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Variedades

Programa de Recebimento de Embalagens realiza coleta em 39 municípios gaúchos

Por Ester Ellwanger 11/02/2022
Por Ester Ellwanger

Será de 16 de fevereiro a 3 de março, o roteiro Serra-Planalto do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos. As equipes de coleta percorrerão 89 pontos em localidades rurais de 39 municípios gaúchos: Fontoura Xavier, São José do Herval, Pouso Novo, Soledade, Espumoso, Putinga, Relvado, Coqueiro Baixo, Ilópolis, Anta Gorda, Doutor Ricardo, Vespasiano Corrêa, Dois Lageados, Muçum, União da Serra, Serafina Corrêa, Guaporé, Arvorezinha, Nova Alvorada, Itapuca, Santo Antônio do Palma, Casca, São Domingos do Sul, Vila Maria, Marau, Montauri, Gentil, Nova Bassano, Vanini, David Canabarro, Ibiraiaras, Ciríaco, Muliterno, Protásio Alves, Ipê, São Jorge, Água Santa, Vila Lângaro e São Valentim.

O coordenador do Programa, Carlos Alberto Sehn, avisa que os produtores devem levar as embalagens tríplice lavadas até os pontos de coleta nos horários informados nos convites entregues pelos profissionais de campo das empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco). No ato da entrega dos recipientes, os produtores ganham recibos que são importantes para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental.

Para o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, a ação de recebimento de embalagens nas localidades rurais, realizada há 21 anos, tem dado grandes resultados em relação à preservação ambiental e na saúde dos produtores e demais pessoas que vivem nas propriedades. “Dos recipientes coletados, 93% vai para reciclagem, dando origem a outros produtos plásticos, especialmente para construção civil. E o restante, sem condições de reciclagem, vai para aterros licenciados pelos órgãos competentes”, comenta.

Para lembrar

O Programa de Recebimento de Embalagens – conduzido pelo SindiTabaco e empresas associadas, em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) – beneficia atualmente 113 mil produtores de tabaco por meio da coleta itinerante que percorre em torno de 1,8 mil pontos de recebimento no meio rural. São 10 roteiros que abrangem 395 municípios gaúchos e catarinenses. No Paraná, ações de recebimento de embalagens são apoiadas pelas indústrias de tabaco.

Foto: Junio Nunes /Divulgação | Fonte: Assessoria

11/02/2022 0 Comentários 544 Visualizações
Business

BAT assina protocolo com reajuste de 18,79% com a Afubra

Por Ester Ellwanger 04/02/2022
Por Ester Ellwanger

A BAT foi a segunda empresa fumageira a assinar protocolo com a representação dos fumicultores, para estabelecer uma tabela de preços para a safra 2021/2022. Na manhã de hoje, 3 de fevereiro, os representantes da BAT estiveram na Afubra para entregar o documento que será assinado pelas sete entidades que integram a Comissão. Após oferecer um reajuste de 13,8% na primeira rodada de negociação e de 15,4% no segundo encontro, a BAT assinou protocolo com um reajuste de 18,79%, linear, e com a readequação do valor de algumas classes. Com essa readequação a tabela da BAT torna-se, novamente, a que tem os maiores valores do setor tabaco, até o presente momento.

Segundo o tesoureiro da Afubra, Marcilio Drescher, a efetivação do acordo se deu, em consonância com a proposta da representação dos produtores, em reunião virtual realizada no dia 2. “É mais um avanço na negociação do preço da safra. E a assinatura do protocolo garante o preço mínimo aos produtores integrados à essas empresas. Além disso, está protocolado que essas tabelas são o ponto de partida para a negociação de preço para a próxima safra”.

A comissão representativa dos produtores de tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria

04/02/2022 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Negociação de preços do tabaco encerra com assinatura de protocolo com a JTI

Por Ester Ellwanger 30/01/2022
Por Ester Ellwanger

A safra 2021/2022 já tem nova tabela de preços de tabaco acordados com a JTI. A negociação fechou com 19,25% de reajuste para o Virgínia e o Burley e R$ 1,00 de complemento para as classes de Virgínia, com qualidade superior, como plus. A JTI foi a única empresa a propor um reajuste acima do custo de produção e mais um percentual de 5 pontos percentuais de rentabilidade ao produtor de tabaco. As federações reconhecem esse acordo como um esforço da empresa para recompensar seu produtor integrado e como uma importante contribuição para o fortalecimento do sistema integrado: “uma negociação séria e construtiva que vai beneficiar os agricultores”, afirmam as entidades.

