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Saúde

Doenças cardiovasculares e AVC lideram causas de morte no mundo e Amrigs faz alerta

Por Jonathan da Silva 25/09/2024
Por Jonathan da Silva

As doenças cardiovasculares e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) continuam sendo a principal causa de mortes no Brasil e no mundo. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) destaca que Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, relembra a necessidade urgente de prevenção e conscientização em relação a essas condições, que incluem doenças como a arterial coronariana, principal responsável por infartos e dor no peito.

O diretor de Comunicação da Amrigs, Marcos André dos Santos, destaca a importância de adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, para prevenir essas condições. Diabéticos, por exemplo, têm duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto. “Fatores de risco como tabagismo, colesterol elevado, hipertensão, obesidade, estresse, depressão e diabete estão diretamente ligados ao aumento dessas doenças”, afirma Marcos André.

A pesquisa nacional de saúde (PNS) revelou que o AVC também tem uma prevalência de 1,6% entre homens e 1,4% entre mulheres no Brasil. O AVC, que pode ser isquêmico ou hemorrágico, é uma emergência médica que exige atendimento imediato. Sintomas como dor de cabeça intensa, fraqueza, dormência em partes do corpo, perda de fala, visão turva e desequilíbrio muitas vezes são ignorados, o que dificulta o diagnóstico precoce.

A Amrigs reforça em comunicado a necessidade de políticas públicas que promovam a saúde e a prevenção dessas doenças. A adoção de hábitos saudáveis e a educação da população são fundamentais para reverter o cenário preocupante das doenças cardiovasculares e do AVC.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2024 0 Comentários 366 Visualizações
Saúde

SBD-RS alerta para cuidados com a pele devido à fumaça das queimadas

Por Jonathan da Silva 23/09/2024
Por Jonathan da Silva

Os impactos da fumaça proveniente das queimadas na região sul da Amazônia e de outras partes do Brasil têm sido sentidos no Rio Grande do Sul nas últimas semanas. Com isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção Rio Grande do Sul (SBD-RS) alerta que a exposição prolongada à poluição pode agravar problemas na pele, como irritações, ressecamento, alergias e até acelerar o envelhecimento.

A fumaça contém partículas tóxicas que podem obstruir os poros, prejudicando a barreira protetora da pele e aumentando sua vulnerabilidade a infecções. “Manter a barreira cutânea saudável é essencial para minimizar os danos da poluição. Recomendamos a limpeza diária da pele com sabonete adequado, o uso de antioxidantes e a aplicação de protetor solar, que também protege contra os efeitos dos poluentes”, destaca a dermatologista e diretora da SBD-RS, Juliana Boza.

Além disso, intensificar a ingestão de água contribui para manter a saúde da pele nestes momentos. Os cuidados são avaliados pela especialista como fundamentais, especialmente diante do cenário atual, onde a fumaça das queimadas se espalhou por diversas partes do estado, afetando a qualidade do ar.

Para mais detalhes e para garantir um diagnóstico adequado, a SBD-RS orienta que, em caso de suspeita de problemas de pele, a população procure um médico dermatologista. Profissionais habilitados podem ser conferidos no site oficial da entidade, em sbdrs.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2024 0 Comentários 677 Visualizações
Saúde

Especialista explica causas da sensibilidade dentária e como tratar o problema

Por Jonathan da Silva 19/09/2024
Por Jonathan da Silva

A sensibilidade dentária é um desconforto comum que ocorre quando a dentina, uma camada interna do dente, fica exposta. De acordo com a cirurgiã-dentista de Novo Hamburgo, Dra. Kátia Blume, essa exposição geralmente acontece devido à perda de esmalte, que é a camada protetora dos dentes, ou à retração gengival, deixando a dentina mais vulnerável.

De acordo com a especialista, diversos fatores contribuem para o problema, como a má escovação, cáries, má oclusão e até mesmo procedimentos como o clareamento dental, que torna o esmalte mais poroso temporariamente. Nos casos em que a sensibilidade é causada por retração gengival, Kátia explica que a escovação inadequada ou muito agressiva é uma das principais causas. “Escovas com cerdas duras e o uso excessivo de força ao escovar os dentes podem retrair a gengiva, expondo a dentiFotona e provocando a sensibilidade”, alerta a cirurgiã-dentista.

