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ABPA

Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 8,3% em abril

Por Jonathan da Silva 11/05/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína cresceram 8,3% em abril de 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na semana passada. Ao todo, foram embarcadas 140 mil toneladas de produtos in natura e processados no quarto mês do ano, frente às 129,2 mil toneladas registradas em abril de 2025. De acordo com a entidade, o aumento foi impulsionado principalmente pela ampliação da demanda em mercados asiáticos, com destaque para Filipinas e Japão.

A receita obtida com as exportações também apresentou crescimento. Em abril deste ano, o setor arrecadou US$ 328,2 milhões, resultado 8,8% superior aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.

Resultado do quadrimestre

No acumulado entre janeiro e abril de 2026, os embarques brasileiros de carne suína totalizaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2025, quando foram exportadas 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado foi de 14,1%. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses deste ano, contra US$ 1,090 bilhão obtidos no mesmo período do ano anterior.

Ásia concentra principais mercados

As Filipinas permaneceram como principal destino da carne suína brasileira em abril, com 35,9 mil toneladas embarcadas, aumento de 20,6% em relação ao mesmo mês de 2025.

Na sequência aparecem Japão, com 16,6 mil toneladas exportadas e crescimento de 131,9%; China, com 11,8 mil toneladas e retração de 21,6%; Chile, com 11,1 mil toneladas e aumento de 22,8%; e Hong Kong, com 8 mil toneladas, resultado 34,3% inferior ao registrado no ano anterior.

Também figuram entre os principais compradores o Vietnã, com 5,5 mil toneladas e crescimento de 44,6%; Argentina, com 5,3 mil toneladas e queda de 8,7%; Singapura, com 5,1 mil toneladas e retração de 24,3%; Uruguai, com 4,6 mil toneladas e aumento de 12,7%; e México, com 4,4 mil toneladas, queda de 40,3%.

Perspectiva para 2026

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que o desempenho do setor segue positivo neste ano, especialmente em mercados asiáticos. “O fluxo internacional da carne suína brasileira segue bastante positivo em 2026, especialmente em mercados da Ásia, que continuam ampliando sua demanda por proteína animal. Observamos um avanço importante em destinos de maior valor agregado, como o Japão, além da ampliação das Filipinas como principal mercado para o setor brasileiro. O comportamento positivo em praticamente todos os mercados importadores reforçam as perspectivas positivas projetadas pela ABPA para este ano”, avaliou Santin.

Foto: Thorl5/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
11/05/2026 0 Comentários 100 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de frango crescem 2,2% em abril

Por Jonathan da Silva 08/05/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 486,5 mil toneladas em abril, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume, que conta produtos in natura e processados, representa um crescimento de 2,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 475,9 mil toneladas. O resultado é o maior já registrado para o quarto mês do ano.

A receita obtida com os embarques também apresentou alta no período. Conforme a ABPA, o saldo chegou a US$ 940,5 milhões em abril deste ano, valor 3,8% superior aos US$ 906,1 milhões registrados no mesmo mês de 2025.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, o Brasil exportou 1,943 milhão de toneladas de carne de frango, crescimento de 4,3% em comparação às 1,863 milhão de toneladas embarcadas entre janeiro e abril do ano passado. Em receita, o aumento acumulado foi de 6,1%, passando de US$ 3,492 bilhões em 2025 para US$ 3,704 bilhões neste ano.

Principais destinos

A China permaneceu como principal destino das exportações brasileiras de carne de frango em abril, com 52,2 mil toneladas embarcadas, volume 0,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 42,3 mil toneladas e crescimento de 13,1%; Arábia Saudita, com 35,8 mil toneladas e alta de 5,2%; União Europeia, com 33 mil toneladas e avanço de 23,1%; e México, com 27,1 mil toneladas, registrando aumento de 50,2%.

Também figuram entre os principais compradores a África do Sul, com 26,3 mil toneladas e retração de 0,8%; Filipinas, com 24 mil toneladas e queda de 10,7%; Emirados Árabes Unidos, com 19,1 mil toneladas e redução de 52,7%; Coreia do Sul, com 15,5 mil toneladas e baixa de 10,2%; e Singapura, com 12,6 mil toneladas, alta de 3,7%.

