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Saúde

Saúde

Inca estima que haverá cerca de 600 mil casos novos de câncer em 2018

Por Gabrielle Pacheco 02/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) e o Ministério da Saúde (MS) estimam a ocorrência de cerca de 600 mil casos novos de câncer no Brasil em 2018. As informações estão na publicação técnica Estimativa 2018 – Incidência de Câncer no Brasil, produzida pelo INCA/MS e lançada na cerimônia do Dia Mundial do Câncer, 2 de fevereiro, na sede do INCA, no Rio de Janeiro.

O número preciso da estimativa é de 582.590 casos novos de câncer: 282.450 em mulheres e 300.140 em homens. O estudo abrange o biênio 2018-2019 e as estimativas para o ano que vem são as mesmas de 2018. As estimativas do biênio 2018-2019 não podem ser comparadas às dos biênios anteriores, porque as bases de cálculo são permanentemente aperfeiçoadas.

O tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos para cada ano do biênio 2018-2019 será o de pele não melanoma, que é um tipo de tumor menos letal, com 165.580 casos novos. Depois de pele não melanoma, os dez tipos de câncer mais incidentes no Brasil serão próstata (68.220 casos novos por ano), mama feminina (59.700), cólon e reto (mais comumente denominado câncer de intestino) (36.360), pulmão (31.270), estômago (21.290), colo do útero (16.370), cavidade oral (14.700), sistema nervoso central (11.320), leucemias (10.800) e esôfago (10.790).

O câncer engloba um conjunto de doenças, cada uma com características e fatores de risco próprios, cujo denominador comum é a reprodução desordenada de células. O câncer é uma doença multifatorial, ou seja, pode ser causada por diversos fatores.

A longevidade, urbanização, globalização e exposição aos fatores de risco ambientais e ocupacionais, bem como fatores reprodutivos e hormonais e o histórico familiar de câncer, estão entre as principais causas da doença. Mas cerca de um terço dos casos de câncer poderia ser prevenido.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/02/2018 0 Comentários 637 Visualizações
Saúde

Ministério do Trabalho alerta que frentistas estão expostos a substância cancerígena

Por Gabrielle Pacheco 01/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

Uma prática comum em postos revendedores de combustíveis no Brasil está chamando a atenção para um problema que entrou na mira dos auditores-fiscais do Ministério do Trabalho (MTb). Frentistas que continuam enchendo o tanque dos veículos após o travamento automático da bomba estão expostos a grandes quantidades de vapor de gasolina, que contém benzeno – líquido incolor e cancerígeno. Mas completar o tanque “até a boca” é apenas uma das atividades que causam essa exposição. Por isso, em 2017, auditores fiscais do MTb realizaram 1.796 ações, verificando o cumprimento de medidas para diminuir os riscos ocupacionais relacionados ao benzeno nos postos.

As medidas estão previstas no Anexo 2 da Norma Regulamentadora nº 09 (NR-09), de setembro de 2016, que estabeleceu exigências relacionadas aos procedimentos, ao treinamento dos trabalhadores e ao controle ambiental nos postos, entre outras. Segundo o auditor-fiscal do Ministério do Trabalho e coordenador da Comissão Nacional Permanente do Benzeno (CNPBz), Carlos Eduardo Ferreira Domingues, a exposição ocupacional ao benzeno acontece por via aérea ou por contato da gasolina com a pele. Um dos momentos de grande exposição ocorre durante o abastecimento dos veículos, quando grande quantidade de vapor de gasolina é liberada pelo bocal do tanque, atingindo diretamente o frentista.

O problema se agrava quando o trabalhador continua enchendo o tanque “até a boca”, após o travamento automático da bomba. “Nesse caso, ele precisa se aproximar do bocal de abastecimento do tanque e a exposição ao vapor de gasolina contendo benzeno é muito maior”, explica Carlos Eduardo. “No abastecimento normal, o sistema automático permite que o frentista se afaste do bocal, mas ainda assim o benzeno continua no ar.”

Flanela

Outro risco para os frentistas é o uso de flanela ou estopa para impedir respingos, ou para a limpeza após extravasamentos de gasolina na lataria dos veículos. O tecido absorve o vapor com benzeno, que chega ao trabalhador quando há contato com a pele.

