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agronegócio

Business

Exportações de carne de frango crescem 9% em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As vendas de carne de frango para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 4,6 milhões de toneladas em 2021, maior volume já registrado pelo setor em um único ano, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo o levantamento, o número superou em 9% o total exportado pelo Brasil em 2020, quando foram embarcadas 4,23 milhões de toneladas.

Em receita, houve elevação de 25,7%, com US$ 7,66 bilhões registrados ao longo dos 12 meses de 2021, contra US$ 6,09 bilhões em 2020.

Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações de carne de frango totalizaram 411 mil toneladas, número 7,7% superior ao registrado no último mês de 2020, com 381,7 mil toneladas. Em receita, houve elevação de 29,9%, com US$ 718,9 milhões registrados em dezembro de 2021, contra US$ 533,3 milhões no ano anterior.

“O impulso das exportações foi essencial para reduzir os impactos causados pela elevação nos custos de produção, representada pela alta histórica do milho e da soja, principais insumos de produção da carne de frango. Apesar de uma uma leve redução nas importações, a China se mantém como o principal destino das exportações do setor e deve se manter no posto durante o próximo ano. Outros importantes parceiros comerciais como o Japão e os Emirados Árabes Unidos também devem se manter entre os maiores compradores”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Os mercados da Ásia, da África e da Europa mantiveram a alta das exportações brasileiras no ano passado.

Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, a Ásia importou 1,64 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, resultado 0,5% superior ao registrado no mesmo período de 2020. A China continua como principal importador (com 14,3% do total) e importou 640 mil toneladas (-4,86%). Outros destaques da região foram Japão e Filipinas, que importaram, respectivamente, 448,9 mil toneladas (+9,35%) e 168 mil toneladas (+180%).

Já para a África foram destinadas 662,3 mil toneladas ao longo do ano, resultado 19,2% maior em relação a 2020. Um dos destaques foi a África do Sul, com 297 mil toneladas (+13,39%).

Para a União Europeia foram exportadas 193,2 mil toneladas em 2021, volume 13,23% superior ao realizado no mesmo período de 2020. Para os países Extra-UE foram embarcadas no ano passado 243 mil toneladas, número 20,5% maior em relação ao efetivado no mesmo período de 2020. A Rússia é o destaque da região, com 105,9 mil toneladas (+26,24%). Outro destaque foi o Reino Unido, que importou 92,7 mil toneladas (+14%).

Para o Oriente Médio foram exportadas 1,33 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, número 0,3% menor em relação ao mesmo período de 2020. Emirados Árabes, Arábia Saudita e o Iêmen importaram, respectivamente, 389,5 mil toneladas (+28,54%). 353,5 mil toneladas (-24,4%) e 111,9 mil toneladas (-0,5%).

Por fim, para os países da América foram embarcadas 394,4 mil toneladas em 2021, número 75,2% maior em relação ao efetivado no ano interior.

“Em um ano de retorno paulatino da atividade econômica em várias partes do mundo, o setor demonstrou ser um parceiro confiável para a segurança alimentar de vários países. Estar presente em mais de 140 mercados exige sempre o melhor das empresas do setor e para 2022 temos expectativas de continuar crescendo nossa participação no share mundial de exportações de carne de frango, ainda mais com os problemas sanitários que muitos de nossos competidores vêm enfrentando”, avalia Santin.

 

Rio Grande do Sul

Em 2021, o Estado registrou altas históricas de exportação de carne de frango, tanto em volume quanto em receita.

O saldo em dólares das exportações finalizou o ano em US$ 1,176 bilhões. O número é 27,78% superior ao obtido em 2020, quando o resultado foi de US$ 920,93 milhões. Já os embarques alcançaram 705,94 mil toneladas, alta de 4,04% em relação ao volume exportado no ano anterior, que foi de 678,53 mil toneladas.