As demais empresas finalizaram a negociação sem acordo. A BAT, a China Brasil Tabacos e a Premium Tabacos apresentaram novas propostas, mas os percentuais de reajuste ficaram abaixo do esperado, não oportunizando avançar as negociações. A BAT e a Premium Tabacos propuseram índices abaixo do custo de produção e a China Brasil Tabacos apresentou apenas o reajuste do custo de produção. A Universal Leaf Tabacos e a UTC trouxeram propostas somente nessa segunda rodada de negociações, mas que ficaram muito aquém do solicitado pelas entidades. As demais empresas não trouxeram novas proposições de preço.

As reuniões de definição de preço de tabaco para safra 2021/2022 ocorreram com cada fumageira, individualmente, na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul, RS, nos dias 26 e 27 de janeiro.

A Philip Morris não participou dos encontros, pois não realizou o levantamento de custo de produção em conjunto, fator determinante para participação nas negociações. As entidades estão dispostas a negociar com a empresa, desde que ela reconheça o custo de produção apurado pelas entidades.

Durante o encontro, as entidades que representam os fumicultores mostraram preocupação com a sustentabilidade do Sistema Integrado de Produção de Tabaco, em função dos percentuais apresentados: “É preciso observar o custo de produção, valorizar e proporcionar lucratividade ao produtor de tabaco. Os gastos com a atividade são o mínimo a ser pago. É preciso conceder um reajuste justo aos produtores”, reforçam as entidades representativas.

A comissão que representa os produtores de tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/01/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Marcadas as reuniões para definir o preço do tabaco

Por Stephany Foscarini 10/12/2021
Por Stephany Foscarini

Estão marcadas para os dias 20 e 21 de dezembro as reuniões para definir o preço do tabaco para a safra 2021/2022. Como de praxe, os encontros serão de forma individual entre a comissão representativa dos produtores de tabaco e as empresas fumageiras. Adotando todos os cuidados devido à Covid-19, as reuniões ocorrerão de forma presencial, na sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul/RS.

Segundo o tesoureiro da Afubra, Marcílio Laurindo Drescher, espera-se que as negociações ocorram de forma tranquila e se tenham resultados positivos. “Serão recebidas oito empresas para a definição do preço: sete delas, apuraram o custo de produção em conjunto com as entidades, e uma, que não apurou o custo em conjunto, mas aceitou o custo aferido pelas entidades”, explica Drescher. Ele ainda lembra que, conforme definição da comissão representativa dos fumicultores, ao fim da safra passada, somente serão recebidas as empresas que apuraram o custo de produção em conjunto. “Com isso, não precisamos abordar e comparar os custos de produção das entidades e das empresas. Podemos partir, de imediato, à negociação de preço, que, sabemos, o produtor já espera, com ansiedade”.

Um dos coeficientes que mais incide nesse custo é a mão-de-obra. E esta, só temos o valor a partir do mês de outubro, quando inicia a colheita”.

Drescher reitera que a negociação do preço do tabaco sempre fica para o mês de dezembro, justamente por causa da apuração dos custos da produção. “Um dos coeficientes que mais incide nesse custo é a mão-de-obra. E esta, só temos o valor a partir do mês de outubro, quando inicia a colheita”. Para a safra 2021/2022, foram entrevistados 9.410 fumicultores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, em duas visitas, iniciadas em agosto deste ano e finalizadas em fim de novembro.

A comissão representativa dos produtores de tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2021 0 Comentários 534 Visualizações
Ensino

Verde é Vida apresenta resultados da 12ª Mostra Científica

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Mostra Científica Verde é Vida reúne alunos pesquisadores e professores orientadores de forma a apresentar trabalhos de pesquisa e iniciação científica, conforme o Método Científico em vigor no Brasil. O Verde é Vida divide a Mostra em Etapa Escolar, Etapa Regional e Etapa Sul-Brasileira. Com a pandemia da Covid-19 e a impossibilidade de encontros presenciais, se inovou incentivando as escolas parceiras a realizarem, durante o mês de agosto, a Etapa Escolar, que foi acompanhada pela equipe Técnico Pedagógica do Verde é Vida de forma presencial e remota.

