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Saúde

Saúde

AMRIGS alerta sobre o risco de retorno da poliomielite no Brasil

Por Stephany Foscarini 21/05/2022
Por Stephany Foscarini

Certificado em 1994 pela Organização Mundial da Saúde como livre da poliomielite (também chamada de pólio ou paralisia infantil), o Brasil voltou a ser considerado pela entidade como uma nação em risco de reintrodução da doença. O cenário preocupa a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

Uma das razões para este quadro é a baixa cobertura vacinal. A meta de 95% do público-alvo vacinado, patamar necessário para que a população seja considerada protegida contra a doença, não vem sendo atingida desde 2015.

O presidente da AMRIGS, Gerson Junqueira Jr., lembra que, entre os fatores considerados críticos, está o fenômeno que vem sendo chamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) de “Hesitação da Vacina”, que ocorre quando há a vacina disponível, mas ela não está sendo aplicada ou está sendo aplicada com atraso.

Para enfrentamento são necessárias ações que envolvem os 3 “C”: confiança, complacência e conveniência. O primeiro C está relacionado à confiança na eficácia da vacina e no sistema de saúde que as fornece. O segundo relaciona-se com a pouca percepção de risco do indivíduo em ter possibilidade de entrar em contato com a doença, desta forma, não considera a vacina necessária. E o terceiro C está ligado à conveniência, que leva em consideração a falta e\ou dificuldades de acesso aos serviços de vacinação.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito, que ocorre em cerca de 1% das infecções causadas pelo poliovírus. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principais características a flacidez muscular, com sensibilidade preservada, e a arreflexia no segmento atingido.

Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”.

A baixa vigilância da paralisia flácida é um dos fatores apontados também pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) como um problema. Há parâmetros que precisam ser observados, segundo o médico e membro do Comitê de Infectologia da SPRS, Juarez Cunha, e o Brasil não está conseguindo fazer esse monitoramento. “Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”, explicou.

O pediatra reforça também que é necessário ampliar a vigilância ambiental, que é a técnica de procurar o vírus no esgoto. No Brasil, apenas São Paulo realiza esse procedimento. “Vários países fazem essa vigilância. Israel detectou um caso e, após a vigilância no esgoto, foram localizados outros oito casos”, explica.

O médico salienta ainda uma característica da poliomielite que se assemelha ao que vivemos na pandemia da Covid-19. Por ser em alguns casos assintomática, a pessoa pode estar eliminando inconscientemente o vírus pelas fezes ou secreções eliminadas pela boca. É essencial que as famílias procurem os postos de saúde e vacinem as crianças.

Poliomielite no Brasil e no mundo

O Brasil, a partir de 1988, ampliou a prevenção, vacinando a população. A estratégia de vacinação oral em massa contribuiu para livrar o país do problema em 1989, quando o último caso foi registrado, segundo o Ministério da Saúde. Em 1994, toda a região das Américas foi certificada como livre da circulação do poliovírus.

Atualmente, a poliomielite existe no mundo em três países: Afeganistão, Paquistão e Nigéria. Mais recentemente, casos foram registrados em Israel, chamando atenção por ter ocorrido em um país desenvolvido e com grande estrutura de vigilância em saúde.

Brasil, Bolívia, Equador, Guatemala, Haiti, Paraguai, Suriname e Venezuela são os países das Américas com alto risco de volta da poliomielite, segundo informes divulgados pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Medidas preventivas ajudam a amenizar procura por atendimento na emergência pediátrica do Hospital Sapiranga

Por Ester Ellwanger 20/05/2022
Por Ester Ellwanger

Reforço de profissionais e campanha de conscientização são as estratégias que o Hospital Sapiranga tem adotado para tentar diminuir o tempo de espera e proporcionar tranquilidade aos pais que buscam atendimento de seus filhos nesta época do ano.

