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Saúde

Saúde

Evento online do Hospital Moinhos reúne especialistas mundiais em telemedicina

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em dois meses, mais de 2 mil atendimentos médicos remotos foram realizados por profissionais do Hospital Moinhos de Vento. Trata-se de um reflexo das restrições impostas pela pandemia, o que acabou antecipando uma tendência que a instituição já vinha investindo. A telemedicina é um processo avançado para orientar, consultar e monitorar pacientes, trocar informações médicas e realizar diversos diagnósticos à distância.

A prática foi regulamentada este ano no Brasil, por necessidade, com a chegada da COVID-19. Em outros países, a telemedicina já é utilizada há anos de forma segura, conforme as respectivas legislações, a ética e as normas médicas – sendo bastante utilizada nos Estados Unidos, Canadá e principalmente na Europa.

Com o tema “A Telemedicina na Europa: o que o Brasil tem a aprender?”, a próxima live Moinhos Talks será realizada em parceria com o governo britânico. O debate trará experiências de alguns desses países, a partir da visão de três especialistas: Hassan Chaudhury, líder de saúde digital na Healthcare UK (Departamento de Saúde do Reino Unido); Daniel Ferreira, diretor clínico do Digital Clinical Center do Hospital da Luz de Lisboa (Portugal); e o brasileiro Erno Harzheim, que foi secretário da Saúde de Porto Alegre, Secretário da Atenção Básica de Saúde do Ministério da Saúde e um dos criadores do Telessaúde no estado. Eles apresentarão as inovações na área e como os brasileiros podem aproveitar a tecnologia e esses ensinamentos. Também participam o médico e coordenador de saúde digital do Hospital Moinhos, Felipe Cabral, com mediação do superintendente médico da instituição, Luiz Antonio Nasi.

O evento online acontece na quarta-feira (15) e começa às 17h30. As inscrições podem ser feitas no site do Hospital Moinhos. Por contar com convidados internacionais, a live terá tradução simultânea para o Português.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 610 Visualizações
Saúde

Em marco histórico, SUS incorpora primeira imunoterapia para câncer a pedido da SBOC

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi anunciado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (CONITEC), órgão do Ministério da Saúde, a recomendação favorável para a incorporação da primeira imunoterapia para o tratamento de pacientes com melanoma metastático no Sistema Público de Saúde (SUS). Desde 2016, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) vem concentrando seus esforços para a introdução de imunoterápicos no SUS e, mesmo com o posicionamento inicial contrário da CONITEC, a Sociedade continuou honrando seu compromisso de defender o bem-estar dos pacientes e a boa prática oncológica.

De acordo com o Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente para Ensino da Oncologia da SBOC, que vem a frente da defesa pela imunoterapia no SUS, a conquista é um grande passo para quem depende da rede de saúde pública, além de ser uma questão de justiça social. “Os pacientes ficam à mercê de um tratamento quimioterápico-padrão que não só é pouco eficaz contra o melanoma avançado, mas também prejudica consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes, por conta de efeitos colaterais bastante severos”. No sistema privado, os tratamentos que permitem aos pacientes um aumento considerável de sobrevida, como a imunoterapia e a terapia-alvo, estão disponíveis desde janeiro de 2018.

Isso abre caminho para que hospitais públicos de todo o país finalmente possam tratar os pacientes de forma efetiva e segura contra tumores mais agressivos. “Para se ter uma ideia, a chance de um paciente com melanoma metastático estar vivo em três anos com a quimioterapia oferecida pelo SUS é de 10% a 12%. Esse número chegou a quase 60% com combinação de imunoterapias. Ou seja, os pacientes que antes viviam de 6 a 9 meses, hoje podem viver até mais de 5 anos e, em alguns casos, atingir a cura”, aponta Dr. Munhoz, enfatizando a importância do acesso ao tratamento imunoterápico para todos. “Agora, um importante avanço da ciência oncológica, que já era disponível a poucos pacientes, pode chegar à população de forma mais justa. Continuaremos lutando para que tratamentos dignos sejam ofertados aos brasileiros”, completa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a imunoterapia é considerada “medicamento essencial” para o tratamento de melanoma metastático desde agosto de 2019. Esse título implica na responsabilidade de proporcionar esse medicamento aos pacientes de todos os países membros das Nações Unidas, incluindo o Brasil. Por isso, a conquista da SBOC é um marco histórico, capaz de abrir portas a novos avanços no SUS. É resultado da atuação da entidade ao longo dos anos, que trabalhou não somente envolvendo evidências científicas do potencial terapêutico da imunoterapia, mas também um trabalho sobre a custo-efetividade dos medicamentos.

