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afubra

Business

Afubra entrega mais de 2.300kg de alimentos da Campanha MuDáAlimento

Por Ester Ellwanger 23/09/2021
Por Ester Ellwanger

A matriz e a filial do bairro Ana Nery da Afubra, em Santa Cruz do Sul, encerraram na sexta-feira, dia 17 de setembro, a segunda edição da campanha MuDáAlimento – quem doa com amor, planta a esperança, promovida pela Afubra. As duas unidades, juntas, entregaram 1.955 mudas de árvores nativas e receberam 2.374,5 quilos de alimentos não-perecíveis. Os alimentos foram doados para a Copame, Liga Feminina de Combate ao Câncer, Asan, Asdisc e comunidade escolar de São José da Reserva, em Santa Cruz do Sul; comunidade escolar de Sinimbu; Hospital de Vale do Sol; comunidade escolar de Linha Andréas e comunidade de Vera Cruz; e comunidade escolar de Encruzilhada do Sul.

Nesses 30 anos de atividades do Verde é Vida, aprendemos que ninguém faz nada sozinho; sempre precisamos uns dos outros para alcançarmos o sucesso.”

Segundo o coordenador-geral do Verde é Vida, Adalberto Sidnei Huve, a matriz e a filial da Afubra, localizadas em Santa Cruz do Sul, tiveram a parceria de 18 escolas, entidades, instituições e empresas. “Nesses 30 anos de atividades do Verde é Vida, aprendemos que ninguém faz nada sozinho; sempre precisamos uns dos outros para alcançarmos o sucesso. E, esses números da MuDáAlimento só foram possíveis com a ajuda desses nossos 18 parceiros, aos quais agradecemos, assim como aos nossos apoiadores – Adama, Husqvarna e Syngenta – e ao Viveiro Agroflorestal da Afubra”.

Campanha MuDáAlimento

A campanha foi promovida pela Afubra pelo segundo ano consecutivo, e realizada nas filiais da Afubra, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Foram 28.968 mil mudas de árvores nativas doadas e 33.871,5 quilos de alimentos recebidos, que foram repassados para 124 entidades.

Nossa meta inicial era de trocar 30 mil mudas de espécies nativas por 30 mil quilos de alimentos, simbolizando os anos de atividades do Verde é Vida. Não fechamos a meta da doação de mudas, pois muitas pessoas trouxeram alimentos, mas não levaram mudas por não terem onde plantar.”

O objetivo da campanha foi o de praticar a solidariedade e preservar o meio ambiente, com a troca de um quilo de alimento não-perecível por uma muda de árvore nativa da Mata Atlântica e Bioma Pampa. A Campanha iniciou no dia 2 de agosto e se estendeu até o dia 17 de setembro, integrando as comemorações dos 30 anos do Verde é Vida. “Nossa meta inicial era de trocar 30 mil mudas de espécies nativas por 30 mil quilos de alimentos, simbolizando os anos de atividades do Verde é Vida. Não fechamos a meta da doação de mudas, pois muitas pessoas trouxeram alimentos, mas não levaram mudas por não terem onde plantar. Não consideramos isso negativo, pois a solidariedade das comunidades falou mais alto e superamos nossa meta de alimentos a serem arrecadados”, destaca Marco Antonio Dorrnelles, vice-presidente da Afubra. Ele ainda explica que essas mudas não se perderam, pelo contrário, já foram doadas.

Outro ponto positivo enfatizado por Dornelles é o engajamento na Campanha de escolas, entidades, instituições e empresas. “Estamos muito felizes com o expressivo número de parceiros que conseguimos reunir para a MuDáAlimento, este ano. Sem estes 169 parceiros, certamente, não teríamos alcançado esses belos números e conseguido beneficiar o meio ambiente e as pessoas que estão passando por momentos difíceis. Também temos que agradecer aos nossos apoiadores – Adama, Husqvarna e Syngenta – que acreditaram e fizeram a Campanha conosco, e ao Viveiro Agroflorestal da Afubra e parceiros, que produziram as mudas com todo o cuidado”.

