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Saúde

Saúde

Redes sociais e banalização de diagnósticos preocupam especialistas da psicologia

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

Cerca de meio milhão de brasileiros se afastaram do trabalho em 2024 por questões relacionadas à saúde mental, um aumento de 68% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério da Previdência Social. Diante desse cenário, a professora de Psicologia da UniRitter, Susani Oliveira, está alertando para os riscos da banalização de diagnósticos de transtornos psicológicos e de desenvolvimento, fenômeno que tem se intensificado com a exposição do tema nas redes sociais.

De acordo com a docente, trivializar diagnósticos pode reforçar preconceitos, ampliar discriminações e dificultar a adesão a tratamentos. “Quando um transtorno é banalizado, perde-se a dimensão do seu impacto real na vida das pessoas e na sociedade, o que pode prejudicar a busca por tratamento adequado”, afirma Susani.

Redes sociais como gatilho

O aumento do debate sobre psicologia nas redes é visto como positivo pela especialista, mas exige cuidado. A professora explica que informações sem responsabilidade podem gerar distorções. “Hoje já não é mais pejorativo dizer que faz terapia ou que possui um transtorno psicológico. Essa mudança é um ganho. Porém, quando a informação circula sem responsabilidade, abre espaço para distorções”, destaca Susani, citando o exemplo de uma música que tratava do Transtorno de Personalidade Borderline e poderia levar a interpretações equivocadas.

Segundo a professora, a popularização de vídeos curtos levou muitas pessoas ao autodiagnóstico. “As redes sociais podem funcionar como um alerta, incentivando alguém a procurar ajuda. O problema é quando a pessoa se rotula a partir de um conteúdo superficial. Ser muito organizado, por exemplo, não significa ter Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O que diferencia uma característica pessoal de um transtorno clínico é a intensidade, a duração e a frequência com que os sintomas aparecem”, pontua Susani.

Experiências compartilhadas

Para a professora, os relatos podem ser positivos quando acompanhados de orientações médicas ou de experiências pessoais comunicadas com responsabilidade. “É preciso estar ciente das consequências que acompanham as postagens. Quando o discurso é sensacionalista ou pejorativo, o impacto pode ser ainda mais estigmatizante, levando até mesmo pessoas diagnosticadas a resistirem ao tratamento”, ressalta a especialista.

Susani acrescenta que quando figuras públicas compartilham diagnósticos de forma consciente, isso pode inspirar acolhimento. “Quando alguém que admiramos compartilha seu diagnóstico, isso pode servir de inspiração e mostrar que é possível conviver com o transtorno e alcançar conquistas”, detalha a docente.

Informação com responsabilidade

Susani defende que informação sobre saúde mental deve ser acompanhada de práticas éticas e legais, tanto por parte dos usuários quanto das plataformas digitais. Na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) redefiniu a responsabilidade dessas empresas, exigindo a remoção de conteúdos ilícitos e ações proativas contra desinformação e discurso de ódio.

Autodiagnóstico e automedicação

Um levantamento do Datafolha em 2024 revelou que nove em cada dez brasileiros tomam medicamentos por conta própria. A especialista alerta para os riscos desse comportamento. “O impacto pode surgir de várias formas: automedicação, adoção de tratamentos inadequados ou até a piora do quadro clínico. Além disso, a pessoa pode começar a construir sua identidade com base em um rótulo equivocado, o que afeta diretamente sua autoestima e suas relações”, explica Susani.

O papel dos profissionais

Nesse contexto, a produção de conteúdo de qualidade por psicólogos e psiquiatras nas redes sociais é considerada fundamental. “É preciso equilíbrio. Falar sobre transtornos, sim, mas de forma responsável, sem banalizar e estigmatizar. Só assim conseguiremos transformar informação em acolhimento e, principalmente, em acesso a tratamentos adequados”, conclui a professora Susani.

