa, os sintomas mais comuns da dengue são:

  • Febre alta;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Dores musculares e nas articulações;
  • Manchas vermelhas na pele;
  • Náuseas e vômitos;
  • Fadiga e cansaço excessivo;
  • Sangramentos, em casos graves.

Cidades com mais casos confirmados

As dez cidades com maior número de casos confirmados de dengue no estado são:

  1. Viamão: 6.101
  2. Porto Alegre: 4.251
  3. Alvorada: 2.466
  4. Novo Hamburgo: 1.771
  5. Sapucaia do Sul: 898
  6. Cachoeira do Sul: 714
  7. Gravataí: 563
  8. Canoas: 545
  9. Cachoeirinha: 469
  10. Planalto: 328

Prevenção é fundamental

Andressa Telles Borges reforça ainda que medidas de prevenção são fundamentais para evitar a proliferação do mosquito. Entre as recomendações da especialista estão:

  • Eliminar água parada, verificando pneus, garrafas, baldes, calhas e objetos que possam acumular água;
  • Instalar telas de proteção nas janelas e portas;
  • Manter piscinas limpas e tratadas;
  • Cooperar com campanhas de prevenção promovidas por órgãos públicos e organizações locais.

A docente também destaca que, em caso de infecção, é fundamental manter repouso absoluto e estimular a hidratação oral durante o tratamento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2025 0 Comentários 365 Visualizações
Cidades

Rua Padre Orestes terá sentido alterado no bairro Santos Dumont em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 23/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Rua Padre Orestes João Stragliotto, no bairro Santos Dumont, em São Leopoldo, terá o sentido de circulação alterado a partir da próxima segunda-feira, 26 de maio. A via deixará de ser mão dupla e passará a ter sentido único, com fluxo no sentido da Rua Manoel José Brás em direção à Rua Décio Freitas. A mudança foi anunciada pela Prefeitura de São Leopoldo, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade e Serviços Urbanos (Semurb), com o objetivo de melhorar a segurança e a fluidez no trânsito da região.

De acordo com a Semurb, a decisão foi tomada após análise técnica baseada em protocolo da Ouvidoria Municipal. A avaliação apontou que o grande fluxo de veículos, somado ao número de carros estacionados em frente à Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Padre Orestes, tornava inviável a circulação em mão dupla, especialmente nos horários de pico.

Apoio no trânsito

A Guarda Civil Municipal atuará durante a implementação da mudança para auxiliar na organização do trânsito e na orientação dos motoristas e da comunidade local.

Intervenções na sinalização

Além da alteração no sentido da via, serão realizadas mudanças na sinalização, incluindo:

  • Pintura de meio-fio em amarelo em frente à EMEF Padre Orestes;
  • Instalação de placa R-6a (Estacionamento proibido) com indicação complementar de “Permitido embarque e desembarque”;
  • Instalação de placas R-24a, que informam o novo sentido de circulação da rua.

Objetivo é aumentar segurança

Segundo a Diretoria de Mobilidade Urbana, a alteração tem como finalidade minimizar o risco de acidentes e melhorar a circulação no entorno da escola, beneficiando motoristas, estudantes e pedestres.

Foto: Semurb/PMSL/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Saúde

Campo Bom registra alta em casos de doenças respiratórias

Por Jonathan da Silva 23/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom está em alerta devido ao aumento de atendimentos por doenças respiratórias e à baixa procura pela vacina contra a gripe no município. A situação ocorre em meio ao decreto de emergência em saúde pública no Rio Grande do Sul, motivado pela elevação nas internações por síndromes respiratórias.

Segundo a administração campo-bonense, os atendimentos no Pronto Atendimento (PA) subiram mais de 15% nesta semana, passando de 180 para 210 por dia. Na emergência do Hospital Dr. Lauro Reus, o tempo de espera para casos não urgentes pode chegar a 5 horas, enquanto no PA o tempo de espera ultrapassa 3 horas. A ocupação hospitalar está em 70%, com a UTI operando com 90% da capacidade.

Baixa procura pela vacina

A cobertura vacinal contra a gripe em Campo Bom está em 33% entre os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes e crianças. Conforme a Prefeitura, são justamente esses grupos que apresentam maior risco de hospitalização por complicações respiratórias.

Medidas adotadas

Para enfrentar o cenário, a Prefeitura de Campo Bom ampliou desde o início de maio o horário de funcionamento das unidades de saúde dos bairros Operária, Porto Blos e Santa Lúcia, que estão abrindo mais cedo e fechando mais tarde. Além disso, está em andamento um plano para reforçar as equipes médicas do hospital e do Pronto Atendimento, que também depende do envio de recursos do Estado por meio do programa Inverno Gaúcho.

A administração campo-bonense informou ainda que, em breve, o Pronto Atendimento passará a funcionar junto ao Hospital Dr. Lauro Reus, operando 24 horas por dia, sete horas a mais do que atualmente.

Foto: Emerson Santos/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 370 Visualizações
Variedades

Visitação ao Zoológico de Sapucaia do Sul é suspensa por tempo indeterminado

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

A visitação ao Parque Zoológico de Sapucaia do Sul foi suspensa por tempo indeterminado após a confirmação de casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em cisnes e patos. A medida foi anunciada nesta sexta-feira (16) pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), após divulgação do laudo pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) durante coletiva de imprensa.

O acesso do público já estava suspenso de forma preventiva desde a quarta-feira (14), enquanto eram analisadas amostras dos animais mortos. Segundo a Sema, os trabalhos internos de atendimento aos demais animais continuam normalmente.

Doença exige atenção e notificação imediata

A Influenza Aviária, conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que atinge principalmente aves silvestres e domésticas, mas também pode infectar seres humanos. Os principais sintomas nas aves incluem dificuldade respiratória, secreção nasal ou ocular, espirros, falta de coordenação motora, torcicolo, diarreia e alta mortalidade.

A Sema orienta que todas as suspeitas de Influenza Aviária sejam notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura, por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

Foto: Montypeter/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 585 Visualizações
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