Além disso, problemas de oclusão dentária, quando a mordida está desalinhada, também podem levar à retração gengival e, consequentemente, à sensibilidade.

Como tratar

Para tratar a retração gengival e aliviar a sensibilidade, há diversas opções disponíveis. Kátia destaca o enxerto de gengiva como uma solução eficaz. Nesse procedimento, parte da gengiva do céu da boca é enxertada na área retraída. Outra alternativa é o uso de resinas que recobrem a área exposta.

Em casos mais leves, a aplicação de flúor no consultório e o uso de pastas dentais específicas para sensibilidade também são recomendados. “Essas pastas possuem substâncias que bloqueiam os túbulos da dentina, reduzindo a sensibilidade”, explica a especialista.

Mesmo pacientes que sofrem com sensibilidade podem realizar o clareamento dental, desde que com acompanhamento profissional. Kátia Blume recomenda o clareamento a laser, que permite o uso de produtos para proteger as áreas sensíveis durante o procedimento.

Além disso, a alimentação também desempenha um papel importante. “Alimentos ácidos, como frutas cítricas e refrigerantes, podem agravar a sensibilidade, pois aceleram a desmineralização da dentina”, destaca a cirurgiã-dentista, que ressalta ser essencial buscar orientação adequada para tratar e prevenir a sensibilidade dentária, garantindo um sorriso saudável e confortável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 426 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS faz alerta sobre crises de asma em crianças no inverno

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

O agravamento de crises de asma em crianças durante o inverno tem sido alertado pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). A condição respiratória crônica caracterizada por uma inflamação persistente dos brônquios, tubos responsáveis por conduzir o ar para os pulmões, é o resultado da interação entre características genéticas e fatores ambientais e biológicos. O aumento de infecções por vírus é a principal causa do agravamento durante esta época do ano.

De acordo com o pneumologista pediátrico associado à SPRS, Paulo Pitrez, os principais sintomas da enfermidade nas crianças são tosse, chiado no peito e falta de ar. “A asma afeta clinicamente com sintomas respiratórios recorrentes, que são tosse, chiado no peito, falta de ar e a sensação de aperto no peito, podendo ser uma combinação desses sintomas. Às vezes o paciente apresenta um sintoma de forma mais frequente que outro e, quanto mais grave, mais comuns eles se tornam”, destaca Pitrez.

Deste modo, o médico relata que os sintomas podem surgir durante o dia, quando a criança está em aula, sendo bastante comum ao praticar exercícios, que podem desencadear uma crise. Também podem ocorrer no período da noite, em que a criança desperta com um broncoespasmo, definido como a contração repentina da musculatura dos brônquios, fazendo com que haja uma entrada menor quantidade de ar nos pulmões.

Além disso, o especialista salienta que infecções virais são a causa mais comum das crises de asma, com o maior risco de quadros mais graves. “O grande vilão das crises de asma, que leva as crianças a consultas com o pediatra, visitas a salas de emergência e hospitalizações, são causadas por infecções virais, que acontecem mais durante o inverno’’, pontua Pitrez.

O tratamento para a doença consiste no controle ambiental, diminuindo a poeira, o mofo, prevenindo o contato com fumantes e utilizando medicamentos controladores com corticoide inalatório e broncodilatadores. “O controle do ambiente é importante, reduzindo a poeira, o mofo, evitando o contato com pólen, gramíneas, e animais, caso a criança seja alérgica a estes fatores. Ambientes que têm cigarro também fazem muito mal para a criança. Como tratamento nós temos a medicação de controle, com o uso diário do corticoide inalatório, para reduzir a inflamação dos brônquios. O paciente com sintomas mais frequentes deve utilizar um tratamento diário, uma ou duas vezes ao dia, com essa linha de medicamentos, às vezes adicionando broncodilatadores. Se tiver sintomas ou crises, quando em vigência do tratamento, deve sempre utilizar a medicação de resgate prescrita (com broncodilatador) e procurar atendimento do seu pediatra e fazer uma revisão’’, relata o médico.

