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Business

Produtores gaúchos podem devolver embalagens vazias de agrotóxicos

Por Gabrielle Pacheco 27/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Até o dia 29 de janeiro, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos percorre as regiões dos Vales do Rio Pardo e Taquari. Já entre 3 e 24 de fevereiro, os caminhões do programa itinerante se deslocam para a região central do Rio Grande do Sul, quando 25 municípios produtores de tabaco serão contemplados. A partir de março, será a vez dos produtores da região Centro-Serra destinarem corretamente suas embalagens, utilizadas no cultivo do tabaco e também em outras culturas.

Realizada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a ação completará 20 anos em 2020 e contribui para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família.

Municípios envolvidos

Agudo, Dilermando de Aguiar, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Formigueiro, Itaara, Ivorá, Jaguari, Jari, Mata, Nova Esperança do Sul, Nova Palma, Paraíso do Sul, Pinhal Grande, Quevedos, Restinga Seca, Santa Maria, Santiago, São Francisco de Assis, São João do Polésine, São Martinho Serra, São Pedro do Sul, São Vicente do Sul, Toropi e Unistalda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/01/2020 0 Comentários 454 Visualizações
Variedades

Brasileiro cria conservante natural que substitui agrotóxico

Por Gabrielle Pacheco 20/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A safra brasileira de laranjas é a maior do mundo desde 1980, quando o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e, hoje, são produzidas aproximadamente 245 milhões de caixas todos os anos.

Até hoje, essa grande produção demandava a utilização de agrotóxicos para conservação, substância conhecida pelos inúmeros malefícios causados ao meio ambiente e à saúde humana – segundo estimativas da Fiocruz, em 2017 aproximadamente 700 mil pessoas podem ter sido vítimas diretas dos agrotóxicos no Brasil.

Foi pensando nisso que o estudante do 1º ano do Ensino Médio do Colégio Gabriela Mistral, em Palotina (PR), João Pedro Silvestre Armani, decidiu procurar meios melhores e menos tóxicos de conservar frutos. Como na cidade em que mora a produção de camarões é grande e o descarte da carapaça de camarão de maneira inadequada também contamina o meio ambiente, o estudante resolveu unir as duas necessidades.

“Eu utilizei a carapaça de camarão, que é descartada, extraí o biopolímero chamado quitina e transformei em quitosana. A partir disso, formei uma solução de quitosana e cera de abelha para realizar testes de conservação nas frutas”, explica João Pedro.

No total, foram 150 laranjas analisadas com seis tratamentos diferentes – e a mostra com a solução criada pelo estudante foi a que obteve o melhor resultado, sobrevivendo mais de 50 dias em temperatura ambiente sem sinais de desgaste no fruto.

“Desse modo, encontrei uma forma de substituir os agrotóxicos, ao mesmo tempo em que evitamos o descarte da carapaça dos camarões”, comemora.

O projeto, intitulado “Revestimentos comestíveis na pós colheita de laranja” foi realizado durante o ano de 2018 no Colégio Gabriela Mistral, conveniado ao Sistema Positivo de Ensino, e contou com a orientação da professora Carlise Debastiani e co-orientação da diretora Lucilda Rumilda Fries Binsfeld.

Sendo vencedor da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, da USP), o trabalho ganhou vaga para a Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel, realizada anualmente nos Estados Unidos, onde conquistou o 3º lugar mundial da competição.

A Intel ISEF é a maior feira para estudantes que ainda não chegaram ao nível universitário. Participaram do evento projetos de 70 nações e territórios diferentes de todo o mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2019 0 Comentários 691 Visualizações
Business

Programa do SindiTabaco é case no controle da poluição por agrotóxicos

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quarta-feira (11), comemorou-se em todo o país o Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos. A data foi criada para conscientização da população quanto aos riscos causados pelo seu uso indiscriminado e problemas causados ao meio ambiente e à saúde. No setor do tabaco, um programa itinerante é case de sucesso nesse sentido.

Trata-se do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, desenvolvido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), e que já retirou quase 15 milhões de embalagens do campo em seus 17 anos de atuação, destinando-as para centrais de recebimento e triagem credenciadas pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV).

Segundo o coordenador do programa, Carlos Sehn, o processo de coleta beneficia os pequenos produtores integrados ao setor, além de toda a sociedade. “Ao recolher as embalagens, o programa preserva o meio ambiente, assegurando ainda a saúde e a segurança do produtor e da sua família”, destaca Sehn.

Até 24 de janeiro, o programa itinerante percorre o Litoral Sul de Santa Catarina; entre 5 de fevereiro e 9 de março, estará na região do Alto Vale catarinense, abrangendo 56 municípios; e entre 12 de março e 6 de abril segue pelo Centro Norte de SC, percorrendo 16 municípios.

“O número de embalagens recolhidas pelo programa do setor pode dar a impressão de que utilizamos muito agrotóxicos, quando na verdade somos o que menos utiliza, segundo apontaram pesquisas. Além disso, os produtores de tabaco podem destinar ainda as embalagens utilizadas em outras culturas”, destaca o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

De acordo com pesquisa conduzida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP), o tabaco está entre aquelas que utilizam menos ingredientes ativos por hectare, em torno de 1,1 kg de IA/HA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2018 0 Comentários 507 Visualizações

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