A Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) abriu, nesta quarta-feira, 13, o Processo Seletivo Simplificado (PSS) 06/2020. A seleção é para a contratação temporária visando preencher os cargos de auxiliar de nutrição e cozinheiro, sob o regime da CLT. O edital de abertura e o requerimento de inscrição estão disponíveis no site, no menu Concursos. As inscrições podem ser efetuadas até o dia 24 de maio, exclusivamente pela internet. O candidato deverá preencher atentamente todas as informações do requerimento de inscrição.
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Saúde
O objetivo da campanha é difundir informações sobre a MPS e alertar a sociedade, pais, médicos e profissionais de saúde sobre os seus sintomas e contribuir na jornada do paciente. As mucopolissacaridoses (MPS) são um grupo de doenças genéticas raras causadas pela deficiência de algumas enzimas essenciais para o funcionamento das células e do organismo.
“Entre os principais sinais deste grupo de doenças estão as infecções recorrentes das vias aéreas, principalmente ouvido e garganta. Com o passar do tempo, outras manifestações passam a ser mais nítidas, levando a rigidez da mobilidade das articulações, dificuldade para respirar com a presença de roncos, comprometimento no ganho de estatura, mudança nas feições, alterações cardiológicas e dificuldades para caminhar”, explica a médica geneticista da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), Carolina Fischinger Moura de Souza.
Tipos
Existem pelo menos sete tipos de MPS reconhecidas pela medicina, sendo que cada uma delas envolve diferentes enzimas e consequentemente sintomas e níveis de gravidades distintos. Os primeiros sintomas das mucopolissacaridoses aparecem ainda na primeira infância, antes mesmo da criança completar um ano de idade, e podem se agravar de forma lenta, mas progressiva.
Em alguns tipos de MPS, também podem ocorrer comprometimentos neurológicos que levam a um atraso no desenvolvimento da criança, além da surdez e da opacidade das córneas. Em outros casos da doença, as alterações na formação óssea são mais frequentes e podem até confundir com nanismo.
“Com manifestações tão amplas e divergentes, é compreensível a dificuldade no diagnóstico das MPS, por isso a importância de abordar o tema e divulgar conhecimento já nas faculdades de medicina e de todas as áreas da saúde para auxiliar a batalha dessas famílias na busca pela identificação desse amplo grupo de doenças genéticas”, completa Carolina.
Mas, como as MPS costumam ser diagnosticadas? Por ser uma doença que acomete diferente órgãos, além da observação dos sintomas mais aparentes, pedidos de radiografia óssea e exames para avaliação do coração do paciente; existem exames específicos de urina e sangue para auxiliarem na identificação. Outra possibilidade é análise do DNA, recurso essencial para investigar se existem outros portadores nesta condição na família do paciente
Apesar de não apresentarem cura, alguns tipos de MPS têm possibilidades de tratamento. Nesses casos, explica a especialista, o médico recorre à terapia de reposição enzimática (TRE), realizadas por meio de infusões intravenosas em ambiente hospitalar. Porém, como esse grupo de doenças compromete diferentes funções do organismo, o tratamento do paciente também requer um atendimento multidisciplinar, com a ajuda de fisioterapeuta, pneumologista, otorrino, neurologista, cardiologista, ortopedista e outros profissionais.
A Campanha
A ação #PersigaosSinais faz parte de um esforço global para o Dia Internacional da Conscientização sobre as Mucopolissacaridoses, lembrado no dia 15 de maio, e é uma parceria entre as farmacêuticas BioMarin, Sanofi Genzyme, Takeda e Ultragenyx.
A campanha é uma forma de unir pacientes, famílias, médicos, enfermeiros, profissionais de saúde, associações de pacientes, e laboratórios em uma única campanha para poder ajudar a aumentar o conhecimento sobre as MPSs e seu diagnóstico para que rara seja apenas a doença, mas não o conhecimento sobre ela.