Foto: Yanalya/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 287 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga renova certificação nacional de qualidade

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Sapiranga teve renovada no fim do mês de agosto a certificação Nível 2 – Acreditação Plena da Organização Nacional de Acreditação (ONA), reconhecimento que atesta altos padrões de qualidade, segurança do paciente e gestão integrada em instituições de saúde no Brasil. A visita de manutenção da entidade organizadora confirmou a continuidade das práticas do hospital em todas as áreas. De acordo com a instituição, a renovação reforça seu compromisso com a segurança e a eficiência no atendimento.

Para a diretora-executiva do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann, o resultado representa o esforço coletivo da instituição. “Renovar este selo é muito mais do que cumprir critérios de qualidade, é reafirmar o nosso propósito de cuidar das pessoas com responsabilidade, acolhimento e excelência. É a prova de que cada profissional, cada gesto e cada decisão dentro do hospital têm um único objetivo: oferecer segurança e confiança para os nossos pacientes e para toda a comunidade”, afirmou Elita.

Diferenciais da instituição

Entre as iniciativas destacadas pela certificação estão ações voltadas ao cuidado com pessoas e inovação em processos. A instituição criou medidas como a carta manuscrita da direção para equipes que atingem metas, o Correio da Gentileza e homenagens por tempo de casa. No campo estrutural, houve ampliação de salas cirúrgicas, aquisição de novas tecnologias e instalação de placas solares. Programas de qualificação, simpósios multiprofissionais e treinamentos de liderança também foram considerados fundamentais para difundir conhecimento e aprimorar práticas.

Benefícios aos colaboradores e comunidade

A valorização interna se reflete em iniciativas como o Plano de Saúde ambulatorial custeado integralmente para colaboradores e campanhas de autocuidado. A proximidade com a comunidade é fortalecida por ações como a distribuição do livro dos 80 anos do hospital em escolas, o projeto Plantando Vidas e a adoção de canteiros urbanos.

Planejamento até 2030

A renovação da Acreditação Plena está integrada ao programa Hospital Sapiranga 2030, projeto estratégico que define metas de crescimento sustentável, investimento em tecnologia, desenvolvimento de pessoas e fortalecimento do relacionamento humano. A proposta é consolidar o hospital como referência regional em cuidado seguro e humanizado.

O que muda para os pacientes

De acordo com a ONA, a Acreditação Plena garante que o hospital atue de forma integrada, com setores alinhados em protocolos definidos e monitoramento contínuo dos resultados. Para os pacientes, a entidade afirma que significa menor risco de falhas, atendimento mais ágil e experiência de cuidado centrada em suas necessidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2025 1 Comentário 264 Visualizações
Saúde

Surto de mão-pé-boca gera alerta em escolas do RS

Por Jonathan da Silva 18/09/2025
Por Jonathan da Silva

O aumento de casos de mão-pé-boca em escolas e creches do Rio Grande do Sul tem gerado alerta entre famílias e educadores neste mês. A doença, causada por vírus do grupo dos enterovírus, apresenta rápida transmissão entre crianças em contato próximo. O médico infectologista e professor de Medicina da Ulbra, Cezar Riche, explica que os sintomas aparecem entre três e sete dias após o contágio.

Segundo o especialista, os primeiros sinais da infecção incluem febre, mal-estar e falta de apetite, seguidos pelo surgimento de pequenas manchas ou bolhas na boca, mãos e pés — característica que dá nome à doença. “Essas lesões podem causar dor ao engolir e, embora geralmente sejam leves, exigem atenção para evitar desidratação em casos mais graves”, afirma Riche.

A enfermidade atinge principalmente crianças pequenas, que têm o sistema imunológico em desenvolvimento e convivem em ambientes coletivos, o que facilita a propagação. Adultos também podem ser infectados, mas apresentam sintomas mais brandos. O infectologista lembra ainda que a doença pode ocorrer mais de uma vez. “Existem diferentes tipos de vírus que causam a mão-pé-boca, então a criança pode adoecer novamente em outro momento”, destaca.