Pitrez também ressalta que em casos de crianças com a doença mais grave, em que os tratamentos mais comuns não funcionam, há outras alternativas mais modernas. “Para aqueles com asma grave, que não respondem a nenhum desses tratamentos e medicamentos inalatórios convencionais, temos terapias novas, muito eficazes, sendo os imunobiológicos, que reduzem a inflamação dos brônquios com alta eficácia e segurança, melhorando muito a vida dos pacientes com asma grave, mas de alto custo”, finaliza o especialista.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 383 Visualizações
Saúde

No Dia do Combate ao Fumo, Hospital Sapiranga alerta para riscos do cigarro eletrônico

Por Jonathan da Silva 27/08/2024
Por Jonathan da Silva

Com aromas, sabores e formatos diferentes dos cigarros convencionais, os cigarros eletrônicos oferecem os mesmos riscos à saúde dos usuários, expondo o corpo ao monóxido de carbono, alcatrão e outras substâncias nocivas, além de conter nicotina, uma substância altamente viciante com diversos efeitos prejudiciais. Com a chegada do Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto, o pneumologista do Hospital Sapiranga, Leonardo Haas, alerta para os principais problemas que podem ser causados em consequência da utilização do item.

Segundo Haas, o cigarro eletrônico pode causar danos significativos à saúde em um período mais curto de uso do que o próprio cigarro tradicional. “O cigarro eletrônico possui os mesmos riscos do convencional, podendo ocasionar o surgimento de câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares, como infarto, morte súbita e hipertensão arterial. A diferença é que o cigarro eletrônico tem maior potencial de dano à saúde com pouco tempo de exposição”, enfatiza o especialista.

O pneumologista também relata que outro tipo de tabaco prejudicial é o narguilé, uma espécie de cachimbo de água de origem oriental, utilizado para fumar tabaco aromatizado. “Podemos citar também o narguilé, em que há grande exposição ao tabaco e à nicotina em uma única sessão’’, afirma Haas.

O especialista ressalta que um dos principais desafios do momento é reduzir o consumo do cigarro eletrônico, especialmente entre os jovens. “Conseguir reduzir o consumo, principalmente entre os jovens, dessas novas formas de tabaco, consideradas ‘modinhas’, é bastante desafiador, sendo necessário desmistificar a ideia vendida pela indústria de que não é prejudicial à saúde”, salienta Haas.

No Brasil, a legislação atual em relação ao cigarro eletrônico proíbe a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de todos os dispositivos eletrônicos para fumar. “A Anvisa manteve a proibição de comercialização e publicidade em votação realizada em abril de 2024, mas existe um projeto de lei tramitando no Senado, com consulta pública em aberto, propondo a liberação do cigarro eletrônico no país. Hoje, já não é proibido o uso individual”, pondera o pneumologista do Hospital Sapiranga.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2024 0 Comentários 406 Visualizações
Saúde

Agentes de Novo Hamburgo verificam focos do mosquito da dengue em residências

Por Jonathan da Silva 15/08/2024
Por Jonathan da Silva

Agentes de Combate às Endemias (ACE) estão desde o início da semana visitando residências nos bairros de Novo Hamburgo para realizar o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), que mede o percentual de imóveis no município com presença do vetor responsável pela transmissão da dengue. A previsão é de que o trabalho se estenda pelos próximos dias.

O LIRAa consiste em realizar vitorias de aproximadamente 5% dos imóveis do município em um curto período, o que gera um indicativo dos níveis de infestação na cidade. Em Novo Hamburgo, a equipe de combate às endemias conta com 30 agentes, 29 destes em atividade desde maio deste ano. “Vistorias recorrentes, somadas às orientações prestadas à população, refletem na menor presença de depósitos com água parada. Por isso, é importante que os moradores aceitem a visita dos agentes em seus terrenos e pátios”, explica a gerente de Vigilância em Saúde, Débora Spessato Bassani.

