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Saúde

Saúde

Secretaria da Saúde repassa R$ 74,6 milhões a hospitais, clínicas e laboratórios

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (SES), repassou nesta segunda-feira, 8, R$ 74,6 milhões a hospitais, clínicas e laboratórios do Rio Grande do Sul referentes ao atendimento ofertado a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O recurso, proveniente do Ministério da Saúde, é repassado pelo Executivo aos mais de 200 prestadores de serviços de saúde que oferecem procedimentos ambulatoriais e hospitalares de média e alta complexidade (Teto MAC).

“Foi uma tramitação ágil para que pudéssemos garantir o atendimento e dar fôlego o mais rápido possível a essas instituições de saúde nesse momento tão necessário”, explicou o governador Eduardo Leite, durante transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta segunda.

Auxílio emergencial para filantrópicos

Na última semana, a SES concluiu a assinatura digital dos convênios e o repasse das verbas referentes à primeira parcela dos recursos emergenciais a 38 dos 60 hospitais filantrópicos beneficiados, no valor de R$ 14,3 milhões.

“Continuamos com a missão de fazermos pagamentos com regularidade, algo com que a gestão se compromete desde o início do governo”, explicou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

Os outros 22 convênios ainda estão em tramitação para a liberação dos R$ 8,5 milhões restantes. Os recursos são provenientes do Ministério da Saúde, definidos pela Lei 13.995/2020 e da Portaria MS 1.393.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 556 Visualizações
Saúde

Cinco regiões no Estado têm sinal de alerta em relação à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ao menos cinco regiões do Rio Grande do Sul, além das três que nesta semana passaram à classificação laranja, apresentaram piora em alguns indicadores na quinta atualização do Distanciamento Controlado, realizada no sábado, 6.

As regiões de Novo Hamburgo, Taquara e Palmeira das Missões registraram bandeira preta no quesito que mede o crescimento do número de casos de hospitalização pela doença nos últimos sete dias, mas não houve mudança na bandeira que identifica a situação geral. As áreas de Santa Maria e Erechim, que igualmente não tiveram alteração na versão do mapa em vigor a partir desta segunda feira, 8, obtiveram classificação vermelha nesses mesmos critérios.

Pioneiro na definição de protocolos com restrições proporcionais ao avanço do coronavírus e à capacidade de resposta dos serviços de saúde, o modelo gaúcho apresenta atualmente 16 regiões na bandeira laranja (risco médio) e apenas quatro na cor amarela (risco baixo).

Com apenas sete leitos de UTI livres no mais recente levantamento, os municípios que compreendem a região de Novo Hamburgo tiveram aumento no registro de casos de Covid-19 hospitalizados (de cinco na semana anterior para 19 internações).

“São pontos de alerta que as autoridades locais precisam monitorar com urgência. Se esses indicadores seguirem na cor preta é alta a probabilidade de mudança na cor da bandeira nas próximas atualizações”, destaca a coordenadora do Comitê de Dados do governo, Leany Lemos. Ela lidera uma equipe de técnicos e especialistas externos que, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), acompanha diariamente os números do Distanciamento Controlado.

Totalizando 57 casos ativos no dia de fechamento das bandeiras, a região de Novo Hamburgo apenas não ingressou na cor vermelha (alto risco e maiores restrições para as atividades econômicos) já nesta semana por manter estáveis os demais indicadores, mas principalmente considerando que esse indicador considera também a estrutura hospitalar (disponibilidade de leitos) da macrorregião metropolitana de Porto Alegre. É que mesmo diante de um cenário de ocupação acima de 90% dos leitos de UTI, a proximidade com a capital permite a transferência dos casos mais graves quando houver necessidade.

A região de Palmeira das Missões, no centro norte do Estado, igualmente teve classificação na cor preta para o avanço dos casos de Covid-19 que precisaram de internação: nos últimos sete dias foram 15 pacientes, enquanto no mesmo período anterior eram apenas duas hospitalizações. Houve ainda salto tanto no número de pacientes que precisaram de UTI por diagnóstico de Covid-19 (de um para quatro casos) e por síndrome respiratória aguda grave – SRAG (de um para sete pessoas). Além disso, diminuiu a disponibilidade de UTIs na região: de 15 leitos vagos na semana anterior para 12 na última sexta-feira.

