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Agricultura

Business

Bolsa de Sementes coleta 428 quilos de sementes nativas em 2020

Por Caren Souza 26/04/2021
Por Caren Souza

A pandemia da Covid-19 não impediu que as sementes para o Programa Bolsa de Sementes fossem coletadas. As escolas parceiras do Projeto Verde é Vida, mantido pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), mesmo com o ensino remoto, incentivaram alunos, pais e professores para, adotando todas as medidas de segurança e preservação à saúde, coletarem as sementes. O resultado – 428,652 quilos de sementes nativas coletadas em 2020 -, foram divulgados em 23 de abril, durante uma live transmitida pelo canal oficial do youtube da Afubra (youtube.com/afubra66).

O número é comemorado pela equipe do Projeto Verde é Vida. “Nos alegramos em divulgar este número, pois mostra que as escolas – alunos, professores, diretores, funcionários, pais e comunidades – estão alinhados com a Afubra na preservação do meio ambiente”, enfatiza Adalberto Huve, coordenador geral do Projeto Verde é Vida. As sementes coletadas são enviadas para a Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm), onde são armazenadas para posterior distribuição.

A coleta realizada pelas escolas parceiras, além dos resultados ambientais de sensibilização e preservação, traz, também, retornos financeiros. “Nós temos uma tabela com as espécies de sementes que integram a Bolsa e, o valor correspondente a cada uma delas. Esse controle é realizado pela equipe da Universidade que, ao fim de cada ano, nos fornece as informações. O esforço e a dedicação, rendem um cheque-bônus que pode ser trocado por mercadorias em uma das lojas da Agro-Comercial Afubra.”, explica Huve.

Para o diretor-presidente da Agro-Comercial Afubra e secretário da Afubra, Romeu Schneider, o mais importante é o aprendizado que os jovens têm com a Bolsa de Sementes, que será levado para a vida toda. “Os números nos mostram o êxito da parceria, que trazem resultados positivos do trabalho para o futuro. Nestes 18 anos, são 27 toneladas de sementes de árvores nativas com qualidade gemética”, enfatiza Schneider ao agradecer a parceria dos envolvidos na Bolsa de Sementes.

Em 2020, o destaque foi para as escolas Emef Felipe Becker, de Santa Cruz do Sul (RS), com 144,703 quilos de sementes e um cheque-bônus de R$ 4.588,00; Emef Ervino Konrad, de Arroio do Tigre (RS), com 65,366 quilos de sementes e cheque-bônus de R$ 3.445,00; Emef Ribeirão Matilde, de Atalanta (SC), 52,606 quilos de sementes, cheque-bônus no valor de R$ 1.812,00 e Emef Vila Gropp, de Atalanta (SC), com 54,514 quilos de sementes, cheque-bônus no valor de R$ 1.502,00.

A premiação financeira às escolas começa a ser entregue a partir desta semana. “Com o Rio Grande do Sul em bandeira preta devido ao agravamento da pandemia, resolvemos esperar para entregar os cheques. A partir de hoje, com todos os cuidados, nossa equipe irá entregar a bonificação. Representantes das escolas também podem falar com nossos coordenadores regionais do Projeto Verde é Vida e retirar os cheques nas nossas filiais”, destaca Adalberto.

Mudanças – A metodologia de controle do Bolsa de Sementes sofreu alteração em 2020. Antes, as sementes eram contabilizadas dentro de um Ano Ambiental (junho a junho). “A partir do ano passado, iniciamos a contabilização das sementes dentro do ano-calendário, ou seja, janeiro a dezembro. E, mesmo com a nova sistemática e a pandemia, alcançamos os 428 quilos de sementes, pois, em 2020, contabilizamos apenas as sementes coletadas de abril a dezembro”, comemora Huve.

Fonte: Assessoria
26/04/2021 0 Comentários 525 Visualizações
Business

APL de Agroindústria e Agricultura familiar faz balanço de atividades

Por Caren Souza 23/03/2021
Por Caren Souza

O Arranjo Produtivo Local de Agroindústria e Alimentos da Agricultura Familiar (APL VRP) de Santa Cruz do Sul realizou uma reunião de governança para apresentar um balanço de atividades do período 2018-2021 e a apresentação da plataforma de comercialização Daqui Alimentos, que recebeu adequações. Ainda houve o comunicado que o atual convênio que mantém o APL irá finalizar em maio, e por enquanto não possui nenhuma perspectiva de acesso a projetos que promovam as atividades do programa de Arranjos Produtivos Locais (APLs), deixando a partir desse período sem equipe técnica.

Que a nossa região, entenda e mantenha o legado desses oito anos de APL.