Prevenção e cuidados

A transmissão acontece por contato direto com secreções da boca, gotículas de tosse ou espirro, fezes e objetos contaminados. Entre as medidas de prevenção recomendadas estão a higienização frequente das mãos, a limpeza de brinquedos e superfícies e o afastamento temporário de crianças com sintomas. O tratamento é de suporte, voltado à hidratação, ao controle da febre e ao alívio do desconforto, com recuperação entre sete e dez dias. Complicações graves, como neurológicas, são raras.

Formação médica

Além das orientações à comunidade, Riche ressalta que surtos como este também contribuem para a formação de novos profissionais. O curso de Medicina da Ulbra, segundo o especialista, mantém os alunos em constante atualização, com acompanhamento de situações reais de saúde pública que reforçam a integração entre teoria e prática.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2025 0 Comentários 307 Visualizações
Saúde

Orientações do geriatra Dr. Leandro Minozzo para conviver melhor com os primeiros sintomas de Alzheimer

Por Marina Klein Telles 17/09/2025
Por Marina Klein Telles

De acordo com estimativas recentes, um número muito próximo de 2 milhão de pessoas tem algum tipo de demência no Brasil, com 60% dos casos sendo de Alzheimer, segundo o Relatório Nacional de Demência. Cerca de 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. E a previsão é que os números cresçam, chegando a 2,78 milhões de brasileiros com demência no final desta década e a 5,5 milhões até 2050. Com o aumento da longevidade, identificar sinais precoces e promover intervenções que favoreçam a qualidade de vida tornam-se cada vez mais urgentes.

No Rio Grande do Sul, as estatísticas refletem esse desafio de forma clara: cerca de 20,15% da população estadual tem 60 anos ou mais, totalizando aproximadamente 2,19 milhões de pessoas. Destas, estima-se que mais de 190-200 mil famílias já vivam com Alzheimer ou outro tipo de demência. Esses números reforçam a urgência de políticas públicas, diagnóstico precoce e apoio às pessoas afetadas.

O Dr. Leandro Minozzo, geriatra da Afya Educação Médica em Porto Alegre, especialista em saúde do idoso, assinala que perceber os primeiros indícios da doença pode fazer diferença não apenas no diagnóstico, mas na forma como a pessoa vive seus anos seguintes. Segundo ele, alguns sinais sutis, mas persistentes, que merecem atenção.

Os primeiros sinais de alerta do Alzheimer podem se manifestar de diferentes formas no dia a dia. Entre eles, estão esquecimentos frequentes, sobretudo de eventos recentes, nomes ou datas importantes, além da repetição constante de perguntas. Também é comum a dificuldade em executar tarefas familiares, como seguir uma receita, gerenciar contas ou dar continuidade a atividades que antes eram realizadas com facilidade.

A desorientação no tempo ou espaço, como se perder em bairros conhecidos ou esquecer datas, estações e até o dia da semana, também merece atenção. Alterações de linguagem, com dificuldade para encontrar palavras, participar de conversas ou manter a fluência, são outro indício relevante. Somam-se ainda sinais como comprometimento do julgamento e da tomada de decisões, levando a escolhas inadequadas no cotidiano, além da negligência com questões de segurança ou finanças. Mudanças de humor e personalidade, incluindo irritabilidade, desconfiança, apatia ou isolamento social, também podem surgir. “Esses sinais, isoladamente, não confirmam Alzheimer, mas quando persistem e começam a prejudicar a autonomia e a segurança da pessoa, é fundamental buscar avaliação geriátrica ou neurológica”, esclarece o geriatra Dr. Leandro Minozzo.

Como envelhecer bem: estratégias que contribuem

Envelhecer bem envolve mais do que lidar com sintomas: é adotar uma rotina que promova saúde física, mental e social. O especialista da Afya Educação Médica de Porto Alegre compartilhar algumas recomendações:

Estilo de vida ativo

Atividade física regular (caminhadas, exercícios de resistência, alongamentos) ajuda a manter saúde cardiovascular, fluxo sanguíneo cerebral e reduz risco de deterioração cognitiva.

