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Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

Business

Tecnologia antiviral para a fabricação de calçados já é realidade no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a evolução do contágio pelo novo coronavírus no país, os brasileiros adquiriram um novo hábito: retirar o calçado ao entrar em casa. Isso se deve ao receio de que o solado possa estar contaminado com o vírus, sendo veículo para contaminação dentro de casa. Mas, e se a sola do seu sapato pudesse garantir ação antiviral permanente? É o que propõe a nova tecnologia da FCC, indústria gaúcha conhecida por utilizar a ciência dos materiais para atender diversos mercados. O lançamento FCC ANTIViral consiste em uma linha de elastômeros termoplásticos com propriedades virucidas.

O termoplástico com ação antiviral tem atributos que fazem com que o DNA/RNA viral reduza sua capacidade infecciosa, e consegue inativar vírus envelopados, como os vírus influenza, herpesvírus, coronavírus, entre outros. “Ele previne de maneira permanente, mesmo depois de inúmeras lavagens, a contaminação cruzada entre o termoplástico e o usuário, evitando assim que o solado seja um veículo de transmissão do vírus”, explica Júlio Schmitt, diretor de inovação da FCC. A eficácia virucida do composto foi testada em laboratório externo, com base na norma ISO 21702 (Measurement of antiviral activity on plastics and other non-porous surfaces).

A ideia do desenvolvimento surgiu a partir da observação dos novos comportamentos e hábitos relacionados à higiene, decorrentes da pandemia. “Vimos que surgiram novas necessidades por parte dos consumidores e imaginamos que no mercado de calçados não seria diferente. Por isso, nos antecipamos e desenvolvemos uma nova tecnologia que está totalmente conectada a essas necessidades”, afirma Schmitt. A linha de termoplásticos FCC ANTIViral leva ao mercado brasileiro a primeira solução antiviral para a produção de solas de calçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 611 Visualizações
Variedades

I Fashion Outlet Novo Hamburgo inicia vendas por delivery

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em conformidade ao Decreto Estadual publicado esta semana, o I Fashion Outlet Novo Hamburgo passa a possibilitar a compra e recebimento de produtos na modalidade de tele entrega. O serviço de delivery é mais uma facilidade implementada pelo empreendimento para colaborar com lojistas e consumidores nesse período.

A dinâmica de compra começa no site do outlet, onde é possível consultar a relação das lojas participantes e canais para contato, que podem ser por telefone ou WhatsApp. Todo o processo de venda e negociação para a entrega do produto é feita de forma rápida e segura. Depois disso, a loja fica responsável pelo envio do pedido dentro do prazo combinado.

“Este momento delicado pelo qual estamos passando exige alternativas criativas para que possamos corresponder às expectativas dos lojistas e clientes. A nossa intenção é que o atendimento pelo sistema de delivery seja uma boa opção para aqueles que desejam realizar suas compras de forma segura, sem a necessidade de sair de suas casas”, conta Amélia Siqueira, gerente geral do I Fashion Outlet Novo Hamburgo.

O serviço está disponível de segunda a domingo, das 12h às 20h. Mais informações podem ser obtidas no site do Outlet.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 1,2K Visualizações
UncategorizedVariedades

Homem é detido ao tentar entregar crack em pedaços de carne no Presídio de Cerro Largo

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Neste domingo, 5, os agentes penitenciários do Presídio de Cerro Largo (Missões), ao revistarem a sacola de um visitante, descobriram nove pedras de crack dentro de pedaços de carne, acondicionados num pote de comida destinada a um apenado.

Os agentes acionaram a Brigada Militar que conduziu o homem à Delegacia de Policia local, para registro de boletim de ocorrência e encaminhamento dos trâmites judiciais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 626 Visualizações
Variedades

Metade das regiões fica em vermelho no mapa preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a piora nos indicadores de propagação da Covid-19 e da ocupação de leitos, o mapa do Rio Grande do Sul pode ficar ainda mais vermelho. A atualização preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado indica que 10 regiões estão com risco alto, por isso, receberam bandeira vermelha. Embora representem metade das 20 regiões usadas no modelo, somam 73,4% da população gaúcha (8.310.854 habitantes). Na rodada anterior, eram seis regiões, que representavam 46,1% dos gaúchos. As bandeiras definitivas serão divulgadas na segunda-feira (6).

As outras 10 regiões ficaram com laranja (risco médio). O Estado segue sem registro de bandeira preta (risco altíssimo), mas, pela primeira vez, nenhuma região foi classificada em amarelo (risco baixo).

O mapa preliminar da 9ª rodada foi divulgado pelo governo no fim da tarde desta sexta-feira, 3. No prazo de 36 horas após a publicação do mapa preliminar, que se encerra às 6h de domingo (5), os municípios que quiserem apresentar recursos sobre as classificações podem preencher o formulário neste link. Aqueles que se enquadrarem na Regra 0-0 e podem adotar protocolos de bandeira laranja não precisam protocolar recurso.

Na segunda-feira (6), o Gabinete de Crise analisará os dados enviados e rodará o mapa novamente e, à tarde, divulgará as bandeiras definitivas, que serão vigentes de 7 a 13 de julho.

Conforme a análise preliminar, seis regiões tiveram piora na classificação final e, portanto, terão maiores restrições de suas atividades.Taquara registrou a mudança mais drástica: a região estava com bandeira amarela e passou direto para vermelho. Palmeira das Missões, Pelotas, Erechim e Caxias do Sul, que estavam com bandeira laranja, também migraram para vermelha. Bagé, que estavam em amarelo, foi para laranja.

Cinco regiões permaneceram sem alteração. Porto Alegre, Capão da Canoa, Novo Hamburgo e Canoas, por terem sido classificadas em vermelho pelo menos duas vezes no período de 21 dias, mesmo que apresentassem melhora nos dados, não poderiam ter regressão no nível de restrição, com isso, seguem com bandeira vermelha. Passo Fundo não apresentou melhora nem piora no cálculo dos indicadores e permanece com vermelha.

A única região que apresentou redução de risco foi Santo Ângelo, passando de vermelho para laranja. As demais regiões não tiveram alteração na sua bandeira final e permanecem com bandeira laranja.