Seu uso já é proibido pela NR-09. A limpeza, nesses casos, deve ser feita com tolhas de papel absorvente, desde que o trabalhador esteja com luvas impermeáveis apropriadas. Para a proteção contra respingos, deve-se utilizar um dispositivo desenhado para esse fim e adaptado ao bico de abastecimento.

O Anexo 2 da NR-09 também diz que os empregadores são responsáveis pela higienização semanal dos uniformes usados pelos trabalhadores. O descumprimento desse item, no entanto, foi o maior motivo de autuações aos postos nas fiscalizações do ano passado.

Tanques

Outra atividade que causa grande exposição ao benzeno é o descarregamento dos caminhões-tanque de combustível. Como o tanque do posto está praticamente vazio nesse momento, os vapores de gasolina se acumulam naquele espaço, saindo pelos respiros no momento em que ele é preenchido com combustível. “Quando se enche o tanque de gasolina de um posto revendedor de combustíveis, há uma grande emanação de vapores e a exposição ao benzeno no ambiente é maior, porque o vapor de gasolina é mais pesado que o ar e, mesmo lançado através dos respiros, retorna ao nível do solo”, alerta Carlos Eduardo.

Os trabalhadores que realizam essa operação de descarga devem utilizar máscaras de proteção respiratória de face inteira, com filtro para vapores orgânicos, além de equipamentos de proteção para a pele. No entanto, os auditores-fiscais do MTb constataram o descumprimento dessa norma em vários postos.

Recuperação

Segundo Carlos Eduardo, a principal preocupação dos donos de postos deve estar em impedir a emanação dos vapores emitidos pela gasolina no ambiente de trabalho. A NR-09 prevê a instalação de um sistema de recuperação nas bombas de abastecimento de gasolina, para captar o vapor e devolvê-lo ao tanque do posto.

Depois de uma negociação tripartite, foi estabelecido um prazo de seis anos a partir de setembro 2016, para a substituição ou adaptação das bombas de gasolina mais antigas e um escalonamento para as mais novas, chegando a até 15 anos para as bombas instaladas entre 2016 e 2019. “O próximo passo será iniciar a discussão sobre a recuperação de vapores de gasolina durante o descarregamento dos caminhões-tanque nos postos”, conta o coordenador da CNPBz.

Ele explica que, além dos frentistas, outros trabalhadores, como os funcionários de lojas de conveniência, também podem estar expostos aos vapores de gasolina contendo benzeno. Já no caso dos usuários dos postos, segundo ele, o risco é menor, pois eles ficam menos tempo em contato com o problema.

Fontes: Assessoria | Foto: Reprodução
01/02/2018 0 Comentários 1,3K Visualizações
Saúde

Região Sul já investe em prevenção contra a febre amarela

Por Gabrielle Pacheco 19/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Autoridades, Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e Minas Gerais estão vigilantes. E não é para menos, pois já foram registradas 38 mortes de febre amarela silvestre no Brasil. A doença é causada por um vírus inoculado no nosso corpo proveniente da picada de um mosquito, e que pode levar a morte.

As causas desse fenômeno epidemiológico podem estar diretamente relacionadas ao avanço urbano para as áreas de mata e regiões agrícolas, como muitos especialistas já vêm alertando. Com o meio ambiente em desequilíbrio, muitas formas de doenças antes erradicadas ou que não se manifestavam mais podem voltar a surgir, comprometendo a saúde pública e levando a uma série de impactos no equilíbrio do planeta.

Na região Sul, vem ocorrendo algumas ações de prevenção. No Rio Grande do Sul, por exemplo, que não registra casos há 10 anos, a prevenção é intensa. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, a cobertura atinge cerca de 70% da população.

No Paraná, o único registro de contágio da febre amarela foi em Laranjal, no interior, em 2008. Mesmo assim, pessoas que têm viagem marcada para regiões afetadas estão procurando os postos de saúde para tomar a vacina.

Em Santa Catarina, o último caso registrado foi em 1966, mas a Secretaria recomenda a imunização em 162 cidades do estado.