Vale destacar que, com a posicionamento contrário da CONITEC no relatório inicial para a incorporação das imunoterapias no SUS, a SBOC não só participou como recomendou à população a participar da consulta pública aberta pelo órgão em janeiro deste ano, quando o assunto em questão foi avaliado e as contribuições poderiam interferir positivamente na recomendação final da instituição. Esse esforço conjunto resultou em mais de 2.200 contribuições a favor da incorporação dos novos medicamentos no Sistema Público de Saúde, reforçando a necessidade da oferta digna e igualitária de tratamento para todos.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende que as necessidades dos pacientes devem estar em primeiro lugar e, por isso, é fundamental viabilizar o acesso desses tratamentos para os pacientes do SUS. “O parecer favorável da CONITEC é o primeiro passo para que o tratamento seja disponibilizado pelo SUS, esperamos que as autoridades envolvidas no processo atuem de forma vigorosa para garantir o acesso do paciente com melanoma a um tratamento que pode ser decisivo em sua vida. A SBOC seguirá atuante para que isso se torne realidade o quanto antes, de forma rápida e efetiva”, garante Dr. Munhoz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 647 Visualizações
CidadesSaúde

Campo Bom lança edital e vai fornecer medicamentos para tratamento preventivo à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A prefeitura de Campo Bom já está com edital na rua para compra de medicamentos destinados ao tratamento e prevenção do coronavírus e que envolvem itens como Ivermectina, Cloroquina e Azitromicina, entre outros. Conforme anunciou em suas redes sociais na segunda-feira, o prefeito Luciano Orsi autorizou a compra e já conversou com sua equipe técnica esclarecendo que, embora a farmácia pública deva dispor dos itens recomendados, a decisão pela prescrição é exclusiva do profissional médico em conjunto com o paciente.

Um termo de consentimento será utilizado tendo em vista tratar-se de remédios denominados off label, ou seja, cujo uso não segue indicações homologadas pelos órgãos competentes. “Foi uma opção minha. Acho que temos que dar o direito de uso a quem acredita na medicação. Venho há semanas estudando e tratando desse assunto por meio de videoconferências com profissionais até de outros estados. Também conversei com prefeitos aqui da região. Ouvindo nossa equipe técnica, que também se apropriou de todas as informações, decidimos por disponibilizar”, destaca o prefeito Luciano Orsi. Segundo ele, a prerrogativa pela prescrição é do médico que terá o respaldo da farmácia municipal no fornecimento. “Serão usados de acordo com avaliação e prescrição de cada médico que estará livre para fazê-lo ou não. A Covid-19 é uma doença nova e estamos todos trabalhando para conhecê-la e enfrentá-la da melhor forma”, afirma Orsi, complementado que a compra de Campo Bom é de até 120 mil unidades. “Se não conseguirmos encontrar para comprar de laboratório, vamos recorrer a farmácias de manipulação”, afirma o prefeito.

Estão na lista de aquisição pelo Pregão Eletrônico 053/2020 Cloroquina, Hidroxicloroquina, Ivermectina, Dexametasona e Azitromicina. Os únicos que são novos no rol de medicamentos usados contra o coronavírus em Campo Bom são a Cloroquina e a Hidroxicloroquina que em breve devem estar disponíveis. A secretária municipal de Saúde, Suzana Ambros Pereira, reforça que a indicação destes medicamentos se dará somente se o médico achar que devem ser prescritos e para aqueles pacientes que assinarem um termo de consentimento. Os demais itens do edital reforçam o estoque antevendo que a saída deve ser maior nos próximos dias por estarmos em um momento de alta contaminação em toda região. “Há consenso entre os médicos da rede que é necessária uma avaliação individual do médico ao seu paciente”, reforça a secretária.