O encontro ocorreu no dia 16 de março e reuniu de forma virtual as entidades que compõem a governança do APL. Houve a apresentação do balanço das atividades realizadas, com destaque as ações do projeto Rede de Comercialização da Agricultura Familiar, que conta com recursos da Consulta Popular 2016/2017, o que possibilitou a realização de atividades formativas para os agricultores familiares, como visitas técnicas e a disponibilização de um sistema de gerenciamento de estoque e fluxo de mercadorias integrado à plataforma Daqui Alimentos para as cooperativas da agricultura familiar da região.

Neste período também teve o apoio e realização de feiras de alimentos, além de realização de atividades formativas no Centro Vocacional Tecnológico do Vale do Rio Pardo, atendendo mais 1,3 mil agricultores familiares, de 43 municípios diferentes e contando com mais de 30 instituições parceiras.

Em 2020 também contou com a parceria entre Unisc, Emater e APL VRP para construção de rótulos e tabelas nutricionais para as agroindústrias familiares da região, atendendo 14 unidades dos municípios de Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Sinimbu e Passo do Sobrado.

Em seguida, teve a apresentação e a entrega da plataforma de comercialização Daqui Alimentos, que recebeu diversas atualizações na sua plataforma online, possibilitando aos agricultores e cooperativas regionais a oferta de produtos da agricultura familiar diretamente aos consumidores, além de permitir o gerenciamento das Unidades Produtivas, caderno de campo e estoque. Ela está disponível através do site www.daquialimentos.com.br para agricultores familiares, cooperativas e consumidores dos 23 municípios de abrangência do Corede Vale do Rio Pardo.

Muitas mãos

O coordenador da governança do APL VRP, João Paulo Reis Costa destaca que o APL é um trabalho a muitas mãos. “Na coletividade de fato e que demonstra o quanto a pauta em comum de fortalecimento da Agricultura Familiar Camponesa pode unificar uma região, e trazer ganhos em todos os setores da mesma”. Sobre o encerramento do APL, João Paulo observa que o que vale ao final de uma lida e uma luta, é a sensação de missão cumprida. “Que a nossa região, entenda e mantenha o legado desses oito anos de APL”.

Para o gestor executivo do APL, Wandoir Sehn, foram mais de R$ 16 milhões investidos ao longo desse período no Vale do Rio Pardo, que promoveram a agricultura familiar, as agroindústrias familiares, a produção de alimentos, possibilitando a geração de renda a partir dessas atividades, a diversificação das propriedades e abastecendo a região com alimentos de qualidade.

Fonte: Assessoria
23/03/2021 0 Comentários 661 Visualizações
Business

Produtores investem na fertirrigação por gotejamento

Por Caren Souza 19/03/2021
Por Caren Souza

Celebrada mundialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de março, o Dia Mundial da Água serve como um alerta anual sobre a importância da conservação e proteção deste importante recurso natural. Enquanto nas zonas urbanas a conscientização quanto ao desperdício é uma das principais formas de preservar a água, no campo a água potável para beber e para higiene pessoal não é a única preocupação: as lavouras também dependem da água e ela nem sempre cai do céu.

A água da irrigação é usada também para transportar os fertilizantes e seus nutrientes diretamente aos locais necessários.

São várias as opções de irrigação para atender às mais diversas práticas agrícolas e sistemas de cultivo. No caso das lavouras de tabaco, as indústrias estão incentivando os produtores a adotarem formas de irrigação que sejam mais adequadas às realidades de cada propriedade com o propósito de minimizar eventuais prejuízos.

Por exemplo, na safra 2020/2021 em que a falta de chuvas foi problema em muitas regiões, houve uma percepção ainda maior de que investimentos em irrigação são essenciais. Enquanto alguns produtores tiveram quebra de produção por causa da seca, aqueles que utilizaram a irrigação tiveram safras normais e até superiores às expectativas.

No tabaco, a tecnologia que vem despontando para mitigar o problema da falta de água é a fertirrigação. A técnica vem se tornando uma alternativa importante na agricultura por garantir os níveis de produção em épocas de estiagens. É um tipo de irrigação capaz de suprir as demandas hídricas das plantas em quantidade de água ideal e no momento certo para cada cultura, levando-se em consideração as condições de solo e de clima.

Segundo o assessor Técnico do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Darci José da Silva, trata-se de um sistema que realiza a irrigação e a adubação ao mesmo tempo, por meio de um sistema de gotejamento. “A fertirrigação consiste em um conjunto de mangueiras instaladas nas lavouras para gotejar a água e os fertilizantes necessários diretamente nas linhas de plantio e direcionadas às plantas, minimizando desperdícios. Na prática, a água da irrigação é usada também para transportar os fertilizantes e seus nutrientes diretamente aos locais necessários”, explica.

