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Saúde

Saúde

Mesmo com frio, Montenegro segue apresentando casos diários de Dengue

Por Ester Ellwanger 01/06/2022
Por Ester Ellwanger

A eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti segue sendo uma preocupação da Vigilância em Saúde de Montenegro, mesmo com a chega das temperaturas mais baixas. Dados do setor mostram que, apesar do clima agora não ser propício para a proliferação do inseto, a cidade segue apresentando casos diários de Dengue. De 24 a 30 de maio, foram 13 novos casos confirmados no município.

Neste momento, Montenegro apresenta um total de 240 pessoas que testaram positivo para Dengue e três que ainda aguardam exame para confirmação do diagnóstico. De acordo com a chefe da Vigilância, Beatriz Garcia, a situação não é considerada normal pois, com o frio, a expectativa era que os números diminuíssem consideravelmente. Ela enfatiza que os cuidados devem ser reforçados, já que o Inverno é a estação propícia para coibir o mosquito.

“Precisamos reforçar nossas ações agora, para que, na Primavera e no Verão, não haja um grande aumento de casos, o que, com este cenário, é a tendência”, enfatiza Beatriz.

A Vigilância segue reforçando suas ações para combater a proliferação do mosquito e pede para que a comunidade também colabore. “Estamos encontrando focos do inseto até em casas de pessoas que já foram contaminadas”, revela Beatriz. Segundo ela, os moradores realizando uma vistoria no seu próprio pátio e eliminando focos de água parada já é suficiente para que os casos comecem a diminuir na cidade.

Beatriz também solicita que os moradores permitam que os agentes de combate a endemias entrem nos pátios para a análise dos possíveis focos.

“Caso a pessoa não permita, buscaremos apoio das forças de segurança, sem contar que os moradores estão sujeitos a multa”, enfatiza.

 

Medidas preventivas

Principais medidas para eliminar a formação de criadouros

– Manter as caixas-d’água bem fechadas;

– Lavar com água e sabão tonéis, galões ou depósitos de água e mantê-los bem fechados;

– Limpar e remover folhas das calhas deixando-as sempre limpas;

– Retirar água acumulada das lajes;

– Desentupir ralos e mantê-los fechados ou com telas;

– Colocar areia ou massa em cacos de vidro de muros;

– Lavar plantas que acumulam água como as bromélias duas vezes por semana;

– Preencher com serragem, cimento ou areia ocos das árvores e bambus;

– Evitar utilizar pratos nas plantas, se desejar mantê-los, colocar areia até a borda dos pratos de plantas ou xaxins;

– Tratar a água da piscina com cloro e limpá-la uma vez por semana;

– Retirar a água e lavar com sabão a bandeja externa da geladeira;

– Lavar bem o suporte para garrafões de água mineral a cada troca;

– Lavar vasilhas de animais com esponja ou bucha, sabão e água corrente, trocá-los uma vez por semana;

– Manter aquários para peixes limpos e tampados ou telados;

– Manter vasos sanitários limpos e deixar as tampas bem fechadas;

– Guardar garrafas vazias e baldes de cabeça para baixo;

– Jogar no lixo objetos que possam acumular água como: latas, tampas de garrafa, casca de ovo, copos descartáveis;

– Manter a lixeira sempre bem tampada e os sacos plásticos bem fechados;

– Fazer furos na parte inferior de lixeiras externas;

– Descartar ou encaminhar para reciclagem os pneus velhos ou furá-los e guardá-los secos e em locais cobertos.

– Use repelente

Não são considerados criadouros: açudes e poças de água em terrenos baldios com solo de terra e/ou areia, desde que não haja acúmulo de entulho ou lixo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/06/2022 0 Comentários 741 Visualizações
Saúde

Crianças de seis meses a cinco anos devem se vacinar até sexta em Novo Hamburgo

Por Ester Ellwanger 01/06/2022
Por Ester Ellwanger

A semana marca o encerramento da 8ª Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. Até a próxima sexta-feira, 3 de junho, os pais ou responsáveis devem levar as crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade que ainda não se imunizaram a uma das unidades de saúde do município, por livre demanda, sem a necessidade de agendamento.

