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Agropecuária

Variedades

Ministério da Agricultura libera trânsito de animais entre o RS e os Estados do Paraná e do Bloco I

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou na quarta-feira, 3, o trânsito de bovinos e bubalinos entre o Rio Grande do Sul e os Estados do Paraná e do Bloco I, que inclui Acre, Rondônia e regiões do Amazonas e do Mato Grosso. A medida deve minimizar os impactos das restrições impostas em dezembro do ano passado e abril deste ano, sem prejuízo das garantias sanitárias que fundamentam o pleito brasileiro.

No Ofício 121/2020, o ministério considera que estes Estados e regiões estão em fase de transição, cumprindo os requisitos necessários para o pleito de zonas livres de febre aftosa sem vacinação junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), com regramentos e controles sanitários consonantes.

“A liberação do trânsito para estes Estados é uma demanda da secretaria encaminhada ao Ministério da Agricultura. Uma excelente notícia, já que aproximadamente 50% do gado em pé é comercializado para o Paraná”, afirma o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho.

Este ofício anula as Instruções Normativas SDA 37, de 27 de dezembro de 2019, e 23, de 29 de abril de 2020, que proibiam o ingresso e a incorporação de animais vacinados entre o Rio Grande do Sul e esses Estados.

Santa Catarina e Paraná já são considerados Estados livres de aftosa sem vacinação. O Rio Grande do Sul está buscando o mesmo status. Em agosto, uma auditoria do Mapa deve avaliar a condição sanitária do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2020 0 Comentários 593 Visualizações
Cidades

Picada Café cria o Serviço de Inspeção Municipal

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Serviço de Inspeção Municipal já está funcionando em Picada Café. A partir de um convênio firmado com o Estado, o Município agora pode atuar na regulamentação de agroindústrias de cárneos, lácteos, ovos e mel. Num primeiro momento será dado prioridade aos produtores de derivados de carne. Os produtores podem buscar informações diretamente na Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente. “Ganhar em agilidade nos processos de regulamentação é o maior benefício de implantarmos o SIM em Picada Café”, destaca o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Aloysio Adalberto Bischoff, que junto com o prefeito Daniel Rückert está coordenando as ações. Os trabalhos estão sendo organizados pela veterinária Denise Maltoni Bino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2020 0 Comentários 610 Visualizações
Variedades

Agricultura apresenta dados e caminhos para Estado ser declarado zona livre de aftosa sem vacinação

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os próximos passos para o Rio Grande do Sul ser declarado zona livre de aftosa sem vacinação foram apresentados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) nesta quinta-feira, 7. A pasta também informou os resultados preliminares da campanha antecipada de vacinação contra a febre aftosa, realizada de 16 de março a 24 de abril.

Neste ano, os pecuaristas gaúchos vacinaram 90,1% do rebanho de 11.254.305 de animais, de um total de 12.492.170 de bovinos e bubalinos. Os dados ainda estão sendo computados pela Seapdr e serão finalizados até 29 de maio. “O percentual de 85% já é considerado satisfatório, e a cobertura vacinal deve ser maior”, afirmou o secretário Covatti Filho, durante transmissão por rede social na manhã desta quinta, 7.

Conforme o secretário, a decisão pela suspensão da vacinação contra a febre aftosa depende do trabalho técnico do Departamento de Defesa Agropecuária para implementar e manter as ações de controle da enfermidade, da anuência do Ministério da Agricultura por meio de auditorias, do interesse e comprometimento dos setores produtivos no processo e da articulação política – Executivo e Legislativo – para a sustentabilidade do programa. “Estamos preparando a secretaria para a mudança de status sanitário. Queremos tornar o Estado livre de aftosa, livre de vacina e livre para crescer e abrir mercados mais exigentes e que remuneram melhor”, ressaltou Covatti.

