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Saúde

Saúde

Aumento de DSTs é tema de encontro em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 14/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

O alarmante aumento do número de casos de doenças sexualmente transmissíveis será o tema central do 4º Simpósio Gaúcho de DST, que será realizado na Amrigs no dia 23 de novembro de 2019. O evento é voltado para médicos de diversas especialidades, como infectologistas, médicos de família, proctologistas, ginecologistas, urologistas e dermatologistas. É aberto, ainda, a participação de outros profissionais da área da saúde.

O tema é de grande interesse para a dermatologia, pois as manifestações cutâneas dessas doenças são exuberantes, exigindo que todos os dermatologistas estejam capacitados para o seu diagnóstico e tratamento. “Será discutido o que há de mais atual em relação as doenças sexualmente transmissíveis. Porém, chamaria a atenção para a sífilis, que é epidêmica e tem muito a ver com a dermatologia. Estamos vendo muitos casos tanto em consultórios como no serviço público. É importante que as pessoas estejam atentas a esse tipo de manifestação”, afirmou

“Será discutido o que há de mais atual em relação as doenças sexualmente transmissíveis.”

Uma das principais atrações será a videoconferência com Jeffrey Klausner, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ele promete trazer um pouco de sua vasta experiência, tanto do ponto de vista clínico, como do ponto de vista de saúde pública. O especialista vai falar sobre a profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis com uso de antibióticos.

A programação se inicia às 8h do dia 23 de novembro. As atividades acontecem no Anfiteatro da Amrigs. A realização é da Sociedade Brasileira de DST Regional do Rio Grande do Sul e o apoio da SBD-RS.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/11/2019 0 Comentários 486 Visualizações
Saúde

Pesquisa aponta as principais causas da não vacinação

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa encomendada pela Secretaria da Saúde (SES) aponta que o descaso e a desinformação de pais ou responsáveis por crianças de até seis anos são as principais causas da não vacinação no Rio Grande do Sul. A coleta de dados ocorreu entre 19 e 30 de setembro em 13 municípios gaúchos, onde foram entrevistadas 1.371 pessoas cujos filhos tinham, ao menos, uma dose do calendário básico em atraso. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (12) pela secretária Arita Bergmann, durante coletiva de imprensa, e servirão para balizar ações da pasta ainda neste ano.

“Pretendemos criar mecanismos para que as pessoas possam tirar dúvidas e vamos apoiar os municípios de forma mais objetiva e presente, mobilizando a força de trabalho nas unidades básicas de saúde, inclusive os agentes comunitários”, disse a secretária.

No levantamento, 59% das pessoas apontaram motivos pessoais para a não vacinação, como esquecimento, medo de efeitos colaterais e falta de tempo, revelando descaso ou mesmo desinformação. Questões da saúde da criança, como contraindicação médica e alergia ao ovo, somaram 31% dos motivos citados. Problemas nas unidades básicas de saúde, como horário de atendimento, localização do posto ou falta de vacina, também foram citados por 30% das pessoas.

Mesmo que por algum motivo não tenham vacinado as crianças, mais de 96% disseram acreditar na imunização e a consideram importante. Apenas 4% responderam não acreditar na eficácia das doses. A influência das notícias falsas também foi analisada e 31% disseram já ter lido ou ouvido informações antivacina na internet. Porém, mais de 84% desses afirmaram não ter acreditado nos relatos e notícias, mostrando confiança na vacinação.

Realizada pelo Instituto Amostra, a pesquisa teve as coletas das entrevistas tanto nas áreas centrais como nos bairros mais afastados. Foram selecionadas 13 cidades que tiveram, em 2018, baixos índices de vacinação, que cobrissem todas as regiões do Estado e com diferentes tamanhos populacionais. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Em relação ao perfil dos entrevistados, 90,3% foram mulheres, 64,9% têm até 24 anos e 87,8% têm ensino fundamental ou médio.