As vantagens são várias. Além de permitir maior eficiência no uso da água e dos fertilizantes, há também redução na demanda de mão de obra. “É importante ressaltar que a aplicação dos fertilizantes via água de irrigação difere da aplicação via solo por acelerar o ciclo dos nutrientes. A fertirrigação segue princípios conservacionistas porque exige pré-requisitos que garantem a sustentabilidade, como análise e correção do solo, plantio em nível e com camalhão, além dos cultivos de cobertura do solo, destinados à proteção e melhoria das suas características físicas e biológicas”, complementa Darci.

Fonte: Assessoria
19/03/2021 0 Comentários 806 Visualizações
Business

Congresso celebra a força da mulher e anuncia edição on-line em 2021

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

A importância das tecnologias digitais, cada vez mais fundamentais para a comunicação e evolução do agro será o tom que norteará os debates da 6ª edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), que será promovido nos 25, 26 e 27 de outubro, em formato on-line.

 

nossos debates amadureceram ao longo desses seis anos de história.

O evento, que segue sua missão de evidenciar a força da mulher do agronegócio, terá como tema “Digital & Agregação de Valor. A nova liderança no Agro”. As discussões buscarão evidenciar o processo de digitalização como um fator fundamental para a inovação do novo agro, não apenas para gestão dentro da porteira das fazendas, mas para o sucesso de todo a cadeia produtiva.

Seguindo o tema, o CNMA também irá evidenciar a agregação, visando gerar novos paradigmas de gestão e criar percepções novas de valor para os mercados e a sociedade. Mudanças tão profundas implicarão em uma nova cultura empresarial, uma nova visão dos negócios e um novo timing gerencial das operações, ou seja, um novo perfil de liderança.

Os temas principais serão representados por personalidades femininas do agro, que são referência nos debates e propagação de cada um dos conceitos. Foram convidadas para essa edição, correspondendo ao Digital, a CEO da Agrosmart, Mariana Vasconcelos; para simbolizar a Agregação de Valor, a pecuarista, Carmen Perez e representando a Nova Liderança, a Presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teresa Vendramini.

“Nossos debates amadureceram ao longo desses seis anos de história, assim como nossas congressistas têm agregado, a cada dia, mais valor aos seus negócios e atividades. Queremos, com essa edição, registrar um marco em que a digitalização não aparece apenas como mais um elemento do cenário de tecnologias para o agronegócio, mas, sim, como algo fundamental para o futuro”, destaca a Show Manager do evento, Carolina Gama.

Para isso, serão convidados palestrantes nacionais e internacionais para compor uma programação pensada para oferecer às congressistas um conteúdo agregador e de qualidade. “Nosso evento, como nas edições anteriores, terá como pano de fundo o papel, a força e o empenho da mulher como motor propulsor do agro, trazendo a importância de se adotar tecnologias ao negócio em prol do crescimento do setor no Brasil”, afirma Gama.

“Escolhemos o dia 08 de março para lançar nossa edição de 2021, pela data simbólica, que celebra a mulher e também para reforçar nossa admiração a todas aquelas que atuam diariamente no negócio do campo para alimentar o mundo, com qualidade e segurança”, salienta a Show Manager.

A edição desse ano terá a curadoria do sócio diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon e do comitê de conteúdo formado pela presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teresa Vendramini; pela presidente do Núcleo Feminino do Agronegócio, Carla Freitas; pelo presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, Marcello Brito; pela diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Min. da Agricultura, Mariane Crespolini e a co-autora do Livro Mulheres do Agro e Diretora de Desenvolvimento de Mercado, América Latina, CME Group, Roberta Paffaro.

Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 589 Visualizações
Agricultores
Business

Agricultores começam a receber sementes do programa Troca-Troca Safrinha 2020/21

Por Gabrielle Pacheco 23/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os 5.627 agricultores de 147 municípios gaúchos que solicitaram sementes de milho e sorgo do programa Troca-Troca de Sementes, Safrinha 2020/2021, começaram a recebê-las. Para isso, os pedidos foram feitos em junho deste ano, por meio de 178 entidades, sendo 101 prefeituras, 68 sindicatos e nove associações e cooperativas.

Assim, conforme o chefe da Divisão de Sistemas Produtivos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Jonas Wesz, os agricultores vão receber 16.323 sacas, sendo 6.431 de milho híbrido convencional; 9.820 sacas de milho híbrido transgênico; e 72 sacas de sorgo híbrido. “O valor total envolvido na safrinha é de R$ 4,5 milhões. Desse montante, o Estado aporta R$ 640 mil como subsídio para os agricultores”, informa.

