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Agricultura

Business

Problemas provocados pela estiagem podem ser prevenidos

Por Gabrielle Pacheco 31/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul enfrenta um período de estiagem que, em muitas regiões do estado, vem impactando o potencial produtivo da agricultura. Em especial, a falta de água atingiu diretamente a fisiologia das plantas. Na cultura da soja, altas temperaturas, seca, ataque de pragas e doenças são fatores que causam estresse nas plantas e, respectivamente, perdas significativas de produtividade. Neste cenário de poucas chuvas, a diminuição do desempenho da lavoura acontece porque a água, entre outras funções, ajuda a regular a temperatura ideal para o funcionamento da planta.

“Quando há déficit hídrico no solo, a temperatura na planta acaba aumentando e, assim, perdemos algumas características funcionais importantes. Não existe nada que substitua a água em seu sistema. Porém, existem algumas formas de melhorar a eficiência na absorção e uso pelas plantas e a nutrição tem papel muito importante neste sentido”, afirma o Engenheiro Agrônomo Alécio Radons, suporte técnico da Satis.

“Quando há déficit hídrico no solo, a temperatura na planta acaba aumentando e, assim, perdemos algumas características funcionais importantes.”

A empresa mineira é especialista em pesquisa e desenvolvimento de soluções de nutrição vegetal. Pensando em aumentar a capacidade fisiológica das plantas e melhorar a sua resistência aos estresses causados pela deficiência hídrica, a Satis desenvolveu uma linha de produtos voltados a auxiliar a planta em condições adversas do clima: Sturdy, Vitakelp, Vitan e Vitaphol Power K. Estas soluções atuam no aumento da absorção ativa da água e nutrientes pelas plantas, além de agir como complemento nutricional.

Radons explica que essa linha é composta por substâncias bioativadoras e aminoácidos que vão preparar ou dar uma “sobrevida” às plantas, garantindo, assim, que consigam atravessar com mais facilidade períodos críticos de estiagem, tendo uma recuperação mais eficiente no período pós-estresse.  Na atual fase em que se encontram a maioria das lavouras do Rio Grande do Sul, é muito importante o produtor trabalhar com a aplicação desses produtos, disponibilizando às plantas uma alta carga de energia e aminoácidos livres para que consigam reestabelecer o seu metabolismo.

Isso pode oferecer uma rápida recuperação das lavouras, minimizando as perdas e recuperando o seu potencial produtivo. “Com a utilização dessas ferramentas, o produtor vai proporcionar um fortalecimento fisiológico das plantas e melhorar os resultados de produtividade da sua lavoura”, acrescenta o técnico. “É a tecnologia aplicada das raízes às folhas. Uma planta bem nutrida é sinônimo de planta forte e saudável”, destaca.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
31/01/2020 0 Comentários 680 Visualizações
Cidades

Processo de silagem inicia nas propriedades rurais de Sapiranga

Por Gabrielle Pacheco 13/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em Sapiranga, o apoio aos agricultores e agroindústrias locais já acontece no início do processo de produção. Um bom exemplo é o fornecimento de maquinário para o transporte da silagem produzida na maioria das propriedades do município. A Administração destaca também a atuação de um médico veterinário, que todas as terças-feiras atende os produtores direto em suas propriedades. Além do auxílio com os animais, o profissional também sugere melhorias no manejo dos processos.

A família Dias, da empresa Sabor do Campo, que produz laticínios, planta um total de 20 hectares de milho. E nesta primeira quinzena de janeiro a colheita acontece visando a produção de silagem, utilizada para alimentar os animais. “Com essa silagem feita agora, tenho o suficiente para o ano todo. Ainda estamos tratando (o gado) com a produção do ano passado”, destaca o proprietário, Leandro Dias.

O processo

O milho é colhido e triturado pelo trator e ensiladeira. O produto é então despejado em um local, ainda dentro da plantação. É a partir deste momento que o apoio da Administração Municipal é fundamental, pois fornece o caminhão e a retroescavadeira ao produtor. A retro coloca a silagem dentro do caminhão, que então transporta a silagem até a propriedade, neste caso, cerca de 4km distante do local da plantação. A silagem é então armazenada no chão, em vários locais apropriados, e coberta com lona. Ali fica por 45 dias, para que ocorra a fermentação.

Depois disso, está pronta para ser utilizada. “O maquinário ajuda muito. Anos atrás, nós fazíamos isso com boi, demorava, eu cortava tudo sozinho. Hoje, em um dia a gente faz tudo”, salienta Leandro. São 42 hectares de terra no total, sendo que 20 são utilizados para plantação. O espaço conta ainda com área demarcada de proteção permanente de mata nativa. No total, cerca de 200 mil quilos de silagem são produzidos por ano no local. A maior parte é destinada ao gado da família. São 38 cabeças, todas leiteiras. Quando há excedente, o produto também é vendido a outros produtores.