Estudo vai balizar ações da SES

Os dados serão utilizados para futuras intervenções, com o objetivo de melhorar as coberturas vacinais. Algumas das ações a serem realizadas pela SES:

  • Direcionar as campanhas para alertar sobre os riscos da não vacinação e importância das vacinações em massa para a erradicação de doenças;
  • Investir em mecanismos para tirar dúvidas da população, com uso de canais como a Ouvidoria, sites de redes sociais e aplicativos de troca de mensagens;
  • Parceria com municípios, por intermédio do Cosems e Famurs, para implementar ações conjuntas com clubes de serviço, conselhos municipais de saúde, secretarias municipais e gestores públicos;
  • Fazer uma busca ativa junto aos pais ou responsáveis por crianças para ampliar a cobertura vacinal usando escolas, creches e até informações dos postos de saúde;
  • Capacitar os servidores de saúde dos municípios;
  • Manutenção do curso Qualificação em imunizações, realizado na Escola de Saúde Pública;
  • Premiar os municípios que registrarem os melhores indicadores de cobertura vacinal;
    Vacinas em atraso

Em 90% dos casos, os entrevistados apontaram uma das cinco vacinas abaixo como em falta na caderneta das crianças (poderia ser respondida mais de uma vacina):

  • Gripe (influenza, 1 dose dos 6 meses a menores de 6 anos) – 38,1%
  • Febre amarela (aos 9 meses) – 18,5%
  • Varicela (4 anos) – 12,3%
  • Sarampo, caxumba, rubéola e varicela ou catapora (tetraviral aos 15 meses) – 11,2%
  • Sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral aos 12 meses) – 8,9%

Motivos de não vacinar

As motivações e escolhas pessoais foram apontadas por 59% das pessoas como as causas, sendo que era possível escolher mais de uma justificativa. Nesse grupo, a principal razão foi o esquecimento (17,9%), seguida pelo medo a possíveis eventos adversos da vacina (11,4%) e falta de tempo (11,2%). Foi constatado que os jovens deixam de vacinar seus filhos com mais frequência por não terem convivido com certas doenças comuns em outras épocas e que desapareceram por algum tempo, mas que hoje retornam com força. O sarampo é um exemplo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/11/2019 0 Comentários 548 Visualizações
Saúde

Câncer infanto-juvenil cresceu 13% nas últimas décadas

Por Gabrielle Pacheco 10/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que, nos últimos 20 anos, o número de novos casos de câncer em crianças com idade até 14 anos cresceu 13% no mundo. Nessa faixa etária, os cânceres mais comuns são as leucemias, os do sistema nervoso central e linfomas. De acordo com Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, habitualmente o câncer infanto-juvenil não apresenta uma causa específica em que se possa atuar preventivamente.

“Ao contrário de muitos cânceres em adultos, os casos em crianças e adolescentes não estão ligados ao estilo de vida e a fatores de risco ambientais. Dessa forma, os responsáveis devem estar atentos a quaisquer sinais relacionados a nódulos ou inchaços, convulsões, dores progressivas, febres persistentes, perda de peso ou alterações súbitas de visão, assim como qualquer outro mal-estar persistente”.

“Ao contrário de muitos cânceres em adultos, os casos em crianças e adolescentes não estão ligados ao estilo de vida e a fatores de risco ambientais.”

Uma importante inovação para o tratamento de alguns tipos da patologia é a utilização do sangue do cordão umbilical, que assim como a medula óssea, é rico em células-tronco que podem originar diversos tipos de tecidos. “As células-tronco são células ‘mães’, capazes de criar os componentes do sangue humano e do sistema imunológico do corpo. A partir dessas células, formam-se glóbulos vermelhos, que levam o oxigênio aos tecidos; glóbulos brancos, que combatem infecções; e plaquetas, que atua na coagulação”, explica.

“As células-tronco são células ‘mães’, capazes de criar os componentes do sangue humano e do sistema imunológico do corpo.”

Para Tatsui, ter as células-tronco armazenadas é uma forma de prevenção. Além disso, nos casos de família com histórico de doenças graves, sobretudo câncer, é recomendável fazer o congelamento. “É importante destacar que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance aumentada de compatibilidade entre irmãos. Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento e diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante”, finaliza.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/11/2019 0 Comentários 455 Visualizações
Saúde

Campo Bom promove ações de cuidados com a saúde do homem

Por Gabrielle Pacheco 06/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A preocupação com a saúde integral do homem é uma constante na Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Neste mês, as ações se intensificam com a programação do Novembro Azul, em que todas as unidades de saúde do município estão engajadas. São iniciativas voltadas à prevenção de doenças crônicas e ao controle dos principais fatores de risco de morte da população masculina ao longo do ano.

