O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta confirmou na tarde desta quinta-feira, 16, o seu desligamento do Ministério da Saúde. O anúncio foi feito na sua conta no Twitter, onde ele agradeceu à sua equipe por cooperar no enfrentamento do novo coronavírus até então. Mandetta esteve reunido com o presidente Jair Bolsonaro por volta das 15h30 desta quinta-feira e já havia se despedido dos funcionários da pasta.
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Saúde
A Vigilância em Saúde (Visa) da Secretária Municipal de Saúde de Estância Velha, juntamente com as agentes de saúde do município, estão atuando intensamente na delimitação do foco da dengue. Estância Velha tem confirmados cinco casos, sendo que outros três aguardam o resultado dos exames. Dos casos confirmados, todos são no bairro Bela Vista.
E devido ao número de casos no município, a Visa também vai combater o mosquito Aedes aegypti nos pontos de coleta seletiva existentes no município, sendo este o mecanismo mais rápido para combater o foco do principal transmissor da doença.
Desde o início do mês de abril deste ano 2020, começaram a aparecer casos de pessoas com sintomas da doença. Todos estão sendo acompanhados por profissionais da saúde estanciense.
As agentes de saúde do município, estão fazendo uma ação mecânica na eliminação de criadouros do mosquito. Também orientam a comunidade quanto aos cuidados que devem ser tomados. “Evite água parada e acúmulo de lixo. Lembrando que a aplicação do veneno não significa que os cuidados não deverão ser mantidos, precisamos da colaboração de toda a comunidade. Estamos vivendo um momento de pandemia, mas não podemos esquecer que a dengue também mata”, destacou a enfermeira e coordenadora da Visa, Rosane Aparecida Hermes.
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É nos momentos difíceis que cuidar da saúde física e emocional se torna ainda mais importante. Pensando nisso, o Tem Hora, nova plataforma de agendamento de consultas da VS Empreendimentos, holding da Unimed Vale do Sinos, fechou uma parceria com a plataforma francesa Ignilfe. Agora os assinantes do Tem Hora terão acesso a especialistas em saúde de quatro áreas que atenderão via chat tirando dúvidas sobre o novo coronavírus.
Oferecendo aconselhamento nas áreas de nutrição, psicologia, educação física e enfermagem, os especialistas responderão perguntas dos usuários. O objetivo é garantir equilíbrio físico e mental antes, durante e depois da pandemia. A iniciativa surge, por um lado, da percepção de que muitas pessoas estão abaladas com o isolamento. Por outro é também uma forma de diversificar negócio com a plataforma Tem Hora. “Nossa ideia é manter essa parceria, após o período de quarentena com um diferencial aos nossos assinantes”, explica o gerente de Tecnologia da Informação da Unimed VS, Antônio de Pádua
O Tem Hora é uma startup inovadora que visa mudar a forma de agendar consultas. Com a plataforma, os melhores médicos e toda a infraestrutura da Unimed VS estão a um toque na tela. O serviço é uma opção para quem não tem plano de saúde e não quer depender somente do SUS. O aplicativo faz o agendamento de consultas com opções de assinaturas.
Os usuários podem usufruir da ampla rede e infraestrutura da Unimed Vale do Sinos contando com valores especiais, pontuação para trocar por atendimentos, além de descontos em exames, internações e procedimentos na rede e no hospital Unimed VS. “Com ela podemos alcançar novos clientes de forma descomplicada, acessível e rápida, além de proporcionarmos o acesso a consultas, exames e procedimentos com a qualidade Unimed e com preços acessíveis para quem não tem plano de saúde”, explica Pádua.
O Tem Hora já conta com mais de 85 médicos credenciados no Vale do Sinos. As consultas médicas custam a partir de R$ 80 para assinantes e a assinatura mensal é de R$ 22,90. Há também assinaturas com valores especiais para famílias ou um pacote anual. Os valores pagos na plataforma são convertidos em pontos, incluindo a mensalidade. Após 350 pontos é possível trocar por uma consulta na unidade de consultas da Unimed VS. “Com o valor acumulado da mensalidade, em 12 meses, e mais uma consulta, já é possível realizar a segunda com os pontos” destaca Pádua.
O lançamento também responde à vocação da Unimed em contribuir com a sociedade. “O Tem Hora foi criado com uma tecnologia de ponta para facilitar a conexão entre médicos, credenciados ou não com a Unimed, e pacientes. Nós, da Unimed VS, através da holding VS Empreendimentos, nos orgulhamos muito em investir em uma startup com um alto viés tecnológico e com um propósito transformador de acesso à saúde, visto que hoje, esse é um dos maiores problemas sociais no Brasil” afirma Pádua.
