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Majestic Drinks celebra quatro anos com programação especial em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Majestic Drink, em São Leopoldo, celebra quatro anos de funcionamento com uma programação musical entre os dias 4 e 6 de setembro, sexta-feira a domingo. As comemorações serão no pub localizado na Rua Independência, com apresentações de DJs, cantor e banda, além de uma apresentação surpresa de uma artista drag. A programação também contará com o lançamento de um novo cardápio de drinks autorais, elaborado para marcar o aniversário do estabelecimento.

A programação começa na sexta-feira, 4 de setembro, às 19h, com o Majes Palooza, evento que terá o DJ Vitório no comando da música. A proposta é reunir diferentes gêneros musicais em uma programação inspirada em festivais de música pop. O público será convidado a utilizar looks de festival, que serão premiados, e receberá óculos, glitter e shots.

No sábado, 5 de setembro, também às 19h, será realizada a Virada Majes, com apresentações da DJ Berté e do cantor e guitarrista Dudu Arud. A programação marca oficialmente os quatro anos de funcionamento do pub.

No domingo, 6 de setembro, véspera de feriado, a programação será realizada também na área externa. A calçada em frente ao estabelecimento será fechada para a realização das atividades. O DJ Ricktocadisco apresentará repertório de pop, dance, house, remixes de música brasileira e outros gêneros. Também haverá apresentação do cantor Zé Ramos e Banda, com sonoridade nordestina, além de uma apresentação surpresa de uma artista drag.

Programação destaca novo cardápio

Os drinks autorais fazem parte da trajetória do Majestic. O casal Vanessa Clós Da Vida e Sérgio Rodrigues, conhecido como chef Serjão, iniciou as atividades do negócio em 2021, inicialmente pelo sistema de delivery.

Para marcar o aniversário de quatro anos, o estabelecimento preparou o cardápio Drink Pop, com nove opções de drinks. Segundo os responsáveis, as receitas foram desenvolvidas com foco em bebidas mais leves e de preparação mais ágil.

Entre as opções está o Drink Pop Gag de Lá Gag, preparado com limão, xarope de hibisco, vodka, xarope de açúcar e água com gás. “Este aniversário não é apenas nosso e sim dos nossos clientes que se tornaram grandes amigos e de muitas pessoas que estão conosco desde o início”, afirma Vanessa.

História do Majestic

O Majestic Drink abriu as portas em 7 de setembro de 2021, na Rua Independência, 1241, em São Leopoldo. Antes da abertura do espaço físico, os responsáveis atendiam clientes por meio de delivery, festas particulares e eventos de rua. “Sentimos a necessidade de acolher nossos clientes do delivery, das festas particulares e dos eventos de rua, que há anos prestigiam nosso trabalho. Eles vinham buscar seus drinks e acabavam ficando, mesmo sem a estrutura merecida”, lembra Vanessa.

Ao longo dos quatro anos, o estabelecimento também passou a realizar atividades relacionadas à diversidade. Entre elas está o Domingay, cuja primeira edição ocorreu em novembro de 2022 e passou a ocupar as tardes de domingo no centro da cidade. O evento reúne famílias, crianças, jovens e adultos com música e apresentações de artistas drag. “Sempre incentivamos um ambiente de respeito ao próximo, que reverbera entre nossos clientes”, afirma Sérgio.

Atuação na gastronomia

Sérgio Rodrigues da Silva Júnior, conhecido como chef Serjão, atua há mais de 15 anos no setor de gastronomia. Natural de São Leopoldo, iniciou a carreira profissional em Florianópolis, Santa Catarina.

Além do Majestic Drink, o chef também é responsável pelo Majestic Eventos, que oferece serviços de gastronomia e festivais de drinks para eventos. Ao longo da carreira, recebeu premiações relacionadas à gastronomia e aos drinks.

Serviço

  • O quê: Majestic 4 Anos
  • Quando: 4, 5 e 6 de setembro, a partir das 19h
  • Onde: Majestic Drink (Rua Independência, 1241, São Leopoldo)
Programação
  • 4 de setembro: Majes Palooza, com DJ Vitório
  • 5 de setembro: Virada Majes, com DJ Berté e Dudu Arud
  • 6 de setembro: DJ Ricktocadisco, Zé Ramos e Banda e apresentação surpresa
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 75 Visualizações
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Icehot inaugura nova sede em Bento Gonçalves e amplia capacidade produtiva

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Icehot, empresa de Bento Gonçalves especializada em soluções de hidratação para espaços públicos, inaugurou uma nova sede industrial e administrativa na cidade após registrar crescimento de 48,5% no primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025. A nova estrutura amplia em 167% a capacidade de fabricação da empresa, que passa de 30 para 80 equipamentos por mês. O espaço foi planejado para sustentar a expansão no mercado brasileiro e preparar a internacionalização da marca, inicialmente com foco em países da América Latina.