Além disso, Wesz esclarece que, normalmente, as sementes relativas aos pedidos do período de cultivo da safrinha são entregues para entidades e agricultores a partir de dezembro. “Porém, neste ano, o programa teve uma série de melhorias, e uma delas é a qualificação das entregas dentro de um cronograma mais adequado aos agricultores”, explica. Desta forma, a entrega começou a ser feita na última sexta-feira (20).

Avanços do programa

Conforme o chefe da Divisão, a antecipação na entrega das sementes foi uma demanda das entidades representativas do setor agropecuário. Assim, devido à ocorrência de estiagem em algumas regiões do Estado, com registros inclusive de perda total, se faz necessária nova semeadura. “Essa ação possibilitará que o agricultor que tenha perdido a lavoura consiga em mãos a semente e, no caso de melhoria das condições de clima, possa de forma ágil efetuar novo cultivo”, acrescenta. “Além disso, os agricultores que não perderam o primeiro cultivo, estando já com a semente da safrinha em sua propriedade, poderão fazer a semeadura na época mais adequada para a produção do milho safrinha, assim que as condições de chuva melhorarem”, comenta Jonas .

Por fim, conforme Wesz, na etapa da safra, que é o maior período de cultivo no Estado, o programa já entregou 134 mil sacas de semente de milho e sorgo, beneficiando 45 mil agricultores nos cultivos realizados de julho a setembro. “No total, somando as etapas de safra e safrinha, o programa Troca-Troca de Sementes disponibiliza mais de 150 mil sacas de sementes e movimenta R$ 34 milhões, onde R$ 5,8 milhões são recursos do Estado na forma de subsídio para a compra das sementes”, afirma.

Foto: Fernando Dias/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2020 0 Comentários 625 Visualizações
Business

2º YAMI reúne a nova geração do agronegócio

Por Gabrielle Pacheco 02/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto Crescer Legal participou entre os dias 26 e 29 de outubro da segunda edição do YAMI – Youth Agribusiness Movement International. Promovido em formato híbrido, o congresso discutiu o papel da nova geração no setor, inserida no cenário do mundo pós-pandemia da Covid-19.

“O jovem foi e sempre será um importante personagem na engrenagem do agro, mas, neste momento, entendemos que sua presença será ainda mais relevante. Os novos desafios pedirão um uso ainda maior de tecnologias, fator que os coloca em destaque, devido à facilidade em se adaptar a elas”, destaca a show manager do evento, Carolina Gama.

A edição de 2020 trouxe como proposta promover o debate e a reflexão de como será o mundo após a pandemia e como os sistemas serão adaptados para o novo formato de produção e consumo, visando dar voz e preparar a nova geração. Para isso, especialistas de diferentes áreas deram voz a temas como: Educação e o Agro do Futuro, Evolução Digital, A Era do Empreendedorismo, A Área dos Imóveis Rurais, Carreiras e Oportunidades, Tendências de Consumo, Mercado Financeiro e Liderança. Os painéis foram acompanhados virtualmente pela equipe do Instituto.

“Estar em contato com stakeholders importantes do agro e fazer a troca com jovens de várias partes do Brasil e do mundo é sempre uma grande oportunidade de crescimento e desenvolvimento, especialmente em um momento como o que estamos vivendo e todos os desafios impostos para quem visa levar oportunidades aos jovens empreendedores do campo”, avalia a gerente do Instituto, Nádia Solf.

A educadora do Instituto, Débora Berghahnn, participou dos quatro dias de evento. “A partir dos diálogos com os congressistas trazendo suas experiências em diversas áreas pude aprimorar meus conceitos. Pude compreender o trabalho, empenho e dedicação na busca de inovações e troca de experiências para o desenvolvimento da agricultura”, avalia Débora. Segundo ela, a valorização da sucessão, as dicas de inovação, o uso de tecnologias para gestão da propriedade, o cuidado com a legislação e a importância de acompanhar as mudanças e estar atualizado para obter êxito em suas atividades foram alguns dos aspectos abordados que despertaram atenção. “Foi uma experiência única de aprendizado, pude compreender ainda mais a importância do jovem e a constância do Agro”, relata.

Egressa do Instituto Crescer Legal, Elisângela Inês de Carvalho, de Vera Cruz, participou do evento. “Foram quatro dias de muito conhecimento e de temas extremamente interessantes para nós, jovens do agro. Eu fiquei encantada com a forma que os temas foram abordados pelos palestrantes, foi com muita leveza e segurança, pois cada um tinha toda uma experiência nos assuntos que eram trabalhados. Fiquei muito feliz pela oportunidade de acompanhar um evento com essa grandiosidade”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/11/2020 0 Comentários 566 Visualizações
Variedades

Reunião da Câmara Setorial aponta desafios do setor do tabaco

Por Gabrielle Pacheco 30/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um dia após a comemoração do dia do produtor de tabaco, representantes da cadeia produtiva participaram da 62ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco. Romeu Schneider, presidente da Câmara, saudou os participantes e fez uma homenagem especial aos trabalhadores rurais em sua abertura. O evento, realizado na tarde desta quinta-feira, 29 de outubro, por videoconferência, teve na pauta temas sensíveis ao setor, como o avanço do mercado ilegal e a reforma tributária.