O Hospital Sapiranga contratou mais um profissional para atendimento a consulta de pronto atendimento, em dias de maior fluxo e elaborou um material informativo para auxiliar os pais em quais situações levar uma criança ao serviço de emergência, pois a grande maioria dos atendimentos são classificados com sintomas leves, os quais recomenda-se o atendimento eletivo. Este material também está disponível no site do hospital no Portal de Notícias

A Instituição também tem voltado sua atenção para o Centro de Especialidades, ampliando as agendas para esta especialidade e dispondo de mais horários e dias de atendimentos para consultas eletivas.

“Cabe ressaltar que há uma dificuldade de conseguir novos profissionais no mercado, principalmente para atendimentos em emergências, pela baixa procura na formação desta especialidade”, afirma a diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann.

O Hospital conta com um profissional diariamente 24 horas. Nas últimas semanas com o aumento da procura para o pronto atendimento, em alguns dias de semana e horários são mantidos dois médicos, além dos profissionais disponíveis no Centro de Especialidades para atendimentos eletivos.

O atendimento de emergência e urgência pediátrica é aconselhado quando não há como esperar por uma consulta agendada com o pediatra da criança. A recomendação ideal para a saúde da criança, são as consultas periódicas eletivas, conforme orientações do Ministério da Saúde. Desta forma, é possível avaliar a criança de forma geral, focar em condutas e tratamentos certos para cada situação.

Segundo o coordenador da Pediatria do Hospital Sapiranga, Thiago Longhi, com o atendimento especializado, as dúvidas, as queixas e qualquer outra situação incomum, serão melhores compreendidas por um médico que já mantém um contato frequente com os hábitos e rotinas da criança;

“Com o acompanhamento periódico, muitas situações futuras poderão ser evitadas, e consequentemente a necessidade de atendimentos de emergência também”, esclarece.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

20/05/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Saúde

 Gravataí recebe cabine de biossegurança para retomar exames que detectam doenças pulmonares

Por Ester Ellwanger 19/05/2022
Por Ester Ellwanger

A cidade de Gravataí recebe dos dias 16 a 27 de maio, a cabine de biossegurança para a realização de exames de espirometria – que auxilia no diagnóstico preciso de doenças pulmonares crônicas. A ação é uma parceria da Boehringer Ingelheim, Secretaria Municipal de Gravataí e ocorrerá Rua Pref. Victor Hugo Ludwig, 235 Centro. A expectativa é atender até 150 paciente por dia.

 

Desde o início da pandemia, em função do alto risco de contágio por Covid-19, essa avaliação passou a ser recomendada apenas em casos extremamente necessários, atrasando o diagnóstico de doenças respiratórias como a asma e a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) popularmente conhecida como enfisema pulmonar. Com o retorno dos exames, a cabine é uma opção mais segura para a realização do mesmo.

A cabine de biossegurança, projetada pela Boehringer Ingelheim, tem como objetivo criar uma proteção extra para todos os envolvidos no processo do exame. Equipada de tecnologia de alta performance com dois filtros (Hepa e Ulpa) que permitem eliminar 99,9% de vírus e bactérias, purificando assim todo o ar que entra e sai da cabine em apenas um minuto.  “A espirometria é um exame em que o paciente assopra em um aparelho para medir a sua capacidade e a função pulmonar, podendo disseminar aerossóis — que podem conter micro-organismos como bactérias, vírus da gripe e o coronavírus SARS-CoV-2 (causador da COVID-19).

“A cabine promove isolamento e a filtragem microbiológica do ar exalado protegendo técnicos, médicos, demais pacientes e profissionais de saúde da contaminação por vírus, bactérias e outros agentes que causam doença respiratória”, explica o especialista em Pneumologia e Tisiologia, Dr. Marcelo Gervilla Gregório, um dos responsáveis pelo projeto, em parceria com a Boehringer Ingelheim.

Esta inovação 100% brasileira chega como uma alternativa viável mesmo na pandemia de covid-19 permitindo reduzir a fila de pessoas já cadastradas no Sistema Único de Saúde elegíveis para a realização da espirometria e auxiliar no diagnóstico e na avaliação de eventuais sequelas pulmonares pós-covid 19.

