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Saúde

Saúde

HU prepara o II Simpósio de Segurança do Paciente

Por Amanda Krohn 20/09/2022
Por Amanda Krohn

Em reflexão ao Dia Mundial da Segurança do Paciente, comemorado em 17 de setembro, o Hospital Universitário de Canoas (HU) prepara o II Simpósio de Segurança do Paciente. O evento, que acontece de 21 a 23 de setembro, está com inscrições abertas. Organizado pela equipe do Serviço de Epidemiologia e Gestão de Risco (SEGER) do HU, gratuitamente, funcionários do complexo hospitalar e público externo podem garantir participação pelo formulário.

Conforme a coordenadora do SEGER do HU, Mara Paula Gomes Xavier, toda a preocupação com a segurança do paciente segue seis metas estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde: 1- Identificação correta do paciente; 2- Comunicação efetiva entre profissionais da saúde; 3- Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos; 4- Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimentos e pacientes corretos; 5- Higienizar as mãos para evitar infecções e 6- Reduzir o risco de quedas e lesão por pressão. “Para o II Simpósio de Segurança do Paciente, minha expectativa é mobilizar os funcionários e convidados para refletir sobre a importância das medidas de segurança”, pontua Mara.

Programação

21/09

10h – Abertura do Evento

Coordenadora do SEGER, Mara Paula Gomes Xavier

Diretora assistencial, Luciana Feldens

Diretora-Geral, Ana Paula Macedo

Diretor Técnico, Paulo Nader

Interventora: Juceila Dall´Agnol de Lacerda

10h30 – Palestra Identificação do Paciente – Enfermeira do HPS de Porto Alegre, Renata Machado Brasil

14h – Palestra Comunicação Efetiva – Palestra Comunicação Efetiva – Coordenadora do Serviço de Nutrição do HU, Mara Rosane Ramos Evangelho

22/09

10h – Palestra Higiene das Mãos – Graduanda de Enfermagem do Hospital Moinhos de Vento, Renata Feil Klafke

11h – Palestra Cirurgia Segura – Enfermeiro Coordenador do Centro Cirúrgico, Hemodinâmica e Agendamento Cirúrgico do HU, Jeferson Marques Bento

14h – Palestra Segurança no Uso de Medicamentos – Farmacêutico e professor, João Victor Laureano.

23/09

10h – Palestra Prevenção de Lesão por Pressão – Enfermeira e Coordenadora do Grupo de Pele do HU, Raquel Benz

15h – Palestra Risco de Queda – Enfermeira e professora da Ulbra, Natália Mello.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/09/2022 0 Comentários 458 Visualizações
Saúde

Santa Cruz terá ação de conscientização para prevenção do câncer de colo de útero

Por Amanda Krohn 17/09/2022
Por Amanda Krohn

Uma ação de conscientização para prevenção do câncer feminino pretende mobilizar os santa-cruzenses no sábado, 24. Promovido pela Associação de Prevenção do Câncer de Colo do Útero (Apcolu), em parceria com o Grupo de Mulheres Associação Comercial e Industrial (ACI) e apoio de outras entidades, o evento vai ocorrer na praça Getúlio Vargas, das 9 às 12 horas, com foco na orientação e conscientização da comunidade sobre a importância da prevenção. A iniciativa integra o mês de conscientização do câncer ginecológico.

Um dos principais pontos a serem abordados será o incentivo à vacinação, que é a esperança para erradicação da doença. A vacina é segura e está disponível na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de nove a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Na rede privada, pode ser aplicada de nove a 25 anos em pessoas do sexo masculino e nove a 45 anos para o sexo feminino. O evento também dará orientações contra a doença, como por exemplo, para a importância do diagnóstico rápido e formas de tratamento.

