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Saúde

Saúde

Ministério da Saúde visita Amrigs e avalia parceria para formação de especialistas do SUS

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

O secretário nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, visitou nesta quarta-feira (6) o Centro de Simulação e Treinamento da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), em Porto Alegre. A agenda oficial teve como objetivo avaliar o potencial da estrutura para integrar o programa federal “Agora Tem Especialistas”, voltado à formação prática de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). O centro foi apontado como um espaço apto a contribuir com políticas públicas de capacitação médica, em especial nas áreas de Cirurgia, Ginecologia e Ultrassonografia.

Durante a visita, Felipe Proenço percorreu os ambientes de simulação clínica e de urgência, destacando a importância da prática simulada no processo de formação. “Conhecer o Centro de Treinamento da Amrigs e visualizar suas possibilidades nas áreas de Cirurgia, Ginecologia e Ultrassonografia, por exemplo, nos mostra o quanto as práticas simuladas são essenciais. Essa estrutura representa uma oportunidade de aprimoramento tanto para quem já atua quanto para quem está concluindo a especialização”, afirmou o secretário.

Segundo Proenço, a infraestrutura da Amrigs pode fomentar novas parcerias entre centros formadores e serviços assistenciais, contribuindo com a qualificação dos profissionais e com a melhoria no acesso a diagnósticos e tratamentos. “Nosso objetivo é reduzir o tempo de espera da população, garantindo diagnóstico e tratamento em tempo oportuno. Para isso, é fundamental contar com especialistas qualificados e constantemente atualizados”, completou o profissional do Ministério da Saúde.

O que é o Centro de Simulação da Amrigs

O Centro de Simulação da Amrigs é voltado à capacitação de estudantes e médicos com foco em segurança, tomada de decisão e atendimento humanizado. A estrutura é reconhecida como referência no Sul do Brasil e atende a diferentes especialidades, estando apta a compor estratégias de formação em conjunto com instituições públicas e privadas.

Articulação com o Ministério

A visita à Amrigs dá continuidade a uma articulação iniciada em junho, quando a entidade sediou um encontro sobre o programa Agora Tem Especialistas. A iniciativa do governo federal prevê a criação de três mil vagas de residência médica e o investimento de R$ 260 milhões em todo o país.

No Rio Grande do Sul, conforme o secretário, foi finalizado em julho o levantamento de serviços com capacidade para receber profissionais em fase de aprimoramento. No fim do mês, foi lançado o edital para seleção de médicos especialistas. O programa contempla áreas como Cirurgia Geral, Ginecologia, Anestesiologia e Patologia. Os selecionados atuarão em serviços assistenciais com apoio de hospitais universitários ou de excelência, participando de imersões, mentorias e discussões clínicas.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 1 Comentário 265 Visualizações
Saúde

Congresso em Gramado discute reconstrução da saúde pública no pós-enchente

Por Jonathan da Silva 06/08/2025
Por Jonathan da Silva

De 6 a 8 de agosto, a ExpoGramado, em Gramado, recebe o 34º Congresso das Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems/RS). O evento vai reunir mais de 2 mil participantes, entre gestores, profissionais da saúde, pesquisadores e representantes de instituições, para debater caminhos para a reconstrução do sistema público de saúde após as enchentes de 2024. O tema deste ano é “SUS que Cuida, Gestão que Reconstrói: Novos Caminhos para um Rio Grande que Refloresce!”.

Segundo levantamento do Cosems/RS, as enchentes afetaram 436 unidades de atenção primária à saúde, 129 serviços de média e alta complexidade e 32 sedes administrativas em diferentes municípios do estado. Durante o Congresso, será feita uma homenagem às cidades atingidas, reconhecendo o empenho dos profissionais e das gestões municipais na manutenção do atendimento à população durante a crise climática.

Pautas e debates

A programação prevê discussões sobre reorganização das Redes de Atenção à Saúde (RAS), estratégias de resposta às emergências climáticas, financiamento da saúde, inovações na gestão pública e práticas centradas no cuidado humano. O Presidente do Cosems/RS, Régis Fonseca, afirma que esta edição é um marco para o setor. “Depois de tudo o que vivemos no último ano, este encontro representa muito mais do que uma programação técnica: ele simboliza a força de um sistema que resistiu, de uma gestão que não parou, e de um povo que segue acreditando na saúde pública como direito de todos”, destacou Fonseca.