Já o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, comentou as perspectivas das exportações de tabaco em 2020. Pesquisa realizada pela Deloitte, a pedido do SindiTabaco, aponta que os embarques de 2020 devem apresentar queda de -2,1% a -6% no volume e de -15,1% a -20% em dólares em relação a 2019, quando foram exportadas 549 mil toneladas, totalizando US$ 2,14 bilhões. Ainda assim, temos a expectativa de manter uma boa posição no ranking brasileiro do agronegócio e também a posição como líder mundial de exportações de tabaco há quase 30 anos, mesmo diante de uma pandemia e todos os seus desdobramentos sociais e econômicos”, disse Schünke.

De janeiro a setembro de 2020, o setor exportou 17% menos em volume e 32% menos em dólares na comparação com o mesmo período em 2019. “A comparação mês a mês ou, até mesmo, trimestre a trimestre pode criar grandes distorções. Por exemplo, no primeiro trimestre deste ano tivemos uma grande diferença em comparação com o mesmo período do ano anterior por uma razão logística do cliente. Nesse sentido, nossa expectativa é de que a pesquisa se confirme. Vamos, claro, depender das condições de logística, como por exemplo, a disponibilidade de navios e de containers”, lembrou o executivo do SindiTabaco.

Schünke repassou também dados da Euromonitor e ITGA que apontam que 5,260 trilhões de cigarros foram consumidos em 2019, movimentando um mercado de 700 bilhões de dólares. Os cigarros representam 87% do volume produzido pelas indústrias, seguido por charutos e cigarrilhas. O presidente do SindiTabaco explanou também sobre os resultados dos 20 anos do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos.

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Werner, apresentou os resultados da safra 2019/2020. O último levantamento apontou que o tabaco é cultivado em 544 municípios e a safra 2019/2020 rendeu quase R$ 6 bilhões de receita às 146.430 famílias produtoras. Segundo os dados da Afubra, no Rio Grande do Sul são 73.490 produtores, 126.875 hectares plantados e uma safra de 243.414 toneladas.

Em Santa Catarina, 43.780 produtores plantaram 88.984 hectares, resultando em 215.426 toneladas produzidas. Já no Paraná, 29.160 produtores plantaram 74.538 hectares de tabaco e colheram 174.181 toneladas. “O Paraná teve um grande aumento no tipo Virgínia: foram colhidas mais de 155 mil toneladas na safra 2019/2020, contra 111 mil na safra anterior”, destacou Werner.

A reforma tributária também foi tema do encontro. Carlos Galant, executivo da Abifumo, repassou informações sobre o status da proposta e como ela poderia impactar o setor de tabaco no país. Segundo ele, o prazo para a apresentação do relatório para a comissão mista no Congresso será até 10 de dezembro, o que deixa dúvida se haverá tempo hábil para a votação ainda neste ano.

Lauro Anhezini Junior, gerente Senior de Relações Governamentais da Souza Cruz, repassou um panorama do mercado ilegal de cigarros no Brasil que, segundo Ibope, alcançou 57% do mercado. “Deste percentual, 49% são oriundos do Paraguai e 6% são de empresas que não cumprem o preço mínimo ou que são devedoras contumazes”, destacou. “Esta é uma preocupação constante do setor”, acrescentou Romeu Schneider, presidente da Câmara Setorial.

30/10/2020 0 Comentários 593 Visualizações
Variedades

Evento mundial homenageia produtores de tabaco

Por Gabrielle Pacheco 29/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia impediu a realização do habitual evento em comemoração ao dia do produtor de tabaco, mas a Associação Internacional dos Produtores de Tabaco (International Tobacco Growers’ Association – ITGA), realizou nesta quarta-feira (28), evento online alusivo aos produtores com a participação de diversos porta-vozes ligados à cadeia produtiva. Com o tema “juntos crescemos mais”, a homenagem aos produtores contou com vozes de todos os continentes. Produtores da Colômbia, Argentina, EUA, Bulgária, Malaui, Moçambique, entre outros, falaram sobre a importância do cultivo do tabaco para suas vidas.

Antonio Abrunhosa, chefe executivo da ITGA, saudou os produtores e avaliou o impacto da pandemia. “Vivemos em um mundo globalizado e o tabaco tem um papel importante, especialmente em um ano com tantos desafios. A pandemia demonstrou que nada é garantido. Milhares de vidas e empregos foram perdidos e o tabaco mostrou-se mais resiliente que outras culturas, mantendo os empregos e a renda dos nossos produtores e mostrando, uma vez mais, a relevância crucial para a subsistência e prosperidade de nossas famílias”, disse Abrunhosa.