Segundo estimativa do IBGE, a população de crianças menores de 5 anos em Novo Hamburgo é de 13.612. A meta é atingir 95% deste público. No entanto, até o momento, foram aplicadas 2.849 doses, representando uma cobertura vacinal de 20,93%.

Na hora da aplicação, que ocorre em todas as Unidades de Saúde da Família (USFs), Unidade Básicas de Saúde (UBSs) e Casa de Vacina, conforme o horário de atendimento de cada local (confira no link), é necessário pais ou responsáveis apresentarem a caderneta de vacinação da criança. Será utilizada a vacina tríplice viral.

Foto: Lu Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/06/2022 0 Comentários 639 Visualizações
Saúde

Evento comemora três décadas de reforma psiquiátrica no Estado

Por Ester Ellwanger 31/05/2022
Por Ester Ellwanger

Um depoimento emocionado marcou a cerimônia de abertura do evento realizado nesta terça-feira, 31, no auditório central da Unisc, em comemoração aos 30 anos da reforma psiquiátrica no Estado e 25 anos em Santa Cruz do Sul. Integrando a mesa de honra, junto com a secretária municipal de Saúde, Daniela Dumke, a titular da 13ª CRS, Mariluci Reis, a promotora de Justiça Catiuce Barin, o vereador Carlão Smidt, e a representante do Conselho Municipal de Saúde, Salete Faber, a presidente da Associação de Usuários, Familiares e Amigos dos Caps, Janete Jaeger, lembrou com profunda gratidão da acolhida recebida há cerca de 20 anos quando chegou no Caps II pela primeira vez em busca de ajuda para tratar depressão.

“Por dois anos e meio me senti como uma morta viva. O sorriso do recepcionista naquele momento foi um bálsamo para a minha dor”, disse Janete ao rememorar seu ingresso no serviço especializado de atendimento a pessoas em sofrimento psíquico. Em sua manifestação, ela enalteceu o acolhimento, o respeito e o tratamento dado a ela e a outros pacientes pelos profissionais da rede e falou do quanto as oficinas terapêuticas, especialmente a de teatro, ajudaram em seu tratamento.

“A depressão te mata aos poucos, não é fácil ser doente mental, mas tratamento em liberdade não tem preço. No Caps aprendi a ser protagonista da minha própria vida e sei que posso fazer muitas coisas”, contou.

A empatia dos profissionais que atuam na área da saúde mental permeou o pronunciamento das autoridades para uma plateia composta usuários do SUS, prestadores de serviços, trabalhadores da saúde, alunos e professores da universidade. Para promotora Catiuce Barin, a reforma psiquiátrica significa uma evolução na garantia dos direitos das pessoas com doenças mentais.

“Não acredito em retrocesso, só em evolução. A reforma psiquiátrica veio para garantir dignidade e um olhar que não mais exclua, que não mais segregue”, disse. Segundo ela, os profissionais que trabalham na área precisam de uma dose extra de empatia e sentimento de humanidade.

Em sua manifestação, a titular da 13ª CRS, Mariluci Reis, pediu aplausos aos profissionais e a  secretária municipal de Saúde, Daniela Dumke, falou que a data é de comemoração. “A gente quando vê de fora não entende toda a amplitude que tem a saúde mental. Hoje vejo tudo com um olhar diferente, é um cuidado que começa já na rede de atenção básica. Em algum momento da vida, todos nós poderemos precisar de algum tipo de cuidado”, afirmou. Para ela, o dia é de comemorar grandes avanços.

 “Ninguém precisa receber tratamento trancafiado, amarrado, e sim com toda a liberdade e dignidade, como todo ser humano merece”.