Importante ressaltar que os servidores sempre estão uniformizados e realizam uma rápida verificação para identificar, nos terrenos e pátios, focos do mosquito”, conclui a Débora Spessato Bassani.

Primeiro LIRAa de 2024

O LIRAa é uma atividade obrigatória para municípios infestados pelo mosquito Aedes aegypti. O último levantamento de 2024 foi realizado entre os dias 8 de janeiro e 2 de fevereiro pelos agentes do Projeto de Prevenção e Combate à Dengue, da Universidade Feevale. O resultado apresentou um Índice de Infestação Predial (IIP) de 4,9%, o que significa que um a cada 20 imóveis de Novo Hamburgo teve a presença de focos do inseto transmissor da dengue. Com este valor registrado no levantamento, a situação apontava alto risco de surto para a doença, assim como as outras relacionadas ao mosquito. O Ministério da Saúde caracteriza os municípios conforme seu índice de infestação predial: índices inferiores a 1% (satisfatório); de 1% a 3,9%, (alerta); e superior a 3,9% (risco de surto).

Na ocasião da última realização, foram vistoriados 4,2 mil imóveis, nos quais houve coletas de 278 amostras de larvas e/ou pupas para identificação. Cerca de 75,2% apresentaram-se positivas para Aedes aegypti. Comparativamente ao LIRAa realizado no mesmo período em 2023, cujo IIP foi de 1,1 (iminente perigo à saúde pública), o último índice representava alerta devido a maior presença de mosquitos.

Agentes vistoriam residências em Novo Hamburgo

Fotos: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2024 0 Comentários 301 Visualizações
Saúde

Amrigs e autoridades da saúde alertam para aumento de casos de coqueluche

Por Jonathan da Silva 06/08/2024
Por Jonathan da Silva

O aumento de casos de coqueluche em estados do Brasil tem preocupado a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e outras autoridades de saúde, que alertam para a situação. No Rio de Janeiro, houve crescimento de mais de 300% nos casos em comparação com o ano passado. Em São Paulo, o número passou de 14 em 2023 para 165 neste ano. Em solo gaúcho, há 14 casos já confirmados e oito em investigação ante 11 no total do ano anterior.

A coqueluche é uma infecção respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis, trazendo grandes riscos à saúde se não for tratada adequadamente. A principal característica da doença são as crises de tosse seca, atingindo também a traqueia e os brônquios.

Mesmo sem um aumento de casos tão expressivos no estado, a Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES) tem intensificado as orientações de cuidado e prevenção à coqueluche, destacando a importância da vacinação. Além de fazer parte do calendário vacinal de rotina das crianças, a vacina é indicada para gestantes e profissionais de saúde, como estagiários (que atuam em maternidades e em unidades de internação neonatal, atendendo recém-nascidos).

Corroborando com a postura das autoridades estaduais, a Amrigs tem reiterado o compromisso com a saúde pública e a relevância do tema. “É essencial a mobilização para incentivar a imunização contra a coqueluche, uma medida crucial para proteger nossa comunidade e garantir a saúde de todos”, afirma o diretor de comunicação da Amrigs, Marcos André dos Santos.

A transmissão da coqueluche ocorre pelo contato direto do doente com uma pessoa não vacinada por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro e pela fala. A doença atinge principalmente bebês com menos de 1 ano que, quando diagnosticados, são frequentemente internados, tendo em vista que apresentam os sintomas de maneira mais severa, podendo inclusive ir a óbito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2024 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Setcergs alerta para redução de 30% na oferta de empresas de contêineres no estado

Por Jonathan da Silva 05/08/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs) lançou um alerta para a redução de 30% na oferta de empresas de contêineres no Rio Grande do Sul. Para a entidade, a crise no setor ameaça a estabilidade das transportadoras e a capacidade dos clientes de escoar suas produções até o porto. O comunicado veio por meio Comissão de Contêiners, retomada recentemente pelo sindicato.

