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ACI homenageia empresas aniversariantes de setembro

Por Jonathan da Silva 26/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACI) realizou uma homenagem às 15 empresas associadas que celebram aniversário no mês de setembro durante o evento Prato Principal, realizado no Centro de Eventos do Swan Tower, em Novo Hamburgo. Os representantes dos empreendimentos homenageados receberam um troféu alusivo e, ao final da cerimônia, posaram para uma foto coletiva com o presidente da entidade, Robinson Klein, que conduziu a atividade.

A homenagem é concedida às empresas a cada cinco anos de fundação. A diretoria, os colaboradores e os demais associados da ACI parabenizaram as homenageadas pela ocasião.

Empresas homeageadas

10 anos
  • Aptha Assessoria Empresarial e Contábil (Charles e Názia Zimmermann)
  • Atitude Negócios (Gilberto Marques Pereira)
  • Daniel Edward Haswel (Daniel Edward Haswel)
25 anos
  • Couro e Arte Peles e Tapetes (Fernanda Camelo e Thais Fernanda Cegelski)
  • SMS Metais (Alexandro Staudt e Viviane Maldaner)
30 anos
  • Malhas Daiane (Márcia e Sérgio Petry)
  • Troca Transportes (Michele Borda de Goes)
  • Vale Têxtil (Luís Augusto da Silva e Cinara Cristina da Silva)
  • Vitrine do Pão (Sara Leuck Costa e Rosebel Estogarribia da Silva)
35 anos
  • Calçados Pegada (Astor Ranft)
  • Dem-Bas Embalagens (Guilherme Marasciulo)
  • Plastibordo (Josué de Almeida Dietrich)
40 anos
  • Liga Feminina de Combater ao Câncer de Novo Hamburgo (Maria Helena da Ros Gonçalves e Rubia Mara de Souza Fauth)
45 anos
  • Grupo MK (Fábio Ramazzini e Rejane Paiva)
60 anos
  • Metalgrin (Débora Grin Cassel)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2024 0 Comentários 316 Visualizações
Business

Confiança da indústria gaúcha atinge melhor marca desde abril

Por Jonathan da Silva 26/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) registrou um crescimento de 3 pontos em setembro, alcançando 52,0 pontos, superando a marca de 50 pela primeira vez desde abril. O resultado foi apresentado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) na quarta-feira (25).

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirma que a volta da confiança dos empresários gaúchos foi influenciada pela recuperação rápida e surpreendente da atividade industrial no RS após as enchentes de maio e pelo aquecimento da economia. “Porém, a confiança ainda é muito baixa. Além dos efeitos perenes da calamidade climática, agravados pela demora na chegada dos recursos e pela insuficiência das medidas tomadas, ainda há pessimismo com relação ao futuro da economia brasileira devido à continuidade das incertezas decorrentes das questões fiscais do país e à perspectiva de aumento das taxas de juros”, pondera o dirigente.

Esta é a segunda alta consecutiva e a terceira nos últimos quatro meses, colocando a confiança do setor industrial no maior patamar desde outubro de 2022. Apesar disso, o índice continua abaixo da média histórica de 53,6 pontos, indicando um nível de confiança ainda baixo.

Em setembro, todos os componentes do índice cresceram pelo segundo mês consecutivo, embora apenas os relacionados às empresas estejam nas faixas positivas. O Índice de Condições Atuais subiu de 43,9 pontos em agosto para 47,9 em setembro, mostrando que os empresários ainda percebem uma piora nas condições de negócios, embora com uma melhora na percepção negativa. O Índice de Condições da Economia Brasileira subiu 3,4 pontos, atingindo 43,2.

A proporção de empresários que observam deterioração no cenário econômico nacional diminuiu de 41,4% para 34,0% entre agosto e setembro. O Índice de Condições da Economia gaúcha também apresentou crescimento, passando de 34,8 para 41,6 pontos.

Em relação às condições das empresas, o índice que as mede estabilizou em 50,2 pontos, marcando a primeira vez desde dezembro de 2022 que não houve piora.

