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Saúde

Saúde

Hospital Getúlio Vargas opera com todos os leitos ocupados em Estância Velha

Por Jonathan da Silva 13/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV), em Estância Velha, está operando desde a quinta-feira (120 com 100% dos leitos clínicos ocupados devido ao aumento sazonal da demanda por atendimentos, comum neste período do ano, conforme comunicado da Secretaria da Saúde do município. Apesar da alta ocupação, todos os pacientes estão sendo acolhidos e atendidos conforme os protocolos de classificação de risco, que priorizam os casos mais graves e urgentes.

Com nossos leitos com 100% de ocupação, podemos ter uma limitação também em relação ao espaço de acompanhantes. Contamos com a compreensão da comunidade e reforçamos nosso compromisso permanente com a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à população”, alerta o secretário de Saúde de Estância Velha, Yuri Campos.

A equipe do hospital está mobilizada para garantir um atendimento humanizado e eficiente, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde.

Atendimento específico para síndromes respiratórias

Como parte da Operação Inverno, a Prefeitura de Estância Velha disponibiliza atendimento direcionado a casos de síndromes respiratórias no Centro de Especialidades, localizado na Rua Rui Barbosa, 155, no Centro da cidade. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 17h às 22h, oferecendo uma alternativa para pacientes com sintomas leves a moderados.

Vacinação contra a gripe disponível

A Secretaria Municipal da Saúde reforça que a vacinação contra a Influenza está disponível para todas as faixas etárias em todas as unidades de saúde do município. A vacina é oferecida gratuitamente para pessoas a partir dos seis meses de idade, como medida preventiva diante do aumento da circulação do vírus neste período.

Foto: PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2025 0 Comentários 246 Visualizações
Saúde

Samu completa 18 anos de atendimento em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 12/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) completou 18 anos de atuação em São Leopoldo nesta terça-feira (11). Atualmente sob gestão da Fundação Municipal de Saúde (FMS), o serviço opera 24 horas por dia com uma equipe de 42 profissionais, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos, condutores, funcionários administrativos e residentes. Entre janeiro e abril deste ano, já foram registrados 3.298 atendimentos na cidade.

Segundo dados da FMS, 69,05% dos atendimentos no período foram de natureza clínica, sendo 38,39% motivados por causas neurológicas e psiquiátricas. Já entre os atendimentos traumáticos, quedas representaram 47,05% e colisões, 35,94%.

Em relação ao perfil demográfico dos pacientes, adultos representaram a maior parte (52,70%), seguidos por idosos (38,15%) e crianças e adolescentes (9,15%).

Estrutura atual do serviço

A estrutura do Samu em São Leopoldo inclui uma base localizada ao lado do Hospital Centenário, com acomodações para os profissionais. O serviço conta com quatro ambulâncias, sendo uma de suporte avançado recém-adquirida, além de duas motolâncias que agilizam o acesso em ocorrências de difícil locomoção.

A regulação dos chamados é realizada pela Central de Regulação das Urgências Estadual, e o número de atendimento é o 192. Todas as ligações são gravadas.

Visão de quem está na linha de frente

A enfermeira socorrista Luana Barcelos, que ingressou no serviço há um ano, comentou sobre seu envolvimento com a função. “Amo o que eu faço. Não me imagino em outro ambiente. Estamos no momento em que as pessoas mais precisam. Me apaixonei de imediato”, afirmou Luana.

O condutor Claudionor Pereira Brasil, com 10 anos de experiência em unidades móveis de terapia intensiva, também relatou sobre como é a atuação do Samu. “Condutor, enfermeiro e médico trabalham juntos em cada chamado. Temos curso especial para isso. Eu gosto da função que envolve salvar vidas, é gratificante reverter quadros, expectativas”, enfatizou Claudionor.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2025 0 Comentários 222 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo participa do Junho Vermelho e alerta para baixa nos estoques de sangue

Por Jonathan da Silva 09/06/2025
Por Jonathan da Silva

Durante o mês de junho, Novo Hamburgo integra a campanha Junho Vermelho, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue, especialmente durante o inverno, período em que os estoques costumam apresentar queda significativa. O destaque da campanha ocorre no dia 14 de junho, o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Em Novo Hamburgo, a coleta de sangue é realizada pelo Hemovida, responsável por abastecer unidades de saúde como o Hospital Municipal, que depende das doações para atendimentos de emergência, cirurgias e tratamentos de pacientes. Uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas, já que o sangue é separado em componentes como hemácias, plaquetas e plasma.