Cenário internacional

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, afirmou que o cenário internacional segue em transformação para o setor de proteína animal brasileiro. “Observamos crescimento consistente em mercados estratégicos da Ásia, da União Europeia e da América Latina, além da ampliação de destinos de maior valor agregado. Ao mesmo tempo, há reacomodações pontuais em determinados mercados do Oriente Médio, dentro de um contexto geopolítico mais complexo para o comércio internacional de alimentos”, avaliou Santin.

Segundo o dirigente, o desempenho acumulado no quadrimestre demonstra a competitividade da avicultura brasileira no mercado internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença global com base em eficiência produtiva, segurança sanitária e capacidade de abastecimento. Mesmo com o conflito no Oriente Médio, o setor conseguiu realizar as entregas demandadas pela região, apoiando a segurança alimentar dos países do Golfo. Os resultados registrados até aqui confirmam as perspectivas de um fluxo internacional positivo para as exportações do setor em 2026”, destacou Santin.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/05/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem em fevereiro

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro de 2026, um volume 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda de mercados asiáticos, com destaque para as Filipinas, que ampliaram as importações do produto brasileiro no mês.

De acordo com a ABPA, em fevereiro de 2025 haviam sido embarcadas 114,4 mil toneladas de carne suína. Já neste ano, o volume chegou a 122,1 mil toneladas.

Crescimento também financeiro

Em receita, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões no mês, valor 4,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil exportou 238,4 mil toneladas de carne suína, crescimento de 8,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando o volume foi de 220,5 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações também apresentou aumento no período. Nos dois primeiros meses de 2026, o setor somou US$ 554,4 milhões, frente aos US$ 510,9 milhões registrados no primeiro bimestre do ano anterior, o que representa crescimento de 8,5%.

Principais destinos

Entre os mercados importadores, as Filipinas ampliaram a liderança como principal destino da carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas, aumento de 34,8%, e China, com 11,1 mil toneladas, queda de 43%. Também figuram entre os principais destinos Chile, com 8,8 mil toneladas, alta de 6%, e Hong Kong, com 8 mil toneladas, retração de 40%.

Outros mercados relevantes foram Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%) e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

Exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança em fevereiro, com 57 mil toneladas embarcadas. O volume, porém, representa queda de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas exportadas e crescimento de 24,1%, o Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, avaliou que a expansão em diferentes mercados tem contribuído para o desempenho das exportações. “O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, comentou Santin.

Foto: Bearfotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 190 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 2,8% em agosto

Por Jonathan da Silva 09/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína, somando produtos in natura e processados, alcançaram 121,4 mil toneladas em agosto, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa um aumento de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 118,1 mil toneladas. A receita também cresceu, chegando a US$ 294,9 milhões, alta de 6,7% sobre os US$ 276,3 milhões registrados no ano passado.

No compilado do ano, também houve crescimento: entre janeiro e agosto de 2025, os embarques de carne suína somaram 970,3 mil toneladas, um aumento de 11,5% frente às 870,2 mil toneladas exportadas em 2024. Em receita, a elevação foi de 23,8%, passando de US$ 1,885 bilhão no ano passado para US$ 2,334 bilhões neste ano.

Avaliação do setor

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que a diversificação de mercados tem garantido maior estabilidade às exportações. “As exportações de carne suína do Brasil ampliaram a diversificação entre os destinos dos embarques, com novos mercados entre os maiores importadores. A maior capilaridade deve proporcionar mais sustentação ao fluxo, projetando manutenção das exportações positivas do setor para este ano”, afirmou Santin.