Medicamento previstos para serem adquiridos

20 mil unidades de Cloroquina 150mg

20 mil unidades de Hidroxicloroquina 400mg

20 mil unidades de Ivermectina 6mg

20 mil unidades de Dexametasona 4mg

40 mil unidades de Azitromicina 500

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 693 Visualizações
Saúde

Região Metropolitana lança edital para compra compartilhada de medicamentos

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Consórcio da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre lançou um novo edital de pregão eletrônico para compra compartilhada de medicamentos, que beneficiará 20 cidades do Estado. No total, serão adquiridos mais de 350 medicamentosos, com valor estimado de R$ 180 milhões.

O edital está aberto às empresas interessadas, cujas propostas serão abertas no dia 20 de julho. O objetivo da compra é atender à demanda dos municípios por esses medicamentos por um período de 12 meses. Os produtos serão distribuídos entre as cidades representadas pela GRANPAL (Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Eldorado do Sul, Esteio, Glorinha, Guaíba, Nova Santa Rita, Porto Alegre, Santo Antônio da Patrulha, Sapucaia do Sul e Viamão) e Consórcio de Desenvolvimento do Pampa Gaúcho – CODEPAMPA (Bagé, Dom Pedrito, Lavras do Sul, Manoel Viana, Santana do Livramento e Uruguaiana), além de Campo Bom e Ivoti, do consórcio Pró-Sinos.

Realizada desde 2012 pela GRANPAL, a compra coletiva de medicamentos traz uma redução de 25% a 40% no valor da aquisição dos produtos, gerando economia para as prefeituras, mais agilidade na escolha e saúde para a população.

Para a presidente da entidade, Margarete Ferretti (PT), é preciso unidade, rapidez e atitude para enfrentar a crise. “Esse processo licitatório é necessário diante do momento de crise generalizada que vivemos todos. A intenção é muito clara: economizar recursos públicos e ajudar a salvar vidas – com eficiência e extrema agilidade”, afirmou. Na mesma linha, afirma o diretor-executivo da instituição, Eduardo Fagundes, a compra coletiva conseguirá beneficiar cerca de 35% da população gaúcha. “A medida, por adesão, será uma resposta e um alívio a dezenas de prefeituras que precisam se unir agora”, disse.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 723 Visualizações
CidadesSaúde

HSC já conta com leitos de UTI locados pela Prefeitura

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Santa Cruz já conta com dez leitos de UTI de alta complexidade, locados pela Prefeitura até dezembro para reforçar a rede hospitalar durante a pandemia. As estruturas estão em funcionamento desde junho. O investimento é de R$ 1.434.000,00.

A empresa responsável pela instalação dos leitos é a RTS Rio S/A, do Rio de Janeiro, a mesma prestadora do governo do Estado. O contrato foi feito de forma emergencial. A Secretaria de Saúde buscou junto a outras empresas a possibilidade de instalação, no entanto, sem sucesso.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesa), a RTS Rio receberá mensalmente, em seis vezes, o valor de R$ 239 mil. Cada leito está equipado com ventilador pulmonar (respirador), monitor multiparamétrico, bombas de infusão, bomba enteral, cama/maca, cardioversor, carro de parada e eletrocardiógrafo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 718 Visualizações
CidadesSaúde

Canela está mais próxima de receber novo hospital

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O ano de 2020 marca avanços para a construção do Complexo de Saúde LifeDay Serra. O projeto arquitetônico do hospital, primeira etapa do Complexo a ser executada, já foi protocolado na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Urbanismo e Mobilidade Urbana de Canela e aguarda a análise e o andamento do pedido. 

“É um investimento altamente necessário para o nosso município, que vai gerar empregos e proporcionar mais tranquilidade e segurança para os milhares de turistas que visitam mensalmente nossa cidade. Além de também beneficiar a comunidade e os veranistas que possuem imóveis em Canela”, destaca o prefeito da cidade Constantino Orsolin. 