A Setcergs alerta que, caso a situação persista, a falta de reajustes nos fretes pode resultar em um êxodo ainda maior de transportadoras e autônomos, colocando em risco a logística de exportação do estado. As condições das estradas, consideradas precárias, agravadas pelas recentes enchentes, aumentam significativamente os custos de manutenção e operação das empresas de transporte.

O diretor da Transportadora Augusta, César Augusto Schultz, e um dos integrantes da Comissão de Contêiners do Setcergs, destaca as dificuldades enfrentadas pelo setor. “As condições das estradas, que já eram ruins, pioraram muito com as enchentes, o que aumenta o custo de manutenção e prejuízos com pneus. Além disso, o diesel teve grandes aumentos recentemente e os insumos em geral. O custo de manutenção mais que triplicou em cinco anos. Com as enchentes, muitos desvios tiveram que ser feitos, veículos ficaram parados por muito tempo e depois a urgência dos clientes aumentou muito. A falta de terceiros para a operação obriga o transportador a fazer altos investimentos que não se justificam pelo baixo valor pago pelos fretes. Em resumo, podemos dizer que hoje as empresas que operam com contêineres praticamente estão pagando para trabalhar. Parece absolutamente normal que muitos saiam do segmento em busca de fretes melhores em outras operações. E esta é a verdadeira realidade, a prova está no êxodo em massa dos autônomos que saíram da operação por falta de rentabilidade. Sem rentabilidade, nenhuma empresa que faça as contas adequadamente ficará nesta operação”, descreveu.

Transportador de São Lourenço do Sul, Mario Fernando Neutzling compartilha também as dificuldades que estão sendo sentidas na prática. “Trabalho no transporte de tabacos há mais de uma década, mas agora nos últimos tempos está ficando praticamente impossível, pois os fretes não são reajustados. O óleo diesel está muito caro, a manutenção do caminhão é muito alta e, para piorar, as estradas na região de Encruzilhada estão praticamente intransitáveis. Está muito difícil de trabalhar”, disse.

O Setcergs também reforçou a necessidade urgente de reajustes nos fretes e de ações efetivas do poder público para melhorar a infraestrutura rodoviária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2024 0 Comentários 411 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga faz alerta no Dia de Conscientização do Câncer de Cabeça e Pescoço

Por Jonathan da Silva 23/07/2024
Por Jonathan da Silva

Os tumores malignos de cabeça e pescoço representam cerca de 3% de todos os tipos de câncer e é o quinto mais frequente entre os homens, com cerca de 10 mil mortes por ano no país. O Hospital Sapiranga alerta que detectar precocemente os diversos tipos da doença, assim como de qualquer condição clínica, assegura um tratamento mais efetivo e diminui os riscos de complicações. Além disso, a identificação precoce é ainda mais crucial nos casos de câncer de cabeça e pescoço, pois pode evitar intervenções cirúrgicas que afetam a fala, o olfato e a visão, resultando em impactos geralmente irreparáveis na qualidade de vida do paciente. No dia 27 de julho é celebrado o Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço.

Os casos mais recorrentes em cirurgia de cabeça e pescoço estão relacionados a tumores da face e pescoço, incluindo aqueles da pele, faringe e laringe. Recentemente, a inovação tecnológica na área, como o uso da robótica, tem revolucionado a especialidade, permitindo um acesso mais preciso aos tumores com menos impacto nos pacientes”, afirma o médico-cirurgião do Hospital Sapiranga, Fábio José Zell.

A evolução das técnicas cirúrgicas e os avanços no tratamento de tumores de cabeça e pescoço representam uma esperança para milhares de pacientes em todo o mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2024 0 Comentários 475 Visualizações
Variedades

Especialista aponta cuidados e regras para viajar com pets nas férias de inverno

Por Jonathan da Silva 17/07/2024
Por Jonathan da Silva

Anualmente a chegada das férias de inverno é sinônimo de viagem. Neste momento, surge uma dúvida para tutores de pets: levar ou não levar o amigo animal junto? Se a opção for não, há diversos hotéis especializados para recebê-los, bem como um cuidador caseiro pode ser opção. Caso a escolha seja por levar o amigo de quatro patas junto, há diversos cuidados que precisam ser tomados para garantir a segurança e o bem-estar dos animais. A médica-veterinária clínica geral do Grupo Hospitalar Pet Support, Dagmar Indrusiak, lista sete pontos que precisam receber atenção dos tutores.

