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Saúde

Saúde

Novo Hamburgo: Hospital Municipal amplia número de leitos clínicos e evita fechamento da UPA Centro

Por Caren Souza 10/03/2021
Por Caren Souza

Na manhã desta terça-feira, dia 9, o Hospital Municipal de Novo Hamburgo chegou a 158 pessoas internadas com covid-19, sendo 31 delas na UTI. O número é o maior registrado em toda a pandemia, iniciado em março do ano passado. Nos últimos dias, graças a remanejos internos, o hospital conseguiu evitar o fechamento da UPC Centro, que deveria ser transformada em ala de internação para pacientes não covid, abrindo espaço para novos leitos de covid no hospital.

Se ela fosse fechada neste momento, iria sobrecarregar a UPA Canudos e a emergência do próprio hospital.

Esta ampliação foi possível porque os pacientes de saúde mental internados no hospital foram transferidos para a estrutura existente ao lado da UPA Centro, liberando mais 12 leitos não covid. Enquanto a Casa da Gestante, localizada no hospital e que já contava com 22 leitos, recebeu mais oito leitos, todos para pacientes não covid.

Os pacientes com covid estão sendo atendidos na chamada ala Beija Flor, além do Centro Covid, que também foi ampliado na semana passada. Foram acrecsentados 31 leitos extras para pacientes covid. O Plano de Contingência Municipal contra a Covid previa a transformação da UPA Centro em ala de internação de pacientes não covid para liberar cerca de 30 leitos covid no hospital.

No entanto, a equipe técnica da saúde está constatando grande demanda por emergência normal, de outras patologias, e recomendou manter o atendimento na UPA Centro.

“Se ela fosse fechada neste momento, iria sobrecarregar a UPA Canudos e a emergência do próprio hospital. Por isso, a recomendação foi buscar outras alternativas para aumentar o número de leitos para pacientes com covid no hospital e manter a UPA Centro funcionando”, explica o secretário municipal de Saúde, Naasom Luciano, destacando que o plano de contingência municipal é constantemente reavaliado.

“A ampliação que se conseguiu é quase a mesma que se a UPA Centro fosse fechada”, acrescenta, lembrando o fechamento da UPA Centro está sendo evitada ao máximo, mas não está descartada em caso de necessidade. Recentemente, para reforçar o atendimento no Hospital Municipal, a Prefeitura fechou por tempo indeterminado a Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Rincão. Moradores do Rincão passaram a ser atendidos na UBS Primavera.

 

Onde procurar atendimento

Diante de sintomas que podem indicar a contaminação pelo novo coronavírus, a Secretaria Municipal de Saúde recomenda a população a procurar, primeiro, a unidade de saúde mais próxima de sua casa. “As pessoas não podem ir direto ao Centro Covid, principalmente neste momento em que está sobrecarregado”, destaca Naasom. O Centro Covid, que funciona ao lado do Hospital Municipal, é destinado somente aos casos mais graves. “Os casos mais graves são identificados nas unidades de saúde e encaminhados ao Centro Covid”, explica o secretário.

Fonte: Assessoria

 

10/03/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Trensurb retoma testagem nos metroviários

Por Caren Souza 10/03/2021
Por Caren Souza

A partir desta quarta-feira (10), a Trensurb retoma a testagem dos metroviários para a Covid-19 como parte de novo contrato firmado com o Sesi-RS para a realização de triagem com medição de temperatura e testes rápidos para a doença. A primeira das novas ações de testagem contará com até 40 testes para empregados que atuam sobretudo no atendimento ao público, tendo como prioridade o teste de metroviários que tiveram contato com casos confirmados de Covid-19.

Entre julho de 2020 e janeiro de 2021, 521 testes rápidos já foram realizados pela Trensurb como parte de contratos anteriores de triagem para Covid-19. O novo contrato, por sua vez, prevê a realização de até mil testes rápidos, do tipo IgM e IgG, baseados na sorologia. A contratação também inclui a triagem por meio de medição de temperatura dos metroviários, realizada na sede da empresa e nas estações por uma equipe de técnicos em enfermagem do Sesi-RS.