Solucionando dúvidas

Estamos vivendo uma epidemia ou são apenas casos isolados da doença? Quais são os sintomas? As pessoas ainda têm muitas dúvidas. O vírus que causa a febre amarela urbana e a silvestre é o mesmo, o que significa que os sinais, os sintomas e a evolução da doença são exatamente os mesmos. A diferença está nos mosquitos transmissores e na forma de contágio. Os transmissores da febre amarela silvestre são os mosquitos Haemagogus e o Sabethes, que vivem em matas e beira de rios.

Eles picam macacos contaminados e,depois, as pessoas. Por isso, há casos de muitas mortes de macacos em regiões acometidas pela doença. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo conhecido aedes aegypti, e não são registrados casos no Brasil desde 1942.

A vacinação é muito importante. Trata-se de um mecanismo de prevenção essencial, porém, o cuidado que se deve ter daqui para frente é para que a febre amarela silvestre não se torne urbana, uma vez que as regiões onde ocorreram as mortes de macacos ficam a menos de 30 km do centro de São Paulo, por exemplo.

As autoridades públicas dos órgãos de Saúde correm para que os casos não se alastrem. Mas, se pensarmos um pouco, a verdadeira prevenção deve começar na promoção de políticas ambientais que proíbam o desmatamento descontrolado. Caso contrário, cada vez mais teremos o ressurgimento de doenças antes erradicadas.

Fonte: Rodrigo Berté – Diretor da Escola Superior de Saúde, Biociências, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional UNINTER | Foto: Reprodução

19/01/2018 0 Comentários 467 Visualizações
Saúde

A primeira doação de órgãos da Casa de Saúde

Por Gabrielle Pacheco 19/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

A perda de um ente querido é sempre um momento de dor para uma família, mas às vezes a tristeza pode se transformar em alegria para diversas outras pessoas. Isso porque uma simples atitude pode transformar a vida de até oito pessoas: através da doação de órgãos. E foi na quarta-feira, 17, que a família de uma paciente internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Novo Hamburgo, acometida de um aneurisma cerebral, fez valer a sua vontade e propiciou a primeira captação de órgãos do ano na Casa de Saúde.

A doação dos rins, fígado e córneas da paciente só foi possível devido à autorização da família da doadora. Para eles, este gesto retribuiu toda a ajuda que ela prestava às pessoas em vida. “É uma atitude simples e que é muito importante para salvar muitas vidas. Apesar de ser um momento sofrido, ficamos muito felizes de poder ajudar outras pessoas, assim como nossa irmã gostava de fazer”, disse, emocionada, Ivonete Cardozo, irmã da doadora.

Nos últimos anos, de acordo com estudo de 2016 da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, mais de 40% dos casos de não doação ocorreram por falta de autorização familiar. Para ser doador de órgãos, é necessário conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo. O Médico Emergencista Lúcio Dornelles, reforça a importância da conversa. “Apesar de ser um momento triste para a família que recebe a notícia, esta decisão tem a oportunidade de mudar a vida de até oito pessoas já nas próximas horas. Entendemos que é um momento difícil para tomar decisões, mas é um gesto nobre de pensar no próximo”, afirma.

Os órgãos doados são direcionados às pessoas cadastradas em lista única na Central de Transplantes do Estado. Logo após a doação, a Central realiza o contato com os pacientes compatíveis e realiza os encaminhamentos para a realização do transplante.

Como funciona a doação de órgãos

Para que um paciente possa ser doador de órgãos, primeiro é realizado a identificação da morte encefálica. Profissionais conduzem os exames médicos que darão o diagnóstico. Tais procedimentos são baseados em sólidas e reconhecidas normas médicas. Entre outras coisas, os testes incluem um exame clínico para mostrar que seu ente não tem mais reflexos cerebrais e não pode mais respirar por si próprio.
Os testes são duas vezes realizados, com intervalo de uma hora, para assegurar um resultado exato. Adicionalmente, um teste de imagem que comprove que não existe mais fluxo sanguíneo cerebral faz parte do protocolo. Caso sinta necessidade, você pode pedir ao médico para que lhe explique ou lhe mostre como a morte encefálica foi declarada.