O presidente do SindiTabaco e diretor-presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke, participou da programação com um depoimento em vídeo. Ele cumprimentou à ITGA pela realização do evento e à Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), entidade que representa os produtores de tabaco no Brasil.

“Nada mais justo que prestar uma homenagem deste porte aos produtores de tabaco do mundo. O Brasil é o segundo maior produtor, é o maior exportador há 27 anos e tem no produtor de tabaco a sua primeira base, um forte elo desta grande cadeia produtiva. São eles que, com as práticas culturais bem aplicadas, fazem com que o Brasil seja referência em produção sustentável, apresentando aos clientes internacionais um produto de qualidade e integridade. Quero, como filho de produtor de tabaco, deixar um abraço muito sincero e carinhoso a todos os produtores de tabaco do mundo e dizer que podem se sentir honrados em fazer parte desta importante cadeia produtiva que tanto contribui para o desenvolvimento das comunidades onde está presente. Juntos, produtores e empresas, vamos continuar na defesa dessa importante cadeia produtiva”, disse Schünke em seu depoimento.

Do Brasil também participou o presidente da Afubra, Benício Werner. Último levantamento da entidade apontou que o tabaco é cultivado em 544 municípios e a safra 2019/2020 rendeu quase R$ 6 bilhões de receita às 146.430 famílias brasileiras.

Dia do produtor de tabaco

No Brasil, a data foi instituída pelas Assembleias Legislativas do Rio Grande do Sul (Lei 14.208, de março/2013, de autoria do deputado estadual Heitor Schuch); de Santa Catarina (Lei 16.114, de setembro/2013, de autoria do deputado estadual Mauro de Nadal); e do Paraná (Lei 17.729, de 2013, de autoria do deputado estadual Anibelli Neto.

29/10/2020 0 Comentários 630 Visualizações
Cidades

Ações na agricultura são debatidas em reunião na Câmara de Santa Cruz do Sul

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma reunião especial no Plenário da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul debateu a questão da agricultura no município. De autoria do vereador César Cechinato (PSDB), a reunião avaliou ações empreendidas, programas desenvolvidos ou a desenvolver para o engrandecimento do agronegócio, diversificação da agricultura e a permanência dos jovens no interior. A reunião foi conduzida pelo presidente do Legislativo, Elstor Desbessell (PL).

Participaram da reunião especial o secretário municipal da Agricultura, Tiago Roelzer Staub; técnico agrícola da secretaria municipal da Agricultura, Moisés Mora; presidente do Conselho Agropecuário, engenheiro agrícola Marco Alves; chefe do escritório da Emater/RS, agrônomo Assilo Martins Correa Jr.; presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar, Renato Goerck; representante da Afubra e da ACI, Marco Antonio Dorneles; o presidente da Cooperativa Mista dos Fumicultores do Brasil (Cooperfumos), Miqueli Sturbelle Schiavon; o professor João Paulo Reis Costa, membro da coordenação pedagógica da Escola da Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (Efasc) e o professor Antônio Carlos Gomes, membro da coordenação pedagógica da Escola da Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (Efasc).

Segundo o vereador César Cechinato, debater a questão da agricultura, agronegócio e a permanência dos jovens no interior é fundamental. “A reunião foi muito importante, pois ouvimos o que as entidades tem a nos dizer, o que a secretaria realiza para incentivar a diversificação rural e também abrir este debate dentro do Legislativo para que possamos crescer ainda mais”, observou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2020 0 Comentários 592 Visualizações
Variedades

Grupo SLC completa 75 anos e realiza maior investimento da sua história em transformação digital

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo SLC completa 75 anos com uma trajetória que simboliza a força do empreendedorismo e do agronegócio brasileiro, e chega a 2020 realizando seu maior investimento em inovação, tecnologia e conectividade. Fundado em 1945, congrega duas empresas – a SLC Agrícola e a SLC Máquinas. A primeira, é uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, focada na produção de algodão, soja e milho. Presente em seis estados com 16 unidades de produção, além da Matriz em Porto Alegre, a empresa é conhecida pelo seu pioneirismo ao ter sido uma das primeiras do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se referência no seu segmento. A SLC Máquinas é concessionário John Deere com 18 unidades, abrangendo 213 municípios no Rio Grande do Sul e tem como foco levar ao produtor tecnologia de ponta, para promover uma produção mais rentável. O Grupo SLC tem mais de 4 mil colaboradores e faturamento anual que já supera R$ 3 bilhões.

