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Saúde

Saúde

Campanha de vacinação contra a pólio e multivacinação vai até a próxima sexta-feira, dia 30

Por Gabrielle Pacheco 27/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

1. O que é a poliomielite?

Poliomielite (paralisia infantil) é uma doença contagiosa aguda causada por vírus que pode infectar crianças e adultos e em casos graves pode acarretar paralisia nos membros inferiores. A vacinação é a única forma de prevenção. Todas as crianças menores de cinco anos devem ser vacinadas. A Poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes e provocar ou não paralisia. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

No Brasil, o último caso de infecção pelo poliovírus selvagem ocorreu em 1989, na cidade de Souza/PB. A estratégia adotada para a eliminação do vírus no país foi centrada na realização de campanhas de vacinação em massa com a vacina oral contra a pólio (VOP). Essa vacina propicia imunidade individual e aumenta a imunidade de grupo na população em geral, com a disseminação do poliovírus vacinal no meio ambiente, em um curto espaço de tempo.

2. Quais são os sintomas da poliomielite?

Os sinais e sintomas da poliomielite variam conforme as formas clínicas, desde ausência de sintomas até manifestações neurológicas mais graves. A poliomielite pode causar paralisia e até mesmo a morte, mas a maioria das pessoas infectadas não fica doente e não manifesta sintomas, deixando a doença passar despercebida.

Os sintomas mais frequentes são:
– febre;
– mal-estar;
– dor de cabeça;
– dor de garganta e no corpo;
– vômitos;
– diarreia;
– constipação (prisão de ventre);
– espasmos;
– rigidez na nuca;
– meningite.

Na forma paralítica ocorre:
– Instalação súbita de deficiência motora, acompanhada de febre.
– Assimetria acometendo, sobretudo a musculatura dos membros, com mais frequência os inferiores;
– Flacidez muscular, com diminuição ou abolição de reflexos profundos na área paralisada;
– Sensibilidade conservada;
– Persistência de paralisia residual (sequela) após 60 dias do início da doença.

3. Como prevenir a poliomielite?

A vacinação é a única forma de prevenção da Poliomielite. Todas as crianças menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas conforme esquema de vacinação de rotina e na campanha nacional anual.

Desde 2016, o esquema vacinal contra a poliomielite passou a ser de três doses da vacina injetável – VIP (2, 4 e 6 meses) e mais duas doses de reforço com a vacina oral bivalente– VOP (gotinha).

A mudança está de acordo com a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e faz parte do processo de erradicação mundial da pólio.

4. Quais são as causas e sequelas da poliomielite?

A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus, causador da poliomielite.

As sequelas da poliomielite estão relacionadas com a infecção da medula e do cérebro pelo poliovírus, normalmente correspondem a sequelas motoras e não tem cura. Assim, as principais sequelas da poliomielite são:

– Problemas e dores nas articulações;
– Pé torto, conhecido como pé equino, em que a pessoa não consegue andar porque o calcanhar não encosta no chão;
– Crescimento diferente das pernas, o que faz com que a pessoa manque e incline-se para um lado, causando escoliose;
– Osteoporose;
– Paralisia de uma das pernas;
– Paralisia dos músculos da fala e da deglutição, o que provoca acúmulo de secreções na boca e na garganta;
– Dificuldade de falar;
– Atrofia muscular;
– Hipersensibilidade ao toque.

As sequelas da poliomielite são tratadas por meio de fisioterapia e da realização de exercícios que ajudam a desenvolver a força dos músculos afetados, além de ajudar na postura, melhorando assim a qualidade de vida e diminuindo os efeitos das sequelas. Além disso, pode ser indicado o uso de medicamentos para aliviar as dores musculares e das articulações.

5. A poliomielite atinge também os adultos?

Embora ocorra com maior frequência em crianças, a poliomielite também pode ocorrer em adultos que não foram imunizados. Por isso é fundamental ficar atento às medidas preventivas, como: lavar sempre bem as mãos, ter cuidado com o preparo dos alimentos e beber água tratada.