Taquara é uma das quatro regiões que seguem sob a cor amarela. Porém, nesta última atualização, os municípios que integram a área no Vale do Paranhana tiveram classificação preta para novos casos de hospitalização nos últimos sete dias: dois registros, quando no levantamento anterior nenhum caso havia sido apurado. O que chamou atenção também foi a presença de apenas cinco casos ativos no último dia do levantamento (sexta-feira). Os demais indicadores mantiveram a região sob o menor grau de restrições, em especial pelo aumento de quatro para sete leitos de UTI vagos.

Duas regiões ligaram o alerta da equipe do Distanciamento Controlado porque apresentaram classificação vermelha nos mesmos indicadores que medem os novos casos de Covid-19 hospitalizados. Nos municípios das áreas de Santa Maria, passaram de 10 para 17 os novos casos de hospitalização pelo vírus de uma semana para outra, assim como houve aumento de 12 para 14 pacientes na UTI por síndrome respiratória aguda.

Em compensação, Santa Maria reduziu os internados por Covid-19 nas unidades intensivas, cujo total de leitos disponíveis passou de 32 para 41.

O comportamento da doença na região de Erechim foi muita parecido e, por isso, mereceu classificação vermelha nesses indicadores. Houve um pequeno aumento das internações por Covid-19 (de 14 para 16 casos) e de internação na UTI pelo mesmo motivo (quatro para seis pacientes).

Indicadores positivos

Na atualização do modelo divulgada no último sábado, 6, três regiões passaram para laranja: Ijuí, Santa Rosa e Santa Cruz do Sul. Apenas a região de Pelotas apresentou melhora, reduzindo de laranja para amarela. Mas outras regiões que seguem na classificação amarela vêm mantendo bons indicadores sobre o avanço da doença e da estrutura de atendimento. Um exemplo é a região de Bagé – assim como os municípios da área de Cachoeira do Sul –, que não registrou novos casos de hospitalização na última semana e conseguiu manter uma estabilidade nos demais indicadores.

Entre as regiões já na bandeira laranja o destaque vai para Santo Ângelo, que reduziu as internações por Covid-19 na última semana, manteve o mesmo patamar de casos em UTI e tinha na sexta-feira, 5, apenas um paciente hospitalizado vítima do coronavírus.

Conforme o novo decreto (55.285), publicado no dia 31 de maio, excepcionalmente e com justificativa clara, os municípios podem determinar medidas próprias, desde que não estejam classificados com bandeira vermelha (risco alto) ou preta (risco altíssimo).

Entenda o distanciamento controlado

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (risco médio), vermelha (risco alto) ou preta (risco altíssimo). O monitoramento dos indicadores de risco é semanal, e a divulgação das bandeiras ocorre aos sábados, com validade a partir da semana seguinte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 548 Visualizações
Saúde

Procedimento diferenciado de endoscopia é realizado pela segunda vez no Hospital Moinhos de Vento

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quase três anos se passaram entre a primeira drenagem de coleção pancreática por via endoscópica realizada no Brasil, em setembro de 2017, e a segunda no Hospital Moinhos de Vento, feita na última semana também pelo mesmo gastroenterologista, Nelson Coelho. Pouco comum, o procedimento foi realizado cerca de 100 vezes em todo o país no período. O caso foi de um paciente de 33 anos, com desnutrição e produção de insulina e enzimas digestivas prejudicada devido à complicação de uma pancreatite grave. Depois da intervenção, em 36 horas ele já estava em casa e bem.

