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Saúde

Saúde

Cresce o número de casos de hanseníase no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 24/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A queda progressiva registrada entre 2003 e 2016 nos casos de hanseníase no Brasil foi interrompida no último relatório sobre a doença divulgado pelo Ministério da Saúde. Segundo os dados levantados, em 2017 e 2018 o Brasil apresentou um aumento de 26.875 para 28.660 novos registros da doença. Essa foi a primeira vez em 13 anos que os números cresceram. Para o médico dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Rodrigo Vettorato, as razões para esse crescimento são complexas e passam por diversos fatores.

“É extremamente complicado atribuir somente um motivo para o aumento de casos. A queda dos índices, muitas vezes, acaba provocando um certo negligenciamento em relação à doença. Com isso, para-se de investir em seu controle, a mídia diminuí o ritmo de divulgação de informações e, em alguns casos, os próprios médicos (sem o treinamento adequado) não conseguem diagnosticar precocemente”, salientou. Segundo Rodrigo Vettorato, esses novos números só reforçam a necessidade de campanhas de conscientização e prevenção à doença.

“Investir em ações que busquem informar a população é imprescindível. Quanto mais cedo se descobre a doença, mais tranquilo é o tratamento e menor a chance de sequelas. O grande problema da hanseníase é o diagnóstico tardio, quando o paciente já apresenta deformidades ou incapacidades sensitivo-motoras”, explica o médico.

“Investir em ações que busquem informar a população é imprescindível.”

O Janeiro Roxo é dedicado a conscientização e prevenção da hanseníase, que é uma doença contagiosa causada pela transmissão do Bacilo de Hansen, através da respiração. Ela se manifesta de diversas formas, como através de lesões na pele, ausência de sensibilidade à dor e ao tato em qualquer parte do corpo. O Brasil registra 12% dos casos da doença em todo o mundo, contabilizando 15 ocorrências a cada 100 mil habitantes. Por isso, a hanseníase é caso de saúde pública e tem tratamento gratuito em todo o Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/01/2020 0 Comentários 640 Visualizações
Saúde

Automedicação é um perigo para a saúde bucal

Por Gabrielle Pacheco 22/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Todos conhecemos, ou até mesmo somos, aqueles que montam uma farmácia particular em casa com uma variedade de remédios para dores musculares, dores de cabeça, coriza, febre, indigestão, entre outros sintomas que podem nos acometer no dia-a-dia. Mas, não atentamos para o fato de que a automedicação pode se tornar um problema sério quando vira rotina.

Dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), mostram que os medicamentos ocupam o primeiro lugar entre os agentes causadores de intoxicações em seres humanos e o segundo lugar nos registros de mortes por intoxicação. O Sistema também aponta que apenas 50% dos pacientes, em média, tomam seus remédios corretamente, ou seja, cumprem a duração e intervalo de uso de medicamentos estipulados por profissionais da saúde.

Além de mascarar sintomas recorrentes que podem indicar alguma doença grave, o uso de medicamentos autoprescritos pode ser nocivo para a saúde bucal. De acordo com cirurgião-dentista Sidney das Neves, integrante da Câmara Técnica de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), a utilização indiscriminada de antibióticos e antiinflamatórios é a mais preocupante.

Segundo ele, a automedicação para tratar uma infecção na região da boca pode resultar em graves consequências para a saúde geral. “Os processos infecciosos na região maxilofacial e cervical evoluem de maneira muito rápida, por isso, o tratamento sem um acompanhamento do cirurgião-dentista pode resultar em uma terapia ineficaz, podendo até mesmo contribuir para o agravo da condição”, informa Neves.

Usar esses medicamentos sem prescrição de um profissional qualificado também pode alterar os efeitos do uso de outro remédio que o paciente esteja utilizando, diminuindo ou anulando completamente o resultado terapêutico desejado. “Especificamente no caso dos antibióticos, o uso inadvertido, ao invés de combater de forma adequada o micro-organismo responsável pelo processo infeccioso bucal, por exemplo, poderá auxiliar na seleção de uma bactéria muito mais resistente, levando risco à pessoa”, afirma o cirurgião-dentista.

Não só a população, mas os próprios profissionais da saúde devem estar atentos ao receitar antimicrobianos. Cirurgiões-dentistas e médicos devem seguir as determinações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que aconselha a indicação de medicamentos que ofereçam o máximo de efeito terapêutico com o mínimo de toxicidade e de potencial de desenvolvimento de resistência microbiana.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/01/2020 0 Comentários 580 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento conquista status Ouro no atendimento de AVC

Por Gabrielle Pacheco 21/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O comprometimento para qualificar ainda mais a prestação de cuidados do AVC garantiu ao Hospital Moinhos de Vento a certificação Ouro no Angels Award. Vinculado à Sociedade Iberoamericana de Doenças Cérebro Vasculares e à Organização Mundial de AVC, o prêmio existe na América Latina desde 2018. Além do Moinhos, apenas três instituições brasileiras alcançaram esse status.