6. Como é feito o diagnóstico da poliomielite?

O diagnóstico da poliomielite deve ser suspeitado sempre que houver paralisia flácida de surgimento agudo com diminuição ou abolição de reflexos tendinosos em menores de 15 anos.

Os exames de liquor (cultura) e a eletromiografia são recursos diagnósticos importantes. O diagnóstico será dado pela detecção de poliovírus nas fezes.

7. Como é feito o tratamento da poliomielite?

Não existe tratamento específico da poliomielite, todas as vítimas de contágio devem ser hospitalizadas, recebendo tratamento dos sintomas de acordo com o quadro clínico do paciente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2020 0 Comentários 574 Visualizações
Saúde

Eleita nova diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS

Por Gabrielle Pacheco 27/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A valorização do dermatologista nas diversas instituições e junto a população será um dos objetivos centrais da gestão que assumirá para o biênio 2021-2022. A assembleia que oficializou a posse foi realizada no dia 31 de agosto, durante o último dia da Jornada Gaúcha de Dermatologia. Durante o encontro, que foi realizado de forma online, foi feita apresentação das ações da gestão, relatório da atuação da assessoria jurídica e eventos, prestação de contas da gestão anterior e apresentação da nova diretoria.

“Seguimos com o objetivo de orientar a população quanto aos riscos de procedimentos estéticos quando realizados por profissionais não habilitados. Queremos, ainda seguir proporcionando aos dermatologistas gaúchos, eventos importantes de atualização profissional, como jornadas e reuniões clínicas”, afirmou a presidente eleita, Analupe Weber.

A votação aconteceu nos dias 30 e 31 de agosto, também de forma digital. A chapa foi releita com um total de 227 (duzentos e vinte sete) votos “Sim”, três brancos e dois nulos.

Diretoria SBD-RS – Gestão 2021/2022

Presidente: Dra Analupe Webber
Vice-Presidente: Dra Rosemari Mazzuco
Secretária-Geral: Dra Clarissa Prati Bernardi Cogo
Primeiro Secretário: Dr Juliano Peruzzo
Secretária Científica: Dra Francine Batista Costa
Tesoureira: Dra Juliana Catucci Boza

Delegados

Dra. Vanessa Santos Cunha
Dra. Ana Paula Dornelles da Silva Manzoni
Dr. André Avelino Costa Beber
Dra. Magda Blessmann Weber
Dr. Maurício de Quadros
Dra. Célia Luiza Petersen Vitello Kalil

Suplentes

Dr. Gustavo Gonçalves Costa Pinto Corrêa
Dra. Ângela Maria Barbosa Ferreira Gonçalves

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2020 0 Comentários 1,2K Visualizações
Saúde

Pediatras reforçam importância de atividades físicas e alimentação saudável para crianças

Por Gabrielle Pacheco 25/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A obesidade é um dos distúrbios nutricionais mais prevalentes entre crianças e adolescentes, em todos os países. A obesidade tem origem multifatorial e resulta da associação de fatores genéticos e ambientais. A pediatra e nutróloga integrante do comitê de nutrologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Claudia Hallal Alves Gazal, ressalta que entre os fatores de risco modificáveis para o aumento dos casos de obesidade infantil nos últimos anos, estão as modificações do estilo de vida das famílias e da sociedade incluindo a inatividade física, a alimentação não saudável, modificações nos padrão do sono, entre outros.

“É importante ressaltar que devemos prevenir a ocorrência da obesidade infantil identificando crianças mais vulneráveis. O pediatra deve monitorar as curvas de crescimento desde o nascimento com intuito de identificar precocemente modificações no ganho de peso e índice de massa corporal (IMC)”, afirma.

Durante muitos anos, houve um esforço para que as crianças permanecessem menos tempo em frente às telas, porém no cenário do distanciamento social este cuidado ficou prejudicado.

