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agronegócios

Business

Como meio ambiente e produção de tabaco andam lado a lado 

Por Ester Ellwanger 31/05/2022
Por Ester Ellwanger

O início de junho é marcado, em todo o mundo, com as comemorações voltadas ao meio ambiente. Em 2022, a data é ainda mais especial: marca também os 50 anos desde a primeira Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente Humano – a Conferência de Estocolmo de 1972, que designou o 5 de junho como o Dia Mundial do Meio Ambiente. Este ano, a celebração terá o tema “Uma Só Terra”, com foco na vida sustentável em harmonia com a natureza. “Uma Só Terra” foi o lema da Conferência de Estocolmo de 1972, e 50 anos depois, se mantém coerente e atualizado.

A produção de tabaco no Brasil se concentra na Região Sul e, em muitos municípios produtores – são ao todo 508 –, chega a representar mais da metade da arrecadação. Infelizmente, não é incomum vermos dados, normalmente sem fonte que relacionam o setor do tabaco com prejuízos ao meio ambiente.

“Aproveitamos a data para comunicar as ações que vêm sendo mantidas há décadas na Região Sul, onde a produção de tabaco é muito relevante para centenas de municípios, com o objetivo de preservar aquilo que é mais importante não só para o produtor, mas para todos nós: a nossa casa, a nossa terra”, comenta o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, Iro Schünke.

 

25% verde

Atualmente, em média, 25% da área das propriedades produtoras de tabaco é coberta por florestas, sendo 15% mata nativa e 10% reflorestamento. Mas e os outros 75% da propriedade? São só tabaco? Segundo levantamento da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o tabaco ocupa, em média, 23% da propriedade, mas representa quase a metade da renda bruta do produtor. As demais áreas são destinadas a pastagens (22,5%) e outras culturas como milho, soja, feijão, arroz, batata, cebola, mandioca, hortifrutis, etc.

 

Propriedade diversificada, sinônimo de solo protegido

A diversificação das propriedades é um ponto importante para o meio ambiente, em especial, o solo. O Programa Milho, Feijão e Pastagens, por exemplo, além de ter um contexto social importante de segunda renda, tem em seu escopo o modelo da conservação da terra: por meio da rotação de culturas, o solo fica livre de pragas e doenças, além de protegido da erosão. Além disso, o centenário Sistema Integrado de Produção de Tabaco garante a orientação técnica adequada e avaliação constante do solo dos produtores integrados.

 

Preservação e autossuficiência energética

A cura do tabaco é realizada em grande parte em estufas à lenha e, desde 1978, o setor promove a autossuficiência energética, incentivando o reflorestamento. Atualmente, uma série de vídeos complementam esse esforço, parte do projeto Ações pela Sustentabilidade Florestal na Cultura do Tabaco, mantido pelo SindiTabaco em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Assista aos vídeos no canal do SindiTabaco no Youtube.

 

Para conjugar o verbo conservar

Além do incentivo ao reflorestamento, o setor tratou a conservação da Mata Atlântica de forma inovadora, por meio de um inédito acordo junto ao Ibama, em 2011, que previa o monitoramento por satélite de áreas produtoras de tabaco e o reforço da orientação sobre o uso exclusivo de lenha de origem legal e sustentável pelos produtores integrados.

 

Rios e nascentes protegidos

A proteção de nascentes e rios é outro tema que ganha atenção do setor há muitos anos. Iniciativas individuais de empresas associadas se atentam especialmente a este ponto e o SindiTabaco manteve, entre 2005 e 2019, o Programa Microbacias, que permitiu, com a análise de dados obtidos por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, levar ainda mais informações aos produtores sobre as diversas técnicas de preservação das nascentes e dos recursos hídricos. Ao utilizá-las, evita-se a erosão do solo e o transporte de sedimentos para os rios próximos às lavouras, diminuindo a poluição nos cursos de água. As orientações foram difundidas por meio de seminários e dias de campo e, atualmente, da orientação técnica.