A doação de sangue é um ato de cidadania. É uma atitude simples que pode fazer toda a diferença para quem está lutando pela vida”, afirma o gerente de Atenção Primária da Secretaria de Saúde de Novo Hamburgo, Ronaldo Rossi Ferreira.

Requisitos para doar sangue

  • Estar alimentado, com refeições leves nas 4 horas anteriores;
  • Não ter ingerido bebidas alcoólicas ou usado maconha nas últimas 12 horas;
  • Não estar gripado, resfriado ou com processos alérgicos;
  • Não ter tomado antibióticos nos últimos 15 dias;
  • Ter dormido ao menos 6 horas na noite anterior;
  • Estar em boas condições de saúde, sem feridas ou machucados;
  • Pesar acima de 50 kg;
  • Ter entre 18 e 69 anos, 11 meses e 29 dias;
  • Jovens de 16 e 17 anos podem doar com autorização e presença de responsável legal;
  • Primeira doação permitida até 60 anos;
  • Não ter se exposto a risco de contaminação por HIV;
  • Não ter feito tatuagem, piercing ou micropigmentação nos últimos 12 meses;
  • Em caso de piercing na boca ou genitais, aguardar 12 meses após retirada;
  • Não ter diabetes;
  • Não estar grávida, com suspeita de gravidez ou amamentando há menos de 12 meses;
  • Não estar acompanhado de crianças sem outro responsável;
  • Apresentar documento de identidade com foto emitido por órgão oficial.

Onde doar em Novo Hamburgo

As doações podem ser feitas no Hemovida, localizado na Av. Dr. Maurício Cardoso, 711, bairro Hamburgo Velho, de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 12h30min, e aos sábados mediante agendamento, no mesmo horário. O agendamento pode ser feito pelo telefone (51) 3581-5241.

Foto: MS/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2025 0 Comentários 232 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo busca habilitação no programa Saúde 60+ RS

Por Jonathan da Silva 06/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Saúde de Novo Hamburgo recebeu nesta semana uma equipe da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul para avaliar a estrutura do município com o objetivo de obter a habilitação no programa estadual Ambulatório Saúde 60+ RS. A visita técnica ocorreu no Centro de Especialidades Médicas (CEM), local onde o serviço deverá ser implantado caso Novo Hamburgo seja aprovado.

Segundo a secretária municipal de Saúde de Novo Hamburgo, Betina Espindula, o foco da visita foi apresentar o espaço onde a Prefeitura pretende instalar a estrutura do programa. “Caso o município seja habilitado, atenderemos idosos de Novo Hamburgo e mais 34 municípios vizinhos”, informou a titular da pasta.

O que é o programa Saúde 60+ RS

O programa Saúde 60+ RS tem como foco o atendimento ambulatorial especializado e regionalizado para pessoas com 60 anos ou mais, consideradas “frágeis” na Atenção Primária à Saúde ou com diagnóstico de demência. A triagem e encaminhamento dos casos são feitos com base na avaliação multidimensional da pessoa idosa.

Quem esteve na visita

Participaram da visita ao CEM, representando a Secretaria Estadual de Saúde, as técnicas Fabiola Papini e Taina Sheid. Pelo município, acompanharam a agenda a secretária de Saúde, Betina Espindula, a diretora-presidente da Fundação de Saúde de Novo Hamburgo (FSNH), Vânia Horbach, a diretora-geral de Atenção Integral à Saúde, Josiane Bressan, e o coordenador do Centro de Especialidades Médicas, Adelson Chicatto da Silva.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2025 0 Comentários 331 Visualizações
Saúde

São Leopoldo oferece prótese ocular pelo SUS

Por Jonathan da Silva 06/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de São Leopoldo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, entregou nesta quinta-feira (5) uma prótese ocular produzida pela rede pública a um morador da cidade, como parte de um serviço que visa atender gratuitamente a população que necessita desse tipo de dispositivo. A confecção e colocação da prótese foram realizadas no consultório da Unidade Básica de Saúde (UBS) Centro do Idoso.

