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Saúde

CidadesSaúde

Prefeita de Santa Cruz do Sul discute estratégias de saúde para erradicar o câncer de colo do útero

Por Ester Ellwanger 18/08/2021
Por Ester Ellwanger

A implementação bem-sucedida de três estratégias poderia reduzir novos casos de câncer de colo do útero e 5 milhões de mortes relacionadas à doença até 2050, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Buscando o apoio da Administração Municipal para a causa, a ginecologista Denise Müller e a psicóloga Roberta Salvatori estiveram reunidas com a prefeita de Santa Cruz do Sul, Helena Hermany na tarde desta terça-feira, 17.

O câncer de colo do útero é o quarto mais comum entre as mulheres no Brasil, apesar de poder ser prevenido e com grande chances de cura quando detectado cedo e tratado de forma adequada. E é um dos únicos que têm suas chances reduzidas por meio de uma vacina, a contra o HPV, que está disponível gratuitamente na rede pública.

“Entretanto, a cobertura da vacinação tem sido abaixo do necessário no Brasil, está em 48% nas meninas e apenas em 18% nos meninos. Seja por desinformação, fake news, desconhecimento da gravidade da doença ou entendimento equivocado dos pais. É isso que queremos combater”, afirma Denise.

Conforme a médica, 100% dos cânceres de colo do útero tem como agente causador o HPV. E a vacina previne também outros tipos da doença em mulheres e em homens.

“Mais de 300 milhões de doses já foram aplicadas no mundo, é segura, não há registro de reações graves. Podemos fazer a diferença para as futuras gerações, além de reduzir os custos assistenciais”, complementa a médica.

Além da promoção da vacinação, com a meta de imunizar 90% das meninas aos 15 anos contra o HPV, as estratégias da OMS também incluem o rastreamento e o tratamento da doença. Para isso, a psicóloga Roberta reforça a importância de capacitar a rede de atenção, que inclui agentes comunitários, profissionais nas unidades de saúde e professores nas escolas.

A prefeita Helena Hermany comprometeu-se em encaminhar o tema com a Secretaria de Saúde, estudando formas do Município participar de forma mais ativa na luta pela erradicação da doença. “É a primeira vez que ouço falar que existe uma vacina disponível no SUS que previne o câncer do colo de útero. E muitas pessoas também não devem saber. Precisamos agir para que seja de conhecimento público o quanto antes”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2021 0 Comentários 480 Visualizações
CidadesSaúde

Drive-thru duplo de vacinação: para a aplicação da primeira dose em pessoas de 18 anos ou mais e segunda dose da CoronaVac

Por Ester Ellwanger 18/08/2021
Por Ester Ellwanger

A Secretaria de Saúde de Novo Hamburgo abre mais uma oportunidade para quem tem 18 anos ou mais de receber a primeira dose. E da vacinação contra a covid. Será em edição de drive-thru nesta sexta-feira, dia 20, das 14h às 20h, na Fenac, com entrada pelo acesso da Avenida Nações Unidas.

Para se vacinar, é necessário apresentar documento com foto, cartão do SUS ou comprovante de residência. No caso de o comprovante estar em nome de outra pessoa, é necessário registrar em cartório declaração de que quem vai ser vacinado reside no local. São aceitos como comprovante de residência: contas de energia elétrica, água, telefone fixo e cópia do contrato de aluguel, neste caso também autenticada em cartório.

 

TAMBÉM SEGUNDA DOSE DA CORONAVAC

O drive-thru de vacinação desta sexta-feira também será para a aplicação de SEGUNDA DOSE do imunizante da CoronaVac / Butantan para quem tomou a primeira dose até o DIA 30 DE JULHO OU ANTES em Novo Hamburgo.
É necessário apresentar a documentação: comprovante da primeira dose, documento com foto, Cartão SUS Novo Hamburgo ou comprovante de residência, caso o comprovante esteja em nome de outra pessoa, deve ser apresentada declaração registrada em cartório que o vacinado reside naquele local.