O hospital será composto por duas torres, que somam uma área superior a 15.000 m² e que vão contar com centro cirúrgico, internação clínica, consultórios de especialidades médicas, centro de diagnóstico por imagem, laboratórios, quimioterapia, hemodiálise. A torre que concentra o centro cirúrgico e a internação será entregue 30 meses após o início das obras. A outra, em 36 meses contados também a partir das fundações. Ao todo serão 30 especialidades médicas, 200 médicos, 25 enfermeiros, 300 empregos fixos e 500 indiretos. 

Para os empreendedores, a expectativa é ter o projeto aprovado até o final do terceiro trimestre deste ano. Fernando Bassani, diretor da Novalternativa, enfatiza que a equipe segue trabalhando. “Estamos nos reunindo toda semana, trabalhando com  parceiros e alinhando detalhes do empreendimento. De nossa parte está tudo pronto para iniciar as obras assim que obtivemos as licenças”, salienta Bassani.

O projeto é assinado pelas empresas Seferin Arquitetos da Saúde, do Rio Grande do Sul, e L + M Gets, de São Paulo, especializadas em projetos na área de saúde. A L + M Gets é responsável por mais de 200 mil m² de projetos para o Hospital Sírio Libanês.

Com investimento estimado em R$ 200 milhões, ao todo o Complexo de Saúde LifeDay Serra somará 100 mil m² de área construída, entre hospital, sênior living, condomínio e hotel. Também fará parte o Centro de Convenções, construído especialmente para eventos com foco na promoção da saúde. A incorporação da obra e do projeto é da Novalternativa, mesma empresa responsável pelo projeto da Estação Campos de Canella, que revitalizou a antiga Estação Férrea da cidade e implantou um complexo envolvendo gastronomia, comércio e cultura.

A Seferin & Coelho, grupo especializado em negócios de saúde, será responsável pela organização e gestão do hospital, que tem como objetivo oferecer à comunidade soluções completas em saúde. O projeto atende ao programa de necessidades definido após estudo epidemiológico e de demandas de saúde na região. Para os sócios do grupo, Claudio Seferin e Daniel Coelho, “o hospital será referência no Estado por seu modelo assistencial inovador e disponibilizará à comunidade um equipamento de saúde completo, de alta qualidade e capacidade resolutiva”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 615 Visualizações
CidadesSaúde

Na primeira semana de funcionamento, serviço de telemedicina prestou atendimentos rápidos em Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Campo Bom deu início, na manhã da última segunda-feira, 6, ao serviço de telemedicina. Nas primeiras 48 horas de funcionamento, 16 pessoas entraram em contato com o telefone 0800 da central de atendimento. O que motivou as ligações, em sua maioria, foram as chamadas “Dúvidas de Saúde”. Os pacientes queriam informações sobre o coronavírus, alterações respiratórias, possíveis dores que estivessem sentindo e o processo de agendamento de exames e consultas. A maioria dos casos foi resolvida no primeiro contato telefônico do paciente com o enfermeiro, sem necessidade de posterior atendimento médico. Dos 16 atendimentos, 13 foram concluídos em menos de 30 minutos.

A depiladora Vera Lili Sell, moradora do Centro, foi a primeira paciente a precisar de uma análise médica mais aprofundada. Seguindo o protocolo de atendimento da Telemedicina Campo Bom, após passar pela triagem, a paciente foi direcionada a uma teleconsulta com médico vinculado ao Hospital Lauro Reus. “Entrei em contato com a telemedicina por causa de uma mancha no pescoço. O atendimento foi muito bom, achei que fosse uma picada de aranha, mas o médico pediu para que eu ficasse em observação e que se percebesse qualquer mudança, eu poderia entrar em contato novamente”, explica ela.

Pioneirismo no atendimento médico de ponta a ponta

A Telemedicina Campo Bom vai buscar manter atendimentos médicos para pacientes com doenças crônicas que, por receio de se contaminarem com o coronavírus, estão evitando as consultas nas unidades de saúde do Município. “Temos a realidade da telemedicina em Campo Bom. E mais: num molde pioneiro para todo o Brasil. O nosso serviço, além de prestar o atendimento telefônico e a possibilidade da videoconsulta, tem também a retaguarda do Hospital Lauro Reus, então, é um sistema completo”, disse o prefeito Luciano Orsi.