A nova unidade reúne fábrica, engenharia, pesquisa e desenvolvimento, setores administrativos e atendimento. O complexo possui quase 2 mil metros quadrados, substituindo a estrutura anterior, de aproximadamente 400 metros quadrados.

Com a mudança, a Icehot passou a verticalizar praticamente todo o processo produtivo. A empresa incorporou à unidade as etapas de corte, dobra, solda, refrigeração, montagem, engenharia, pesquisa e desenvolvimento e fabricação dos painéis de LED utilizados nas estações de hidratação.

Também foram criados espaços destinados à personalização dos equipamentos, estoque de componentes, manutenção, embalagem e desenvolvimento de novos produtos. A estrutura atual permite uma produção futura superior a 200 equipamentos mensais sem a necessidade de uma nova expansão física.

Segundo o sócio-fundador da Icehot, Alex Sander da Rosa, a nova sede faz parte do planejamento para a próxima fase da empresa. “Este investimento prepara a Icehot para uma nova fase de crescimento. Com a nova estrutura, ampliamos nossa capacidade produtiva, aceleramos a inovação e controlamos todo o processo de fabricação. Queremos construir um legado de saúde e sustentabilidade por meio do acesso à água de qualidade”, comenta da Rosa.

A verticalização, conforme a empresa, deve contribuir para a eficiência operacional, redução dos prazos de entrega, ampliação das possibilidades de personalização e implementação de melhorias tecnológicas nos equipamentos.

Expansão nacional e internacional

Fundada em 2018 pelos empreendedores Alex Sander da Rosa e Samuel Panta, a Icehot iniciou suas atividades com a proposta de desenvolver o conceito de estações de hidratação urbana no Brasil e ampliar o acesso gratuito à água potável em espaços públicos.

A primeira estação foi instalada em abril de 2018, em Venâncio Aires, depois que a empresa apresentou o projeto a 43 municípios até conquistar o primeiro cliente. Atualmente, a companhia possui mais de 1.300 estações instaladas em mais de 600 municípios de 22 estados brasileiros.

Os próximos objetivos incluem ampliar a presença para os 26 estados e iniciar a operação em mercados latino-americanos, levando a tecnologia desenvolvida em Bento Gonçalves para outros países da região.

Mudanças no modelo de negócios

A trajetória da empresa também passou por mudanças durante a pandemia, quando o faturamento caiu mais de 50% em razão da paralisação das instalações já contratadas.

Em 2023, ao completar cinco anos, a Icehot ampliou o portfólio e deixou de trabalhar exclusivamente com locação das estações, passando também a comercializá-las. Em 2025, iniciou a primeira linha própria de montagem e, com a nova sede, completou o processo de verticalização da produção.

A empresa também dobrou o número de colaboradores em relação ao ano anterior e ampliou as equipes de engenharia, comercial, marketing, atendimento e gestão.

Uso das estações

As soluções da Icehot são utilizadas por cooperativas de crédito, companhias de saneamento, empresas, órgãos públicos e grandes eventos. Atualmente, os equipamentos registram cerca de 6,5 milhões de utilizações por mês e distribuem aproximadamente 3,25 milhões de litros de água mensalmente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 59 Visualizações
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Jasmine da Pitanga é avaliada em R$ 567 mil após venda na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A terneira Braford Jasmine da Pitanga foi avaliada em R$ 567 mil após a negociação de 33% de sua propriedade por R$ 189 mil durante o I Leilão Legado: Estância Bela Vista e Genética Vacacaí, realizado na 49ª Expointer, em Esteio. O valor estabeleceu um recorde de valorização da raça Braford no Brasil. O negócio foi fechado em 30 parcelas de R$ 6,3 mil e ocorreu no Parque de Exposições Assis Brasil, reunindo criadores e investidores interessados em genética da raça.