Em dezembro, a receita dos embarques alcançou US$ 101,94 milhões, 18,43% a mais que o registrado no mesmo período de 2020, quando obteve US$ 86,08 milhões. O volume, porém, foi 0,85% inferior, passando de 60,60 mil toneladas no ano passado para 60,09 mil toneladas no último mês de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 896 Visualizações
Business

Exportações de ovos crescem 81,5% em 2021

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

As vendas de ovos para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil toneladas em 2021, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa). Segundo o levantamento, o número superou em 81,5% o total exportado pelo Brasil em 2020, quando foram embarcadas 6,2 mil toneladas.

Em receita, houve elevação de 80%, com US$ 18 milhões registrados ao longo dos 12 meses de 2021, contra US$ 10 milhões em 2020.

Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações de ovos totalizaram 2,49 mil toneladas, número 72,8% superior ao registrado no último mês de 2020, com 1,44 mil toneladas. Em receita, houve elevação de 102,6%, com US$ 3,99 milhões registrados em dezembro de 2021, contra US$ 1,97 milhões no ano anterior.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos seguem como principal destino das exportações, com 4,406 mil toneladas exportadas entre janeiro e setembro, volume 367,7% maior em relação ao mesmo período do ano passado, com 942 toneladas. Em seguida estão Japão, com 649 toneladas (+185,8%) e Omã, com 271 toneladas.

“O setor de ovos tem intensificado sua participação no mercado internacional, ampliando estratégias de promoção internacional por meio da marca setorial Brazilian Egg. A principal aposta está nos Emirados Árabes Unidos, que é justamente onde há forte retomada das atividades. Ao mesmo tempo, o setor busca, com isto, reduzir os danosos impactos dos custos elevados de produção, que ainda penalizam toda a cadeia produtiva”, analisa Ricardo Santin, presidente da Abpa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 640 Visualizações
Business

Network será foco do Aves & Suínos 360º – Summit 2022

Por Ester Ellwanger 20/12/2021
Por Ester Ellwanger

O evento Aves & Suínos 360º – Summit 2022, que será realizado nos dias 17 e 18 de fevereiro de 2022, no Hotel Pullman Vila Olímpia, em São Paulo, contará com um time de palestrantes que abordará temas como as novas tecnologias na produção e comercialização, visão de investimentos e perfil do consumidor com o objetivo de unir os mercados de avicultura e suinocultura por meio do network. A conferência será 100% presencial.

O primeiro dia de palestras terá temas focados em mercado, política e economia. A abertura da conferência será realizada pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa), Ricardo Santin. Na sequência, investidores e agro será assunto abordado pelo Equity Research da XP Investimentos, Leonardo Alencar. A temática principal deste painel será voltada para as expectativas do setor de aves e suínos para o próximo ano.


Após a palestra de Alencar, o professor sênior de Agronegócio no Insper e coordenador do Insper Agro Global, Marcos S. Jank, falará sobre “Agro Global 2022 – O que esperar do mercado nacional e internacional?”. O dia será finalizado com o consultor e membro do Comitê de Assessoria Externa da Embrapa, Alexandre Mendonça de Barros, que dará um panorama dos mercados de grãos, avicultura e suinocultura.

No dia 18, os painéis serão focados nos setores de aves, suínos e “Go to Market”. A programação conta com as temáticas Gestão de Risco & Viabilização”, com a diretora da KPMG Consultoria Giovana Araújo, “Recursos Humanos – Novo Olhar para dentro da Granja”, com a consultora e engenheira agrônoma, Kali Siminioni, “Mercado Consumidor/Impacto Tecnológico, com o executivo do setor, José Antonio Ribas Jr. Participa também deste dia, o diretor global da Cargill (Nutrição animal), Antônio Mário Penz Jr, que abordará o tema “Perspectiva dos Desafios de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas”. Para fechar o último dia do evento, os palestrantes participarão de uma mesa redonda.

Inscrições

Quando: até 05 de janeiro (com desconto)
Onde: no site do evento

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/12/2021 0 Comentários 842 Visualizações
Cidades

Lançado o Programa Pacto Pelo Futuro de Lomba Grande em Novo Hamburgo

Por Ester Ellwanger 17/12/2021
Por Ester Ellwanger

O maior programa de recuperação econômica do Estado durante a pandemia ganha ramificações na área rural de Novo Hamburgo. Foi lançado nesta quarta-feira, 15 de dezembro, em cerimônia realizada na sede da Diretoria de Fomento ao Desenvolvimento Rural, o Pacto Pelo Futuro de Lomba Grande.