Dos 307 municípios que compõem as áreas com bandeira vermelha, 177 cidades não tiveram registro de hospitalização e óbito por Covid-19 de morador nos 14 dias anteriores ao levantamento. Por isso, eles se adequam à chamada “Regra 0-0” e podem adotar protocolos previstos na bandeira laranja por meio de regulamento próprio.

Basta que mantenham atualizados os registros nos sistemas oficiais e adotem, por meio de decreto, regulamento próprio, com protocolos para as atividades previstas na bandeira laranja. São 998.869 pessoas (8,8% do total do RS) que estão nesta condição.

A região de Passo Fundo, se mantida com bandeira vermelha após o período de recursos da 9ª rodada, estará inserida na trava de segurança prevista no Distanciamento Controlado, que tem objetivo de garantir a segurança da população da região.

A regra determina que regiões classificadas em vermelho por dois períodos consecutivos ou alternados dentro do prazo de 21 dias tenham de ficar duas semanas consecutivas com bandeira vermelha mesmo que os indicadores regionais apontem para restrições menos severas.

Para que as regiões de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e Capão da Canoa, que já estão cumprindo a determinação nesta rodada, e Passo Fundo, caso se enquadre na trava, recebam bandeira menos restritiva, elas deverão ficar pelo menos duas rodadas com redução de cor para sair da bandeira vermelha.

Dados

• O número de novos registros de hospitalizações Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAG) de confirmados Covid-19 aumentou 19% entre as duas últimas semanas (611 para 729);
• O número de internados em UTI por SRAG aumentou 27% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (459 para 582);
• O número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS aumentou 16% entre as duas últimas quintas-feiras (478 para 554);
• O número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS aumentou 36% entre as duas últimas quintas-feiras (307 para 418);
• O número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS aumentou 5% entre as duas últimas quintas-feiras (de 624 para 653);
• O número de óbitos por Covid-19 aumentou 15% entre as duas últimas quintas-feiras (de 120 para 138);
• As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (227), Novo Hamburgo (91) Caxias do Sul (83), Passo Fundo (69) e Canoas (64).

Situação Geral

O número de novos registros de hospitalizações por Covid-19, nos últimos sete dias, comparado com a semana anterior, apresentou aumento de 19%, passando de 611 para 729. O número de internados em UTI por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceu 27%, passando de 459 para 582. O mesmo se observa com o número de internados em leitos clínicos para Covid-19, que passou de 478 para 554 internações – crescimento de 16%. Para as internações em UTI confirmadas para Covid-19, o aumento foi de 36%, passando de 307 para 418.

O agravamento também é observado no número de casos ativos na última semana, que chegou a 4.281, frente aos 3.340 da semana anterior. Por fim, com relação ao número de leitos de UTI livres no último dia, o número subiu de 624 para 653, com a abertura de 80 leitos ao longo da semana.

O agravamento do indicador de capacidade de atendimento (número de leitos de UTI livres para cada ocupado por pacientes Covid-19), mensurada no Estado como um todo, segue em ritmo acelerado, sinalizando elevada preocupação. Na rodada anterior o indicador obteve bandeira vermelha e, nesta semana, a mensuração ficou próxima de ser definida como bandeira preta.

Este indicador nos permite acompanhar a capacidade de resposta da rede hospitalar para atender a população que necessita de atendimento neste nível de atenção. No entanto, é um indicador que também está diretamente relacionado ao avanço da doença no Estado, uma vez que quanto maior o número de casos ativos, maior o número de pacientes que necessitarão de atendimento hospitalar e maior o risco de pressão no sistema de saúde.

Mesmo com todas as ações de ampliação de leitos de UTI no Estado, o avanço na evolução da Covid-19 sinaliza risco alto de pressão ao sistema de saúde e a necessidade de se ampliar ainda mais a conscientização da população em seguir os protocolos de distanciamento, a fim de que seja possível seguir nas ações de ampliação da rede e, principalmente, para continuar garantindo o acesso adequado do paciente aos leitos hospitalares e de UTI no tempo oportuno.

Macrorregião Metropolitana

Após a definição de bandeira vermelha na última rodada para quatro das cinco regiões Covid da Macrorregião Metropolitana, a situação de agravamento permaneceu, reflexo do tempo necessário entre ações de maiores restrições à circulação e a diminuição das hospitalizações. Nesta semana, a região de Taquara, que era beneficiada com a trava de até três hospitalizações nos últimos 14 dias, apresentou situação de bandeira vermelha, pois além da pressão advinda do agravamento na macrorregião, apresentou piora em seus indicadores regionais. Assim, toda a macrorregião metropolitana obteve apuração de bandeira vermelha.

Com as hospitalizações e ocupação de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 aumentando, a macrorregião metropolitana atingiu a totalidade em bandeira vermelha. Os números de internados por SRAG em UTI, de pacientes Covid-19 em leitos clínicos (confirmados) e de pacientes Covid-19 em leitos de UTI (confirmados) tiveram aumentos entre as duas semanas.

Com relação a SRAG, enquanto há sete dias atrás havia 250 internados, a quantidade de pacientes subiu 36% passando para 339. No caso de leitos clínicos, o número de pacientes passou de 284 para 333, um aumento de 17%. E com relação aos internados por Covid-19 em leitos de UTI, o aumento foi de 39%, passando de 179 para 248 pacientes.

Além dos indicadores que mensuram a velocidade do avanço na macrorregião, os relacionados a capacidade de atendimento também se agravaram. Enquanto na semana passada havia 1,46 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 1,05.

No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verifica-se uma pequena redução no número de leitos de UTI livres para atender Covid-19, passando de 262 para 260.

Com isso, enquanto o indicador de internados por SRAG obteve bandeira vermelha, a de pacientes Covid-19 em leitos de UTI e de capacidade de atendimento, mensuradas pela macrorregião, obtiveram bandeira preta.

Porto Alegre

Além da situação agravada pelos indicadores mensurados pela macrorregião, o número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registrado nos últimos sete dias apresentou crescimento de 11% entre as duas semanas, passando de 204 para 227. Com isso, o indicador apresentou melhora entre as duas análises, passando de bandeira preta para laranja. Porém, destaca-se que a quantidade de novas hospitalizações em proporção da população ainda é elevada, refletindo na bandeira preta para o indicador de incidência na região.