O beneficiado foi Eduardo Schultz, 46 anos, que perdeu o globo ocular esquerdo há dez anos, em um acidente de trabalho. Desde então, Schultz buscava uma solução definitiva por meio de clínicas particulares. “Trabalho na área de construção e isso dificulta minha rotina”, relatou o morador, que procurou uma UBS no início deste ano para ajustar a prótese antiga que causava desconforto e, em abril, foi chamado para a colocação de uma nova. “Não vou mais precisar de óculos escuros”, enfatizou Schultz.

Confecção personalizada

O procedimento foi realizado pelo dentista Vilnei Dias e pela protética Valeska Varela, responsáveis pela moldagem, ajuste e instalação da prótese. O dispositivo é feito com resina acrílica e flex, mesmo material utilizado em próteses dentárias, e segue um padrão personalizado quanto à forma, tamanho e cor para se adaptar à fisionomia do paciente.

Segundo o dentista Vilnei Dias, além do impacto na aparência, a prótese ocular tem função médica. “A prótese impede que ocorra uma atrofia na região e impede que a pálpebra caia. Além disso, permite que as lágrimas, que têm a função de limpeza, percorram a região”, explicou o especialista.

Dias ressaltou que o trabalho final é feito por cirurgião-dentista devido à especialização em prótese bucomaxilofacial. “O dentista estuda anatomia da cabeça e do pescoço em profundidade, por isso é possível fazer próteses de olhos”, afirmou o dentista.

Demanda e acesso ao serviço

Neste ano, três próteses foram colocadas pelo município. De acordo com a secretária da Saúde de São Leopoldo, Kelbe Gonçalves, a baixa procura pode estar relacionada à falta de divulgação. “Temos uma estimativa de que mais de 200 pessoas precisem de prótese e não sabem sobre a disponibilidade da iniciativa em São Leopoldo. Somos uma das poucas cidades que oferecem esse trabalho”, pontuou a titular da pasta.

O acesso ao serviço começa com uma consulta em uma UBS com um clínico geral, que realiza o encaminhamento ao oftalmologista. Após avaliação, o pedido é inserido no sistema municipal, e o setor de Regulação entra em contato com o paciente. A confecção e os ajustes da prótese são feitos na UBS Centro do Idoso pelo dentista Vilnei Dias e pela auxiliar de saúde bucal Etienne Padilha Leão. O molde é produzido em laboratório pela protética Valeska Varela, e o processo completo leva cerca de duas semanas.

Existem dois tipos de prótese disponíveis: a total, que preenche completamente a cavidade ocular, e a escleral, mais fina, que se encaixa sobre o globo ocular remanescente. “Depois que a prótese é colocada, é necessária uma nova consulta para verificação. Tudo é feito sob medida para cada paciente. No total, serão quatro consultas ou até menos, dependendo do caso”, explicou Valeska.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2025 0 Comentários 315 Visualizações
Saúde

Montenegro investe R$ 1 milhão em mutirão para o tratamento de doenças vasculares

Por Jonathan da Silva 05/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Montenegro iniciou um mutirão para atendimento de pacientes com doenças vasculares, com investimento de R$ 1 milhão, por meio do programa “Fim da Espera”. A ação, organizada pela Secretaria de Saúde do município, começou no dia 23 de abril e busca reduzir a fila de espera que atualmente conta com mais de 300 pessoas cadastradas no Sistema de Gerenciamento de Consultas (Gercon).

De acordo com a secretária de Saúde de Montenegro, Andréia Coitinho da Costa, o objetivo do programa é ampliar o acesso a consultas com cirurgiões vasculares e a procedimentos ambulatoriais, reduzindo o tempo de espera. “Estamos trabalhando incansavelmente para resolver os gargalos da nossa rede e atender com dignidade quem mais precisa”, afirmou a titular da pasta.

O prefeito Gustavo Zanatta (Republicanos), por sua vez, destacou que a responsabilidade pelos atendimentos especializados é do governo estadual, mas o município decidiu intervir. “Contudo, como há muitas pessoas precisando desse atendimento, decidimos intervir a favor da comunidade, investindo verbas do nosso próprio orçamento”, explicou o chefe do executivo montenegrino.

Atendimentos já estão em andamento

Segundo a Secretaria, até o dia 28 de maio, já foram realizadas 81 consultas, com 21 pacientes passando por tratamento com escleroterapia (espuma densa) e 10 pacientes com indicação cirúrgica.

Os atendimentos ocorrem na Clínica Cem, em Montenegro, para consultas, e na Policlínica da Secretaria Municipal de Saúde, onde são feitos os procedimentos.