Produto final

Os animais, conforme a proprietária, Andreia Schuck Dias, produzem cerca de 200 litros de leite por dia. “Esse número varia conforme o período do ano”, explica. A partir da matéria prima, a indústria da família produz alimentos como leite pasteurizado, queijo, iogurte, manteiga, nata, queschmier. Tudo é comercializado na Feira do Agricultor, outra iniciativa promovida há muitos anos pela Administração. Inclusive, o novo pavilhão, completamente reformulado e modernizado, que abrigará a Feira, está muito próximo de ser inaugurado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2020 0 Comentários 622 Visualizações
Variedades

Ministério e Unipampa vão elaborar estudos sobre geração de energia em áreas de irrigação

Por Gabrielle Pacheco 03/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) vão firmar parceria para elaborar estudos sobre a distribuição e carga de energia elétrica demandada por produtores do Polo de Agricultura Irrigada da Bacia Hidrográfica do Rio Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

A demanda por energia elétrica na região tem sido um entrave ao desenvolvimento da agricultura irrigada e muitos produtores acabam tendo que recorrer ao emprego de óleo diesel como fonte energética para o bombeamento de água para a irrigação, o que aumenta bastante os custos de produção.

Segundo o coordenador de Projetos e Polos de Irrigação do MDR, Antônio Leite, a ideia é fazer um acordo de cooperação com a Unipampa para trabalhar a questão energética do Polo do Rio Santa Maria e avaliar, inclusive, a viabilidade de emprego de alternativas renováveis de energia, como a implantação de usinas fotovoltaicas ou energia eólica na região.

Estratégias

Para isso será realizado um diagnóstico de demanda e distribuição, avaliação das perspectivas de crescimento e expansão da atividade irrigada e as alternativas para produção de energia elétrica a fim de abastecer com segurança de carga as propriedades rurais.

O Polo de Agricultura Irrigada da Bacia Hidrográfica do Rio Santa Maria alcança cerca de 120 mil hectares nos municípios de Cacequi, Lavras do Sul, Dom Pedrito, Rosário do Sul, São Gabriel e Santana do Livramento. Faz parte da estratégia ‘Polos de Agricultura Irrigada’, desenvolvida pelo MDR por meio da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano (SDRU).

Objetivo

A iniciativa tem como objetivo alavancar a agricultura irrigada a partir de um trabalho conjunto entre as organizações de irrigantes e as diversas esferas de governo. A premissa de ação é o planejamento setorial e territorial de regiões irrigadas no país, aliando as demandas dos produtores rurais com as parcerias e políticas públicas de governo.

“Apesar de o governo ter projetos de irrigação pública, o setor produtivo é quem responde pela maior quantidade de área irrigada do País, cerca de 96% do total. Esta ação do MDR busca aproximar e identificar as dificuldades que ainda possam existir e direcionar a atuação em nível federal, estadual e municipal para reduzir burocracias”, explica o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

Já estão em operação, além do Polo do Rio Santa Maria, os polos de Cristalina e do Vale do Araguaia, ambos em Goiás, e o Polo do Oeste da Bahia. Até o fim do ano, há a previsão de que os polos de Minas Gerais e de Sorriso, no Mato Grosso, também estejam funcionando.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2019 0 Comentários 578 Visualizações
Business

Souza Cruz promove seminário sobre agronegócio familiar

Por Gabrielle Pacheco 26/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

 

O Seminário “Desafios, Oportunidades e a Transformação no Agronegócio Familiar”, promovido pela Souza Cruz, reuniu lideranças do agronegócio do Sul do País, nesta terça-feira, 24, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha.

Durante todo o dia, presidentes e representantes de federações, sindicatos, associações, universidade e entidades do setor, debateram a inserção da tecnologia no agronegócio familiar, a permanência das novas gerações no campo e a atratividade da cultura do tabaco em um contexto de transformação digital.

De acordo com o diretor de Tabaco da Souza Cruz, Marcos Salvadego, a iniciativa, que faz parte da Agenda Digital de Produção Agrícola 2020, busca ampliar a discussão sobre o tema, bem como firmar parcerias “Queremos ser protagonistas deste processo, unindo esforços, compartilhando experiências e propondo ações que contribuam para a transformação do agronegócio”, destacou.