 

DOAÇÕES

As pessoas a serem vacinadas poderão doar agasalhos (principalmente, cobertores, meias e roupas masculinas) e alimentos não perecíveis. As pessoas não precisarão descer de seus carros. Os mantimentos mais necessitados são arroz, massa, feijão, óleo de soja, farinhas de trigo e de milho, açúcar, leite em pó e biscoitos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2021 0 Comentários 451 Visualizações
CidadesSaúde

Posto de saúde do Centro de Nova Petrópolis passa a ter sala de apoio à amamentação

Por Ester Ellwanger 18/08/2021
Por Ester Ellwanger

Desde a quarta-feira, 11 de agosto, a unidade básica de saúde do Centro de Nova Petrópolis conta com uma sala de apoio à amamentação. O espaço funciona junto à sala de vacinação da UBS, sendo disponibilizado para mães com bebês. A inauguração do espaço integrou a programação do Agosto Dourado, mês dedicado à promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

A inauguração da sala de apoio à amamentação contou com a presença do prefeito Jorge Darlei Wolf, do vice-prefeito e secretário municipal de Saúde e Assistência Social, Martim Wissmann, e da secretária adjunta de Saúde, Crislei Gerevini. Participaram também os profissionais de diferentes áreas que integram o Gaama (Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno) e integrantes da equipe de vacinação da UBS Centro.

Em suas falas, o prefeito Jorge Darlei Wolf e o vice-prefeito Martim Wissmann destacaram a relevância do trabalho preventivo de saúde realizado pelo Gaama. “Nossas equipes contam com a autonomia de que necessitam e temos muito a agradecer pelos trabalhos diferenciados que fazem, a exemplo da criação desta sala”, afirmou o prefeito Jorge Darlei Wolf.

De acordo com a nutricionista Manoela Oliveira, integrante do Gaama, o grupo atua nos dias em que os bebês são levados à UBS Centro para receberem a vacina BCG, que normalmente é aplicada poucos dias após o nascimento. A sala de apoio à amamentação é um espaço que foi decorado e adaptado para prestar o melhor apoio para às mães com seus bebês no momento da vacinação.

“O Gaama identificou que esse é um momento muito potente, pois quase todas as crianças do Município fazem essa vacina pelo SUS. E como é aplicada nos primeiros dias após o nascimento, conseguimos apresentar o grupo e conversar com essas mães no auge das primeiras dificuldades encontradas na amamentação”, explica Manoela de Oliveira.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2021 0 Comentários 672 Visualizações
Saúde

Variante Delta é encontrada em 25% das amostras coletadas em 12 cidades do RS

Por Ester Ellwanger 18/08/2021
Por Ester Ellwanger

Nova análise divulgada em informe da Rede Corona-Ômica BR-MCTI, integrante da Rede Vírus do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), revelou que a variante Delta (21A) do SARS-CoV-2, vírus causador da Covid-19, foi encontrada em 25,88% das amostras de 12 cidades* do Rio Grande do Sul. Por meio do Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale, foram identificados e sequenciados 86 genomas completos de SARS-CoV-2 de amostras coletadas em 12 cidades do estado do Rio Grande do Sul e de amostras coletadas de viajantes coletadas no Aeroporto Salgado Filho, em colaboração com a Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre. A idade dos pacientes variou de 10 a 93 anos, e 51 amostras eram de pacientes do sexo feminino.

Foram analisadas amostras tomadas entre 15 de junho a 9 de agosto. A análise geral revelou uma predominância de amostras da variante Gamma (20J, V3, 75,29%) contra 25,88% da variante Delta (21A), conforme a ferramenta Nextclade. A análise pormenorizada, utilizando a ferramenta Pangolin na sua versão 3.1.11, revelou a seguinte distribuição em linhagens: P.1, 56 amostras; P.1.7, 5 amostras; P.1.2, 2 amostras; P.1.8, uma amostra. Já no caso da variante Delta, foram observadas 12 amostras na linhagem B.1.617.2; 9 amostras de AY.4; e uma amostra de AY.12.

