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Saúde

Saúde

Pesquisa aponta prevalência de lesões de boca em jovens que tiveram dois ou mais parceiros ou não usam preservativo

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para marcar o Dia Mundial de Combate ao Câncer Bucal, no domingo (31), pesquisadores do Hospital Moinhos de Vento fazem um alerta. Em pesquisa inédita, eles descobriram que a prevalência de lesões orais persistentes é 76% superior entre jovens e adolescentes que tiveram dois ou mais parceiros sexuais no passado. Aqueles que relataram não usar preservativo em relações sexuais tem 68% mais chance de ter essas feridas que não cicatrizam após 15 dias e que podem ser sintoma de câncer de boca. Os números foram colhidos em estudo que entrevistou mais de sete mil pessoas de todas as capitais brasileiras.

O levantamento – que investigou se essas lesões estão associadas a comportamentos sexuais e à presença de doenças sexualmente transmissíveis – utilizou os dados do projeto POP-Brasil, desenvolvido pelo Moinhos de Vento, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). As análises também concluíram que pessoas com HIV, sífilis, papilomavírus humano (HPV) ou alguma infecção sexualmente transmissível autorreferida apresentaram prevalência 140% maior em feridas orais persistentes.

Pesquisadora da instituição e coordenadora do estudo, Eliana Wendland explica que não é possível conectar diretamente as lesões bucais ao HPV, pois não passaram por biópsia. “O estudo mostrou a relação entre padrões de comportamentos sexual e as lesões de boca. Quem já se relacionou com duas ou mais pessoas ou não usa preservativo tem maiores chances de ter as feridas persistentes, evidenciando a importância da camisinha como estratégia de prevenção primária desses agravos”, esclarece a médica epidemiologista.

Eliana acrescenta que, apesar de o estudo ter abordado uma população bem jovem usuária do SUS, 3% apresentaram lesões orais, 12% já tiveram alguma infecção sexualmente transmissível e metade está infectada com HPV genital.

POP-Brasil

O estudo foi desenvolvido entre 2015 e 2017, englobando todas as capitais brasileiras e o Distrito Federal, com coleta de dados realizada em 119 Unidades Básicas de Saúde. Os participantes da pesquisa têm entre 16 e 25 anos e não foram vacinados contra o HPV. Entre os dados analisados estão a idade da primeira relação sexual, o número de parceiros, a prática de sexo oral, uso de preservativos, além de relatos de IST, HPV e testes para HIV e sífilis.

Câncer de boca

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 15 mil novos casos de câncer bucal em 2020, sendo cerca de 11 mil em homens e quatro mil em mulheres. Cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital Moinhos de Vento, Daniel Sperb afirma que o número de mortes pela doença no período pode chegar a cinco mil. Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são importantes. “Os principais fatores de risco são o uso do cigarro e a ingestão de álcool em excesso, além da má higiene bucal”, pontua o médico.

Sperb ressalta que, a partir da década de 80, houve um aumento significativo de pacientes com HPV que desenvolveram câncer de boca e orofaringe, pois o vírus também pode causar lesões bucais. Qualquer ferida na boca, mancha vermelha ou branca que não cicatrize em até 15 dias deve ser investigada por um médico, independentemente de ser indolor.  “Nódulos no pescoço que também não desapareçam em duas semanas devem ser revisados por um especialista”, completa o cirurgião.

A notícia positiva é que, com alguns cuidados, é possível prevenir o aparecimento das lesões e tumores. Daniel Sperb lista os principais: boa higiene bucal, não fumar, não consumir bebida alcoólica em excesso, utilizar protetor solar labial durante a exposição ao sol e uso de preservativo.

O tratamento para este tipo de câncer deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, composta por cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista clínico, patologista, radioterapeuta, dentista, enfermeiro especializado, fonoaudiólogo, nutricionista, fisioterapeuta e psicólogo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 559 Visualizações
Saúde

Hospitais de Campanha de Canoas já realizaram 1260 consultas e 39 internações

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os dois Hospitais de Campanha montados pela Prefeitura de Canoas para atendimento exclusivo de pacientes com sintomas ou confirmação do novo coronavírus, montados ao lado das UPAs Boqueirão e Rio Branco, atingiram a marca de 1260 pessoas atendidas, em 50 dias. Durante o período, 39 pessoas ficaram internadas nos hospitais.  

A construção dos hospitais possibilitou a flexibilização, assim, a cidade teve capacidade de ampliar os atendimentos casos suspeitos. Caso não existissem, seria impossível a reabertura de lojas e indústrias, já que o sistema de saúde de não teria capacidade de atender os pacientes, sem superlotar os hospitais. 