Em 2020 foi realizada durante o mês de setembro, e arrecadou 27.341 quilos de alimentos não perecíveis, por meio da distribuição de 24.176 mudas de árvores nativas. Com o envolvimento de 158 parceiros, foram 83 entidades beneficiadas. “Se somarmos os dois anos que realizamos a atividade, chegamos à expressivos números. É gratificante essa ação e, para 2022, já estudamos a terceira edição da Campanha MuDáAlimento, pois percebemos que a conscientização ambiental e a solidariedade caminham juntas”, finaliza Dornelles.

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação| Fonte: Assessoria
23/09/2021 0 Comentários 451 Visualizações
Business

Por videoconferência, Afubra realiza Assembleia e mantém taxas

Por Stephany Foscarini 30/07/2021
Por Stephany Foscarini

A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) realizou na manhã de hoje (30), as suas Assembleias Extraordinária e Ordinária, na modalidade digital, em decorrência da continuidade das restrições sanitárias devido ao Covid-19. “Em 2020, realizamos a Assembleia, de maneira virtual, apenas com os conselheiros da entidade. Este ano, por meio da tecnologia, conseguimos realizar a assembleia com os associados”, explica o presidente da Afubra, Benício Albano Werner.

A Assembleia Extraordinária homologou a prestação de contas do exercício encerrado no fim de 2019 e também, as deliberações da diretoria e dos Conselhos sobre as taxas e valores da Unidade Referencial Mutual (URM), contribuições e benefícios do Sistema Mutualista, referentes à safra 2020/2021. “Em 2020 definimos todas essas questões junto com os Conselhos Deliberativo e Fiscal. Porém, este ano, primeiro precisamos homologar estas decisões com os associados, virtualmente, presentes”, explana Werner. Ele ainda destaca que foi aprovado, ainda, uma inclusão no Estatuto da entidade, que permite a realização de Assembleia no formato virtual/digital. “Essa inclusão se faz necessária, para que tudo sempre ocorra dentro das regras da entidade”.

A Assembleia Ordinária definiu as taxas, contribuições e benefícios do Sistema Mutualista para a safra 2021/2022.

Taxas – A nova definição, válida para a safra 2021/2022, mantém a taxa de contribuição para inscrição das lavouras de tabaco para o auxílio sobre danos de granizo, em 4,8%. Para quem têm direito às bonificações de 10%, 20%, 30% e 40%, as taxas continuam em 4,3%, 3,8%, 3,4% e 2,9%, respectivamente. O bônus é concedido aos produtores que efetuam inscrição de forma ininterrupta e sem registro de prejuízos com granizos indenizáveis, seguindo períodos pré-determinados.

Descontos –Para a safra 2021/2022, ficou estabelecido o desconto de 5%, caso os produtores antecipem o pagamento até 31 de agosto; 3% para quem optar pela liquidação até 30 de setembro; e, até 31 de outubro, prazo final para inscrições, o desconto é de 2%.

Prazos – Desde a safra 2017/2018, o prazo de carência passou a ser de sete dias, a partir da entrega dos pedidos de inscrição de lavouras na Afubra, matriz e filiais, e postagem no Correio. A nova regra foi aprovada na Assembleia Geral Ordinária, em julho de 2016. “O produtor devedor, mesmo tendo feito sua inscrição anterior ao pagamento, a validade contará sete dias a partir da data do pagamento”, explica o presidente da Afubra.

URM – Para a próxima safra, haverá mudanças na Unidade Referencial Mutual (URM), que serve de base para o recebimento dos benefícios e pagamentos dos auxílios do Sistema Mutualista. O valor da URM passará de R$ 13,47 para R$ 14,54.

Diretoria – Durante a Assembleia Ordinária, foi apresentado Fabricio Murini como segundo secretário da entidade para a gestão que encerra em 2023, devido ao falecimento de Adriano da Cunha, em abril de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2021 0 Comentários 462 Visualizações
Variedades

Programação especial comemora os 30 anos do Verde é Vida

Por Milena Costa 29/07/2021
Por Milena Costa

Uma intensa programação será desenvolvida durante o mês de agosto para marcar os 30 anos do Verde é Vida, programa permanente de ação socioambiental e educação rural, mantido pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em parceria com escolas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O Verde é Vida foi criado a partir de trabalhos iniciados pela Afubra desde a fundação da entidade, em 1955, quando já se orientava aos fumicultores sobre a diversificação de culturas. Em 1981 este trabalho de incentivo à diversificação e à preservação ambiental teve um reforço, com a assinatura do primeiro convênio com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF) para o reflorestamento das propriedades rurais. Em 1986, a Afubra iniciou campanhas de educação ambiental com a distribuição de mudas nativas. Com o incremento destas ações de conscientização e preservação ambiental, nasceu o Projeto Verde é Vida, em 8 de agosto de 1991.