Alimentação saudável

Dietas ricas em frutas, legumes, grãos integrais, peixes, com baixo teor de gorduras saturadas; controle de peso; evitar ou moderar consumo de álcool e tabagismo.

Estímulo mental contínuo

Leitura, aprendizado de novas habilidades, jogos, quebra-cabeças, atividades que desafiem o cérebro ajudam a criar resiliência cognitiva.

Sono de qualidade

Estabelecer rotina do sono, dormir o suficiente, tratar distúrbios como apneia, evitar interrupções frequentes.

Convivência social e apoio emocional

Manter relações familiares, amizades, participação em grupos, evitar isolamento, tratar quadros de depressão ou ansiedade.

Controle de condições médicas

Monitorar e tratar hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, deficiência auditiva, saúde bucal. Essas condições são fatores de risco modificáveis.

Ambiente adaptado e segurança

Ajustar a casa para evitar acidentes (quedas), ter boa iluminação, evitar obstáculos, usar lembretes ou tecnologia de apoio, manter rotina previsível.

“Envelhecer não é sinônimo de doença, mas sim de oportunidades: para aprendizado, para relações afetivas, para qualidade de vida. Quando identificamos os sinais precoces, temos espaço para intervir, para adaptar, para cuidar. Cada pessoa que vive com Alzheimer merece dignidade, apoio e acesso a tratamentos e estilos de vida que prolonguem não só a vida, mas a autonomia e o sentido de bem-estar”, reforçar Minozzo.

Fontes dos dados citados
Os dados que contextualizam o cenário trazido neste matéria são reproduções dos sites da UFRGS e da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Há cerca de dois anos, as instituições, somadas a outras referências na área de pesquisa, firmaram um convênio para acompanhar e estudar a doença no Estado.

Sobre o especialista

Dr Leandro Minozzo é Médico Geriatra e Nutrólogo, professor do Curso de Pós-Graduação Médica, na especialidade de Geriatria, da Afya Educação Médica de Porto Alegre, escritor de 10 livros sobre saúde, longevidade e Alzheimer.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2025 0 Comentários 186 Visualizações
Saúde

Parceria entre sindicatos médicos fortalece atuação em defesa dos profissionais

Por Marina Klein Telles 16/09/2025
Por Marina Klein Telles

Na noite de quinta-feira, 11 de setembro, a cidade de Novo Hamburgo foi palco de um momento histórico para a medicina do Rio Grande do Sul. Em evento realizado na sede local, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e o Sindicato dos Médicos de Novo Hamburgo celebraram oficialmente uma parceria que promete fortalecer a representatividade e a defesa dos médicos que atuam na região.

Durante o encontro, os presidentes das entidades destacaram a importância da integração entre os sindicatos em um momento desafiador para a medicina no país. “Ficamos muito felizes por oficializar uma parceria que foi tentada por muitos anos. Nós temos um momento muito difícil na medicina e toda parceria que o Simers fizer será com o objetivo de defender os médicos, a medicina e a saúde”, afirmou o presidente do Simers, Marcelo Matias.

A união entre as entidades já vinha se consolidando nas últimas semanas, com ações práticas em conjunto. Em uma das iniciativas, o presidente do sindicato municipal, Kleber Fisch, e a diretora do Simers, Débora Espírito Santo, estiveram juntos em uma reunião com a Secretaria Municipal de Saúde para apresentar demandas da categoria médica.

Simers e Sindicato dos Médicos de Novo Hamburgo assinam parceria inédita

Em 11 de agosto, foi formalizada uma parceria inédita entre o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e o Sindicato dos Médicos de Novo Hamburgo (SMNH). O acordo foi assinado pelo presidente do Simers, Marcelo Matias, e pelo presidente do (SMNH), Kleber Fisch, marcando um novo momento de atuação conjunta em prol da categoria médica na região metropolitana de Porto Alegre.