Principais destinos

As Filipinas lideraram as compras em agosto, com 33,4 mil toneladas, alta de 19,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O Chile aparece em seguida, com 13,3 mil toneladas (+8,3%), e a China, que já foi a principal compradora, registrou queda de 36,3%, importando 10,3 mil toneladas. Também figuram entre os maiores importadores o Japão (8,5 mil toneladas, +5,4%), México (7,4 mil toneladas, +30,7%), Hong Kong (6 mil toneladas, -36,6%), Vietnã (5,9 mil toneladas, +42,7%), Singapura (5,2 mil toneladas, -33,1%), Uruguai (3,7 mil toneladas, +2,4%) e Costa do Marfim (3,4 mil toneladas, +164,3%).

Exportações por estado

Santa Catarina segue como o maior exportador de carne suína do país, com 56,9 mil toneladas embarcadas em agosto, queda de 9% em relação a 2024. O Rio Grande do Sul aparece em segundo lugar, com 31,4 mil toneladas (+20,5%), seguido por Paraná, com 18,3 mil toneladas (+9,4%), Mato Grosso, com 3,1 mil toneladas (-3,6%), e Minas Gerais, com 2,5 mil toneladas (+1,5%).

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/09/2025 0 Comentários 304 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de frango crescem 9,3% em agosto

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 394,6 mil toneladas em agosto, o que representa um crescimento de 9,3% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No entanto, apesar do aumento no volume exportado, a receita do setor caiu 11,9% em agosto, com US$ 699,4 milhões frente aos US$ 793,6 milhões registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro a agosto, as exportações somaram 3,394 milhões de toneladas, queda de 1,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A receita nos oito primeiros meses de 2025 foi de US$ 6,308 bilhões, praticamente estável em comparação ao ano anterior, quando alcançou US$ 6,319 bilhões.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que os embarques seguem em ritmo estável desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária pelo Brasil. “O desempenho do mês de agosto manteve a estabilidade de embarques notada desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária, pelo Brasil, o que deve se alterar positivamente com as recentes retomadas das importações pelo Chile e a oficialização da reabertura da União Europeia”, afirmou o dirigente.

Principais destinos

O México assumiu a liderança entre os principais destinos, com 37,5 mil toneladas embarcadas, volume 873,3% maior do que no ano passado. Os Emirados Árabes Unidos importaram 32,5 mil toneladas (-16,9%), seguidos por Japão, com 30,3 mil toneladas (-22,2%), Arábia Saudita, com 27 mil toneladas (+0,6%), e África do Sul, com 25,7 mil toneladas (-8,4%). Também aparecem na lista Filipinas (19,7 mil toneladas, +27,2%), Coreia do Sul (15,3 mil toneladas, +65,7%), Iraque (12,7 mil toneladas, +15,0%), Reino Unido (11,3 mil toneladas, +130,2%) e Singapura (10,9 mil toneladas, +14%).

Estados exportadores

Entre os estados, o Paraná liderou as exportações em agosto com 158,7 mil toneladas, queda de 1,6% em relação ao ano anterior. Santa Catarina ficou em segundo lugar, com 89,7 mil toneladas (+6,5%), seguido por Rio Grande do Sul, com 44,1 mil toneladas (+16,6%), São Paulo, com 24,5 mil toneladas (+3%) e Goiás, com 21,5 mil toneladas (+20,8%).

Foto: Chandlervid85/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 310 Visualizações
Variedades

Dia do Avicultor destaca papel estratégico do produtor brasileiro

Por Jonathan da Silva 28/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Brasil celebra nesta quinta-feira (28) o Dia do Avicultor, data que homenageia os profissionais responsáveis por uma das cadeias produtivas mais relevantes para a segurança alimentar nacional e mundial. A avicultura brasileira, reconhecida pela eficiência e alcance global, exporta atualmente para mais de 150 países e deve crescer nos próximos anos, segundo projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

De acordo com estimativas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango deverá chegar a 15,4 milhões de toneladas em 2025, crescimento de 3,2% em relação a 2024. Para 2026, a previsão é de 15,7 milhões de toneladas, consolidando o país como o maior exportador da proteína no mundo.

O mercado interno também acompanha essa tendência. A disponibilidade de carne de frango para consumo poderá alcançar 10,2 milhões de toneladas em 2025, o que representa consumo per capita de 47,8 quilos por habitante, retomando patamares históricos.