O programa desenvolverá um diagnóstico efetivo da produção e oportunidades de agronegócios para os produtores rurais de Lomba Grande, bem como fornecerá dados para a elaboração de políticas públicas e privadas estratégicas para o setor e facilitar o acesso a linhas de crédito.

O trabalho de campo será individualizado, passando na propriedade do produtor rural, com duração de 12 horas, divididos em três encontros: visita inicial de quatro horas, análise dos dados coletados de quatro horas e visita de entrega do diagnóstico ao produtor também de quatro horas. Serão realizados 110 atendimentos, totalizando 1.320 horas, ao longo de até cinco meses de execução total.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Paraskevi Bessa-Rodrigues, elogiou os empreendedores rurais e explicou a proposta do Programa durante o lançamento. “A nossa comunidade é muito resiliente, uma comunidade que precisa ser admirada. Estamos passando por todos os desafios expostos pelas mudanças climáticas e ainda chegou a pandemia. Mas a nossa comunidade é plural, se manteve ativa. Mas não é suficiente só ser resiliente, é preciso crescer, independente do desafio, para vocês produtores terem condições de continuar entregando o que é mais preciso para a nossa sobrevivência: o alimento! Tudo isso através de uma gestão eficiente, estratégica, de conhecimento qualificado”, ressaltou.

“Esta é a proposta do nosso Projeto, poder sair da sobrevivência para entrar no crescimento. Este projeto entra dentro do guarda-chuva do maior programa de recuperação econômica de qualquer município do Rio Grande do Sul, o nosso Pacto pelo Futuro, que até agora já atendeu mais de 600 empresas e agora chegou a versão rural. Estamos muito entusiasmados com esta perspectiva!”, complementou Paraskevi.

Já a prefeita Fátima Daudt exaltou o legado que as ações do Programa deixarão para os produtores rurais de Lomba Grande. “O Pacto Pelo Futuro foi lançado em 2020 e chegamos a este número que é o maior projeto de auxílio ao empreendedor na pandemia do Estado. E, aqui em Lomba Grande, tenho certeza que também teremos um resultado muito bom. O Programa trará conhecimento para todos vocês que vão participar, e, conhecimento é algo que fica, que instiga a querer mais, a poder e ser mais, a poder e fazer mais, a querer empreender mais na própria terra, na própria produção. Como eu disse, é algo que fica. Vai passar estar administração e vocês continuarão e é importante que vocês continuem fortes, que haja um futuro, que haja a possibilidade de ganhos e de mais conhecimento. O Pacto vai deixar um resultado muito importante para o nosso bairro rural”, projetou.

O Programa Pacto pelo Futuro de Lomba Grande será executado em uma parceria da Prefeitura de Novo Hamburgo, Sebrae RS e Sicredi Pioneira RS, com investimento total de R$ 207.240,00.

“Entendemos que hoje, qualquer iniciativa que realmente seja relevante, de impacto importante dentro das regiões, é importante ter cooperação e alianças estratégicas. Então, o que estamos propondo aqui é exatamente isto. Nós temos aqui a Prefeitura com toda a sua inteligência, com todo seu processo de internalização administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, temos o Sicredi um parceiro estratégico e nós do Sebrae atuando em conjunto para levar conhecimento, levar oportunidade para os nossos produtores e fazer um mapeamento técnico absolutamente relevante e de impacto extremamente importante para esta comunidade”, comentou o gerente do Sebrae Vale do Sinos, Caí e Paranhana, Marco Aurélio Copetti.