Segundo pesquisa do Instituto Vox Populi (2017/2018), 93,75% dos produtores integrados à empresa acessam a internet. Neste cenário, os principais desafios são: preparar esta nova geração de produtores; fortalecer a identidade do campo; e oferecer conteúdos relevantes para este público.

Palestras

A Transformação Digital na Pequena Propriedade Rural foi o tema da palestra do gerente de Sustentabilidade da Souza Cruz, Paulo Fávero. Além de explanar sobre os principais pontos da evolução do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), com mais de 100 anos de história, ele ainda destacou a Plataforma Produtor Sustentável com foco nos pilares Ambiental, Econômico e Social.

Já o secretário nacional da Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e Abastecimento, Fernando Henrique Schwanke, falou sobre o cenário macro do agronegócio nacional e as oportunidades para o setor. Entre os demais temas abordados estavam: os desafios e oportunidade no agronegócio 4.0, a Educação na Era Digital, o case do Instituto Crescer Legal, além de um panorama sobre o mercado ilegal de cigarros no Brasil.

Ao final do encontro, todos os participantes foram convidados a refletir como podem contribuir para o futuro do agronegócio familiar e a permanência da nova geração de produtores. O material coletado servirá como base para futuras ações compartilhadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2019 0 Comentários 494 Visualizações
Business

Expoagro Afubra 20 anos define tema

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Valorização do agricultor: do campo à cidade. Este é o tema central da 20ª Expoagro Afubra, maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar, que ocorrerá de 18 a 21 de março de 2020.

Segundo o coordenador geral da Expoagro Afubra, engenheiro agrônomo Marco Antonio Dornelles, o tema visa a valorização do produtor rural, desde a produção até a comercialização de seus produtos.

“Pretendemos mostrar o caminho que a produção faz a partir das propriedades rurais até chegar às casas dos consumidores finais. Queremos mostrar a importância das comunidades rurais e a sua relação com o meio urbano”, explica Dornelles.

Para isso, a Expoagro Afubra 2020 será realizada durante quatro dias, estendendo-se até o sábado, 21 de março. “Vamos unir duas datas importantes: os 20 anos da Expoagro Afubra e os 65 anos da entidade, e proporcionar um dia a mais para que também o público das áreas urbanas possa prestigiar a feira”, finaliza Dornelles.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2019 0 Comentários 503 Visualizações
Cidades

Lindolfo Collor trabalha a favor do homem do campo

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Apoiar e incentivar os produtores rurais de Lindolfo Collor. Este é o foco do Programa Municipal de Apoio à Agricultura 2019.”Trata-se de uma iniciativa que fomenta a capacidade e eficiência das propriedades, gerando mais oportunidades”, afirma o prefeito Wiliam Winck.

Dos 16 subprogramas listados na Lei Municipal 1330, a Administração Municipal já disponibilizou aos agricultores três subprogramas – 60.500 mudas de acácia negra, 196 sacas de adubo, 122 sacas de ureia e 98 sacas de sementes de milho. Os demais produtos dependem do processo de licitação para serem distribuídos aos agricultores.

De acordo com o chefe do Departamento de Agricultura, Jair de Almeida, está prevista a aquisição de diversos produtos. São eles: 6.530 litros de óleo diesel; 52 mil mudas de eucaliptos; 1.311 mudas de frutas cítricas; 28 sacas de sementes de milho para plantio no verão; 45 bobinas ou rolos de plástico para canteiros; 10.130 alevinos; 432 metros cúbicos de saibro e 160 horas de serviços de escavadeira hidráulica e trator de esteiras, com operador, para a abertura e manutenção de açudes, remoção de tocos de acácia e eucalipto em áreas agrícolas.

“Como é licitação não temos como prever um orçamento final, pois valerá o menor preço”, afirma Jair. Com o Programa Municipal de Incentivo à Agricultura, a proposta é melhorar a realidade do agricultor e vencer os desafios para garantir sua permanência no campo.

“A Prefeitura vem investindo no incentivo à diversificação e apoiando os agricultores para que consigam produzir mais”, adiantou Almeida.

Em torno de 1.100 pessoas residem na zona rural, que soma 143 propriedades com cerca de 475 hectares de áreas cultivadas com hortaliças, pomares de frutas cítricas, acácias, eucaliptos, produção de leite, criação de frangos de corte e perus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2019 0 Comentários 601 Visualizações
Business

Ministros da Agricultura das Américas se reunirão na Costa Rica

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ministros da Agricultura e Pecuária de 34 países da América se reunirão de 29 a 31 de outubro em San José, na Costa Rica, onde debaterão os temas cruciais de um setor-chave para o abastecimento mundial de alimentos, mas que enfrenta sérios desafios econômicos, comerciais, ambientais e demográficos para cumprir seu papel de garantir a segurança alimentar global.