Sobre a doença

O câncer de colo de útero é a quarta doença que mais mata mulheres no mundo. O principal fator de risco para o surgimento é a exposição ao vírus do HPV. Inicialmente a infecção causada começa sem sinais aparentes, mas pode evoluir para lesões na pele e nas mucosas. Sem tratamento correto, as lesões podem se transformar em câncer, principalmente no colo do útero.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS), com o apoio no Brasil da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, lançou uma campanha que pretende erradicar a doença em até 10 anos. Dentre as estratégias estão a vacina HPV em 90% das meninas de até 15 anos. – exame de diagnóstico HPV uma vez até os 35 anos e uma vez até 45 anos em 70% das mulheres; além do tratamento de 90% das mulheres com diagnóstico de lesões precursoras ou câncer.

Sobre a Apcolu

A Associação de Prevenção do Câncer de Colo do Útero foi criada em abril deste ano e tem a ginecologista Denise Müller como presidente. O objetivo é da Apcolu é disseminar por toda a região estratégias de prevenção e incentivar a vacinação para erradicar a doença. A entidade sem fins lucrativos reúne pessoas com o propósito de mudar a história da doença, planejando em um futuro sem o câncer do colo de útero.

Uma das primeiras ações da associação foi em março deste ano. Através de uma parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), por meio da Associação Pró-Ensino em Santa Cruz do Sul (Apesc), foram iniciados agendamentos de coleta de exame citopatológico do colo uterino para mulheres entre 25 a 64 anos, e que estiverem com os exames preventivos em atraso. O projeto é desenvolvido com apoio do Serviço Integrado de Saúde (SIS) da Unisc.

Foto: Eugênio Barreto | Fonte: Assessoria
17/09/2022 0 Comentários 574 Visualizações
Saúde

Hospital Universitário de Canoas organiza unidade de cuidados paliativos

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

Um espaço especial foi organizado no corredor do posto de atendimento B do oitavo andar do Hospital Universitário de Canoas (HU). Desde o início deste mês de setembro, começou a ser criada uma unidade para o projeto Toque + Paliativos/Terminalidade. Desenvolvido pela coordenação de enfermagem do complexo de saúde, a iniciativa busca garantir mais qualidade assistencial com equipe multidisciplinar para aqueles pacientes que precisam de cuidados diferenciados.

O projeto pensa no atendimento mais humanizado para os pacientes que precisam de cuidados paliativos diante de uma doença que ameace a vida ou que estejam vivendo o período chamado de terminalidade. “Neste segundo caso, é quando não existe mais cura para a doença e o paciente necessita uma atenção diferenciada com mais dignidade”, explica a enfermeira coordenadora da Unidade de Internação do HU, Silvana Rolim.  Inicialmente foram designados 10 leitos, divididos em cinco quartos, para pacientes em cuidados paliativos. Além disso, um espaço mais lúdico foi criado perto de uma janela para que os pacientes possam sair dos quartos e desfrutarem de uma vista diferenciada ao lado dos familiares.

Internada desde o dia 2 de setembro no HU, Irene Maria Machado da Silva, 74 anos, é uma das pacientes que foi transferida com a autorização dos familiares para a Unidade de Cuidados Paliativos. “Gostei da iniciativa, é bom ela poder sair do quarto e ter um espaço perto da janela para pegar um solzinho. Também acho fundamental ter orientação psicológica para os familiares”, explica Omar Machado da Silva, 49 anos, um dos filhos de dona Irene.

Direção acompanha implementação da iniciativa

Nesta unidade, além de oferecer cuidado multiprofissional com uma comunicação sensível e empática, será implementado um sistema de apoio para auxiliar a família a lidar com a doença do paciente e o luto. “Envolver os familiares no cuidado, diminuir o tempo de internação, evitar exames desnecessários, melhorar o atendimento aos pacientes, proporcionar momentos especiais; orientar quanto ao cuidado em casa, entre outras questões ganham atenção nesta Unidade”, observa a diretora assistencial, Luciana Feldens.

Com o acompanhamento da direção do HU e do médico nefrologista e coordenador do Serviço de Clínica Médica do hospital, Jayme Burmeister, o projeto Toque + Paliativos/Terminalidade conta com o empenho das enfermeiras Silvana Rolim e Eliane Cunha. Além disso, participam profissionais da fisioterapia, nutrição, serviço social e psicologia.