Somadas, as duas unidades contam 20 leitos de internação clínica e 4 em UTI. Os locais atendem 24 horas, sete dias por semana e são referências para casos suspeitos e complicações de pacientes já diagnosticados. Eles também contam com leitos isolados, médicos e enfermeiros sempre prontos para receber os pacientes que procuram as unidades. Durante os 50 dias em que atenderam, os dois hospitais de campanha de Canoas testaram 200 pacientes.  

Segundo o prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, a iniciativa da gestão para implantar os hospitais de campanha foi primordial para evitar o colapso da rede de saúde de Canoas, até o momento. “Se mantivéssemos somente a rede convencional disponível na cidade, não seria possível atender com qualidade a alta demanda de pacientes de coronavírus em Canoas sem que ocorresse o colapso do sistema. As ações de isolamento social determinadas pela Prefeitura, junto da expansão significativa dos serviços de assistência, como a vacinação em casa, têm garantido, até o momento, a qualidade dos atendimentos aos pacientes”, destacou Busato. 

Além da implantação dos hospitais de campanha, a Prefeitura de Canoas inaugura nas próximas semanas 108 novos leitos no Hospital Universitário, que, depois da pandemia, seguirão atendendo outras doenças, desafogando UPAs e o Hospital de Pronto Socorro. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 652 Visualizações
CidadesSaúde

Canoas promove Dia D da vacinação contra a gripe neste sábado

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Canoas, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), promove neste sábado (30) o Dia D da vacinação contra a gripe. A ação visa a imunização de pessoas que se enquadram no público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação, definido pelo Governo Federal, e que ainda não foram vacinadas. A ação acontecerá em 24 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Clínicas de Saúde da Família (CSFs) do município e em pontos estratégicos, das 10h às 16 horas.  

Além das UBSs e CSFs, crianças e adultos também serão vacinados nas Escolas de Ensino Fundamental (EMEF) Odette Freitas, na rua Erechim, 200, no bairro Mathias Velho, e na EMEF Erna Würt, na avenida 17 de Abril, no Guajuviras. Um drive-thru exclusivo para a imunização de adultos acontecerá no Parque Eduardo Gomes, na avenida Guilherme Schell, 4400, Centro. De acordo com a SMS, as crianças não receberão a vacina no drive-thru pela segurança delas.  

Neste ano, em função da pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Canoas tem reforçado a importância da vacinação contra os diferentes tipos de influenza, uma vez que a vacina ajuda a diferenciar a gripe da covid-19 e evita que um maior número de pessoas procure o sistema público de saúde com sintomas de gripe, reservando os leitos para a demanda extra de internações decorrentes do coronavírus. 

Documentação para a vacinação  

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) reforça a necessidade de levar documento pessoal de identificação; o Cartão Nacional de Saúde e/ou Cartão Canoas Saúde; caso tenha, caderneta de vacinação, especialmente para crianças; as mulheres no período de até 45 dias após o parto devem apresentar documento que comprove o puerpério (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros). 

Doentes crônicos ou com condições clínicas especiais necessitam apresentar um destes documentos: prescrição médica, receita de medicamento, anotação em prontuário das unidades de saúde, cadastro em programas de controle de doenças crônicas, comprovante de vacinação para influenza ou caderneta de vacinação com registro da vacina de influenza de anos anteriores.  

Já os demais profissionais, que se enquadram no público-alvo, devem apresentar um destes comprovantes: registro do Conselho; carteira de trabalho, contracheque com documento de identidade, carteira de sócio do sindicato de transportes (categoria motorista), carteira de habilitação (para motoristas categorias C ou E) ou crachá funcional. Já os profissionais das forças de salvamento e segurança devem apresentar carteirinha da corporação. 

O controle mais rigoroso para imunizar as pessoas do grupo de risco é para atender às determinações do Ministério da Saúde. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 541 Visualizações
Saúde

Todos pela Saúde apresenta iniciativas para ministro substituto da Saúde, Eduardo Pazuello

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O ministro substituto da Saúde, Eduardo Pazuello, reuniu-se na última quinta-feira, 28, com o médico Paulo Chapchap, presidente do hospital Sírio-Libanês e líder da iniciativa Todos pela Saúde, criada pelo Itaú Unibanco. Na pauta, esteve um balanço das principais ações implementadas até agora pelo movimento. O Todos pela Saúde formou gabinetes de crise em todos os Estados do Brasil, com objetivo de identificar as principais necessidades de cada um deles, adquiriu 90 milhões de EPIs e financiou a instalação de dois novos centros para realização de testes da covid-19, em parceria com a Fiocruz, que dobrarão a capacidade de testagem no País a partir de junho.

