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Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

Business

Importância da negociação na prática é tema de curso da FGV/Decision

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A economia mundial está sendo fortemente abalada pela pandemia de Covid-19. E o Brasil não é exceção. Neste momento de crise no qual todas as relações foram impactadas, negociar tem sido fundamental. Tanto em casa quanto no trabalho, os papéis, relações, prazos e combinações mudaram… Portanto, a palavra-chave do momento é negociar ou, ainda melhor, (re)negociar.

A Professora Maria Regina Xausa, sócia-diretora da Voo Certo Treinamento e há 20 anos presta consultoria para grandes grupos públicos e privados, foi gerente de treinamento da VARIG S/A, especialista em gerenciamento de crises e desenvolvimento de equipes. Nos dias 2 e 3 de junho ela ministra o curso Negociação na Prática, na FGV/Decision, dedicado às técnicas essenciais da negociação avançada para estimular e ampliar habilidades e características essenciais para bons resultados, mesmo em momentos de crise.

Para a Prof. Xausa, a negociação é uma facilitação, para que todos possam estar mais seguros em um momento conturbado: “Todos estamos com medo e ansiosos, e se potencializamos isso com a expectativa de não solucionar conflitos tudo ficará ainda pior”, declara. Neste cenário, habilidades como a empatia, disciplina, autocontrole e planejamento são algumas ditas essenciais para negociações, que podem ocorrer diariamente: “A negociação está em tudo e em todos os momentos: tudo o que tem a ver com o diálogo entre as pessoas em quaisquer circunstâncias geralmente envolve negociações”, finaliza.

As inscrições e mais informações estão disponíveis no site da instituição, pelo telefone (51) 99110.5573 ou pelo e-mail queroserfgv@decision.edu.br.

Sobre a Professora Maria Regina Xausa

Psicóloga e Mestre em Administração de Empresas, é sócia-diretora da Voo Certo Treinamento e há 20 anos presta consultoria para grandes grupos públicos e privados, como Tramontina, Petrobras, Lojas Renner, Lojas Colombo, Caixa Econômica Federal, Banrisul, BRDE, Badesul, Unimed e Furnas, entre outros. Foi gerente de Treinamento da VARIG SA no RS e é consultora internacional da Unesco. Professora de Técnicas de Negociação e de Formação de Equipes de Alta Performance nos MBAs da FGV (em todo o Brasil), Unisinos, IBGEN, UNISC, UNIPLAC. Palestrante internacional e autora do livro “Negociação ao Alcance de Todos” e coautora da obra “Negociação e Processo Decisório”.

Sobre a FGV – Fundação Getulio Vargas

A Fundação Getulio Vargas é referência há mais de 70 anos no Brasil e uma das maiores instituições de ensino superior do mundo, onde 40% dos melhores CEOs do Brasil fizeram seus MBAs (Forbes). Única instituição brasileira a figurar entre as dez melhores da América Latina no QS Global 200 MBA Rankings e melhor thinktank da América Latina e Top 5 no mundo.

Sobre a Faculdades Decision de Negócios

A Decision foi a primeira instituição fora do eixo Rio/São Paulo a tornar-se parceira da FGV, em 1993, e pioneira na articulação da instalação da FGV pelo país. Conta com mais de 25 mil profissionais formados entre suas sedes de Porto Alegre e Novo Hamburgo, com cargos de direção em grandes corporações gaúchas, bem como empreendedores em novas e promissoras startups da região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 647 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Campo Bom intensifica ações contra a Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O aumento no número de casos de coronavírus em Campo Bom levou a Prefeitura a intensificar ações de combate ao alastramento da Covid-19. Depois de bloquear acessos aos principais parques e praças do Município na sexta-feira, 22, no sábado, 23, novas medidas foram tomadas para evitar a aglomeração de pessoas pela cidade. Os meios-fios que eram pintados de branco junto à Pista de Atletismo e ao Largo Irmãos Vetter receberam pintura amarela sinalizando proibição de estacionamento. Placas de sinalização também foram instaladas orientando que o estacionamento nas ruas em frente a estes espaços passa a ser proibido de segunda a sábado das 19h às 7h e aos domingos, por 24 horas. “Infelizmente, tem muita gente que não acredita no risco que corremos com a aglomeração de pessoas e colocam os demais em risco, então tivemos que tomar esta medida”, afirma prefeito Luciano Orsi, que conferiu de perto os trabalhos. As providências constam no novo decreto emitido na sexta-feira.