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A publicação da Portaria 299 da Secretaria da Saúde, que estabelece uma normativa geral para a regulação de acesso às internações hospitalares pelo Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive para atendimento de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave suspeitos ou confirmados de Covid-19, ocorreu nesta terça-feira, 12. No mesmo dia, o documento foi explicado e debatido em videoconferência do Comitê Estadual de Saúde do Poder Judiciário.
A portaria dá mais autonomia à equipe de regulação hospitalar, pois permite a “quebra de referências”. Em caso de agravamento da epidemia no Rio Grande do Sul, e se uma região tiver o esgotamento de sua capacidade de assistência hospitalar, um paciente com suspeita ou confirmação de Covid-19 poderá ser enviado a qualquer hospital do Estado que tenha capacidade de recebê-lo.
“Se a situação da epidemia se agravar, precisamos ter alternativas para garantir a oferta de leitos, e só conseguiremos com a união de esforços dos entes públicos e das nossas expertises”, pontuou o diretor do Departamento de Regulação Estadual da SES, Eduardo Elsade.
“Toda essa situação mostra o quão importante é termos um sistema de saúde completo e nacional, que permita acesso a toda a rede assistencial e a utilização de toda a capacidade de leitos existentes, tanto públicos quanto privados”, explicou Elsade. “Estamos trabalhando para dar cada vez mais transparência ao sistema de regulação de leitos.” O diretor citou que, em alguns países, houve mortes por Covid-19 em decorrência de desassistência hospitalar, enquanto havia leitos disponíveis na própria cidade das vítimas.
O Comitê Estadual de Saúde do Poder Judiciário é formado por integrantes do setor jurídico da SES, da Defensoria Pública do Estado, da Corregedoria-Geral da Justiça, do Ministério Público Estadual e Federal, da Procuradoria-Geral do Estado, da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e de outros órgãos do Poder Judiciário.
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Uma nova remessa de vacinas contra a gripe, totalizando 558 mil doses, chega ao Rio Grande do Sul na quarta-feira, 13. Com elas, o Estado já recebeu o equivalente a 91% do total de doses necessárias para a edição deste ano da Campanha Nacional de Vacinação da Influenza.
Desde a última segunda-feira, 11, o foco da estratégia é vacinar crianças de seis meses a seis anos, gestantes, puérperas até 45 dias e pessoas com deficiência, além daqueles que fazem parte dos públicos das etapas anteriores e ainda não conseguiram se vacinar. Na próxima semana, inicia-se a fase de vacinação dos adultos de 55 a 59 anos e professores. Ela se encerra em 5 de junho
Os Estados e municípios estão recebendo as doses da vacina da gripe de forma escalonada, a cada semana, conforme são produzidas pelo Instituto Butantan, explica a farmacêutica Tatiana Castilhos, da Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi).
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Estado distribui a municípios mais 135 mil testes rápidos para detecção de anticorpos do coronavírus
O governo do Estado distribuirá às prefeituras do Rio Grande do Sul, a partir desta semana, mais de 135 mil testes rápidos para detecção de anticorpos do coronavírus. Com a remessa, oriunda do Ministério da Saúde, o Estado se aproxima dos 250 mil testes rápidos entregues aos municípios. Dessa nova leva, 109,4 mil serão enviados aos municípios e 26,2 mil às Coordenadorias Regionais de Saúde.
“Nossos critérios de testagem sempre foram cientificamente estruturados para que tenhamos uma visão correta do comportamento do vírus”, explicou o governador Eduardo Leite, durante transmissão ao vivo pela internet nesta terça, 12.
Essa é a terceira remessa de testes rápidos enviada aos municípios. Na primeira, foram mais de 25 mil, e na segunda, mais de 82 mil. “Esse reforço no número de testes permite que ampliemos os grupos de aplicação”, explicou o coordenador do Centro de Operações de Emergência da Secretaria da Saúde, Marcelo Vallandro.