Procedimentos oferecidos

O tratamento inclui a escleroterapia com espuma densa, uma técnica não cirúrgica usada para tratar varizes, veias reticulares e telangiectasias, especialmente de pequeno e médio calibre. O método é indicado para veias varicosas visíveis, veias com risco de sangramento e para a correção de vasos que causam úlceras varicosas.

Histórico de ações semelhantes

O município já realizou outras ações na área da saúde, como o agendamento de mais de 3,5 mil exames especializados e um mutirão de cirurgias de vesícula e de hérnia, dentro do mesmo programa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2025 0 Comentários 377 Visualizações
Saúde

Frio aumenta riscos de doenças respiratórias e dores articulares em pets

Por Jonathan da Silva 03/06/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada do inverno, cães e gatos podem ser afetados por doenças respiratórias, dores articulares e até complicações cardíacas, especialmente filhotes, animais idosos ou com condições pré-existentes. O médico-veterinário Jean Schoingele, do Grupo Hospitalar Pet Support, tem alertado para estes riscos e reforçado a necessidade de cuidados específicos durante os dias de frio no Rio Grande do Sul.

De acordo com Schoingele, as baixas temperaturas são um fator de risco para o desenvolvimento de traqueobronquites, conhecidas como “tosse dos canis”, além do agravamento de doenças articulares como displasia coxofemoral e artrose. “No inverno, é comum observarmos um aumento nos casos de traqueobronquites. Além disso, doenças articulares como a displasia coxofemoral e a artrose tendem a se agravar, causando dor e limitações de mobilidade nos animais”, afirma o especialista.

Sinais de alerta

O veterinário orienta que tutores fiquem atentos a sinais como tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, dificuldade para se levantar e resistência ao movimento. “Se o pet começa a apresentar tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, mancar ao levantar ou demonstrar resistência ao movimento, é fundamental procurar atendimento veterinário. São indícios de que algo pode estar errado”, explica Schoingele.

Cuidados recomendados

Entre as principais recomendações, o médico-veterinário destaca medidas simples para proteger os animais no inverno:

  • Ambiente aquecido: “Evite deixar o pet em áreas externas ou com corrente de ar. Camas com cobertores e mantas ajudam a manter o corpo aquecido.”
  • Roupas adequadas: “Para animais de pelagem curta, filhotes e idosos, o uso de roupas é altamente recomendado, desde que não impeça os movimentos e que seja trocado com frequência.”
  • Banhos com cautela: “No frio, os banhos devem ser espaçados, sempre com água morna e secagem completa. O ideal é usar secador em temperatura amena.”
  • Alimentação e hidratação: “Alguns pets comem mais no inverno, mas isso precisa ser controlado para evitar ganho de peso. A hidratação continua sendo fundamental.”

Vacinação é essencial

Schoingele também reforça a importância de manter a vacinação em dia, especialmente contra doenças respiratórias. “Algumas viroses, como a gripe canina, se espalham mais facilmente em ambientes fechados ou com aglomeração de animais. A vacinação é a principal forma de proteger nossos companheiros”, pontua o médico-veterinário.

O Grupo Hospitalar Pet Support conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2025 0 Comentários 260 Visualizações
Saúde

Especialista alerta para aumento de doenças respiratórias e de garganta com o frio

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada das estações mais frias do ano, o otorrinolaringologista Dr. Bruno Netto, integrante da equipe médica da VS Clinic, clínica multidisciplinar do Dr. Victor Sorrentino, tem alertado para o crescimento no número de casos de infecções respiratórias e de garganta na população. As principais causas apontadas pelo especialista são o tempo seco, as mudanças bruscas de temperatura e o aumento da permanência em ambientes fechados e pouco ventilados.

De acordo com o Dr. Bruno Netto, doenças como gripe, resfriado, sinusite, amigdalite e bronquite são frequentes nesta época do ano e podem afetar pessoas de todas as idades. O especialista explica que a maior permanência em locais fechados facilita a propagação de vírus e bactérias. “Além disso, o ar seco resseca as mucosas das vias respiratórias, reduzindo a proteção natural do organismo contra infecções”, afirma o otorrinolaringologista.