A Etapa Regional foi realizada durante os meses de outubro e novembro, onde foram indicados os 13 trabalhos para a Etapa Sul-Brasileira, que se realizará durante a 20ª Expoagro Afubra, de 23 a 26 de março de 2022. “A forma de participação dos alunos e professores dependerá das restrições sanitárias que estarão em vigor”, pondera Adalberto Huve, coordenador-geral do Verde é Vida.

Para a etapa Regional, foram 49 trabalhos inscritos: cinco do Paraná, 12 de Santa Catarina e 32 do Rio Grande do Sul, que foram avaliados por cinco pessoas, de forma individual, sem conhecimento das notas dos outros avaliadores. Destes trabalhos, 13 estão classificados para representarem suas regiões e Estados durante a 20ª Expoagro Afubra: dois do Paraná, quatro de Santa Catarina e sete do Rio Grande do Sul. O professor José Leon Macedo Fernandes, coordenador pedagógico do Verde é Vida, explica que a divisão levou em conta o número de trabalhos inscritos por Estado.

Comissão de Avaliação

  • Da Universidade Federal de Rio Grande (Furg), Campus de São Lourenço do Sul/RS: Andréa Cavalheiro Felix, Eliara Beatriz Westphal Conrad, Sueli Strelow e Frederico Ribeiro Seus;
  • Da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), de Santa Maria/RS: Claudia Costella, Adriana Maria Griebeler, Vanessa Vieira Trindade Oliveira e Júlia Luiza Stahl;
  • Do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), de Camaquã/RS: Mariana Radtke Rosa e Thuani Ceroni Silveira;
  • Da Universidade Unopar, de Rio Negro/PR: Tiago Kamiensky Lopes, Márcio Aurélio Priotto e Gilson Machado Rosa;
  • Da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná: Anália Vanessa Surkamp, Otávio Maia Vicakas, Gabriele Gonçalves Sirigali, Flávia Milena Moresco, Edson Renan Maciel Kugeratski, Gabriel Ribeiro Tito Coelho, Fátima Luana Techy, Bárbara Jagiello Ramos, Fernanda Naiara Voinarski, Juliana Helena de Souza Cursio, Thiago Antunes, Victória Maria Scremin Corrêa, Liana Kluger, Daniele Ukan e Eliton Ricardo Schuerts.

Trabalhos Indicados

  • Como acontece a polinização no meio ambiente, da escola Favo de Mel, de Prudentópolis/PR;
  • Multiplicando as suculentas, da escola José de Lima, de Rio Negro/RS
  • A abelha não faz mal, faz mel – abelhas espécie Mandaçaia, da escola Modelo Ella Kurth, de Rio do Sul/SC;
  • O composto de cada dia, da escola Rotary Fritz Lucht, de Joaçaba/SC;
  • A escola no caminho da sustentabilidade, da escola Frei Silvano, de Água Doce/SC;
  • Análise do conhecimento etno-herpetológico e ocorrência de acidentes ofídicos em uma comunidade escolar rural, escola Ernesto Hachmann, de Capinzal/SC;
  • Pecuária sustentável combinando árvores, gado e pastagem, da escola Seomar Mainardi, de Sobradinho/RS;
  • Resgate e inovação da herança cultural de plantas medicinais, da escola Olavo Bilac, de Rio Pardo/RS;
  • Biodigestor: uma solução para geração de biogás e biofertilizante, diminuindo a poluição em pequenas propriedades rurais, da escola Balduíno Brixner, de Arroio do Tigre/RS;
  • Abelhas: pequenas ações, grandes lições, da escola Adolfo Mânica, de Boqueirão do Leão/RS;
  • Um olhar para o lixo, da escola Felipe Becker, de Santa Cruz do Sul/RS;
  • Vamos pensar: o que é lixo, da escola Coronel Tomaz Pereira, de Venâncio Aires/RS;
  • Incentivando a educação ambiental com uso da composteira, da escola Casemiro de Abreu, de Rio Pardo/RS.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 520 Visualizações
Business