Produção de ovos em expansão

Outro destaque é a produção de ovos, que deve atingir até 62 bilhões de unidades em 2025, um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior. Para 2026, a expectativa é de nova alta, chegando a 65 bilhões de unidades, 4,8% a mais que em 2025. No consumo, o brasileiro deverá passar de 269 ovos por habitante em 2024 para 288 em 2025 e 306 em 2026.

Exportações em alta

As exportações também registram forte avanço. Em 2025, o setor poderá embarcar até 40 mil toneladas de ovos, aumento de 116,6% em relação a 2024, quando foram exportadas 18.469 toneladas. Para 2026, o volume pode atingir 45 mil toneladas, crescimento de 12,5% sobre o previsto para este ano.

Valorização dos avicultores

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a relevância dos produtores para a competitividade do setor. “Os avicultores brasileiros são o pilar de um sistema que alimenta o país e o mundo. São homens e mulheres quem, junto com técnicos e toda a força sanitária envolvida, garantem a biosseguridade das granjas, adotam as boas práticas de produção e respondem com agilidade diante dos desafios sanitários. A força da nossa cadeia está na base — e essa base tem nome: os avicultores”, afirmou o dirigente.

Santin também reforçou a importância de reconhecer o papel desses profissionais. “É fundamental valorizar quem está no campo. Os avicultores e avicultoras não apenas sustentam o abastecimento alimentar de milhões de brasileiros, mas também levam o alimento brasileiro a mesas em todo o planeta. Por isso, neste 28 de agosto, celebramos muito mais do que uma profissão — celebramos a missão de alimentar com responsabilidade, técnica e compromisso”, concluiu o presidente da ABPA.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/08/2025 0 Comentários 340 Visualizações
Variedades

Brasil realiza seminário no México sobre segurança alimentar e comércio de proteína animal

Por Jonathan da Silva 26/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá a segunda edição do Road Show Internacional “No Borders for Food: Parcerias para Segurança Alimentar” na próxima quinta-feira, 28 de agosto, na Cidade do México. O encontro ocorre no contexto da missão presidencial brasileira ao país e tem como objetivo ampliar o diálogo técnico e institucional com autoridades sanitárias e importadores, destacando o papel das normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) para um comércio internacional mais seguro e previsível.

O seminário será realizado sob o tema “México-Brasil: Proteína Animal – Decisiones Basadas en la OMSA para Seguridad Alimentaria” e contará com a presença de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da ApexBrasil, da Embaixada do Brasil no México, além da Secretaría de Agricultura y Desarrollo Rural (Sader) e associações locais de importadores e processadores de alimentos.

Segunda edição do evento

Esta será a segunda edição do Road Show 2025, iniciado em 8 de agosto nas Filipinas. O evento inaugural contou com representantes diplomáticos brasileiros, autoridades agrícolas locais e lideranças empresariais, fortalecendo o apoio aos princípios da OMSA como base técnica para decisões comerciais sanitárias.

O México é um mercado estratégico e parceiro de longa data da cadeia de proteína animal brasileira. Ao promover este seminário no contexto da missão presidencial, reforçamos o compromisso do Brasil com o comércio baseado em ciência, transparência e diálogo técnico. Estamos construindo pontes institucionais que garantam previsibilidade e segurança alimentar para os dois lados”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

México como mercado estratégico

O México foi, em 2024, o 9º maior destino das exportações brasileiras de carne de frango, com 191,4 mil toneladas embarcadas e receita de US$ 403,2 milhões. O país também apresenta demanda crescente por carne suína, ovos e material genético avícola, setores que fazem parte da estratégia de ampliação da cooperação regulatória e institucional defendida pela ABPA.

Próximos passos

O Road Show 2025 prevê novas edições em mercados como China, União Europeia, África do Sul, Chile, Malásia, Peru, Canadá e Arábia Saudita. O objetivo é reunir autoridades, técnicos e importadores para fortalecer consensos em torno das diretrizes da OMSA, favorecendo o acesso a mercados com base em critérios reconhecidos internacionalmente.