O especialista também esclarece a diferença entre infecções virais e bacterianas. “Os vírus são responsáveis por doenças como gripes e resfriados, cujos sintomas costumam ser mais leves, com febre moderada e secreção nasal clara. Já infecções bacterianas, como a amigdalite e a sinusite, tendem a apresentar febre mais alta e persistente, secreção nasal amarelada ou esverdeada e, muitas vezes, a presença de pus na garganta”, explica Netto. O tratamento varia de acordo com o agente causador. “Enquanto as viroses costumam ser autolimitadas e tratadas com repouso e hidratação, infecções bacterianas podem exigir o uso de antibióticos”, complementa o integrante da VS Clinic.

Baixa umidade e uso de aquecedores agravam sintomas

O médico também chama atenção para os efeitos do clima seco e do uso excessivo de aquecedores. “A baixa umidade do ar resseca as vias aéreas, deixando a mucosa mais vulnerável à ação de microrganismos. O uso frequente de aquecedores agrava essa situação, reduzindo ainda mais a umidade do ambiente”, afirma Netto.

Para minimizar esses impactos, o especialista recomenda manter uma hidratação adequada, utilizar umidificadores de ar ou bacias com água nos ambientes e realizar lavagens nasais com soro fisiológico para preservar a umidade das vias respiratórias.

Prevenção passa por higiene e imunidade

Entre as medidas preventivas, o médico destaca a importância de manter bons hábitos de higiene e cuidados com a alimentação. “Lavar as mãos com frequência, evitar levar as mãos ao rosto, manter os ambientes ventilados e reforçar a alimentação com alimentos ricos em vitaminas e minerais são medidas essenciais”, salienta Netto.

O otorrinolaringologista também sugere o consumo de alimentos específicos. “Frutas cítricas, como laranja e limão, ajudam a fortalecer a imunidade, assim como alimentos ricos em zinco, como castanhas e carnes. O própolis e o mel também são aliados naturais na proteção da garganta”, explica o médico.

Grupos vulneráveis e sinais de alerta

 O Dr. Bruno Netto reforça a necessidade de atenção especial com crianças e idosos. “Nas crianças, é importante evitar locais fechados e com aglomeração, além de garantir uma boa hidratação. Já nos idosos, a prática de atividades físicas para fortalecimento da imunidade e a atenção aos primeiros sintomas de infecção são fundamentais”, destaca o médico. Segundo o especialista, em idosos, infecções respiratórias podem evoluir rapidamente para complicações como pneumonia.

Alguns sintomas indicam a necessidade de buscar atendimento médico. “Febre alta por mais de três dias, dificuldade para respirar, piora dos sintomas após cinco dias, secreção com pus e fadiga extrema são sintomas que merecem atenção. Se o paciente apresentar algum desses sinais, é fundamental buscar atendimento médico para avaliar a necessidade de exames ou tratamentos específicos”, finaliza Netto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 282 Visualizações
Saúde

Fibrossarcoma oral em cães exige diagnóstico precoce

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

O fibrossarcoma oral é um tumor maligno que afeta a cavidade bucal dos cães, caracterizado pelo crescimento localmente agressivo e pela possibilidade de recidiva. Embora seja considerado um tumor raro, exige atenção dos tutores, uma vez que o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso do tratamento. De acordo com a médica-veterinária Izadora Chamun Gil, do Grupo Hospitalar Pet Support, os principais sintomas são dificuldade para se alimentar, salivação excessiva, mau hálito, sangramento na boca e, em casos mais avançados, deformidades faciais.

É fundamental que os tutores estejam atentos a qualquer alteração na cavidade oral de seus pets e busquem avaliação veterinária ao menor sinal de anormalidade”, orienta a veterinária Izadora Chamun Gil.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico do fibrossarcoma oral é realizado por meio de exames clínicos, biópsia e exames de imagem, como radiografias ou tomografias, que permitem avaliar a extensão do tumor e a possibilidade de metástases.

O tratamento mais indicado é a remoção cirúrgica do tumor com margens amplas, buscando a retirada completa. Dependendo do estágio da doença e da localização, a cirurgia pode ser associada a eletroquimioterapia ou quimioterapia.

Caso de sucesso

A médica-veterinária Izadora Chamun Gil acompanhou o caso do cão Júnior, de seis anos, que foi diagnosticado com fibrossarcoma oral e passou por tratamento no Grupo Hospitalar Pet Support. “Júnior apresentou excelente recuperação após a cirurgia, sem sinais de recidiva até o momento. Esse caso reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. Por isso, check-ups regulares e atenção aos sinais clínicos são fundamentais”, afirma Izadora.