“Assim como promovemos diversas ações no Outubro Rosa voltadas às mulheres, queremos que durante o Novembro Azul os homens possam cuidar de sua saúde. Serão várias ações de promoção da saúde e para lembrar a importância dos homens acessarem os serviços de saúde disponíveis na nossa rede e se prevenirem”, observa o prefeito Luciano.

“Assim como promovemos diversas ações no Outubro Rosa voltadas às mulheres, queremos que durante o Novembro Azul os homens possam cuidar de sua saúde.”

Neste sábado, dia 9, numa parceria da SMS com o Lions, a Clínica Dimagem Ecografias, Clínica Gewehr e Ótica Carmo, acontece uma grande ação, o Lions Ação Saúde, das 9h às 12h, no Largo Irmãos Vetter. Entre outros atendimentos, haverá coleta de sangue para detecção do câncer de próstata (PSA) colesterol e triglicerídeos e testes de visão.

Segundo a titular da SMS, Suzana Ambros Pereira, essas ações de sábado, além de todo trabalho de conscientização que está sendo promovido na rede municipal de saúde, são importantes para conscientizar e prevenir sobre a saúde do homem. “O câncer de próstata é o câncer que mais mata o homem, e temos que acabar com esse tabu de fazer o exame e de ir ao urologista, pois quanto mais cedo ocorre o diagnóstico, mais chances de cura se tem”, diz a secretária.

O PSA

Um dos principais exames para detecção do câncer de próstata é o PSA (antígeno prostático específico), que avalia a quantidade da proteína produzida pela próstata e, geralmente, quando a doença atinge essas glândulas esses níveis são aumentados. Em 2018, a SMS realizou 3.952 exames de PSA, já em 2019 foram 2.692 de janeiro à agosto, uma média de 336 exames por mês.

Os exames estão disponíveis gratuitamente na rede municipal de saúde durante todo o ano. Para receber atendimento gratuito é necessário buscar a unidade de saúde mais próxima da sua residência e receber encaminhamento que fica a critério do médico.

Serviço

O quê: Lions Ação Saúde
Quando: 9 de novembro, sábado, das 9h às 12h
Onde: Largo Irmãos Vetter – Campo Bom/RS

Fotos: Julia Allgayer/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2019 0 Comentários 433 Visualizações
Saúde

MS libera R$79 milhões para hospitais universitários

Por Gabrielle Pacheco 06/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Mais de R$79 milhões de reais foram liberados para hospitais universitários de todo o país. Essa é a terceira e última parcela anual, disponibilizada pelo Ministério da Saúde para unidades de 22 estados e do Distrito Federal. Esse dinheiro pode ser usado para ajudar nas consultas, cirurgias e internações; na compra de materiais como anestésicos, seringas e medicamentos, ou pode ser usado, também, para atividades vinculadas ao ensino, como pesquisa e extensão.

Além disso, o Governo Federal liberou outros R$ 68 milhões de reais do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF). Com esse dinheiro é possível realizar obras, reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais. Esse é o caso do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, de Campo Grande (MS), que se beneficiou com os recursos para melhorar o atendimento à população, como explica o superintendente do hospital, Cláudio César da Silva.

“O hospital encontrava-se em grandes dificuldades. E conseguimos levá-lo ao seu equilíbrio econômico. E, a partir daí, estamos conseguindo utilizar a maior parte dos recursos para sua melhoria. Promovemos diversas reformas, readequações de infraestrutura e equipamentos que nós não teríamos a menor condição de adquirir. Isso possibilita que a gente trabalhe mais, melhore a nossa produção e que os profissionais tenham condições de oferecer aos pacientes uma terapêutica diagnóstica mais atualizada com o momento que estamos vivenciando”, diz o superintendente.

“Promovemos diversas reformas, readequações de infraestrutura e equipamentos que nós não teríamos a menor condição de adquirir.”

Durante todo o ano de 2019, foram repassados mais de R$ 238 milhões de reais aos 48 hospitais universitários de todo o país. Esses recursos fazem parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF), que tem objetivo de qualificar e ampliar cada vez mais a capacidade de atendimento dessas unidades.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/11/2019 0 Comentários 523 Visualizações
Saúde

Brasileiro assume presidência da Associação Médica Mundial

Por Gabrielle Pacheco 01/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A comunidade médica no Brasil celebra mais uma conquista que eleva o patamar da saúde brasileira em nível mundial. O diretor da Associação Médica Brasileira (AMB), Miguel Jorge, assumiu a presidência efetiva da Associação Médica Mundial (WMA – World Medical Association). O evento de posse aconteceu na última sexta-feira (25), durante a Assembleia Geral Anual da WMA, realizada em Tbilisi, Geórgia.