“A recomendação segue para evitar exposição a “tela” para crianças com menos de 2 anos de idade e nas crianças maiores restringir a no máximo 2 horas por dia. Esta ideia baseia-se na associação com obesidade, padrão sono irregular, piora nos hábitos alimentares além de retardo desenvolvimento linguagem e cognitivo. Com a necessidade do distanciamento social, a exposição a “telas” deve ser monitorada para não exceder estas recomendações. Isto é possível através da manutenção de rotina saudável de acordo com a faixa etária da criança e adolescente”, completa.

Entre os cuidados a serem estabelecidos está a inclusão de horários estabelecidos para refeições (incluindo desjejum), horários para atividades recreativas de acordo com faixa etária (lazer ativo – jogar bola, andar bicicleta, dançar, pular corda, “amarelinha” entre outras), horários para atividades de leitura em livros impressos, horário para os estudos escolares, horários para uso de “telas” e, também, horário para dormir garantindo um adequado tempo e qualidade do sono. A diminuição na duração do sono é associada ao desenvolvimento da obesidade. Crianças de 1 a 5 anos precisam cerca de 10 a 14 horas por dia, dos 6 aos 13 aos cerca de 9 a 11 horas por dia enquanto adolescentes devem dormir de 8 a 10 horas por dia.

Alimentação

De acordo com a pediatra e nutróloga integrante do comitê de nutrologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Claudia Hallal Alves Gazal, seguindo a “regra de ouro” do Guia Alimentar para População Brasileira publicada pelo Ministério da Saúde deve-se sempre preferir alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.

Para que seja seguida esta regra é fundamental o engajamento dos pais ou cuidadores para um planejamento da alimentação semanal da família. Nas compras de mercado ou feiras incluir alimentos in natura ou minimamente processados que serão consumidos nas refeições através de preparações caseiras! Como feijões, lentilhas, arroz, carnes, ovos, leite, legumes, verduras e frutas da estação.

Já os alimentos processados são adicionados geralmente sal ou açúcar ou outra substância de uso culinário aos alimentos in natura para torná-los duráveis e mais agradáveis ao paladar. O consumo destes alimentos deve ser limitado pois os métodos de processamento utilizados na fabricação alteram de modo desfavorável a composição nutricional.

Os alimentos ultraprocessados feitos em geral por indústrias de grande porte envolvem diversas etapas e técnicas de processamento e muitos ingredientes, incluindo sal, açúcar, óleos e gorduras e substâncias de uso exclusivamente industrial. Estes ingredientes dão cor, sabor, aroma, textura e durabilidade o que diminui geralmente o custo. Estes “alimentos” devem ser evitados na alimentação infantil pois alteram o paladar e podem levar a um hábito alimentar desfavorável.

Forma prática de distinguir alimentos ultraprocessados é consultar a lista de ingredientes, a presença de um número elevado de ingredientes (frequentemente cinco ou mais) e de ingredientes com nomes pouco familiares, não usados em preparações culinárias caseiras.

Fatores de Risco:

  • Crianças vulneráveis:
    Pais obesos
    Prematuros
    Pequeno para a idade gestacional (PIG)
    Grande para idade gestacional (GIG)
    Interrupção precoce do aleitamento materno
    Diabetes gestacional materna
    História familiar de diabetes
    Alimentação e merenda escolar inadequada
    Ansiedade materna, mãe jovem
Foto: Divulgação/Marcelo Matusiak | Fonte: Assessoria
25/10/2020 0 Comentários 1,K Visualizações
Cirurgia bariátrica
Saúde

Cirurgia bariátrica reduz o risco de câncer de pâncreas

Por Gabrielle Pacheco 20/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um novo estudo aponta que a perda de peso promovida pela cirurgia bariátrica reduz significativamente o risco de desenvolvimento do câncer de pâncreas em pessoas obesas com diabetes. Dessa maneira, a informação traz à luz mais um recurso na prevenção da doença silenciosa, de difícil diagnóstico e evolução agressiva.