Campanha por mais recursos

O Congresso reforçará a campanha “12% para cuidar de ti”, que defende a destinação mínima de 12% da receita do estado do RS ao Sistema Único de Saúde, como previsto na Constituição. A iniciativa busca garantir e ampliar o atendimento à população gaúcha.

Prêmio Flor de Lótus

A edição especial do Prêmio Flor de Lótus trará relatos de experiências de profissionais de saúde durante e após as enchentes. As apresentações acontecem no dia 6, das 13h30min às 17h, na Sala Gerânio da ExpoGramado, reunindo histórias de acolhimento, apoio psicológico, vacinação em abrigos e projetos de cuidado mental em diferentes municípios.

Serviço

  • O quê: 34º Congresso das Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems/RS)
  • Quando: 6 a 8 de agosto, com abertura às 18h do dia 6
  • Onde: ExpoGramado – Gramado
  • Quanto: Evento voltado a secretários(as) municipais de saúde, assessores, técnicos de gestão e profissionais das áreas técnicas e administrativas de saúde; inscrições e detalhes em cosemsrs.org.br
Foto: Cosems-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2025 0 Comentários 288 Visualizações
Saúde

Campo Bom soma mais de 12 mil atendimentos domiciliares com o Programa Melhor em Casa

Por Marina Klein Telles 06/08/2025
Por Marina Klein Telles

Criado para garantir um cuidado mais humano, contínuo e eficiente, o Programa Melhor em Casa (PmeC) é um dos destaques da rede municipal de saúde de Campo Bom. Desde 2020, o serviço já realizou mais de 12 mil atendimentos domiciliares e ultrapassou a marca de 22 mil procedimentos feitos diretamente na casa dos pacientes.

Coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde, o programa é destinado a pessoas com mobilidade reduzida, quadros crônicos agudizados, em recuperação pós-cirúrgica ou que necessitam de cuidados paliativos. Com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, fonoaudiólogos, dentistas e farmacêuticos, o atendimento é direcionado principalmente a quem mais precisa de acompanhamento frequente e especializado.

Segundo os dados mais recentes, somente no primeiro semestre de 2025 foram registrados 1.161 atendimentos e 3.553 procedimentos, reforçando a importância da iniciativa. O maior número de procedimentos é realizado por técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, o que revela a abrangência do cuidado oferecido, desde curativos simples até reabilitação.

A secretária de Saúde, Luana Schnorr, ressalta que o programa é um verdadeiro exemplo de cuidado humanizado: “Levar o atendimento até a casa do paciente faz toda a diferença, especialmente para aqueles que estão mais frágeis. Além de aliviar o sistema hospitalar, o Melhor em Casa oferece suporte integral à família e ao cuidador, garantindo acolhimento, orientação e acompanhamento clínico de qualidade.”

O prefeito Giovani Feltes também destaca o papel estratégico do programa: “Saúde pública de qualidade também significa adaptar os serviços à realidade das pessoas. O Melhor em Casa evita internações desnecessárias, melhora a qualidade de vida dos pacientes e ajuda a construir uma cidade mais justa, onde todos têm acesso à atenção digna e eficiente.”

A entrada no programa geralmente ocorre após a alta hospitalar, quando os pacientes são avaliados e direcionados ao atendimento domiciliar. Em muitos casos, é a oportunidade de continuidade do tratamento sem que a família precise buscar vagas no sistema hospitalar.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2025 0 Comentários 196 Visualizações
Saúde

Estudo avalia distúrbios do sono e propõe protocolo para pacientes de UTI

Por Jonathan da Silva 05/08/2025
Por Jonathan da Silva

Um estudo conduzido pela médica intensivista do Hospital Moinhos de Vento, Laura Drehmer Jesinski, propôs um protocolo para melhorar a qualidade do sono de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A pesquisa aponta que a privação do sono pode agravar condições de saúde, aumentar a incidência de outras doenças, prolongar o tempo de internação e elevar os custos hospitalares.