A negociação também marcou a entrada de um novo sócio na propriedade da fêmea. De acordo com a representante da Fazenda Pitanga, Bruna Obaldia Antoniazzi, o comprador já acompanhava o trabalho genético desenvolvido pelas duas cabanhas envolvidas no remate. “Disponibilizamos um terço dela e agregamos outro sócio. O Juliano é um grande parceiro das duas cabanhas e alguém que acredita na nossa genética. Agora somos três proprietários desse animal”, afirmou Bruna.

Genética

Jasmine da Pitanga conquistou o título de Grande Campeã Terneira no Mundial Braford realizado no Brasil em 2025. Desde então, a fêmea passou a ser utilizada como doadora de embriões. A linhagem também é considerada pelos proprietários no trabalho reprodutivo, já que a avó e a mãe de Jasmine também foram utilizadas como doadoras.

A terneira ainda apresenta resultados de avaliação genética no PampaPlus, programa de seleção das raças Hereford e Braford. Segundo Bruna, Jasmine está entre os 0,1% superiores para todas as características de crescimento avaliadas pelo programa. “Ela consegue reunir os resultados em pista, o genótipo, uma árvore genealógica muito sólida, uma régua de DEPs impecável e dados de coleta. É uma grande doadora e acreditamos muito nessa vaca”, explicou a representante da Fazenda Pitanga.

Para os proprietários, a avaliação de R$ 567 mil considera os resultados obtidos em exposições, a genealogia, o desempenho genético e a capacidade reprodutiva da fêmea.

Leilão

Além de Jasmine, o remate teve outros negócios envolvendo animais da raça. A terneira Krystal foi a mais valorizada do leilão, com negociação de R$ 432 mil. Considerando todos os animais comercializados, a média alcançada foi de R$ 73 mil.

A titular da Estância Bela Vista, Celina Maciel, relatou a participação de compradores de diferentes estados e de novos criadores interessados em genética Braford. “Tivemos a casa cheia, com muitos investidores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, pessoas buscando genética, animais de elite e doadoras, além de novos criadores. Foi um remate muito concorrido e com expressiva presença de público”, afirmou Celina.

O Leilão Legado reuniu a Estância Bela Vista e a Genética Vacacaí, duas cabanhas dedicadas à criação de Braford. Segundo Celina, o nome do evento foi escolhido em referência à trajetória dos dois criatórios na raça. “Resolvemos fazer o Leilão Legado buscando essa união das duas cabanhas. A procura e os resultados que tivemos na pista de vendas mostraram a resposta do público”, acrescentou a titular.

O criador da Genética Vacacaí, Raul Southall, também relacionou o resultado à participação de novos investidores e criadores. “Conseguir fazer eventos assim nos permite trazer novos criadores para o Braford e disponibilizar genética no mercado. Foi um momento histórico para a raça pelos valores alcançados e pela qualidade dos animais apresentados”, comentou Southall.

Novo quadro de proprietários

Com a negociação, o Rincão Fornasaro, a Fazenda Pitanga, a Genética Vacacaí e o novo sócio passam a compartilhar a propriedade e o trabalho reprodutivo de Jasmine. A fêmea seguirá sendo utilizada como doadora de embriões pelos proprietários. “Nosso sonho continua com a Jasmine agora como uma grande mãe, reproduzindo essa genética para os seus três proprietários”, pontuou Bruna.

Foto: Gustavo Rafael/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 93 Visualizações
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Olivicultura brasileira prevê safra menor em 2027

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A produção brasileira de azeite extravirgem alcançou 1,434 milhão de litros em 2026, mas a expectativa do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) é de uma redução na safra de 2027. O cenário foi apresentado nesta segunda-feira (31), durante coletiva de imprensa na 49ª Expointer, em Esteio. Segundo a entidade, a previsão de uma primavera com chuvas no Rio Grande do Sul pode afetar a próxima colheita, enquanto o setor busca reduzir as oscilações produtivas por meio de pesquisa, tecnologia e aprimoramento do manejo.

A cadeia nacional reúne mais de 620 produtores e 77 lagares em operação, distribuídos por cerca de 280 municípios de oito estados. O Rio Grande do Sul foi responsável por 81% da produção nacional de 2026 e concentra a maior área cultivada, com aproximadamente 7,1 mil hectares, o equivalente a cerca de 69% dos 10,3 mil hectares de oliveiras plantados no país.