Para o doutor Jayme, cuidados paliativos são muito mais do que usar medicamentos para dor. “Envolvem um acolhimento carinhoso, empático e muito humanitário, para pacientes e familiares, valores que não podemos perder nestes tempos tão tecnológicos”, pontua. Ele ainda acrescenta: “como já disse a médica brasileira Ana Claudia Arantes no título de seu livro sobre este tema: a morte é um dia que vale a pena viver”.

Foto: Arthur Ghilardi/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 629 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo amplia oferta de vacinação a crianças e adolescentes contra meningite e HPV

Por Felipe Schwartzhaupt 13/09/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

Pais e responsáveis por crianças e adolescentes que precisam atualizar a Caderneta de Vacinação devem ficar atentos. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) anuncia a ampliação da oferta da vacina meningocócica ACWY (contra a meningite) para os adolescentes não vacinados entre 11 e 14 anos de idade e ampliação da oferta da vacina HPV4 entre os meninos de 9 a 14 anos.

Outro aspecto importante a se destacar é que a Campanha de Multivacinação, que se encerrou dia 9, foi prorrogada até o dia 30 de setembro. Assim, há chance para que todas as vacinas do calendário sejam colocadas em dia. O responsável pelo Setor de Imunizações da SMS, enfermeiro Edson Silva afirma que todas as unidades de saúde estão aptas a revisar a caderneta e orientar os pais e responsáveis, a partir desta quarta-feira, 14.

 

Lista das unidades de saúde do município:

 

Unidade Básica de Saúde Canudos

Endereço: Rua Sílvio Gilberto Christmann, 1451 – Bairro Canudos.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 20h.

Unidade Básica de Saúde Kunz

Endereço: Avenida General Daltro Filho,1595 – Bairro Hamburgo Velho.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Liberdade

Endereço: Rua Kurt Wacker, 14 – Bairro Liberdade.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Primavera

Endereço: Rua Boa Saúde, 618 – Bairro Primavera.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Rincão

Endereço: Rua Teobaldo Nicolau Bauer, 15 – Bairro Rincão.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Santo Afonso

Endereço: Rua Assunción, 85 – Bairro Santo Afonso.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 22h.

Unidade de Saúde da Família Boa Saúde

Endereço: Avenida Floresta nº 666, esquina com Rua 22 de Outubro – Bairro Boa Saúde.

Horário: Segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Getúlio Vargas

Endereço: Rua Bruno Werner Storck, 147 – Bairro Canudos.

Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Guarani

Endereço: Rua Demétrio Ribeiro, 1089 – Bairro Guarani.

Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Iguaçu

Endereço: Rua Dos Professores, 110 – Esquina com Bruno Werner Storck. – Bairro Vila Iguaçu – Canudos.

Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Kephas

Endereço: Rua Bernardo Ludwig, 196 – Bairro São José / Kephas.

Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Kraemer

Endereço: Rua Pedro José Treis, 711, no bairro São Jorge.

Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Kroeff

Endereço: Rua Arlindo Silveira Martins, 55 – Bairro Santo Afonso.

Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Liberdade

Endereço: Rua Miranda, 201 – Bairro Liberdade.

Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Lomba Grande

Endereço: Rua Victor Thiesen, 125 – Esquina com Odete Correia Schuck – Bairro Lomba Grande.

Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Morada dos Eucaliptos

Endereço: Rua Octavio Oscar Bender, 1000 – Bairro Canudos.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade de Saúde da Família Mundo Novo

Endereço: Rua João Nunes da Silva, 33 – Bairro Canudos.

Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 7h às 17h.

Terça-feira das das 7h às 12h.

Unidade de Saúde da Família Palmeira

Endereço: Rua Nazaré, 215 – Bairro Santo Afonso.

Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 17h.

Quartas-feiras das 7h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Petrópolis

Endereço: Rua Luxemburgo, 1570 – Bairro Petrópolis.

Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 17h.