Com a parceria, as entidades passam a atuar de forma integrada na defesa dos direitos dos médicos, fortalecendo a representatividade sindical e ampliando os serviços oferecidos aos sócios. A iniciativa busca unificar esforços para enfrentar os desafios da classe, tanto no setor público quanto no privado.

Segundo Marcelo Matias, a união representa um avanço significativo na valorização dos profissionais de saúde. “Essa parceria é um ganho para os médicos de toda a região metropolitana. Unimos forças para ampliar a voz da categoria, com mais presença, serviços e capacidade de atuação”, afirmou o presidente do Simers.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2025 0 Comentários 211 Visualizações
Saúde

Gaúchos marcam presença em encontros nacionais de musicoterapia e fortalecem luta pela promoção da saúde

Por Marina Klein Telles 04/09/2025
Por Marina Klein Telles

No próximo dia 15 de setembro, data em que se celebra o Dia do Profissional de Musicoterapia, Brasília sediará o Encontro Nacional das Associações de Musicoterapia, promovido pela União Brasileira das Associações de Musicoterapia (UBAM). O evento acontece na Faculdade Teológica Batista, das 10h às 19h, reunindo representantes de todo o país para trocas de saberes, apresentação de ações e construção de propostas para o futuro da profissão. A presidente da Associação de Musicoterapia do Rio Grande do Sul (AMTRS), Graziela Pires, representará o Estado no encontro.

“A musicoterapia é uma ferramenta poderosa de cuidado em saúde, pois vai além da música pela música. Ela promove bem-estar, ajuda no tratamento de doenças e na prevenção de situações de risco, como a depressão e o suicídio. Representar o Rio Grande do Sul em um encontro que fortalece nossa profissão em nível nacional é uma honra e uma responsabilidade enorme”, afirma Graziela Pires. A ocasião será marcada também pela celebração dos 30 anos de atividade ininterrupta da UBAM, marco histórico para a musicoterapia no Brasil.

Avanços na Conferência Nacional de Saúde

Outro destaque recente para a AMTRS foi a participação do musicoterapeuta Paulo Gambim, que representou a entidade na Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CNSTT), também realizada em Brasília. Ele foi eleito delegado nas etapas municipal, estadual e nacional, e, junto com outros profissionais, conquistou a aprovação de uma moção solicitando o reconhecimento do Musicoterapeuta como um profissional da Saúde por parte do CNS ( Conselho Nacional de Saúde), uma vez que a Musicoterapia já está no SUS e no SUAS por décadas. Este reconhecimento agregaria para a classe que teve a profissão regulamentada em abril de 2025 pela Lei 14842/2024.

Musicoterapia e Setembro Amarelo

Durante o Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção do suicídio, a AMTRS reforça o papel fundamental da musicoterapia como recurso terapêutico para redução da ansiedade, combate à depressão e promoção da saúde mental. “A musicoterapia tem objetivos terapêuticos, ajudando o indivíduo a alcançar suas necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. Ela desenvolve potenciais, restabelece funções e melhora a qualidade de vida, seja pela prevenção, reabilitação ou tratamento de disfunções”, completa Graziela Pires. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é uma das doenças mais incapacitantes da atualidade e está no centro das discussões sobre o aumento dos índices de suicídio, principalmente entre jovens de 15 a 35 anos.

Musicoterapia na prática

A musicoterapia se diferencia de uma aula tradicional de música, pois trabalha com objetivos terapêuticos e de promoção de saúde. As sessões podem ser individuais ou em grupo, abrangendo públicos diversos, como crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com necessidades especiais, incluindo indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2025 0 Comentários 250 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo inicia terceiro ciclo de levantamento contra o Aedes aegypti

Por Jonathan da Silva 02/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Novo Hamburgo iniciou nesta segunda-feira (1º) o terceiro ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) em 2025. A ação mobiliza agentes de combate a endemias em todos os bairros da cidade para identificar locais com maior presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, com o objetivo de reforçar as estratégias de prevenção e controle.