O programa Angels auxilia na implementação e qualificação dos centros de AVC em todo o mundo. Os hospitais são classificados como “prontos para o atendimento da doença” quando têm a estrutura mínima e monitoramento de dados. Os que registram os melhores desempenhos são classificados como Ouro, Platina e Diamante. No Brasil, Hospital Moinhos de Vento, Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto têm status Ouro, enquanto o Hospital de Clínicas de Bauru recebeu a certificação Diamante.

Ao todo, mais de 150 hospitais brasileiros participam do programa, além de 2,8 mil de todo o mundo. “Esse monitoramento permite que as instituições verifiquem a qualidade da atenção e modifiquem os processos que não estiverem adequados, possibilitando a comparação com os demais centros do seus país, da região e de outras regiões do mundo”, destaca a chefe do Serviço de Neurologia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins (foto).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2020 0 Comentários 551 Visualizações
Saúde

Idosos com depressão devem ter acompanhamento profissional e familiar

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, em 2017, o Brasil tinha 11,5 milhões de pessoas com depressão, sendo que os idosos estavam entre os mais atingidos pela doença. No mês lembrado pela conscientização sobre a saúde mental, especialistas da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) alertam: receber os cuidados profissionais e familiares adequados é fundamental no tratamento.

A psicóloga especialista em Gerontologia Eloisa Adler explica que a longevidade é um desafio do século XXI à medida que cada vez mais as pessoas atingem idades muito avançadas. “Nesses últimos anos, as políticas, ações e os estudos na área do envelhecimento avançaram muito, mas o cenário da velhice também mudou. Não estamos preparados ainda para atender nossos velhos, quanto mais os velhos muito velhos, frágeis e dependentes”, explica a psicóloga.

“Existem muitas velhices, existem idosos saudáveis com autonomia e em plena atividade, como a atriz Fernanda Montenegro, ícone da velhice com saúde física e mental. Mas, também, existe o outro extremo que é a velhice com doenças e dependência absoluta”, diz Eloisa.

“Nessa etapa da vida, com o aumento das perdas e a proximidade da terminalidade da vida, a saúde mental dos idosos sofre fortes impactos”, complementa a médica geriatra Claudia Burlá. Com alguma frequência, “as limitações decorrentes do processo do envelhecimento, como o declínio funcional do corpo físico, a perda do status social, limitações financeiras e múltiplas perdas afetivas precipitam o surgimento da depressão”, pontua a geriatra.

Claudia acrescenta que a intervenção medicamentosa isoladamente nem sempre resolve este transtorno mental. “É essencial fazer um tratamento integrado com profissionais da psicologia, atendendo às diversas demandas psicossociais”. Tristeza é um sentimento próprio da condição humana, distingue Eloisa: “a sociedade contemporânea tende a biomedicalizar questões existenciais, que são diferentes da depressão. Esta, por sua vez, é uma doença e deve ser tratada com fármacos, psicoterapia e participação social”.

Importância da família

No país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem cerca de 30 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Entre os idosos de 60 a 65 anos, 1,2% tinha depressão em 2017, de acordo com a OMS, representando a faixa etária com mais pessoas depressivas no Brasil. Ter um acompanhamento familiar pode ajudar no tratamento da doença entre os mais velhos, dizem as especialistas. Para a psicóloga, nem sempre é fácil identificar o adoecimento de um familiar idoso:

“Às vezes falam que é ‘coisa de velho’. Mas, se for um quadro de depressão, é preciso que os familiares reconheçam a doença e possam tomar as medidas necessárias para tratá-la”. Com o processo do envelhecimento, é frequente que a pessoa idosa seja progressivamente excluída e marginalizada. Esta perda gradativa do lugar de importância no contexto social e familiar pode culminar num isolamento doloroso e, por vezes, adoecedor. O convívio inter-geracional e a participação social são determinantes para a inclusão da pessoa idosa na sociedade contemporânea, concluem Adler e Burlá.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/01/2020 0 Comentários 612 Visualizações
Saúde

IPE disponibiliza atendimento sem cartão em casos específicos

Por Gabrielle Pacheco 14/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os usuários do IPE Saúde passam a contar com um novo serviço: liberação provisória para atendimento sem cartão. A alternativa serve para situações em que a pessoa necessita de alguma prestação de serviço em saúde, mas está sem o documento no momento da assistência. Desenvolvida em parceria com a Companhia de Processamento de Dados do Estado (Procergs), a liberação de atendimento é disponibilizada no novo site do IPE Saúde, que entra no ar nesta terça-feira, 14.