Evolução do status sanitário

Neste mês de maio, se inicia a contagem de um ano da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) para a certificação. Logo após, em agosto, o Ministério da Agricultura fará a supervisão de acompanhamento do plano de ação e marcará nova auditoria para setembro. Em seguida, o ministério deve realizar nova auditoria e encaminhar pedido para deliberação da OIE, em outubro. Daqui a um ano, em maio de 2021, a OIE pode reconhecer o Rio Grande do Sul como Estado livre de aftosa sem vacinação

Medidas do Estado

O Estado já apresentou o plano estratégico e os projetos técnicos e de planejamento para defesa de sanidade animal, com vigilância ativa, análise de rede e cuidados com a fronteira. De acordo com o secretário, a mudança de status sanitário será uma decisão técnica, não política. “Estamos trabalhando tecnicamente em consonância com entidades representativas do setor e órgãos governamentais e de fiscalização. Todas as decisões serão com base em análises técnicas”, garantiu Covatti.

A Seapdr elaborou plano de ação para atender as ações apontadas em relatório final de auditoria do Ministério da Agricultura. O plano contém 18 medidas, a maioria envolvendo correções de procedimentos como preenchimento de documentos e relatórios.

Os dois principais apontamentos dizem respeito à contratação de 150 auxiliares administrativos para ampliar o quadro de pessoal e de fiscalização, além da compra de cem veículos, sendo 72 pelo Estado e 28 pelo governo federal. Segundo o secretário adjunto da Seapdr, Luiz Fernando Rodriguez Junior, o Estado deve atender as medidas dentro do prazo estipulado, que é em agosto deste ano.

A Seapdr também publicou instrução normativa proibindo venda e aplicação da vacina e impedindo o ingresso de animais vacinados no Estado nos próximos 12 meses. O prazo para digitação e envio dos relatórios oficiais da campanha de vacinação termina em maio.

Conforme a Seapdr, o custo anual estimado para a vacinação contra a febre aftosa é de R$ 228 milhões, considerando custos de vacina, logística, mão de obra e perda de peso dos animais – 20 milhões de cabeças, em duas etapas de vacinação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 830 Visualizações
Business

Inscrições abertas para o 2º Prêmio Mulheres do Agro

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas, até o dia 10 de setembro, as inscrições para a segunda edição do Prêmio Mulheres do Agro, que valoriza práticas de gestão inovadora de produtoras rurais e pecuaristas brasileiras. A iniciativa foi idealizada pela multinacional alemã Bayer no ano passado, em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), e neste ano, conta também com o patrocínio da Elanco Saúde Animal e apoio do Transamérica.

O objetivo é reconhecer a contribuição da mulher nas atividades agropecuárias e apoiá-las na luta em prol da igualdade de gêneros. Para se inscrever, basta acessar o site do prêmio.

“É uma honra darmos continuidade a esta iniciativa, queremos que cada vez mais mulheres sejam protagonistas do setor agropecuário. É muito importante para a Bayer disseminar estas boas práticas e ainda reconhecer a contribuição destas mulheres para o agronegócio brasileiro”, explica Gerhard Bohne, diretor da divisão Crop Science da Bayer no Brasil. A premiação acontecerá em 9 de outubro, durante o 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que acontece no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

O prêmio é destinado a mulheres que são proprietárias de pequenas, médias ou grandes fazendas que, de alguma maneira, estejam à frente da gestão da propriedade. As interessadas serão avaliadas na categoria Gestão Inovadora, que reconhece inovações para boas práticas agrícolas focadas na gestão de recurso hídrico, uso correto de defensivo agrícolas e conservação do meio ambiente, respeitando os pilares da sustentabilidade – econômico, social e ambiental. Serão premiadas as três melhores em pequenas, médias e grandes propriedades.

“A presença feminina no mercado de agronegócio vem crescendo bastante nos últimos anos e a indústria deve apoiar a luta pela igualdade de gênero. Além disso, é urgente que as mulheres se engajem em busca das mesmas condições dos homens no mercado. Por isso, a Bayer, como principal parceria do agronegócio brasileiro, quer dar voz a estas mulheres, valorizando e reconhecendo a contribuição das produtoras para a agricultura nacional”, diz Cecília Melo, Gererente de Lançamentos em Proteção de Cultivos da Bayer.