Todos pela Saúde

Criado em 13 de abril a partir do aporte inicial de R$ 1 bilhão do Itaú Unibanco, o Todos pela Saúde tem recursos administrados por um grupo de sete especialistas da área da saúde. Liderada pelo médico Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês, esta equipe define as ações a serem implementadas a partir de decisões respaldadas por premissas técnicas e científicas. Entre as principais realizações da iniciativa desde seu lançamento, destacam-se a criação de 27 Gabinetes de Crise, divididos por estados; a aquisição de 90 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs) para profissionais que atuam no SUS; a compra de 20 ventiladores; o lançamento da campanha de conscientização “Máscara Salva”; a encomenda de 20 milhões de máscaras de tecido e a distribuição de 5 milhões de unidades para a população em geral, presidiários e idosos que vivem em asilos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 553 Visualizações
Saúde

Pediatras ressaltam importância de manutenção do calendário vacinal das crianças e adolescentes

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A baixa cobertura vacinal em crianças já preocupava antes mesmo da epidemia da Covid-19 e agora, o temor é de que haja uma piora ainda mais significativa. Os números nos últimos anos mostram uma queda preocupante apesar dos esforços que a sociedade científica e o Ministério da Saúde vem fazendo para conscientização. Entre os fatores que alguns estudos apontaram para essa baixa procura por vacinas estão medo das reações, receio de efeitos adversos, propagação de fake news e desinformação, entre outros.

“Há um receio da sociedade em ir até os postos, porém o que estamos estimulando é manter a vacinação de rotina. O esforço deve ser máximo para manter a rotina de vacinação. Entre as ideias que estamos sugerindo estão a aplicação em ambientes diferentes e em horários alternativos, além dos protocolos todos de segurança. São modelos que precisam ser avaliados pelos gestores municipais e que poderão ser seguidos de acordo com a realidade de cada um”, afirma o membro do Comitê de Infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Juarez Cunha.

A importância de manter as vacinas em dia é fundamental porque as outras doenças todas continuam acontecendo. Há surtos de sarampo em determinadas regiões do país. Para muitas outras doenças, o número de casos foi drasticamente reduzido ou zerado graças a imunização.

“Se descuidarmos, teremos o risco não só da Covid-19, mas do retorno de outras doenças contra as quais a gente já tem a possibilidade de prevenção”, finaliza.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) posicionaram-se a favor da manutenção do calendário vacinal de adolescentes e crianças, em função do risco à saúde decorrente da situação epidemiológica atual do sarampo, febre amarela e coqueluche no país. Em documento divulgado pelas duas entidades, são sugeridas várias condutas para resguardar a proteção das crianças, adolescentes e grupos de risco, e manter o calendário vacinal atualizado.

As sugestões incluem ações como a utilização de unidades de saúde mais próximas da residência; aplicação de estratégias de distanciamento; utilização de escolas, clubes e outros locais atualmente ociosos; horários diferenciados para crianças e adolescentes; opção de vacinação domiciliar; a prática do distanciamento nas clínicas privadas; e orientação para não comparecimento de qualquer pessoa com sintomas respiratórios ou febre nos centros de vacinação, como forma de diminuir a disseminação da doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 796 Visualizações
Saúde

Operação de remoção de tumor raro é realizada no Hospital Regina

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Sangramento frequente do nariz, dor de cabeça e rosto inchado são sintomas comuns, mas que servem de alerta para um problema raro chamado Nasoangiofibroma Juvenil. Após o diagnóstico, o tratamento é realizado através de ressecção, cirúrgica que requer profissionais altamente capacitados e estrutura completa para o atendimento e recuperação do paciente. Por isso, o Hospital Regina foi a Instituição escolhida para acolher o procedimento, realizado no dia 29 de abril, pelos cirurgiões otorrinolaringologistas Eduardo Añez e Rodrigo Beilke.

A lesão é característica por atingir jovens e jovens adultos do sexo masculino. Apesar disso, o tratamento em questão foi realizado em um homem de 30 anos, devido diagnóstico tardio. “O tumor é oriundo de uma artéria e ricamente vascularizado, como um enovelado de vasos mal formados que crescem. Neste caso, o ponto de origem ficava abaixo e próximo da região da base do crânio. Por isso, a cirurgia se estendeu além do nariz”, explica o cirurgião Eduardo Muller.