Após o diagnóstico, a Central de Transplantes do Estado é comunicada e realiza a avaliação do potencial doador, considerando a inexistência de contraindicações clínicas e laboratoriais. É realizado uma entrevista com a família, que assina um termo de consentimento. Por fim, uma equipe de profissionais é encaminhada à Casa de Saúde para que realize a captação e transporte dos órgãos para transplante, que pode ocorre poucas horas depois da doação.

Fonte: Assessoria | Foto: Reprodução
19/01/2018 0 Comentários 906 Visualizações
Saúde

Pacientes com leucemia passarão a contar com medicamento inovador

Por Gabrielle Pacheco 17/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) passarão a contar com medicamento inovador para o início do tratamento da doença. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar o uso em primeira linha de ibrutinibe. Isto significa que os pacientes já poderão se beneficiar do medicamento no primeiro tratamento, sem a necessidade de utilizar uma terapia prévia. Aprovado em regime de priorização e lançado no Brasil em 2015, ibrutinibe estava liberado, até então, somente para uso após perda de resposta de um tratamento inicial ou em casos de recaída.

A aprovação baseia-se em dados do estudo RESONATE-2, que comparou ibrutinibe com clorambucil, agente quimioterápico usado tradicionalmente no tratamento de LLC. Após um acompanhamento de 30 meses, 84% dos pacientes que receberam ibrutinibe continuavam sem progressão da doença versus 28% dos pacientes tratados com clorambucil1.

Sobre a leucemia linfocítica crônica

A leucemia linfocítica crônica (LLC) é um câncer do sangue, de crescimento lento, que surge a partir de células B, um tipo de glóbulo branco (linfócito) que se origina na medula óssea[1],[2]. A LLC é predominantemente uma doença dos idosos, com mediana de idade de 71 anos, no momento do diagnóstico[3].

Sobre ibrutinibe

Ibrutinibe funciona bloqueando uma proteína no corpo (tirosina-quinase de Bruton – BTK) que ajuda na sobrevivência da célula maligna. Por meio do bloqueio dessa proteína, o medicamento ajuda a matar e a reduzir o número de células cancerosas e pode ainda retardar a disseminação do câncer. O medicamento é um antineoplásico oral e pode ser administrado em casa pelo próprio paciente, sem necessidade de internação. É indicado para adultos em tratamento de LLC, incluindo o Linfoma Linfocítico de Pequenas Células (LLPC), de Linfoma de Células do Manto (LCM), de Macroglobulinemia de Waldenström e Linfoma de Zona Marginal.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/01/2018 0 Comentários 789 Visualizações
Saúde

Tabela SUS é impasse no combate ao câncer de colo de útero

Por Gabrielle Pacheco 17/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

O primeiro mês do calendário alerta para o terceiro tipo de câncer mais comum entre as mulheres, o do colo de útero (ou câncer cervical). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa era de que em 2017 mais de 16 mil novos casos da neoplasia fossem descobertos. O rastreio dessa neoplasia é feito por meio da citologia cérvico-vaginal, popularmente conhecido como exame de Papanicolaou, realizado em mulheres a partir do momento em que se iniciam as práticas sexuais.

Assim como outros tipos de câncer, a descoberta precoce do tumor resulta em maiores chances de cura. Apesar disso o procedimento de rastreio permanece subvalorizado. Os laboratórios de anatomia-patológica, sejam próprios ou conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), são os responsáveis pela análise de amostras coletadas e pela emissão do diagnóstico citológico que serve como base para a definição dos próximos passos na luta contra o câncer no sistema público.

Esses exames são pagos pelo sistema público aos laboratórios com base na tabela do SUS, que com valores defasados permite ao Estado pagar um preço abaixo da despesa total do procedimento. “O valor pago pelo SUS para o exame Papanicolaou é de apenas R$6,97. É dessa soma que deve sair o custo dos materiais de análise, de higiene, que isoladamente custam cerca de R$14, e ainda há a taxa de serviço do especialista. É por razões como essa que a Tabela do SUS precisa ser encarada como um dos principais obstáculos da saúde no Brasil”, alerta o Dr. Clóvis Klock, presidente da Sociedade Brasileira de Patologia.