A Abag segue coerente com sua missão de buscar o equilíbrio e a valorização das cadeias produtivas do agronegócio. Além disso, avança em outras questões relevantes e integra essa parceria tão significativa junto com a Bayer, Elanco Saúde Animal e Transamérica em mais uma edição do Prêmio Mulheres do Agro. “As mulheres já romperam com diversas barreiras e estereótipos, com esse Prêmio teremos a oportunidade de reconhecer o protagonismo feminino no agronegócio de mulheres gestoras, trabalhadoras, motivadas e valentes”, destaca Luiz Cornacchioni, diretor executivo da ABAG.

“O Prêmio Mulheres do Agro é um reconhecimento às mulheres que fazem a diferença no agronegócio brasileiro’’, afirma Sheila Guebara, gerente sênior de Assuntos Corporativos da Elanco. “Nos últimos anos, a presença feminina nas fazendas cresceu substancialmente. Agora é o momento de reconhecer os feitos realizados por essas mulheres e encorajar outras a assumirem o papel de protagonismo no setor”, completa.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/08/2019 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Ipea revê para cima previsão do PIB agropecuário

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O setor agropecuário brasileiro deve avançar 0,6% em 2019, segundo projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) na Carta de Conjuntura do Instituto, e sinalizam melhora em relação aos 0,4% previstos em fevereiro deste ano.

A pecuária deve ser determinante para o crescimento do PIB agropecuário. A expectativa, confirmada por previsões do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), é de crescimento para todos os itens da produção animal, com destaque para a produção de bovinos, suínos e leite. A maior contribuição para esse aumento é de bovinos, com previsão de incremento de 3% em relação ao ano passado – o grupo dos bovinos contribui com cerca de metade do PIB da pecuária.

Além do bom desempenho esperado para os bovinos, há destaque para os suínos, com projeção de aumento na produção de 5,6% devido à disseminação da peste suína africana na China, que causará grande impacto na produção de carne de porco naquele país.

A previsão para a agricultura, por outro lado, é de uma leve alta de 0,1%, explicada em grande medida pela queda na previsão da safra de soja, que deve encolher 4,4% segundo Levantamento Sistemático da Agricultura (LSPA) do IBGE. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o USDA também preveem queda de 4,2% e 4,1% na produção de soja em relação à safra passada.

No caso da lavoura, apesar da expectativa de avanço expressivo de 12,6% para o milho e de 29% para o algodão em caroço – e do aumento da área plantada -, a previsão de queda na produção da soja foi determinante na revisão do PIB agro. O café também apresenta redução projetada de 10% da safra atual em comparação com a anterior – algo já esperado pelo setor.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/05/2019 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Faturamento do setor agropecuário cresce no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 15/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Tradicionalmente, o agronegócio brasileiro é um dos setores mais representativos para a economia do País, respondendo, atualmente, por aproximadamente 23% do PIB nacional. E em 2018, o potencial de negócios do setor novamente foi destaque.

Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), somente no ano passado o faturamento, apenas no que refere às atividades de produção, chegou a R$ 600,3 bilhões, um aumento de 3,1% sobre 2017.

De acordo com a entidade, a principal responsável por isso foi a receita do segmento agrícola, que subiu 4,4% em relação ao ano anterior e alcançou a quantia de R$ 393,8 bilhões. As maiores altas foram registradas no trigo, que cresceu 57,7%, no algodão em pluma (+ 51%), no cacau (+ 46,1%), no café arábica (+ 23,4%), na soja (+ 17,6%) e na batata-inglesa (+ 15,1%).

Mas, para atingir esse resultado, um fator é essencial: o investimento em novas tecnologias que aprimorem cada vez mais o processo produtivo e o tornem ainda mais efetivo.

Especialista neste mercado, a TSG Tecnal é uma das empresas que apostam em inovações para o setor agropecuário, como o Roller Belt Conveyor (RBC), um novo transportador de grãos que apresentará aos players do segmento durante a Intermodal South America 2019, o maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina, que acontece de 19 a 21 de março, em São Paulo (SP).

“O RBC é um equipamento moderno, de alta performance, composto por correia enclausurada com capacidade para transportar até três mil toneladas por hora sem dispersão de pó no ambiente, com baixo nível de ruído e grande preservação da integridade dos grãos. Com um design robusto, foi projetado para trabalhos contínuos, com longa vida útil e baixa manutenção”, destaca o gerente industrial da marca, Claudemir Osório.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/02/2019 0 Comentários 521 Visualizações
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