 

 Sobre a DPOC

A doença pulmonar obstrutiva crônica é uma condição progressiva e séria que limita o fluxo de ar nos pulmões e afeta a qualidade de vida dos pacientes, por produzir sintomas como tosse crônica, expectoração e falta de ar, que muitas vezes impedem a realização de atividades básicas do dia a dia.

No Brasil, quatro brasileiros morrem por hora, 96 por dia e 40 mil todos os anos em decorrência da DPOC. O tabagismo é o principal fator de risco para a doença, seguido de exposição ocupacional e ambiental envolvendo vapores químicos, poeira e outras partículas que provocam inflamação pulmonar. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado diminuem as taxas de exacerbação (crises respiratórias nas quais a falta de ar piora subitamente).

“É preciso evitar a progressão da doença por meio da detecção precoce para reduzir os números de internações hospitalares — ainda mais em tempos de pandemia — e a mortalidade pela doença, especialmente de pacientes entre 50 e 70 anos de idade”, explica o especialista.

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são as chaves para diminuir as taxas de exacerbação (crises de piora).

“Agora podemos personalizar o tratamento, oferecendo pela primeira vez aos pacientes em estágios mais avançados o broncodilatador de inalação em nuvem, que beneficia aqueles que não conseguem atingir um fluxo inalatório mínimo para inalar outros medicamentos” diz o especialista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

19/05/2022 0 Comentários 585 Visualizações
Saúde

Palácio Piratini e o prédio do CAFF se iluminarão de verde na luta contra doença que mais causa cegueira evitável no mundo

Por Stephany Foscarini 19/05/2022
Por Stephany Foscarini

Por meio da iluminação verde, entidades públicas e privadas de todo o País manifestam apoio à Campanha 24 horas pelo Glaucoma, promovida pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). A iniciativa visa conscientizar a população sobre os riscos dessa doença e sobre a importância do seu diagnóstico e tratamento precoces. As ações que transcorrem ao longo de maio concentrarão esforços em uma grande maratona on-line prevista para o dia 21 deste mês, em conjunto com a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) e com o apoio de diversas empresas parceiras.

No Rio Grande do Sul, receberão iluminação verde o Palácio Piratini, entre 20 e 24 de maio, e o prédio do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), entre 20 e 31 de maio. O governo do Rio Grande do Sul também divulgará o material da campanha.

O glaucoma é uma doença crônica que afeta o nervo óptico, estrutura responsável por conectar o que o olho enxerga com o cérebro para formar a visão. A pressão intraocular suficientemente elevada machuca o nervo óptico progressivamente e, infelizmente, não é possível recuperar as partes do nervo que foram lesadas. Assim, o glaucoma não tratado corretamente pode levar à perda permanente da visão.

É preciso que a população esteja atenta à necessidade de realizar exames preventivos, para evitar problemas com doenças assintomáticas e progressivas no aparelho de visão, como é o caso do glaucoma. Embora seja um mal crônico, o diagnóstico e tratamento precoce garantem grandes chances de interromper o avanço da doença”.

“É preciso que a população esteja atenta à necessidade de realizar exames preventivos, para evitar problemas com doenças assintomáticas e progressivas no aparelho de visão, como é o caso do glaucoma. Embora seja um mal crônico, o diagnóstico e tratamento precoce garantem grandes chances de interromper o avanço da doença”, explicou o presidente da SBG, Roberto Galvão Filho.

Personalidades

Além das ações de iluminação em alusão à causa, o projeto também conta com o apoio de diversas personalidades e entidades médicas, sempre com o intuito de mobilizar o maior número de pessoas para essa causa. Para tanto, as redes sociais estão sendo espaços privilegiados para a divulgação de conteúdo. Também no site da campanha 24 horas pelo Glaucoma, já é possível acessar diversos materiais elucidativos acerca dessa doença que atinge de 1 a 2% da população mundial.

Todas as ações desenvolvidas na campanha têm a pretensão de promover reflexões e impulsionar informações seguras acerca do glaucoma. Essa estratégia de iluminar espaços de grande visibilidade em todo o país é mais uma maneira de chamar atenção dos brasileiros para o risco em torno da doença, além de estimular a busca por informações sobre exames, diagnóstico e tratamentos”.