Para os próximos seis meses, os empresários gaúchos estão mais otimistas, com o Índice de Expectativas aumentando para 54,1 pontos. No entanto, há uma diferença entre os subcomponentes. Enquanto o Índice de Expectativas das Empresas cresceu para 57,8 pontos, o Índice de Expectativas da Economia Brasileira ainda apresenta pessimismo, com 46,6 pontos.

Claudio Bier

Bier pontua que os resultados estão alinhados com baixos níveis de atividade e indicam uma tendência de crescimento lento e irregular para o setor nos próximos meses. “Uma trajetória positiva mais consistente requer maiores níveis de confiança”, enfatiza o dirigente.

A pesquisa foi realizada com 156 empresas, entre 2 e 11 de setembro, incluindo 37 pequenas, 52 médias e 67 grandes. Os detalhes completos podem ser acessados no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul em observatoriodaindustriars.org.br.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2024 0 Comentários 429 Visualizações
Business

Fornecedores de componentes de calçados querem produzir biomateriais no Acre

Por Jonathan da Silva 25/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizará a primeira edição da Missão Acre Biomateriais entre os dias 28 de setembro e 11 de outubro. O objetivo da missão é mapear o polo de materiais produzidos a partir da natureza no estado do Acre. A iniciativa é realizada pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O levantamento será realizado com foco em diversas dimensões, como cultura, economia, história, paleontologia, agricultura, artesanato, fé, arquitetura e cotidiano. “No projeto, instigaremos novos caminhos para a moda brasileira. Caminhos esses, que mostram a identidade local, tornando-a um valor reconhecido pelos consumidores, identificando atributos que nos são corriqueiros, mas que passam despercebidos no dia a dia”, explica o consultor da Assintecal, Marnei Carminatti.

Após o mapeamento, a pesquisa será aplicada em dez grupos de empreendedores do Acre, e os produtos desenvolvidos serão apresentados em uma exposição durante o Inspiramais, que acontecerá em Porto Alegre nos dias 21 e 22 de janeiro de 2025.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destacou que a economia mundial está em busca de materiais sustentáveis devido à crescente conscientização dos consumidores. “A iniciativa é uma oportunidade ímpar para desenvolvermos a cadeia do setor, em especial por meio da exploração sustentável das inúmeras possibilidades oferecidas pela nossa floresta”, afirmou Silvana.

O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, ressaltou que a missão visa expandir o apoio da agência para empresas locais de micro e pequeno porte que desenvolvem produtos artesanais com recursos da natureza. “Faremos uma prospecção, uma busca ativa de materiais, de produtos de bijuterias, do que já temos na floresta e são fontes de recursos de populações locais e de povos originários. Esses produtos são valiosos e agregam muito valor no mercado internacional”, pontou Viana.

Durante a missão, a comitiva da Assintecal e da ApexBrasil visitará locais como as aldeias Huni Kuin, Atila, Amelia Maruba, além de comunidades e reservas extrativistas em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. A iniciativa conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae/AC) e do projeto Brazilian Leather, do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), além da Organização das Cooperativas Brasileiras no Acre (OCB).

Foto: Neto Lucena/Secom-AC/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2024 0 Comentários 438 Visualizações
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Lísia Diehl palestrará no maior curso de empreendedorismo de experiência do Brasil

Por Jonathan da Silva 25/09/2024
Por Jonathan da Silva

A diretora de Vendas e Marketing da Gramado Parks, Lísia Diehl, será uma das palestrantes da 2ª edição do evento “Onda da Experiência”, considerado o maior curso de empreendedorismo de experiência do Brasil. A atividade, que acontece no sábado, 28 de setembro, em Gramado, reunirá profissionais e empresários com interesse em transformar seus negócios por meio de experiências inovadoras.

Lísia irá ministrar a palestra “ROX – Experiências que geram resultados”, na qual abordará temas como marketing de performance, business analytics e estratégias de retenção de clientes. “Quero desconstruir o mindset de que experiência é ‘legalzice’ ou coisa de Instagram. Elas podem maximizar as receitas”, explica a executiva.