Afubra revela estimativa inicial para a safra 2021/2022

Por Ester Ellwanger 12/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) finalizou, esta semana, a primeira estimativa para a safra de tabaco 2021/2022: 569.539 toneladas, nos três Estados do Sul do Brasil, o que significa uma redução de 9,38% comparado à safra passada, que fechou em 628.489 toneladas. Em termos de área, houve uma redução de 9,78%, passando de 273.317 hectares para 243.590 hectares, nesta safra. Já a expectativa de produtividade é de 2.310 kg/ha; na safra passada, ficou em 2.299 kg/ha.

O presidente da Afubra, Benício Albano Werner, explica de que forma a entidade chega a estes números de estimativa. “Temos, em nosso Sistema Mútuo, o número de pés inscritos, por tipo de tabaco. A estes números, soma-se o número de pés dos produtores que não estão inscritos no Sistema. Mais um percentual usado é o de produtores que plantaram a mais ou a menos que o inscrito. Estes três fatores nos dão a área plantada”.

No Rio Grande do Sul, a estimativa de produção aponta para 265.610 toneladas de tabaco (240.103 toneladas na variedade Virgínia; 24.774 no Burley; e 733 toneladas no Comum), cultivados numa área de 114.058 hectares, com produtividade de 2.329 kg/ha. A safra conta com 67.644 famílias produtoras. Comparando com a safra passada, os fumicultores gaúchos reduziram em 7,37% a sua área e a produção deve ficar 6,30% menor, mesmo com uma expectativa de produtividade em 1,16% mais alta.

Negociação

Em Santa Catarina, a projeção é de 164.124 toneladas (152.426 no Virgínia; 10.913 no Burley; e 784 toneladas na variedade Comum), produzidas numa área de 70.306 hectares e produtividade de 2.334 kh/ha. As famílias produtoras são 37.960. Num comparativo com a safra passada, a redução na área plantada fica em 12,94%, com a produção 13,45% menor e uma pequena diminuição na produtividade de 0,59%.

No Paraná, a produção deve chegar às 139.805 toneladas (129.784 toneladas no Virgínia; 5.820 no Burley; e 4.200 toneladas no Comum), numa área de 62.226 hectares. A estimativa de produtividade de 2.247 kg/ha. O número de famílias produtoras é de 22.844. Os paranaenses reduziram a sua área com tabaco em 10,36%, com uma estimativa de redução de produção de 10,02% e um pequeno aumento na produtividade de 0,38%.

Werner destaca que essa redução na área produtiva era esperada. “Já havíamos estimado que haveria uma redução de 8 a 10%, em média, no Sul do Brasil. E isso não é negativo, pelo contrário, é necessário, pois, há várias safras, a Afubra e as entidades representativas dos fumicultores alertam para a necessidade de adequar a nossa oferta do produto à demanda do mercado. Outro fator que pesou, e muito, nessa diminuição de plantio foi a grande frustração que os fumicultores tiveram na safra passada, na comercialização. Além disso, com outras culturas dando maior lucratividade, muitos produtores estão investindo, ainda mais, na diversificação de suas propriedades”.

 

Preço

O custo de produção para a safra 2021/2022 está na reta final e está sendo feito em conjunto – representantes das entidades e de cada empresa fumageira. “Esta apuração em conjunto foi uma condição da Comissão de Representação dos Fumicultores para negociar o preço do tabaco, já que o custo de produção sempre foi entrave. Com isso, ao iniciarmos as reuniões poderemos de pronto negociar o preço”, explica Benício.

Mesmo com as empresas fumageiras anunciando o início da compra do tabaco já em novembro, Werner diz que as negociações devem iniciar apenas em dezembro, após a finalização do custo de produção. “Um dos itens de maior peso no custo de produção é a mão-de-obra, mais utilizada durante a colheita. Por isso que não podemos definir o preço do tabaco no início de cada safra, o que é de grande anseio dos produtores”, revela o presidente da Afubra, ao se mostrar esperançoso que, para a atual safra, o produtor consiga uma melhor lucratividade pelo seu tabaco.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

12/11/2021 0 Comentários 702 Visualizações
Business

Ciclo de Conscientização reforçou orientações sobre saúde e proteção da criança e do adolescente

Por Ester Ellwanger 12/11/2021
Por Ester Ellwanger

Na tarde desta quinta-feira, 11 de novembro, a programação do Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente foi transmitida ao vivo pelo canal do SindiTabaco no Youtube. A programação fez parte de uma edição especial do Ciclo de Conscientização que, neste ano, devido a questões de segurança sanitária ligadas à pandemia da Covid-19, foi realizado em formato virtual.