Os agentes, que trabalham uniformizados com crachá e colete de identificação, entram nos imóveis para verificar pontos que possam acumular água. Entre os locais analisados estão calhas, caixas d’água, pneus e vasos, que costumam servir de criadouro para o mosquito. Além das inspeções, os profissionais orientam os moradores sobre medidas de prevenção, como manter quintais limpos, eliminar recipientes que armazenem água parada e realizar o descarte correto do lixo.

Segundo a Vigilância em Saúde da SMS, o LIRAa permite agir de forma rápida e eficiente contra o Aedes aegypti, já que revela onde há maior infestação e ajuda a evitar surtos.

Importância da colaboração da comunidade

A secretária de Saúde de Novo Hamburgo, Betina Espindula, destacou que a participação dos moradores é essencial para o sucesso da ação. “É importante que a comunidade colabore e receba os agentes, pois somente eles conseguirão identificar e eliminar possíveis focos. Além disso, todo mundo precisa fazer a sua parte para evitar água parada. A dengue é uma doença muito séria”, alertou a titular da pasta.

Situação da dengue em Novo Hamburgo

Até agora, o município registrou 3.221 casos confirmados de dengue em 2025, com uma morte contabilizada. O número é menor em comparação ao mesmo período do ano passado, quando houve 15.738 casos. Apesar da redução, a SMS ressalta que, com a chegada da primavera e do verão, períodos de temperaturas mais altas, o risco de novos casos aumenta.

Continuidade da força-tarefa

O trabalho seguirá ao longo das próximas semanas em todos os bairros da cidade. A Prefeitura prevê ainda a realização de um novo levantamento até o final do ano. A população pode colaborar também realizando denúncias de possíveis focos do mosquito por meio da Ouvidoria SUS, disponível pelo WhatsApp (51) 99831-6500.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2025 0 Comentários 212 Visualizações
Saúde

São Leopoldo inicia novo levantamento sobre risco de dengue

Por Jonathan da Silva 01/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal da Saúde de São Leopoldo iniciou nesta segunda-feira (1º) um novo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), metodologia utilizada para identificar os locais mais propensos à proliferação do mosquito transmissor da dengue. A ação começou pelo bairro Feitoria e contará com agentes de combate às endemias que, autorizados pelos moradores, entram nos pátios, observam recipientes com água parada e repassam orientações sobre prevenção e sintomas da doença.

Durante as visitas, os profissionais, identificados com crachás e coletes verdes, inspecionam piscinas, vasos de plantas, potes e demais locais que possam acumular água limpa. O trabalho busca diagnosticar pontos de risco e conscientizar os moradores sobre medidas de cuidado.

Apoio da comunidade

De acordo com a secretária da Saúde de São Leopoldo, Kelbe Gonçalves, a participação da população é fundamental para o sucesso do levantamento. “Pedimos que os moradores recebam nossos servidores, que estão identificados. Eles fornecem informações valiosas sobre os cuidados que devemos ter dentro de casa, nos pátios, com plantas, piscinas. A temperatura, aos poucos, volta a subir, propiciando a reprodução do Aedes. Diante disso, não podemos baixar a guarda”, afirmou a titular da pasta.

Últimos resultados

O levantamento anterior, realizado em maio de 2025, apontou risco médio para a dengue no município.