Quinta-feira das 7h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Redentora

Endereço: Rua Tamoio, 585 – Bairro São José – Redentora.

Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira somente das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Rondônia

Endereço: Rua Bahia, 450 – Bairro Rondônia.

Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 07h às 12h.

Unidade de Saúde da Família Roselândia

Endereço: Rua Benjamin Altmayer, 455 – Bairro Roselândia.

Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família São Jorge

Endereço: esquina das ruas Anchieta e Jorge Schury – Bairro São Jorge.

Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira somente das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Rondônia II

Endereço: Rua Travessão, 2084, Rondônia.

Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira das 08h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Operário

Endereço: Rua São Marino, 88, Operário.

Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Casa de Vacina

Endereço: Av. Coronel Frederico Linck, 900 – Bairro Rio Branco.

Horário: segunda a sexta-feira das 08h às 18h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 445 Visualizações
Saúde

30 mil brasileiras por ano são diagnosticadas com câncer ginecológico

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 30 mil brasileiras são diagnosticadas com cânceres ginecológicos por ano, sendo mais comum o câncer do colo do útero em mulheres mais jovens e os tumores ovarianos e de corpo uterino naquelas acima de 50 anos. Ao longo do mês, a campanha Setembro em Flor alerta sobre a prevenção e conscientização dos cânceres que atingem o aparelho reprodutor feminino, composto pelo útero, ovário e endométrio. Indo além do câncer do colo do útero, doença que atinge 16.590 mulheres por ano, segundo o INCA, é fundamental também abrir os olhos para os tumores ginecológicos como um todo.

A oncologista Angélica Nogueira, do Grupo Oncoclínicas, comenta ainda que a vacinação é um fator importante e que não pode ser deixada de lado. “Mais de 90% dos casos do câncer do colo do útero estão ligados ao HPV. O câncer do colo do útero é uma das poucas neoplasias malignas que pode ser considerada uma doença amplamente evitável através da vacinação anti-HPV e/ou triagem adequada e tratamento das lesões precursoras, como preventivo de Papanicolau. No entanto, principalmente nas regiões do planeta de maior vulnerabilidade socioeconômica, milhares de mulheres morrem, desnecessariamente, vítimas da doença”

Desde 2014, a vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde no Brasil para meninas de 9 a 14 anos e também para meninos de 11 a 14 anos. “A imunização pode ajudar não só a prevenir o câncer do colo do útero, como também o de vulva, vagina, ânus, orofaringe e pênis”. Além disso, vale lembrar que a vacina também é indicada e está disponível gratuitamente para pacientes imunossuprimidos, como pacientes com câncer, HIV e transplantados (até os 45 anos de idade). “Contudo, apesar de disponível gratuitamente para as populações citadas, a cobertura vacinal no país está significativamente abaixo do necessário para entrar em um estrato compatível com a eliminação do câncer do colo do útero nas próximas décadas”, comenta a oncologista.

Como identificar

Os sinais e sintomas dos cânceres ginecológicos variam entre os subtipos, sendo sangramento vaginal e corrimentos anormais os achados mais comuns em cânceres do útero, corpo e colo. Considerado grave e silencioso, o câncer de ovário é  descoberto em 75% dos casos em estágios avançados, segundo o INCA. Contudo, alguns sintomas podem indicar que algo está errado com o corpo. Entre eles, estão:

● Sangramento vaginal anormal

● Inchaço abdominal

● Sensação de empanzinamento

● Dor pélvica ou pressão abaixo do umbigo

● Dor de estômago

● Alterações intestinais

● Dor durante a relação sexual

● Fadiga

● Vulva e vagina com feridas, alteração da cor ou bolhas

● Perda de peso sem motivo (10kg ou mais)

Quanto ao rastreamento dos cânceres ginecológicos, Angelica Nogueira comenta que o Papanicolau é uma maneira de identificar as lesões pré-malignas antecipadamente. “O Papnicolaou é um exame que pode detectar lesões pré cancerosas que, uma vez tratadas, podem não evoluir para câncer, além disso, o exame pode ajudar a diagnosticar precocemente o câncer do colo do útero e evitar que o tumor seja encontrado em estágios mais avançados, quando o tratamento é usualmente mais complexo e as chances de cura menores”.