As novas orientações preveem a ampliação dos grupos que poderão fazer os testes no Estado. Pessoas com mais de 50 anos, profissionais que trabalhem em veículos de transporte de cargas e no transporte coletivo de passageiros, trabalhadores de estabelecimentos de saúde e de vigilância em saúde, pessoas que residam com quem teve confirmação para Covid-19 (contactantes domiciliares) e população privada de liberdade serão alguns dos públicos atendidos. Locais onde forem identificados surtos de contaminação também terão a testagem ampliada.
Ainda nesta terça, 12, a Secretaria da Saúde (SES) deve publicar uma nota informativa com o detalhamento dos protocolos de aplicação de testes.
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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) oferecerá, nesta sexta-feira, 15, novamente a vacinação por drive-thru na Fenac, das 16h às 20h, para que as pessoas possam ser vacinadas sem sair dos veículos. Poderão buscar a vacinação as crianças de seis meses a menores de seis anos de idade, mulheres grávidas, mães no pós-parto, pessoas com deficiência e os pertencentes aos grupos prioritários das primeiras fases de vacinação que ainda não foram imunizados. São eles: idosos (60 anos ou mais), trabalhadores da área da saúde, profissionais das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, funcionários do sistema prisional, caminhoneiros, profissionais de transporte coletivo (motoristas e cobradores) e trabalhadores portuários.
A entrada dos carros nesta sexta-feira será pelo portão principal, de número 5, que fica na Rua Nações Unidas.
A SMS orienta que as pessoas estejam com roupa apropriada (fácil acesso ao braço) e preferencialmente munidos de documento de identificação e Carteira de Vacinação. No local, só receberão doses crianças com doenças crônicas a partir de 9 anos. Abaixo desta idade são duas doses, com dosagens diferentes, que não serão oferecidas no drive-thru.
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Há exatamente um mês, o Itaú Unibanco anunciava uma doação de R$ 1 bilhão para criar a iniciativa Todos pela Saúde, cujo objetivo é combater os efeitos da covid-19 sobre a sociedade brasileira. Hoje, o Todos pela Saúde apresenta os resultados dos primeiros 30 dias de trabalho.
“Estamos orgulhosos do que realizamos até aqui. Temos contribuído não apenas com recursos financeiros, mas também com nossa capacidade de gestão, tecnologia e logística, que são altamente demandadas em uma operação complexa e de abrangência nacional como esta”, afirma Claudia Politanski, vice-presidente do Itaú Unibanco. “Temos absoluta consciência da gravidade da situação e seguiremos trabalhando com determinação e foco para ajudar o Brasil e os brasileiros.”
Os recursos aportados no Todos pela Saúde são administrados por um grupo de especialistas liderado pelo médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Esta equipe define as ações a serem financiadas, de forma que as decisões estratégicas sejam respaldadas por premissas técnicas e científicas.
Além de Chapchap, integram o grupo o médico, cientista e escritor Drauzio Varella, o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (CONASS) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa.
“Estabelecemos algumas prioridades neste primeiro mês de operação do Todos pela Saúde: instalar gabinetes de crise em todos os Estados brasileiros, além do Distrito Federal, de modo a organizar o combate à doença; distribuir equipamentos de proteção para profissionais de saúde; e fazer uma ampla campanha de comunicação para incentivar o uso de máscaras por toda a população”, afirma Paulo Chapchap.
As principais realizações do projeto nesse período foram a criação de Gabinetes de Crise em todos os Estados brasileiros e no DF; a compra de 90 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs) para profissionais de saúde que atuam no SUS; a compra de 20 ventiladores; o lançamento da campanha de conscientização Máscara Salva; e a encomenda de 20 milhões de máscaras de pano e distribuição de 5 milhões para a população em geral, idosos que vivem em asilos e presidiários.
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O equipamento foi doado pela Joape, na manhã desta terça-feira, 12. A entrega foi realizada para a gestora de projetos e captação do complexo hospitalar, Rosana Peres.