Delta apareceu no Estado antes do que se pensava

Entre os fatos mais relevantes, se destacam o achado de dois casos da linhagem B.1.617.2 a partir de amostras coletadas em 17 de junho no município de Garibaldi/RS. Isso se deu antes, ainda, das primeiras notificações da variante Delta no estado do RS. Outros achados podem ser destacados:

– das 11 amostras coletadas na segunda quinzena de junho, 4 foram positivas para a variante Delta (36,66%) e 7 para a variante Gamma;
– das 65 amostras analisadas coletadas no mês de julho, 13 (20%) foram classificadas como variante Delta, contra as 52 amostras restantes da variante Gamma e seus ramos derivados;
– das 10 amostras mais recentes, coletadas no mês de agosto, 5 amostras (50%) pertencem à variante Delta.
– dentre as amostras analisadas, 8 eram provenientes de viajantes cujos suabes nasais foram coletados no Aeroporto Salgado Filho, na chegada a Porto Alegre. Seis das amostras foram positivas para a variante Gamma (P.1), uma para a linhagem derivada P.1.7 e outra amostra, de uma passageira oriunda do Rio de Janeiro, positiva para a linhagem AY.4 derivada da variante Delta.
– a variante Delta e linhagens derivadas desta foram encontradas em pacientes coletados nos municípios de Canoas, Estância Velha, Garibaldi, Novo Hamburgo e Porto Alegre.
– apenas seis das 86 amostras eram oriundas de indivíduos vacinados, estando envolvidas nestes casos as linhagens AY.12, B.1.617.2 (Delta), P.1.7 e P.1 (Gamma).

De acordo com o virologista Fernando Spilki, pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão e coordenador da rede Rede Corona-Ômica BR-MCTI, os dados corroboram os achados recentes encontrados em outros estados brasileiros de uma continuada evolução e diversificação da variante Gamma, bem como de uma ocorrência crescente da variante Delta. “É preciso ressaltar que a vigilância constante da circulação e distribuição relativa das diferentes variantes é uma ferramenta importante para o enfrentamento da pandemia. Precisamos, portanto, continuar monitorando continuamente as variantes, principalmente a Delta”, afirma.

*Amostras provenientes de: Alvorada (1), Campo Bom (3), Canoas (31), Estância Velha (1), Esteio (1), Garibaldi (16), Minas do Leão (1), Novo Hamburgo (14), Porto Alegre (11), Quaraí (1), São Sebastião do Caí (1) e Sapucaia do Sul (1), além de viajantes de outros estados. Os genomas obtidos no presente estudo devem ser depositados em bases internacionais nos próximos dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
CidadesSaúde

Prefeitura de Sapiranga realiza ação de combate ao mosquito Aedes aegypti

Por Ester Ellwanger 17/08/2021
Por Ester Ellwanger

Com o objetivo de prevenir e combater a ação do mosquito transmissor de doenças como dengue, Zika vírus e febre Chikungunya, o Setor de Controle de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde visitará os pátios das casas até 27 de agosto. Os agentes estarão uniformizados e acessarão apenas os pátios para realizar o LIRA – Levantamento Rápido de Índices para o Aedes Aegypti. O levantamento é importante para que se entenda a distribuição do mosquito, facilitando o controle e a delimitação de áreas de risco.

PREVINA-SE

A primeira e mais importante ação no combate ao mosquito Aedes aegypti, que carrega as preocupações com dengue, Zika vírus, febre Chikungunya e febre amarela, é evitar ambientes em que as larvas do inseto possam proliferar. Medidas como armazenar lixo em sacos plásticos fechados; manter a caixa d’água completamente vedada; não deixar água acumulada em calhas e coletores de águas pluviais; recolher recipientes que possam ser reservatórios de água parada, como garrafas, galões, baldes e pneus, conservando-os guardados e ou tampados; encher com areia os pratinhos dos vasos de plantas e tratar água de piscinas e espelhos d’água com cloro são ações fundamentais e contribuem para evitar a disseminação dos vírus transmissores das doenças.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2021 0 Comentários 519 Visualizações
BusinessSaúde