Ainda se observa crescimento em outros três indicadores de avanço da doença. O número de internados em UTI por SRAG no último dia variou de 163 para 225 entre as duas semanas. O indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19 cresceu 37%, passando de 124 para 170. Por último, o indicador de internados em leitos clínicos Covid-19 variou de 196 para 219.

O indicador que mede o Estágio da Evolução, resultante da razão entre ativos e recuperados obteve leve melhora, passando para avaliação de risco médio (laranja). O de Projeções de Óbitos e de hospitalizações em relação a 100 mil habitantes, na última semana, se manteve em avaliação de risco máximo (preta).

Canoas

A região de Canoas é a que obteve a maior média ponderada entre todas regiões Covid, em valor de 2,14. Os registros de hospitalizações confirmadas para Covid-19 cresceram 56% entre as duas semanas, passando de 41 para 64 hospitalizações. O avanço acompanha a tendência que levou a região à bandeira vermelha há duas semanas, pois se trata da velocidade do avanço da pandemia e dos efeitos que podem permanecer por mais semanas.

Da mesma forma, na região o número de internados em UTI por SRAG no último dia passou de 31 para 42 entre as duas semanas. Para o indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19, o crescimento foi de 68%, variando de 19 para 32 Com relação ao número de pacientes Covid-19 em leitos clínicos, o aumento foi de 9,5%, (de 42 para 46 internados).

Na razão entre os casos ativos na semana e recuperados nos 50 dias anteriores ao início da semana, o indicador se manteve em bandeira preta. No caso do número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias para cada 100 mil habitantes, o indicador se manteve em bandeira preta, com a razão passando de 5,17 para 8,07.

Novo Hamburgo

A manutenção de bandeira vermelha também é observada na região de Novo Hamburgo. Comparativamente às outras semanas, verificou-se uma aceleração no registro de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias. Enquanto na semana anterior havia ocorrido 71 registros, nesta semana foram 91 (aumento de 28%). A dimensão das hospitalizações, quando comparada por 100 mil habitantes, é bastante elevada, sendo a de maior valor entre todas as regiões Covid-19, indicando alta prevalência na região. Com isso, os indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População, que são mensurados com base na região, todos apresentam bandeira preta.

A ocupação de leitos clínicos e de UTI, para SRAG ou confirmados para Covid-19, tiveram aumentos entre as duas semanas, contribuindo com o agravamento dos indicadores da macrorregião. O indicador de internados em leitos clínicos cresceu 86% (de 28 para 52), apontando para um possível aumento em ocupação de leitos de UTI nos próximos dias.

Capão da Canoa

Também sobre efeito do agravamento na Macrorregião Metropolitana, a região de Capão da Canoa apresentou crescimento em três variáveis utilizadas para mensurar o avanço da doença. As hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias na região passou de 21 para 23 entre as duas semanas.

Apesar da redução na ocupação de leitos clínicos em 23,5% (de 17 para 13), ocorreram aumentos no número de internados em UTI confirmados para Covid-19 e por SRAG.
Os três indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram situação de bandeira preta, demonstrando a gravidade tanto da macro quanto da região em si.

Taquara

Pressionada pela situação da Macrorregião Metropolitana, a região de Taquara obteve bandeira vermelha nesta rodada. O salto de situação de bandeira amarela para vermelha se deve, principalmente, pelo fato de a região ter tido aumento nas hospitalizações confirmadas para Covid-19.

Esta elevação fez com que três indicadores da região, de hospitalizações registradas, hospitalizações a cada 100 mil habitantes e de projeção de óbitos passassem de bandeiras amarelas para preta, laranja e vermelha, respectivamente. Além disso, nas últimas atualizações, a região já alcançava classificações de risco alto (laranja), mas tinha o benefício de retroceder para a bandeira amarela por não registrar mais de três hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19 nos 14 dias anteriores ao levantamento.

O aumento no número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 variou de 2 para 6 hospitalizações. Apesar de que os indicadores de avanço da doença não sejam tão expressivos como nas demais regiões metropolitanas, a situação é deteriorada pela macrorregião a que está inserida.

Por fim, os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram agravamento entre as duas semanas. Observando o indicador da razão entre casos ativos na última semana e recuperados no início da semana (50 dias anteriores), verifica-se um elevado crescimento – com a região de Taquara obtendo o maior valor entre todas as regiões.

Norte

A macrorregião norte manteve a situação de piora nos indicadores que vinha sinalizando desde a última semana. Com o agravamento da Capacidade de Atendimento no Estado, que avalia o quantitativo de leitos de UTI livres sobre leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, dos indicadores de internados em leitos clínicos e UTI por Covid-19 e da Capacidade de Atendimento na macrorregião, as regiões de Palmeira das Missões, Erechim e Passo Fundo obtiveram bandeira final vermelha.

Na última rodada de avaliação, as três regiões já haviam obtido situação de bandeira vermelha. Entretanto, após as análises de recursos, o Gabinete de Crise reverteu a situação de bandeira vermelha para as regiões de Erechim e de Palmeira das Missões, pois a média ponderada estava muito próxima do ponto de corte que define entre bandeiras laranja ou vermelha e os indicadores não apontavam ainda para situações de risco mais elevado.

Com relação as variáveis mensuradas para os indicadores de propagação da doença e da capacidade de atendimento, verifica-se a deterioração na região. As hospitalizações e as ocupações de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 seguem aumentando.

O número de hospitalizações confirmadas para Covid-19, registradas nos últimos sete dias, passou de 76 para 112 entre as duas semanas, crescimento de 47,4%. Para os internados em leitos clínicos e internados em UTI, confirmados para Covid-19, os aumentos foram de 29% e 22%, respectivamente (de 59 para 76 e de 36 para 44). No caso de internados por SRAG em UTI, ocorreu uma redução no quantitativo, variando de 60 para 59.

Nas três regiões Covid-19 da macrorregião Norte, o aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População. As três regiões obtiveram bandeira preta nos dois indicadores de Incidência.

O indicador relacionado à capacidade do sistema de saúde apresentou uma melhora. Enquanto na semana passada havia 1,78 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 2,09, mesmo que a bandeira do indicador tenha se mantido a mesma entre as duas semanas – vermelha. Também favorável, a mudança da capacidade de atendimento teve redução no indicador, com a bandeira alterada de laranja para amarela. No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verificou-se o aumento dos leitos livres, passando de 64 para 92.