Já nos casos de câncer de ovário e endométrio, ainda não existem bons exames de rastreamento. Em casos como esse, o médico pode solicitar exames clínicos ginecológicos, laboratoriais e também de imagem que ajudam a identificar a presença de ascite ou acúmulo de líquidos, além da extensão da doença em mulheres com suspeita de disseminação intra-abdominal. Nos casos de síndromes de câncer hereditário, programas de rastreamento específicos são montados para os membros da família portadores de mutações patogênicas. Isto é especialmente importante em cânceres ginecológicos uma vez que em 20-25% dos cânceres de ovário há mutações hereditárias; em relação ao câncer do endométrio, corpo do útero, em portadores de síndrome de Lynch, o risco vital de câncer de endométrio chega a 70%, de acordo com o American Cancer Society.

Fatores de risco

Câncer do colo do útero: infecção por HPV de alto risco, AIDS, tabagismo e constante troca de parceiros

Câncer de ovário: menarca precoce (antes dos 12 anos) ou menopausa após os 52 anos, mulheres que nunca tiveram filhos ou que possuam histórico da doença na família.

Câncer de endométrio: menarca precoce (antes dos 12 anos) ou menopausa após os 52 anos, mulheres que nunca tiveram filhos, idade acima dos 50 anos, obesidade, diabetes, ou que realizaram terapia de reposição hormonal de à base de estrogênio após a menopausa.

Prevenção

De acordo com a oncologista do Grupo Oncoclínicas, no caso do câncer do colo do útero, a prevenção deve ser realizada através do Papanicolau (a partir dos 25 anos), sendo repetido uma vez por ano por duas vezes e, se não houver alterações, uma vez a cada três anos após esse período, vacinação contra o HPV e uso de preservativos durante a relação sexual.

“No caso dos cânceres de útero e endométrio, por não existirem exames específicos de rastreamento, é fundamental praticar regularmente exercícios físicos, manter uma dieta equilibrada e, caso haja suspeita de síndrome familial de câncer, procurar um oncologista ou oncogeneticista “, comenta a especialista.

Tratamento

O tratamento adequado irá depender do subtipo da doença, estadiamento das neoplasias e também da condição clínica da paciente. “Podem ser recomendadas radioterapia, cirurgia, quimioterapia, braquiterapia, ou ainda a combinação de dois ou mais tratamentos”.

“Não podemos esquecer que quando falamos de prevenção e tratamento, é muito importante buscar por fontes de informação seguras. Na internet, por exemplo, existem diversos boatos que podem impactar de maneira negativa na saúde da população. Por isso, sempre tire as principais dúvidas com um especialista e confirme quaisquer informações recebidas pelas redes sociais antes de compartilhar ou iniciar tratamentos milagrosos. Isso pode trazer consequências graves para os pacientes oncológicos e até mesmo dificultar e agravar o quadro de saúde”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 550 Visualizações
Saúde

Mastologista informa sobre imunoterapia em simpósio na Expogramado

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

A mastologista da Oncoclínicas RS, Dra. Betina Vollbrecht, será moderadora do Simpósio Satélite sobre Imunoterapia em Câncer Ginecológico e Câncer de Mama, promovido pelo Instituto Oncoclínicas. O evento ocorrerá no Centro de Exposições e Congressos Expogramado, de 15 a 17 de setembro. Na ocasião, a profissional informará sobre imunoterapia, um tipo de tratamento contra o câncer que visa combater o avanço da doença pela ativação do próprio sistema imunológico do paciente.