O estudo integra o Programa de Pós-graduação em Ciências Pneumológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com orientação dos médicos Cassiano Teixeira e Felippe Leopoldo Dexheimer Neto. A avaliação estatística foi realizada por especialistas do Hospital Moinhos de Vento e do Laboratório de Estatística Aplicada da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

O interesse da médica pelo tema surgiu durante sua residência em Terapia Intensiva, em 2019, quando observou que muitos pacientes tinham dificuldades para dormir. “Essa privação do sono é causada não apenas pelas doenças em tratamento, mas também pelo ambiente hospitalar, repleto de sons, luzes e a administração de medicamentos durante a noite”, afirmou Laura.

Impactos da falta de sono

Segundo a pesquisadora, a má qualidade do sono pode levar a complicações como delirium, especialmente em pacientes idosos, se manifestando por desorientação e confusão. Além disso, a privação do sono pode comprometer o sistema imunológico e a saúde mental, com efeitos que podem se prolongar por meses após a alta hospitalar. “A permanência prolongada na UTI aumenta a vulnerabilidade a infecções multirresistentes e outras complicações”, alertou Laura.

Apesar disso, a médica destacou que a importância do sono é frequentemente negligenciada em ambientes de UTI. “As equipes precisam equilibrar o cuidado de múltiplos pacientes em estado grave, o que torna o desafio de garantir um sono reparador ainda maior. Por isso, é vital educar os profissionais sobre a importância do sono”, destacou a pesquisadora.

Medidas implementadas

O protocolo foi desenvolvido em parceria com uma equipe de psicologia e coordenado pela enfermeira Anielle Ferrazza, com contribuições de diversos profissionais da UTI. Entre as medidas implementadas estão a definição de horários para apagar as luzes principais, ajustes nos alarmes sonoros, programação de banhos e alimentação em horários alternativos, aquisição de máscaras para os olhos, tampões para os ouvidos e instalação do equipamento “Sensonore” para reduzir ruídos no ambiente. Também foram revistos os horários de administração de medicamentos, coletas de sangue e exames de imagem.

A supervisora de enfermagem Andressa Gomes coordenou as coletas de dados durante seis meses, incluindo finais de semana, com a aplicação de questionários de avaliação do sono validados na literatura científica.

Protocolo em aplicação

As medidas já foram aplicadas em uma UTI do Hospital Moinhos de Vento e na UTI do Hospital da Unimed Vale do Sinos, em Novo Hamburgo, com capacitação de mais de 100 profissionais. Os pacientes foram entrevistados antes e após a implementação das ações para avaliar os resultados.

O protocolo foi apresentado em um congresso europeu e será discutido novamente neste ano. Caso os resultados se confirmem, a proposta poderá ser expandida para outras unidades hospitalares, visando melhorar a recuperação de pacientes em estado crítico.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/08/2025 0 Comentários 316 Visualizações
Saúde

IA no diagnóstico do câncer de pele será tema da 50ª Jornada Gaúcha de Dermatologia

Por Jonathan da Silva 04/08/2025
Por Jonathan da Silva

O uso da inteligência artificial (IA) no diagnóstico do câncer de pele será debatido durante a 50ª Jornada Gaúcha de Dermatologia, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), que acontecerá nos dias 17 e 18 de outubro, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre. A discussão abordará ética, confiabilidade e aplicações práticas da tecnologia na detecção precoce de lesões melanocíticas, associadas ao melanoma — um dos tipos mais agressivos de câncer de pele.

Estudos internacionais têm mostrado que sistemas de IA apresentam alta sensibilidade e especificidade na identificação dessas lesões, o que pode contribuir para o diagnóstico precoce do melanoma. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que mais de 8 mil novos casos desse tipo de câncer são diagnosticados por ano no Brasil.

Como a IA já vem sendo utilizada

O dermatologista associado da SBD-RS, Renato Bakos, explica que a IA já vem sendo estudada e incorporada como ferramenta de apoio à prática médica. “O uso da IA tem sido bastante explorado em todas as áreas, na Medicina, especificamente na Dermatologia, não seria diferente. Já há algum tempo, a sua utilização no auxílio na detecção de câncer de pele tem sido estudado. Existem muitos estudos ocorrendo que estão apontando o papel desta ferramenta na prática clínica. Já temos alguns aparelhos que utilizam a tecnologia, entretanto seus bancos de dados e algoritmos estão sendo sempre alimentados e aprimorados para ampliar seu desempenho”, afirmou Bakos.