Segundo a diretora da Gramado Parks, o investimento em experiências é fundamental para as empresas que buscam não só melhores resultados comerciais, mas também uma conexão emocional mais forte com seus clientes. Lísia ressalta o impacto positivo que as experiências podem ter sobre o feedback dos consumidores, utilizando ferramentas como NPS e Trip Advisor. “A experiência tem o poder de mudar o sentimento de uma pessoa e, consequentemente, a memória e a relação emocional dela com as marcas e produtos”, destaca a palestrante.

Além disso, a executiva afirma que os consumidores estão cada vez mais direcionando seus investimentos para experiências em detrimento da compra de produtos físicos. “Estas experiências atuam na sensação de pertencimento, de protagonismo e conexão, gerando felicidade”, acrescenta Lísia.

O evento “Onda da Experiência”, idealizado por Will Weber, será realizado no Master Hotéis e contará com uma série de palestrantes e especialistas. Focado em empresários, equipes de vendas e empreendedores, a imersão busca mostrar como o investimento em experiências pode transformar os negócios. As vagas são limitadas, e mais informações podem ser encontradas no site oficial do evento.

Lísia Diehl

Com uma carreira de quase duas décadas, Lísia Diehl é formada e pós-graduada pela ESPM, além de ter completado sua formação na Harvard Business School e na Vanderbilt University. Acumula passagens por multinacionais como Dell e Intel e liderou, durante quase 10 anos, o Marketing de Varejo das Lojas Renner, sendo responsável pela internacionalização da marca. Atualmente, ocupa o cargo de diretora de Vendas e Marketing da Gramado Parks, que inclui parques como Snowland, Acquamotion, YupStar Rio de Janeiro e YupStar Foz do Iguaçu. Lísia também é sócia do Instituto da Experiência e frequentemente participa de grandes eventos do setor de turismo, como o Festuris e ABAV.

Foto: Paula Vinhas/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2024 0 Comentários 343 Visualizações
Business

Sebrae RS seleciona até mil MPEs para agendas de negócios na Mercopar

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Micro e Pequenas Empresas (MPEs) gaúchas de qualquer região do estado que buscam oportunidades para atuação como fornecedoras para grandes players da indústria têm até o próximo dia 2 de outubro para garantir presença nas agendas do Projeto Comprador, que serão realizadas na Mercopar 2024. A ação é articulada pelo Portal Sebrae de Negócios. As vagas são limitadas a mil MPEs e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo link portaldenegociosebrae.com.br/empresa/eventos.

Temos condições de conectar até mil MPEs com grandes empresas nacionais e internacionais durante os quatro dias de feira. Essa é a essência do Projeto Comprador, aproximas demanda e oferta de forma ágil e que gere valor para toda a cadeia produtiva”, explica o analista de competitividade setorial do Sebrae RS, Jakson da Luz.

Oportunidades de agenda

  • 15 e 16 de outubro – Projeto Comprador Nacional (Agendas de MPEs junto à 85 empresas compradoras de SC, PR, SP, MG e RJ)
  • 15 e 16 de outubro – Projeto Comprador Internacional (Agendas de MPEs junto à 25 compradores da América Latina)
  • 15 a 18 de outubro – Rodada Reversa (Agendas de MPEs junto à 8 empresas âncoras buscando desenvolver novos fornecedores)
  • 17 e 18 de outubro – Projeto Comprador Regional (Agendas de MPEs junto à 85 compradores do RS)

Mercopar 2024

Maior feira de inovação industrial da América Latina, a Mercopar chega à sua 33ª edição de 15 a 18 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. O evento é promovido pelo Sebrae RS em parceria com a Fiergs. Em 2023, a feira recebeu um público de 39,5 mil visitantes, somados os acessos presenciais e virtuais, durante os quatro dias de programação. Foram 625 expositores e a geração de R$ 563 milhões em negócios. Foram 285 horas de conteúdos técnicos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 385 Visualizações
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Feira de materiais e máquinas em Milão deve gerar mais de US$ 4 milhões para brasileiros