Na sequência a psicóloga Terezinha Klafke, docente do Departamento de Ciências da Saúde da Unisc e subcoordenadora do Curso de Psicologia da universidade, e a  psicóloga do Caps II Melissa Dorneles, especialista em Psicoterapias Dinâmicas pela UFCSPA e integrante do Fórum Regional de Saúde Mental do Vale do Rio Pardo, explanaram no painel Reforma Psiquiátrica no Rio Grande do Sul. Ambas são militantes da luta antimanicomial. A programação segue no turno da tarde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

31/05/2022 0 Comentários 461 Visualizações
Saúde

Mudança na entrega de medicamentos de hormonioterapia a pacientes oncológicos de Novo Hamburgo

Por Ester Ellwanger 31/05/2022
Por Ester Ellwanger

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Novo Hamburgo informa que parte da entrega dos medicamentos para hormonioterapia Anastrozol e Tamoxifeno a pacientes oncológicos de Novo Hamburgo será realizada excepcionalmente no Centro Especializado em Reabilitação (CER), localizado na Rua Dr. João Daniel Hilebrand, 2200, bairro Rondônia. Pacientes cuja medicação termina até sexta-feira (3 de junho) poderão retirá-la entre esta quarta-feira e sexta-feira (dia 1º a 3 de junho), das 8 horas às 17 horas. O paciente deve apresentar apenas um documento com foto.

O titular da SMS, Marcelo Reidel, enfatiza que a partir da próxima semana a responsabilidade pelo armazenamento, transporte e dispensação destes medicamentos fica a cargo do Hospital Bom Jesus, nas suas dependências, conforme obrigação legal.

“Por isso, pedimos que pacientes que necessitam retirar a medicação no mês de junho agendem a retirada pelo telefone 99586-8664, de segunda a sexta-feira, das 9 horas às 16 horas, sempre com um mínimo de cinco dias de antecedência do término da medicação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

31/05/2022 0 Comentários 772 Visualizações
Saúde

Santa Casa de Porto Alegre realiza primeira cirurgia fetal de coração

Por Ester Ellwanger 27/05/2022
Por Ester Ellwanger

O Instituto Materno-Fetal Celso Rigo da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre realizou, pela primeira vez na instituição, um procedimento cirúrgico direto no coração de um feto, para o tratamento de uma cardiopatia congênita. Com 32 semanas de gestação, o feto foi diagnosticado com estenose aórtica crítica, uma malformação na valva aórtica do coração que impede o órgão de bombear adequadamente o sangue para o corpo.

Realizada no dia 16 de maio, a cirurgia foi conduzida pela cirurgiã fetal Talita Micheletti Helfer e monitorada em tempo real pelo médico catalão Eduard Gratacós, direto de Barcelona. O procedimento também contou com a participação dos médicos especialistas Marcelo Brandão da Silva, Carlo Pilla, Marina Domingues, Mariana Sgnaolin e Daniel Correa Helfer.

Como explica o cardiologista fetal e coordenador do Instituto, Marcelo Brandão da Silva, a realização do procedimento evita que o feto apresente piora dos sinais de insuficiência cardíaca, com a dilatação do lado esquerdo do coração e acúmulo de líquidos que podem provocar a evolução para óbito.

“Mesmo quando não ocorre o óbito do bebê, o quadro costuma se tornar extremamente grave, pois o lado esquerdo do coração começa a atrofiar de forma que, quando o bebê nasce, apresenta-se com “hipoplasia do coração esquerdo”, uma doença muito grave que necessita de cirurgia cardíaca logo após o nascimento, e mesmo assim a maior parte desses bebês acaba não resistindo. A abertura da valva na vida fetal impede que isso aconteça”, disse.

Nesse tipo de cirurgia, o acesso até o coração do feto é realizado com uma agulha, por onde é passado um cateter balão até chegar na valva aórtica do bebê, dilatando-a. “Esse procedimento é extremamente complexo e envolvia riscos para o bebê, porém, era fundamental para uma real possibilidade de melhora do feto, permitindo reverter o quadro de insuficiência cardíaca e o crescimento do ventrículo esquerdo, além de melhorar muito a possibilidade de sobrevivência após o nascimento”, destacou. Segundo Brandão, o primeiro caso realizado na Santa Casa foi um sucesso e, uma semana após o procedimento, os exames continuam mostrando que a valva permanece aberta, com importantes sinais de melhora do quadro de insuficiência cardíaca.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/05/2022 0 Comentários 961 Visualizações
Saúde