 

Logística reversa pioneira

Criado nos anos 2000 com o objetivo de preservar o meio ambiente e a saúde e segurança do produtor, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos pode ser considerado um modelo a outros setores e, desde 2002, passou a atender também a legislação sobre correta destinação dos recipientes. Em duas décadas, já foram quase 18 milhões de embalagens recolhidas. Atualmente, atende cerca de 113 mil produtores gaúchos e catarinenses e percorre 1,8 mil pontos de coleta em 395 municípios. No Paraná, empresas associadas apoiam iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais de recebimento de embalagens.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

31/05/2022 0 Comentários 810 Visualizações
Business

Integração de plataformas digitais amplia e centraliza informações agronômicas

Por Ester Ellwanger 27/05/2022
Por Ester Ellwanger

Para que o produtor ou consultor agronômico tenha o maior número de informações da propriedade em um só lugar, gerando eficiência operacional e visão holística (integral), a Auravant, ferramenta digital para o agronegócio, e a Biome4all, startup brasileira de análise genética do solo, anunciam uma parceria inédita. Usuários das duas tecnologias poderão agregar dados e informações que cada uma delas proporciona para ampliar conhecimentos agronômicos e melhorar a tomada de decisões. A parceria foi firmada pela Country Manager da Auravant Brasil, Sabrina Muñoz, e pelo CEO da Biome4all, Leonardo Gomes, no início deste mês e já está à disposição dos usuários brasileiros.

Primeira extensão brasileira

Esta é a primeira extensão brasileira inserida pela Auravant no “marketplace de extensões” da ferramenta que, por meio de múltiplas fontes de dados (imagens de satélite, drone, clima e mapas de rendimento), gera diferentes camadas de informação que permitem determinar a dosagem adequada de insumos em cada ponto da lavoura. Cerca de 10 mil usuários no país, quase 20% do total em 80 países a qual a plataforma está disponível, terão acesso à extensão da Biome4all.

“Acreditamos na integração como ferramenta para o crescimento e apoio aos nossos usuários, que podem encontrar todas as informações em um só lugar, simplificando rotinas e processos complexos, gerando eficiência e, por consequência, aumento de produtividade, de uma forma holística e integrada. E o nosso ‘marketplace de extensões’ reforça esse conceito. Estamos muito felizes em lançar essa parceria inédita e termos como nossa primeira extensão brasileira, o trabalho de biotecnologia amplamente validado da Biome4all,” comemorou Muñoz, da Auravant.

Agricultura de sustentabilidade

A Biome4all é uma das empresas brasileiras de biotecnologia que mais cresce atualmente. Por meio de técnicas de bioinformática, ciência de dados (BD) e inteligência artificial (AI), a startup desenvolve tecnologias para estudo e interpretação de dados de origem genética, transformando-os em informações valiosas que auxiliam os profissionais do agronegócio na tomada de decisões que proporcionam ganhos de eficiência e produtividade, aliados a uma agricultura de sustentabilidade.

Proteção contra pragas, produção de hormônios, adaptação ao estresse hídrico, níveis de carbono, fósforo, nitrogênio, potássio e índice de Shannon são alguns dos resultados que a startup oferece. Para Gomes, da Biome4all, a integração é uma grande oportunidade para as empresas e o mercado.

“Vamos oferecer aos gestores de propriedades rurais brasileiras e consultores agronômicos, ferramentas digitais para otimizar o trabalho na fazenda e melhorar a produtividade e rentabilidade dos negócios, por meio da economia de insumos e aplicação localizada e específica”.

A parceria entre a Auravant e a Biome4all é fruto da conexão entre as duas agtechs proporcionada pelo hub de inovação do agronegócio AgTech Garage, do qual ambas são residentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Evento debate papel do Guia de Turismo em Montenegro

Por Ester Ellwanger 16/05/2022
Por Ester Ellwanger

Dentro da programação da 1ª edição da Fenacitrus de Montenegro, que ocorre durante o mês, no Colégio Sinodal Progresso, foi realizado um debate sobre o papel do Guia de Turismo no cenário atual. O evento promovido pela Emater e Centro de Treinamento de Agricultores de Montenegro, ocorreu no sábado, 14 de maio e contou com a participação do Diretor Municipal de Turismo, Jaime Buttenbender.

Na Estação da Cultura, as rotas turísticas do Vale da Felicidade e como atrair visitantes foram alguns dos temas abordados. O encontro teve a participação de mais de 100 pessoas, sendo 60 guias de turismo.