Entre os investimentos previstos estão aportes de R﹩ 70 milhões na SLC Máquinas no próximo quinquênio (2020 a 2024), sendo R$ 20 milhões somente neste ano, abrangendo a construção da nova sede, em Cruz Alta, o desenvolvimento e implantação do Centro de Suporte as Operações de Agricultura Digital, digitalização e novo modelo de negócios, ampliação do mix de produtos, consolidação de áreas e reconfiguração de lojas.

“A história da SLC está conectada com o desenvolvimento da agricultura brasileira. Nestes 75 anos, caminhamos lado a lado com a agricultura brasileira e trouxemos inovações que transformaram o setor em um dos mais tecnológicos e produtivos do mundo. Temos orgulho de tudo o que fizemos nestas mais de sete décadas e de nossa longa história. Hoje, atuamos em diversas frentes, com fazendas de soja, milho e algodão que quebram sucessivos recordes de produtividade, com concessionárias que oferecem os mais avançados equipamentos agrícolas da John Deere para o Rio Grande do Sul, além da produção de sementes. Neste marco de 75 anos, alguns dos nossos focos são os investimentos em inovação, tecnologia e conectividade no Brasil”, comenta Eduardo Logemann, presidente do Grupo SLC.

A história da companhia começou com uma serraria, um moinho de trigo e uma oficina mecânica, em 1945. As possibilidades de crescimento da empresa se apoiavam no avanço das lavouras no Estado. Dois anos depois, os fundadores Frederico Jorge Logemann e Balduíno Schneider (já com a família Ullmann entre os sócios) decidiram fabricar as próprias máquinas agrícolas (trilhadeiras, inicialmente), de acordo com as necessidades dos produtores de milho e soja da região. Na época, a agricultura brasileira era o principal meio de subsistência de grande parcela da população e parte fundamental da economia do Brasil. As fazendas produziam suas lavouras manualmente em um país que começava a sua história industrial.

Os sócios dedicaram duas décadas para a fabricação de trilhadeiras, trituradores de milho e ferramentas agrícolas. Então pensaram: por que não fabricar e vender uma variedade de máquinas agrícolas para facilitar o trabalho no campo?

Começa então em 1965 a trajetória de inovação com o lançamento da primeira colheitadeira automotriz do Brasil, feita na fábrica de Horizontina. Nos distantes anos 1960, eram poucos tratores e sem nenhuma tecnologia embarcada. A máquina logo chama atenção com seu motor a gasolina e os mesmos atributos dos caminhões que atravessavam o país transportando a produção agrícola brasileira.

Década de 1970. As colheitadeiras da SLC estão em muitas fazendas brasileiras e o mercado logo se abre para outras marcas de tratores. Entretanto, a liderança se mantém pela SLC com o lançamento da série 1000 de colheitadeiras. O protagonismo da SLC entra no radar dos executivos norte-americanos da John Deere que desejavam contribuir para transformar o mercado agrícola brasileiro. Assim, em 1979, é formada uma joint-venture com a John Deere e da fábrica de Horizontina começam a sair as mais modernas máquinas agrícolas do mundo nas cores verde e amarela, fortemente reconhecida no campo.

As fazendas mudam sua gestão no Brasil

Final da década de 1970. Os dirigentes da SLC levam seu jeito de gerenciar, permeado por inovação e gestão operacional, para dentro da porteira. Nasce a SLC Agrícola com três fazendas em solo gaúcho voltadas à produção de soja e milho. O ciclo de crescimento segue o curso da expansão da agricultura brasileira e, em 1980 é adquirida uma fazenda em Goiás e o algodão também entra no portfólio.

O DNA de empreendedorismo e inovação se manteve na gestão das fazendas. Assim, em 1988, é criada a primeira área experimental na Fazenda Pamplona, em Cristalina (GO). Dali, os vários conceitos da inovação agrícola passam a ser expandidos para as demais unidades agrícolas. Mais de três décadas depois, as áreas de pesquisa estão em 13 propriedades e as informações geradas fundamentam as estratégias para a elaboração dos planejamentos agrícolas das fazendas e norteiam as estratégias futuras da empresa.

Hoje, essa história que começou em 1945 é vivenciada diariamente por mais de 4 mil pessoas em 16 unidades produtivas, que estão em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão e Piauí, além da Matriz, em Porto Alegre (RS). O resultado da gestão altamente profissional é a produtividade batendo sucessivos recordes e o papel da SLC no desenvolvimento e protagonismo da agricultura brasileira.

Os principais diferenciais na gestão das fazendas são a otimização de custos, a eficiência do ciclo operacional, a total mecanização dos processos de plantio e de colheita, a utilização do sistema de rotação de culturas, o domínio da técnica do plantio direto, a experiência na correção da composição química do solo e na seleção de sementes e o domínio do pacote tecnológico de insumos, que permite máxima eficiência técnica.