Como funciona o LIRAa

O levantamento tem duração de até duas semanas, variando conforme as condições climáticas, e deve abranger todos os bairros de São Leopoldo. No processo, 17 agentes percorrem cerca de 600 quarteirões, realizando em média 3,5 mil visitas. Os bairros são divididos em sete estratos, dos quais são sorteados os quarteirões a serem vistoriados. Em cada quarteirão sorteado, 20% dos imóveis são inspecionados para a coleta de formas imaturas do mosquito, como larvas e pupas.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2025 0 Comentários 369 Visualizações
Saúde

Hospital Arcanjo São Miguel apresenta investimentos para grupo de empresários

Por Marina Klein Telles 22/08/2025
Por Marina Klein Telles

A gestão do Hospital Arcanjo São Miguel, com o apoio da Administração Municipal de Gramado, por meio do vice-prefeito Luia Barbacovi, promoveu uma reunião na manhã da quinta-feira (21), no auditório da Prefeitura, com um grupo de empresários que presta serviços terceirizados ao Poder Executivo. O encontro foi conduzido pelo gestor administrativo da casa de saúde, Luciano Gonçalves, que apresentou aos empresários os investimentos realizados nos últimos meses no HASM, com destaque para os novos setores de Imagem (tomografia, raio x e ecografia); e de Endoscopia e Colonoscopia; reformas nos quartos; ampliações na estrutura; substituição de calhas e do telhado; pintura externa do prédio; o novo estacionamento; além de outras melhorias.

Na reunião, Luciano Gonçalves também abordou a importância do ‘Cartão Amigo São Miguel’, que oferece uma série de vantagens para empresas e seus colaboradores, sendo uma fonte de renda extra para o hospital e uma forma da comunidade gramadense apoiar a instituição. O investimento para aderir ao ‘Cartão Amigo São Miguel’ é de R$ 50,00 por mês, incluindo benefícios como leito diferenciado, visitas em três horários, descontos em internações particulares e exames, isenção de taxas de coparticipação para quem possui convênio, além de descontos em cerca de 90 empresas parceiras, entre comércio e serviços de saúde. “Agradecemos a presença de cada um de vocês, pois a aquisição do nosso hospital e os investimentos recentes só foram possíveis graças ao apoio do empresariado e da comunidade gramadense”, comentou o vice-prefeito Luia Barbacovi. Mais informações sobre o ‘Cartão Amigo São Miguel’ pelo telefone/WhatsApp 54 – 3295-8600.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 0 Comentários 219 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo recebe Selo Município Amigo da Vacina por metas de imunização alcançadas em 2024

Por Marina Klein Telles 21/08/2025
Por Marina Klein Telles

Novo Hamburgo está entre os 415 municípios gaúchos que receberam o Selo Município Amigo da Vacina, entregue na última quarta-feira (20), em evento realizado na sede do Ministério Público do Estado (MPRS), na Capital. A distinção, promovida pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) em parceria com o MPRS, reconhece os municípios que alcançaram as metas de vacinação em 2024.

O Município conquistou o selo bronze na categoria dente de leite e foi representado na cerimônia pela gerente da Vigilância em Saúde, Letícia Dutra, e a técnica em enfermagem Salete Nunes Wagner. O reconhecimento foi entregue pela titular da SES, Arita Bergmann. Salete é vacinadora da Casa de Vacinas há 15 anos e foi convidada a participar do evento para representar os profissionais que garantem a imunização dos hamburguenses, em especial, das crianças.

“Novo Hamburgo recebeu esse selo em reconhecimento ao desempenho nas campanhas de vacinação do ano passado. Para nós é motivo de orgulho e nos impulsiona a seguir lutando por maiores coberturas vacinais, a fim de garantir saúde e proteção para todos”, disse a secretária municipal de Saúde, Betina Espindula.

Criado em 2022, o selo busca incentivar a imunização e valorizar o trabalho das equipes municipais de saúde que atuam na proteção da população. Para a certificação de 2024, foram considerados os índices de cobertura da vacina pentavalente (categoria Baby), da tríplice viral (categoria Dente de Leite) e da vacina contra o HPV (categoria Teens). Conforme o desempenho em cada uma dessas categorias, os municípios foram classificados em três níveis: ouro, prata e bronze.

Ao todo, 139 municípios receberam o selo ouro, 153 o selo prata e 123 o selo bronze. O resultado completo com a classificação será apresentado durante o evento pelo MPRS e pela SES.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 290 Visualizações
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