O Projeto veio para dar continuidade a distribuição de mudas de árvores nativas e reforçar as palestras sobre aspectos ambientais para alunos e professores e comunidades em geral. No mesmo ano, o mascote Afubrinha chegou para auxiliar neste trabalho. O Verde é Vida está em constante transformação e inovação. Apesar de manter as bases de trabalho rotineiras – distribuição de mudas, palestras, Bolsa de Sementes e pesquisas cientificas – procura trazer assuntos e temas pertinentes às necessidades das comunidades rurais. Por isso, para o quadriênio 2021/2024, o tema central será o Desenvolvimento Sustentável.

Os alimentos arrecadados serão doados para entidades assistenciais dos municípios assistidos pela matriz e filiais da Afubra”

As comemorações dos 30 anos do Verde é Vida iniciam no domingo, dia 1º de agosto, com uma live, transmitida ao vivo pelo youtube da Afubra, a partir das 10h. Já na segunda-feira, dia 2, inicia a segunda edição da “Campanha MuDáAlimento – quem doa com amor, planta a esperança”, onde, a cada quilo de alimento não-perecível doado pode ser trocado por uma muda de árvore nativa. “A Campanha se estenderá durante todo o mês, ou enquanto tivermos mudas para doação. Os alimentos arrecadados serão doados para entidades assistenciais dos municípios assistidos pela matriz e filiais da Afubra”, explica Marco Antonio Dornelles, vice-presidente da Afubra.

A programação engloba, ainda, a realização da Gincana Cooperativa Sul-Brasileira Verde é Vida, que será realizada de maneira on-line. “Serão cerca de 700 pessoas participando, entre alunos e professores, das escolas parceiras. Vai ser uma forma muito legal de integração, pois, por meio do whatsapp, os inscritos estão distribuídos em sete grupos/equipes diferentes. E esses grupos já estão movimentados, com trocas de mensagens. As tarefas já iniciam na primeira semana de agosto e a Gincana tem previsão de término no dia 27”, revela o professor José Leon Macedo Fernandes, coordenador-pedagógico do Verde é Vida.

Também está prevista a realização da etapa escolar da Mostra Científica. “Dentro da possibilidade de cada escola, incentivamos os alunos e professores realizarem a atividade. Já a etapa Regional, faremos de forma on-line, em setembro”, diz José Leon. Para agosto, integrando as comemorações dos 30 anos, ainda está marcado, para o dia 18, o Encontro Sul-Brasileiro de Grupos Ambientais/On-line. E, para finalizar, no dia 31 de agosto ocorre a webinar de encerramento, com o tema Educação Socioambiental Rural, ao vivo, pelo youtube da Afubra.

“Nossa equipe do Verde é Vida, tanto da matriz como das filiais, está de parabéns por organizar esta programação.”

“Nossa equipe do Verde é Vida, tanto da matriz como das filiais, está de parabéns por organizar esta programação. Talvez seja um pouco diferente do que faríamos presencialmente, mas, não poderíamos deixar passar em branco uma data tão importante para a Afubra e para nossos parceiros no Verde é Vida”, finaliza Dornelles.

Foto: Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2021 0 Comentários 677 Visualizações
Business

Romeu Schneider assume Câmara do Tabaco do Rio Grande do Sul

Por Milena Costa 15/07/2021
Por Milena Costa

O secretário da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Romeu Schneider, assumiu, no dia 14 de julho, a coordenação da Câmara Setorial da Cadeia do Tabaco do Rio Grande do Sul. Schneider também é o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“É necessário harmonizar os quatro lados que são extremamente importantes para que esta atividade econômica funcione.”