 

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/05/2022 0 Comentários 607 Visualizações
Business

Morro Reuter fará 3ª Ecofest em junho

Por Ester Ellwanger 12/05/2022
Por Ester Ellwanger

A Ecofest, a Festa da Agroecologia, é um dos eventos oficiais de Morro Reuter e chega a sua terceira edição neste ano. Depois do formato virtual em 2021 por conta da pandemia, em 2022 o evento volta ao formato presencial com feira de produtos agroecológicos, gastronomia, distribuição de mudas e apresentações musicais. Os temas das rodas de conversa, bate-papos e palestras são bem atuais e levam à reflexão sobre o uso consciente de recursos naturais. O domingo de 5 de junho será todo dedicado à festa que ocorre das 10h às 17h no Centro de Cultura.

A 3ª Ecofest é realizada pela prefeitura de Morro Reuter e ecoprodutores do Município com o apoio de Emater/RS, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Morro Reuter e Dois Irmãos, Conselho Municipal do Meio Ambiente de Morro Reuter e Slow Food Morro Reuter.

Serviço

O quê: 3ª Ecofest Morro Reuter, A Festa da Agroecologia
Quando: 5 de junho (domingo), das 10h às 17h
Onde: Centro de Cultura de Morro Reuter (Rua Anita Garibaldi, ao lado da prefeitura)

Programação

  • 10h – Abertura da Feira de produtos agroecológicos e gastronomia sustentável. Musical Esteban Hidalgo;
  • 10h às 16h – Distribuição de mudas nativas pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente;
  • 10h30 às 11h30 – Roda de conversa “Agroecologia como oportunidade e seus desafios” com a professora e engenheira agrônoma Adriana Regina Corrent (IFRS Câmpus Rolante); engenheiro agronômo/extensionista da Emater Marcelo Biassusi; engenheiro agronômo e produtor agroecológico Frederico Kelber e produtor agroecológico Fábio Luiz Dias;
  • 13h às 14h – Palestra “Resiliência hídrica, soberania e autonomia” com o engenheiro civil e agrônomo Miguel Aloysio Sattler (Ufrgs);
  • 14h30 às 15h30 – Bate-papo sobre o relógio do corpo humano e o uso das plantas em nossa saúde, com a professora Raquel Ávila (IFRS Câmpus Bento Gonçalves) e a extensionista da Emater de Santa Maria do Herval Márcia Londero;
  • 15h30 – Apresentação da Banda Marcial de Morro Reuter;
  • 15h45 às 17h – Bate-papo “Fabricação de Cervejas e Chopp – efluentes e resíduos gerados”, coordenado pelo tecnólogo em Gestão Ambiental Fábio Dias e pelo chefe do Departamento do Meio Ambiente de Morro Reuter, Diéles Holzbach;
  • 17h – Encerramento com musical Jessica e Vicente.

Atividades paralelas:

– Exposição de biodigestor
– Orientações sobre Bioete (tratamento de água)
– Orientações sobre Energia solar
– Cooperativa de Reciclagem Morro Reuter
– Distribuição de mudas
– Feira de sementes crioulas
– Praça de alimentação

Foto: Daniela Moraes/ Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2022 0 Comentários 736 Visualizações
Negociação
Business

SindiTabaco orienta para uso de produtos recomendados na cultura do tabaco

Por Ester Ellwanger 29/04/2022
Por Ester Ellwanger

As empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) começam a divulgar entre os produtores integrados folder e vídeo com orientações sobre a utilização de insumos autorizados na cultura do tabaco. O assunto, apesar de pertinente para todas as cadeias produtivas, ganha ainda mais ênfase no caso do tabaco em razão de que, em média, 85% do produto é direcionado à exportação, com controle de qualidade e sanidade mais rígidos.

O folder será distribuído entre os quase 140 mil produtores, nos mais de 500 municípios da Região Sul do Brasil que produzem tabaco. A iniciativa é complementada pelo envio do vídeo, em comunicação eletrônica direcionada aos integrados. Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, comenta que o Brasil é hoje o segundo maior produtor de tabaco do mundo e o maior exportador já há 29 anos, respondendo por 21% dos negócios no mundo, devido à qualidade e à integridade do produto.

Integridade quer dizer tabaco livre de impurezas físicas e químicas. E é muito importante que os produtores continuem usando produtos que sejam indicados pelas empresas, que são aqueles produtos certificados e recomendados também pelo Mapa”, salienta.