Conforme o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes causadas pela doença.

“Visto que o risco de câncer de pâncreas está relacionado à obesidade e à diabetes, a saúde só tem a ganhar.”

De acordo com o médico cirurgião geral Dr. Fábio Strauss, esse benefício da cirurgia bariátrica já era esperado. “É fato que o procedimento, além de melhorar a hipertensão, reduz os níveis elevados de açúcar no sangue em pacientes diabéticos. Visto que o risco de câncer de pâncreas está relacionado à obesidade e à diabetes, a saúde só tem a ganhar”, diz o especialista.

Para chegar aos resultados do estudo, pesquisadores da Allegheny Health Network analisaram 20 anos de dados de mais de um milhão de pessoas, incluindo mais de dez mil que se submeteram à cirurgia bariátrica. Quase 75% daqueles que se submeteram ao procedimento para perda de peso eram mulheres.

Momento de atenção à cirurgia bariátrica

A constatação surge em um momento importante para reforçar os cuidados com a saúde. “As taxas de diabetes, a obesidade e o câncer de pâncreas seguem crescendo. Precisamos frear essas doenças com hábitos saudáveis”, destaca Dr. Fábio Strauss.

“Precisamos frear essas doenças com hábitos saudáveis.”

Ele acrescenta que a ansiedade e as cargas emocionais causadas pelo isolamento social e preocupação com a pandemia acarretaram problemas ainda maiores. Como resultado, há um aumento da alimentação desregrada, do abandono das atividades físicas e até mesmo do atraso em exames ou tratamentos médicos necessários. “Em suma, devemos não apenas manter os cuidados de prevenção da Covid-19, como também cuidar dos outros males, que podem ser até mais perigosos”, enfatiza.

Nesse sentido, a ideia foi destacada pelo autor do estudo americano, Dr. Aslam Syed. “A prevenção do câncer de pâncreas é crucial. O tempo médio de sobrevivência no momento do diagnóstico é particularmente sombrio. Portanto, devemos considerar a cirurgia bariátrica em pacientes com diabetes e obesidade para ajudar a reduzir o risco e a carga de câncer pancreático”, apontou Syed.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/10/2020 0 Comentários 988 Visualizações
mapa preliminar
Saúde

Mapa preliminar mantém três bandeiras amarelas na 24ª semana do Distanciamento Controlado

Por Gabrielle Pacheco 16/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com apenas uma troca entre duas regiões, o mapa preliminar da 24ª rodada do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta-feira (16/10), mantém três regiões com bandeira amarela (risco epidemiológico baixo) e as outras 18 com laranja (risco médio) – mesmos números da semana anterior.

A mudança é entre Pelotas, que estava na amarela e passa para laranja, e Cachoeira do Sul, que migra para amarela, somando-se a Bagé e Palmeira das Missões, que já estavam no menor nível de restrição previsto no sistema de bandeiras do Estado.

Como ainda cabe pedido de reconsideração, o mapa definitivo será divulgado na segunda-feira (19/10), com vigência a partir de terça (20). A versão preliminar pode ser acessada em https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

O indicador que mais pesou para a região de Pelotas ter regredido para bandeira laranja é o registro de novas hospitalizações por Covid-19: mais que dobrou em relação à semana anterior, saltando de 21 para 45. Houve, ainda, agravamento do indicador que mede os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em leitos de UTI, que passou de 36 para 42 internados na comparação de uma quinta-feira para outra.

Sem apresentar internados em leitos clínicos por Covid-19 nas últimas duas quintas-feiras, a região de Cachoeira do Sul ingressa na bandeira amarela principalmente devido à melhora de indicadores que medem a ocupação de leitos de UTI. No último monitoramento dos dados, a região tinha um único paciente de SRAG que necessitava de tratamento intensivo (quando na semana anterior eram três casos). Com isso, a região ampliou de oito para 11 o total de leitos de UTI livres.