“O Sicredi está muito feliz de fazer parte deste projeto, que está extremamente conectado com o propósito da Cooperativa, que é desenvolver as comunidades, seja oferecendo linhas de crédito ou então em projeto que proporcionem o desenvolvimento da nossa cidade. A gente agradece a participação de cada produtor que vai dispender um pouquinho do seu tempo porque com isto, com certeza, irá fazer a gente desenvolver a comunidade de Lomba Grande”, pontou Maria Helena Stoffel, a gerente da agência Sicredi de Lomba Grande.

 

Foco na sustentabilidade

A elaboração do diagnóstico utilizará a metodologia Indicadores de Sustentabilidade em Agroecossistemas (Isa), aplicada pela Fat sob autorização da Embrapa.

Essa metodologia é um sistema integrado para aferição do desempenho econômico, social e ambiental, sendo composta por um conjunto de 23 indicadores que abrangem os balanços econômico e social, o gerenciamento do estabelecimento, a qualidade do solo e da água, o manejo dos sistemas de produção e a diversificação da paisagem e o estado de conservação da vegetação nativa.

Valores no intervalo de 0 a 1 são gerados para cada indicador. Considera-se 0,7 o valor de referência para um bom desempenho ambiental, social ou econômico. A média aritmética simples dos 23 indicadores de sustentabilidade resulta em um índice final do estabelecimento avaliado.

 

Números do agronegócio

O município possuiu 1131 inscrições estaduais de produtores rurais ativas, sendo:

– 742 Agricultura
– 299 Pecuária
– 50 Silvicultura
– 40 Psicultura

 

Sobre o Pacto pelo Futuro

O Pacto pelo Futuro é o maior programa municipal de auxílio aos empreendedores lançado do Estado para enfrentar os efeitos da pandemia na economia. Ele visa auxiliar de forma gratuita empresas de todos os setores a qualificarem a gestão e alavancarem ainda mais os negócios por meio de um conjunto de soluções, diagnósticos, cursos e seminário.

Em Novo Hamburgo, nas duas fases já lançadas anteriormente, mais de 600 empreendedores já foram beneficiados com alguma ação dentro do Programa, lançado em 2020 pela prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em parceria com o Sebrae RS.

Foto: Lu Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

17/12/2021 0 Comentários 728 Visualizações
Business

Times argentinos vencem maratona digital mundial do agronegócio

Por Ester Ellwanger 09/12/2021
Por Ester Ellwanger

Duas equipes formadas por jovens inovadores da América do Sul receberam incentivos no valor de US$ 3 mil para desenvolver soluções digitais para o agronegócio. Elas venceram um hackathon online organizado pela Auravant, que aconteceu no último fim de semana de novembro e teve recorde de inscritos — é a única competição tecnológica realizada internacionalmente para o agronegócio.

Com mais de 100 participantes de países como Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela, na América do Sul; Estados Unidos, Honduras e México, nas Américas Central e do Norte, além de Espanha, na Europa, o Auravant Hack 2021 durou pouco menos de 24 horas e teve como desafio desenvolver uma ferramenta ou produto que permitisse conhecer quantitativamente o valor de um lote ou talhão.


“O que mais se valorizou no trabalho foi o benefício proporcionado ao setor agrícola, os padrões encontrados nos dados, o nível de inovação ou criatividade do projeto e o nível de viabilidade e complexidade,” explicou o Chief Marketing Officer da Auravant, Fernando Calo. O corpo de jurados, formado por profissionais de diversas áreas de Argentina, Brasil e Espanha, baseou-se na funcionalidade e facilidade de uso, design de interface e impacto visual, experiência do usuário e escalabilidade.

Os ganhadores

O primeiro lugar foi para a equipe “Pampe.ro”, que alcançou 3,8 pontos, em uma escala de 1 a 5. O time argentino foi formado por Juan Eduardo Riva, Mariano Agustín Iglesias, Lucas Larroque e Joaquin Mansilla Yulan, todos de Buenos Aires. Os jovens receberam US$ 2 mil e foram entregues pela Adama Argentina, patrocinadora do evento.