“Todas as ações desenvolvidas na campanha têm a pretensão de promover reflexões e impulsionar informações seguras acerca do glaucoma. Essa estratégia de iluminar espaços de grande visibilidade em todo o país é mais uma maneira de chamar atenção dos brasileiros para o risco em torno da doença, além de estimular a busca por informações sobre exames, diagnóstico e tratamentos”, destacou o presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Cristiano Caixeta Umbelino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2022 0 Comentários 569 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo terá drive-thru de vacinação da gripe neste sábado

Por Ester Ellwanger 18/05/2022
Por Ester Ellwanger

A Secretaria Municipal de Saúde de Novo Hamburgo promove, neste sábado, dia 21, das 9h às 11h30, no estacionamento da prefeitura (Rua Guia Lopes, 4201, Canudos), drive-thru de vacinação contra a gripe. Além de pessoas que chegarem de carro, serão imunizadas quem chegar a pé. Não serão vacinadas crianças no drive-thru.

Confira quem pode se imunizar:
– Adultos com mais de 55 anos;
– Gestantes e puérperas;
– Povos indígenas;
– Trabalhadores da educação;
– Trabalhadores da saúde;
– Pessoas com comorbidades;
– Pessoas com deficiência permanente;
– Caminhoneiros;
– Trabalhadores de Transporte Coletivo Rodoviário Passageiros Urbano e de Longo Curso;
– Trabalhadores Portuários;
– Forças de Segurança e Salvamento;
– Forças Armadas;
– Funcionários do Sistema de Privação de Liberdade.

Documentação
A documentação a ser apresentada é documento com foto e cartão SUS Novo Hamburgo. Para profissionais será exigido, também, que trabalhem em Novo Hamburgo e documento que comprove vínculo empregatício, como Carteira de Trabalho, contrato de trabalho e contracheque atualizado. Ainda, será aceita declaração de profissionais que trabalham no município. As pessoas com comorbidades e deficiência permanente devem também apresentar laudo médico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/05/2022 0 Comentários 715 Visualizações
Saúde

Evento nacional discute mais políticas públicas para idosos

Por Ester Ellwanger 17/05/2022
Por Ester Ellwanger

A tendência demográfica no Brasil é o envelhecimento da população: com a diminuição progressiva dos nascimentos e uma longevidade maior, os idosos já somam 31 milhões de pessoas em todo o país. Estima-se que até 2030, teremos mais brasileiros com idade superior a 60 anos do que jovens entre zero e 14 anos. Diante desse prognóstico, a demanda por Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), tende a aumentar e o olhar público para a questão tem se tornado mais urgente.

Essa discussão esteve no centro do 2º Fórum Nacional das ILPIs Privadas, que ocorreu em formato híbrido (presencial e online) no Instituto do Cérebro (Inscer), nesta sexta-feira, 13 de maio. Ao longo do dia, autoridades e especialistas abordaram uma série de temas para avançar no debate sobre a oferta e a qualidade dos serviços em consonância com a legislação, além de tocar em temas sensíveis como o Projeto de Lei que cria um piso da Enfermagem e a necessidade de políticas públicas para o setor.

O evento foi promovido pelo Moderna Idade – Núcleo de Residenciais Geriátricos, do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa). “O movimento de união que estamos fazendo fará a diferença para o fortalecimento do setor e uma melhor resposta para a população”, destacou o presidente do Sindicato, Henri Siegert Chazan.

O encontro contou com a presença do Secretário Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Antônio Costa, que defendeu uma ação mais efetiva do poder público para a construção de políticas voltadas para a população idosa.

“O país está envelhecendo e esbarra em diversas realidades em um mesmo território. Nossa missão é plantar a semente e realizar programas para absorver a demanda que está se criando”, destacou.

A pandemia demonstrou a defasagem da intersecção entre as ILPIs e a gestão pública, na opinião do Secretário Municipal da Saúde de Porto Alegre, Mauro Sparta. “Quando precisamos vacinar a população dos residenciais geriátricos, percebemos que não havia essa proximidade. Vencer esses desafios foi o lado positivo que vivemos”, disse, ressaltando que a atenção para esta população precisa ser maior, por meio de convênios e parcerias público-privadas.