Prefeitos da Amvars encaminham demandas ao Governo do Estado

Por Ester Ellwanger 27/05/2022
Por Ester Ellwanger

Durou mais de três horas a reunião de prefeitos, vice-prefeitos e secretários de saúde da região da Associação dos Municípios do Vale do Rio dos Sinos – Amvars, com a secretária de Estado da Saúde, Arita Bergmann, na sede do órgão em Porto Alegre. A comitiva regional que teve representação de todas as 13 cidades que integram a Amvars levou ao Estado uma série de demandas que têm dificultado a prestação de atendimento às comunidades devido à longa fila de espera que, em determinadas especialidades, chegam a somar mais de 10 mil casos. Traumatologia/ortopedia; oftalmologia e pronto atendimento foram as principais áreas debatidas, junto com a oncologia que pela primeira vez foi tema de elogios à secretaria.

Participaram do encontro o presidente da Amvars, Jerri Meneghetti (prefeito de Dois Irmãos) e os prefeitos Diego Francisco (Estância Velha), Gilmar Führ  (Presidente Lucena), Gaspar Behne (Lindolfo Collor), Ary Vanazzi (São Leopoldo), Ester Koch (São José do Hortêncio, Aírton Bohn (prefeito em exercício de Morro Reuter) e o vice-prefeito Neri Chicatto (Nova Hartz). Os prefeitos de Campo Bom, Santa Maria do Herval, Novo Hamburgo e Sapiranga foram representados por seus respectivos secretários de saúde que se somaram a outros secretários também presentes. Diretores e técnicos regionais da área também participaram.

 

 

Traumatologia/Ortopedia

Prefeitos classificaram essa área como a “mais complexa em problemas”. Segundo contaram a situação se “arrasta” há anos tendo em vista a demora e fila de espera para atendimento. Foram citados casos de pacientes cujas fraturas chegaram a calcificar na fila de espera. Sapiranga, por exemplo, informou que possui 640 pacientes aguardando atendimento de alta complexidade na área. De sua parte o prefeito de Canoas também lamentou ser o Hospital Universitário (HU) referência para 156 cidades gaúchas, o que classificou como ‘ilógico, humana e materialmente impossível’.

 No contraponto a secretária Arita informou que ‘historicamente o HU não está cumprindo o contrato’ e que outras soluções devem ser tomadas. Foi deliberado então, que tanto a regulação quando os municípios da região façam encontro de contas para saber a real demanda reprimida regional. “Sabemos que esses pacientes existem, mas eles precisam estar no sistema para termos como mensurar a vazão necessária”, argumentou Arita.

O prazo para apresentar números é dia 3 de junho. Feito encontro de contas, Canoas apontará sua capacidade de resposta e “o que não for resolvido em Canoas vamos resolver em outros hospitais”, garantiu a secretária que também pediu à sua equipe levantamento de hospitais de dentro e de fora da região que tenham capacidade de também serem referenciados para esse tipo de atendimento.

“Vamos ver a potencialidade da região e fora dela para ampliação desse atendimento. Alguns dirão que estou desorganizando as referências, mas se há demanda reprimida e oferta de serviço fora da região, vamos ampliar a rede de atendimento para fora do território. Nosso papel é dar acesso”, reiterou, pedindo ajuda aos prefeitos para procurarem ‘vizinhos’ dispostos a compor a rede.

 

Oftalmologia

A principal queixa dos prefeitos é que a cidade referência para a prestação de serviços (Portão) não tem dado conta da demanda. Um dos casos emblemáticos citado no encontro foi de Nova Hartz, onde paciente aguarda quatro anos por cirurgia de catarata. Da mesma forma que em traumato/orto a secretária solicitou cruzamento de informações entre prestador e prefeituras e, com base nos números acordados, buscar referência também em outras cidades que já se manifestaram favoráveis a prestar o serviço à região.