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de US$ 4 milhões devem ser gerados para marcas brasileiras entre negócios efetivados e alinhavados na 104ª edição da Lineapelle, feira realizada em Milão de 17 a 19 de setembro. O Brasil esteve representado por dez empresas de componentes e máquinas para couros e calçados, cuja participação foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A ação teve também o suporte da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, afirma que a participação nacional foi satisfatória, especialmente dadas as circunstâncias do mercado internacional. “O cenário externo está bastante nebuloso, principalmente pelo ciclo econômico desacelerado na Europa. Tivemos uma visitação equilibrada, notamos uma efetividade nos negócios, ou seja, quem foi, foi para fazer negócios”, avalia a executiva.

Silvana ressalta que a Lineapelle é uma das maiores feiras do setor no mundo e participar dela transcende a realização de negócios. “Estar na feira proporciona posicionamento e relacionamento com alguns dos principais mercados do mundo”, conclui a superintendente da entidade.

Presença

Além de participar da Lineapelle, Silvana e a gestora de Relacionamento e Marketing da Assintecal, Aline Santos, participaram do evento Awake, realizado pela ApexBrasil com o objetivo de celebrar a moda brasileira durante a Semana de Moda de Milão. As representantes participaram da abertura do encontro, no dia 18.

Participaram da Lineapelle, com o apoio do Brazilian Materials, as empresas BKS, Master equipamentos, Michelon, NBN, Smart Group, OTB, Pollibox, Boxflex, Moltec Componentes e Systemhaus.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 443 Visualizações
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Abicalçados lança campanha contra pirataria no setor calçadista

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Diante do avanço da pirataria no setor calçadista, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) criou uma campanha de combate ao problema, denominada “Pirataria no Brasil, não! Calçado só original”. O dado mais recente do prejuízo estimado para a indústria e para o erário público causados pela pirataria é de 2022, quando o mercado ilegal causou ao Brasil um ônus de mais de R$ 453 bilhões conforme a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O valor do impacto causado pela ilegalidade supera, por exemplo, o PIB do estado de Santa Catarina. Do montante, a maior parte refere-se aos prejuízos diretos com os impostos que deixaram de ser arrecadados, cerca de R$ 136 bilhões, e com as perdas registradas considerando 15 setores econômicos, de R$ 297 bilhões.

De acordo com a Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GITOC), o impacto da produção e distribuição de produtos falsificados é também global, mas há destaque para alguns países, entre eles o Brasil. Em 2022, o Índice Global de Crime Organizado colocou o Brasil na 171ª posição em ranking composto por 193 países em relação ao comércio de produtos falsificados. Na América do Sul, o país só fica em posição mais positiva do que Colômbia, Paraguai e Peru.

A campanha

Entidade oficial do setor calçadista, a Abicalçados irá trabalhar na nova campanha com diversas searas. Uma delas é posicionar a entidade junto aos seus associados, órgãos públicos e sociedade no geral sobre a importância do combate à pirataria e à falsificação de calçados. No pilar da informação, a iniciativa buscará levantar dados daqueles que operam sem regulamentação e padronização dos seus produtos no mercado brasileiro. “As informações de calçados falsificados serão recebidas por meio do e-mail pirataria@abicalcados.com.br. Após uma breve apuração, enviaremos essa comunicação aos órgãos de segurança competentes para que apreendam as mercadorias”, detalha a coordenadora da Assessoria Jurídica da entidade, Suély Mühl.

No pilar da integração, a Abicalçados realizará uma aproximação com os diversos atores que compõem o sistema de proteção e prevenção contra fraudes e falsificações, e deste modo servirá de interface entre órgãos fiscalizadores e empresas detentoras das marcas falsificadas.

Suély destaca que, atualmente, não é possível mensurar o impacto financeiro e social da pirataria no setor, mas que “a sensação é de um volume vultuoso”. “Não há dados disponibilizados pelo governo que possam ser compilados para uma ação concreta. As ações são esparsas, sem vínculo entre os órgãos. O Brasil precisa aperfeiçoar seus mecanismos institucionais e interinstitucionais de combate à pirataria e ao crime contra a propriedade imaterial”, comenta a advogada.