Crédito: Angelo Pieretti | Fonte: Assessoria
10/03/2021 0 Comentários 495 Visualizações
Saúde

Drive-thru para segunda dose da vacina contra covid-19 em profissionais da saúde será na quinta-feira

Por Caren Souza 10/03/2021
Por Caren Souza

Amanhã (11),ocorrerá uma nova etapa do drive-thru de vacinação na Fenac. Dessa vez, receberá a segunda aplicação quem foi vacinado em 19 de fevereiro. Idosos acima de 85 anos também podem aproveitar para fazer a segunda dose. Profissionais da saúde que receberam a primeira dose da vacina contra a covid em 19 de fevereiro, receberão a segunda dose do imunizante.

Naquela oportunidade, estes profissionais receberam a informação de que a data provável da segunda dose ocorreria dia 19 de março, mas como há vacinas disponíveis e o intervalo mínimo de 14 dias entre uma dose e outra já se passou, o município está antecipando a imunização. A vacinação ocorrerá, novamente, no sistema drive-thru, nos pavilhões da Fenac, com entrada pelo portão principal na Avenida Nações Unidas, das 9 às 16 horas.

A Secretaria Municipal de Saúde também irá aproveitar a estrutura desta quinta-feira para seguir com a segunda dose para idosos acima de 85 anos que não puderam comparecer ao drive desta terça-feira. Estes idosos receberam a informação de que a data provável da segunda dose seria dia 10 de março.

Também podem participar profissionais da saúde e idosos acima de 85 anos imunizados com a primeira dose da Coronavac por meio de agendamentos nas unidades de saúde do Município há mais de 14 dias. Para ambos os grupos, é preciso levar documento de identificação, Cartão SUS e o comprovante de vacinação que foi recebido na aplicação da primeira dose.

Os profissionais que receberão a segunda dose da vacina contra a covid-19 são biólogos, assistentes sociais, educadores físicos, médicos veterinários, auxiliadores em saúde bucal, técnicos em saúde bucal, auxiliares em prótese dentária e técnicos em nutrição e dietética, quiropraxistas, técnicos em Farmácia, técnicos em Radiologia, auxiliares de laboratório clínico e coletadores em laboratório clínico.

Crédito: Lu Freitas | Fonte: Assessoria
10/03/2021 0 Comentários 502 Visualizações
Saúde

Drive para segunda dose da Coronavac de idosos acima de 85 anos é nesta terça-feira

Por Caren Souza 09/03/2021
Por Caren Souza

Ocorre nesta terça-feira (9), mais um drive-thru de vacinação contra a covid-19 nos pavilhões da Fenac, das 9 às 16 horas, com entrada pelo portão principal da Avenida Nações Unidas. Desta vez, será aplicada a segunda dose em idosos com 85 anos completos vacinados pela Coronavac.

A primeira dose foi aplicada no último dia 12 de fevereiro no mesmo sistema de drive. Mas também podem participar idosos imunizados com a primeira dose da Coronavac por meio de agendamentos nas unidades de saúde do Município há mais de 14 dias.

Os idosos deverão levar documento de identificação, cartão SUS de Novo Hamburgo ou comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada. Comprovante de residência em nome de outra pessoa só será aceito com declaração em cartório do proprietário atestando que a pessoa a ser vacinada reside no local.

Também deve ser apresentado o comprovante de vacinação que foi recebido durante a aplicação da primeira dose em fevereiro. “Mas o idoso que já recebeu a primeira dose da Coronavac há mais de 14 dias e tenha perdido o comprovante deve vir mesmo assim. Temos o controle das vacinações no prontuário eletrônico, que estará acessível no drive”, enfatiza o secretário municipal de Saúde, Naasom Luciano.

Desde o início do processo de imunização, em 19 de janeiro, o município já aplicou 14.543 doses (na soma entre a 1º e a 2º dose) entre profissionais da saúde e idosos que são, neste momento, os grupos prioritários para receber a vacina contra o novo coronavírus.

 

Crédito: Lu Freitas | Fonte: Assessoria

09/03/2021 0 Comentários 510 Visualizações
Saúde

A vida como bem maior

Por Caren Souza 09/03/2021
Por Caren Souza

Muito pode ser dito sobre os inúmeros direitos, deveres e possibilidades que a vida nos traz. A garantia de liberdade individual, prevista na CF/88 nos remete a um estado democrático de direito, que visa nos garantir condições de igualdade. Todo esse arcabouço constitucional serve como uma bússola para que possamos conviver em uma sociedade harmônica. Evidente que o objetivo maior e mais nobre é a manutenção da vida.