O controle dos insumos utilizados na produção agrícola é uma das atribuições do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os produtos como fertilizantes, sementes e agrotóxicos são registrados e fiscalizados pela pasta. “O registro de empresas e produtos se dá somente após o cumprimento de uma série de requisitos que comprovam e asseguram sua qualidade e eficiência. Daí a importância de o produtor rural observar a procedência do produto no momento da aquisição e uso na lavoura”, afirma o auditor Fiscal do Mapa, Jairo Carbonari.


Segundo ele, no caso dos agrotóxicos, eles também devem estar registrados especificamente para cada cultura. “A aplicação de agrotóxicos não registrados para a cultura, além do risco de não fazer o efeito desejado, pode causar danos à plantação e consequentes prejuízos ao produtor”, orienta.

Como garantir a integridade do tabaco

– Usar somente insumos autorizados e recomentados pelas empresas integradoras;
– Adquirir quantidades adequadas de insumos para a safra;
– Seguir as recomendações técnicas especificadas pelas empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2022 0 Comentários 683 Visualizações
Business

Exposição de Animais valoriza o agronegócio na 10ª Expocande

Por Ester Ellwanger 26/04/2022
Por Ester Ellwanger

Com o intuito de valorizar o agronegócio local e da região, a 10ª Exposição Industrial, Comercial, Serviços e Agronegócios de Candelária (Expocande), que inicia nesta quinta-feira, 28 de abril, no Parque Itamar Vezentini, promove a tradicional Exposição de Animais durante o evento.

A mostra, composta por mais de 100 animais, entre grande e pequeno porte, conta com a participação de 44 produtores que fazem parte da Associação dos Produtores Rurais de Candelária (Aprucan). “Esta exposição será a maior da história da Expocande em número de animais”, salienta um dos coordenadores da área, Walter Fernando Schmitt Auler.

Entre os animais de grande porte estão os gados de leite, de corte e zebu. Destaque também para os ovinos, equinos e os pequenos animais, como porquinho da índia, pássaros exóticos, abelhas sem ferrão, hamsters, coelhos, ente outros. “Não haverá comércio de animais, apenas exposição”, ressalta Auler.

Além disso, o coordenador ainda destaca que, nesta edição do evento, o espaço dedicado à mostra passou por diversas melhorias na estrutura e está muito mais amplo. A 10ª Expocande inicia nesta quinta-feira, 29, às 17 horas, e segue até domingo, 1º de maio, com uma diversificada programação artística e cultural.

Foto: Frederico Sehn/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2022 0 Comentários 846 Visualizações
Business

Expoagro Afubra 2023 será de 21 a 24 de março

Por Ester Ellwanger 25/04/2022
Por Ester Ellwanger

A 21ª edição da maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar está marcada para os dias 21, 22, 23 e 24 de março. A data foi definida esta semana pela diretoria da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), após consulta aos patrocinadores e expositores da Feira. Consolidando a ampliação em um dia, a 21ª Expoagro Afubra ocorre durante quatro dias, de terça-feira à sexta-feira.

O coordenador geral da Expoagro Afubra, Marco Antonio Dornelles, explica que os excelentes resultados da Feira 2022 motivou a diretoria da entidade a manter a ampliação de quatro dias. “Consultamos nossos patrocinadores e expositores e todos concordaram que é necessário a Feira ser realizada durante quatro dias. Nosso público vem crescendo a cada edição e precisamos recebê-lo com todo o conforto e infraestrutura possível”. Conforme Dornelles, a realização da Feira somente em dias da semana vai ao encontro dos objetivos de levar conhecimento e informação aos produtores rurais.

Havíamos planejado a Expoagro Afubra 2020 – que foi cancelada devido à pandemia da Covid-19 – num sábado, pois iria marcar os 20 anos da Feira e os 65 anos da Afubra. Ou seja, ela seria uma edição comemorativa. Mantivemos essa programação para 2022, mas, em 2023, vamos retornar às nossas origens de promover a Feira nos dias de semana”. Dornelles ainda revela que novidades irão surgir durante o ano para o aproveitamento do Parque da Expoagro Afubra e que irá ao encontro do público urbano.

