A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Bom emite um alerta: é preciso intensificar as ações de combate à dengue na cidade. Desde o início de março, em vista do surgimento de casos da doença em outros municípios do RS, a prefeitura aponta a necessidade de adoção, por parte de todos os campo-bonenses, de medidas básicas de prevenção para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti. Ainda assim, 59 casos suspeitos de dengue foram identificados na cidade neste ano, sendo 11 positivos, nove negativos e 39 ainda sob observação.
Para o prefeito Luciano Orsi, esta é uma causa que requer o comprometimento de toda a população. “O Município adquiriu testes junto à Universidade Feevale para rapidamente identificar os casos da doença e impedir seu avanço, mas o que de forma efetiva combate à dengue é o cuidado do morador com os focos de água parada à sua volta”, observa.

“A Vigilância Sanitária atua de forma contínua, ao longo do ano, na fiscalização dos locais onde o mosquito possa se reproduzir”, informa o secretário de Saúde João Paulo Berkembrock. No próximo sábado, dia 26, um mutirão dos agentes de endemias ocorrerá no bairro Operária para inspecionar as seguintes ruas: Paineira, Araucária, Jacarandá, Imbúia, Alecrim, Bom Jesus, Lothário Gerhardt, Elvira Conceição e João A da Silva.
Ao menor sinal dos sintomas da doença, a recomendação da Administração Municipal é para que procurem a unidade de saúde mais próxima. Em caso de denúncias sobre focos de água parada ou necessidade de orientações a respeito do combate à dengue, ligar para a Vigilância Sanitária, telefone (51) 3598-8669.





Nos próximos dias, a cooperativa divulgará ainda a campanha Todo mundo pode cuidar, com o objetivo de mobilizar, inicialmente, os mais de 6 mil cooperados na destinação de seus Impostos de Renda à entidade. Os recursos para a manutenção do Instituto serão oriundos de contribuições PJ e PF, além de outras doações. “É importante lembrar que toda a pessoa física optante pela declaração de Imposto de Renda modelo completo pode destinar até 6% do IR para projetos incentivados. Além disso, toda a empresa optante pelo regime Lucro Real pode destinar até 9% do seu Imposto de Renda”, complementa Gerson Silva.