De forma tradicional, o procedimento é realizado com abordagens combinadas e mais invasivas para chegar à origem da lesão. Neste caso, a cirurgia foi realizada através de endoscópio, sem cortes externos, o que proporcionou uma recuperação mais rápida e melhor qualidade pós-operatória ao paciente.

Historicamente, este tipo de intervenção está associado a grandes sangramentos, possuindo grande risco de óbito durante ou após a operação e, por isso, o sucesso do procedimento foi comemorado. “Contamos com o auxílio da hemodinâmica para uma embolização (obstrução do fluxo sanguíneo) no tumor, como parte importante do tratamento pré-operatório e que foi decisivo para a contenção do sangramento e sucesso da operação”, conta. A embolização foi realizada pelos Neurocirurgiões Daniela Lunelli e Marcelo Reis. Também participaram da cirurgia as anestesistas Dayane Hinnah e Renata Oliva Rosa.

Segundo Añes, a retirada do tumor através deste método é inédita na região. “É um procedimento que necessita de estrutura e um longo treinamento. O fato de trabalhar com o Rodrigo e ter essa parceria para a tomada de decisões certamente nos capacita e auxilia em nossa evolução profissional”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 597 Visualizações
Saúde

IPE Saúde prorroga renovação automática de dependente estudante até 31/8

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com foco em facilitar o atendimento dos usuários diante da pandemia do coronavírus, o IPE Saúde prorrogou a renovação automática de dependentes estudantes até 31 de agosto. A medida beneficia diretamente cerca de 50 mil filhos ou enteados de segurados com idade entre 18 e 24 anos incompletos, que podem ser dependentes do IPE Saúde, mas precisam realizar a renovação semestral para garantir a manutenção do benefício. Para isso, é necessário que sejam solteiros e sem união estável. O benefício estende-se para o tutelado e o menor sob guarda, nas mesmas condições, desde que comprovada dependência econômica do segurado.

A renovação automática é válida apenas para aqueles que já são habilitados como dependentes estudantes. Quem ainda não está nessa condição (ou seja, que será dependente estudante pela primeira vez) precisa enviar e-mail para [email protected], com a seguinte documentação digitalizada: atestado de matrícula atualizado; RG e CPF do dependente e RG e CPF do titular; cartão do IPE Saúde.

A renovação pode ser realizada a cada semestre, pelo titular, de forma totalmente on-line desde abril, diretamente no link específico Renovação de Dependente Estudante.

Outros tipos de atendimento, durante a pandemia, também são realizados de forma on-line. Confira as formas de contato clicando aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 547 Visualizações
Saúde

Região Carbonífera pede apoio ao Hospital de São Jerônimo em reunião com secretária da Saúde

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Principal demanda da Região Carbonífera, a criação de leitos de terapia intensiva e de isolamento no Hospital de Caridade São Jerônimo foi reforçada esta terça-feira, 26, em reunião de prefeitos com a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann. O encontro contou com a participação do presidente da Assembleia Legislativa, Ernani Polo, que teve audiência com os gestores municipais na última semana e mediou a videoconferência.

Presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Asmurc), o prefeito de Minas do Leão, Miguel Almeida, destacou que, hoje, a emergência da instituição está lotada — e que casos mais graves precisam ser transferidos para Porto Alegre. “No momento que essas UTIs começarem a funcionar, a região ficará mais bem atendida e poderá desafogar a capital. Mas não temos capacidade de fazer isso sozinhos”, ressaltou Miguel.

O hospital, referência para nove cidades da região, pede R$ 4,2 milhões para a instalação de dez leitos de UTI e 40 de isolamento, para dar conta do atendimento à pandemia. “Esse é nosso maior anseio no momento. Foi uma frustração não sermos contemplados pela portaria do Ministério da Saúde”, destacou o prefeito Evandro Heberle, de São Jerônimo, citando a Portaria 1.280, que habilitou leitos de terapia intensiva para o Rio Grande do Sul.

“Temos 150 mil habitantes, mas não temos UTI. Seria importante que o Governo do Estado olhasse com atenção para nossa região. Esses leitos ficariam como um legado para nossas cidades”, reforçou Helton Barreto, prefeito de General Câmara. O secretário de saúde de São Jerônimo, Ederson Pizzio, também lembrou da necessidade de discutir em conjunto o custeio dessas unidades.