Na mesma data, é lançado também o site do IPE Prev, consolidando o processo de especialização que deu origem às duas autarquias, em 2018. Ao necessitar de atendimento e não dispor do cartão IPE Saúde, o usuário deverá acessar o site, clicar em “Solicitação de Liberação de Atendimento”, na aba de acesso rápido, e preencher as informações solicitadas:

  • Matrícula no IPE Saúde ou CPF
  • Data de nascimento
  • Senha IPE Saúde

Também será necessário informar um número de telefone celular para o envio da mensagem que vai autorizar o atendimento. A nova possibilidade evita que uma pessoa do interior com consulta na capital tenha que se deslocar até a sede do IPE Saúde para solicitar um certificado provisório no caso de esquecimento do cartão, por exemplo. A validação para o atendimento sem o cartão IPE Saúde dura apenas um dia e deve ser usada somente em situação de exceção. O procedimento não isenta a apresentação de documentos de identificação por parte do usuário no momento do atendimento.

Soluções digitais para o usuário

Em sintonia com a tendência mundial da informatização na assistência, o IPE Saúde trabalha no desenvolvimento de diversas ações com foco em ampliar a oferta de serviços digitais. a validação de atendimento sem o cartão IPE Saúde foi desenvolvida em parceria com a Procergs, dentro de um programa intitulado “Jornada do Segurado”, que prevê uma série de soluções para facilitar a vida do usuário e dos prestadores de serviço do IPE Saúde. Entre as soluções previstas ainda para este ano, está a renovação de dependente estudante, que deverá ser feita integralmente de forma digital, sem a necessidade de entregas de documentação física.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2020 0 Comentários 565 Visualizações
Saúde

Brasil é o país mais ansioso do mundo

Por Gabrielle Pacheco 14/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O começo do ano é marcado por muitas expectativas, planos e mudanças. A junção de todos esses sentimentos pode resultar na presença da ansiedade devido às possíveis frustrações. Por isso, o primeiro mês do ano foi escolhido para combater o adoecimento emocional das pessoas através da campanha Janeiro Branco.

Segunda a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em quatro pessoas sofre com algum transtorno mental. O Brasil é o país com mais pessoas ansiosas no mundo: estima-se que ao menos 9,3% da população, ou seja, 18,6 milhões de brasileiros, convivem com o transtorno. A depressão já atinge mais de 300 milhões de pessoas, ainda assim, os investimentos para o cuidado com a saúde mental não correspondem à alta demanda.

Pensando em reverter esse quadro a Telavita, plataforma de atendimento psicológico online, surge como opção para democratizar o acesso ao cuidado com a saúde mental. A função da empresa é conectar profissionais de psicologia a pacientes de todo o mundo através de consultas online por um preço acessível .Os atendimentos podem ser feitos de onde o paciente estiver e no horário que desejar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/01/2020 0 Comentários 674 Visualizações
Saúde

Perda auditiva é a 4ª maior causa de deficiência no mundo

Por Gabrielle Pacheco 13/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 19% da população apresenta algum grau de perda auditiva. No entanto, estudos demostram que a prevenção, a identificação precoce do problema e uma reabilitação adequada podem reduzir o transtorno, promovendo mais qualidade de vida.

Segundo o Dr. Eduardo Bogaz, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o impacto negativo deste quadro na vida de uma pessoa é substancial.
Quando a perda acontece durante a infância, o desenvolvimento da criança pode ser comprometido, sobretudo na escola. “Já na vida adulta, é comum relatos de isolamento social, restrições no crescimento profissional, dificuldade de se relacionar e depressão”, destaca.

O que causa a perda auditiva?

O médico afirma que fatores como infecções, perfurações do tímpano, uso indevido de tecnologias e barulho intenso no trabalho estão entre as causas mais comuns do problema e, quando não diagnosticado a tempo, podem ser irreversíveis. “Aproximadamente 60% dos problemas que levam à perda de audição podem ser prevenidos”, complementa. A perda da audição pode acontecer de maneira repentina ou gradual, dependendo da causa. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas.

“Aproximadamente 60% dos problemas que levam à perda de audição podem ser prevenidos.”