O programa, conduzido pela jornalista Francine Rabuske, teve a participação da doutora Ana Paula Motta Costa, advogada, socióloga e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs); do presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke; e do presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner. Além do bate-papo sobre proteção da criança e do adolescente, foi exibido o vídeo ‘O mundo do Dr. Niko Tino’ com orientações sobre saúde e segurança.

Iro Schünke falou que a qualidade de vida dos produtores de tabaco é importante para todos, inclusive porque a sustentabilidade na produção de tabaco no sul do Brasil está ligada ao bem-estar dos produtores e de suas famílias. Ele comentou que todas as recomendações do setor, como uso de EPIs e vestimenta de colheita, são fundamentais para proteger a saúde de todos que vivem e trabalham na propriedade. O executivo lembrou ainda que o Brasil é o segundo maior produtor e o maior exportador e isso tem a ver com o produtor, que tem adotado as boas práticas ligadas à sustentabilidade.

Sobre a proteção da criança e do adolescente, Iro Schünke salientou que o ideal é que haja a base da formação de valores em casa, com os pais, e, na sequência, a ampliação do desenvolvimento do conhecimento na escola. “Os primeiros ensinamentos devem vir da família, como por exemplo o respeito, a disciplina e a honestidade, e é também muito importante todo o desenvolvimento proporcionado pela escola”, disse. “Quando começamos a trabalhar esse tema, 20 anos atrás, o lema já era ‘lugar de criança é na escola’”, acrescentou.

E Benício Werner, ao lembrar de ações como preservação do meio ambiente, proteção da criança e saúde do produtor, explicou que o projeto Verde é Vida foi o caminho encontrado para que as mensagens sobre sustentabilidade chegassem até as famílias. Conforme ele, os produtores estão conscientes da necessidade de seguir as orientações do setor e isso é importante porque o mercado do tabaco está olhando cada vez mais para as questões sociais e ambientais.

A seguir, a doutora Ana Paula Motta Costa tirou dúvidas sobre o conceito de trabalho infantil e porque a lei impede que menores de 18 anos trabalhem no tabaco. Segundo ela, há uma linha tênue entre e o trabalho infantil e realizar tarefas em casa. “Trabalho infantil é quando o trabalho de uma criança substitui o de um adulto”, esclareceu. Ao explicar a legislação, ela disse que a atividade no tabaco foi colocada na lista das piores formas de trabalho e, por isso, é proibida a menores de 18 anos. “Há mitos e um deles é que só se aprende a trabalhar trabalhando”, contou, lembrando que quem tem mais tempo de estudo e preparação, geralmente recebe mais pelo seu trabalho na vida adulta. “Para trabalhar quando adulto, precisa se preparar quando criança. O trabalho infantil é um problema não só para a pessoa, como também para a sociedade”, salientou.

Crescer Legal

Conforme Iro Schünke, oferecer oportunidades para os adolescentes foi o mote que guiou a criação do Instituto Crescer Legal. “Em 2014 nós começamos a estudar o que poderíamos oferecer para os adolescentes e criamos o Instituto Crescer Legal, com o Programa de Aprendizagem Profissional Rural e, depois de seis anos já se vê os resultados alcançados”, disse. “No curso que dura um ano, se vê diferenças muito grandes entre quando os jovens entram e quando saem, com horizontes muito mais ampliados”, disse.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

12/11/2021 0 Comentários 567 Visualizações
Variedades

Região Centro do Rio Grande do Sul tem coleta itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos

Por Stephany Foscarini 01/11/2021
Por Stephany Foscarini

O Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, realizado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) inicia, dia 3 de novembro, mais um roteiro de coleta itinerante. Desta vez, serão beneficiados os produtores de tabaco de 25 municípios da Região Centro do Rio Grande do Sul, em ação que irá até o dia 25 de novembro.