A dona de casa Deise Ferreira dos Reis, 36 anos, que caminhava de máscara na ciclovia, aprovou a iniciativa da Administração Municipal. “Acho uma ação dessas muito válida porque o pessoal precisa respeitar e evitar aglomeração para ajudar na prevenção do coronavírus. Saúde não se compra”, comenta. O representante comercial Alexandre Pozenato, 46, que passeava de bicicleta usando máscara, concorda. “Tudo é válido para conter a disseminação dos casos. Essa ação nos espaços públicos ajuda a promover o distanciamento entre as pessoas, o que é necessário nesse momento”, diz. O vendedor Felipe Alves, 34, também protegido por máscara na ciclovia, concordou com a medida. “Eu vejo que muita gente não colabora, não usa máscara, se aglomera, esperando que o pior aconteça. Aprovo o que a Prefeitura tem feito.”

Ainda no sábado, servidores da Prefeitura promoveram ações de conscientização junto ao comércio com distribuição de máscaras à população no entorno do Largo e ao longo da Avenida Brasil. Na sexta-feira, pontos estratégicos como paradas de ônibus receberam placas e cartazes sinalizando sobre a necessidade de distanciamento social e do uso de máscaras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 396 Visualizações
Variedades

Família gaúcha cria projeto para entreter as crianças que estão em casa durante a quarentena

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Bernardo Guedes é o detentor do título de maior colecionador de bonecos do Brasil, homologado pelo RankBrasil também é um dos personagens da série de TV “Colecionadores”, do History Channel. Mas o gaúcho também tem uma família apaixonada por crianças e com muito talento. Eles criaram o projeto “Be e seus amigos” para entreter as crianças que estão em casa durante a quarentena. Trata-se de um livro de colorir, que pode ser arrecadado no site, onde também estão sendo arrecadadas doações.

“As pessoas que quiserem participar do projeto podem adquirir os livrinhos através do site do financiamento coletivo. Vai receber o seu livro em casa enviado pelos correios e vai estar doando mais quantos livros quiser para as crianças em situação de vulnerabilidade social”, afirma Guedes.

A filha Isadora, de 15 anos, foi a ilustradora e criou diversos personagens que foram inspirados em nossos amigos pessoais para as crianças pintarem. Entre as pessoas escolhidas para serem transformadas em bonecos estão jornalistas, influenciadores digitais, personalidades gaúchas que são engajados em causas sociais.

“Foi tudo feito com muito carinho para entreter quem está em casa neste momento. Isadora é dona de um canal no YouTube onde mostra sua criatividade artística.”

Pintar trabalha a motricidade fina da criança e também incentiva a criatividade e é o que queremos com este projeto, levar alegria para elas.

“Estamos arrecadando também lápis de cor e giz de cera para as crianças pintarem. Não queremos ganhar nem um real com estes livrinhos, a ideia é conseguir fazer mais e mais livros para atingir um maior número de crianças”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 437 Visualizações
Variedades

Churrascaria Barranco ressalta compromisso com segurança e saúde dos clientes

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com cinco décadas de história, a Churrascaria Barranco é um dos mais tradicionais restaurantes da capital gaúcha. O estabelecimento vive agora o desafio da reabertura gradual de seus espaços após a paralisação ocasionada pelo coronavírus. Para isso, foram estabelecidas rigorosamente todas as medidas e protocolos previstos pela legislação municipal.

Segundo os sócios Elson Furini e Chico Tasca, a lotação foi reduzida para menos de 40% da capacidade do estabelecimento – passando de 750 para 280 lugares. Todas as mesas foram afastadas para obedecer o distanciamento mínimo previsto. Em relação ao número de lugares permitidos por mesa, ponto em que não há clareza no decreto municipal, o restaurante adotou como regra, a partir desta sexta-feira, até quatro pessoas por mesa. “Estamos fazendo todo o possível para garantir a segurança dos clientes e colaboradores”, destaca Furini.

Com ambientes arejados, os espaços estão sendo constantemente higienizados, em linha com os protocolos de saúde: maçanetas, corrimãos e áreas comuns são limpos de meia em meia hora. Os colaboradores também seguem orientações rígidas. “Monitoramos a temperatura corporal e a saúde dos funcionários constantemente, e exigimos deles a utilização de equipamentos de proteção individual”, conta Tasca.

Além da proteção de acrílico, a partir desta sexta-feira os colaboradores passaram a adicionalmente usar a máscara de tecido. Aos clientes, é orientado o uso de máscaras – sendo exigência para entrar no estabelecimento. O restaurante ainda disponibiliza álcool em gel 70%.