O procedimento é menos invasivo que as terapias convencionais. Geralmente, coleções pancreáticas precisam ser removidas com cirurgia ou drenagem percutânea, na qual drenos são inseridos no abdômen do paciente. Coelho, que é especialista em endoscopia digestiva terapêutica avançada, explica que a técnica é mais vantajosa também por ser mais rápida. “O tempo do processo foi reduzido de duas horas, em média, para apenas dez minutos. Tudo realizado no Centro de Endoscopia Digestiva, com anestesia convencional – a mesma utilizada em endoscopia e colonoscopia. A observação varia entre 24 horas e 48 horas e, em seguida, já se pode dar alta”, pontua o gastroenterologista.

O médico destaca que 20% dos pacientes com pancreatite podem evoluir para quadros graves e, em alguns casos, é necessária a drenagem de coleções pancreáticas. Quando a inflamação é classificada como grave, ela pode degenerar o órgão. A drenagem por via endoscópica foi possível depois de anos de tentativas com materiais plásticos e de metal, com as chamadas próteses retas. Até que se chegou ao modelo atual, em forma de halteres. Uma pequena prótese metálica é rapidamente fixada e liberada na parede gástrica, fazendo a comunicação do pâncreas com o interior do estômago. “Trata-se de uma alternativa com poucas complicações e cujos resultados têm sido excepcionais nos centros endoscópicos mais avançados do país e do mundo”, conclui Coelho.

Esse tipo de procedimento também pode ser utilizado em casos de coleções de vias biliares ou outros órgãos, quando houver contra indicação de cirurgia. O médico explica que uma divulgação mais ampla do recurso e sua inclusão na cobertura de planos de saúde beneficiaria um número maior de pacientes. Ainda inédito em muitos centros de saúde, a experiência da equipe de Endoscopia Digestiva Terapêutica Avançada do Hospital Moinhos de Vento foi case na última edição da Semana de Doenças Digestivas, em San Diego, na Califórnia, um dos mais importantes da área.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 627 Visualizações
CidadesSaúde

HMGV registra aumento no número de diagnósticos de dengue e coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Estância Velha registrou até esta segunda-feira, 8, 30 casos positivos de coronavírus, dos quais 23 estão curados. Com o objetivo de ser transparente com a comunidade, o Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Municipal Getúlio Cargas (HMGV) montou um quadro e gráficos com o número de pacientes que passaram pela casa de saúde. As informações foram atualizadas no dia 4 de junho.

Entenda

O total de casos notificados, ou seja, suspeitos, soma-se 124. Destes, cinco confirmaram Covid-19, sendo três profissionais da saúde e dois pacientes. No hospital, o primeiro caso notificado foi no dia 14 de março e o primeiro caso confirmado foi no dia 29 de abril.

Além da Covid-19, outra doença que está preocupando a população é a dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O Hospital atendeu 28 notificações e confirmou 13 casos positivos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 510 Visualizações
CidadesSaúde

Drive-thru de vacinação contra a gripe volta a ocorrer nesta terça-feira na Feevale

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) oferecerá na próxima terça-feira (9) novamente a vacinação contra a gripe pelo sistema drive-thru. O local da ação desta edição será o Campus I da Universidade Feevale, quando os grupos prioritários da segunda e terceira fase da Campanha Nacional poderão se imunizar das 9h às 16h, sem paralisar ao meio-dia.

“Convidamos as gestantes e puérperas, os pacientes com comorbidades, os professores e os adultos com 55 anos ou mais, que fazem parte dos grupos na qual ainda não atingimos a meta de imunização, para aproveitarem mais esta oportunidade de se vacinarem antes da chegada do inverno”, chama o secretário de Saúde, Naasom Luciano.

A entrada dos veículos será pela Avenida Dr. Maurício Cardoso, 510, no bairro Hamburgo Velho, e a saída pela Rua Leão XIII. A SMS orienta que as pessoas estejam com roupa apropriada (fácil acesso ao braço) e preferencialmente munidos de documento de identificação oficial e Carteira de Vacinação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 553 Visualizações
Saúde

Especialista português defende acompanhamento de pacientes com doenças crônicas por telemedicina e inteligência artificial

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A telemedicina é a tendência mundial para o acompanhamento de pacientes com doenças crônicas. É o que acredita o diretor clínico do Digital Clinical Center, do Hospital da Luz, de Lisboa, Daniel Ferreira. Em Portugal, onde as consultas remotas foram regulamentadas em 2006, naquele ano 54% dos adultos já tinham algum tipo dessas patologias. A troca de experiências aconteceu na nova edição do Grand Round do Hospital Moinhos de Vento, realizado em plataforma online com o tema Telemedicina e Inteligência Artificial.