Desenvolvida pelo Setor de Desenvolvimento e Inovações da empresa gaúcha, a Estação de Descontaminação consiste em uma câmara, com pulverizadores verticais de coluna que borrifam agentes químicos ou orgânicos certificados pela ANVISA, em quem passar por eles.
Sem risco para humanos, os produtos utilizados são substâncias atóxicas utilizadas livremente na limpeza e descontaminação de hospitais, blocos cirúrgicos e indústrias de alimentos. A partir da passagem pela câmara, é possível reduzir em 99% a carga microbiana presente na superfície do corpo, roupas, sapatos e objetos.
Na Santa Casa, a Estação de Descontaminação será instalada na Central de Recebimentos. Com grande circulação de pessoas, o local recebe diariamente a entrega de produtos e equipamentos.
Segundo o CEO da Joape, João Henrique Schmidt dos Santos, o momento é de união e trabalho em conjunto. “Estamos vivendo algo novo, em um cenário muito negativo. No entanto, a pandemia também é uma oportunidade para repensarmos atitudes e realizarmos ações que beneficiem o todo”, avalia ele, que completa: “Nós, da Joape, decidimos não ficar de fora e fazer a nossa parte na luta contra o coronavírus”.
De acordo com a Santa Casa, a Estação de Descontaminação será uma importante ferramenta no auxílio das medidas de prevenção a Covid-19.
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A Prefeitura de Estância Velha informa que o Município teve confirmados três novos casos de Covid-19. Todos os pacientes são do sexo masculino, com idades de 12, 30 e 45 anos. O estado de saúde deles é considerado bom, estão isolados e sendo monitorados pela Vigilância em Saúde (Visa) da Secretaria Municipal da Saúde (Semsa).
Os exames dos estancienses foram realizados pelo laboratório da Universidade Feevale. Anteriormente, o Município tinha registrado oito casos. Destes, três já estão curados.
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A Oncologia Centenário, que há mais de 18 anos é referência no atendimento de pacientes privados , a partir deste mês abre suas portas para o tratamento em radioterapia aos usuários do SUS. Devem ser atendidos, em média, 45 pacientes de Novo Hamburgo, Estância Velha e Ivoti por mês. “Mais uma vez mostramos na prática que a saúde é área fundamental em nossa gestão. Além de investimentos na melhoria da estrutura em Novo Hamburgo, sempre buscamos serviços e mecanismos que facilitem a vida de nossos pacientes”, destaca a prefeita Fátima Daudt. “Agora, eles não precisam mais ir até Porto Alegre, bem mais longe. O atendimento é ali na Oncologia Centenário, que fica próximo ao Hospital Centenário em São Leopoldo”, acrescenta Fátima.
A prefeita enfatiza que a mudança de endereço de Porto Alegre para São Leopoldo é graças ao esforço do secretário de Saúde de Novo Hamburgo, Naasom Luciano, e do deputado federal Lucas Redecker. Atualmente, a Oncologia Centenário atende, mensalmente, 1.966 pacientes vindos de outros 18 municípios dos Vales do Sinos, Caí e Paranhana em radioterapia (145), quimioterapia (958) e consultas médicas (863).
A ampliação do serviço para esses três municípios mostra que planejamento e ações bem estruturadas podem, sim, reduzir o sofrimento com encurtamento de distâncias. “Não poderíamos nos conformar com pacientes tendo de sair de Novo Hamburgo e das cidades vizinhas para fazer o tratamento em Porto Alegre, sabendo que perdem horas e horas do dia em deslocamentos e de espera para uma sessão de radioterapia que dura, no máximo, oito minutos, sem falar dos efeitos colaterais após a sessão”, destaca Naasom Luciano, que desde o ano passado, junto com o deputado Redecker realizou diversas reuniões com o diretor da Oncologia Centenário, Adalberto Broecker Neto, e com órgãos de Saúde para que o serviço de radioterapia fosse disponibilizado o mais próximo possível para os pacientes.