A coordenadora ressalta que os impactos não ocorrem somente para as empresas, mas também para toda a sociedade. “A pirataria gera sonegação fiscal, trabalho ilegal e riscos à saúde e segurança dos consumidores, impactando a sociedade de forma generalizada. Os produtos pirateados, na grande maioria, não costumam oferecer a mesma qualidade do produto original, sendo prejudiciais à saúde. A pirataria gera desemprego e é uma prática desleal com as empresas que pagam seus impostos”, salienta Suély.

Recentemente, a Abicalçados foi convidada para integrar o recém criado Grupo de Trabalho (GT) para o Combate ao Brasil Ilegal, uma iniciativa conjunta entre a CNI e Federações das Indústrias de todo o país. Farão parte do grupo, em que serão discutidos os problemas e soluções à pirataria, representantes do Governo Federal e do setor produtivo.

Prejuízos

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, conta que os calçados falsificados produzidos no Brasil são desenvolvidos em galpões e estruturas clandestinas, com mão de obra informal, por trabalhadores que se submetem a trabalhos fora das regras celetistas e sem a segurança necessária, com a falsa esperança de melhores ganhos, visto que desconhecem os seus direitos trabalhistas. “Por outro lado, boa parte dos produtos piratas também são importados de países que possuem baixo nível de ratificação de padrões internacionais de trabalho estabelecidos nas Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, comenta o executivo.

Segundo o dirigente, enquanto o fabricante nacional segue padrões internacionais de trabalho, se adequa a uma agenda ambiental e cumpre com todos os requisitos legais e tributários exigidos, os países, especialmente asiáticos, comercializam produtos falsificados no Brasil sem o pagamento dos impostos, com preços abaixo dos praticados no mercado e sem respeitar as convenções da OIT e os mais básicos conceitos de sustentabilidade. “Além de ser uma concorrência desleal com o calçado nacional, esses produtos trazem problemas para o meio ambiente e direitos humanos, e ainda retiram empregos do país”, conclui Ferreira.

Receita fechando o cerco no RS

A Receita Estadual do Rio Grande do Sul tem atuado pela mitigação da pirataria de calçados no estado. O auditor e delegado na 4ª Delegacia Regional de Novo Hamburgo, Alcides Seiji Yano, revela que o crime da pirataria é difícil de ser combatido, pois as articulações se transformam ao longo do tempo. “Antes da pandemia de Covid-19, as vendas de produtos piratas se davam, sobretudo, em feiras itinerantes. Depois, passou a ter foco em pequenos comércios”, detalha Yano. Outra mudança, segundo o auditor, é que o Brasil deixou de ser um receptador de mercadorias ilegais contrabandeadas para se tornar um fabricante e distribuidor desses produtos, exportando até mesmo para outros países.

O delegado conta que, por ano, entram somente no Rio Grande do Sul mais de 2 milhões de pares de calçados falsificados, mais de 90% deles provenientes de Minas Gerais. “São fabricantes de características diferentes, com produtos que variam em qualidade desde falsificações facilmente identificáveis até produtos muito semelhantes com o calçado original”, explica Yano.

Para facilitar a apreensão dos produtos, o auditor conta que a Receita tem trabalhado com uma maior integração com os agentes de interesse, entre eles a Polícia Civil e as empresas envolvidas. Outro ponto do modus operandi do órgão tem sido a interceptação do produto antes da sua pulverização nos pequenos comércios. “Estamos envidando esforços para integrar nossos agentes locais, Receita Estadual, Polícia Civil do Rio Grande do Sul e os representantes das marcas para que consigamos interceptar o maior volume de carga possível e quem sabe inviabilizar este comércio ilegal. No futuro, entendo que seria desejável e até possível uma integração da Polícia Civil do Rio Grande do Sul com Minas Gerais, visando coibir esta ilegalidade na sua origem”, avalia o delegado.