Melhorias

Dornelles ainda destaca que a equipe da Afubra já trabalha em melhorias na infraestrutura do Parque de Exposições para 2023. “Reunimos nossos coordenadores de cada setor e já trabalhamos todos os aspectos necessários, como estacionamento, acesso ao Parque, sinal de internet, entre outros. Também estudamos uma readequação dos 35 hectares que compõe o Parque da Expoagro Afubra para um melhor aproveitamento”.

Números

A 20ª Expoagro Afubra encerrou com um público de 180 mil pessoas. Destas, 18,85% foram de novos visitantes e 83,16% de produtores rurais. A pesquisa realizada com visitantes apontou 45% de público feminino, o que mostra a força das mulheres nos negócios. A edição contou com 475 expositores, destes, 278 empresas, entidades, instituições e órgãos públicos e 197 agroindústrias familiares. Destes, 98% afirmaram que a Feira atendeu as expectativas. “A pesquisa nos dá a confirmação de que estamos no caminho certo, tanto com patrocinadores e expositores, como com nossos visitantes. Temos sempre a melhorar e é nisso que trabalhamos agora”, finaliza Dornelles.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Segundo ABPA exportações de material genético aviário crescem 10,7% em março

Por Ester Ellwanger 20/04/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de material genético (incluindo pintos de um dia e ovos férteis) totalizaram 1,569 mil toneladas em março de 2022, número 10,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 1,417 mil toneladas.

Em receita, os negócios registrados no mês passado alcançaram US$ 15,078 milhões, resultado 5,9% maior que o resultado no mesmo período de 2021, que obteve US$ 14,234 milhões.

Nos primeiros três meses de 2022, as vendas de material genético acumulam alta de 15,9%, com 3,991 mil toneladas exportadas no período, contra 3,444 mil toneladas embarcadas no primeiro trimestre de 2021. Em receita, as vendas do setor alcançaram US$ 41,157 milhões, resultado 15,2% maior que o obtido no ano anterior, que registrou US$ 35,734 milhões.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações, o Senegal lidera com US$ 5,561 milhões, volume de negócios 21% maior que o registrado no mesmo período de 2021, com US$ 4,595 milhões. Em seguida estão Colômbia, com US$ 5,472 milhões (+42,8%), México, com US$ 5,388 milhões (+77,3%), e Peru, com US$ 4,627 milhões (-18,3%).

“Houve uma notável elevação da demanda internacional por genética avícola brasileira, especialmente por ovos férteis. O mercado global, com grandes players fortemente impactados por focos de Influenza Aviária, vem colocando o Brasil em situação vantajosa neste segmento, já que o país é o único entre os grandes produtores a nunca registrar a enfermidade em seu território”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

20/04/2022 0 Comentários 734 Visualizações
Variedades

Contorno de Pelotas vai facilitar escoamento da produção pelo porto de Rio Grande

Por Ester Ellwanger 08/04/2022
Por Ester Ellwanger

O escoamento da produção agroindustrial via Porto de Rio Grande (RS) deve ganhar um impulso a partir desta sexta-feira com a entrega do Contorno Rodoviário de Pelotas pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura. A cerimônia de entrega do empreendimento ocorreu nesta sexta-feira, 8 de abril, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

As obras de duplicação na BR-116/398/RS vão garantir mais fluidez e segurança no trânsito da região, atendendo a uma demanda antiga dos moradores de Pelotas e região, que sofriam com tráfego intenso de caminhões pelas BR-392/116/RS. Agora, o entorno do município terá um trânsito mais confortável, rápido e seguro.

“Esta é uma obra fundamental do Governo Federal para auxiliar o Rio Grande do Sul, dono quinto maior produto interno bruto do país, a se desenvolver mais, produzir mais e crescer mais. Com o contorno, a mãe de família terá um trânsito mais seguro para levar seu filho na escola em Pelotas. E o caminhoneiro terá um caminho melhor no transporte ao Porto de Rio Grande”, afirmou o ministro da Infraestrutura.

Intervenções

Totalizando 23 quilômetros, as intervenções foram executadas em duas etapas, sendo os primeiros 11 quilômetros entregues em agosto de 2018 e os últimos 12,7 quilômetros, que vão do Arroio Pelotas, na BR-116, ao canal São Gonçalo, na BR-392, já entregues à população.