A equipe “Agnapec” chegou muito próxima, em uma decisão difícil para os jurados. Ela somou 3,7 a acabou ficando com o segundo lugar, levando para casa US$ 1 mil. Os participantes do time terceiro colocado, que alcançou 3,2 pontos, receberam prêmios que incluíram um Plano Anual Completo Auravant Professional, mais um gift card da Amazon.

Dois times formados por estudantes e desenvolvedores brasileiros participaram do hackathon. No total, o desafio contou com 25 equipes, mas apenas 10 chegaram ao final.

Sobre a Auravant

A Auravant é uma startup de agricultura digital com origem na Argentina. Nascida em 2017, a plataforma aprimora o conhecimento agronômico e oferece dados para a melhor tomada de decisão. O objetivo é economizar tempo, dinheiro e reduzir o impacto ambiental.

Por meio de múltiplas fontes de dados (imagens de satélite, drone, clima, mapas de rendimento), a ferramenta gera diferentes camadas de informação e índices que permitem determinar a dosagem adequada de insumos em cada ponto da lavoura. Assim, o trabalho se torna mais eficiente e sustentável, com maior produtividade, rastreabilidade e transparência.
A Auravant tem 30 mil usuários em 70 países e 8 milhões de hectares de plantações intensivas e extensivas monitoradas. Tem sede na Espanha e agora também no Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/12/2021 0 Comentários 873 Visualizações
Cidades

Picada Café atrai novos investimentos em avicultura

Por Ester Ellwanger 03/12/2021
Por Ester Ellwanger

A política de incentivo à instalação de novos aviários segue dando importantes frutos em Picada Café. Em nova parceria entre as Secretarias de Agricultura e de Obras, já estão em andamento as obras para abertura dos acessos e em fevereiro será realizada a terraplanagem para a instalação dos aviários.

O empresário Ivo Knorst, da Ovos ASI, de Picada São Paulo (Morro Reuter), confirmou que vai investir no município através da instalação da empresa Nutreggs. Com larga experiência na avicultura, Ivo tem cerca de 350 mil galinhas poedeiras na Ovos ASI e diz que em dois anos a meta é receber 120 mil galinhas no empreendimento em Picada Café. “Decidimos investir aqui porque nossa empresa está em fase de crescimento e Picada Café atende bem os produtores”, salienta.

O prefeito Luciano Klein e o secretário de Agricultura Neco Linck comemoram os significativos números da avicultura no município, que hoje conta com 33 aviários e produz 470 mil aves.

Na última quinta-feira, 2 de dezembro, o prefeito Luciano, vice Max Mallmann e o secretário Neco visitaram o empreendedor Ivo no local onde serão instalados os novos aviários, em Linha Quatro Cantos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Vale do Rio Pardo conta com primeiro drone pulverizador

Por Ester Ellwanger 30/11/2021
Por Ester Ellwanger

A tecnologia vem auxiliando o homem do campo na redução da mão de obra, no aumento da rentabilidade e na melhora da qualidade de vida. Diante disso, a Cooperativa de Crédito Sicredi Vale do Rio Pardo tem se colocado à disposição para auxiliar o produtor rural no financiamento de equipamentos e novas tecnologias. Nesse sentido, o pioneirismo no crédito de equipamentos de energia fotovoltaica se repete agora no financiamento de um drone pulverizador para os irmãos Aretz, do interior de Vera Cruz.

Durante a apresentação do equipamento na propriedade da família, na última quarta-feira, 24 de novembro, os irmãos Arnildo e Alex Aretz contaram que a ideia surgiu há algum tempo, mas que foi a partir de maio deste ano que a iniciativa se consolidou. “Já tínhamos visto a importância do drone pulverizador na agricultura e que seria de grande utilidade para os agricultores locais”, explica Arnildo. A partir de então os irmãos buscaram informações técnicas, a disponibilidade do pulverizador na região e fizeram uma análise de mercado.

Porém, pelo alto valor de investimento, seria necessário um financiamento para a aquisição do equipamento. “Logo apostei no Sicredi porque a cooperativa sempre apoia o pequeno produtor e assim impulsiona a agricultura”, revela Alex. Os irmãos então foram até a agência de Vera Cruz do Sicredi e apresentaram a ideia para a gerente Pessoa Jurídica, Simone Rockenbach, e para o gerente da agência, Marcos Machado.