“O objetivo do uso destas medicações é estimular as células do nosso sistema imunológico a reconhecer células tumorais como um ‘organismo agressor’, facilitando assim a sua destruição”, explica a Dra. Betina. A mastologista informa que desde maio deste ano há a aprovação do uso da imunoterapia no Brasil para tratamento do câncer de mama metastático triplo negativo, um dos tipos mais agressivos da doença, e, recentemente, alguns estudos demonstraram também resultados promissores em tumores iniciais. Ela acrescenta que, especificamente em relação ao câncer de mama, as drogas testadas foram o pembrolizumab e atezolizumab, em tumores do subtipo triplo negativo.

Assim, a imunoterapia tem se tornado um dos temas mais importantes em oncologia no último ano, e será o objetivo do simpósio organizado pelo Instituto Oncoclinicas na próxima semana no maior congresso de ginecologistas do Sul do Brasil. Os palestrantes serão a Dra. Andreia Melo, oncologista da Oncoclínicas RJ, e o Dr Tomás Reinert, oncologista da Oncoclínicas RS. “Será uma oportunidade única para a discussão do uso na prática da imunoterapia”, complementa a Dra. Betina.

Conscientização e Prevenção

A oncologista Dra. Fernanda Costa do Nascimento, também integrante da Oncoclínicas RS, lembra do Setembro em Flor, mês dedicado à prevenção e tratamento dos tumores ginecológicos. A neoplasia de ovário é a neoplasia ginecológica potencialmente mais grave. É o oitavo câncer mais incidente entre as mulheres no mundo, correspondendo a um risco estimado de 7,8/100 mil mulheres. Conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2020 a estimativa foi de 6.650 novos casos no Brasil.

Entre as formas de prevenção estão uma dieta equilibrada, prática de atividade física regular, controle do peso e das demais comorbidades/ doenças. Mulheres com antecedentes familiares de câncer da mama e/ou ovário devem ter maior atenção. A maioria dos casos deste tipo de neoplasia é esporádico, ou seja, acontece ao acaso e não necessariamente estão associados a um fator genético. Porém, cerca de ¼ destes tumores de ovário são hereditários, tendo uma predisposição genética herdada do pai ou da mãe. A especialista explica que alterações genéticas hereditárias passam de uma geração para outra e aumentam a chance de neoplasia ao longo da vida. Quando o câncer de ovário é diagnosticado, o teste genético deve ser recomendado, pois esta é uma informação importante para o paciente (do ponto de vista de tratamento) e para os seus familiares, pois caso apresentem mutações genéticas devem ser acompanhados e submetidos a aconselhamento genético familiar.

Dra. Fernanda orienta também que todas as mulheres devem ter o hábito de cuidarem-se e estarem atentas aos sinais de mudança no seu corpo. Alterações como aumento do volume abdominal, desconforto pélvico, inchaço nas pernas, alteração abrupta do hábito intestinal e/ou urinário, dores, são sinais e sintomas que indicam que algo pode estar alterado com seu corpo e que seu médico deve ser procurado. O diagnóstico é feito com consultas médicas regulares, exames clínicos, laboratoriais ou de imagens. Em caso de suspeita, a melhor maneira de diagnosticar o câncer de ovário é por meio de cirurgia.

Quando o diagnóstico de câncer de ovário é estabelecido, o tratamento dependerá do estágio e características da doença e da indicação do médico especialista. A modalidade mais importante é a cirurgia, que geralmente é complementada com quimioterapia e terapia-alvo. Estas terapias-alvo são tratamentos que têm por objetivo atingir células cancerígenas de forma mais específica, com menor dano às células normais, fazendo parte de avanços que ocorreram recentemente no tratamento do câncer de ovário, sendo indicadas em alguns grupos de pacientes, de acordo com o estágio da doença e presença de alterações genéticas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 503 Visualizações
Saúde

Pediatra orienta acerca da prevenção de doenças respiratórias

Por Amanda Krohn 12/09/2022
Por Amanda Krohn

Devido às mudanças bruscas de temperatura no Rio Grande do Sul, é comum a ocorrência de doenças respiratórias nas crianças. A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) reforça a importância de alguns cuidados, como a vacinação, por exemplo. O pediatra Marcelo Pavese Porto ressalta que é essencial que os pais mantenham a carteira vacinal de seus filhos em dia.