Trabalho sério e cuidadoso

Uma fotografia que circula nas redes sociais e na imprensa, tirada em um ângulo desfavorável, omite muitas das ações de precaução adotadas pelo restaurante. Segundo os sócios, a imagem não condiz com a realidade do estabelecimento. “Fazemos um trabalho sério e cuidadoso, reconhecido no Brasil inteiro. Jamais colocaríamos nossos clientes em risco. Sempre prezamos pela qualidade dos alimentos e do atendimento, e agora esse compromisso está reforçado”, aponta Furini.

Antes da pandemia, o Barranco chegava a uma média de 25 mil pessoas atendidas todos os meses – com picos de 3 mil a 4 mil por dia nos fins de semana. Os empreendedores orgulham-se de, mesmo com a casa cheia, nenhum cliente ter sido levado ao hospital. “Com todas as medidas que estamos tomando, não será agora que isso vai acontecer”, diz o sócio.

Retorno seguro

Após dois meses sem atendimento presencial, o restaurante se preparou para a volta dos clientes. Com cerca de 100 funcionários, a alternativa do delivery não chegava a 10% do faturamento usual da casa – realidade compartilhada por diversas empresas do setor. As dificuldades acabam se refletindo na redução de postos de trabalho: segundo pesquisa da Associação Nacional de Restaurantes (ANR), cerca de um milhão de pessoas já perderam o emprego desde o início da crise. O mesmo estudo identificou que três em cada quatro estabelecimentos demitiram parte de seus funcionários.

Os sócios do Barranco esperam que a interpretação equivocada de uma fotografia não coloque em risco a confiança dos clientes sobre o estabelecimento. “De forma séria e responsável, vamos continuar nosso trabalho, firmado no compromisso com a segurança e a saúde de todas as pessoas”, conclui Tasca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 525 Visualizações
Cidades

Última fase de estudo com testes rápidos ocorre neste fim de semana em Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A primeira pesquisa a estimar o número de pessoas que já contraíram o coronavírus na população terá a quarta e última fase de testes rápidos neste fim de semana em nove cidades do Rio Grande do Sul. Em Santa Cruz, a meta é testar e entrevistar mais 500 pessoas, nos dias 23 e 24 de maio. O estudo inédito, coordenado pela Universidade Federal de Pelotas a partir de parceria com o Governo do Rio Grande do Sul, concluirá o mapeamento dos casos de coronavírus e o acompanhamento da velocidade de disseminação do contágio no Estado. Ao todo, dois mil santa-cruzenses farão parte dessa análise.

A Diretora de Inovação e Empreendedorismo da Universidade de Santa Cruz (Unisc), Andreia Valim, avalia a pesquisa como uma experiência ímpar para profissionais e estudantes da área da saúde. “Aprendemos muito ao longo das quatro rodadas. Nossos alunos cresceram enquanto profissionais de saúde e desenvolveram segurança nas atividades em campo”, destaca.

De acordo com a diretora, a pesquisa tem como objetivos: estimar o percentual de gaúchos com anticorpos para o coronavírus, avaliar a velocidade de expansão da infecção ao longo do tempo, determinar a porcentagem de infecções assintomáticas ou subclínicas e obter cálculos precisos da letalidade. “Os objetivos estão sendo atingidos e, dessa forma, a pesquisa dá subsídios para a tomada de decisões a nível estadual e nos municípios em que está sendo aplicada”, explica Andreia.

O secretário municipal de Saúde, Régis de Oliveira Júnior, destaca a importância das pessoas receberem os pesquisadores em suas residências para que a pesquisa seja concluída e, assim, possa contribuir ainda mais com as deliberações do Gabinete de Emergências e com as decisões do prefeito, Telmo Kirst. “São as informações que vêm da comunidade que nos auxiliam a definir as estratégias a serem tomadas para que continuemos agindo, de acordo com dados científicos e conforme orientação de profissionais técnicos, contra o vírus”, detalha.

A pesquisa tem apoio de uma rede de doze instituições de ensino superior públicas e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos); Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc); Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ); Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana); Universidade de Caxias do Sul (UCS); IMED e Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle).

Os custos do estudo, de R$ 1,5 milhão, têm financiamento da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro. Os resultados são divulgados por integrantes da coordenação do estudo e do Governo do RS em aproximadamente 48 horas após a finalização de cada rodada do inquérito populacional.

Como funciona

No domicílio, novo sorteio determina o morador que irá realizar o teste. Durante a visita, os entrevistadores – profissionais voluntários da área da saúde – coletam uma amostra de sangue (uma gota) da ponta do dedo do participante, que será analisada pelo aparelho de teste em aproximadamente 15 minutos.