 

PL da Enfermagem

No primeiro painel foi abordado o impacto do PL 2.564/2020, que regulariza o piso nacional da enfermagem, aprovado pela Câmara dos Deputados. Henri Siegert Chazan, que também é conselheiro nacional dos Direitos do Idoso, falou sobre os impactos imediatos caso a proposta seja sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro: “existe uma disparidade em relação ao que a categoria recebe nos diferentes estados, porque há diferentes realidades que o PL não considera”. Com isso, regiões mais pobres vão ser afetadas com um percentual de aumento superior a regiões mais desenvolvidas economicamente.
Outra problemática, é a fonte pagadora dos aumentos para os hospitais públicos e filantrópicos que não está prevista no texto do PL, alertaram os palestrantes. O secretário Mauro Sparta explicou que tudo que a gestão pública paga já está definido por orçamento específico — e sem aumento das verbas, não há de onde custar o aumento.

Além das questões de desigualdade de renda e de custeio público, também existe o impacto da precificação no serviço das ILPIs privadas — e o peso no bolso das famílias que contratam esses profissionais de forma direta, destacou o Cristiano Lisboa Martins, presidente do Conselho dos Direitos da Pessoa Idosa da OAB/RS e também membro do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso.

“Como vamos comunicar a essas famílias e comunicar que as mensalidades podem aumentar 40%, 50%?”, questiona.

As autoridades consideram justa a valorização da categoria, porém alertam que a forma como o projeto foi construído não é sustentável para o setor de saúde.

 

Abordagens diversas

O dia também contou com a participação da pesquisadora Ana Amélia Camarano, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), com a moderação de Cristiano Lisboa Martins. Durante a exposição, Amélia fez um resgate histórico sobre a constituição das ILPIs e a importância da construção de políticas públicas voltadas para os idosos.

“Estamos pleiteando, junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), os recursos para coletar dados e entender melhor esse recorte da população. Sem indicadores não há como construir linhas de ação social”, relatou.

O fórum discutiu o tema do associativismo no setor, em busca de uma legislação federal mais ampla, com as falas do Diretor Jurídico da Associação Estadual das ILPIs do Rio de Janeiro, Marcos Heleno, do Presidente do Conselho do Direito do Idoso do Distrito Federal, Mauro Freitas, e do Presidente da Associação de Casas de Repouso do Estado de São Paulo, Mathias Weisheit, com a mediação de Robson Morales, do Moderna Idade.

Foto: David Mancy Pires/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/05/2022 0 Comentários 615 Visualizações
Saúde

Pediatras alertam para alto risco de inalação de pó, propagado em vídeos nas redes sociais

Por Stephany Foscarini 16/05/2022
Por Stephany Foscarini

Recente veiculação por mídias sociais de um chamado “desafio euphoria”, no qual adolescentes mimetizam a inalação de cocaína, fazendo uso do pó, obtido do raspado de ressecado de corretivo escolar, para inalação, preocupa os médicos.

Necessita de mecanismos de proteção para garantir a remoção de partículas inaladas e agentes infecciosos, que constantemente atingem sua camada mucosa de revestimento (desde as fossas nasais até os bronquíolos)”.

A inalação de partículas de diferentes natureza, pode vir a causar danos capazes de comprometer o adequado funcionamento da respiração. O presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Sérgio Amantéa, alerta para os altos riscos da prática. “O trato respiratório é uma estrutura complexa que estabelece uma grande interface com o meio externo. Possui uma função condutora de gases que será a responsável pelo direcionamento do oxigênio até as unidades alveolares responsáveis pela oxigenação do sangue. Assim, necessita de mecanismos de proteção para garantir a remoção de partículas inaladas e agentes infecciosos, que constantemente atingem sua camada mucosa de revestimento (desde as fossas nasais até os bronquíolos). Inflamação pode ser o resultado da agressão a essa mucosa, seja por agentes físicos ou químicos, de causas infecciosas ou alérgicas”, explica.