 

 

 

Oncologia

A recente alteração do atendimento de algumas cidades da região para hospital em Taquara foi elogiada por todos os gestores presentes ao encontro.

“Por muitos anos vivemos a angústia de não ter um atendimento a contento e de administrar lista de espera de pessoas com câncer, doença que dispensa comentários.  A mudança para Taquara não só solucionou isso, como limpou a fila de espera”, relata Jerri.

Outros prefeitos e secretários também agradeceram à secretária pela solução dada, salientando ser muito positivo o retorno dos pacientes quanto à qualidade e celeridade do atendimento. “Quando se trata de tentar salvar a vida de uma pessoa diagnosticada com câncer, distância é o de menos”, salientou Jerri. “Melhor a certeza de um atendimento longe, do que a incerteza da consulta perto de casa”.

O grupo também elogiou o processo de transição para o novo prestador. Segundo relato do secretário de Saúde de Novo Hamburgo, Marcelo Reidel, em tempo menor que o esperado,  houve a absorção de todos os 650 pacientes que estavam em tratamento na referência anterior. O relato dos prefeitos emocionou a secretária Arita. “Estamos acostumados a receber cobranças e esse retorno de vocês demonstra o quanto as questões técnicas são importantes para respaldar decisões”.

 

Falta de Medicamentos e Profissionais

Temas árduo para os municípios, a falta de medicamentos e de profissionais, como médicos pediatras, também foram debatidos na reunião. Segundo o presidente da Amvars, remédios básicos estão em falta nas farmácias municipais, sendo que alguns não são encontrados nem na rede privada. O assunto, segundo Arita, será pauta do Estado com o Ministério da Saúde, a exemplo do que houve durante o auge da pandemia. A falta de profissionais no mercado também foi abordada e segundo a secretária, tende a se agravar.

Foto: Silvia Trovo/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/05/2022 0 Comentários 625 Visualizações
Saúde

ESF Operária de Campo Bom abre para vacinação neste sábado

Por Ester Ellwanger 25/05/2022
Por Ester Ellwanger

Mais uma ótima oportunidade para colocar a carteira de vacinação em dia em Campo Bom. No sábado, dia 28, a unidade da Estratégia da Saúde da Família (ESF) Operária abre para quem precisa fazer vacinas de rotina ou contra a Covid-19. O horário de atendimento é das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30. Entre as vacinas disponíveis, estão a contra o sarampo, para crianças de seis meses até quatro anos, e da gripe, para quem tem mais de 55 anos e para crianças de seis meses até nove anos.

“As vacinas constituem a forma mais eficaz de proteger a quem amamos e a nós mesmos, por isso as ações de mobilização pela vacinação são importantes”, destaca o prefeito Luciano Orsi.

“A imunização sempre foi muito bem aceita pelos campo-bonenses, o que não quer dizer que devemos parar com as campanhas, pelo contrário”, observa o secretário de Saúde João Paulo Berkembrock.

A ESF Operária fica na rua Bom Jesus, 970, Operaria, Campo Bom.

Foto: Lucas Unser/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

25/05/2022 0 Comentários 478 Visualizações
Saúde

Aproximadamente 3% dos recém-nascidos são diagnosticados com alguma doença importante de base genética

Por Stephany Foscarini 25/05/2022
Por Stephany Foscarini

O impacto da doença genética é diferente de outras condições médicas e por afetar muito as crianças exige uma atenção especial tanto das famílias como dos profissionais envolvidos. Os pediatras têm um papel importante no diagnóstico e eventual encaminhamento, ajudando as famílias a compreenderem a doença.

A médica geneticista e membro da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), Carolina Fischinger Moura de Souza, que participou recentemente do XIV Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria, destaca que existem inúmeras doenças genéticas conhecidas, sendo a maioria classificada como Doença Rara. A alta incidência em crianças chama a atenção para importância do assunto estar presente nos consultórios e atendimentos pediátricos, pois em torno de 50 a até 75% das doenças raras começam na infância.