Vivemos em um tempo de pandemia, em que uma doença chamada Covid-19 nos apresenta uma realidade nunca vista: a maior crise sanitária mundial da nossa época. Neste momento, embora transcorrido mais de um ano de uma trajetória de mortes e incertezas, seguimos pouco sabendo de todas as facetas e mutações que apresenta ou que ainda nos revelará, ficando claro que, apesar de todos os esforços da ciência, temos um caminho árduo até vencermos esta batalha.

A vacina, como historicamente tem sido em pandemias já vividas, é a nossa grande esperança. A limitação da produção, distribuição e comercialização, bem como a falta de unidade no nosso país em torno da solução, tem feito com que o processo seja bem mais lento do que gostaríamos que fosse.

As dificuldades de todos os segmentos da sociedade em entender e abraçar a ideia do isolamento social, do cumprimento dos protocolos e do uso de EPIs, bem como a politização inadequada do tema, faz com que estejamos vivendo uma guerra de acusações. Percebe-se que o mais importante não está sendo encontrar soluções coletivas, mas saber quem poderá ser o culpado pelas mortes que acontecem cada vez mais, em números alarmantes.

Como agravante desta crise sem precedentes, temos os aspectos econômicos, sociais e religiosos envolvidos. As medidas mais restritivas causam, sem sombra de dúvida, prejuízos enormes e irreparáveis a determinados e expressivos setores da economia, que por sua vez, de forma legítima, se manifestam contrários à sua implementação. Todas as partes têm boa dose de razão e merecem ser consideradas. Não há neste ponto, lados opostos. O que existe na verdade, é um choque de necessidades. É papel do poder público fazer uma avaliação coerente de tais necessidades.

Importante ressaltar que todos os entes federados dependem da arrecadação do setor econômico para a manutenção das atividades e serviços públicos, razão de ser de sua existência e previsão constitucional. Dessa forma, não há benefí­cio algum ao Prefeito ou ao Governador, tampouco ao Presidente interessa qualquer paralisação de atividade, em qualquer área da economia.

Trata-se, na verdade, da viabilidade, em fase de esgotamento, das condições de atendimento aos milhares de contaminados pelo vírus. Como também de decidir se vamos envidar esforços, mesmo com tantas perdas e dificuldades dos setores econômicos afetados (precisaremos reparar assim que possível) para atender, nas emergências dos hospitais, com respiradores e UTIs que possam dar uma esperança de vida às centenas de pessoas que estão buscando desesperadamente este atendimento, ou não.

Acredito que devamos fazer este sacrifício neste momento, como seres humanos e como sociedade, sempre lembrando que, em uma pandemia, não há vencedores. Todos perdem e perdem muito!

Luciano Orsi,prefeito de Campo Bom e presidente da Amvars (Associação dos Municípios do Vale do Rio dos Sinos)

09/03/2021 0 Comentários 549 Visualizações
Saúde

Campo Bom equipa mais dez leitos de internação Covid no Hospital Lauro Reus

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

Gradativamente, a Prefeitura de Campo Bom vem ampliando a capacidade de atendimento para pacientes de Covid-19, no Hospital Lauro Reus (HLR). Durante a semana, foram entregues mais dez camas hospitalares automatizadas, dez monitores multiparâmetros, dez respiradores, 50 bombas de infusão e um cardioversor. Com investimento que chega a R$ 1,3 milhão, tudo isso equipa a nova unidade de tratamento semi-intensivo, que entrou em funcionamento no sábado (6).

 

seguimos fazendo o possível para garantir atendimento digno para nossa comunidade.

 

Nesta manhã o prefeito Luciano Orsi esteve no hospital fazendo a entrega simbólica dos equipamentos, junto à diretoria do HLR e o secretário de Saúde João Paulo Berkembrock. “Estamos atentos à evolução do cenário da pandemia em Campo Bom e em todo o Estado. Seguimos fazendo o possível para garantir atendimento digno para nossa comunidade. De março do ano passado para cá, já aumentamos o número de leitos Covid de dois para 59, mas infelizmente não existem leitos suficientes quando as pessoas não se cuidam”, avalia. Perdemos o sono pensando no que podemos fazer para preservar a vida dos moradores, mas precisamos da colaboração de todos, é um trabalho conjunto. Acredito que nesse momento todos conheçam alguém que perdeu a batalha para o vírus e não quer isso para si, nem para sua família”, destaca Orsi.