A Instrução Normativa nº 02/2021, publicada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), que regulamenta a atuação das Câmaras Setoriais, define que a coordenação deve ter mandato de dois anos, sendo que a Câmara tem caráter consultivo e é um instrumento de interlocução entre o setor privado e o setor público. Romeu Schneider ressaltou, ainda, que a Câmara Setorial do Tabaco tem por base quatro pilares: governo, produtores, trabalhadores na indústria e indústria. “É necessário harmonizar os quatro lados que são extremamente importantes para que esta atividade econômica funcione.”

Durante a primeira reunião do ano da Câmara Estadual do Tabaco, realizada por videoconferência, Romeu Schneider apresentou os números para a safra 2020/2021. A estimativa, para o Rio Grande do Sul, é de uma produção de 283.479 toneladas em uma área de 123.257 hectares, com uma produtividade de 2.300 kg/hectare. Na região Sul, a estimativa é de 631.651 toneladas em 273.356 hectares, com uma produtividade de 2.311 kg/hectare. Os três estados, juntos, respondem por 98% da produção de tabaco do Brasil.

“Talvez esta redução na área plantada acabe não sendo tão significativa, porque o preço pago ao produtor no final da safra foi muito bom.”

A previsão para a próxima safra é de redução na área plantada no Rio Grande do Sul: 9,7% na variedade Virgínia, 12,75% na Burley e 12,7% na Comum. “Talvez esta redução na área plantada acabe não sendo tão significativa, porque o preço pago ao produtor no final da safra foi muito bom. Os produtores prejudicados foram aqueles que comercializaram no cedo, o que é injusto, infelizmente, o mercado é assim”, explicou Romeu Schneider.

No Rio Grande do Sul, os preços médios pagos ao produtor, até o momento, nesta safra, aumentaram em todas as variedades, em relação à safra passada: Virgínia – R$ 10,32/kg nesta safra contra R$ 8,82 na safra passada (aumento de 17,01%); Burley – R$ 9,97/kg contra R$ 8,11 em 2019/2020 (aumento de 22,93%); Comum – R$ 7,51/kg nesta safra contra R$ 6,29 (aumento de 19,4%).

Na sequência, a apresentação do trabalho desenvolvido pela Emater com os projetos de diversificação do tabaco para agricultores familiares, desenvolvidos com 2.940 famílias de 33 municípios gaúchos. Destaque para a bovinocultura de corte, milho, fruticultura, horticultura, apicultura, piscicultura e agroindústria. Também foi apresentado o programa de irrigação Mais Água Mais Renda, desenvolvido pela Seapdr.

Na área de irrigação da cultura do tabaco, entre os anos de 2012 e 2021, foram 238 projetos em 797 hectares, com a construção de 215 açudes e 71 hectares de área alagada. Os principais municípios beneficiados foram São Lourenço do Sul com 58 projetos e 191 hectares e Canguçu, com 46 projetos e 179 hectares. A licença de operação do programa concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) foi prorrogada até novembro deste ano, quando não poderá mais ser utilizada. Novos projetos para irrigação estão em discussão no governo.

Presentes na reunião, representantes da Afubra, Fetag, Farsul, Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa), Famurs, Emater, Comissão de Agricultura e Pecuária da Assembleia Legislativa, Frente Parlamentar em Defesa dos Produtores da Cadeia Produtiva do Tabaco da Assembleia Legislativa, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), empresa JTI e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Foto: Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2021 0 Comentários 681 Visualizações
Business

Conecta Expoagro Afubra reunirá lideranças do setor rural

Por Caren Souza 05/03/2021
Por Caren Souza

“Conecta Expoagro Afubra- especial online, ligando o campo e a cidade” é a proposta que a Afubra lança para os dias 17, 18 e 19 de março de 2021. Trata-se de três dias de webinar abordando assuntos relacionados ao setor da agricultura familiar e do agronegócio. O Conecta Expoagro Afubra será transmitido pelo perfil da Afubra no Facebook e canal no YouTube, sempre às 14 horas.

Segundo o coordenador geral da Expoagro Afubra, Marco Antonio Dornelles, o Conecta Expoagro Afubra foi programado para marcar as datas da tradicional realização da feira presencial. “Optamos por este formato digital, pois, presencialmente, não poderemos realizar a feira, porém, não queríamos deixar de levar informação aos nossos produtores nestes momentos difíceis que todos os setores enfrentam”, sustenta.