Para a secretária municipal da Saúde, Suzana Ambros Pereira, a telemedicina vem em um momento muito importante em que a Prefeitura trabalha constantemente para garantir que a comunidade não saia de casa se não for preciso. “Queremos que as pessoas procurem menos as unidades de saúde e realmente só procurem o hospital naqueles casos em que realmente houver necessidade. A telemedicina vem para preencher essa lacuna e esperamos que a população utilize bastante porque muitas dúvidas serão resolvidas ali, sem necessidade de deslocamento. Reforço que é um momento de isolamento social e domiciliar e de manter os cuidados de higiene”, lembra a secretária.

O serviço funciona 24 horas por dia todos os dias, sem limite no número de atendimentos. O estimado é que 30% da população recorra a esse serviço no primeiro mês. “Não queremos que as pessoas fiquem em casa e deixem a saúde de lado. Queremos que busquem atendimento de saúde com quem possa ajudá-las e salvar suas vidas”, comenta o diretor médico do Hospital Lauro Reus, Rafael França.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 599 Visualizações
Saúde

Medo da Covid-19 provoca queda em diagnósticos de câncer e atrasa tratamento

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As projeções vêm da Europa, mas podem se repetir aqui no Brasil. Na Inglaterra, existe uma estimativa de que o número de mortes de pacientes com novos diagnósticos de câncer aumentem em até 20% nos próximos 12 meses. São mais de seis mil pacientes. A causa é o medo que leva a atrasos na procura por exames de diagnóstico e também no abandono dos tratamentos em andamento.

Para chegar nessas estimativas, um estudo da University College London analisou dados de oito hospitais e detectou redução de 76% nos encaminhamentos urgentes de pessoas com suspeita de câncer e diminuição de 60% nos agendamentos de quimioterapia. Por aqui, a baixa procura por consultas e exames de diagnóstico repete o cenário preocupante.

No Hospital Moinhos de Vento, a situação mais crítica é a percebida no Serviço de Mastologia. A queda chega a 80% em exames de diagnóstico e em cirurgias para retirada de tumores. “O medo do novo coronavírus pode aumentar as taxas de mortalidade por câncer. As pessoas que não estão fazendo os exames de rastreamento podem descobrir um tumor quando as chances de tratamento e cura são menores. Além disso, no sistema público, podemos ter um colapso pela alta demanda de pacientes oncológicos com diagnóstico tardio e, com isso, mais dificuldade para tratá-los”, explica a chefe do Serviço de Mastologia da instituição, Maira Caleffi. “Estamos trabalhando sob todos os cuidados e as pacientes estão sendo operadas em prazos rápidos e em áreas muito seguras”, completa.

Epidemia de câncer

Os procedimentos de biópsia para identificação de tumores tiveram queda de até 50% de março a junho deste ano em comparação com 2019, os quatro meses seguintes à confirmação do primeiro caso de Covid-19 no estado. A diminuição do movimento no Centro de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento também chama a atenção. O número de novos pacientes iniciando tratamentos com radioterapia foi 20% menor no período. A média diária de sessões chegou a reduzir pela metade em alguns momentos.

O chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, Sérgio Roithmann, alerta para o risco de uma “epidemia” de câncer em estágios mais avançados, no futuro. “Evoluímos muito na última década com novas tecnologias que nos permitem tratar o câncer de forma mais eficaz e menos dolorosa. Temos cirurgia conservadora, robótica, radioterapia de precisão, drogas alvo, imunoterapia e as possibilidades de cura com menos sequelas. Mas o diagnóstico precoce é o que salva vidas de dois em cada três casos. O efeito dessa redução dos diagnósticos e dos atraso no início e até interrupção dos tratamentos pode fazer com que as chances de sucesso das terapias sejam limitadas”, ressalta.