Principais sintomas

Bogaz lembra que muitos pacientes procuram ajuda apenas quando o problema já atingiu um nível elevado. No entanto, é possível identificar sinais mais sutis no dia-a-dia, que ajudam no diagnóstico precoce:

  • Dificuldade em identificar sons à distância;
  • Necessidade de aumentar o volume do rádio ou da televisão, mesmo quando o ambiente está silencioso;
  • Dificuldade de conversar em ambientes barulhentos;
  • Insegurança ao dirigir devido à dificuldade de identificar sons dos outros veículos ou sinais de alerta;
  • Dificuldade de conversar ao telefone;
  • Presença de zumbido em um ou nos dois ouvidos;
  • Irritação ou impaciência ao falar devido à dificuldade de entender o que os outros dizem.

Como tratar

A partir do diagnóstico, o tratamento será recomendado pelo especialista e pode variar de acordo com o grau do problema e a história do paciente. Entre as opções, o paciente pode se beneficiar realizando terapia da fala, reabilitação auditiva, uso de aparelhos, implantes cocleares e outros dispositivos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2020 0 Comentários 557 Visualizações
Saúde

Ministério da Saúde realiza pesquisa telefônica

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Saúde iniciou nesta semana a Pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, mais conhecida como Vigitel. Em 2020, a projeção é ouvir aproximadamente 27 mil pessoas somente no primeiro semestre. O levantamento, realizado nas 27 capitais do país, mapeia as ocorrências de doenças crônicas não transmissíveis como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração, que são as principais causas de mortes no país.

Brasileiros com mais de 18 anos podem receber uma ligação de um pesquisador do Ministério da Saúde e serem convidados a responder um questionário que dura cerca de 10 minutos. As ligações serão feitas das nove horas da manhã às nove horas da noite, do horário de Brasília, de segunda a sexta-feira, e das 10 horas da manhã às quatro horas da tarde aos sábados, domingos e feriados.

Vale ressaltar que a participação na pesquisa é voluntária e não será perguntado nenhum dado relacionado a documentos pessoais, como CPF, RG ou mesmo dados bancários. As únicas informações pessoais que serão solicitadas será a idade, o sexo, a escolaridade, o estado civil e raça ou cor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Saúde

RS começa a distribuir vacinas pentavalente a municípios

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria da Saúde (SES) começou nesta quinta-feira (9) a distribuição das 41 mil doses de vacinas pentavalente recebidas do Ministério da Saúde. As cidades da Região Metropolitana devem estar abastecidas entre quinta e sexta-feira (9 e 10), enquanto os municípios mais distantes têm previsão de recebimento até a próxima semana. Todas as cidades do RS serão atendidas, em número proporcional à população. A vacina é recomendada para crianças em três doses, aos dois, quatro e seis meses. A pentavalente protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningite por Haemophilus influenzae B.

Na manhã desta quinta-feira, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) entregou as doses previstas para a capital e para as coordenadorias regionais com sede em Cachoeira do Sul e Ijuí, que as distribuíram entre as 32 cidades abrangidas. À tarde foram encaminhadas as vacinas para as duas regionais responsáveis pelos 65 municípios da Região Metropolitana. O envio foi realizado em caráter emergencial, já que o imunobiológico passou por um período de indisponibilidade na rede desde o ano passado, devido a um desvio de qualidade identificado na sua produção.

Um novo lote importado foi liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após aprovação em testes de qualidade pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). A quantidade recebida corresponde a aproximadamente a média mensal utilizada no estado. Para colocar em dia a situação vacinal de todas as crianças que tenham ficado sem tomar a dose nos últimos meses, mais envios estão previstos pelo Ministério da Saúde ao Rio Grande do Sul ainda em janeiro.

A criança – independentemente da idade – que não tomou uma ou mais doses previstas no calendário deve ser levada à Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para colocar em dia sua carteira de vacinação. A primeira dose é prevista aos 2 meses de idade e, a partir dela, as demais devem ser feitas com intervalo mínimo de 30 dias, sendo que recomenda-se 60 dias entre as doses. Quem deixou de tomar alguma dose na idade recomendada pode ser vacinado a qualquer momento, respeitando o intervalo de tempo previsto.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/01/2020 0 Comentários 490 Visualizações
Saúde

Dr. Vasco é o novo coordenador médico do Samu em Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 09/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quinta-feira (9), o médico assistente do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, José Umdetermack de Vasconcellos, assumiu a coordenação médica da base do Samu em Santa Cruz do Sul. O novo coordenador, conhecido como Dr. Vasco, é servidor público há 15 anos e atua junto ao Samu desde a implementação da base no município. O médico clínico geral é formado pela Universidade Federal de Santa Maria e tem especialização em Cirurgia do Abdômen.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2020 0 Comentários 689 Visualizações
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