 

Programação

No dia 17 de março de 2021, o webinar discutirá o impacto da pandemia na agricultura familiar. Os convidados são Benício Albano Werner, presidente da Afubra; Carlos Joel da Silva, presidente da Fetag-RS; José Walter Dresch, presidente da Fetaesc; Marcos Brambilla, presidente da Fetaep.

Já no dia 18, os desafios e oportunidades do agronegócio serão o assunto do encontro virtual. O tema será debatido por Romeu Schneider, diretor-presidente da Agro-Comercial Afubra Ltda; Celso Luiz Moretti, presidente da Embrapa; Gedeão Pereira, presidente do Sistema Farsul (Farsul/Senar/Casa Rural); Marcos Fava Neve, professor da USP e FGV.

 

No dia 19, o webinar terá como tema Agricultura familiar: diversificação, produção e renda. Os convidados são Marcílio Drescher, tesoureiro da Afubra; Rafael Zavala Gomez del Campo, representante da FAO no Brasil; Geraldo Sandri, presidente da Emater/RS; Fernando Schwanke, secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, e Giovane Weber, produtor rural.

Fonte: Assessoria
05/03/2021 0 Comentários 728 Visualizações
preço
Variedades

Entidades e empresas iniciam negociação do preço do tabaco

Por Eduarda Ferreira 26/01/2021
Por Eduarda Ferreira

As entidades representativas dos produtores de tabaco reúnem-se entre esta terça (26) e quarta-feira (27) para dar início à negociação do preço do tabaco da safra 2020/2021. Dessa forma, os encontros contam com representantes da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), das Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep), dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e  lideranças das empresas fumageiras.

Assim, as reuniões serão realizadas individualmente com cada empresa, de maneira presencial e cumprindo com todos os protocolos sanitários, na sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul/RS. As empresas fumageiras recebidas serão: BAT (Souza Cruz), Philip Morris, JTI, Universal Leaf, Alliance One, China Brasil, CTA e Premium Tabacos.

Conforme informações da Afubra, o primeiro encontro entre as entidades e as empresas fumageiras, referente à safra do tabaco 2020/2021, foi realizado em 17 de dezembro, onde foram comparados os custos de produção. Entretanto, devido às divergências na apuração dos custos, novos encontros foram realizados nos dias 12 e 13 de janeiro. Além disso, nas reuniões dessa semana, além da negociação de preço, a pauta das reuniões abordará a política de estimativa do custo de produção de cada empresa; o cronograma de liberação dos valores para os integrados; e assuntos gerais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2021 0 Comentários 755 Visualizações
Negociação
Business

Negociação do preço tabaco acontece nesta quinta-feira

Por Gabrielle Pacheco 16/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

As entidades representativas dos produtores de tabaco, formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações dos Sindicatos Rurais (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e lideranças das empresas fumageiras, se reúnem, nesta quinta-feira, 17, para dar início à negociação do preço do tabaco da safra 2020/2021. Assim, os encontros ocorrem por videoconferência, a partir das 8h30min.

“Devido à pandemia da Covid-19, não poderemos realizar os encontros presencialmente. Então, pela primeira vez na história da negociação de preço do tabaco, as reuniões serão por videoconferência. Entretanto, continuam ocorrendo de maneira individual entre a Comissão e as empresas fumageiras”, explica o presidente da Afubra, Benício Albano Werner.

Assim, na pauta das reuniões, estarão a apresentação do custo de produção para a safra 2020/2021 e a proposta do percentual de aumento que incidirá sobre a tabela da safra 2019/2020. A reunião da comissão representativa dos fumicultores ocorre na tarde da quarta-feira, dia 16, também por videoconferência. “A diretoria da Afubra já se reuniu com os conselheiros da entidade para tratar sobre o assunto”, finaliza Werner.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2020 0 Comentários 720 Visualizações
safra
Business

Estimativa para a safra de tabaco 2020/2021 é de 606.952 toneladas

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) finalizou, nesta semana, a primeira estimativa para a safra de tabaco 2020/2021: 606.952 toneladas.A  Assim, o resultado aponta que nos três estados do Sul do Brasil houve uma redução de 4% comparado à safra passada, que fechou em 633.021 toneladas. Além disso, em termos de área, houve uma redução de 6%, passando de 290.397 hectares para 273.356 hectares, nesta safra. Já a expectativa de produtividade é de 2.220 kg/ha.