Quais são os males à saúde ao inalar essa sustância?

A magnitude do insulto dependerá das características do inalado e suas propriedades físico-químicas, da quantidade de substância inalada e a periodicidade do ato de inalar. Supõe-se que o dano ou a sua extensão possam ser maiores, quanto maior for a dose ou a frequência de uso.

Composição química

O corretivo é feito a base de água (função solvente), etanol (função secante) e contém substâncias tóxicas como o dióxido de titânio (cor branca a tintas), polímeros e dispersantes (manter consistência e homogeneização da mistura).

Estudos em animais com dióxido de titânio demonstram efeitos tóxicos sobre várias linhagens de células (nervosas, pulmonares e sanguíneas). Em humanos seus efeitos ainda são desconhecidos. Seus cristais têm sido encontrados depositados com uma maior frequência em pâncreas de pacientes diabéticos.

Ação química direta da inalação do corretivo pode:

• Comprometer mecanismos de defesa e predispor infecções locais (rinosinusites, pneumonias), além de sangramento e ressecamento da cavidade nasal.
• Ativar respostas imunes: promover crises ou agravar processos inflamatórios relacionados a asma brônquica ou rinite alérgica
• Diminuir a eficiência do transporte e da troca gasosa: pneumonites químicas
Ação do hábito pode:
• Estimular o consumo de drogas e substâncias ilícitas análogas ao referido “desafio”.
Ação sobre a mucosa pode:
• Estimular a absorção sistêmica (sanguínea) pelo trato respiratório e secundariamente manifestar sintomas associados a intoxicação exógena.

Podem ter sequelas permanentes?

Não existem dados de longo prazo para estabelecer esta resposta com segurança. Entretanto, a potencialidade do dano agudo existe e algumas destas manifestações agudas podem cursar com sequelas dependendo da intensidade do dano. A própria indução gerada pelo hábito, como já referido, pode influenciar comportamentos futuros indesejáveis com graves sequelas.

Em uma situação crônica, qual tipo de tratamento realizado?

Esta pergunta é interessante. Não estamos falando de uma droga de uso ilícito. Não estamos falando de dependência química ou drogadição. Dentro do presente contexto estamos falando de um desvio de comportamento. Um estímulo ao uso de drogas por parte dos atores do desafio. No meu ponto de vista a prevenção passa por informação.

Sob o ponto de vista de saúde e tratamento, nossas presentes ações podem ser necessárias sobre o efeito de agressão as mucosas do trato respiratório e a potencialidade para manifestações de intoxicações. Neste cenário, dependendo da manifestação, manobras de lavagem nasal, uso de antimicrobianos ou antinflamatórios podem ser indicados dependendo da clínica apresentada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2022 0 Comentários 474 Visualizações
Saúde

Conheça cuidados importantes no uso frequente de repelentes

Por Stephany Foscarini 14/05/2022
Por Stephany Foscarini

A preocupação com o mosquito transmissor da dengue e de outras doenças fez crescer a procura pelo uso de repelentes. A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS) orienta que sejam observados atentamente os cuidados no uso do produto na pele.

“Havendo a necessidade de uso do repelente não há problema. É importante observar as características de cada fabricante. O fato de alguns itens terem aromas, por exemplo, é um deles. A essência pode causar dermatite em pacientes predispostos. Para estes casos, existem disponíveis repelentes sem cheiro”, explica a dermatologista e presidente da SBD-RS, Analupe Webber.

Existem basicamente três ativos repelentes recomendados pela Organização Mundial da Saúde, de acordo com a dermatologista e diretora da SBD-RS, Clarissa Prati: DEET, icaridina e IR3535. Pessoas com pele mais sensível devem realizar o teste antes de utilizar qualquer um dos produtos. A indicação varia mais com a idade, sendo recomendado que a escolha seja alinhada com o médico dermatologista.