Palmeira das Missões

A região de Palmeira das Missões volta a ter classificação de alto risco. O número de casos ativos pela doença na última semana seguiu em crescimento, passando de 193 registros para 237 entre as duas semanas. Esse critério, comparado com os casos recuperados nos 50 dias anteriores, recebeu novamente a bandeira preta.

A região registrou aumento de 80% nas hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias entre as duas semanas, passando de 15 para 27. Os casos de internação em UTI por SRAG tiveram crescimento de 67%, já que agora são 10 pacientes, ao passo que há uma semana eram seis. No caso das internações confirmadas para Covid-19 em leitos clínicos e de UTI, se observou crescimento em ambas, principalmente para UTI, com o número de internados passando de um para oito pacientes.

O aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População, com os três obtendo bandeira preta.

No indicador que apura o número de internados por Covid-19 no último dia do levantamento, Palmeira das Missões teve um salto de seis para nove pacientes. Com o aumento das ocupações em leitos de UTI, a região reduziu o número de leitos de UTI livres para atender Covid-19 de 23 para 17 leitos.

Erechim

Sem conseguir reduzir o número de internados por Covid-19 em UTI de uma semana para outra (continuou com seis pacientes), os municípios que integram a região de Erechim tiveram redução de oito para seis casos por SRAG em leitos de tratamento intensivo.

Além disso, a região teve 11 pessoas internadas por Covid-19 no último dia do levantamento, aumento de um paciente em relação à semana anterior. Porém, no caso de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos sete dias, entre as duas semanas, a região teve aumento de 60%, passando de 10 para 16 na semana.

No caso dos indicadores de incidência de novos casos sobre a população, a região obteve ambos com bandeira preta, com aumento em seus valores. O acréscimo nas hospitalizações impactou diretamente o indicador sobre 100 mil habitantes, atingindo situação de bandeira preta.

Ao mesmo tempo, Erechim aumentou de 14 para 27 a disponibilidade de leitos de UTI livres, objetivando ter capacidade para atendimento à saúde.

Passo Fundo

Com o quadro se agravando, embora em velocidade não tão intensa, a região de Passo Fundo permanece na bandeira vermelha ao atingir 69 registros de hospitalizações Covid-19 na última semana – aumento de 35% em relação à semana anterior. A mesma situação se verificou para o número de internados em leitos clínicos com Covid-19, que passou de 40 para 55 pessoas.

Embora tenha aumentado o número de leitos de UTI livres, que subiu de 27 para 48 unidades, a razão do número de leitos de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por pacientes Covid-19 apresentou o patamar de 2,09, o que coloca a região em bandeira vermelha nesse indicador.

Passo Fundo e municípios próximos somaram 457 casos ativos na última semana frente a 771 casos recuperados nos 50 dias antes do início da semana, colocando a região em bandeira vermelha nesse indicador.

Aliado a isso, no quesito de óbitos a região apresentou bandeira preta, uma vez que as 12 mortes apresentadas ao longo da semana, quando projetadas, apontam o valor de 17,9.

Caxias do Sul

A região de Caxias do Sul retorna para situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia tiveram deterioração do quadro, obtendo bandeiras laranja e preta, respectivamente.

A região segue agravada pelos dois indicadores de Incidência de Novos Casos sobre a População, pela Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo.

Conforme destacado, o indicador de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias aumentou 9% entre as duas semanas, passando de 76 na semana anterior para 83 na atual. Porém, mesmo que o avanço da doença tenha reduzido na velocidade, o número de internados por SRAG em UTI (de 62 para 78), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 57 para 59) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 40 para 59) cresceram.

Os indicadores de incidência de novos casos sobre a população – “hospitalizações confirmadas para Covid-19 em relação à população” e “Projeção de óbitos em relação à população” mantiveram situação de maior risco: bandeira preta em ambos, com elevação nos dois valores.

Por fim, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelo de leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, mensurado para a macrorregião, atingiu situação de bandeira preta (com 1,42 leito de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região). Esse indicador sinaliza para um aumento na ocupação de leitos de UTI por pacientes Covid-19, mesmo que a região tenha aumentado o número de leitos de UTI livres no último dia entre as duas semanas (de 75 para 84).

Pelotas

A região de Pelotas atinge pela primeira vez a situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço da macrorregião, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia obtiveram bandeira preta nesta semana.

A quantidade de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias, na região, aumentou 144% entre as duas semanas, passando de nove, na semana anterior, para 22 na atual. O número de internados por SRAG em UTI (de 13 para 17), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 8 para 12) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 9 para 15) cresceram na macrorregião.

Com o aumento no número de casos e de hospitalizações, a região segue agravada pelos indicadores de estágio da evolução na região e de Incidência de Novos Casos sobre a População. A Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo, foram fatores que contribuíram para a elevação de risco na região.

Portanto, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelos leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, medido para a macrorregião, atingiu situação de bandeira laranja (com 2,71 leitos de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região).

Bagé tem situação pior

Agravada pela piora nos indicadores da macrorregião, a região de Bagé atinge novamente situação de bandeira laranja. Apesar de que os indicadores da região de hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19, de estágio da evolução na região e de incidência sobre novos casos sobre a população não tenham nenhuma atingido bandeira vermelha, observou-se também uma alteração de bandeiras de amarela para laranja entre as semanas.

A região apresentou um aumento no número de casos ativos na última semana, passando de 5 para 16 casos. O número de internados em UTI por SRAG aumentou de 2 pacientes para 5. Nos indicadores de internados Covid-19 em leitos clínicos e UTI, a situação foi de pequena alteração.

Santo Ângelo apresenta melhora

Após uma semana em situação de bandeira vermelha, a região de Santo Ângelo teve seu grau de risco diminuído, voltando a classificação de bandeira laranja, uma vez que melhoraram os indicadores em termos de ocupação e de leitos de UTI livre por pacientes Covid-19.

Pelos números da última sexta-feira, a região reduziu o número de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos 7 dias em 21%, passando de 19 para 15 entre as duas semanas. A ocupação de UTIs por pacientes SRAG aumentou de 6 para 8 pacientes, mas o número de internados em leitos clínicos e em UTI, confirmados para Covid-19, reduziram (de 11 para 9 e de 4 para 1, respectivamente). A capacidade de atendimento da macrorregião é também um dos fatores positivos, apresentando bandeira amarela nos indicadores de Capacidade de Atendimento e de Mudança da Capacidade de Atendimento.