Inova RS realiza a III Jornada da Inovação em Saúde

Por Ester Ellwanger 16/08/2021
Por Ester Ellwanger

As regiões do Inova RS, intituladas Metropolitana e Litoral Norte, Sul, Produção e Norte e Vales, promovem a III Jornada da Inovação em Saúde, apresentando uma conversa com a temática “Estou me formando, bora empreender?”. O evento acontece no dia 25 de agosto, às 19 horas, em formato digital.
Os principais objetivos da atividade são estimular os ecossistemas de inovação para o setor da saúde e discutir perspectivas e oportunidades de empreender no setor.

Para abordar as temáticas, os seguintes convidados vão conduzir o bate-papo:
– Anne Dalla Costa: nutricionista, idealizadora da Do Nutrição – Coworking e Aceleradora para Nutricionistas. Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela UFRGS. Especialista em Nutrição Esportiva Funcional.
– Carlos Eurico Pereira: Médico Pneumologista, empreendedor, palestrante, mentor de carreira médica e novos negócios em saúde e Sócio Startup Tummi (plataforma digital para acompanhamento da jornada de pacientes oncológicos). Sócio Clínica Respirare e Centro de Especialidades Klinik.
– Jefferson Cunha: médico formado pela IMED. É fascinado por multidisciplinaridade na busca por soluções inovadoras que tragam impactos positivos na vida das pessoas, principalmente no que tange a área da saúde. É idealizador e CEO da Doutor Call, startup de telemedicina. Consultor de serviços em Saúde da Rede de Farmácias São João.
Além dos palestrantes, o evento vai contar com a mediação de Everaldo Daronco, Diretor do Departamento de Ambientes de Inovação da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado do RS, que é mestre em Ciências da Computação pela UFRGS.

Como participar?
É necessário se inscrever para o evento através do link https://cutt.ly/boraempreender. Ou acompanhar a transmissão do debate ao vivo pela página do Facebook da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul ( https://www.facebook.com/secretariadeinovacaors).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2021 0 Comentários 551 Visualizações
Saúde

Conheça os três grandes vilões dos pés para quem pratica atividade física

Por Stephany Foscarini 14/08/2021
Por Stephany Foscarini

A unha escurecida, as bolhas e o mau cheiro (conhecido popularmente como o chulé) são os grandes vilões para quem pratica atividades físicas muito frequentes de corrida ou caminhada. Segundo o médico dermatologista e diretor da SBD-RS, Juliano Peruzzo, há casos bem simples de serem resolvidos, como a escolha adequada do tênis. Em média, um corredor toca o solo com seus pés entre 160 e 180 vezes por minuto. Esse atrito constante, pode ocasionar lesões nas unhas

“Muitas vezes o paciente chega para consulta achando que é fungo, mas há muitos casos que podem ocorrer apenas pela ação constante de fricção dos pés no calçado. Por isso é tão importante acertar a numeração do tênis. É normal que o impacto recorrente que a atividade proporciona vá machucando a unha e, em alguns casos, ocorre a distrofia”, explica.

Quanto ao mau cheiro, o famoso chulé, o segredo é fugir da umidade e calor. O problema ocorre devido a substâncias liberadas por bactérias que se proliferam no ambiente úmido e quente dos nossos pés. Essa condição também propicia a infecção por fungos que causam a frieira. Por isso, uma dica para quem pratica corrida ou caminhada frequente é a organização de um rodízio do calçado.

“É importante não usar todo o dia o mesmo tênis para que ele seque bem e diminua a chance de virem a aparecer fungos”, completa o médico.

Já as bolhas ocorrem quando pontos específicos dos pés sofrem demais. Tamanho e costuras dos calçados e até o material das meias podem influenciar.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento treina equipes de saúde de Florianópolis

Por Stephany Foscarini 13/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento está capacitando equipes de 10 unidades básicas de saúde de Florianópolis que vão atuar no Estudo de Prevalência do Papilomavírus no Brasil (POP-Brasil). A pesquisa tem como principal objetivo avaliar o impacto da vacinação contra o HPV em todas as regiões do país. As pesquisadoras da instituição chegaram na capital catarinense na última terça-feira (10), e encerraram o treinamento dos profissionais da Prefeitura de Florianópolis na quinta-feira (12).