Enquanto o resultado é processado, os participantes respondem a um breve questionário de informações sociodemográficas básicas, sintomas da Covid-19 nas últimas semanas, busca por assistência médica e rotina da família em relação às medidas de prevenção e isolamento social.

Se o resultado for positivo, todos os moradores da residência são testados e os pesquisadores entregam um informativo com orientações e repassam o contato dos participantes para acompanhamento e suporte da Secretaria de Saúde do Município.

Em caso de dúvida, os participantes poderão entrar em contato com os órgãos de segurança do de Santa Cruz para checar a abordagem à casa. A Brigada Militar e a Guarda Municipal das localidades estão apoiando o estudo e têm informações sobre os locais de visitação previstos na pesquisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 487 Visualizações
Cidades

Santa Cruz do Sul registra primeiro caso de dengue

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesa), de Santa Cruz do Sul, confirmou nesta sexta-feira, 22, o primeiro caso de dengue no município este ano. A análise do exame foi feita pelo Laboratório Central do Estado (Lacen), de Porto Alegre, que confirmou o resultado positivo. Trata-se de um homem, de 49 anos, morador do Centro. Ele está em casa e se recupera bem. Existe mais um caso suspeito aguardando resposta.

No último dia 12, o homem procurou o Hospital de Campanha pela primeira vez, acreditando estar com Covid-19, já que apresentava sintomas como febre, cefaleia e mialgia. Ele retornou no dia 14 para uma nova consulta. Como não melhorou, no dia 18 foi encaminhado para a Vigilância Epidemiológica e fez coleta de sangue. Durante este tempo permaneceu em quarentena. A orientação para quem estiver com suspeita de dengue é procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência.

Em 2019, foram notificados 55 casos de dengue no município. O primeiro foi confirmado no mês de abril, outros 24 em maio e mais 21 em junho. No segundo semestre os números começaram a cair, foram notificados 5 no mês de julho e mais 4 em agosto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 405 Visualizações
Saúde

Plano com metas e diretrizes para saúde no quadriênio 2020-2023 é apresentado ao controle social

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Plano Estadual de Saúde (PES), instrumento de planejamento da gestão estadual do Sistema Único de Saúde (SUS), foi apresentado na manhã desta quinta-feira, 21, em videoconferência, ao Conselho Estadual de Saúde (CES). A secretária da Saúde, Arita Bergmann, disse, durante o ato de entrega virtual do documento, que “esse é um retrato da nossa expectativa, do que queremos para a saúde pública do Rio Grande do Sul”. Ela explicou que a atual versão ainda é preliminar. “É próximo dos objetivos ideais, queremos um plano que seja realista e exequível”, salientou.

“Esse instrumento é extremamente importante e necessário. Vamos abrir uma ampla discussão no Estado, com efetiva participação do controle social”, afirmou o presidente do CES, Claudio Augustin. A partir de agora, o conselho inicia uma etapa de análise, inclusão e deliberação de conteúdo, a partir do olhar dos usuários do SUS dos municípios e regiões do Rio Grande do Sul.

Com base nas necessidades de saúde da população, o documento apresenta a análise situacional, as diretrizes, os objetivos e as metas para o período, além do método de monitoramento e avaliação das ações propostas para a saúde pública no RS.

Informações sobre indicadores demográficos, socioeconômicos e epidemiológicos, a capacidade instalada e a cobertura da Rede de Atenção de Saúde, em todas as regiões, também fazem parte do Plano Estadual de Saúde.

Sua elaboração contou com a participação do Conselho Estadual de Saúde (CES/RS), de técnicos e gestores municipais e estaduais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 565 Visualizações
Cultura

Sedac pede apoio de deputados federais para aprovação da Lei de Emergência Cultural

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Projeto de Lei 1.075/2020, chamado de Lei de Emergência Cultural, que tramita no Congresso Nacional em regime de urgência, será incluído na pauta de votação do plenário da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira (26). O texto dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural, enquanto estiverem vigentes as medidas de isolamento para enfrentamento da Covid-19.

A secretária da Cultura, Beatriz Araujo, reforça a importância deste pleito para o setor e faz um chamamento aos deputados federais da bancada gaúcha para que votem a favor do PL 1.075/2020. Nos últimos dias, o pedido de urgência para votação ganhou adesão da classe artística.

Para a construção do projeto, setores da cultura de todas as regiões do país se uniram, com apoio dos Estados, municípios e Distrito Federal. As 27 lideranças, entre secretários e dirigentes estaduais de cultura de todas as unidades federativas, permanecem em diálogo constante com seus parlamentares, para aprovação do texto nas etapas de votação na Câmara e no Senado.