Entenda o distanciamento controlado

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (médio), vermelha (alto) ou preta (altíssimo).O monitoramento dos indicadores de risco é semanal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 546 Visualizações
CidadesSaúde

Governo federal oficializa doação do prédio do Hospital Universitário para a Prefeitura de Canoas

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Canoas recebeu oficialmente a doação do prédio do Hospital Universitário (HU) do Governo Federal. O ato de transferência de titularidade aconteceu na tarde desta quarta-feira (1), por videoconferência, entre representantes da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, do Ministério da Economia, o prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, e demais assessores municipais.   

Para a transferência do prédio e dos seus equipamentos, os atuais administradores municipais realizaram um trabalho intenso junto ao Governo Federal com o apoio do senador Luis Carlos Heinze, do deputado federal Ronaldo Santini, do deputado estadual Dirceu Franciscon, do ex-deputado federal Ronaldo Nogueira e dos vereadores de Canoas. 

A doação se destina à manutenção da prestação dos serviços de saúde, incluindo serviços ambulatoriais e hospitalares do HU, que é referência para tratamentos especializados em saúde para até 156 cidades gaúchas. Inaugurado em 2007, o hospital viu uma crise ter início em 2009 e se arrastar por anos. Inclusive com o fechamento de 2 andares inteiros e a metade de outro em 2015. Por causa da crise financeira da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em 2014, o imóvel e todos os bens e equipamentos que servem ao hospital foram transferidos para a União, como forma de quitar parte das dívidas contraídas pela Ulbra com o Governo Federal. Logo após, a Prefeitura de Canoas assumiu a gestão dos serviços de saúde da instituição.  

Desde o início da crise da GAMP e o conhecimento do valor da dívida total, a atual gestão passou a procurar solução para resolver o problema. Depois de analisar possíveis soluções para a crise no HU, o cenário mais favorável era o Governo Federal doar o hospital para o município, e a prefeitura conceder para a iniciativa privada, que deve assumir a dívida e realizar investimentos anuais de acordo com a receita para a manutenção de todos os equipamentos e estrutura.   

O prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, afirma que, em 2017, dois andares inteiros e parte de outro, dos dez andares do prédio, estavam desativados desde 2015. Vários equipamentos estavam depositados em salas e sem uso. No quinto, o sétimo e parte do oitavo andar havia camas e macas reviradas, poltronas rasgadas e equipamentos amontoados, sem nenhuma manutenção. Entre eles ventiladores, balanças, ecógrafos, tomógrafos, máquinas de hemodiálise, incubadoras, desfibriladores para reanimar pacientes com parada cardíaca e  berços aquecidos. Alguns aparelhos com custo de R$ 1 milhão estavam parados.  

“Em 2017, o HU representava um dos principais problemas. Por isso, passamos a realizar uma série de esforços para recuperar o local, com investimentos e melhorias, pois desde a sua inauguração, o hospital nunca havia recebido reformas. Após oferecer uma estrutura e atendimento de qualidade aos canoenses, buscamos alternativas para o problema de dívidas do HU. Agora, a nossa expectativa é acabar com o problema financeiro da saúde nos próximos anos, fechando uma cicatriz história no município”, explica Busato.   

Reformas no Hospital Universitário 

O 7º e 9º andares do hospital foram totalmente reformados. Em junho, ambos andares foram entregues com 200 novos leitos. Inicialmente, esses novos leitos irão atender pacientes com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus. Depois, vão servir de apoio para as UPAs e o Hospital de Pronto Socorro, para internação de pacientes clínicos.   

Em 2019, foram abertas as Clínicas de Saúde da Criança, que tem 15 leitos e atende emergências pediátricas 24 horas por dia, e a Clínica de Saúde da Mulher, que atende urgências e emergências ginecológicas e obstétricas, além da realização de partos. Só na clínica da Mulher nascem, por mês, em média 450 bebês.   

Também foram reformadas as Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs): Neonatal, que tem 35 leitos para recém-nascidos que precisam de cuidados extremos; a Pediátrica; as unidades adulto Norte e Sul; e a UTI Pós-operatório. O bloco cirúrgico e a Sala de Recuperação também passaram por uma reforma total.  

No período entre fevereiro e julho de 2017, foram reformadas as áreas do subsolo, térreo e segundo andar do HU e realizada a manutenção de parte da fachada do hospital e do prédio 20. Entre novembro e dezembro de 2019, foi trocado todo o telhado do saguão principal no pavimento térreo e o décimo andar foi totalmente reformado em 2018. 

Foto: Divulgação | Fonte Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 506 Visualizações
feevale
Variedades

Pesquisadores da Feevale são homenageados em lives e vídeos na Semana da Pesquisa

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em comemoração ao Dia Nacional da Ciência e ao Dia Nacional do Pesquisador, que ocorrem em 8 de julho, a Universidade Feevale realizará, de 6 a 10 deste mês, a Semana da Pesquisa. Na programação, organizada pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex), estão lives e divulgação de vídeos, inclusive com relatos de mestrandos e doutorandos sobre suas pesquisas.

A Semana da Pesquisa contará com três lives do Cup of Science, programa que tem como objetivo ampliar o conhecimento científico, apresentando as diversas pesquisas da Feevale e mostrando o impacto que esses estudos causam na vida da população. Com o tema Uma vida à pesquisa: ser pesquisador, as lives acontecerão nos dias 6, 7 e 8, sempre às 20h30min, sendo exibidas pela página do Facebook dos mestrados e doutorados da Universidade. Confira a programação.

– Dia 6 (segunda-feira): Daniel Conte, coordenador do Programa de Pós-graduação em Processos e Manifestações Culturais, e Gustavo Roese Sanfelice, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social

– Dia 7 (terça-feira): Annette Droste, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental, Caroline Rigotto, pesquisadora do mestrado em Virologia, e Marina Venzon Antunes, pesquisadora do mestrado em Toxicologia e Análises Toxicológicas

– Dia 8 (quarta-feira): Marcus Levi Lopes Barbosa, coordenador do mestrado em Psicologia, e Vanusca Dalosto Jahno, pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais

A pesquisa na Feevale

O Dia Nacional da Ciência e o Dia Nacional do Pesquisador foram instituídos para destacar a importância desses profissionais e da atividade científica para o desenvolvimento do país. Na Universidade Feevale, a pesquisa é desenvolvida de modo a articular, transversalmente, as perspectivas científica e tecnológica às atividades de ensino e de extensão, nas diferentes áreas do conhecimento, integrando-se aos segmentos produtivos e educacionais da região.