O mercado já disponibiliza repelentes apropriados para bebês a partir de três meses. Para crianças entre dois e sete anos de idade é importante observar o uso de repelentes que contenham fórmulas específicas. A partir dos sete anos de idade, a composição pode ser diferente. Outro cuidado é não utilizar o repelente embaixo das roupas ou na hora de dormir. Nestes casos é indicado adotar outras medidas protetivas como uso de mosquiteiros ou telas nas janelas.

Cuidados importantes

Se necessário reaplicar apenas o protetor solar. A reaplicação muito frequente da combinação protetor+repelente pode resultar em efeitos tóxicos (irritação) associados ao repelente.

1) Note que a duração do efeito depende do repelente e da concentração do ingrediente ativo na formulação.

2) Reaplicar o repelente na pele de acordo com os intervalos recomendados nas instruções do produto. Não aplique em excesso nem reaplique em intervalos mais curtos do que os recomendados nas instruções de uso do produto.

3) Não aplique repelente na pele abaixo de área coberta por roupa.

4) Use vestimentas e meias que mantenham a maior área corporal coberta.

5) Aplicar o repelente somente em áreas com a pele integra. Não usar em áreas com lesões ou inflamadas, o que pode aumentar a absorção e o risco de efeitos adversos.

6) Evitar contato com os olhos e a boca e aplicar com cautela em local próximo aos ouvidos.

7) Evite inalar ou usar o spray próximo a alimentos.

8) Quando usar spray não direcione para a face: aplique primeiro nas mãos e depois use as mãos para aplicar na face.

9) 0 repelente pode também ser aplicado nas roupas. Caso aplique nas roupas, estas devem ser lavadas antes de serem reutilizadas.

10) Em caso de irritação local suspender o produto, lavar a área afetada com água e sabão, e eventualmente usar outro repelente.

11) 0 DEET pode danificar fibras sintéticas e plásticos.

12) Mantenha os repelentes fora do alcance de crianças.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2022 0 Comentários 664 Visualizações
Saúde

Emoção e orgulho marcam inauguração da nova Unidade de Internação SUS no Hospital Sapiranga

Por Ester Ellwanger 12/05/2022
Por Ester Ellwanger

A Ala Esmeraldas Hospital Sapiranga vai operar com 60 leitos, equipados com novos e modernos equipamentos. A solenidade de inauguração ocorreu na manhã desta quarta-feira, 11 de maio. O espaço será destinado para atendimento de pacientes que internam através do Sistema Único de Saúde – SUS. A ala funcionava na parte mais antiga do Hospital Sapiranga, construída há aproximadamente 70 anos, e que estava atendendo, em média, 360 pacientes por mês. Provisoriamente, o espaço continuará servindo como suporte para área administrativa.

A diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann, agradeceu emocionada aquilo que foi chamado de realização de um grande sonho. A ideia inicial era a reforma do espaço antigo, mas viu-se que seria necessário reduzir o número de leitos. A partir daquela realidade, o Hospital deu início ao projeto de construção de todo uma edificação, conseguindo que fosse feita a completa reformulação sem alterar a capacidade de atendimento.

“O quanto nós todos estamos felizes é difícil expressar. É um sonho de muitos anos. Reduzir leitos era impensável. Então, decidimos pela construção do novo anexo adquirindo o terreno que era pertencente ao Sindicato dos Sapateiros. São quatro pavimentos e era algo que parecia ousado e impossível. De onde um hospital que atende 70% SUS teria recursos? Foram dois anos construindo o esqueleto e a base desse novo anexo, começando com recursos próprios e indo atrás de verbas federais. Chegamos até aqui e não posso deixar de mencionar o olhar empreendedor de nosso presidente que sempre nos incentivou a pensar grande”, disse Elita.

O presidente do Hospital Sapiranga, João Edmar Wolff, que completou recentemente quinze anos à frente da Instituição, manifestou o orgulho e satisfação pelo momento vivido.

“Busque sempre o melhor. Eu sempre digo isso nas nossas reuniões. Como hospital, temos de nos nivelar por cima. Parabéns a toda equipe pelo comprometimento de todos”, disse.

O planejamento inicial era para que o novo espaço estivesse funcionando ainda em 2021, mas a pandemia atrasou a obra, a nova unidade que hoje possui 450 m2, passará para 1.150 m2.