Miguel Jorge já havia atuado por um ano como presidente eleito antes de assumir o cargo efetivo. O novo presidente, que possui Livre-Docência em Psiquiatria Clínica e tem longa trajetória no associativismo médico, ocupará o cargo da principal entidade médica do mundo no biênio 2019/2020, representando 10 milhões de médicos pelo mundo.

“Um bom médico precisa ser capaz de se colocar no lugar de seus pacientes, tentando sentir como eles se sentem, a fim de entender melhor suas necessidades e planejar fornecer o que eles mais precisam. Mas não é uma tarefa simples colocar-se no lugar de um paciente e, ao mesmo tempo, evitar se sentir tão desamparado quanto ele possa estar. Nos cuidados médicos, é tão essencial ter empatia quanto poder examinar o paciente de forma objetiva”, pontua o presidente da WMA.

“Nos cuidados médicos, é tão essencial ter empatia quanto poder examinar o paciente de forma objetiva.”

Professor Associado do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina (EPM) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desde 1986, ele já presidiu a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), foi diretor da Associação Mundial de Psiquiatria, diretor de Relações Internacionais da AMB e membro do Painel de Especialistas em Saúde Mental e Abuso de Substâncias da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2019 0 Comentários 578 Visualizações
Saúde

Moinhos de Vento discute câncer de pulmão

Por Gabrielle Pacheco 31/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul é o estado com maior incidência de câncer de pulmão do país. Entre as capitais, Porto Alegre lidera o ranking. Diante desses dados alarmantes, o Hospital Moinhos de Vento promoverá encontros para discutir o avanço da doença na população gaúcha. Entre sexta-feira, 1º, e sábado, 2, será realizado o II Simpósio Internacional de Câncer de Pulmão.

O encontro contará com uma série de mesas redondas. “A intenção é discutir, de forma multidisciplinar, os diferentes aspectos da doença e a aplicação das novas tecnologias disponíveis para o tratamento da neoplasia”, diz o coordenador da Unidade de Oncologia Torácica do Moinhos de Vento, Guilherme Geib. No Hotel Sheraton, a programação trará 30 palestrantes nacionais e três oncologistas internacionais.

“A intenção é discutir, de forma multidisciplinar, os diferentes aspectos da doença e a aplicação das novas tecnologias disponíveis para o tratamento da neoplasia.”

“Enormes avanços no manejo ocorreram nos últimos anos, como o rastreamento e diagnóstico precoce com a tomografia de baixa dose, tratamento com a cirurgia robótica, imunoterapia e terapias alvo. Tudo isso e vários outros aspectos serão abordados no simpósio”, explica o chefe do Serviço de Pneumologia do Moinhos de Vento, Marcelo Gazzana.

O ponto alto do seminário será a sessão plenária, na sexta, às 18h. O painel reunirá a canadense Natasha Leighl, o francês Elie Fadel e o brasileiro radicado no Canadá Sérgio Faria. O grupo debaterá temas relacionados à imunoterapia do câncer de pulmão, o limite da cirurgia na doença e aspectos relacionados à radioterapia estereotáxica.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
31/10/2019 0 Comentários 579 Visualizações
Saúde

Festival beneficente arrecada fundos para o ICD

Por Gabrielle Pacheco 29/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um evento inédito reúne artistas de destaque na cena musical gaúcha para arrecadar fundos ao Instituto da Criança com Diabetes (ICD) e conscientizar a população sobre a doença. Trata-se da primeira edição do ICD Festival, que ocorre neste domingo, 3, às 16h, no Ocidente (Osvaldo Aranha, 960).

O evento integra entretenimento, diversão e compromisso social, trazendo ao palco do bar nomes como Laura Dalmás, Vera Loca, Duda Calvin, Paulo Inchauspe e Cartas na Rua. No intervalo, o line up será comandado pelos DJs Mely Paredes e Gabriel Ferrão. Os ingressos – à venda pelo sympla – custam R$40, com meia entrada para estudantes, menores de idade acompanhados dos pais e idosos.