Ambiente mais seguro e fluxos individualizados

A oncologista Daniela Rosa destaca que o receio dos pacientes que deixaram de procurar os hospitais demonstra falta de informação. “Os protocolos e rotinas adotados devido ao risco de contaminação tornou algumas áreas ainda mais seguras. A instituição possui fluxo individualizado para atender pacientes com sintomas respiratórios para prevenir infecções de pessoas com outros problemas de saúde. Com a suspensão de procedimentos eletivos e medidas que limitam a circulação, está até mais fácil e mais rápido realizar qualquer exame e consulta”, pontua a médica do Serviço de Oncologia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 571 Visualizações
CidadesSaúde

Estância Velha recebe emenda parlamentar para saúde

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A prefeita Ivete Grade recebeu uma emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil reais. A verba destinada para Estância Velha pelo senador Luis Carlos Heinze será utilizada no custeio de ações e serviços de saúde necessários para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da Covid-19.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 556 Visualizações
Saúde

Pesquisadores brasileiros iniciam novo estudo sobre tratamentos anticoagulantes em pacientes com Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O grupo Coalizão, grupo que reúne especialistas de instituições e hospitais brasileiros, deu início a um estudo sobre diferentes estratégias de anticoagulação em pacientes hospitalizados com Covid-19. O objetivo é avaliar o impacto do tratamento na mortalidade, tempo de internação hospitalar e tempo de necessidade de suporte de oxigênio ao final de 30 dias de tratamento. “O BCRI (Brazilian Clinical Research Institute) e o Hospital Albert Einstein serão responsáveis pela coordenação operacional do estudo, que é uma iniciativa liderada pelo grupo Coalização”, diz o Dr. Renato Lopes, Professor Livre Docente da Divisão de Cardiologia da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) e da Duke University (EUA).

O estudo clínico randomizado acontece em cerca de 40 centros brasileiros e pretende analisar 600 pacientes divididos em dois grupos para avaliar diferentes estratégias de anticoagulação: a anticoagulação plena, com rivaroxabana 20mg, uma vez ao dia, seguida de heparina em dose terapêutica (quando indicado) e a anticoagulação profilática (heparina ou fondaparinux). “Será o primeiro estudo randomizado a testar uma estratégia de anticoagulação plena com um anticoagulante oral direto, a rivaroxabana, em pacientes com a Covid-19”, conta Dr. Renato.

“Evidências científicas iniciais relacionam o surgimento de microtrombos em pacientes com a Covid-19, que podem levar a piores desfechos clínicos. O estudo, portanto, testará qual é a melhor estratégia de anticoagulação para potencialmente evitar que esse paciente evolua ao óbito ou para um quadro mais grave de insuficiência respiratória em que necessite mais tempo de internação hospitalar”, explica o médico. E completa: “O nosso estudo ACTION diferencia-se de muitas das outras pesquisas por ser um estudo clínico randomizado e com número adequado de participantes para se demonstrar um potencial efeito da anticoagulação plena sobre desfechos clinicos relevantes. Desta forma, o estudo trará respostas mais robustas, com maior nível de evidência e gerando resultados mais precisos sobre uma real forma de tratamento para esses pacientes”.

Testes clínicos de medicamentos

A Coalizão Covid Brasil constitui uma aliança inédita e eficiente entre Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), em parceria com Ministério da Saúde, para condução de testes clínicos com medicamentos para Covid-19. A Coalizão Covid Brasil conta com o apoio da EMS fornecendo os medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina, do Aché fornecendo dexametasona e da Bayer fornecendo rivaroxabana. Por meio dessa colaboração acadêmica é possível acelerar oportunidades de respostas científicas com impacto positivo na saúde no Brasil.

Todas estas pesquisas são lideradas de forma simultânea e colaborativa pelas instituições Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).

Os resultados dos primeiros estudos estarão disponíveis em 30 a 60 dias, e permitirão dar respostas confiáveis e sólidas com alto rigor científico, e, portanto, mais confiáveis sobre tratamentos para pacientes com Covid-19. Desta maneira, a Coalizão Covid-19 Brasil contribui e contribuirá na redução do ônus da Covid-19 no Brasil e, potencialmente, em outras regiões geográficas do mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 699 Visualizações
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