O encontro servirá como marco para a reunião da Junta Interamericana de Agricultura (JIA), formada pelos 34 ministros da Agricultura dos países membros do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). A JIA é, ainda, a mais alta instância de governo deste organismo hemisférico especializado em desenvolvimento agrícola e rural.

Os debates e as deliberações dos ministros e secretários de Agricultura servirão para guiar e impulsar a modernização deste setor nas Américas e dar um decisivo respaldo às ações de renovação institucional que o IICA implementa.

No organismo hemisférico convivem nações que estão na vanguarda da produção agrícola mundial como Estados Unidos, Brasil, Canadá, Argentina, México, Uruguai e Chile, com estados cujo setor agropecuário ainda não foi desenvolvido em seu potencial máximo, em especial na América Central e no Caribe. O Diretor Geral do IICA, Manuel Otero, afirma:

“Na América, a agricultura tem diferentes realidades sociais, econômicas, tecnológicas ou comerciais, mas todos os países têm diante de si o enorme desafio de produzir sendo mais sustentáveis, inclusivos e competitivos”.

E segue: “A Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2019 será um marco para tratar essas diferenças, para conectar países, pessoas, tecnologias e conhecimentos em favor do desenvolvimento agropecuário e das pessoas que vivem no campo”, afirmou.

A Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2019 servirá também para gerar diálogos e construir alianças com o setor privado. Os ministros participarão de fóruns junto com representantes de empresas globais diretamente vinculadas com a produção agrícola, como Microsoft e Bayer, entre outras.

Na reunião continental serão realizados três painéis, que serão compartilhadas por ministros e altos executivos, cujos temas serão: “As oportunidades para a inclusão rural na era digital”; “Rumo a novos equilíbrios entre produtividade e sustentabilidade e “A sanidade, inocuidade e qualidade para o futuro do comércio”.

Para Otero, os temas da Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2019 refletem as necessidades mais urgentes de um mundo que deve debater e hierarquizar cada vez mais o papel das políticas públicas para estimular o desenvolvimento agropecuário e rural, de modo que satisfaça as necessidades de alimentação da população durante as próximas décadas, em um marco de respeito ao meio ambiente.

O continente americano tem uma situação privilegiada para se converter em garantia da segurança alimentar e nutricional do mundo graças à sua diversidade e relativa abundância de recursos biológicos, hídricos, de terras e de conhecimentos.

“Exige–se uma agricultura climaticamente inteligente, moderna e de amplo uso tecnológico, mas também inclusiva e que gere novas oportunidades de desenvolvimento para grupos tradicionalmente relegados, como as mulheres e os jovens rurais”, indicou Otero.

Na avaliação de Federico Villarreal, diretor de Cooperação Técnica do IICA, “as transformações econômicas, comerciais, ambientais e sociais que têm configurado o mundo em que vivemos tornam as respostas políticas tradicionais em não razoáveis, uma vez que a agricultura do futuro é uma das grandes oportunidades para as Américas, já que propõe o reposicionamento de seus atores e da mesma ruralidade”.

A JIA se reúne a cada dois anos desde 1981 e o encontro de outubro será o primeiro desde a posse do Diretor Geral do IICA, Manuel Otero, em janeiro de 2018.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2019 0 Comentários 632 Visualizações
Business

Urban Farmcy lança sua fazenda urbana

Por Gabrielle Pacheco 09/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Aumentar a produção de alimentos limpos é um dos grandes desafios da atualidade. A agricultura urbana tem sido uma iniciativa complementar à agricultura convencional. Com o propósito de construir novas soluções, a Urban Farmcy desenvolveu um sistema exclusivo de produção na cidade.

Após dois anos pilotando o projeto de fazendas urbanas, o restaurante, localizado no bairro Moinhos de Vento, dá o start na comercialização de seus microgreens – vegetais produzidos de forma limpa, sem agrotóxico, colhidos com até duas semanas de vida (no auge do seu potencial vital) e com grande concentração de sabor e nutrientes.

Podendo chegar a ter 40 vezes mais nutrientes que a planta em estágio maduro, os microgreens já fazem parte das receitas dos melhores chefs no mundo. Apesar de pequenos, carregam um sabor intenso e uma incrível paleta de cores e texturas – que tornam os pratos muito mais saborosos e saudáveis. Entre as opções da Urban Farmcy estão o Spicy Mix (rabanete, mostarda, rúcula, capuchinha) ou Green Mix (couve, rabanete, mostarda), disponíveis no próprio restaurante ou pelo UberEats.