“Muitas doenças são multissistêmicas graves e com uma variabilidade de apresentação imensa. Coletivamente são responsáveis por 35% das mortes no primeiro ano de vida e são causadoras de um volume significativo de internações pediátricas. Embora sejam raras individualmente, em conjunto elas são comuns. Ao longo da história, com a melhoria das condições de saúde através de medicações e vacinas, problemas pediátricos infecciosos foram minimizados, tornando as doenças genéticas em evidência, pois não houve alteração da sua incidência e frequência”, explicou.

A médica ressalta que o aspecto positivo é que o diagnóstico das doenças genéticas tem evoluído muito, permitindo uma melhor condição de qualidade de vida dos pacientes.

Os melhores cuidados médicos fazem com que a expectativa de vida dos pacientes aumente. Até mesmo condições graves como a trissomia do 18 tem uma sobrevida de pacientes que não existia no passado. Antigamente morriam mais crianças de encefalite ou meningite, por exemplo, e hoje essas doenças são reconhecidas e tratadas”.

“Os melhores cuidados médicos fazem com que a expectativa de vida dos pacientes aumente. Até mesmo condições graves como a trissomia do 18 tem uma sobrevida de pacientes que não existia no passado. Antigamente morriam mais crianças de encefalite ou meningite, por exemplo, e hoje essas doenças são reconhecidas e tratadas”, acrescentou.

Segundo a médica, aproximadamente 300 novos fenótipos são conhecidos anualmente, o que mostra a evolução constante dos estudos em doenças genéticas.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2022 0 Comentários 663 Visualizações
Saúde

Encontro de Saúde e Terapias Integrativas atrai grande público em Santa Cruz

Por Ester Ellwanger 23/05/2022
Por Ester Ellwanger

Um dia inteiro para pensar na saúde. Este é o foco do 1º Encontro de Saúde e Terapias Integrativas, que aconteceu neste sábado, 21 de maio, na Praça da Bandeira, em uma promoção do Espaço de Vie e da prefeitura de Santa Cruz do Sul. A programação iniciou logo de manhã, com uma atividade de alongamento em preparação para a 13° Caminhada Rumo à Saúde, Beleza e Bem-Estar. Após percorrer ruas centrais, o grupo retornou ao local do evento para participar de uma série de atividades.

Estandes com a oferta de vários serviços e exposições estão instalados no local. Durante todo o dia ocorrem ações pontuais como atividade de yoga, Lian Gong, dança, entre outras.

Quem prestigia o encontro são os integrantes dos projetos Maturidade Esportiva e Reativar, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Habitação, Desenvolvimento Social e Esporte (Sehase). Uma das participantes, a aposentada Juraci Schmitt, que é presidente da Associação dos Grupos e Clubes de Terceira Idade de Santa Cruz, avaliou a oportunidade. “É muito importante pensarmos na prevenção da saúde, e essas atividades todas que acontecem aqui contribuem para isso”, declarou.


De acordo com Fátima Siqueira, idealizadora do Espaço de Vie e da iniciativa, maio é o mês das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), o que, segundo ela, torna o encontro ainda mais especial. “O encontro está ótimo. Muito bom poder retomar. Estamos muito felizes em poder somar forçar com novos parceiros, compartilhando com a comunidade os benefícios desta abordagem terapêutica”, ressaltou.

O titular da pasta, Everson de Bello, avaliou a ação. “Muito importante incentivarmos iniciativas multidisciplinares que proporcionam saúde e bem estar às pessoas”, afirmou.

O 1º Encontro de Saúde e Terapias Integrativas é uma promoção do Espaço de Vie e da Prefeitura de Santa Cruz do Sul, através das Secretarias de Habitação, Desenvolvimento Social e Esporte; Saúde; Cultura; Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade; Segurança e Mobilidade Urbana e Gabinete da Prefeita. Conta com o apoio do Grupo Fisioquantic, Eora, Catalmedic, Loja De Vie, Di Larouffe, João Dick Empreendimentos, Parque das Nascentes, Michele Henn Waechter Comunicação Integrada e Restaurante Marquês – Parrilla München.