O presidente da Afubra, Benício Albano Werner, explica de que forma a entidade chega a estes números de estimativa. “Temos, em nosso Sistema Mútuo, o número de pés inscritos, por tipo de tabaco. A estes números, soma-se o percentual dos produtores que não estão inscritos no Sistema. O último percentual usado é o de produtores que plantam a mais ou a menos que o inscrito. Estes três fatores nos dão a área plantada”, acrescenta Werner.

No Rio Grande do Sul, a estimativa de produção aponta para 263.971 toneladas de tabaco (235.398 toneladas na variedade Virgínia; 28.045 no Burley; e 528 toneladas no Comum), cultivados numa área de 123.257 hectares. Assim, a safra conta com 70.997 famílias produtoras. Já em Santa Catarina, a projeção é de 185.187 toneladas (170.569 no Virgínia; 13.726 no Burley; e 892 toneladas na variedade Comum), produzidas numa área de 80.678 hectares. As famílias produtoras são 41.829. Por fim, no Paraná a produção deve chegar às 157.794 toneladas (145.228 toneladas no Virgínia; 7.488 no Burley; e 5.077 toneladas no Comum), numa área de 69.421 hectares. O número de famílias produtoras é de 24.792.

Entretanto, em relação ao clima, o dirigente destaca que este não está o ideal. “Os produtores do Burley, do noroeste gaúcho e oeste catarinense, sofrem com a estiagem no momento do crescimento, da formação da folha. Além disso, no Vale do Rio Pardo, a chuva está faltando para a produtividade e qualidade do meio pé para cima”. Werner finaliza, comparado o clima da safra atual com a passada, onde “temos uma melhora, no geral, mas com localidades específicas que já sofrem com a estiagem”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2020 0 Comentários 606 Visualizações
Afubra
Business

Afubra inova com instalação de unidade de grãos

Por Gabrielle Pacheco 27/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) tem como objetivo incentivar a diversificação, bem como garantir a segurança de seu associado e do Sistema Mutualista. Assim, no fim da década de 1950, criou-se o Departamento de Fomento Agropecuário que, a partir de 1994, tornou-se a Agro-Comercial Afubra Ltda, para também incentivar novas cadeias produtivas. “A Afubra sempre procura planejar ações e atividades que tragam benefícios aos seus associados; que ofereçam caminhos, com segurança, para a diversificação das propriedades rurais”, enfatiza Benício Albano Werner, presidente da Afubra.

Além disso, a Agro-Comercial Afubra Ltda., com a comercialização de insumos agrícolas de qualidade para diversas culturas e sua equipe que presta assistência técnica a campo, também busca oferecer caminhos para a diversificação das propriedades rurais. Para isso dá mais um passo com a construção de uma unidade de recebimento de grãos, observando o comportamento do agronegócio que no Brasil está vivendo seu melhor momento, apesar da pandemia da Covid-19.

Mercado de grãos

O mercado de grãos, nos últimos anos, vem batendo recordes de produção e de exportação. Segundo previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos está estimada em 268,7 milhões de toneladas, superando em cerca de 11 milhões de toneladas a última safra. O milho, por exemplo, tem colheita prevista para atingir 105,2 milhões de toneladas (aumento de 2,6% sobre a safra anterior). Já no mercado da soja a estimativa de produção é ainda mais otimista, podendo chegar a um aumento de 7,1% em relação à última safra. A expectativa é que, nesta safra, o plantio de cereais ocupe cerca de 66,8 milhões de hectares. Estes números mostram a importância da diversificação na propriedade, seja ela para consumo próprio ou para agregar renda.

“A expansão do mercado de grãos mostra que eles são uma boa alternativa de diversificação das propriedades rurais, independentemente de serem pequenas ou grandes, em área. Por isso, a Afubra, abre mais um ramo de atividade, trazendo benefícios, tanto para a entidade como para os associados e clientes”, explica Romeu Schneider, diretor-presidente da Agro-Comercial Afubra Ltda.