Produção gaúcha

Atualmente, o Ibraoliva reúne 390 olivicultores em cerca de 120 municípios do Rio Grande do Sul. Entre os principais municípios estão Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé e Cachoeira do Sul. De acordo com o presidente do Ibraoliva, Flávio Obino Filho, essas localidades concentram parte da infraestrutura de processamento e vêm incorporando novas tecnologias.

O desempenho de 2026 vem após duas safras afetadas pelo excesso de chuvas. Para o instituto, o aumento da produção, diante de uma área plantada relativamente estável, indica que fatores como manejo, adaptação às condições climáticas e melhorias nas etapas de colheita e processamento também contribuíram para o resultado.

Pesquisa e tecnologia

Com a possibilidade de uma primavera mais chuvosa no estado, o Ibraoliva trabalha com a perspectiva de uma produção menor em 2027. A entidade pretende ampliar a pesquisa para diminuir as variações de produtividade entre as safras e aumentar a estabilidade da produção. “Vamos ampliar a pesquisa para reduzir as oscilações na produção. Nós temos que acabar com essa montanha-russa e precisamos ter uma estabilidade produtiva. Por isso, estamos cada vez mais aliados à tecnologia e às universidades como a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas”, afirmou Flávio Obino Filho.

Fiscalização

O Ibraoliva também informou que continuará acompanhando a fiscalização de azeites importados realizada pelo Ministério da Agricultura. Em agosto deste ano, laudos apontaram que algumas marcas de produtos estrangeiros comercializados com identificação de azeite extravirgem não atendiam aos padrões da categoria.

Em março de 2025, o governo brasileiro zerou a alíquota de importação do azeite extravirgem, enquanto manteve em 9% a alíquota aplicada ao azeite virgem.

Mercado

Para ampliar a presença do produto nacional no mercado, a entidade pretende desenvolver ações de divulgação do consumo e estimular a comercialização conjunta entre marcas. “Vamos ampliar ações de divulgação do consumo de azeite brasileiro e estimular a venda cooperativada entre marcas para aumentar a escala e melhorar a competitividade do produto nacional”, completou o presidente.

Outras regiões produtoras

A Serra da Mantiqueira, que abrange áreas de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é apontada como o segundo polo nacional de produção de azeite. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo são considerados Estados com potencial de expansão do cultivo e da produção de olivas no país.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 50 Visualizações
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Mostra reúne projetos de escolas agrícolas na Expointer

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Mostra de Ensino Técnico Agrícola (Meta) iniciou nesta segunda-feira (31) a apresentação de dez projetos desenvolvidos por estudantes de escolas técnicas agrícolas do Rio Grande do Sul durante a 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Os trabalhos estão expostos na Casa da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea) e foram selecionados entre cerca de 28 projetos encaminhados por 29 escolas. A iniciativa utiliza a iniciação científica como ferramenta de aprendizado e formação dos estudantes, aproximando-os de temas relacionados à inovação, tecnologia e resolução de problemas do agronegócio.

A Meta é coordenada pelo professor Carlos Fontoura e, devido à limitação de espaço para a exposição, foram estabelecidos critérios para selecionar os dez trabalhos apresentados na feira. Segundo o coordenador, cinco projetos do primeiro grupo apresentado nesta segunda-feira também estão sendo demonstrados no auditório central da Expointer nesta terça-feira (1º), a partir das 9h. Os demais integram a programação da mostra na Casa da Agptea. “Para nós é uma grata satisfação poder receber esses trabalhos. Eles demonstram o que os professores, os alunos e as escolas agrícolas fazem no seu dia a dia”, afirmou o coordenador.

Além da exposição na Expointer, os dez projetos selecionados terão a oportunidade de participar da Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada em outubro, na Fenac, em Novo Hamburgo. Para Fontoura, a pesquisa contribui para a aplicação de novas metodologias de ensino e para o desenvolvimento da capacidade de análise dos estudantes. “A educação hoje trabalha com metodologias ativas. A iniciação científica é uma das melhores ferramentas para trazer inovação, tecnologia e tornar o aluno um ser pensante”, destacou o professor.

Projetos desenvolvidos nas escolas

Entre os trabalhos selecionados estão pesquisas relacionadas a um alimentador automático com placa solar, ao cultivo sustentável de hortaliças, ao uso de biochar para transformar resíduos em sustentabilidade, ao desenvolvimento de um sucedâneo de lácteo para cordeiros e ao uso de defensivos e nutrientes alternativos na agricultura.