Os caminhões do Programa passarão por 103 pontos de coleta em localidades rurais dos seguintes municípios: Paraíso do Sul, Agudo, Formigueiro, Restinga Seca, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, São João do Polésine, Nova Palma, Pinhal Grande, Ivorá, Santa Maria, Itaara, São Martinho Serra, São Pedro do Sul, Dilermando de Aguiar, Toropi, Quevedos, Jari, São Vicente do Sul, Mata, Jaguari, Santiago, Unistalda, São Francisco de Assis e Nova Esperança do Sul.

Ao fazerem a entrega das embalagens, os produtores recebem comprovantes para apresentação aos órgãos ambientais, atendendo aos preceitos estabelecidos pelo decreto 4.074/2002, que define sobre a devolução das embalagens de agrotóxicos aos estabelecimentos onde foram adquiridas. Conforme o coordenador do Programa, Carlos Alberto Sehn, além do cumprimento da legislação, o programa é um investimento das empresas associadas ao SindiTabaco visando a preservação da saúde e segurança dos produtores e a proteção ambiental. As embalagens devem estar tríplice lavadas e os recipientes rígidos devem estar perfurados e com as tampas removidas e também entregues às equipes de coleta.

Devido à realização correta da tríplice lavagem e à organização da ação, o Programa alcança alto índice de reciclagem dos materiais coletados, pois 93% das embalagens recebidas são recicladas e dão origem a outros produtos. Ao serem encaminhadas para as centrais do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inPEV), os materiais são separados e aqueles aptos à reciclagem são prensados, transformados em fardos e encaminhados para empresas recicladoras. Alguns produtos que têm origem a partir da reciclagem são conduítes, dutos, drenos e conexões e tubos para esgoto, e novas embalagens e tampas de agroquímicos.

Para conferir, os pontos de coleta e horários em cada município, clique aqui.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2021 0 Comentários 538 Visualizações
Business

Está oficialmente aberta a colheita do tabaco

Por Ester Ellwanger 29/10/2021
Por Ester Ellwanger

Neste ano, a Abertura da Colheita do Tabaco no Rio Grande do Sul ocorreu nesta quinta-feira, 28 de outubro, na propriedade do casal de produtores Oladi Lucio e Marli Schroeder, em Vale do Sol, na localidade de Faxinal de Dentro. Promovida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a festividade é um evento oficial do governo gaúcho e sua realização conta com o apoio do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e da prefeitura de Vale do Sol. Participaram do evento várias autoridades regionais, estaduais e nacionais, além de entidades ligadas ao setor. Schroeder é um dos 71 mil produtores gaúchos e Vale do Sol é um dos 206 municípios produtores.

Na solenidade, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, ao citar a Parábola do Semeador, na qual só germinaram as sementes que caíram em terreno favorável, ele disse que Oladi Schroeder é um exemplo de semeadura em terreno fértil. “Se a gente olha aqui em volta, vê que semeamos em lugar certo, a lavoura é excelente e o Oladi usou o lado do semeador bom. E o resultado maior está nessas excelentes instalações que temos aqui”, salientou. “Os produtores, seguindo os passos do bom semeador, cuidando da qualidade e integridade, fizeram com que o Brasil se tornasse no segundo maior produtor de tabaco e maior exportador”, acrescentou.

Schünke acrescentou ainda que a Abertura da Colheita, realizada no Dia do Produtor de Tabaco, é uma excelente ocasião para reconhecer o trabalho dos produtores, que contribuem social e economicamente com o estado e país. “Em torno de 10% das exportações do Rio Grande do Sul no ano passado foram de tabaco. E diversos prefeitos relatam que, depois que chegou o tabaco, seus municípios mudaram para melhor porque a arrecadação aumentou bastante favorecendo a todos”, finalizou.

Por sua vez, o presidente da Afubra, Benício Albano Werner, disse que o tabaco é importante também quando se trata de sustentabilidade ambiental, social e econômica. “Ninguém cuida tanto da parte ambiental como nós da cultura do tabaco. Na parte social, temos emprego e trabalho e há o retorno dos impostos, que dá possibilidade de cuidar da saúde e da educação”, frisou.