As linhas de pesquisa expressam a vocação dos institutos acadêmicos e são uma resposta às demandas regionais. Elas apontam para as prioridades que devem orientar as ações implementadas na Feevale e visam contribuir com a produção, a sistematização e a disseminação do conhecimento, estando articuladas ao ensino e à extensão. Atualmente, a Instituição conta 119 pesquisadores, 35 grupos de pesquisa e 157 projetos de pesquisa.

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, João Alcione Sganderla Figueiredo, ressalta que não existe progresso sem ciência, ciência sem pesquisa e pesquisa sem pesquisador. “O progresso – e isso inclui o desenvolvimento tecnológico, a evolução econômica e a ascensão, o equilíbrio e a justiça social – passa pela pesquisa. Por isso temos que enaltecer os pesquisadores, que são os grandes responsáveis pela ciência deste país”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 502 Visualizações
Variedades

Grupo SLC completa 75 anos e realiza maior investimento da sua história em transformação digital

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo SLC completa 75 anos com uma trajetória que simboliza a força do empreendedorismo e do agronegócio brasileiro, e chega a 2020 realizando seu maior investimento em inovação, tecnologia e conectividade. Fundado em 1945, congrega duas empresas – a SLC Agrícola e a SLC Máquinas. A primeira, é uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, focada na produção de algodão, soja e milho. Presente em seis estados com 16 unidades de produção, além da Matriz em Porto Alegre, a empresa é conhecida pelo seu pioneirismo ao ter sido uma das primeiras do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se referência no seu segmento. A SLC Máquinas é concessionário John Deere com 18 unidades, abrangendo 213 municípios no Rio Grande do Sul e tem como foco levar ao produtor tecnologia de ponta, para promover uma produção mais rentável. O Grupo SLC tem mais de 4 mil colaboradores e faturamento anual que já supera R$ 3 bilhões.

Entre os investimentos previstos estão aportes de R﹩ 70 milhões na SLC Máquinas no próximo quinquênio (2020 a 2024), sendo R$ 20 milhões somente neste ano, abrangendo a construção da nova sede, em Cruz Alta, o desenvolvimento e implantação do Centro de Suporte as Operações de Agricultura Digital, digitalização e novo modelo de negócios, ampliação do mix de produtos, consolidação de áreas e reconfiguração de lojas.

“A história da SLC está conectada com o desenvolvimento da agricultura brasileira. Nestes 75 anos, caminhamos lado a lado com a agricultura brasileira e trouxemos inovações que transformaram o setor em um dos mais tecnológicos e produtivos do mundo. Temos orgulho de tudo o que fizemos nestas mais de sete décadas e de nossa longa história. Hoje, atuamos em diversas frentes, com fazendas de soja, milho e algodão que quebram sucessivos recordes de produtividade, com concessionárias que oferecem os mais avançados equipamentos agrícolas da John Deere para o Rio Grande do Sul, além da produção de sementes. Neste marco de 75 anos, alguns dos nossos focos são os investimentos em inovação, tecnologia e conectividade no Brasil”, comenta Eduardo Logemann, presidente do Grupo SLC.

A história da companhia começou com uma serraria, um moinho de trigo e uma oficina mecânica, em 1945. As possibilidades de crescimento da empresa se apoiavam no avanço das lavouras no Estado. Dois anos depois, os fundadores Frederico Jorge Logemann e Balduíno Schneider (já com a família Ullmann entre os sócios) decidiram fabricar as próprias máquinas agrícolas (trilhadeiras, inicialmente), de acordo com as necessidades dos produtores de milho e soja da região. Na época, a agricultura brasileira era o principal meio de subsistência de grande parcela da população e parte fundamental da economia do Brasil. As fazendas produziam suas lavouras manualmente em um país que começava a sua história industrial.

Os sócios dedicaram duas décadas para a fabricação de trilhadeiras, trituradores de milho e ferramentas agrícolas. Então pensaram: por que não fabricar e vender uma variedade de máquinas agrícolas para facilitar o trabalho no campo?

Começa então em 1965 a trajetória de inovação com o lançamento da primeira colheitadeira automotriz do Brasil, feita na fábrica de Horizontina. Nos distantes anos 1960, eram poucos tratores e sem nenhuma tecnologia embarcada. A máquina logo chama atenção com seu motor a gasolina e os mesmos atributos dos caminhões que atravessavam o país transportando a produção agrícola brasileira.

Década de 1970. As colheitadeiras da SLC estão em muitas fazendas brasileiras e o mercado logo se abre para outras marcas de tratores. Entretanto, a liderança se mantém pela SLC com o lançamento da série 1000 de colheitadeiras. O protagonismo da SLC entra no radar dos executivos norte-americanos da John Deere que desejavam contribuir para transformar o mercado agrícola brasileiro. Assim, em 1979, é formada uma joint-venture com a John Deere e da fábrica de Horizontina começam a sair as mais modernas máquinas agrícolas do mundo nas cores verde e amarela, fortemente reconhecida no campo.

As fazendas mudam sua gestão no Brasil

Final da década de 1970. Os dirigentes da SLC levam seu jeito de gerenciar, permeado por inovação e gestão operacional, para dentro da porteira. Nasce a SLC Agrícola com três fazendas em solo gaúcho voltadas à produção de soja e milho. O ciclo de crescimento segue o curso da expansão da agricultura brasileira e, em 1980 é adquirida uma fazenda em Goiás e o algodão também entra no portfólio.

O DNA de empreendedorismo e inovação se manteve na gestão das fazendas. Assim, em 1988, é criada a primeira área experimental na Fazenda Pamplona, em Cristalina (GO). Dali, os vários conceitos da inovação agrícola passam a ser expandidos para as demais unidades agrícolas. Mais de três décadas depois, as áreas de pesquisa estão em 13 propriedades e as informações geradas fundamentam as estratégias para a elaboração dos planejamentos agrícolas das fazendas e norteiam as estratégias futuras da empresa.