O médico cardiologista explica que, na era digital, este é um caminho sem volta. “Enquanto um adulto sem problemas de saúde precisa consultar com seu médico uma vez ao ano, alguém com doença crônica controlada vai necessitar de 2 a 4 visitas ao especialista. Se não estiver controlada, podem ser até 12 consultas. É muito mais confortável e indicado que esse acompanhamento a longo prazo seja feito por videochamada e com o uso da inteligência artificial”, pontua Ferreira. O especialista acrescenta que os pacientes estão cada vez mais conectados e interessados na gestão de sua própria saúde, por meio de aplicativos.

Nos Estados Unidos, levantamento feito pela revista Forbes em 2015 revelou que 80% dos médicos indicavam que a telemedicina é um formato melhor para acompanhamento de doenças crônicas, quando comparada com as consultas presenciais. “Se essa pesquisa fosse hoje, diante da situação que estamos vivenciando com a pandemia, eu diria que todos indicariam as consultas remotas”, afirma.

Telemedicina nas UTIs

Do lado de cá do Atlântico, no Brasil, a telemedicina só foi regulamentada em caráter emergencial neste ano, devido à pandemia de Covid-19. Para o coordenador médico de Saúde Digital do Hospital Moinhos de Vento, Felipe Cezar Cabral, mais do que oferecer aos pacientes a opção de consultar sem sair de casa, virou uma questão de necessidade urgente. O tratamento dos pacientes infectados pelo novo coronavírus ampliou as demandas internas, de profissionais da saúde, pelos rounds entre instituições.

“A pandemia impôs a colaboração e troca de conhecimentos como arma na luta contra a doença. E isso só pode ser concretizado num ambiente virtual. Então expandimos um projeto com o qual já tínhamos resultados importantes em unidades pediátricas – o TeleUTIP – para o atendimento de UTIs Adulto e Neonatal, especialmente neste contexto. Estamos levando nossa expertise médica e assistencial no cuidado com o paciente para hospitais SUS, discutindo casos e otimizando os recursos que eles têm, em busca dos melhores desfechos”, destaca Cabral.

“Esse projeto da telemedicina do hospital vem crescendo geometricamente. Os dados que recebemos são animadores. Quando se introduz uma ferramenta de intervenção em saúde numa unidade e se consegue um desfecho como diminuir a mortalidade ao redor de 40%, como registramos em UTIs pediátricas no norte do Brasil, o dado para defender essa prática como uma forma de salvar vidas é muito significativo”, conclui o superintendente médico do Hospital Moinhos, Luiz Antônio Nasi.

Também participaram do debate o gerente executivo do Núcleo de Oncologia e de Inovação Médica da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Gabriel Dalla Costa, e a líder do projeto Inteligência Artificial aplicada à pandemia de COVID-19, desenvolvido pelo Hospital Moinhos, Ruchelli França de Lima. A mediação foi realizada pelo superintendente Nasi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 544 Visualizações
CidadesSaúde

Prefeito Vanazzi recebe especialistas em saúde para debater avanço do coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A estruturação da rede de saúde, a ampliação da testagem em massa da população com critérios, e todo o controle dos casos, com detecção de surtos, rastreamento e busca ativa dos casos, juntamente com um as medidas de restrições e do isolamento social fazem parte da estratégia em defesa da vida da população leopoldense liderada pela Prefeitura.

Para debater um pouco destas ações, nesta segunda-feira, 8, o prefeito Ary Vanazzi recebe em sua tradicional live das 18h os especialistas em saúde para debater os avanços da pandemia do novo coronavírus no Rio Grande do Sul e as ações públicas que vem sendo desenvolvidas no sistema de saúde e na gestão da pandemia.