Segundo o médico, a tecnologia deve atuar como apoio ao olhar clínico do dermatologista. “O diagnóstico do câncer de pele requer uma inspeção detalhada da pele por parte do médico aliada à utilização de ferramentas diagnósticas, como a dermatoscopia. A IA está sendo empregada na análise das imagens coletadas por fotografias digitais e servem como auxílio na sua interpretação. Ela tende a ter um papel auxiliar na análise médica e não se trata de um substituto. Acredita-se que possa ter o potencial de agregar um aumento de acurácia em determinados cenários do diagnóstico juntamente à avaliação médica. Provavelmente sua utilização a partir de bancos de dados maiores, mais representativos dos diferentes grupos populacionais e de uma variabilidade maior de lesões cutâneas acrescentará, ainda mais, ao cuidado dos pacientes”, destacou.

A 50ª Jornada Gaúcha de Dermatologia ocorrerá simultaneamente ao 2º Simpósio de Cosmiatria da SBD-RS e ao 7º Simpósio Gaúcho de Terapêutica Dermatológica e Imunobiológicos.

Serviço

  • O quê: 50ª Jornada Gaúcha de Dermatologia
  • Quando: 17 e 18 de outubro de 2025
  • Onde: Barra Shopping Sul, Porto Alegre
  • Mais detalhes: dermatologia2025.com.br
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2025 0 Comentários 355 Visualizações
Saúde

Amrigs participará do 34º Congresso Estadual do Cosems/RS em Gramado

Por Jonathan da Silva 04/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) confirmou presença no 34º Congresso Estadual do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS), que será realizado nos dias 7 e 8 de agosto, na Expogramado, em Gramado. O evento, que reunirá gestores das 497 secretarias municipais de Saúde do estado, representantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e da Secretaria Estadual da Saúde, discutirá o tema “SUS que cuida, gestão que reconstrói: novos caminhos para um Rio Grande que refloresce”.

O presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr., destacou a importância da participação da entidade no encontro. “A participação da Amrigs no congresso reforça nosso compromisso com o desenvolvimento de políticas públicas e com o fortalecimento do diálogo entre a Medicina e os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou o médico.

Espaço de exposição no saguão principal

Durante o evento, a entidade contará com um espaço de exposição no saguão principal, onde apresentará projetos estratégicos e iniciativas voltadas ao fortalecimento da saúde pública. Entre os destaques estão a Prova AMB/Amrigs, processo seletivo para Programas de Residência Médica, o Prêmio Amrigs de Melhores Práticas na Medicina e o Centro de Simulação e Treinamento, destinado à qualificação e ao desenvolvimento profissional de médicos e profissionais da saúde.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2025 1 Comentário 318 Visualizações
Saúde

Especialista alerta para os riscos da Síndrome Nefrótica, que pode levar à insuficiência renal

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Síndrome Nefrótica, condição caracterizada pela perda excessiva de proteínas na urina, pode evoluir para insuficiência renal irreversível quando não tratada precocemente, de acordo com o chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch. O alerta foi reforçado após o cantor Junior Lima relatar, nas redes sociais, o diagnóstico da filha de três anos com a doença, o que reacendeu o debate sobre os sintomas silenciosos e a necessidade de atenção médica.

A síndrome afeta os rins, responsáveis por filtrar o sangue, e pode causar inchaço generalizado — especialmente ao redor dos olhos, tornozelos e pés — além de urina espumosa, aumento do colesterol, ganho de peso súbito e cansaço persistente. Segundo Saitovitch, “o que torna esta síndrome particularmente preocupante é sua capacidade de progredir insidiosamente. Muitos pacientes procuram ajuda médica apenas quando os sintomas já estão avançados”.

Em crianças, a forma mais comum da doença é a chamada “doença de lesões mínimas”, que costuma responder bem ao tratamento. Em adultos, pode surgir associada a outras enfermidades, como diabetes, lúpus ou outras doenças autoimunes. Embora mais frequente em crianças de 2 a 6 anos, a Síndrome Nefrótica pode atingir pessoas de qualquer idade.

Diagnóstico e tratamento

Para a confirmação do diagnóstico, são necessários exames laboratoriais de urina e sangue, biópsia renal, ultrassonografia dos rins e testes genéticos em casos suspeitos de origem hereditária, especialmente em recém-nascidos. O Hospital Moinhos de Vento adota um protocolo multidisciplinar para diagnóstico e tratamento. “No Moinhos de Vento, o nosso protocolo integrado permite não só um diagnóstico mais assertivo, mas também a identificação da causa subjacente, o que é fundamental para o tratamento direcionado”, explicou o nefrologista.