A tutora de Júnior, Priscila Cezar, conta que percebeu o problema quando seu esposo notou uma espécie de “bola” dentro da boca do animal durante uma brincadeira. “Fomos ao veterinário de imediato, fizemos uma primeira cirurgia em outra clínica, mas em uma semana o tumor voltou ainda maior”, relatou Priscila.

Após o insucesso da primeira intervenção, a família buscou atendimento no Grupo Hospitalar Pet Support. “Na primeira clínica, disseram que não havia mais o que fazer, além de controlar a dor até o fim. Mas, por indicação de uma colega, fomos ao Pet Support. Lá, a Dra. Letícia nos deu outra perspectiva, nos deu esperança”, contou a tutora.

Júnior passou por uma nova cirurgia, desta vez bem-sucedida. “Conseguimos retirar todo o tumor, que já se alastrava para a cavidade nasal. O tumor foi para biópsia e se confirmou ser maligno, mas com baixa possibilidade de metástase”, explicou Priscila.

Atenção aos sinais

O Grupo Hospitalar Pet Support alerta que o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de recuperação dos animais. O acompanhamento regular com profissionais especializados permite identificar sinais ainda no início, o que facilita o tratamento e melhora a qualidade de vida dos pets.

Mais detalhes estão disponíveis no site petsupport.com.br. O Grupo conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, mas a orientação vale para tutores de cães em qualquer lugar do país: atenção aos sinais e busca por atendimento especializado são fundamentais no combate a tumores orais em animais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 299 Visualizações
Saúde

RS registra 25 mortes e mais de 23 mil casos de dengue em 2025

Por Jonathan da Silva 27/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul já contabiliza 23.021 casos confirmados de dengue e 25 mortes pela doença neste ano de 2025, de acordo com dados do Painel de Casos de Dengue da Secretaria de Saúde do Estado. Apesar dos dias mais frios e chuvosos, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, continua em alta. Atualmente, 474 municípios gaúchos estão infestados. Em 2024, o estado registrou 209.659 casos e 281 óbitos.

A coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Andressa Telles Borges, alerta para a atenção aos sintomas, que podem ser confundidos com outras doenças. “A dengue pode causar sintomas como febre alta, dores musculares, dores de cabeça, erupções cutâneas e fadiga. É essencial educar as pessoas sobre o tema, de forma que se sintam incentivadas a procurar assistência médica imediata a partir do momento em que apresentarem os sintomas, adotando medidas preventivas, garantindo o diagnóstico e tratamento da doença adequado, pois esses mesmos sintomas se assemelham com outros problemas”, afirma Andressa.

Segundo a docente, também é importante observar sinais respiratórios e gripais. “A dor de garganta, congestão nasal, tosse seca, coriza etc., são comuns na Covid-19, mas isso não é frequente nas arboviroses”, explica Andressa.

Principais sintomas da dengue

De acordo com Andressa, os sintomas mais comuns da dengue são:

  • Febre alta;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Dores musculares e nas articulações;
  • Manchas vermelhas na pele;
  • Náuseas e vômitos;
  • Fadiga e cansaço excessivo;
  • Sangramentos, em casos graves.

Cidades com mais casos confirmados

As dez cidades com maior número de casos confirmados de dengue no estado são:

  1. Viamão: 6.101
  2. Porto Alegre: 4.251
  3. Alvorada: 2.466
  4. Novo Hamburgo: 1.771
  5. Sapucaia do Sul: 898
  6. Cachoeira do Sul: 714
  7. Gravataí: 563
  8. Canoas: 545
  9. Cachoeirinha: 469
  10. Planalto: 328

Prevenção é fundamental

Andressa Telles Borges reforça ainda que medidas de prevenção são fundamentais para evitar a proliferação do mosquito. Entre as recomendações da especialista estão:

  • Eliminar água parada, verificando pneus, garrafas, baldes, calhas e objetos que possam acumular água;
  • Instalar telas de proteção nas janelas e portas;
  • Manter piscinas limpas e tratadas;
  • Cooperar com campanhas de prevenção promovidas por órgãos públicos e organizações locais.

A docente também destaca que, em caso de infecção, é fundamental manter repouso absoluto e estimular a hidratação oral durante o tratamento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2025 0 Comentários 313 Visualizações
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