Secretária garante apoio

Em resposta aos prefeitos, a secretária elogiou o trabalho que tem sido feito na região para diminuir a velocidade de transmissão do vírus. Arita anunciou que, esta semana, será aberto um pregão para aquisição de equipamentos para 230 leitos de UTI no Estado. “Dez desses leitos irão para o hospital de São Jerônimo. Não temos dúvida de que são estratégicos e uma prioridade”, afirmou.

A secretária disse ainda que está em tramitação a liberação de recursos de emendas parlamentares para o hospital. São R$ 221,5 mil destinados pelo deputado federal Pedro Westphalen (PP), R$ 300 mil de Giovani Cherini (PL), R$ 70 mil de Marcon (PT), R$ 100 mil de Maria do Rosário (PT) e R$ 177,2 mil de Marlon Santos (PDT). Há ainda R$ 397 mil em verbas extraordinárias destinadas a hospitais filantrópicos. Presente no encontro, Westphalen afirmou que está “à disposição para fazer o que for possível para que a região tenha suas demandas atendidas”.

O prefeito Miguel Almeida avaliou a reunião como positiva. “Agradecemos ao Governo do Estado pela disposição em contribuir com os leitos. Agora, esperamos que haja celeridade na liberação desses recursos. Estamos prontos para ajudar no que for necessário neste momento de dificuldade”, concluiu o gestor de Minas do Leão.

A reunião teve ainda as presenças de Daniel Pereira de Almeida, prefeito de Butiá; Murilo Silva, prefeito de Triunfo; Simon Heberle, prefeito de Charqueadas; e Ane Nantal, coordenadora adjunta da 2ª Coordenadoria Regional de Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 597 Visualizações
CidadesSaúde

Emenda da deputada Liziane Bayer garante R$ 200 mil para saúde de Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a saúde de Novo Hamburgo recebeu um reforço importante. O pagamento de R$ 200 mil, destinados por emenda parlamentar da deputada federal Liziane Bayer (PSB/RS), foi autorizado pela União. Os recursos foram transferidos e já estão disponíveis para utilização.

Os valores poderão ser voltados ao custeio do Piso de Atenção Básica em saúde. A solicitação partiu da prefeita municipal Fátima Daudt e foi prontamente atendida pela parlamentar.

“Ficamos muito felizes de efetivar esse projeto, especialmente neste momento tão delicado, em que a saúde precisa de ainda mais recursos para atender a todos”, destaca Liziane, que destinou emendas para mais de 70 municípios gaúchos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 678 Visualizações
Saúde

AMRIGS publica nota técnico-científica sobre medicações para pacientes com diagnóstico da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A AMRIGS divulgou uma nota técnica sobre o tratamento de pessoas com Covid-19 e o uso da hidroxicloroquina. No documento, a associação observa que até o atual momento não há nenhum tratamento específico considerado eficaz contra o novo coronavírus. A entidade fez uma série de recomendações sobre a decisão do uso da cloroquina, amparadas em pareceres médicos.

Com base nos conhecimentos existentes relativos ao tratamento de pacientes portadores de Covid-19 com cloroquina e hidroxicloroquina, o Conselho Federal de Medicina propõe considerar o uso em pacientes com sintomas leves no início do quadro clínico, em que tenham sido descartadas outras viroses (como influenza, H1N1, dengue), e que tenham confirmado o diagnóstico de Covid-19, a critério do médico assistente, em decisão compartilhada com o paciente, sendo ele obrigado a relatar ao doente que não existe até o momento nenhum trabalho que comprove o benefício do uso da droga para o tratamento da Covid-19, explicando os efeitos colaterais possíveis, obtendo o consentimento livre e esclarecido do paciente ou dos familiares, quando for o caso.

Também deve ser considerado o uso em pacientes com sintomas importantes, mas ainda não com necessidade de cuidados intensivos, com ou sem necessidade de internação, a critério do médico assistente, em decisão compartilhada com o paciente, sendo o médico obrigado a relatar ao doente que não existe até o momento nenhum trabalho que comprove o benefício do uso da droga para o tratamento da Covid-19, explicando os efeitos colaterais possíveis, obtendo o consentimento livre e esclarecido do paciente ou dos familiares, quando for o caso.

Sobre o uso compassivo em pacientes críticos recebendo cuidados intensivos, incluindo ventilação mecânica, a entidade afirma que “é difícil imaginar que em pacientes com lesão pulmonar grave estabelecida, e na maioria das vezes com resposta inflamatória sistêmica e outras insuficiências orgânicas, a hidroxicloroquina ou a cloroquina possam ter um efeito clinicamente importante”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 684 Visualizações
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