Quando uma marca tem seus produtos falsificados, Yano orienta que busque, em primeiro lugar, a Polícia Civil, para proceder com a apreensão dos produtos. Segundo ele, a Receita funciona mais como um serviço de inteligência, utilizando os dados provenientes de notas fiscais. “Os produtos vêm com NF, mas são notas de 10, 20 reais por tênis de marcas renomadas, por exemplo. Aí conseguimos articular com a Polícia a interceptação. Mas o caminho, no primeiro momento, deve ser a polícia”, aconselha o auditor.

Características da pirataria de calçados

  • As marcas mais falsificadas são as de calçados esportivos;
  • A distribuição se dá, sobretudo, em pequenos comércios ou mesmo via pessoas físicas, que compram volumes de produtos e vendem no chamado “porta a porta”;
  • Hoje, a maior distribuição dos produtos piratas se dá no ambiente físico, não digital;
  • Anos atrás, o Brasil era um receptador de mercadorias falsificadas via contrabando. Atualmente, distribui mercadorias ilegais fabricadas em solo nacional, inclusive para países vizinhos;
  • Identificado o produto pirata sendo comercializado, a empresa deve acionar, primeiramente, a Polícia Civil do seu estado.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 445 Visualizações
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CDL Igrejinha e Três Coroas completa 50 anos de história

Por Jonathan da Silva 23/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Igrejinha e Três Coroas completa 50 anos de existência nesta terça-feira, 24 de setembro. A entidade chega a cinco décadas de atuação ativa nos dois municípios, defendendo os interesses dos associados, fortalecendo laços, enfrentando desafios e celebrando conquistas juntos. Atualmente, são mais de 750 associados e milhares de pessoas impactadas pelo trabalho realizado na câmara.

A CDL de Igrejinha e Três Coroas tem como base o compromisso com o seu associado, buscando ser uma parceira de negócios de cada empresa. No início, seu principal serviço era a proteção ao crédito (SPC), mas atualmente engloba diversas facilidades: convênios de educação e saúde, promoção de cursos e formações, consultorias gratuitas, elo com o poder público em todas as esferas e ações sociais na comunidade.

A CDL é uma entidade civil sem fins lucrativos criada para proteger, orientar e defender os direitos dos lojistas associados, ligada à Federação Lojista do RS e Nacional.

Construção de um legado

Em 1974, um grupo de empresários se juntou e fundou a CDL com o objetivo de oferecer melhorias para o setor lojista. Um incêndio logo depois acabou deixando-a inativa, até que, em 1979, 15 lojistas decidiram reestruturar a entidade. São 22 gestões, com 17 presidentes diferentes em diretorias formadas por empresários voluntários que se “doam” para fortalecer os setores do comércio, indústria e serviços.

Vitória sobre desafios

Em 50 anos, a CDL encarou mudanças de governos, surgimento de novas moedas, crises climáticas e sanitárias, sempre buscando articulações e soluções. Deste modo, ao longo do tempo, surgiram eventos, cursos e diferentes iniciativas que estavam alinhadas às necessidades de cada momento.

Estrutura

A CDL de Igrejinha e Três Coroas conta atualmente com duas sedes próprias, uma localizada na Rua Independência, 102, no Centro de Igrejinha, e outra na Av. João Manoel Corrêa, 650, em Sander, Três Coroas. Ambas são equipadas com salas de atendimento e eventos, além de atendimento próximo e personalizado para o associado. A diretoria conta com 13 empresários e a equipe tem 12 colaboradores. Entre os benefícios de ser associado CDL, estão os convênios com universidades como Faccat e Feevale, convênio saúde com a Unimed, emissão de certificado digital gratuito, consultorias empresariais, financeiras e jurídicas gratuitas, programas de formação e aperfeiçoamento sempre objetivando o desenvolvimento, união e troca entre os associados.