A plataforma Tem Hora, já está disponível para download no Google Play e na Apple Store, mais informações pelo site: www.temhora.app
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A homenagem, desta vez, chegou de uma maneira bem radical até os profissionais da saúde do Hospital Moinhos de Vento. Na quarta-feira, 15, alpinistas da empresa Executar desceram de rapel do alto do Bloco 16, com 30 metros de altura. No prédio, ficam duas áreas que foram isoladas para tratamento de pacientes com Covid-19 e casos suspeitos: o Centro de Tratamento Intensivo Adulto e uma unidade de internação.
Nas janelas, os quatro alpinistas que participaram da atividade faziam paradas e mostravam cartazes escritos com “Muito obrigado!”. A ação também incluiu a instalação de um banner gigante, de mais de 12m², na lateral do edifício. A mensagem também é de agradecimento: “Eles dedicam as suas vidas para cuidar da nossa. Homenagem aos profissionais da saúde.” Dentro do prédio, médicos, enfermeiros, técnicos, farmacêuticos, fisioterapeutas e psicólogos receberam emocionados o reconhecimento e o carinho.
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Atento às necessidades da comunidade surda, que não dispõe de muitas informações sobre o coronavírus em formato adequado, o professor Alexandro Cagliari, da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), resolveu criar um material em Libras com esclarecimentos e orientações sobre a pandemia causada pelo novo coronavírus. Com a colaboração da estudante do curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia Viven Lopes, que é surda, e da filha e intérprete dela, Laura Lopes, foi elaborado um vídeo lançado na última terça-feira, 14.
“Fiquei surpreso com a carência de material em Libras tratando do assunto, embora tenhamos muitos surdos em nossa universidade e na sociedade em geral. Garantir acesso à informação a todos é fundamental em momentos críticos como o que estamos passando no momento”, enfatiza Cagliari.
Desde a elaboração do roteiro, a equipe buscou produzir um material que fosse realmente voltado à comunidade surda, e não uma adaptação de um conteúdo produzido para ouvintes. “Neste trabalho, buscamos dar destaque à informação em Libras. Não queríamos apenas um vídeo com um ouvinte apresentando com tradução simultânea em Libras. O foco foi a comunidade surda. Um vídeo feito por surdos e para surdos”, explica o professor.
A produção do vídeo envolveu outros professores e técnicos da unidade da Uergs em Santa Cruz do Sul, um estudante do curso de Engenharia de Computação da unidade em Guaíba e a equipe da Assessoria de Comunicação da universidade.
Viven e Laura já fazem parte de um projeto de extensão desenvolvido na Uergs em Santa Cruz do Sul com o objetivo de criar um glossário em Libras para o ensino de Biotecnologia. A ideia surgiu diante da dificuldade observada pela intérprete para traduzir termos científicos utilizados durante as aulas nessa área. “Esse foi o grande motivador para o início da parceria. Em breve esperamos também poder divulgar esse material destinado à comunidade surda brasileira”, anuncia Cagliari.
O vídeo está disponível no site da Uergs e no canal da universidade no YouTube.
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O tabagismo, que sempre causou muitos danos à saúde, aparece no cenário da pandemia do coronavírus como um fator importante e, mais do que nunca, é necessário o alerta para que a população abandone o hábito. Pesquisas já mostraram que fumantes têm 14 vezes mais problemas com relação à Covid-19, comparados com uma pessoa que não fuma.
“Algumas medidas são importantes serem enfatizadas neste momento. Além dos malefícios do cigarro, chamamos a atenção para o uso do narguilé (espécie de cachimbo de água de origem oriental, utilizado para fumar tabaco aromatizado) que tornou-se muito popular especialmente nos grandes centros urbanos. Nestes casos, o risco de transmissão do vírus cresce substancialmente, uma vez que há um compartilhamento do material”, explica o médico pneumologista e mentor do Projeto Fumo Zero da Amrigs, Luiz Carlos Corrêa da Silva.
O alerta é válido, ainda, para todos os outros dispositivos de inalação de tabaco que produzem vapor.
“Todos fazem muito mal à saúde e, neste momento de absoluta insegurança em relação às possibilidades danosas do coronavírus, precisamos transmitir essa mensagem de alerta”, completa Luiz Carlos.
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O governo do Estado recebeu na tarde desta quarta-feira, 15, mais um lote com 37,7 mil testes rápidos antígenos para identificação de novos casos de coronavírus. Eles serão destinados aos hospitais gaúchos. Esse tipo de teste pode ser feito a partir do terceiro dia da presença dos sintomas em pacientes que estiverem internados em leito clínico ou de UTI na rede de saúde. Ele serve para agilizar o processo de diagnóstico e também para testar profissionais de saúde que atuam em hospitais. Feito por meio da coleta de amostra de secreção respiratória, se o resultado der negativo, precisa seguir para análise do Laboratório Central do Estado (Lacen) para fazer o exame RT-PCR.
Outro teste rápido, também utilizado, é o de anticorpos que verifica a presença do vírus em até dez dias depois da ocorrência dos sintomas. Para a realização, é necessária a coleta de apenas uma gota de sangue, e o resultado fica pronto em até 20 minutos. Ele detecta a presença de anticorpos (IgG e IgM), que são defesas produzidas pelo corpo humano contra o coronavírus.