 

Uma construção coletiva

Políticos que tiveram atuação na captação de recursos financeiros para obra, participaram da solenidade destacando a importância da conquista.

“Esta casa não atende apenas Sapiranguense, mas toda a região. A saúde é uma área complexa e quero parabenizar a todos envolvidos”, afirmou o ex-deputado João Fischer, o Fixinha.

O ex-deputado federal, Renato Molling, lembrou a característica de todos na busca por uma melhoria contínua no atendimento.

“É uma casa que temos orgulho pela qualidade e comprometimento que tem no atendimento à saúde. Conta com médicos e profissionais habilitados e equipamentos de qualidade. Isso é fruto de uma boa gestão e de projetos feitos por pessoas que têm visão de futuro”, acrescentou o ex-deputado federal, Renato Moling.

O prefeito de Nova Hartz, Flavio Emilio Jost, lembrou as dificuldades do passado, quando havia uma dívida gigantesca do município com o Hospital.  “Vendo o que está sendo feito aqui, e pelo que passaram durante a pandemia não há como não valorizar e parabenizar as pessoas como vocês que se dedicam frente a tantas doenças. Não é dinheiro nem posição social, mas a vida que faz a diferença”, discursou.

A prefeita de Sapiranga, Carina Nath, iniciou o seu pronunciamento fazendo um agradecimento a todos os profissionais da saúde que foram heróis em meio a pandemia.

“É motivo de orgulho estarmos aqui acompanhando a evolução dos serviços prestados pelo que podemos chamar de nosso hospital. Entendemos que as pessoas não precisam ir até Porto Alegre para ter qualidade. Temos tudo isso aqui. Parabéns em nome de todos por estarmos depois de uma pandemia inaugurar uma nova ala oferecendo o que há de melhor para toda nossa população”, afirmou Carina.

A obtenção dos recursos para o empreendimento é fruto de um grande esforço coletivo. Para a adequação do espaço físico foi alocado o valor de R$ 2.773.157,00, sendo através de recursos Federais R$  1.990.000,00, obtido por emenda do ex-deputado federal, Renato Molling, recursos próprios no valor de R$ 783.157,00, além da aquisição de 20 camas, 20 poltronas e 01 carro de parada, através de emenda do deputado federal Bibo Nunes.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

12/05/2022 0 Comentários 1,4K Visualizações
Saúde

Dengue: identificados vários problemas em piscinas de Montenegro

Por Ester Ellwanger 11/05/2022
Por Ester Ellwanger

A Vigilância Sanitária de Montenegro segue realizando forte fiscalização em casas de diversos bairros da cidade, em busca de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue. Nos últimos dias, um problema tem sido frequente na fiscalização de algumas residências: a não manutenção de piscinas, o que tem colaborado, ainda mais, para a proliferação do inseto.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Sanitária, Beatriz Regina Garcia, em muitas visitas que o setor está realizando, o problema maior tem sido a água acumulada, sem tratamento, nas piscinas. Ao todo, mais de 20 piscinas foram identificadas em situação irregular. Em alguns locais, a Vigilância tem multado os moradores que não deixam o espaço em conformidade.

“Os proprietários de imóveis com piscinas são obrigados a manter tratamento adequado da água, de forma a não permitir a presença ou proliferação de mosquitos. Isso está na lei e se a pessoa não cumprir, será multada”, afirma Beatriz. A multa para quem descumprir pode valer a partir de R$ 200,00.

Neste momento, Montenegro soma 188 pessoas que testaram positivo para Dengue e seis ainda aguardam resultados de exame. Três pessoas estão internadas com Dengue e seguem sendo monitoradas pela Vigilância em Saúde. É importante lembrar que o município decretou Situação de Emergência devido à doença. Com o decreto em vigor, a Vigilância pode entrar no pátio das casas para observar se há ou não criadouros do mosquito, se necessário, com ajuda policial. “Estamos fazendo isso para a segurança de todos”, destaca Beatriz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

11/05/2022 0 Comentários 608 Visualizações
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