“Este também é um momento de agradecer muito a toda equipe de saúde do hospital, do PA (Pronto Atendimento e Centro de Referência Covid), da nossa secretaria de Saúde, que têm sido incansáveis há quase um ano. Porém é chegada a hora em que temos que tomar uma decisão que cabe a nós: a de lutar pela vida. Peço encarecidamente que façam o máximo, neste momento de restrições precisamos que colaborem, para que logo à frente possamos amenizar essa situação. Reforçamos os pedidos básicos que fazem total diferença: cuidem-se, higienizem as mãos, usem máscara, não se aglomerem e, se puderem, fiquem em casa. A gente precisa estancar a contaminação para que nosso sistema de saúde continue tendo condições de atender o cidadão de Campo Bom, nosso maior objetivo”, acrescentou.

O secretário explanou sobre a agilidade no processo de implantação. “O momento exige agilidade, já temos um internado na Retaguarda que espera por um leito da nova sala. Agradeço a toda equipe de saúde do Município e hospital, que em menos de uma semana tornou prático nosso sonho de ter mais estrutura. Investimos em material qualificado, como as camas automatizadas, para garantir mais condições de internação, visto que o paciente passa bastante tempo acamado”, disse Berkembrock.

Para o diretor técnico do HLR, Thiago Serafim, a aparelhagem chegou em momento oportuno. “Existe, na rede pública e privada, uma dificuldade para adquirir respiradores. Em Campo Bom, conseguimos que nenhum paciente até agora tenha sido prejudicado por falta de ventiladores mecânicos. Nossa capacidade está cheia, mas isso não é uma realidade local, é nacional. Então, hoje, essas dez novas unidades, nos dão ainda mais segurança para enfrentar, com esses recursos conseguimos garantir um tratamento digno. Temos uma equipe preparada para receber, mas precisamos da colaboração da população, para que o fluxo não aumente”, pontuou.

Ao longo de 2020, em nenhum momento o HLR registrou 100% de ocupação. Consequentemente, o aumento no número de leitos foi gradual, não dependendo do uso total da capacidade para serem ampliados.

 

Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 542 Visualizações
Saúde

Ampliação do Centro Covid já funciona em Novo Hamburgo

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

Já está em funcionamento a ampliação da estrutura do Centro Covid, espaço criado há um ano para tratar excepcionalmente pacientes infectados com o novo coronavírus, em uma área isolada ao lado do Hospital Municipal. O aumento do espaço físico, segundo a prefeita Fátima Daudt, se explica diante do crescimento exponencial dos casos da doença nos últimos dias. A ampliação começou na segunda-feira passada, para oferecer mais dois consultórios e foi montada junto à entrada de veículos e funcionários.

 

o vírus está atacando com gravidade inclusive pessoas mais jovens. O momento é muito grave.

 

Na terça-feira (2), o Centro Covid recebeu 166 pacientes. Para se ter uma ideia do aumento dos números, em novembro e dezembro do ano passado, esse número chegava a 100 atendimentos diários.

Os dois consultórios da ampliação somam-se aos três que já existem, além de uma ampla área de tendas e cadeiras para acomodar os pacientes. Com isso, ocupa-se parte da Rua Henri Dunant, entre a Avenida Pedro Adams Filho e Rua Dr. Magalhães Calvet, que está interditada no trecho.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o registro de atendimentos no Centro Covid, em fevreiro, foi o mais alto desde o início da pandemia, em março de 2020.

Importante lembrar que a população, diante de sintomas ou de suspeita de Covid-19, deve procurar, primeiro, atendimento nas unidades de saúde dos bairros, como orienta a prefeita. “Nossos postos contam com consultórios exclusivos para covid. Lá, as pessoas com sintomas recebem uma fitinha vermelha em seus pulsos para terem uma avaliação mais apurada no Centro Covid”, explica Fátima, ao mesmo tempo que reforça o apelo para que as pessoas se cuidem e mantenham as atitudes de prevenção ao contágio.