Além disso, a conectividade, ponto fundamental para o uso da tecnologia nas lavouras, já chegou a cinco unidades produtivas, cobrindo uma área de aproximadamente 70 mil hectares com sinal de internet. A infraestrutura tecnológica com 4G também beneficia as comunidades locais, fornecedores e profissionais que circulam nas áreas próximas às unidades de produção. É a SLC desenvolvendo a agricultura, fomentando a economia local, a educação e as possibilidades para que as pessoas desbravem um novo mundo. Como foi feito em 1945, na então pequena gaúcha Horizontina.

“Muitas transformações aconteceram em nossos negócios. A forma dinâmica como alocamos nossos investimentos, a disciplina em fusões e aquisições, o controle obstinado dos custos e a busca permanente por aumento de produtividade são fatores importantes para o nosso sucesso até aqui”, avalia o Vice-presidente do Grupo SLC, Jorge Luiz Logemann.

Inovação para garantir liderança

O Grupos SLC acredita, ainda, que inovar e quebrar paradigmas é decisivo para a sustentabilidade do negócio e para a definição do futuro do agro. Por isso, conta com um programa de conexão com startups, o AgroExponencial, que busca no ecossistema empreendedor soluções para desafios mapeados pela SLC Agrícola não endereçados pela cadeia tradicional de fornecedores. O programa já está em sua segunda edição e, em 2019, o AgroExponencial teve resultados concretos com sete pilotos realizados e quatro soluções aprovadas para uso ampliado. O Ideias&Resultados é o Programa de intraempreendedorismo da empresa, que visa acelerar projetos com potencial de geração de valor valendo-se da cooperação entre os colaboradores.

SLC Máquinas, oferecendo soluções tecnológicas ao produtor

Com crescimento de seus negócios no Brasil, a John Deere, em 1999, adquire 100% dos ativos e a SLC passa a atuar como concessionário no Rio Grande do Sul. Hoje, a SLC Máquinas opera em 18 unidades no Estado, com sede em Horizontina e abrange 213 municípios. Por meio da empresa, os produtores gaúchos têm acesso às soluções tecnológicas oferecidas pelos equipamentos John Deere, além de um serviço diferenciado de pós-vendas e de atendimento ao cliente.

Na SLC Máquinas está tecnologia está inserida no cotidiano da empresa, por meio de ferramentas que promovem o aumento da produtividade e orientam o produtor no melhor aproveitamento do solo e dos insumos. A agricultura digital promove a redução do desperdício e dos custos. Graças aos equipamentos conectados o produtor ganha em eficiência operacional e, com isso, consegue realizar modificações que possam otimizar ainda mais seus resultados, para cada vez mais aumentar a eficiência de sua produtividade na lavoura.

Histórico Social

A história do Grupo SLC sempre esteve conectada com as cidades onde está inserido. Outro grande marco de 2020 foi a criação do Instituto SLC, braço social do Grupo SLC, que surge para centralizar as iniciativas sociais. O foco prioritário são ações ligadas à educação, mas sensível ao cenário de combate ao coronavírus no Brasil, a primeira iniciativa do Instituto SLC foi a doação de R﹩ 1,6 milhão a instituições de saúde para aquisição de equipamentos e insumos médicos. Dezenove cidades onde o Grupo SLC tem atuação foram beneficiadas pela medida.

Um olhar para o futuro

Segundo Eduardo Logemann, o futuro da agricultura brasileira é extremamente promissor. As lavouras de soja, milho e algodão deverão alcançar índices produtivos de maneira crescente. Hoje, a previsão de colheita anual é de 250 milhões de toneladas de grãos. E o Grupo SLC estará sempre alinhada ao desenvolvimento das lavouras: “O que podemos pensar sobre o futuro? Só temos perspectivas positivas. A agricultura brasileira continuará batendo recordes de produtividade. Os agricultores, cada vez, se capacitarão para usufruir de todas os benefícios tecnológicos. Nós estaremos ao lado do produtor, oferecendo soluções para que ele obtenha o máximo potencial produtivo, desenvolvendo novas variedades de grãos e aumentando a conectividade em nossas fazendas para que a comunidade local se desenvolva. A demanda por alimentos crescerá nos próximos anos, o Brasil se tornará cada vez mais protagonista no papel de alimentar o mundo de forma responsável. O trabalho precisará de mão de obra qualificada, e isso fará com que tenhamos mais jovens se mantendo no campo, além de gerar empregos e continuar ajudando a economia brasileira. Que os próximos 75 anos sejam tão frutíferos como foram estes primeiros 75 anos!”, finaliza Logemann.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 1,K Visualizações
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