“Nunca se vacinou tão pouco. Não estamos falando só de Covid-19, mas de todas as outras doenças. Isso está fazendo com que estejam ressurgindo doenças importantes como sarampo, coqueluche, além dos riscos severos de algumas meningites”, alerta. “Por tudo isso estamos sugerindo que as pessoas retomem a vacinação, conversem com o seu pediatra e não deixem de aplicar as doses necessárias”, continua.  Porto explica também sobre a vacina contra a gripe. “Ela precisa ser feita anualmente. Embora sintomas gripais apareçam com uma série de outros, a Influenza pode ser grave e matar. Existe vacina disponível a partir dos seis meses de idade. Então, não justifica as pessoas não fazerem”, salientou.

Outros cuidados

Marcelo Pavese Porto lembra que cuidados relativamente simples também devem ser seguidos. Um deles é não levar as crianças que tenham algum sintoma gripal ou resfriado para escola ou para a creche. “Primeiro eles precisam de um tempo de repouso para se recuperar. A imunidade dele está baixa e o expõe a pegar outras doenças. Além de tudo, é claro, tem a cadeia de transmissão”, observa. “A criança que está com uma gripe ou resfriado não deve ir para escola porque vai transmitir para outros. Em caso de febre, é ainda mais grave. Em hipótese alguma ele deve ir para escola”, prossegue.

O profissional enfatiza também a necessidade da proteção aos bebês recém-nascidos. “Não indicamos que levem crianças muito pequenas em aniversários, festas, shows, ou em um shopping, por exemplo, ou que recebam aquela série de visitas quando ainda é muito pequeno. Abaixo dos quatro meses, deve-se evitar aglomeração de pessoas”, disse. Por fim, no caso de bebês, Marcelo Pavese indica que manter o aleitamento materno também é um cuidado primordial. “Feito de forma exclusiva até os seis meses de vida, ajuda não apenas na produção de anticorpos que a mãe passa para o bebê, mas proporciona outros fatores de defesa”, determina. “É fundamental na prevenção de doenças. Mesmo depois de seis meses é importante manter na medida do possível”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2022 0 Comentários 792 Visualizações
Saúde

Jornada discute inovações na hotelaria hospitalar em Porto Alegre

Por Amanda Krohn 06/09/2022
Por Amanda Krohn

No dia a dia do ambiente hospitalar, os serviços de hotelaria são fundamentais para um cuidado adequado e a plena segurança dos pacientes. Qualificar esse trabalho é uma exigência permanente para o setor de saúde — e os desafios para atingir esses avanços serão discutidos na 4ª Jornada de Hotelaria Hospitalar do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa).

O evento será realizado na sexta-feira (23/9), no Prédio 50 da PUCRS. Ao longo do dia, especialistas de instituições de referência em saúde abordarão diferentes aspectos sobre o tema, com a apresentação de cases e debates com troca de experiências. Os painéis terão assuntos como gestão de pessoas, tecnologia nas instituições hospitalares, experiência do paciente e capacitação à distância para os profissionais. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site do Sindicato.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/09/2022 0 Comentários 535 Visualizações
Saúde

HU realiza sensibilização alusiva ao Setembro Amarelo

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

Com 30 leitos disponíveis para internações, 22 na Unidade de Saúde Mental Adulto e 8 na Unidade InfantoJuvenil, o Hospital Universitário de Canoas (HU) prepara uma sensibilização para o Setembro Amarelo: mês que marca a campanha de prevenção ao suicídio. Ações de acolhimento para funcionários e familiares de pacientes, entrega do laço amarelo símbolo do mês, divulgação da rede de apoio e serviços dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), divulgação de mensagens motivacionais, sessões de cinema e a confecção de trabalhos artesanais com símbolos alusivos à saúde mental, estão entre as atividades previstas pela equipe multiprofissional.