O monitoramento semanal do modelo de Distanciamento Controlado mostra que o RS segue com ligeira queda em grande parte dos indicadores. É o caso do número de internados em UTI por SARG (-4%) e por Covid-19 (-8%). Com isso, houve aumento de 5% no total de leitos livres destinados aos casos que necessitam de tratamento intensivo. A redução mais expressiva se deu no número de óbitos entre as duas semanas: queda de 16%.

No entanto, um dado que chama a atenção é o de novos registros semanais de hospitalizações de pacientes confirmados com Covid-19: aumentou 24% entre as duas últimas semanas. Embora o percentual seja expressivo e sirva de alerta para as autoridades, os números são baixos – eram 598 e passou para 739 novas internações. A título de comparação, na 14ª rodada do Distanciamento Controlado, de 11 a 18 de agosto, o total de novos registros de hospitalização chegou a 1.278 – mais alto até agora.

O alerta deve ser direcionado, principalmente, para as regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, que são Porto Alegre (186), Caxias do Sul (81), Canoas (54), Passo Fundo (49), Novo Hamburgo (46), Pelotas (45) e Santa Maria (41).

Melhora nos indicadores de óbito e hospitalização

Há duas rodadas consecutivas mais da metade dos municípios está sem registro de óbito ou hospitalização de moradores nos 14 dias anteriores à apuração dos dados do Distanciamento Controlado.

Nesta 24ª rodada, são 266 municípios que se encaixam na chama Regra 0-0, o que representa 53,5% do total de 497 cidades. Um total de 1.513.249 habitantes (13% da população gaúcha). Como nenhuma região foi classificada na bandeira vermelha, o regramento não se aplica para reduzir o nível de restrições para protocolos de laranja nestes municípios.

Com a troca da região de Pelotas por Cachoeira do Sul, subiu de 417 para 427 o total de municípios com bandeira laranja (10.583.692 habitantes, 93% do total) e caiu de 80 para 70 os municípios em amarela (745.913 habitantes, 7%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2020 0 Comentários 525 Visualizações
Vacinação
Saúde

Novo Hamburgo abrirá todos os postos de saúde para Dia D da Vacinação

Por Gabrielle Pacheco 15/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente, marcado para este sábado, dia 17, terá atendimento em todas as 26 unidades de saúde básica de Novo Hamburgo. Além disso, também estará aberta a Casa de Vacina, que fica na Avenida Coronel Frederico Linck, 900, bairro Rio Branco. O atendimento acontecerá entre as 8 e 17 horas.

O grupo alvo da campanha são crianças de zero à cinco anos de idade, que deverão ser vacinadas contra a poliomielite. Com isso, a meta mínima é de vacinar 95% deste grupo. Já a multivacinação busca atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias). Vacinação contra febre amarela, difteria e tétano, tríplice viral (caxumba, rubéola e sarampo), HPV e meningite também serão oferecidas.

Importância da Vacinação

O secretário municipal de Saúde de Novo Hamburgo, Naasom Luciano, destaca a importância da campanha. “Todas as vacinas são importantes, mas especialmente a gotinha contra a paralisia para crianças menores de cinco anos”, disse. A campanha nacional segue até dia 30 de outubro.

A Secretaria Municipal de Saúde também irá aproveitar a mobilização nos postos para desenvolver atividades relacionadas ao Outubro Rosa. Será realizado o Dia D Outubro Rosa, que prevê orientações sobre saúde da mulher e planejamento familiar e consultas pré-agendadas (que devem ser marcadas até esta sexta-feira nas unidades de saúde). Este ano, em razão da pandemia, não haverá outros serviços, como embelezamento e brechó.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/10/2020 0 Comentários 543 Visualizações
Saúde

Nova Petrópolis promove conscientização durante o Outubro Rosa

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nova Petrópolis está engajada na luta pela prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e ginecológico. Em prol da campanha Outubro Rosa, a Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social dedica especial atenção à saúde das mulheres durante o mês. As ações de conscientização serão realizadas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Vida Nova. As equipes de saúde estarão focadas na conscientização sobre saúde da mulher e as formas de prevenção, tratamento e diagnóstico precoce do câncer.