A obra da unidade de grãos está sendo realizada pela empresa Kepler Weber, contratada por ter a melhor proposta, na propriedade agrícola anexa ao Parque da Expoagro Afubra, localizada no município de Rio Pardo/RS. A unidade pretende atender associados e clientes das regiões da Matriz (Santa Cruz do Sul) e das filiais de Venâncio Aires, Candelária e Cachoeira do Sul. Com a concretização do Projeto estuda-se a expansão da atividade para filiais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2020 0 Comentários 647 Visualizações
logística reversa
Business

Duas décadas de referência em logística reversa

Por Gabrielle Pacheco 22/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

O tabaco está entre as culturas agrícolas que menos utiliza agrotóxicos, de acordo com diversas pesquisas realizadas nos últimos anos. Ainda assim, ao longo das últimas décadas, ele foi precursor na logística reversa das embalagens vazias de agrotóxicos. Assim, nesta sexta-feira (23) o setor do tabaco chega à marca de 20 anos de sucesso em termos de logística reversa de resíduos sólidos. Até o momento foram mais de 17 milhões de embalagens recolhidas.

“Os números podem levar à falsa interpretação de que a cadeia produtiva do tabaco utiliza uma carga elevada de agrotóxicos. Entretanto, os estudos têm demonstrado exatamente o oposto. Isso porque o tabaco está entre as culturas que menos utiliza agrotóxicos e, ao mesmo tempo, é um dos setores mais comprometidos na correta destinação dos recipientes tríplice lavados”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Pioneirismo na causa

O primeiro recolhimento aconteceu no ano 2000, na localidade de Rio Pardinho, interior de Santa Cruz do Sul (RS). De lá para cá, 411 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante que percorre cerca de 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural nos dois estados. Assim, o programa beneficia mais de 117 mil produtores de tabaco gaúchos e catarinenses, com comodidade e segurança na devolução dos recipientes em pontos de coleta localizados próximos de suas propriedades.

Além disso, desde 2015 o programa de logística reversa apresentou uma novidade que está facilitando a coleta de dados e tornando mais fácil a gestão dos roteiros percorridos. Os registros que antes eram feitos de forma manual, passaram a ser feitos por um aplicativo. Com isso, o novo formato de gestão dos dados do programa contempla o uso de dispositivos móveis (tablets) para o lançamento da quantidade de embalagens entregues por produtor. No momento da entrega, o cadastro do produtor é atualizado e este recebe o comprovante de entrega das embalagens, com o registro da data e da quantidade de recipientes entregues.

“Com o software, temos um programa ainda mais eficaz em termos de gestão, uma vez que o processo de geração de relatórios ficou facilitado, mais ágil e ainda permite o acompanhamento da coleta em tempo real. Além do cumprimento da legislação, foi mais um investimento e um avanço em direção à preservação da saúde e segurança dos produtores e à proteção ambiental, objetivos prioritários do programa”, afirma o coordenador Carlos Sehn.

O programa, criado em 2000, é desenvolvido de forma itinerante pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Assim, ele tem como objetivo preservar o meio ambiente e evitar o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos, protegendo assim a saúde e a segurança dos produtores de tabaco e de suas famílias.

Atualmente, o programa percorre dez roteiros distintos que abrangem todas as regiões produtoras de tabaco gaúchas e catarinenses. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco.

Legislação

Desde 2002, o programa também tem como objetivo atender aos preceitos estabelecidos pela legislação vigente. O Artigo 53, do Decreto 4.074/2002, determinou que “usuários de agrotóxicos e afins devem efetuar a devolução das embalagens vazias e respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos”. A legislação também prevê responsabilidades por parte dos canais de distribuição, dos produtores, das indústrias fabricantes e do poder público.

Brasil é referência na logística reversa

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), no Brasil 94% das embalagens são recicladas, transformadas novamente em embalagem do mesmo produto ou incineradas em local apropriado. Na França, esse índice de reaproveitamento é de 75%; no Canadá e na Alemanha, de 70%, no Japão, de 50%, e nos EUA de apenas 30%.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/10/2020 0 Comentários 650 Visualizações
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