Eles foram capacitados para realizar uma nova edição de coleta de dados e de testagem, no mesmo modelo usado entre 2015 e 2017 — primeira etapa do estudo. As coletas de dados, de sangue e de material genital e anal serão efetuadas mediante entrevistas feitas por profissionais de saúde. As amostras serão utilizadas para testes de anticorpos específicos contra os tipos de HPV incluídos na vacina.

“O objetivo é reproduzir o método e comparar os resultados para avaliar se houve diminuição da prevalência ou persistência da infecção em indivíduos vacinados”, explica a líder do projeto e pesquisadora do Hospital Moinhos de Vento, Eliana Wendland. A médica acrescenta que o estudo é essencial para avaliar e determinar os próximos passos a serem seguidos na vacinação contra o HPV no Brasil.

Em todas as capitais do país, cerca de 15 mil mulheres e homens de 16 a 25 anos serão examinados por meio de coletas feitas nos centros de saúde de cada cidade. O estudo será finalizado em 2023, período previsto para que uma boa parcela de brasileiros desta faixa etária seja analisada antes e após a imunização.

Estudos sobre o HPV

Desde 2015, o Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, lidera um trabalho epidemiológico nacional sobre o HPV, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). A iniciativa busca avaliar o impacto da infecção pelo papilomavírus humano em três estudos: POP-Brasil (avalia a prevalência de HPV nacionalmente, monitorando o impacto da vacinação), SMESH (avalia a prevalência de HPV em populações de alto risco) e STOP-HPV (avalia a associação de HPV e câncer de cabeça e pescoço). Em 2020, o estudo POP-Brasil mostrou que o HPV atinge igualmente todas as classes sociais no país. Os dados mostram prevalência da infecção em 51% da classe A-B, 53% da classe C e 55% da classe D-E.

O HPV é um vírus infeccioso e sexualmente transmissível. Além disso, pode ser responsável pelo desenvolvimento de diversos tipos de câncer como o de colo uterino, orofaringe, pênis e vagina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2021 0 Comentários 663 Visualizações
Saúde

Evento alerta para restrições de acesso ao diagnóstico precoce e tratamento de doenças raras

Por Stephany Foscarini 12/08/2021
Por Stephany Foscarini

O papel do médico geneticista na atenção à saúde foi um dos aspectos mais importantes discutidos durante os dois dias de realização do III Fórum de Doenças Raras do CFM (Conselho Federal de Medicina). Especialistas debateram a organização das linhas de cuidados para pessoas com Doenças Genéticas Raras no âmbito do SUS bem como o acesso a tecnologias assistivas que permitem assistência mais adequada aos pacientes. As palestras foram realizadas de forma online nos dias 5 e 6 de agosto através de videoconferência na plataforma Zoom com transmissão ao vivo pelo canal YouTube do CFM, onde estão disponíveis.

“Ficamos felizes com a participação ativa de muitos médicos geneticistas e membros da SBGM. Isso mostra a importância da especialidade no diagnóstico e tratamento das doenças raras, e contribui para maior visibilidade da nossa sociedade. O tema escolhido foi muito feliz, dialogando com a Portaria de Atenção Integral a Pessoas com Doenças Raras no SUS. Nossos colegas médicos geneticistas tiveram a oportunidade de contar experiências locais bem sucedidas como, por exemplo, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, na Universidade Federal de Alagoas, em Maceió e na UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas”, destacou a diretora da SBGM, Débora Gusmão Melo.

A segunda mesa redonda, tratou do acesso a tecnologias assistivas. A presidente da SBGM, Têmis Maria Félix, apresentou o tema “Osteogênese Imperfeita e Reabilitação”.