Presente à solenidade, a secretária de Agricultura, Silvana Covatti, salientou que o estado está comemorando safras recordes. “Conheço as batalhas enfrentadas pelos agricultores e quero dizer que neste ano tivemos grandes conquistas para as pequenas propriedades”, disse, lembrando da atuação de segmentos como a Emater e a Fetag. “É nos municípios que as coisas acontecem”, citou. Dirigindo-se aos deputados federais presentes defensores do setor na Câmara dos Deputados, ela disse que eles enfrentam comentários desagradáveis por causa do tabaco. “Mas produzimos, geramos ICMS e nessa região não tem desemprego, tem comida na mesa”, enfatizou.

O deputado federal Heitor Schuh, que quando era deputado estadual, apresentou o projeto de criação do Dia do Produtor de Tabaco, disse que a data só existe porque as entidades do setor ajudam a divulgar o dia. “Se não fosse pelo setor, este dia teria caído no esquecimento”, falou. E a deputada estadual Kelly Moraes, comentou que os representantes da classe política que defendem a cultura do tabaco são atacados por muitos, que desconhecem o setor. “Mas nós defendemos famílias que cultivam, defendemos um produto legal, que gera empregos, gera impostos, gera economia. E queremos que a colheita seja muito boa, como os resultados que os produtores merecem”, acrescentou.

E José Valtair dos Santos, prefeito em exercício de Vale do Sol, que trabalhou 21 anos no cultivo do tabaco, lembrou a importância do tabaco para o município. “Temos 2.556 produtores de tabaco produziram 12.373 toneladas produzidas”, lembrou.

Termo de cooperação técnica

A cerimônia de abertura da colheita e celebração do Dia do Produtor, teve também a assinatura do termo de cooperação técnica do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a Colheita do Tabaco, que, no Rio Grande do Sul, é realizado em parceria com o governo gaúcho, através da Secretaria da Agricultura. Esse programa de diversificação, além do SindiTabaco, Afubra e Seapdr, tem também a participação da Emater, Fetag e Farsul. O programa incentiva a diversificação e a otimização no aproveitamento dos recursos das propriedades rurais. Tanto o plantio de pastagens quanto o de grãos após a colheita do tabaco, permitem o alcance de um melhor aproveitamento da terra. Assinaram o documento a secretária Silvana Covatti, Iro Schünke, Benício Werner, Carlos Joel da Silva e Marco Antônio dos Santos.

Foto: Junio Nunes /Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2021 0 Comentários 446 Visualizações
Variedades

Afubra recebe Mérito Agropecuário Deputado Homero Pereira

Por Stephany Foscarini 27/10/2021
Por Stephany Foscarini

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner, acompanhado pelo vice-presidente e gerente de Assuntos Corporativos da entidade, Marco Antonio Dornelles, recebeu, na manhã de hoje, 27, o prêmio Mérito Agropecuário Deputado Homero Pereira, na categoria Sustentabilidade. A distinção foi proposta pelo deputado federal Marcelo Moraes e aprovada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Câmara dos Deputados, destacando a Afubra pela condução do Verde é Vida, com 30 anos de atividades ininterruptas.

Com a presença da ministra Tereza Cristina, a deputada federal Aline Sleutjes, presidente da Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Câmara dos Deputados, fez a abertura da cerimônia destacando que o Brasil é uma potência agropecuária, o que se deve aos produtores e pesquisadores. “A lida no campo é exigente e não admite procrastinação. É um trabalho incansável que põe a comida na mesa das nossas famílias e gera renda e emprego. Por isso, indicamos e escolhemos cidadãos e entidades que tanto fazem pela agropecuária”.

O prêmio foi entregue pelos deputados federais Marcelo e Aline ao presidente da Afubra. Werner, ao apresentar os números e ações do Verde é Vida, dedicou o sucesso e a distinção nacional ao empenho dos alunos, professores, secretarias de Educação e municípios. “É através deles que o Verde é Vida se desenvolve”, enfatizou Benício Albano Werner.

Confira todos que foram agraciados no link.

A entrega do Mérito foi transmitida pelo canal oficial da Câmara dos Deputados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2021 0 Comentários 421 Visualizações
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