“O vírus está atacando com gravidade inclusive pessoas mais jovens. O momento é muito grave. Além disso, a vacinação no País está muito lenta”, acrescenta a prefeita. Ela enfatiza os cuidados individuais básicos: usar máscara, lavar as mãos com frequência com sabão ou álcool gel e evitar aglomerações. “São medidas simples, mas de uma importância fundamental para conter a disseminação do vírus e proteger nossos familiares”, finaliza.

 

Fonte: Assessoria

08/03/2021 0 Comentários 628 Visualizações
Saúde

RS segue em bandeira preta até 21 de março

Por Gabrielle Pacheco 05/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul segue em alerta máximo por pelo menos mais duas semanas. Diante dos níveis críticos de ocupação de leitos e velocidade de propagação do coronavírus, o governador Eduardo Leite anunciou que todas as regiões serão mantidas em bandeira preta e sem cogestão regional pelo menos até dia 21 de março. A suspensão geral de atividades não essenciais, entre 20h e 5h, ficará vigente até 31 de março para reduzir a circulação de pessoas e, com isso, a circulação do vírus.

A velocidade de propagação do vírus e a velocidade do aumento das internações hospitalares é enorme, muito maior do que tivemos nos momentos críticos do ano passado.

“Estamos numa situação muito crítica e que piora a cada dia. Mesmo com os esforços de ampliação de leitos, a velocidade de propagação do vírus e a velocidade do aumento das internações hospitalares é enorme, muito maior do que tivemos nos momentos críticos do ano passado. Em cada um dos picos de julho e novembro, chegamos a 2,6 mil pacientes internados em leitos clínicos e de UTI. Agora, temos mais de 7,2 mil pessoas hospitalizadas por Covid-19”, comparou o governador.

A alta taxa de internações é agravada pela velocidade cinco vezes superior na variação diária de hospitalizações: se antes cerca de 60 leitos eram ocupados por dia, agora, são, em média, 350 pacientes a mais diariamente. Como essa variação (diferença entre número de pacientes que entraram e saíram de internações), que começou na metade de fevereiro e segue aumentando, significa que o pico ainda não foi alcançado e que, mesmo depois de alcançá-lo, ainda haverá maior demanda por leitos.

Estado segue em situação gravíssima (Divulgação)

“O esforço que todos estamos realizando deverá surtir efeito, como ocorreu em outros países depois de adotarem medidas semelhantes, mas teremos de esperar algum tempo até haver redução das internações. Não há indícios de que a ocupação de leitos vá cair rapidamente, em dias ou semanas. Ou seja, a situação ainda deve piorar antes melhorar, por isso, precisamos manter as restrições em nível máximo”, disse Leite.

Com base nos dados e no diálogo com prefeitos representantes das 27 associações regionais de municípios e a diretoria da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o Gabinete de Crise decidiu dar uma previsibilidade para a retomada da cogestão e, consequentemente, para que setores sob maior restrição agora possam voltar a operar. “O que queremos é apresentar uma perspectiva para que possam se organizar, quanto ao tempo em que ficarão parados e que, assim, nos ajudem com a adesão aos protocolos agora. Nossa intenção é que, oferecendo uma luz no fim do túnel, possamos promover melhor engajamento, reduzindo a contestação de determinados segmentos empresariais em função da falta de perspectiva”, esclareceu Leite.

“Com isso, estamos sinalizando a possibilidade de retomar a cogestão no dia 22 de março desde agora, desde que a gente consiga agora cumprir as restrições, reduzir a circulação de pessoas e, assim, a propagação do vírus, que é a única forma de conter o avanço da pandemia até que consigamos vacinar a população”, acrescentou.

Com o possível retorno da cogestão e de os municípios adotarem protocolos menos restritivos, até o limite da bandeira imediatamente anterior, o Gabinete de Crise já anunciou que deverá tornar mais rigorosos alguns protocolos. A medida é pensada considerando que as regiões ainda deverão estar com risco altíssimo (bandeira preta) e, com a cogestão, poderiam adotar protocolos de bandeira vermelha. “Não podemos sair da bandeira preta direto para o que a bandeira vermelha propõe, porque ainda estaremos em risco altíssimo de contágio e internações. Por isso, além de revisar os protocolos da bandeira vermelha, tornando algumas medidas possivelmente mais restritivas, devemos manter a suspensão geral das atividades das 20h às 5h até o dia 31 de março. Isso é um horizonte, de modo a aumentar a adesão agora”, apontou o governador.