“As pessoas acreditam que estão sozinhas quando pensam no suícidio. O nosso trabalho é justamente mostrar que a saúde mental de todos importa para nós, que existe outra saída”, destaca a médica Kadane Nassif, que atua no HU desde 2019. Ela ainda salienta que é preciso desmistificar que falar de suicídio incentivaria novos casos. “Sabe-se que o suicídio mata mais que infarto e leucemia, por exemplo. Então, é necessário falar sobre o assunto, aprender a identificar sinais de alerta e prevenir as doenças mentais”.

Frases motivacionais como: queremos te ouvir, nos fale mais sobre esse assunto, entre outras, poderão ser conferidas na campanha do Setembro Amarelo do HU para alertar todos que trabalham e circulam pelo hospital. Em 2021, por exemplo, o Hospital Universitário registrou um total de 314 internações nos setores de Saúde Mental, sendo 241 atendimentos na Unidade Adulta e 73 na Unidade Infantojuvenil. Entre os casos, estão pacientes que apresentam dependência química, esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão e tentativa de suicídio.

Em Canoas, além dos pacientes encaminhados para as Unidades de Saúde Mental no HU, os cidadãos contam com uma rede de apoio psicossocial: CAPS Recanto dos Girassóis (Rua Frederico Guilherme Ludwig, 182, Centro) e telefone: 3076.9744; CAPS Travessia AD (Avenida Guilherme Schell, 6250, Centro) e telefone: 3076.9742; CAPS Novos Tempos (Rua São Caetano, 102, Marechal Rondon) e telefone: 3076.9741; CAPS Amanhecer D (Rua Quinze de Novembro, 82, Nossa Senhora das Graças) e telefone: 3076.9743; Arco-Irís, Infantil (Rua Major Ernesto Wittrock, 51,Centro) e telefone: 3199.1525, e o CERTEA (Rua Araçá, 74, Centro) e telefone: 3199.1756.

Setembro Amarelo

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza, em território nacional, o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. Atualmente, o Setembro Amarelo é a maior campanha anti estigma do mundo. Em 2022, o lema é “A vida é a melhor escolha!”.

De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde – OMS em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados, pois com isso, estima-se mais de 1 milhão de casos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.

Embora os números estejam diminuindo em todo o mundo, os países das Américas vão na contramão dessa tendência, com índices que não param de aumentar, segundo a OMS. Sabe-se que praticamente 100% de todos os casos de suicídio estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade.

Pessoas que precisem de ajuda podem acessar o serviço do CVV – Centro de Valorização da Vida, que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias. Basta discar 188.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 551 Visualizações
Saúde

SPBRS e Simers propõem lei para reduzir morbimortalidade em partos

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

A Sociedade de Pediatria do RS (SPRS) e o Núcleo de Pediatria do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) se uniram para propor a criação de uma lei que obriga a presença de um médico habilitado em reanimação neonatal nas salas de parto. O objetivo da iniciativa é a redução das altas taxas de morbimortalidade materna, peri e neonatal.  O documento com a proposta para um futuro Projeto de Lei está sendo encaminhado para os deputados gaúchos, com foco na reversão desses números. O primeiro integrante do Executivo Estadual a receber o texto foi o deputado Dr. Tiago, das mãos do diretor do Simers, Antônio Castro.

A ação busca assegurar o direito de assistência à mulher e ao recém-nascido, no momento do nascimento, por meio de uma lei estadual. O que deve ser levado, em outro momento, ao âmbito federal. A ação pretende, ainda, ampliar o que já vem sendo adotado pelo Ministério da Saúde, na área de atenção à gestante. Como, por exemplo, os investimentos nas redes estaduais de assistência à gestação de alto risco, o incremento do custeio de procedimentos específicos.

A estatística

Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), apontam que, em 2019, 20% dos 18.402 óbitos neonatais precoces no país, estavam associados à asfixia perinatal, hipoxia ao nascer e/ou à síndrome de aspiração meconial. A situação se agrava nos casos de recém-nascidos com peso de nascimento menor ou igual a 2.500 quilos, quando tais causas contribuíram para a morte de quatro a cada dia.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 586 Visualizações
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