Também participam e apoiam o evento Pró-Saúde/Unisc, Empório Vida Fit, Alkhemia do Campo, Evoluir-se, Divina Luz Velas Naturais, Saber Ancestral, CTSul, Atelier da Marta, Uninter – Polo Santa Cruz, Ana Mueller Massagem, Lili Silva, Terapeuta Marlene Carvalho, Terapeuta Erani da Rosa, Panisul e Magrass, e Liga Feminina de Combate ao Câncer. Ervateira Macedo faz a distribuição de erva mate e água quente.

Foto: Fotos Guilherme Neuhaus/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2022 0 Comentários 675 Visualizações
Saúde

AMRIGS alerta sobre o risco de retorno da poliomielite no Brasil

Por Stephany Foscarini 21/05/2022
Por Stephany Foscarini

Certificado em 1994 pela Organização Mundial da Saúde como livre da poliomielite (também chamada de pólio ou paralisia infantil), o Brasil voltou a ser considerado pela entidade como uma nação em risco de reintrodução da doença. O cenário preocupa a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

Uma das razões para este quadro é a baixa cobertura vacinal. A meta de 95% do público-alvo vacinado, patamar necessário para que a população seja considerada protegida contra a doença, não vem sendo atingida desde 2015.

O presidente da AMRIGS, Gerson Junqueira Jr., lembra que, entre os fatores considerados críticos, está o fenômeno que vem sendo chamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) de “Hesitação da Vacina”, que ocorre quando há a vacina disponível, mas ela não está sendo aplicada ou está sendo aplicada com atraso.

Para enfrentamento são necessárias ações que envolvem os 3 “C”: confiança, complacência e conveniência. O primeiro C está relacionado à confiança na eficácia da vacina e no sistema de saúde que as fornece. O segundo relaciona-se com a pouca percepção de risco do indivíduo em ter possibilidade de entrar em contato com a doença, desta forma, não considera a vacina necessária. E o terceiro C está ligado à conveniência, que leva em consideração a falta e\ou dificuldades de acesso aos serviços de vacinação.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito, que ocorre em cerca de 1% das infecções causadas pelo poliovírus. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principais características a flacidez muscular, com sensibilidade preservada, e a arreflexia no segmento atingido.

Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”.

A baixa vigilância da paralisia flácida é um dos fatores apontados também pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) como um problema. Há parâmetros que precisam ser observados, segundo o médico e membro do Comitê de Infectologia da SPRS, Juarez Cunha, e o Brasil não está conseguindo fazer esse monitoramento. “Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”, explicou.

O pediatra reforça também que é necessário ampliar a vigilância ambiental, que é a técnica de procurar o vírus no esgoto. No Brasil, apenas São Paulo realiza esse procedimento. “Vários países fazem essa vigilância. Israel detectou um caso e, após a vigilância no esgoto, foram localizados outros oito casos”, explica.

O médico salienta ainda uma característica da poliomielite que se assemelha ao que vivemos na pandemia da Covid-19. Por ser em alguns casos assintomática, a pessoa pode estar eliminando inconscientemente o vírus pelas fezes ou secreções eliminadas pela boca. É essencial que as famílias procurem os postos de saúde e vacinem as crianças.

Poliomielite no Brasil e no mundo

O Brasil, a partir de 1988, ampliou a prevenção, vacinando a população. A estratégia de vacinação oral em massa contribuiu para livrar o país do problema em 1989, quando o último caso foi registrado, segundo o Ministério da Saúde. Em 1994, toda a região das Américas foi certificada como livre da circulação do poliovírus.

Atualmente, a poliomielite existe no mundo em três países: Afeganistão, Paquistão e Nigéria. Mais recentemente, casos foram registrados em Israel, chamando atenção por ter ocorrido em um país desenvolvido e com grande estrutura de vigilância em saúde.

Brasil, Bolívia, Equador, Guatemala, Haiti, Paraguai, Suriname e Venezuela são os países das Américas com alto risco de volta da poliomielite, segundo informes divulgados pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
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