O tratamento envolve medicamentos imunossupressores, corticosteroides, controle da pressão arterial e mudanças na alimentação. “Cada paciente recebe um plano terapêutico personalizado, considerando a idade, causa da síndrome e resposta individual ao tratamento”, complementou Saitovitch.

Importância do diagnóstico precoce

Saitovitch afirma que a maioria dos casos pode ser controlada com tratamento adequado. “Importante ressaltar que, com o tratamento correto, a maioria dos casos pode ser controlada efetivamente, preservando a função renal e permitindo que os pacientes tenham uma vida normal. No entanto, quando o diagnóstico é tardio, podemos estar diante de danos renais irreversíveis”, destacou o especialista.

Sinais de alerta

De acordo com o médico, os principais sinais que devem motivar a busca por avaliação são:

  • Inchaço persistente no rosto, especialmente ao redor dos olhos, principalmente pela manhã;
  • Inchaço nas pernas, tornozelos e pés que não melhora com repouso;
  • Urina espumosa ou com aparência leitosa;
  • Ganho de peso súbito e inexplicável;
  • Fadiga e fraqueza constantes;
  • Perda de apetite.

O Hospital Moinhos de Vento reforça que o diagnóstico precoce é decisivo para evitar a progressão da doença. “Cada dia pode fazer a diferença entre a preservação ou a perda progressiva da função renal”, afirmou Saitovitch.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/08/2025 0 Comentários 280 Visualizações
Saúde

Prefeitura de São Leopoldo realiza ação de prevenção às hepatites em estação da Trensurb

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria da Saúde de São Leopoldo realizou, nesta quinta-feira (31), uma ação de conscientização sobre as hepatites virais na Estação São Leopoldo da Trensurb. Profissionais da saúde abordaram usuários do transporte público e pedestres para alertar sobre os riscos das hepatites B e C e distribuíram kits de prevenção com material informativo e preservativos.

De acordo com a administração leopoldense, a iniciativa teve como objetivo reforçar os cuidados necessários para evitar o contágio das hepatites B e C, que são transmitidas principalmente por via sanguínea — como no caso de sexo desprotegido, uso compartilhado de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos perfurocortantes. O uso de preservativos e a vacinação são formas eficazes de prevenção. A vacina contra a hepatite B é oferecida gratuitamente e proporciona proteção ao longo da vida.

Testagem e tratamento

A testagem é considerada fundamental para detectar precocemente as hepatites e iniciar o tratamento adequado. Em São Leopoldo, o exame pode ser feito por livre demanda nas unidades básicas de saúde. Outra possibilidade é o atendimento no Serviço de Atendimento Especializado (Sae), localizado no Centro, que funciona nas segundas, quartas e sextas-feiras pela manhã, e nas terças e quintas à tarde.

Durante a ação desta quinta-feira, a unidade móvel de vacinação também esteve presente na estação para aplicar vacinas do calendário vacinal, aproveitando a movimentação do local.

Alerta para a população

A secretária da Saúde de São Leopoldo, Kelbe Gonçalves, explicou que o objetivo da ação é sensibilizar a população sobre a importância da prevenção. “É um dia para chamar a atenção da comunidade para uma doença ainda presente e que demora para apresentar sinais. Diante disso, se faz necessário o cuidado periódico e a Secretaria da Saúde oferece esses serviços na sua rede, tanto nas unidades quanto no Sae”, afirmou a titular da pasta.

Campanha nacional

O Dia Mundial das Hepatites Virais foi criado em 2010 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre a gravidade dessas doenças. No Brasil, a Lei nº 13.802/2019 instituiu o Julho Amarelo, mês dedicado à realização de ações voltadas ao combate das hepatites virais em todo o território nacional.

O que é a hepatite

A hepatite B é uma infecção crônica causada pelo vírus HBV. Muitas vezes assintomática nas fases iniciais, a doença pode evoluir, quando não tratada, para quadros graves como cirrose, insuficiência hepática e câncer de fígado.