“Na osteogênese imperfeita, um dos pilares do tratamento é a reabilitação, tanto com fisioterapia como com terapia ocupacional. Essas ações promovem aumento da força muscular, previnem contraturas e deformidades, aumentam a funcionalidade e promovem a independência dos pacientes”, afirmou.

O evento foi organizado pela Câmara Técnica de Doenças Raras do CFM que conta com participação de dois membros da diretoria da SBGM: Débora Gusmão Melo e Marcial Francis Galera. Além disso, o evento contou com a palestra da presidente da SBGM, Têmis Maria Félix e de outros quatro médicos geneticistas associados da SBGM.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2021 0 Comentários 826 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento promove I Simpósio Multiprofissional de Aleitamento Materno

Por Stephany Foscarini 11/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Hospital Moinhos de Vento será palco, nos dias 11 e 18 de agosto, do I Simpósio Multiprofissional de Aleitamento Materno. O evento online e gratuito tem como objetivo principal enfatizar a importância de os profissionais da saúde de todas as especialidades contribuírem e promoverem a amamentação, incentivando a prática entre as pacientes puérperas. Dedicado aos públicos interno e externo, o evento ocorre das 19h às 21h e as inscrições podem ser feitas no site da instituição.

Em debate, estarão temas como o aleitamento durante a pandemia e a importância do leite materno como fator de proteção para o bebê. Também serão abordados os aspectos de nutrição do lactente, além de amamentação e o vínculo entre mãe e filho. A programação integra o Mês do Aleitamento Materno, que em 2021 tem como tema “Proteger a amamentação é proteger a vida.”

Ao longo de todo o mês — conhecido como Agosto Dourado devido à cor que se refere ao padrão ouro de qualidade do leite materno —, o Hospital Moinhos de Vento busca conscientizar a sociedade, por meio de ações internas e externas, a respeito da importância desse ato. “A amamentação é uma questão de saúde pública, um direito garantido por lei e traz benefícios tanto para a saúde da mulher quanto da criança a curto, médio e longo prazos. É sabido que reduz o número de internações na infância e, consequentemente, reduz a mortalidade infantil”, destaca Andreia Amorim, enfermeira e coordenadora assistencial da Maternidade Hilda Gerdau Johannpeter. “O aleitamento deve ter início logo no nascimento do bebê, por isso, é de fundamental importância o contato pele a pele após o parto”, explica.

Programa Amamentar

O Hospital Moinhos realiza uma série de ações de acompanhamento das pacientes. Entre eles está o serviço “Amamentar”, destinado às puérperas que desejam obter maior conhecimento sobre o aleitamento materno ou aquelas que estão com algum tipo de dificuldade para amamentar após a alta hospitalar. O atendimento conta com duas enfermeiras que possuem o título de especialista internacional em lactação pelo International Board of Lactation Consultant Examiners (IBCLE).

Além disso, as equipes da Maternidade, UTI Neonatal e Pediatria recebem capacitações frequentes para que estejam sempre atualizadas, prestando uma assistência individualizada às mães e sua rede de apoio. “Amamentar não é intuitivo, é necessário naturalizar as dificuldades que algumas mulheres experienciam no ato de nutrir seus filhos e se colocar ao lado delas para reduzir essas barreiras. Muitas vezes esses desafios estão relacionados à própria história materna e às redes de apoio nas quais ela está inserida”, revela a enfermeira.

Aleitamento materno

Uma pesquisa inédita realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2020 buscou descrever a prevalência dos indicadores do aleitamento materno, por macrorregião, e analisou a tendência desses indicadores nos últimos 34 anos.

A prevalência do aleitamento materno exclusivo entre as crianças com menos de seis meses de idade foi de 45,7% no Brasil, sendo essa prática mais frequente na região Sul (53,1%) e menos na região Nordeste (38,0%). Por outro lado, a região Nordeste apresentou maiores índices no aleitamento materno continuado aos 12 meses (crianças de 12 a 15 meses), com 61,1%. No Sul, para esta faixa etária, o índice ficou em 35%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2021 0 Comentários 549 Visualizações
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