Entre os convidados, o presidente do Conselho Nacional de Saúde Fernando Pigatto, o presidente do Conselho Estadual de Saúde do RS, Claudio Augustin, o médico infectologista e membro do comitê Covid-19 da Sociedade Riograndense de Infectologia, e a participação do secretário Municipal de Saúde Ricardo Charão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 560 Visualizações
Saúde

Teste do pezinho previne seis tipos de doenças em recém-nascidos

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Dia Nacional do Teste do Pezinho, 6 de junho, faz parte da campanha Junho Lilás, que tem por objetivo valorizar as ações de triagem neonatal. Nesta data, a Secretaria da Saúde (SES) chama a atenção da sociedade para a importância da realização do exame em recém-nascidos, mesmo durante a pandemia da Covid-19.

O teste do pezinho é utilizado para a prevenção e diagnóstico precoce de seis doenças: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, síndromes falciformes, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase. “Esses agravos trazem sequelas irreversíveis e poderiam ser evitados a partir de um exame simples e gratuito, que é a coleta de uma gotinha de sangue do calcanhar do bebê”, explica a médica pediatra neonatologista Celia Maria Boff de Magalhães, da seção de Saúde da Criança e Adolescente do Departamento de Ações em Saúde/SES.

Em decorrência da pandemia e das medidas de distanciamento controlado no Rio Grande do Sul, o Serviço de Referência se reorganizou e mudou fluxos, passando a usar até ferramentas de telemedicina. “Tudo para evitar prejuízo ou desassistência aos recém-nascidos”, afirma Celia.

Diante dessa situação, a seção de saúde da criança da SES emitiu uma nota técnica que permite a realização de coletas dos testes de triagem neonatal nas próprias maternidades. “É uma situação emergencial, e todos os municípios foram extremamente receptivos a este novo fluxo”, comenta Celia.

A responsabilidade pela coleta do teste do pezinho permanece nas Unidades de Saúde de Atenção Básica. Porém, em razão da pandemia de coronavírus, sugere-se como alternativa a coleta também nas maternidades, desde que ocorra após 48 horas de vida do recém-nascido. Do contrário, as mães devem ser orientadas a procurar a unidade de saúde para a coleta.

Em 2019, a cobertura desses testes no Rio Grande do Sul foi de aproximadamente 80% dos bebês nascidos vivos, com coletas de gotas de sangue entre o terceiro e o quinto dia de vida nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios. A análise do exame é realizada no Serviço de Referência em Triagem Neonatal do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas.

Testes do pezinho em 2019

• 102.349 cartões com gotas de sangue coletados do calcanhar de bebês de toda a rede pública dos 497 municípios do Rio Grande do Sul (aproximadamente 80% dos nascidos vivos do Estado).
• Média de coletas por mês: aproximadamente 9 mil recém-nascidos

Acompanhamento das doenças

• 127 crianças com fenilcetonúria
• 1.356 com hipotireoidismo congênito
• 206 em acompanhamento de hiperplasia adrenal congênita
• 28 com deficiência de biotinidase
• 83 com diagnóstico de fibrose cística
• 290 hemoglobinopatias

Como é feito o exame

O exame consiste na retirada de gotas de sangue do calcanhar do bebê. Por ser uma parte do corpo rica em vasos sanguíneos, o material pode ser colhido por meio de uma única punção, rápida e quase indolor.

Quando fazer o teste

Entre o 3º e o 5º dia de vida do recém-nascido, pois esta é a maneira de descobrir as doenças a tempo de tratá-las, impedindo o aparecimento das complicações.

A triagem não pode ser realizada ainda na maternidade, logo após o nascimento, pois para o diagnóstico da fenilcetonúria é necessário que a criança já tenha sido amamentada. O teste verifica a taxa de uma enzima presente no sangue responsável pela quebra de uma proteína do leite.

Onde fazer

O teste é realizado gratuitamente em mais de 2,5 mil unidades de saúde de todos os municípios do Estado do Rio Grande do Sul. Durante a pandemia da Covid-19, as maternidades estão realizando a coleta da gota de sangue.