Hoje, essa história que começou em 1945 é vivenciada diariamente por mais de 4 mil pessoas em 16 unidades produtivas, que estão em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão e Piauí, além da Matriz, em Porto Alegre (RS). O resultado da gestão altamente profissional é a produtividade batendo sucessivos recordes e o papel da SLC no desenvolvimento e protagonismo da agricultura brasileira.

Os principais diferenciais na gestão das fazendas são a otimização de custos, a eficiência do ciclo operacional, a total mecanização dos processos de plantio e de colheita, a utilização do sistema de rotação de culturas, o domínio da técnica do plantio direto, a experiência na correção da composição química do solo e na seleção de sementes e o domínio do pacote tecnológico de insumos, que permite máxima eficiência técnica.

Além disso, a conectividade, ponto fundamental para o uso da tecnologia nas lavouras, já chegou a cinco unidades produtivas, cobrindo uma área de aproximadamente 70 mil hectares com sinal de internet. A infraestrutura tecnológica com 4G também beneficia as comunidades locais, fornecedores e profissionais que circulam nas áreas próximas às unidades de produção. É a SLC desenvolvendo a agricultura, fomentando a economia local, a educação e as possibilidades para que as pessoas desbravem um novo mundo. Como foi feito em 1945, na então pequena gaúcha Horizontina.

“Muitas transformações aconteceram em nossos negócios. A forma dinâmica como alocamos nossos investimentos, a disciplina em fusões e aquisições, o controle obstinado dos custos e a busca permanente por aumento de produtividade são fatores importantes para o nosso sucesso até aqui”, avalia o Vice-presidente do Grupo SLC, Jorge Luiz Logemann.

Inovação para garantir liderança

O Grupos SLC acredita, ainda, que inovar e quebrar paradigmas é decisivo para a sustentabilidade do negócio e para a definição do futuro do agro. Por isso, conta com um programa de conexão com startups, o AgroExponencial, que busca no ecossistema empreendedor soluções para desafios mapeados pela SLC Agrícola não endereçados pela cadeia tradicional de fornecedores. O programa já está em sua segunda edição e, em 2019, o AgroExponencial teve resultados concretos com sete pilotos realizados e quatro soluções aprovadas para uso ampliado. O Ideias&Resultados é o Programa de intraempreendedorismo da empresa, que visa acelerar projetos com potencial de geração de valor valendo-se da cooperação entre os colaboradores.

SLC Máquinas, oferecendo soluções tecnológicas ao produtor

Com crescimento de seus negócios no Brasil, a John Deere, em 1999, adquire 100% dos ativos e a SLC passa a atuar como concessionário no Rio Grande do Sul. Hoje, a SLC Máquinas opera em 18 unidades no Estado, com sede em Horizontina e abrange 213 municípios. Por meio da empresa, os produtores gaúchos têm acesso às soluções tecnológicas oferecidas pelos equipamentos John Deere, além de um serviço diferenciado de pós-vendas e de atendimento ao cliente.

Na SLC Máquinas está tecnologia está inserida no cotidiano da empresa, por meio de ferramentas que promovem o aumento da produtividade e orientam o produtor no melhor aproveitamento do solo e dos insumos. A agricultura digital promove a redução do desperdício e dos custos. Graças aos equipamentos conectados o produtor ganha em eficiência operacional e, com isso, consegue realizar modificações que possam otimizar ainda mais seus resultados, para cada vez mais aumentar a eficiência de sua produtividade na lavoura.

Histórico Social

A história do Grupo SLC sempre esteve conectada com as cidades onde está inserido. Outro grande marco de 2020 foi a criação do Instituto SLC, braço social do Grupo SLC, que surge para centralizar as iniciativas sociais. O foco prioritário são ações ligadas à educação, mas sensível ao cenário de combate ao coronavírus no Brasil, a primeira iniciativa do Instituto SLC foi a doação de R﹩ 1,6 milhão a instituições de saúde para aquisição de equipamentos e insumos médicos. Dezenove cidades onde o Grupo SLC tem atuação foram beneficiadas pela medida.

Um olhar para o futuro

Segundo Eduardo Logemann, o futuro da agricultura brasileira é extremamente promissor. As lavouras de soja, milho e algodão deverão alcançar índices produtivos de maneira crescente. Hoje, a previsão de colheita anual é de 250 milhões de toneladas de grãos. E o Grupo SLC estará sempre alinhada ao desenvolvimento das lavouras: “O que podemos pensar sobre o futuro? Só temos perspectivas positivas. A agricultura brasileira continuará batendo recordes de produtividade. Os agricultores, cada vez, se capacitarão para usufruir de todas os benefícios tecnológicos. Nós estaremos ao lado do produtor, oferecendo soluções para que ele obtenha o máximo potencial produtivo, desenvolvendo novas variedades de grãos e aumentando a conectividade em nossas fazendas para que a comunidade local se desenvolva. A demanda por alimentos crescerá nos próximos anos, o Brasil se tornará cada vez mais protagonista no papel de alimentar o mundo de forma responsável. O trabalho precisará de mão de obra qualificada, e isso fará com que tenhamos mais jovens se mantendo no campo, além de gerar empregos e continuar ajudando a economia brasileira. Que os próximos 75 anos sejam tão frutíferos como foram estes primeiros 75 anos!”, finaliza Logemann.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 959 Visualizações
Variedades

João Derly entrega 14 câmeras de vídeo-monitoramento para Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O ex-deputado federal João Derly realizou a entrega simbólica de 14 câmeras de vídeo-monitoramento inteligentes (sistema OCR) que foram adquiridas com recursos oriundos de emenda parlamentar destinada por ele em 2016.

Essas câmeras fazem parte do projeto piloto de Cercamento Eletrônico do município de Novo Hamburgo, que foram complementadas com câmeras destinadas pela bancada gaúcha federal, desse recurso João Derly também destinou verba, da ordem de R$ 300 mil, para aquisição de mais equipamentos.

A destinação de recursos pelo então deputado, apenas na área de segurança da cidade, chega a R$ 800 mil entre os anos de 2016 a 2019.