Fontoura também destacou a participação de estudantes de escolas técnicas agrícolas gaúchas em feiras científicas nacionais, como a Febrace, a Mostratec e a Febic, além de eventos realizados em diferentes regiões do país. Segundo ele, os resultados indicam a necessidade de investimentos na formação dos estudantes e na qualificação dos professores. “Se a gente investir nessa juventude e na qualificação dos nossos professores, teremos resultados cada vez melhores”, afirmou o coordenador.

A Meta é desenvolvida durante todo o ano, com acompanhamento das escolas e dos projetos. “É um trabalho contínuo, de formação em serviço, de mentoria e de visita às escolas durante o ano inteiro. A gente conhece esse potencial e tem a oportunidade de trazê-lo para o grande público”, explicou Fontoura.

Pesquisa como ferramenta pedagógica

A participação na Expointer permite que os projetos desenvolvidos nas escolas sejam apresentados ao público que visita a feira agropecuária. Para Fontoura, a exposição também amplia o contato da sociedade com a produção científica realizada nas escolas técnicas agrícolas. “Trazer esse trabalho para a Expointer é uma grata satisfação e sempre um motivo de alegria. É a oportunidade de mostrar o potencial das nossas escolas agrícolas para a sociedade”, expressou o coordenador.

O presidente da Agptea, Fritz Roloff, afirmou que a realização da Meta durante a Expointer amplia a exposição dos projetos e permite apresentar diferentes áreas de pesquisa desenvolvidas pelos estudantes. “Mais uma vez a Agptea está abrindo a casa aqui na Expointer, trazendo projetos de pesquisa e de inovação na área agrícola. E, neste ano, temos uma variedade de temas que abrangem tanto a pesquisa e a tecnologia quanto questões relacionadas ao meio ambiente e ao fazer pedagógico”, reforçou Roloff.

Para o presidente da entidade, a pesquisa científica também pode ser utilizada como ferramenta pedagógica para ampliar a participação dos estudantes no processo de aprendizagem. “É uma ferramenta fundamental que o professor tem na mão para incentivar cada vez mais seus alunos, para que eles deixem de ser meros assistentes de aula e sejam protagonistas, aqueles que vão justamente buscar o conhecimento”, pontuou Roloff.

O presidente da Agptea também destacou a necessidade de os estudantes não apenas receberem informações, mas conseguirem organizar, interpretar e aplicar os conhecimentos adquiridos.

O conhecimento está aí. Depende da sistematização que o aluno consiga fazer, para que não seja só uma reprodução de conteúdos, mas realmente uma participação na vida, para que possa aproveitar esse conhecimento e trazer para o seu cotidiano melhorias, principalmente para o seu futuro”, afirmou Fritz Roloff.

Foto: Tamires de Moraes/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 67 Visualizações
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Asilo Padre Cacique precisa de doações de leite zero lactose

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Asilo Padre Cacique, em Porto Alegre, está com o estoque de leite zero lactose totalmente zerado e tem solicitado doações para atender moradores que possuem restrição à lactose. O produto faz parte da rotina alimentar dos idosos que necessitam de dieta específica e pode ser entregue diretamente na sede da instituição, no bairro Menino Deus. A mobilização busca garantir a reposição do estoque e manter o atendimento às necessidades alimentares dos moradores.

O leite zero lactose é utilizado na alimentação dos idosos que possuem restrição à lactose. Com a ausência do produto em estoque, o Asilo Padre Cacique busca mobilizar pessoas, empresas, parceiros e apoiadores para realizar a reposição. “O leite zero lactose é indispensável para alguns dos nossos moradores e, hoje, não temos nenhuma unidade em estoque. Toda doação, independentemente da quantidade, será muito importante para conseguirmos atender essa necessidade”, afirmou o presidente do Asilo Padre Cacique, Edson Brozoza.

Local para entrega

As doações podem ser entregues diretamente na sede do Asilo Padre Cacique, localizada na Avenida Padre Cacique, 1178, bairro Menino Deus, em Porto Alegre. O recebimento de donativos ocorre todos os dias, das 7h às 20h.