Toda a renda arrecadada no festival será revertida para a manutenção dos programas e projetos do Instituto da Criança com Diabetes. Para a cantora Laura Dalmás (foto), o evento é muito importante para alertar a sociedade sobre a doença e ajudar nos trabalhos desenvolvidos pelo ICD. “Eu acho incrível ver tantos artistas de gêneros variados se unindo em prol de uma causa tão significativa que é a manutenção dos projetos do ICD. Para mim, vai ser uma honra estar cantando neste festival, unindo arte e ajudando outras pessoas”, afirma.

“Eu acho incrível ver tantos artistas de gêneros variados se unindo em prol de uma causa tão significativa que é a manutenção dos projetos do ICD.”

Há 11 anos, o ICD atende crianças, adolescentes e adultos jovens com diabetes tipo 1 (insulino-dependente), proporcionando recursos necessários ao tratamento. A instituição também atua na prevenção das complicações decorrentes da doença e na redução de internações hospitalares. A identidade visual do evento é assinada pelo publicitário Tiago Sarmento. Já a curadoria de artistas é feita por Paulo Inchauspe e Alexandre França em parceria com Johnny Rickes. O ICD Festival é uma realização do Instituto da Criança com Diabetes, com apoio da Open Stage Instrumentos Musicais e parceria da Aces Produtora e Vôo Conteúdo Musical.

Serviço

O quê: ICD Festival
Quando: 3 de novembro, às 16h
Onde: Bar Ocidente (Osvaldo Aranha, 960 – Porto Alegre)
Quanto: R$ 40

Foto: Vinícius Angeli/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2019 0 Comentários 530 Visualizações
Saúde

Retinopatia diabética atinge 40% dos brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 29/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Diabetes tipo 2 será a próxima epidemia global – é o que consideram os especialistas. Para se ter uma ideia, segundo o Ministério da Saúde, entre 2006 e 2016, os casos da doença aumentaram em 61,8% no Brasil. No mundo, já são mais de 387 milhões de diabéticos, e a expectativa é que esse número aumente em 150%. O diabetes é uma doença crônica, que aumenta as taxas de açúcar no sangue e pode levar a complicações graves quando não controlada. Uma delas é a retinopatia diabética, considerada a maior causa de cegueira de pessoas jovens em todo o mundo.

Dados de 2018 da Sociedade Brasileira da Diabetes mostram que 40% dos pacientes que têm diabetes podem desenvolver a doença, uma vez que a grande maioria não sabe sobre seus riscos. Para o médico oftalmologista João Guilherme Oliveira de Moraes, especialista em retina e vítreo e idealizador do Retina do Bem, projeto de combate à retinopatia diabética, além da falta de conhecimento, o grande problema é que a doença é assintomática, o que faz com que muitos casos sejam diagnosticados tarde demais:

“A retinopatia diabética é uma doença que não apresenta sintomas específicos e a grande maioria dos pacientes com diabetes nem sabe desse risco. Por isso, o exame periódico de fundo de olho é tão importante para pacientes diabéticos”, avalia.

A retinopatia diabética afeta os vasos sanguíneos do olho e, se não diagnosticada e contida a tempo, ela deposita um material anormal nas paredes dos vasos da retina – fundo do olho –, causando o estreitamento e até bloqueio dos mesmos, além do enfraquecimento de suas paredes, o que pode causar deformidades chamadas de microaneurismas. São esses microaneurismas que acabam rompendo e levando à hemorragia, o que pode causar a cegueira. A retinopatia diabética se apresenta de duas formas, exsudativa ou proliferativa, e ambas podem causar perda parcial ou total da visão.

“No primeiro caso, a hemorragia e a gordura afetam a mácula, que é a responsável pela visão central, usada para a leitura. Já no segundo caso, acontece a proliferação de novos vasos atípicos, os ‘neovasos’, os quais são extremamente frágeis e também podem causar hemorragia. Além disso, esses ‘neovasos’ podem atingir o interior do olho, podendo causar não só dificuldades de enxergar, como a destruição da retina”, esclarece o especialista.

A principal causa da retinopatia diabética é o diabetes mellitus; é ele que impede o nosso corpo de fazer o uso adequado dos alimentos, principalmente o açúcar, elevando seus níveis na corrente sanguínea. Quanto a prevenção, o médico lembra que não existem segredos: alimentação adequada, uso dos remédios prescritos, prática de exercícios físicos e consultas periódicas acompanhadas do exame de fundo de olho podem evitar maiores problemas.