Doenças diagnosticadas pelo teste do pezinho

Fenilcetonúria

As crianças com essa doença não conseguem desmanchar a fenilalanina, uma substância existente no sangue. Assim, a substância se acumula no organismo, especialmente no cérebro, levando à deficiência mental. O diagnóstico e o tratamento precoce podem evitar totalmente o retardo mental.

Hipotireoidismo congênito

Causada pela ausência ou pela reduzida produção do hormônio da tireoide. Este hormônio é importante para o amadurecimento e funcionamento de vários órgãos, em especial o Sistema Nervoso Central. A falta do hormônio provoca retardo neuropsicomotor acompanhado de lesões neurológicas irreversíveis, além de outras alterações corporais. O diagnóstico e o tratamento precoce podem prevenir o retardo mental nas crianças que apresentam esta doença.

Doença falciforme (Hemoglobinopatias)

Mais comum na população negra, é transmitida pelos pais. Glóbulos vermelhos, diante de certas condições, alteram sua forma, tornando-se parecidos com uma foice – daí o nome falciforme. Os glóbulos alterados grudam-se uns nos outros, dificultando a passagem do sangue nos pequenos vasos do corpo, levando ao aparecimento de dor e inchaço nas juntas, anemia, “amarelão”, infecções. O portador da doença falciforme, desde que diagnosticado precocemente e acompanhado periodicamente pela equipe de saúde, pode ter uma vida normal.

Fibrose cística

É uma desordem genética caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que afeta especialmente os pulmões e o pâncreas, num processo obstrutivo causado pelo aumento da viscosidade do muco. O tratamento do paciente com fibrose cística consiste em acompanhamento médico regular, suporte dietético, utilização de enzimas pancreáticas, suplementação vitamínica (A, D, E, K) e fisioterapia respiratória. Apresenta morbimortalidade muito elevada, com apenas 34% dos pacientes chegando à idade adulta e menos de 10% ultrapassando os 30 anos de idade.

Hiperplasia adrenal congênita (HAC)

Engloba um conjunto de síndromes que se caracterizam por diferentes deficiências enzimáticas na síntese dos esteroides adrenais. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível melhorar o padrão de crescimento, que pode ser normalizado, na maior parte dos casos. As manifestações clínicas na HAC dependem da enzima envolvida e do grau de deficiência enzimática (se total ou parcial). O tratamento deve ser contínuo ao longo da vida.

Deficiência de biotinidase (DBT)

Defeito no metabolismo da biotina. A doença se manifesta a partir da sétima semana de vida, com distúrbios neurológicos e cutâneos, como crises epilépticas, hipotonia (diminuição do tônus muscular e da força), microcefalia, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, alopecia (perda de pelos e/ou cabelos) e dermatite eczematoide. Nos pacientes com diagnóstico tardio, observam-se distúrbios visuais e auditivos, assim como atraso motor e de linguagem. O tratamento medicamentoso é muito simples, de baixo custo e consiste na utilização de biotina (vitamina) em doses diárias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 824 Visualizações
Saúde

Hospitais filantrópicos recebem novo repasse emergencial de R$ 175,4 milhões

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul confirmou nesta quinta-feira, 4, o recebimento da segunda parcela do auxílio financeiro federal destinado às santas casas e aos hospitais filantrópicos para atuação no enfrentamento à pandemia Covid-19.

A primeira parcela foi de R$ 49,4 milhões. Agora, o Estado e os municípios gaúchos com gestão plena receberão mais R$ 175,4 milhões, totalizando R$ 224,8 milhões e 235 hospitais beneficiados.

“Quero agradecer à parceria do Ministério da Saúde, que está viabilizando esses recursos tão importantes para os hospitais do Rio Grande do Sul. Os valores ajudarão a fortalecer a nossa rede de atendimento, que já tem dado respostas muito positivas no combate ao coronavírus”, destacou o governador Eduardo Leite ao anunciar os repasses na transmissão pelas redes sociais desta quinta-feira, 4.