Além disso, Leite anunciou que determinou à Secretaria da Fazenda (Sefaz) para analisar as possibilidades que o Estado tem para apoiar os empreendedores mais impactados pelas restrições, principalmente quanto às obrigações tributárias. “Tudo aquilo que pudermos fazer na direção de apoiar, de reduzir impacto ou de dar fôlego para quem empreende, em relação à estrutura demandada, está sendo estudado. O Estado tem limitações, especialmente pelas regras federais, e suas decisões precisam passar pelo Confaz, mas o que estiver ao nosso alcance, tanto do ponto de vista legal quanto do ponto de vista financeiro, nós faremos para ajudar esses setores que estão mais impactados pela pandemia”, afirmou o governador.

Foto: Felipe Dalla Valle/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2021 0 Comentários 764 Visualizações
Saúde

Comitê define por lockdown em São Leopoldo a partir de amanhã

Por Caren Souza 05/03/2021
Por Caren Souza

O Comitê de Atenção ao Coronavírus, instância que tem participação igual entre o governo e representantes da sociedade civil, definiu por um lockdown em São Leopoldo, a começar no dia 6 de março, sábado. Na terça-feira, dia 9 de março, as medidas serão reavaliadas.

As regras foram definidas após a avaliação dos dados de evolução da pandemia e ocupação de leitos na região e nunciadas em uma live na página da Rádio Prefeitura. “Temos a convicção que o isolamento social é o que pode reduzir a curva neste momento, é o que deu resultado no começo e agora. Nós propusemos no Comitê um prazo de sete dias, mas não houve acordo. Por isso, a situação será reavaliada na terça-feira”, explicou o prefeito Ary Vanazzi.

 

Além dos serviços de saúde, estará permitido a abertura de serviços como farmácias, clínicas veterinárias, postos de gasolina para abastecimento e os pequenos mercados. As grandes redes de supermercado poderão atuar apenas no sistema de telentrega, assim como bares e restaurantes. A indústria poderá funcionar com 75% dos trabalhadores. As regras que estarão em vigor em São Leopoldo serão detalhadas em decreto que deve ser publicado amanhã, 5 de março.

Transporte público
O transporte público irá funcionar apenas nos horários de pico. No domingo, o transporte público só atuará nas linhas e horários que atendem as trocas de turno de trabalhadores dos serviços de saúde.

Será suspensa temporariamente a gratuidade para idosos no transporte público.

Além do prefeito Ary Vanazzi, participaram da live o os secretários Juliano Maciel (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turístico e Tecnológico), Nelson Spolaor (Secretaria Geral de Governo) e Marcel Frison (Secretaria Municipal da Saúde).

 

Fonte: Assessoria
05/03/2021 0 Comentários 582 Visualizações
Saúde

Criatividade e tecnologia para amenizar saudade no Asilo Padre Cacique

Por Caren Souza 05/03/2021
Por Caren Souza

Mesmo com a aplicação da segunda dose da vacina contra Covid-19 nos moradores do Asilo Padre Cacique, são mantidas medidas extremas de proteção. Desde o início da pandemia do coronavírus, a direção da casa é rigorosa nos cuidados com moradores e colaboradores.

 

é emocionante ver a reação deles.

Uma das iniciativas é o uso da tecnologia para colocar os vovôs e vovós em contato com familiares e amigos. Apesar de não haver um número preciso, estima-se que tenham sido realizadas mais de 400 chamadas de vídeo ao longo do ano de 2020.

“Nosso serviço social acompanha e auxilia os moradores com medidas que visam a manutenção dos vínculos sociais dos idosos com seus responsáveis. É emocionante ver a reação deles. Exemplos disso são as chamadas de vídeo e as visitas na janela”, explica o presidente do Asilo Padre Cacique, Edson Brozoza.

Devido ao agravamento da pandemia, a direção do asilo suspendeu, de forma preventiva, as visitas pela janela, que foi outra forma encontrada para proporcionar encontros com os moradores.

Fonte: Assessoria

05/03/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
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