Jantar festivo

No dia em que completa 50 anos, a CDL de Igrejinha e Três Coroas realizará um jantar festivo em que reunirá associados e homenageará quem faz parte da história. Com convites limitados, o evento será nesta terça, na Sociedade 10 de Novembro, em Igrejinha, a partir das 19h.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2024 0 Comentários 491 Visualizações
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Portal do Sebrae RS recebe inscrições para rodada internacional da Mercopar

Por Jonathan da Silva 23/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Portal de Negócios do Sebrae RS está com inscrições abertas para o Projeto Comprador Internacional (PCI), da Mercopar deste ano, até o próximo domingo, 29 de setembro. A iniciativa gratuita é voltada para MPEs que já exportam ou estejam prontas para dar os primeiros passos rumo ao mercado internacional. Podem participar empresas dos setores metalmecânico, automação industrial, máquinas e equipamentos, borracha, plástico, eletroeletrônica, energia e tecnologia da informação, movimentação e armazenagem, e serviços industriais.

As inscrições para o projeto são limitadas e podem ser feitas no link portaldenegociosebrae.com.br/evento/1ab2cc5f-ed40-4e81-b917-be47af20a390.

As agendas presenciais que ocorrem nos dois primeiros dias de feira, 15 e 16 de outubro, devem gerar mais de 400 reuniões de negócios entre 25 empresas compradoras internacionais de América Latina e Europa e 120 pequenas e médias fornecedoras brasileiras de diferentes segmentos da indústria.

Após as inscrições, as empresas passam por uma etapa de análise do perfil de forma a alinhar oportunidades de ofertas e demanda junto à compradora potencial – o chamado “matchmaking”.

A iniciativa vem em uma crescente. No ano passado, o projeto contou com a participação de 26 grandes players internacionais de sete países da América Latina (Equador, Peru, México, Bolívia, Colômbia, Guatemala, Panamá), além de Portugal que se conectaram com 77 empresas brasileiras fornecedoras e 319 reuniões realizadas. Em 2022, estiveram presentes 12 empresas compradoras internacionais que produziram 153 reuniões com 73 empresas do estado.

A Mercopar

Considerada a maior feira de inovação industrial da América Latina, a Mercopar chega à sua 33ª edição de 15 a 18 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. O evento é promovido pelo Sebrae RS em parceria com a Fiergs. Em 2023, a feira recebeu um público de 39,5 mil visitantes, somados os acessos presenciais e virtuais, durante os quatro dias de programação. Foram 625 expositores e a geração de R$ 563 milhões em negócios. Em termos de conteúdo técnico, foram 285 horas de atividades.

Foto: Eduardo Rocha/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2024 0 Comentários 519 Visualizações
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Nichos de oportunidades para o RS são apresentados em evento de contabilistas da Acist-SL

Por Jonathan da Silva 19/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Núcleo de Contabilistas da Acist–SL promoveu nesta quarta-feira (18), um evento aberto e gratuito para a comunidade para destacar o Dia do Contador, celebrado no dia 22 de setembro. A atividade teve como palestrante a jornalista Giane Guerra e lotou o auditório da Unitec 1, no Parque Tecnológico São Leopoldo.

Especializada em economia, Giane abordou as oportunidades de negócios para o Rio Grande do Sul após a tragédia climática de maio deste ano. Segundo Roberta Wobeto, coordenadora do Núcleo, o evento faz parte das ações do planejamento estratégico anual e quase foi cancelado devido ao episódio. “Pensamos que não seria viável, porque muitos empresários perderam tudo e todos nós fomos atingidos diretamente. As circunstâncias eram de dúvidas e de incertezas. Mas chegamos à conclusão de que era o assunto do momento e mantivemos a programação”, destacou Roberta. “E hoje vemos que foi uma decisão certa, pois esgotamos os ingressos”, celebrou a coordenadora.

Roberta acrescenta que o conteúdo escolhido vem ao encontro do papel fundamental que os contadores desempenham no mundo do empreendedorismo. “Um profissional bem-informado é um verdadeiro parceiro na jornada empreendedora, contribuindo para o sucesso e a sustentabilidade do negócio”, pontuou a coordenadora.