Testes de biologia molecular
Além dos testes rápidos, o Laboratório Central do Estado (Lacen) e outros privados credenciados permanecem realizando os testes de biologia molecular, que tem uma tecnologia capaz de identificar o coronavírus em pacientes logo no início da doença. Essa modalidade é usada para diagnosticar casos graves em internados com a Covid-19 e em profissionais de hospitais que estiverem em atendimento direto dos pacientes com síndrome respiratória aguda grave.
A secretária da Saúde, Arita Bergmann, informou que para a realização desses testes as parcerias com a área acadêmica estão em ampliação. O governo já conta com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) para realização dos testes de biologia molecular, também chamados de RT-PCR, mais preciso com relação ao diagnóstico da Covid-19.
Com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que já foi celebrado um termo de cooperação, a expectativa é de se chegar à realização de 500 exames no início, podendo aumentar à medida que houver mais insumos. Arita afirmou que a perspectiva é ter um laboratório parceiro em cada uma das macrorregiões do Estado para a realização de exames RT-PCR.
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Mais um lote de equipamentos de proteção individual (EPIs) para prevenção dos profissionais que atuam no atendimento a pacientes de Covid-19 chegou ao Rio Grande do Sul nesta quarta-feira, 15. Com essa remessa, o governo do Estado já contabiliza mais de 872 mil unidades de máscaras protetoras para distribuição e proteção aos trabalhadores dos serviços de saúde. Os equipamentos são enviados pelo Ministério da Saúde para serem distribuídos pela Secretaria da Saúde (SES) aos municípios e hospitais.
Junto às máscaras, desde o início da pandemia registra-se o total de 1,1milhão de luvas de procedimento látex sendo disponibilizadas pela SES. Outros EPIs, como sapatilhas descartáveis, óculos de proteção transparentes em policarbonato e álcool gel para pele e superfícies também fazem parte do carregamento de EPIs recebidas e destinadas às 19 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs).
As regionais fazem a entrega aos municípios, responsáveis pelos prestadores de serviços de saúde junto à população do estado.
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A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que começou nesta quinta-feira, 16, inclui também os povos indígenas como prioritários. A antecipação se deve à situação de vulnerabilidade dessa população, que receberá as equipes de vacinação em suas aldeias, quando serão adotadas todas as medidas de prevenção e controle do novo coronavírus.
Conforme o Ministério da Saúde, as vacinas seguirão até os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) de carro, barco ou avião, sempre observando as recomendações de conservação da temperatura e de armazenamento das doses. O esforço atende à determinação sanitária de aumentar a cobertura da vacina contra Influenza, que causa significativos problemas de saúde aos povos indígenas. Apesar de não proteger contra o coronavírus, a vacina contra Influenza tem o objetivo de diminuir a ocorrência de casos graves, que podem levar a hospitalizações e óbitos.
Esta nova fase da campanha também é destinada a doentes crônicos, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional, forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários, além de povos indígenas. A identificação dos profissionais de segurança fica a cargo da organização de cada município durante a campanha.
A última e terceira etapa começa no dia 9 de maio. Os grupos prioritários serão crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), adultos de 55 a 59 anos de idade, pessoas com deficiência e professores.
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A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (A-H1N1, A-H3N2 e Influenza B) começa na quinta-feira (16). Esta nova fase é destinada a doentes crônicos, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional, forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários. A identificação dos profissionais de segurança fica a cargo da organização de cada município durante a campanha.
Nos municípios do Rio Grande do Sul, esta nova fase começa com a aplicação de 90% das 272 mil doses de vacinas recebidas do Ministério da Saúde no quinto lote deste ano. A próxima remessa será de 284 mil doses, que serão encaminhadas às 19 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs) a partir de sexta-feira (17).
A última e terceira etapa começa no dia 9 de maio. Os grupos prioritários serão crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, adultos de 55 a 59 anos de idade, pessoas com deficiência e professores.
Balanço da primeira etapa
Um balanço sobre a primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza no Estado foi feito pelo governador Eduardo Leite, em transmissão pela internet, nesta terça-feira, 14. Na primeira fase da campanha, 86% do grupo dos idosos já foi imunizado, o equivalente a 1,2 milhão de pessoas. Leite também disse que 84% da população estimada de profissionais de saúde, cerca de 260 mil pessoas, receberam a vacina. No total, 14 de abril, aproximadamente 1,5 milhão de doses já foram aplicadas no RS.
A campanha começou em 23 de março. Idosos que não puderam comparecer nos postos de vacinação na primeira fase ainda podem procurar a vacina nos postos de suas cidades. A secretária da Saúde, Arita Bergmann, avaliou como positiva a grande procura dos idosos pela vacinação. Ela também aprovou o comportamento da maioria das pessoas, que cuidaram o distanciamento e demais atitudes de defesa ao contágio do coronavírus.