Apoio institucional

O seminário no México será promovido pelas marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, com apoio do Governo Federal do Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2025 0 Comentários 294 Visualizações
Business

Brasil projeta alta na produção e exportação de proteína animal em 2025

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

A avicultura e a suinocultura brasileiras devem registrar crescimento na produção, exportações e consumo em 2025, segundo projeções divulgadas nesta quarta-feira (20) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), durante coletiva de imprensa em São Paulo. Os dados foram apresentados pelo presidente da entidade, Ricardo Santin, que destacou a recuperação do setor após a identificação da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, considerada o maior desafio já enfrentado pelas proteínas no país.

De acordo com a ABPA, a produção nacional de ovos deverá atingir até 62 bilhões de unidades em 2025, alta de 7,5% em relação a 2024, quando foram produzidas 57,683 bilhões de unidades. Para 2026, a expectativa é de até 65 bilhões de unidades, avanço de 4,8%.

As exportações podem alcançar até 40 mil toneladas neste ano, crescimento de 116,6% frente às 18.469 toneladas de 2024. Em 2026, a previsão é de 45 mil toneladas exportadas, 12,5% acima do resultado esperado para 2025. O consumo per capita deve crescer de 269 unidades por habitante em 2024 para 288 em 2025 e 306 em 2026.

O forte do consumo posicionará o Brasil ao final de 2025, pela primeira vez, entre os 10 maiores consumidores per capita de ovos do planeta. (…) No cenário internacional, as empresas ainda avaliam os efeitos do Tarifaço nas exportações, porém, já com a expectativa da reabertura de mercados altamente demandantes da proteína brasileira, como é o caso do Chile”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne de frango em alta

A produção de carne de frango deve atingir 15,400 milhões de toneladas em 2025, aumento de até 30% em comparação com as 14,972 milhões de toneladas de 2024. Para 2026, a expectativa é de 15,700 milhões de toneladas, crescimento de 2%.

As exportações deverão somar até 5,200 milhões de toneladas neste ano, ligeira queda de 2% em relação a 2024. Em 2026, a projeção é de 5,500 milhões de toneladas exportadas, alta de 5,8%.

No mercado interno, a disponibilidade poderá alcançar 10,200 milhões de toneladas em 2025, contra 9,678 milhões em 2024, aumento de 5,4%. Assim, o consumo per capita deverá avançar de 45,5 kg por habitante em 2024 para 47,8 kg em 2025, mantendo-se nesse patamar em 2026.

O ano foi marcado pela superação da maior crise da história do setor de aves, com a identificação de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em uma granja comercial. A situação foi pontual e já superada (…). Por outro lado, a produção segue fortalecida graças a um mercado interno demandante, com o consumo per capita retomando patamares históricos em torno de 47 quilos”, avaliou Santin.

Recordes na suinocultura

No caso da carne suína, a produção deve alcançar 5,450 milhões de toneladas em 2025, alta de 2,7% sobre as 5,305 milhões de toneladas registradas em 2024. As exportações podem atingir 1,450 milhão de toneladas neste ano, aumento de 7,2% frente a 2024.

A disponibilidade interna está projetada em cerca de 4 milhões de toneladas em 2025, crescimento de 1,2% em comparação com o ano anterior. O consumo per capita deverá passar de 18,6 kg por habitante em 2024 para 19 kg em 2025.

A suinocultura do Brasil deverá registrar novos patamares de produção, consumo e exportações em 2025, todos em níveis recorde. Neste cenário, a reconfiguração do mercado para as exportações do Brasil, com a liderança das Filipinas e a ascensão do México, Singapura e nações da América do Sul, deverão reforçar a posição brasileira no ranking mundial”, expressou Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 453 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 16,4% em julho em relação a junho

Por Jonathan da Silva 08/08/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango — incluindo produtos in natura e processados — totalizaram 399,7 mil toneladas em julho de 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgados nesta quinta-feira (7). O número representa uma alta de 16,4% em relação ao volume embarcado em junho (343,4 mil toneladas), embora ainda seja 13,8% inferior ao registrado no mesmo mês de 2024, quando o país exportou 463,7 mil toneladas.