Ele ressalta o pioneirismo da iniciativa e sua importância: “o roubo de carros intensificou-se na região e é preciso combater esse mal, sendo a inteligência, com cercamento eletrônico, a mais rápida e eficaz para evitar essa prática. Foi nesse sentido que colocamos peso no envio dessa emenda, com posterior engajamento dos demais deputados gaúchos tornando ele mais abrangente!”, afirmou João Derly.

A entrega simbólica aconteceu na Rua José do Patrocínio, esquina com a Rua Tupinambá e contou com a presença de Gabriela Streb e Maria Cristina Fuhr, representando o movimento #Paz que solicitou os recursos ao parlamentar em 2016. Também marcaram presença o delegado da Polícia Civil Alexandre Quintão, Jurandir Moraes dos Santos, Representando o Consepro de Novo Hamburgo e Gustavo Finck, que articulou a emenda para o município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 520 Visualizações
Variedades

Futsal Social realiza reuniões com escolas parceiras durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o reinício das aulas do Futsal Social por meio das plataformas virtuais, o projeto, realizado pela UJR e Universidade Feevale, retoma, também, o contato com a rede pública de ensino. A reaproximação com as escolas parceiras do projeto, que são as responsáveis pelo encaminhamento dos alunos e alunas ao Futsal Social, começou na semana passada, quando aconteceram as reuniões com as Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) Elvira Brandi Grin, Maria Quitéria e Getúlio Vargas, localizadas nos bairros Rondônia, Roselândia e Rincão.

Os encontros virtuais com as equipes diretivas das mais de 30 escolas parceiras têm duração aproximada de uma hora e possibilitam a discussão de diversos temas, referentes às comunidades onde o projeto está inserido. Além disso, essa prática estreita os vínculos com as escolas neste período de pandemia e contribui para um diagnóstico conjunto do panorama e dos casos mais preocupantes.

Conforme o supervisor geral do Futsal Social, Claiton Rodrigo Nunes, essa iniciativa é fundamental, pois contribui para a construção de vínculos entre as famílias, o projeto e a escola, dentro do cenário atual. “É de extrema importância estarmos dialogando com as escolas, para termos eficácia dentro das nossas ações virtuais”, destaca. “Nas reuniões, relatamos como está funcionando o Futsal Social on-line, informamos com quais crianças e adolescentes conseguimos contato e estamos atendendo, enquanto que as escolas nos passam os alunos com os quais precisamos ter uma atenção especial neste período de distanciamento social”, complementa.

O projeto Futsal Social é uma realização da União Jovem do Rincão (UJR) em parceria com a Universidade Feevale, por meio da Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex). Conta, ainda, com o apoio da Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo e de empresas como Banrisul, Sportv, Unique, Tipler, Fritz & Frida, Hercosul, Wirth, Atual Pneus e Pegada.

Foto: Divulgação | Fonte: Asessoria
03/07/2020 0 Comentários 527 Visualizações
Cultura

Projeto da Prefeitura de Canoas leva alternativas culturais em vídeo para a população

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devidamente caracterizada, a Fada Antônia surge em frente a uma estante cheia de livros, abre um deles e convida a todos para entrarem com ela no universo de uma nova história. No período pré-pandemia do novo coronavírus, a servidora municipal Elisete Aliatti, que dá vida à personagem, costumava estar, neste momento, sempre rodeada de crianças na sede da Biblioteca Pública João Palma da Silva, em Canoas. O impedimento de aglomerações, imposto pelas medidas de distanciamento social, no entanto, não possibilitam mais que a rotina sejam como antes. 

Além dos momentos de contação de histórias na biblioteca, uma série de atividades culturais também foi prejudicada em nome do combate à covid-19. Passeios em museus, visitas a exposições e o simples hábito de ir ao cinema são alguns dos exemplos. E a falta de perspectiva para uma retomada destas atividades de entretenimento demandou adaptações, como a que foi feita pela Prefeitura de Canoas. 

Preocupada em oferecer alternativas culturais, mesmo durante o período de distanciamento, a Secretaria Municipal da Cultura e Turismo (SMCT) adaptou um de seus mais tradicionais programas, o Cultura de Ponta a Ponta. O projeto, que antes garantia acesso a atividades nos quatro cantos da cidade presencialmente, foi levado para as redes. Com isso, periodicamente, os servidores produzem voluntariamente vídeos com programas culturais para que a comunidade acompanhe. 

E foi assim que a contação de histórias ganhou uma nova cara. Os pequenos, agora, estão do outro lado da telinha, devidamente protegidos em suas casas. E a Fada Antônia não está menos empolgada. “Muitas crianças não têm o hábito ou até mesmo acesso aos livros, então, estamos trazendo essa oportunidade, através do virtual, de estarem em casa ouvindo histórias. E até compartilhando também, porque muitas famílias estão compartilhando, repassando, e isso vai estimulando esse gosto pelos livros” conta. 

Os vídeos de contação de história já eram uma alternativa de entretenimento para Clara, de seis anos, filha da Ana Paula Silva, que é professora e estimula na filhota o gosto pela leitura. Assim, a Fada Antônia chegou até as duas por uma indicação, na tentativa de deixar o período de pandemia e tantas medidas restritivas um pouco mais leves. “Ao mesmo tempo em que a gente sai um pouco deste mundo em que vivemos, a gente também aprende sobre ele, faz reflexões. E isso é bem importante para passar por essa pandemia”, explica Ana Paula. 

Ela ainda destaca a possibilidade de deixar a família mais unida e a filha mais próxima do ambiente escolar, já que as aulas presenciais estão suspensas. “Essa iniciativa, ela nos ajuda neste sentido. A Prefeitura de Canoas tem nos ajudado muito com ações como essa. A contação de histórias faz parte da família, mas também faz parte da escola”, salienta Ana Paula. 

Segundo o secretário da Cultura e do Turismo, Mauri Grando, além do convite à leitura, há vídeos em que a proposta é saber mais sobre a história da cidade ou ainda fazer um tour por um dos museus canoenses. As opções são variadas para não deixar nenhuma fatia do público de fora. “O Cultura de Ponta a Ponta em vídeo, ele preenche uma lacuna que é muito importante. Nesse momento difícil para todos, incluindo obviamente a Prefeitura, nós estamos fazendo isso com voluntários que já faziam esse trabalho, para que a gente entregue cultura para a população e, o melhor, sem custos para o município”, explica. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 470 Visualizações
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