Durante o Outubro Rosa, todas as equipes de saúde de Nova Petrópolis irão direcionar um olhar especial para a prevenção do câncer de mama e colo uterino, disponibilizando mais informações durante as consultas médicas e de acolhimento, observando todos os protocolos de enfrentamento à COVID-19.

No Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), além da decoração do espaço interno, alusiva à campanha, a equipe disponibiliza as tradicionais fitas alusivas ao Outubro Rosa à população usuária do CRAS. Os Grupos de Mulheres do CRAS, que trabalham com artesanato, de forma remota durante a pandemia, serão enviados moldes e tecido para confeccionar máscaras rosa, em formato de estrela.

O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Vida Nova desenvolveu kits para os usuários do serviço de saúde mental do Município alusivo ao Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, e também com orientações sobre a saúde da mulher, contemplando a campanha Outubro Rosa.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Município abordarão a saúde da mulher e as formas de prevenção, tratamento e diagnóstico precoce do câncer em conversas em salas de espera das UBSs, além de disponibilizar mais horários para realização de exames preventivos.

O Outubro Rosa é um movimento que surgiu na década de 90, nos Estados Unidos, e tem como objetivo principal trazer à tona a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A campanha é direcionada à sociedade, principalmente às mulheres. O laço rosa simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama e foi adotado pelo movimento na última década do século 20.

A prevenção do câncer de mama é baseada no controle de fatores considerados de risco. Não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, controlar o peso corporal para evitar a obesidade, adquirir hábitos saudáveis e praticar exercícios físicos regularmente são recomendações básicas de prevenção. A amamentação também é considerada um fator protetor.

As ações da campanha Outubro Rosa de Nova Petrópolis são organizadas pela Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social, em parceria com as equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESFs), das Unidades de Saúde (UBSs) do Município, do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Vida Nova.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2020 0 Comentários 579 Visualizações
amrigs
Saúde

Amrigs apresenta plataforma de educação médica continuada

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) apresenta, no mês em que é comemorado o Dia do Médico, o Amrigs MasterClass, plataforma de educação médica continuada. A nova ferramenta, já disponível, oferece atualização continuada em medicina e informações sobre saúde.

Criado em 2017, o Amrigs MasterClass tem como objetivo promover educação continuada para profissionais da saúde em um ambiente digital de fácil acesso e rico em conteúdo. Além disso, o projeto tem objetivo de garantir conhecimento e informação ética, responsável e atualizada na plataforma de Ensino a Distância da Amrigs. Para o coordenador do projeto e diretor de Comunicação da entidade, Juliano Chibiaque, a novidade não só atendeu a uma necessidade do cenário atual, mas a uma tendência que já vinha sendo observada no mercado. “O Núcleo de Comunicação, através da diretoria de Comunicação, não economizou esforços para trazer a Amrigs para a Era Digital. Foi um momento de muita aprendizagem na construção dessa plataforma, que tem o objetivo de levar ensino médico continuado a todos os médicos do Rio Grande do Sul e, principalmente, a seus associados”, disse.