O consumo de microgreens garante uma concentração mais alta de componentes biotativos como vitaminais, minerais e antioxidantes do que os verdes tradicionais. Segundo um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry são ótimas fontes de Vitamina K1, essencial para a coagulação do sangue; Vitamina C, um nutriente antioxidante; e carotenoide, importante antioxidante que dissolve a gordura e protege as membranas celulares.

Através de um módulo vertical, com iluminação especial para o desenvolvimento das plantas, sistema de irrigação inteligente controlado por app e manejo simplificado de plantio e colheita, a Urban Farmcy produz até 40 kg de microgreens ao mês. Entre os diferenciais do processo ainda estão embalagens biodegradáveis e a não utilização de nenhum tipo de agrotóxico.

Além de propor uma alternativa complementar, limpa e saudável ao formato tradicional de agricultura, com sistema de produção adequado a realidade contemporânea, cria-se uma profissão: a de fazendeiro urbano. Com o processo criado pela Urban Farmcy, qualquer pessoa poderá ter na sua casa um módulo e produzir tanto para o restaurante quanto para a sua rede, gerando renda sem exigir dedicação elevada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2019 0 Comentários 871 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis promove oficina de compostagem

Por Gabrielle Pacheco 21/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, em parceria com Perau do Encanto Escola de Paisagismo, promove uma oficina aberta ao público em geral no sábado, 29 de junho, das 9h30 às 11h, na Rua Coberta de Nova Petrópolis.

O tema da oficina será “A vida na terra” e os assuntos abordados serão compostagem e jardim comestível. A arquiteta paisagista, Gabriela Hilgert Pizzetti, será a facilitadora da atividade.

Serão 20 vagas abertas ao público interessado em aprender sobre compostagem e jardim comestível. A inscrição solidária será 1kg de ração para cães ou gatos, que será destinada à Associação Focinho Amigo.

Garanta sua vaga pelo e-mail [email protected], fone (54) 3281-8409 ou no balcão de atendimento da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 12h e das 13h30min às 17h.

Gabriela Hilgert Pizzetti

“Sou jardineira de jardins ecológicos e paisagista pela Escola de Paisagismo Perau do Encanto, onde coordeno o Curso Modular Paisagismo Regenerativo juntamente com uma equipe especial.
No escritório Toni Backes Paisagismo, atuo como arquiteta paisagista (Unisinos, 2003), coordenando, projetando e implantando projetos paisagísticos. Aqui no Perau, também produzimos e realizamos o Congresso Paisagismo Regenerativo, que esse ano está em sua 8ª edição. E onde aprendo com a natureza todos os dias, há 12 anos”, conta Gabriela.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/06/2019 0 Comentários 622 Visualizações
Business

Faturamento do setor agropecuário cresce no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 15/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Tradicionalmente, o agronegócio brasileiro é um dos setores mais representativos para a economia do País, respondendo, atualmente, por aproximadamente 23% do PIB nacional. E em 2018, o potencial de negócios do setor novamente foi destaque.

Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), somente no ano passado o faturamento, apenas no que refere às atividades de produção, chegou a R$ 600,3 bilhões, um aumento de 3,1% sobre 2017.

De acordo com a entidade, a principal responsável por isso foi a receita do segmento agrícola, que subiu 4,4% em relação ao ano anterior e alcançou a quantia de R$ 393,8 bilhões. As maiores altas foram registradas no trigo, que cresceu 57,7%, no algodão em pluma (+ 51%), no cacau (+ 46,1%), no café arábica (+ 23,4%), na soja (+ 17,6%) e na batata-inglesa (+ 15,1%).

Mas, para atingir esse resultado, um fator é essencial: o investimento em novas tecnologias que aprimorem cada vez mais o processo produtivo e o tornem ainda mais efetivo.

Especialista neste mercado, a TSG Tecnal é uma das empresas que apostam em inovações para o setor agropecuário, como o Roller Belt Conveyor (RBC), um novo transportador de grãos que apresentará aos players do segmento durante a Intermodal South America 2019, o maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina, que acontece de 19 a 21 de março, em São Paulo (SP).

“O RBC é um equipamento moderno, de alta performance, composto por correia enclausurada com capacidade para transportar até três mil toneladas por hora sem dispersão de pó no ambiente, com baixo nível de ruído e grande preservação da integridade dos grãos. Com um design robusto, foi projetado para trabalhos contínuos, com longa vida útil e baixa manutenção”, destaca o gerente industrial da marca, Claudemir Osório.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/02/2019 0 Comentários 550 Visualizações
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