Impactos na cadeia produtiva

Recentes estudos de impacto econômico cultural, feitos pela Fundação Getulio Vargas (FGV), demonstram que a cada R$ 1 investido em cultura, R$ 1,59 retornam para a sociedade, por meio da movimentação financeira de uma extensa cadeia produtiva. Somente a Lei de Incentivo Federal teve um impacto econômico de R$ 49,8 bilhões sobre a economia brasileira no século 21.

O Projeto de Lei 1.075/2020 atenderá aos espaços culturais e sua cadeia produtiva, entre as diversas manifestações artísticas que abraçam a pluralidade do setor. No Rio Grande do Sul, a Lei de Emergência Cultural poderá atender aos 27 circos que se encontram em situação de extrema necessidade, bem como centenas de espaços comunitários, museus, teatros, escolas de música e dança, cineclubes e os 1.731 Centros de Tradição Gaúcha (CTGs) que estão em solo gaúcho (no Brasil, totalizam 2.575). Piquetes e entidades similares chegam a 4.031.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 519 Visualizações
Cidades

Brasão da Prefeitura de Campo Bom ganha máscara para incentivar uso durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para reforçar junto à sociedade a importância do uso da máscara como forma de proteção e combate ao coronavírus, o brasão da Prefeitura de Campo Bom nas redes sociais está usando o equipamento de segurança. Vale lembrar que os benefícios da utilização do item são coletivos: ao usar a máscara, além de se proteger contra o vírus que pode estar circulando à sua volta, a pessoa impede a transmissão da Covid-19 aos demais, caso esteja com a doença e ainda não saiba. Em Campo Bom, o uso de máscara é obrigatório desde o mês passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 835 Visualizações
Variedades

Atuação da AGU no Supremo evita prejuízos bilionários aos cofres do INSS

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (INSS) obteve no Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão unânime, o reconhecimento da inconstitucionalidade da revisão de benefício previdenciário pelo valor nominal do salário mínimo, evitando assim prejuízo bilionário aos cofres do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

O caso foi julgado pelo Plenário Virtual do STF no Tema 996, com repercussão geral reconhecida, no Recurso Extraordinário 68414. No caso, uma aposentada entrou com recurso pleiteando o reconhecimento do direito à opção pelo reajuste previdenciário mais vantajoso, seja pela variação nominal do salário mínimo ou pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

No entanto, em defesa do INSS, a Advocacia-Geral sustentou que o pedido da segurada implicaria em violação à Constituição Federal, que veda qualquer tipo de indexação com base no salário mínimo.

Argumentou também que a previsão legal do INPC (Lei 8.213/91) decorre de delegação constitucional, sendo o único critério existente no ordenamento previdenciário. Além disso, a AGU ressaltou que a utilização de mecanismo de reajuste do benefício diferente daquele estabelecido em lei, implicaria em majoração do benefício previdenciário em patamar superior ao previsto na legislação, onerando os cofres públicos sem que esteja definida a prévia fonte de custeio.

A atuação da AGU evitou prejuízo bilionário aos cofres do INSS. Caso o STF acolhesse a tese de aplicação do índice de reajuste do salário mínimo, a medida implicaria prejuízos estimados em R$ 123,3 bilhões apenas no exercício de 2017, conforme dados da Secretaria de Previdência.

“É importante assentar que os benefícios previdenciários são pagos de acordos com as regras legais. Caso o STF admitisse essa possibilidade de reajuste com base em um índice não previsto legalmente, isso poderia gerar um sério problema ao equilíbrio atuarial e financeiro do sistema de Regime Geral da Previdência Social”, explica o Procurador Federal Antônio Armando Freitas Gonçalves, do Subnúcleo de Atuação Prioritária do Departamento de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal (PGF).

Além de evitar impacto financeiro ao INSS, a decisão protege os segurados.”Se o STF admitisse a possibilidade de reajuste de benefício previdenciário com base na variação nominal do salário mínimo a própria política econômica de mudança do salário mínimo poderia ser prejudicada”, afirma o Procurador Federal.

Em seu voto, o relator, ministro Marco Aurélio, acolheu a tese do INSS e fixou o entendimento de que “não encontra amparo no texto Constitucional revisão de benefício previdenciário pelo valor nominal do salário mínimo”.

Atuaram no caso, o Departamento de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal (DEPCONT/PGF) e a Secretária-geral de Contencioso (SGCT), órgãos da AGU.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 560 Visualizações
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