Mais detalhes sobre a entrega de doações podem ser obtidos diretamente com a instituição. Também é possível consultar orientações sobre como ajudar pelo site Doe Carinho, em doecarinho.com.br/play.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 50 Visualizações
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Agroindústrias de Canela participam da Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

Quatro agroindústrias de Canela estão participando da 49ª Expointer, realizada desde sábado (29), até 6 de setembro, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A Queijaria Alvorada Missioneira, o Sítio das Goiabeiras, a Flor de Canela e o Morro Calçado levam à feira produtos artesanais produzidos no interior do município, com itens como queijos, doce de leite, geleias e mel. A participação permite a exposição e a comercialização da produção da agricultura familiar de Canela para visitantes de diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Durante a feira, as quatro agroindústrias comercializam produtos coloniais produzidos no município. Entre os itens estão queijos, doce de leite, geleias e mel, além de outros produtos elaborados pela agricultura familiar.

Foto: Júlio Dias/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 45 Visualizações
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Hub Agro recebe programação de inovação durante a Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Hub Agro, mantido pela Prefeitura de Esteio e pela Universidade Feevale no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, receberá uma programação do Terra da Inovação voltada a temas relacionados ao agronegócio nesta terça-feira, 1º de setembro. A partir das 14h, serão realizados debates sobre bovinocultura leiteira, bubalinocultura, financiamento e acesso a crédito, com participação do curso de Medicina Veterinária da Universidade Feevale. As atividades integram a programação da 49ª Expointer e têm o objetivo de promover conexões entre inovação, tecnologia, empreendedorismo e agronegócio.

A programação desta terça-feira começa com o debate “Entre propriedades e pessoas: um olhar sobre a bovinocultura leiteira no Vale do Paranhana”. Na sequência, serão realizados os debates “Do campo à ciência: inovação e perspectivas para a bubalinocultura” e “Financiamento e acessos a crédito”.

As atividades fazem parte do Terra da Inovação, programação que teve início no sábado (29), durante cerimônia de lançamento realizada no Hub Agro. As ações seguem até domingo, 6 de setembro, quando termina a 49ª Expointer.

A programação foi apresentada pela diretora de Inovação da Universidade Feevale, Manuela Bruxel, e está disponível no site da instituição. Durante a Expointer, o Hub Agro recebe o público diariamente, das 8h às 20h, com atividades relacionadas a inovação, negócios, conhecimento e networking.

Parceria entre universidade e poder público

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a parceria com a Prefeitura de Esteio e a participação de diferentes instituições na programação. “Esse evento, Terra da Inovação, tem tudo a ver com o agro. A programação ao longo da Expointer destaca ações de inovação, tecnologia e empreendedorismo, em uma parceria junto com a Prefeitura, com a Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia e com vários parceiros que vão utilizar este espaço para essas discussões”, ressaltou da Rosa.

O prefeito de Esteio, Felipe Costella (PL), também abordou a função do Hub Agro, inaugurado em 2024 com o objetivo de fomentar empresas e profissionais voltados à criação de soluções para o agronegócio. “O Hub Agro está aqui para que possamos construir soluções e trazer ideias. “Queremos fazer as melhores entregas e ofertar os melhores serviços para aqueles que depositam a confiança não só no poder público, mas também no trabalho da universidade e da iniciativa privada”, afirmou o chefe do executivo local.

Presenças na cerimônia

Também participaram da cerimônia de lançamento o presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Marcelo Clark Alves; o superintendente executivo da Feevale, Roberto Sarquis Berté; o prefeito de Glorinha, Leonardo Carvalho; a diretora de Educação a Distância da Universidade Feevale, Isabel Cristina Cezar da Rosa; a diretora de Marketing e Relacionamento, Cláudia Beretta; a chefe de Gabinete da Prefeitura de Esteio, Roberta Szczepaniak; e a chefe de Gabinete da Feevale, Isabela Guzzon, entre outros participantes.

Hub Agro na Expointer

O Hub Agro está localizado no Parque de Exposições Assis Brasil, ao lado da Casa de Esteio, e é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Esteio e a Universidade Feevale. Durante a Expointer, o espaço recebe atividades voltadas à integração entre academia, poder público e iniciativa privada para o desenvolvimento do setor agropecuário.

Nesta edição, o Terra da Inovação busca promover conexões entre startups, pesquisadores e empresários. O espaço é utilizado para debates, apresentações de projetos tecnológicos e ações de networking.