“Por ser um investimento pioneiro na região, foi necessária uma construção muito bem feita por várias pessoas, inclusive com a participação do Sebrae na elaboração do projeto e na consultoria aos irmãos”, comenta Machado. No entendimento de Jeferson Klunk, da Área de Desenvolvimento de Negócios do Sicredi, as parcerias foram importantes para a realização do negócio. “Ninguém faz nada sozinho. Estamos muito orgulhosos por fazer parte desse momento e esperamos que seja um incentivo para os jovens permanecerem nas propriedades rurais”.

Durante a demonstração do equipamento, o presidente da Sicredi VRP, Heitor Álvaro Petry, explicou que a cooperativa preza pela inserção da tecnologia avançada para dentro das pequenas propriedades. “O equipamento pode ser pequeno, mas é uma grande ideia. E esse é nosso papel, não ficar só operando, mas também ir ao encontro dos associados e construir os projetos, pensar e ser parceiro para ajudar a concretizar esses sonhos”. Petry também reconheceu o esforço da equipe do Sicredi na execução. “E quem ganha é a região com esse pioneirismo e tecnologia de ponta, que vai gerar uma qualidade de vida melhor aos produtores pela redução da mão de obra a partir do trabalho que será realizado pelo drone”.


O prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker, parabenizou os irmãos pela iniciativa e se disse grato pelo exemplo para os jovens rurais. “É um momento de inovação, importante para que as novas gerações do agro vislumbrem as possibilidades de crescimento na agricultura a partir das novas tecnologias”. Também presente ao evento, o vereador Silas Petry desejou sucesso aos Aretz. “Como produtor rural, acho importante essas iniciativas que ajudam a qualificar o trabalho na agricultura”, argumentou.

Drone

O modelo do drone pulverizador é um T10, escolhido pelos irmãos pela eficiência no trabalho. “As baterias têm uma duração maior e com 30 litros de defensivos podemos cobrir uma área de três hectares”, afirma Arnildo. De acordo com ele, são necessárias duas pessoas para o trabalho, um operador e um assistente. “Acreditamos que o nosso trabalho vai gerar uma economia significativa para o produtor pela maior qualidade de aplicação”. Os irmãos pretendem evoluir no negócio e aumentar o número de drones à disposição dos produtores.

Arnildo, 27 anos, trabalha como líder de instalação em mecatrônica da Marel, de Guaporé, e é o responsável pela empresa criada para administrar o trabalho com o drone pulverizador. O irmão Alex tem 25 anos, é agricultor e tem conhecimento do plantio, aplicações de agrotóxicos e insumos. Juntamente com os pais, Alex cuida da propriedade de 10 hectares, onde são produzidos tabaco, milho e, na próxima safra, também será cultivada a soja.

Foto: Sandro Viana/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/11/2021 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Tecnologias garantem redução de custos e contribuem para o agronegócio

Por Stephany Foscarini 27/11/2021
Por Stephany Foscarini

O agronegócio é um dos setores que mais cresce no país, sendo visto como uma das grandes potências nacionais e responsável por cerca de 20% do PIB brasileiro. No entanto, isso não impede que os gestores e produtores agrícolas enfrentem desafios diários para manter seus negócios lucrativos, ainda mais considerando a quantidade de fatores capazes de interferir na produtividade.

Por conta da sua importância nacional e internacional, o mercado agrícola é muito competitivo e exige alta produtividade”.

“Por conta da sua importância nacional e internacional, o mercado agrícola é muito competitivo e exige alta produtividade. Nesse cenário, vemos cada vez mais apostas tecnológicas buscando soluções para esses desafios que assolam o dia a dia no campo”, comenta Bernardo de Castro, presidente da divisão de Agricultura da Hexagon, empresa que desenvolve e fornece tecnologias agrícolas.