Hoje, graças ao avanço da tecnologia, existem tratamentos capazes de interromper a progressão da doença, como a fotocoagulação por raio laser, que cauteriza as regiões afetadas, evitando o processo de hemorragia. Em alguns casos, porém, pode ser necessária a realização de cirurgia de vitrectomia. “Quanto mais cedo é o diagnóstico, maior é a probabilidade de sucesso no tratamento. Apesar de não existir uma cura para a retinopatia diabética, ela pode ser controlada. Por isso, ter conhecimento sobre o assunto é o primeiro passo para a prevenção”, finaliza Moraes.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/10/2019 0 Comentários 811 Visualizações
Saúde

Santa Cruz do Sul terá um novo posto sustentável

Por Gabrielle Pacheco 28/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Santa Cruz do Sul vai ganhar um segundo posto de saúde sustentável, dessa vez para atender as comunidades dos bairros Figueira e Ana Nery. O anúncio, a apresentação do projeto e o encaminhamento da licitação foram feitos na tarde desta sexta-feira (25), em ato realizado no salão nobre do Palacinho, com a presença do prefeito Telmo Kirst, secretários, vereadores e demais autoridades.

Nos mesmos moldes projetados para a ESF Pedreira, o posto Ana Nery Figueira terá 442,31 metros quadrados e será construído em alvenaria, com total acessibilidade e atendendo todos os requisitos do Ministério da Saúde (MS). A obra, que deverá ser entregue em 2020, está orçada em R$ 1.016.521,20 e será realizada com recursos do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), firmado com a Caixa Econômica Federal (CEF). O prazo para execução é de 10 meses, a contar do início dos trabalhos.

Atualmente as equipes da ESF Ana Nery Figueira e da ESF Faxinal dividem o mesmo local. Com a nova estrutura física, ambas passarão a contar com mais espaço e melhores condições para atender as populações referenciadas. Cerca de mil famílias são atendidas pela equipe da ESF Ana Nery Figueira e a cada mês são realizados 1.430 atendimentos, entre consultas, procedimentos e visitas das agentes de saúde.

A nova unidade terá sistema de coleta e armazenagem de água da chuva. A instalação de cisternas vai permitir a utilização de recursos hídricos não-potáveis nas descargas dos vasos sanitários e também para regas nos canteiros e horta da unidade. Já para manutenção das lâmpadas de led e aparelhos elétricos, será instalado um sistema para captação de energia solar, com placas fotovoltaicas, que vão garantir boa parte da energia consumida no local, proporcionando economia aos cofres públicos.

O projeto arquitetônico contempla a instalação de playground, bicicletário e área de estacionamento. Com espaços ventilados e janelas amplas para melhor aproveitamento da luz natural, o prédio contará com farmácia, salas de triagem, recepção, espera, atividades coletivas, de agentes comunitários de saúde, de inalação coletiva, de vacinas, de administração, de procedimentos, de curativos, de observação, três consultórios médicos e um odontológico, central de material esterilizado simplificada, copa, quatro banheiros, sendo dois acessíveis, depósito de material de limpeza, rouparia, varanda e área de ambulância.

Assim como na ESF Pedreira, também está prevista a implantação de uma horta para cultivo de chás e plantas medicinais, que sob orientação de profissionais de saúde poderão ser usadas na complementação de tratamentos. Essa ideia já é adotada na ESF Boa Vista. Plantas como babosa, boldo, citronela, erva cidreira, calêndula, funcho e poejo são as mais procuradas pelos usuários.
Segundo o prefeito Telmo Kirst, a tendência é que todos as unidades que venham a ser construídas no município, sigam o mesmo padrão, com foco na sustentabilidade.

“A utilização de energias renováveis é uma tendência mundial e precisamos avançar nessa questão”, disse.

Já o secretário municipal de Saúde, Régis de Oliveira Júnior, disse que a nova estrutura foi concebida para proporcionar conforto e bem-estar aos usuários, aliando a isso o cuidado e a proteção ao meio ambiente. “Queremos prestar um atendimento humanizado e que respeite o meio ambiente”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2019 0 Comentários 583 Visualizações
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