Planejamento antecipado

Antes da realização de qualquer viagem, a especialista alerta ser fundamental fazer um planejamento com antecedência. “Verifique as políticas de viagem de companhias aéreas, hotéis e outros meios de transporte quanto à aceitação de pets. Algumas empresas possuem restrições de tamanho, peso e raça dos animais”, ressalta Dagmar.

Documentação necessária

A médica-veterinária salienta que “é preciso certificar de que seu pet está com a vacinação em dia e tenha a documentação necessária para viajar. Para viagens internacionais, alguns países exigem microchipagem, exames, certificados de saúde específicos e períodos de quarentena. Consulte um veterinário para obter todas as informações”, aconselha a especialista.

Segurança no transporte

Dagmar ressalta que a segurança do pet durante o transporte também é crucial. “Utilize cinto de segurança ou caixas de transporte apropriadas, confortáveis e bem ventiladas. No carro, mantenha a caixa de transporte fixa no banco traseiro e não deixe o animal solto, o que pode causar distrações e acidentes. Além disso, recomendo o uso de itens de identificação no pet (coleiras com tag, plaquinhas com o contato do tutor, microchip) e na caixa de transporte”, detalha a médica-veterinária.

Alimentação e hidratação

Outro cuidado destacado pela especialista é com a alimentação e a hidratação. “Durante a viagem, ofereça água regularmente ao seu pet e mantenha a alimentação habitual. Evite alimentar o animal imediatamente antes da viagem para prevenir enjoos. Leve uma quantidade suficiente de ração para toda a viagem, especialmente se o destino não tiver a marca habitual do seu pet”, salienta Dagmar.

Conforto e bem-estar

De acordo com a médica-veterinária, é importante proporcionar conforto ao pet, levando seus brinquedos favoritos, cobertores e itens que tragam familiaridade. Para Dagmar, é importante fazer paradas regulares para que ele possa se exercitar e fazer suas necessidades. Mudanças de clima podem afetar os animais, portanto é preciso preparar-se também para manter o pet aquecido ou refrescado, conforme necessário.

Hospedagem pet-friendly

A especialista ressalta que os tutores devem escolher acomodações que aceitem pets e ofereçam infraestrutura adequada para eles. Deve ser verificado também se o local possui áreas específicas para animais e se há restrições quanto a deixar o pet sozinho no quarto.

Consultas veterinárias

Antes de viajar, é aconselhado que se leve o pet ao veterinário para um check-up completo. A especialista pontua que o tutor deve se informar sobre cuidados específicos para a região de destino, como prevenção contra pulgas, carrapatos e doenças endêmicas. Ter o contato de um veterinário local para emergências também é importante.

Viajar com pets é uma experiência enriquecedora, desde que todas as precauções sejam tomadas. Com planejamento, respeito às regras e cuidados adequados, as férias de inverno serão inesquecíveis. É importante lembrar também que caso o pet não possa viajar junto, há hotéis e cuidadores que vão até as residências, como opção para manter os cuidados com eles, mesmo sem a presença momentânea dos tutores. Quem precisar de auxílio para organizar a viagem do pet pode contar conosco”, finaliza a médica-veterinária do Grupo Hospitalar Pet Support, Dagmar Indrusiak.

O Grupo Hospitalar Pet Support tem unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá. Para auxiliar no momento de viagem com os pets, o grupo conta com um serviço de assessoria para viagens, no qual estão inclusas orientações em relação aos trâmites para viagens, principalmente as internacionais. Assim, além da avaliação clínica do paciente, a consulta inclui normas e exigências, documentação necessária, exames exigidos, dicas de manejo e comportamental. Mais detalhes e formas de contato estão disponíveis em petsupport.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2024 0 Comentários 450 Visualizações
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