Já o engenheiro Rafael Vetturazzi, integrante da equipe técnica da ESSS, multinacional brasileira focada em simulação computacional, explica que “entramos em uma era em que as ferramentas tecnológicas deixam de ser apenas um instrumento de bem-estar para a sociedade e passam a representar um fundamento para o crescimento populacional projetado nas próximas décadas. A compra de uma hortaliça plantada no subterrâneo, semeada, regada e colhida por robôs, com absorção de clorofila através de LEDs ativados em frequências exclusivas para fotossíntese não será surpreendente nos próximos anos”.

Para os especialistas, as inovações funcionam como aliadas, convertendo dados em informações inteligentes para aumentar os lucros por meio de planejamento otimizado, execução eficiente, controles de máquina precisos e fluxos de trabalho automatizados.

Softwares garantem planejamento assertivo

Assim como acontece em qualquer negócio, nas produções agrícolas o planejamento é uma das principais ferramentas para a tomada de decisões assertivas. Nesse sentido, hoje, o mercado já conta com tecnologias capazes de fazer diagnósticos e planejamentos confiáveis a serem seguidos, apontando inclusive quais serão as máquinas, a mão-de-obra e os insumos necessários para a execução ideal de cada operação e período do ano.

A solução HxGN AgrOn Planejamento de Operações, desenvolvida pela Hexagon, por exemplo, conta com um modelo de otimização que utiliza um algoritmo de programação linear para simular cenários e apontar aquele que representa o melhor custo x benefício. “Por conta da quantidade de variáveis e problemas envolvidos, em geral, as alternativas disponíveis e as combinações possíveis são muito complexas para que o gestor tome uma decisão sem o auxílio de uma ferramenta específica. Com este software, a assertividade das ações é garantida”, reforça Castro.

Levando em consideração variantes coletadas a partir de sensores e informações inseridas no sistema, a ferramenta demonstra como alocar os recursos existentes para a execução das operações com o máximo de aproveitamento possível. Além da maior produtividade, a funcionalidade promove economia através da redução do desperdício de mão-de-obra e de combustíveis de máquinas.

Simulação computacional gera economia

“O que vai decidir a corrida da inovação são as inovações eletrônicas, as melhorias evolutivas de segurança (ROPS), a eficiência dos componentes, além da regulamentação sobre a emissão de poluentes”, define Daniel Boniati, engenheiro da ESSS, que tem desenvolvido soluções para o setor dentro e fora do Brasil.

Equipamentos autônomos têm capacidade de seguir rotas predefinidas para plantio e colheita com trabalho ininterrupto. Drones sobrevoam os campos e avaliam a saúde das culturas e as condições do solo. Sensores monitoram a quantidade de água e nutrientes no solo, ativando a irrigação e aplicações de fertilizantes. O segmento de robótica agrícola cresce de forma rápida, enquanto plataformas virtuais coletam dados das plantações. Estatísticas armazenadas e processadas em nuvem cruzam informações de produtividade, consumo de insumos, histórico de temperatura e níveis de chuva para efetuar recomendações ao agricultor em tempo real.

Todo esse contexto de equipamentos interconectados e coexistentes necessita de um bom funcionamento individual, resultando em economias significativas. Cada peça desse sistema complexo deve apresentar capacidade de execução plena e precisa. Nesse aspecto, a tecnologia é obrigatória no projeto e desenvolvimento de componentes. Com o auxílio de ferramentas de simulação computacional, é possível calcular estruturas para atender a demanda de trabalho ininterrupta, projetar o escoamento de partículas para uma semeadura precisa, reconhecer o perfil aerodinâmico para uma perfeita estabilização de drones e avaliar a recepção do sinal GPS em sistemas de controle.

Controladores reduzem desperdício de insumos

Outra inovação que auxilia na redução de custos do campo é o controle de fertilizantes. Esse tipo de solução regula e automatiza a aplicação de insumos de forma inteligente, permitindo que cada parte do solo receba a quantidade ideal de fertilizantes e corretivos de acordo com suas características.

Além de espalhar corretamente os nutrientes, são reduzidas falhas e desvios de adubação, o que aumenta a produtividade e gera uma economia de cerca de 20% nos insumos aplicados”.