Com isso, a plataforma já conta com diversos vídeos sobre os mais variados assuntos relacionados à área da saúde e que serão disponibilizados aos seus usuários: associados, estudantes e público em geral, por meio de uma assinatura mensal. Ao escolher o plano, o assinante terá acesso ilimitado aos conteúdos de todos os eventos promovidos pela Amrigs e disponibilizados na íntegra na ferramenta, como simpósios, entrevistas, seminários, congressos e palestras apresentadas por médicos e profissionais sobre diferentes temas da saúde.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/10/2020 0 Comentários 1,2K Visualizações
doenças autoimunes
Saúde

Hospital São Lucas da PUCRS cria Centro de Tratamento para doenças autoimunes

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

As doenças autoimunes, como Esclerose múltipla, Vitiligo, doença de Crohn e Lúpus, intrigam a medicina há anos. Por conta do difícil diagnóstico e tratamento, especialistas do mundo inteiro buscam respostas para as perguntas mais complexas que envolvem as mais de 80 enfermidades dessa natureza, conhecidas por atacarem o sistema imunológico contra uma estrutura do próprio organismo. A fim de otimizar esse processo, o Hospital São Lucas da PUCRS criou um Centro de Tratamento multidisciplinar específico para doenças autoimunes, inédito no Sul do Brasil. O local permitirá que os pacientes realizem consultas com médicos de referência em doenças autoimunes, exames e, por fim, que recebam o medicamento infundido. Tudo de forma rápida e em um só lugar.

Além disso, a estimativa é promover um ganho de meses ou até mesmo anos no tempo em que os pacientes levam normalmente para receber um diagnóstico e iniciar o tratamento. Por meio de um escopo multidisciplinar, o Centro realizará atendimentos personalizados, analisando o paciente como um todo. Isso tudo com diferentes especialidades, tais como Neurologia, Reumatologia, Dermatologia e Gastroenterologia, trabalhando em conjunto. Os consultórios, equipamentos e toda a estrutura de atendimento ao paciente estarão localizados no Espaço de Saúde São Marcelino Champagnat, no 2º andar do complexo hospitalar.

Para o médico reumatologista Deonilson Schmoeller, um dos idealizadores do projeto, a iniciativa emergiu a partir do feedback dos próprios pacientes. “Acompanhamos as dificuldades relacionadas ao tratamento das doenças autoimunes e por isso queremos tornar a experiência do paciente a mais completa e tranquila possível”, ressalta. Schmoeller faz parte do grupo de cinco médicos reconhecidos nacionalmente por seus trabalhos com doenças autoimunes: Douglas Kazutoshi Sato e Jefferson Becker (Neurologia), Marta Brenner Machado (Gastroenterologia) e Clarissa Prati (Dermatologia).

Além disso a novidade também é celebrada pelo diretor-geral do Hospital São Lucas, Leandro Firme. “O Centro de Doenças Autoimunes surge a partir do nosso compromisso principal de apresentar uma proposta integrada e inclusiva, unindo eficiência e valor a todo ecossistema de saúde”, destaca.

Foto:  Bruno Todeschini/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2020 0 Comentários 768 Visualizações
Hospital Veterinário
Saúde

Hospital Veterinário da Unisc inicia primeira etapa de atendimentos

Por Gabrielle Pacheco 06/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Veterinário da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) iniciou nesta semana a primeira etapa de atendimentos à comunidade. Os procedimentos que estão sendo oferecidos nesse momento são consultas e cirurgias diversas, raio X e exames de sangue (somente para pequenos animais), dirigidos para a população em geral e por intermédio da Prefeitura de Santa Cruz do Sul.

Conforme o gestor do Hospital Veterinário, Maurício Borges da Rosa, as próximas etapas para a ampliação dos atendimentos ainda estão sendo preparadas e devem ocorrer de forma escalonada. Inaugurado em agosto deste ano, em parceria com a Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Sul, o Hospital Veterinário da Unisc está localizado na RSC-287, em Linha Pinheiral.

O atendimento ao público ocorre de segunda a sexta-feira, entre 8h30 e 18 horas, no valor de R$ 100,00. Além disso, os agendamentos podem ser feitos através do fone (51) 3717-7555. Já os atendimentos sem custo podem ser realizados através de encaminhamentos por meio da Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Sul, mediante cadastro prévio, que pode ser feito pelos fones (51) 3713-8242 (SEMASS) ou (51) 3719-1170 (Canil).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2020 0 Comentários 952 Visualizações
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