A expansão do Contorno de Pelotas ganhou uma nova pista de rolamento, 11 viadutos, três pontes e ruas laterais. Foi construída também uma das obras de arte mais expressivas do município, uma trincheira na intersecção da BR-116 com a Avenida Cidade de Lisboa que vai auxiliar o fluxo do trânsito.

Produtos

As obras de duplicação, ampliação e melhoramentos do complexo viário urbano de Pelotas estão inseridas em um contexto bem maior: o eixo rodoviário Porto Alegre-Rio Grande. Parte do desenvolvimento econômico do estado passa pela duplicação dessas rodovias, por onde circula a parcela mais significativa da produção gaúcha com destino ao mercado externo, especialmente a safra agrícola exportada pelo porto marítimo de Rio Grande.

Em 2021, o Porto de Rio Grande exportou 45,18 milhões de toneladas, número recorde que deve ser ampliado com o acesso facilitado nas BRs 116 e 392. Os principais produtos escoados pelo terminal são milho, madeira e frango congelado, assim como calçados e fumo produzidos no estado, com destino a países como China, Arábia Saudita e Indonésia.

Foto: Vinícius Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2022 0 Comentários 886 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 5,7% em março

Por Ester Ellwanger 08/04/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,8 mil toneladas em março, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 5,7% superior ao volume embarcado em março de 2021, que foi de 396 mil toneladas.

A receita das exportações do terceiro mês do ano alcançou US$ 771,1 milhões, valor 27,8% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 603,6 milhões.

No trimestre, as exportações de carne de frango alcançaram 1,142 milhão de toneladas, número 10,2% maior que o embarcado nos três primeiros meses de 2021, que foi de 1,036 milhão de toneladas.

Em receita, as vendas do trimestre acumularam US$ 2,051 bilhões no período, receita 31,5% maior que a realizada no mesmo período do ano passado, com US$ 1,559 bilhão.

O setor brasileiro está reforçando a presença internacional este ano, frente ao quadro favorável às importações no mercado global, que sofre os efeitos dos diversos focos de Influenza Aviária entre os grandes produtores e exportadores. Neste contexto, o fato de nunca ter registrado a enfermidade no território torna-se vantagem competitiva para o Brasil, que tem utilizado o bom fluxo das exportações para compensar as perdas geradas pelas altas históricas nos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os destinos de importação, a China volta à liderança das vendas mensais do setor, com importações de 60,3 mil toneladas em março, volume 8,4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 55,6 mil toneladas. Na sequência dos principais mercados estão o Japão (2° lugar), com 39,1 mil toneladas (+10,6%); Emirados Árabes Unidos (3° lugar), com 36,1 mil toneladas (+59,6%); África do Sul (4° lugar), com 33,3 mil toneladas (+11,3%); E México (5° lugar), com 29,2 mil toneladas (+301,9%).

“Com o conflito no Leste Europeu, o Brasil tem sido cada vez mais chamado a reforçar a posição de principal exportador mundial de carne de frango. Em um momento de escassez de oferta internacional, o Brasil reafirma-se ainda mais como porto seguro para os mais de 140 países que compram a nossa proteína. Prova disto é que praticamente todos os principais destinos de exportação brasileira de carne de frango registraram significativa elevação nas importações, com a China como principal destaque”, analisa o diretor de Mercados da ABPA, Luis Rua.

 

Rio Grande do Sul

Assim como o Brasil, o Estado também registrou crescimento em volume e receita de exportações de carne de frango no primeiro trimestre deste ano.

O volume embarcado registrou 173,17 mil toneladas, aumento de 7,01 % em relação aos embarques registrados nos três primeiros meses de 2021, que foram de 161,82 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações no mesmo período foi de US$ 313,82 milhões. O valor é 23,54% maior que o registrado entre janeiro e março do ano passado, que foi de US$ 254,01 milhões.

Os embarques gaúchos em março alcançaram 65,34 mil toneladas, alta de 1,19% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano anterior, que registrou 64,57 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações foi de US$ 124,42 milhões. O número é 18,51% superior ao obtido no terceiro mês de 2021, quando registrou US$ 104,99 milhões.

 

Foto:  Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2022 0 Comentários 811 Visualizações
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