Investimento
“Saúde é isso: investimento todos os dias, o tempo todo. Esta parceria com a Oncologia Centenário favorece a economicidade do dinheiro público, pela regionalização que está balizada na política do SUS, passando também pela integridade, dos nossos pacientes, com uma melhor qualidade de atendimento e conforto”, acrescenta o secretário. Conforme ele, pela Resolução nº 064/20, da Comissão Intergestores Bipartite/RS, ficou estabelecido o remanejo, a contar da competência abril (5ª parcela de 2020) do valor mensal de R$ 92.027,00 ao Fundo Municipal de Saúde de São Leopoldo para a prestação do serviço de radioterapia.
Naasom explica que a radioterapia na Oncologia Centenário se restringe a Novo Hamburgo, Estância Velha e Ivoti e que Campo Bom e Dois Irmãos seguem tendo Porto Alegre como referência neste serviço. Segundo ele, isso se dá porque a organização do acesso e dos atendimentos entre os estabelecimentos de prestação de serviços são definidos e regulados pelas respectivas Secretarias de Saúde. Ou seja, cada município possui autonomia de escolher onde os seus pacientes devem ser tratados. Quanto ao tratamento quimioterápico, o Hospital Regina continua como referência para Novo Hamburgo, Ivoti, Dois Irmãos, Campo Bom e Estância Velha.
Atendimento
Com uma população assistida de 937.965.pessoas (somando os 21 municípios) e prestadora da rede Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia), a Oncologia Centenário é o único centro integrado da região na prestação de serviços de radioterapia e quimioterapia. Os pacientes, sejam eles do SUS, convênios ou particulares tem à disposição o que existe de mais moderno para o tratamento de diversos tipos de câncer. “Para nós, esta parceria é comemorável. Somos referência no tratamento do câncer e oferecemos um atendimento universalizado e humanizado. Aqui, todos utilizam os mesmos espaços e são atendidos por uma equipe altamente qualificada e treinada”, afirma o oncologista Adalberto Broecker Neto. E, segundo ele, os cuidados e atenção não se limitam ao paciente, mas também a seus familiares, igualmente fragilizados pela doença. Com capacidade para atender 240 pacientes por dia, a parte estrutural de 2,5 mil quadrados – são 22 espaços na ala de quimioterapia e 16 na ala de radioterapia, que abrigam consultórios, salas de exames clínicos, postos de atendimento simultâneo – está bem dimensionada para o momento e para os próximos anos.
Tecnologia
Com uma equipe multidisciplinar de médicos oncologistas clínicos, radioterapeutas e físicas, a Oncologia Centenário acompanha todas as atualizações dos tratamentos radioterápicos e quimioterápicos para levar ao paciente o que há de mais moderno no combate ao câncer, mas principalmente técnicas com precisão e menos invasivas que preservem os órgãos não afetados pela doença e asseguram a qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduzem o tempo de tratamento. Para isso, a clínica investiu em equipamentos modernos de radioterapia guiada por imagem, como o Image Guided Radio Therapy (IGRT),Radiocirurgia e Arcoterapia Volumétrica Modulada (VMAT). “Nos últimos anos, a evolução das técnicas mudou até mesmo a forma de as pessoas falarem sobre a doença, cujas chances de curabilidade aumentam cada vez mais”, afirma o oncologista Adalberto Broecker Neto, acrescentando que a doença era escondida, tinha-se medo até de pronunciar a palavra câncer, hoje visto como mais rotineira. “O prognóstico do infarto é pior, pois câncer tem cura, infarto não”, complementa.
Além de tratamentos com as modernas tecnologias, a Oncologia Centenário não deixa de investir em responsabilidade social. Diversas atividades são desenvolvidas todos os anos com o propósito de agregar e estimular os pacientes da clínica ou não, como Oficinas de Maquiagem e de Lenços, apresentação de balé e jazz, parcerias com a Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Leopoldo e AMO Criança, de Novo Hamburgo. Além disso investe na formação de profissionais através do Centro de Treinamento de Técnicos de Radioterapia, Capacitação Enfermagem e no Jovem Aprendiz.