Já a hepatite C é provocada pelo vírus HCV e também costuma se manifestar de forma silenciosa. A forma crônica da infecção é a mais comum e caracteriza-se por um processo inflamatório persistente no fígado, podendo causar sérias complicações ao longo do tempo.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2025 0 Comentários 288 Visualizações
Saúde

Ultrassom terapêutico é alternativa não invasiva para reduzir gordura localizada

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

Dermatologistas apontam que o uso da tecnologia Scizer, baseada em ultrassom macrofocado de alta intensidade, tem se mostrado uma opção eficaz para combater a gordura localizada e melhorar o contorno corporal sem necessidade de cirurgia. O equipamento atua diretamente nos adipócitos da camada subcutânea, provocando alterações térmicas seletivas que levam à eliminação natural das células de gordura pelo organismo ao longo das semanas.

O procedimento com Scizer aquece as células de gordura a temperaturas que promovem sua destruição sem causar danos à pele ou aos tecidos próximos. A técnica é indicada para regiões como abdômen, flancos e culotes, com resultados perceptíveis já após a primeira sessão.

De acordo com a primeira secretária da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção Rio Grande do Sul (SBD-RS), Dra. Juliana Tosetto Santin, o tratamento é procurado por pessoas que desejam efeito lifting aliado à redução de gordura localizada sem passar por procedimentos cirúrgicos. “O grande benefício é que o paciente pode retomar suas atividades imediatamente, sem necessidade de repouso, e com resultados progressivos e naturais”, afirmou Juliana.

Orientação profissional

Especialistas alertam que o tratamento deve ser realizado apenas por profissionais habilitados para garantir segurança e eficácia. A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção Rio Grande do Sul disponibiliza em seu site, sbdrs.org.br, uma lista de dermatologistas capacitados para a aplicação da tecnologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2025 1 Comentário 286 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga realiza simpósio para incentivar doação de órgãos

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Sapiranga realizou, nesta quarta-feira (30), o I Simpósio Multiprofissional sobre doação e transplante de órgãos, reunindo profissionais da saúde e membros da comunidade para discutir o tema e reforçar a importância da conscientização sobre a doação no Brasil. O encontro aconteceu no auditório da instituição e abordou desde aspectos técnicos até relatos de experiências pessoais, com o lema “Tempo é vida: doe órgãos, salve vidas”.

Na abertura, a médica Fernanda Bow, ao lado da enfermeira Simone Lysakowski, destacou o funcionamento das Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) e a necessidade de a população compreender que o processo de doação depende de uma rede complexa e organizada.

O médico coordenador da UTI Adulto e presidente da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), Pedro Lima, ressaltou que o simpósio foi planejado para alcançar além das dependências do hospital. “O objetivo do simpósio não é ser um evento exclusivo do hospital, mas sim da região. Queremos alcançar toda a comunidade, esclarecer dúvidas sobre um diagnóstico tão complexo quanto a morte encefálica e estimular a doação de órgãos. Conseguimos reunir grandes profissionais de Porto Alegre e região, dispostos a abordar esse tema com ética e humanização. Morte encefálica não é só um termo técnico — ela carrega histórias de vidas e famílias. Nosso compromisso é promover informação, empatia e acolhimento à população”, afirmou Lima.

Debates e relatos

Durante a tarde, foram discutidos temas como acolhimento psicológico às famílias, a atuação da fisioterapia no cuidado a transplantados e a importância da criação de uma cultura doadora. O psicólogo Cristian de Oliveira ressaltou os desafios da entrevista com familiares no momento da decisão sobre a doação.

O painel de encerramento contou com a participação de um paciente transplantado e da irmã de um doador, que compartilharam suas vivências no processo de transplante, emocionando os participantes.

Papel da instituição

A diretora-executiva do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann, reforçou a função do hospital como agente de informação. “É fundamental esclarecer os mitos sobre a doação de órgãos e reforçar sua importância, especialmente em um hospital, onde há profissionais capacitados para orientar a comunidade. O papel da instituição vai além do cuidado, também envolve informar e conscientizar sobre quantas vidas podem ser salvas a partir de um único doador. Levar esse conhecimento tanto aos colaboradores quanto à população em geral é parte essencial dessa missão”, destacou Elita.

Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 40 mil pessoas aguardam por um transplante no país, o que reforça a urgência de ampliar o número de doadores.

Foto: João Arnhold Fotografia/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2025 1 Comentário 305 Visualizações
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