Deste valor da segunda parcela, R$ 92,9 milhões são para o Estado, contemplando 158 hospitais filantrópicos e santas casas. Por exemplo, o Hospital São Vicente de Paulo, localizado em Passo Fundo, que é um dos municípios com mais casos confirmados de coronavírus do Rio Grande do Sul, receberá quase R$ 5,7 milhões.

O restante do valor da segunda parcela, R$ 82,6 milhões, será destinado a 77 hospitais de municípios em gestão plena.

Os recursos do governo federal foram destinados conforme as diretrizes da Lei 13.995/2020 e da Portaria MS 1.393. Os critérios de distribuição desta segunda parcela observam os dados epidemiológicos do avanço da doença, o número de leitos de cada hospital filantrópico que atende por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e os valores da produção dos serviços ambulatoriais e hospitalares de média e alta complexidade (MAC) realizados por eles em 2019. Também foram incluídos hospitais que ficaram de fora da primeira parcela.

A secretária estadual da Saúde, Arita Bergamnn, destacou que os repasses à rede hospitalar são especialmente importantes pela queda que houve na arrecadação de muitas instituições.

“Os hospitais passaram por um período sem poder fazer atendimentos eletivos, o que diminuiu as suas receitas, e muitos ainda investiram para atender os casos de Covid-19, por exemplo, abrindo novos leitos clínicos de UTI, por isso, é uma excelente notícia”, destacou Arita.

A secretária agradeceu à parceria dos hospitais de gestão estadual, que tiveram de assinar convênios, em um curto tempo, para garantir o recebimento dos repasses. As instituições que já fizeram a assinatura receberão sua parte referente à primeira parcela já na próxima semana.

Os valores deverão ser aplicados na aquisição de medicamentos, suprimentos, insumos, produtos e equipamentos hospitalares. Também podem ser utilizados em pequenas reformas e adaptações físicas para aumento da oferta de leitos de terapia intensiva e na contratação e no pagamento dos profissionais de saúde necessários para atender à demanda adicional.

As entidades beneficiadas deverão prestar contas da aplicação dos recursos aos respectivos fundos de saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2020 0 Comentários 632 Visualizações
CidadesSaúde

Balneário Pinhal lança projeto para entregar remédios em casa aos grupos de risco

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Como parte das medidas de prevenção ao Covid-19, a Prefeitura Municipal de Balneário Pinhal, através da Secretaria de Saúde, passa a fazer a entrega de remédios a domicílio para os grupos de risco do coronavírus a partir de julho.

Os pacientes que receberão os medicamentos são os idosos maiores de 60 anos, doentes crônicos (asma/diabetes e hipertensão arterial), gestantes e pacientes com dificuldade de locomoção.

Mais de 600 pessoas serão beneficiadas com o projeto, que entregará em casa os remédios de uso contínuo, que antes tinham de ser buscados na Farmácia Municipal.

Os interessados já podem fazer o cadastramento, presencialmente na Farmácia Municipal ou pelo WhatsApp (51) 3682-2234. É necessário, para o cadastramento, ter em mãos a receita de uso contínuo, cartão do SUS, endereço e telefone atualizados.

As entregas serão feitas pelas equipes da Saúde com carros e motos, a partir de 1º de julho. A previsão é de 30 entregas por dia.

Os medicamentos de controle especial devem ser retirados na Farmácia, via agendamento, pois necessitam da retenção de receita, conforme estabelece a Portaria 344/98 do Ministério da Saúde. A equipe de Saúde do município já avalia outras possibilidades, para evitar que o beneficiário saia de casa para esse fim.

A partir de 1º de julho, a Farmácia Municipal passará também a atender com horário marcado, evitando assim a aglomeração de pessoas no local.

“Poucos municípios nesse país contam com esse serviço, que necessita de ousadia para implantar, não só pelo desafio da logística, como pela capacidade de equipe para tanto. Mas buscamos a excelência na saúde, para que os grupos de risco tenham a proteção que necessitam nesse momento de pandemia”, pontua a prefeita Marcia Tedesco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2020 0 Comentários 805 Visualizações
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