Enquanto os reajustes que deveriam ser anuais não saem do papel, o exame de Papanicolaou teve, em sua última alteração em 2014, um aumento abaixo da inflação da época. Para o presidente da SBP, a remuneração inadequada resulta na diminuição de qualidade de vida das pacientes e chances de cura.

“A defasagem da tabela do SUS indica uma cadeia de procedimentos, instituições e profissionais que, ao serem remunerados inadequadamente, sentem o prejuízo e deixam de servir ao sistema público, o que não é diferente com os médicos patologistas”, finaliza o Dr. Klock.

O que a subvalorização representa em números?

No efeito dominó criado pela desatualização da tabela do SUS, ao não especificar como cada paciente deve ser tratada, são oferecidos menos tratamentos, contribuindo para que pacientes se amontoem em filas por procedimentos cirúrgicos.

Em dezembro de 2017, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou um estudo realizado em 16 estados do país, apontando que há pelo menos 904 mil nomes na fila de espera por cirurgias eletivas. Mais de 130 mil desses pacientes – homens e mulheres – aguardam até 10 anos por cirurgias no aparelho geniturinário.

Fonte: Assessoria | Foto: Reprodução
17/01/2018 0 Comentários 1,8K Visualizações
Saúde

Anticoncepcionais aumentam risco de câncer de mama

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

Estudo publicado no New England Journal of Medicine, uma das mais prestigiadas publicações científicas do mundo, revela que o risco de câncer de mama é maior para as usuárias de anticoncepcionais em relação àquelas que nunca recorreram ao medicamento. O estudo também afirma que o risco é elevado na medida em que aumenta o tempo de uso tanto para as mulheres que usam atualmente quanto para as que utilizaram no passado.

Para a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), não há necessidade das mulheres interromperem o uso do anticoncepcional que já utilizam. “O ideal é que cada usuária do método avalie ou discuta com seu médico sobre os riscos e os benefícios desta decisão”, afirma Antonio Luiz Frasson, presidente da SBM. Baseado neste estudo e em estudos prévios sobre a relação ao uso de anticoncepcionais orais e câncer de mama, a entidade esclarece ainda que o aumento de risco é relativo e depende muitas vezes da idade e do tempo de uso.

A pesquisa foi realizada com 1,8 milhão de mulheres da Dinamarca, na faixa etária entre 15 e 49 anos, que não tinham tido câncer, assim como não tinham tido tromboembolismo ou feito tratamento para infertilidade. A partir do registro nacional, os pesquisadores obtiveram informações individualizadas a respeito do uso de anticoncepcionais orais, diagnóstico de câncer de mama e fatores que pudessem confundir as informações. As pacientes foram seguidas por um tempo médio de 10 anos e foram identificados 11.517 casos de câncer de mama. Houve um caso a mais de câncer do que o esperado para cada 7.690 usuárias de anticoncepcionais hormonais.

Quando os dados foram comparados com os de mulheres que nunca usaram anticoncepcionais, o risco relativo de ter câncer de mama foi 20% superior em relação às não usuárias. O risco foi 9% superior a partir de um ano de uso de até 38% superior a partir de 10 anos de uso. Isto quer dizer que, por exemplo, se a chance de ter câncer de mama até os 50 anos é de 2%, para quem usou o medicamento por um ano o risco foi de 2,2%, e para quem usou por mais de 10 anos o risco foi de 2,76%.

Não houve algum tipo de anticoncepcional que não tenha tido relação com aumento de risco, inclusive os DIUs com progesterona. É importante alertar que o estudo não avaliou o impacto na mortalidade geral por câncer. Segundo Frasson, já se sabe que os anticoncepcionais reduzem o risco de câncer de ovário, de endométrio e câncer colorretal. Para ele, é importante mostrar que mulheres que usam esses métodos são mais bem acompanhadas em relação as que não usam. “Talvez, quando a avaliação de mortalidade por câncer for analisada, o risco de morrer por câncer em geral possa ser inclusive menor”, conclui o mastologista.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/01/2018 0 Comentários 768 Visualizações
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