A iniciativa também reúne representantes do governo, da academia, da iniciativa privada e da sociedade civil, em uma proposta de integração da chamada quádrupla hélice. O objetivo é estabelecer um canal para a validação de novas tecnologias e modelos de negócios direcionados à modernização das cadeias produtivas locais.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 89 Visualizações
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Mangalarga define grandes campeões na Expointer

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A égua Othina da Piratininga, da Fazenda Utopia, de Cambará do Sul, foi escolhida Grande Campeã da raça Mangalarga na 49ª Expointer. Além disso, o cavalo Egito da Braido (TE), do Haras Schmitz, de Gravataí, recebeu o título de Grande Campeão entre os machos. O julgamento ocorreu em duas etapas, com a avaliação de Morfologia iniciada no sábado e a etapa de Andaduras realizada posteriormente. As notas das duas avaliações foram somadas para definir os vencedores.

Cinco animais participaram da etapa de Andaduras e foram avaliados pelo jurado do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga, Hugo Lipp Farias. Os animais já haviam passado pela avaliação morfológica no primeiro dia da 49ª Expointer, quando foram observadas características relacionadas à estrutura física.

O jurado do Núcleo Riograndense de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga, Hugo Lipp Farias, explicou que acompanha os animais durante cerca de uma hora antes de emitir o parecer. “Nesta uma hora a gente vê a regularidade do cavalo, a comodidade do cavalo, a constância do cavalo, o equilíbrio do cavalo, e se o cavalo está andando sempre no mesmo padrão, que seria a regularidade. E a comodidade quando a gente monta em cima”, detalhou Farias.

Na avaliação morfológica, o jurado observa aspectos relacionados à conformação e à estrutura dos animais. “A gente vai fazendo um raio-x, observando amplitude de costela, ossatura, e vendo o curvilhão”, completou Farias.

Segundo o jurado, a estrutura óssea e o curvilhão têm importância na avaliação por se tratar de uma raça que permanece em movimento por períodos prolongados. O curvilhão corresponde à região do calcanhar das patas traseiras.

Grandes campeões

A Grande Campeã da Expointer foi a égua Othina da Piratininga, da Fazenda Utopia, de Cambará do Sul, de propriedade de Elisandra Aguiar da Cruz. Entre os machos, o Grande Campeão da Raça foi Egito da Braido (TE), do Haras Schmitz, de Gravataí, de propriedade de Christian Schmitz.

Foto: Ieda Risco/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 66 Visualizações
Variedades

Casa do Artesão de Campo Bom completa 10 anos

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Casa do Artesão Silvia Reichert, em Campo Bom, estará completando 10 anos de atividades no dia 17 de setembro. Para marcar a data, o espaço promoverá, a partir das 9h, um momento comemorativo com a presença de convidados e um bolo. Atualmente, cerca de 70 artesãos do município estão ligados ao local, onde duas associações comercializam seus produtos: a Aartebom, que possui mais de 30 anos de atividades, e a Quatro Colônias, com 15 anos de existência.

A Casa do Artesão Silvia Reichert funciona como espaço para exposição e comercialização dos produtos confeccionados pelos artesãos, além de possibilitar a troca de experiências e o compartilhamento de conhecimentos entre os integrantes da categoria.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Régis Thoen, reconhece o papel do espaço para os artesãos do município, que utilizam o local para apresentar e comercializar seus trabalhos e também para a troca de experiências e saberes.

A Casa do Artesão está localizada na Rua Ernesto Dornelles, 31, esquina com a Avenida Adriano Dias. O espaço é coordenado por Ieda Lauxen.

Horários de atendimento

A Casa do Artesão funciona de segundas a quintas-feiras, das 12h às 18h. Às sextas-feiras, o atendimento ocorre das 8h30 às 17h30, sem fechamento ao meio-dia. Aos sábados, o espaço abre das 8h30min às 11h30min.

Além da Casa do Artesão Silvia Reichert, Campo Bom conta com a Associação dos Artesãos do Bairro Operária. Atualmente, a entidade expõe seus produtos nas bancas do Largo Irmãos Vetter, junto com a Aartebom e a Quatro Colônias.

As bancas do Largo Irmãos Vetter funcionam às quartas, quintas e sextas-feiras, das 13h30min às 17h30min, e aos sábados, das 8h30min às 16h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 57 Visualizações
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