O presidente da divisão de Agricultura da Hexagon explica que essa distribuição é feita a partir de mapas georreferenciados , que são gerados com base em históricos de produtividade e análises do solo. “Além de espalhar corretamente os nutrientes, são reduzidas falhas e desvios de adubação, o que aumenta a produtividade e gera uma economia de cerca de 20% nos insumos aplicados”, complementa Bernardo de Castro.

De forma semelhante, também há a tecnologia de controle de pulverização, que ajuda no combate a plantas invasoras, pragas e doenças na lavoura. Esse controlador garante a distribuição da dosagem ideal de defensivos sem falhas de aplicação e ainda promove um desligamento automático de seção de pulverização em situações de sobrepassagem, evitando desperdícios. “Como a compra de herbicidas, inseticidas e fungicidas pesa no bolso, essa certeza de que os defensivos agrícolas serão utilizados no alvo e na quantidade ideal faz toda diferença para a lucratividade”, reforça.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/11/2021 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Abpa comemora novas habilitações de plantas de carne suína para a Rússia

Por Ester Ellwanger 25/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) comemorou o anúncio feito pelo Rosselkhoznadzor (órgão sanitário da Rússia) da habilitação de nove unidades exportadoras de carne suína para a Rússia, aumentando de quatro para treze o número de plantas habilitadas para o mercado.

O anúncio acontece dias após a missão a Moscou, liderada pela Ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina, e ao comunicado feito pelo governo russo sobre o estabelecimento de uma cota temporária de 100 mil toneladas de carne suína.
Pelas estimativas da Abpa, considerando o atual preço médio de importações para o mercado russo, a cota disponibilizada tem potencial de geração de exportações de mais US$ 200 milhões – considerando, entretanto, que a cota pode ser acessada por todas as nações habilitadas a abastecer o mercado russo.

De acordo com o presidente da Abpa, Ricardo Santin, a reabilitação das plantas é um reconhecimento ao trabalho de excelência em qualidade e sanidade aplicado pela suinocultura do Brasil.

“A Rússia vem incrementando a importação de carne suína do Brasil este ano. Enquanto em 2020 as exportações ficaram em apenas 100 toneladas nos 10 primeiros meses, em 2021 os embarques alcançaram até aqui 3,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 10,3 milhões. Com a expansão do número de plantas e a cota oportunizada pelo governo russo, esperamos um crescimento ainda mais expressivo nos próximos anos. Esta é mais uma ampliação de mercado que resultou diretamente do trabalho liderado pela Ministra Tereza Cristina e sua equipe”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2021 0 Comentários 418 Visualizações
Cidades

Campo Bom é referência em seminário da Famurs sobre agricultura

Por Ester Ellwanger 23/11/2021
Por Ester Ellwanger

As ações da prefeitura de Campo Bom para promover o desenvolvimento rural e do agronegócio local tornaram a cidade referência para o Estado. O 28º Seminário dos Secretários Municipais de Agricultura, organizado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), confirma o fato. Durante o evento, realizado em São Borja, nos dias 18 e 19 de novembro, o município foi tomado como exemplo de cidade que investe em políticas públicas voltadas para a agricultura.

Para o prefeito Luciano Orsi, a menção atesta o trabalho sério que é desenvolvido em favor da agricultura na cidade. “Temos um compromisso muito grande com o fortalecimento do agronegócio local e que pode ser percebido a partir de diversas iniciativas, como é o caso do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural, da Feira do Agricultor e do Serviço de Inspeção Municipal”, afirma.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Henrique Scholz observa a importância do setor para a movimentação econômica. “A agropecuária representa uma grande parte do PIB brasileiro e, a nível municipal, temos trabalhado para que assuma ainda mais relevância e siga impulsionando o desenvolvimento econômico e social da cidade”, destaca.

O seminário reuniu prefeitos e secretários com o objetivo de promover debates acerca da atuação dos municípios no agronegócio. A secretária estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Convatti, também participou do evento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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