A receita com as exportações de julho alcançou US$ 737,8 milhões, valor 15,8% superior ao de junho (US$ 637 milhões), mas 17% menor que o obtido em julho do ano passado (US$ 889,2 milhões).

Avaliação do setor

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o resultado reflete a retomada gradual de mercados que haviam suspendido as importações após um caso isolado de Influenza Aviária. “Houve um notável restabelecimento do comércio com grande parte das nações que haviam suspendido as importações diante da ocorrência isolada e já superada de Influenza Aviária em uma granja comercial. Comparativamente, são mais de 50 mil toneladas adicionadas ao nosso fluxo, número que deverá se expandir nos próximos meses com a consolidação das tratativas e a reabertura de todos os mercados”, afirmou Santin.

Acumulado do ano

Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou 3 milhões de toneladas de carne de frango, volume 1,7% inferior ao do mesmo período de 2024 (3,052 milhões de toneladas). A receita no acumulado, no entanto, apresentou alta de 1,5%, chegando a US$ 5,609 bilhões ante US$ 5,525 bilhões no ano anterior.

Principais mercados

Os Emirados Árabes Unidos lideraram as compras em julho, com 51,7 mil toneladas, aumento de 33,6% em comparação ao mesmo mês de 2024. Em seguida aparecem Japão (42,9 mil toneladas, -9,3%), México (36,4 mil toneladas, +45,6%), Arábia Saudita (31,4 mil toneladas, +19,7%), Angola (16,1 mil toneladas, +68,7%), Singapura (13,6 mil toneladas, +8,8%), Reino Unido (12,7 mil toneladas, +84,3%), Kwait (11,6 mil toneladas, +13,3%), Gana (10,9 mil toneladas, +131,1%) e Hong Kong (10,2 mil toneladas, +72,5%).

Estados exportadores

O Paraná manteve a liderança entre os estados exportadores, com 152,1 mil toneladas embarcadas em julho, apesar da queda de 19,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na sequência aparecem Santa Catarina (95,3 mil toneladas, -7,6%), Rio Grande do Sul (46,2 mil toneladas, -22,5%), São Paulo (26,8 mil toneladas, +3,8%) e Goiás (22,8 mil toneladas, +4,2%).

Foto: Jcomp/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2025 0 Comentários 337 Visualizações
Variedades

ABPA leva exposição sobre a avicultura e suinocultura brasileiras para evento no Japão

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) levará, de 11 a 13 de agosto, uma exposição sobre a avicultura e a suinocultura do Brasil ao Pavilhão Brasileiro da Expo Osaka 2025, no Japão. A iniciativa, realizada em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), tem como objetivo apresentar a cadeia produtiva brasileira por meio de fotos, vídeos e publicações institucionais.

Entre os materiais exibidos estarão os livros “Da Nossa Mesa para a Sua Mesa”, “A Força da Terra” e o “Livro Halal”, que abordam aspectos sociais, econômicos e culturais das proteínas brasileiras. A curadoria é da própria ABPA, que também busca evidenciar a sustentabilidade e a qualidade dos alimentos produzidos no país.

Iniciativa integra programação oficial do pavilhão brasileiro

A ação integra a programação oficial do espaço brasileiro na Expo Osaka, coordenado pela ApexBrasil e promovido em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Governo Federal.

Presidente da ABPA estará presente no evento

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará da programação no Japão, acompanhado da coordenadora de promoção comercial da entidade, Nayara Dalmolin. Santin destaca que o mercado japonês é um dos mais tradicionais parceiros da proteína animal do Brasil. “Queremos reforçar a história das relações do povo japonês com a produção brasileira, seja como consumidores mas também como produtores, lembrando que grande parte da cadeia agroindustrial é formada por imigrantes japoneses, do campo à agroindústria”, comentou o dirigente.

Ingressos para a Expo estão disponíveis online

A entrada na Expo Osaka 2025 é restrita a visitantes com ingressos adquiridos pelos canais oficiais do evento, em expo2025.or.jp/en.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 367 Visualizações
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