Giane Guerra destacou que o Rio Grande do Sul tem várias oportunidades para diversificar a matriz econômica e dividiu em duas as áreas de negócios que têm grandes chances de crescimento. A primeira são os Negócios Consolidados e que têm espaço para expansão. Dentre eles, ela citou a agropecuária e fertilizantes; a silvicultura, papel e celulose; petroquímica, plástico e borracha; metal mecânico – segmento que São Leopoldo abriga grandes empresas; máquinas e equipamentos inclusive máquinas agrícolas movidas a biodiesel; e tecnologias em saúde. “Esta área está em franco crescimento, principalmente no eixo de bem-estar”, revelou a jornalista.

Os Negócios em Ascensão estão focados em segmentos ainda em desenvolvimento, muito em decorrência das mudanças climáticas e de comportamento de consumo, como os produtos de transição energética; hidrogênio verde (H2V); Infraestrutura para a resiliência climática; setor automotivo e sua cadeia de suprimentos; semicondutores; tecnologia da Informação; e produtos regionais de nicho.

Centros logísticos e data centers também são grandes oportunidades de negócios para o Rio Grande do Sul. A descentralização dos centros de distribuição de gigantes do varejo é um movimento muito positivo, assim como os anúncios recentes de instalações importantes, como o data center em Eldorado do Sul são dois exemplos citados pela jornalista.

Por isso, a “bola da vez” para grandes investimentos é a energia. Data centers precisam essencialmente de energia elétrica para funcionar. Como a energia fóssil é cara e finita, abre-se a lacuna para novas possibilidades, como a solar e a eólica. “O gargalo é o preço para estes investimentos. Então, o Estado precisa pressionar por mais recursos”, alertou Giane.

Conforme a jornalista, estas indicações são decorrência de entrevistas e contatos feitos junto a empresas, entidades de classe e de coberturas em eventos nacionais e internacionais. Também estão alicerçadas nas análises de indicadores macroeconômicos e que impactam nos setores produtivos do estado. A indústria, por exemplo, apresentou crescimento em vários segmentos, como móveis, eletrodomésticos e veículos, assim como o comércio, cujo segmento de varejo que tem se mostrado muito resiliente aos impactos das sucessivas crises. O setor de serviços também terá uma retomada de atividades com o retorno das operações do Aeroporto Salgado Filho e incentivos para a reconstrução de rodovias gaúchas que estão bloqueadas.

Giane Guerra comandou a atividade

Núcleo

O Núcleo de Contabilistas da Acist-SL é formado pelos escritórios ADF Assessoria Empresarial, Calau Contabilidade, ECS Consultoria e Contabilidade, Egewarth Contabilidade, Exatta Contabilidade, Fogliatto Contabilidade e Gestão, Justo Assessoria & Contabilidade, Mega Assessoria Conmtábil, Tonini Assessoria e Consultoria Contábil, Très Assessoria Contábil, Oportune Contabilidade, Rose Contabilidade, RWM Contábil e Schuck Contabilidade.

Fora da caixa

A diretora de Núcleos da Acist-SL, Isadora Pavoni, destacou a importância do Núcleo de Contabilistas. “Com um pensamento fora da caixa, o grupo tem sucessivamente trazido temas relevantes para a sociedade, mostrando a importância do contador não apenas para a avaliação de números, mas também para levar conhecimento para a tomada de decisões por parte dos seus clientes. Diante deste cenário desafiador, vemos que nosso povo gaúcho é exemplo de superação, que também se reflete em profissionais diferenciados. A união de uma classe também é sinal de superação, que se reflete neste evento. Em nome da Acist-SL, parabéns, contabilistas, pela iniciativa e pelo seu dia”, ressaltou Isadora.

O evento contou com o patrocínio da Cooperativa Cresol, Assergs Engenharia, ELSMed, Face Rad, Grupo Herval/Taqi, Sicredi Pioneira, SSParisi, Supra, Thomson Reuters, W3K, Clip/Karisma, Ensinger, G&S Desenvolver e Humanizar, Viação Leopoldense, Oliva Construções, Donna Estética Express, Ferragem Feldmann, Malmacedo Seguros, Omie, Rio Service, Talent Gestão e Treinamento, Vila Rica Imóveis, com apoio do Tecnosinos.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 334 Visualizações
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