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Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

Variedades

Festival de Cinema de Gramado se reinventa e apresenta 48ª edição on-line

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após anunciar a mudança de data de agosto para setembro, o 48º Festival de Cinema de Gramado se reinventa. O evento programa para este ano uma edição on-line e com exibição no Canal Brasil. A decisão, mesmo exigindo adaptações e novas regras, parte do entendimento de que é necessário manter a realização, mas de forma segura, diante do cenário de pandemia, e como importante janela para o setor audiovisual, já bastante impactado. “Até aqui, foram 47 edições apoiando a produção nacional, mesmo nos momentos mais difíceis, desde a valorização dos curtas, escola e porta de entrada para grandes cineastas. Mais do que nunca, é hora de honrarmos a nossa tradição e mantermos a cooperação e parceria com realizadores. Além disso, o modelo é totalmente inovador, inédito no país. É mais um desafio para Gramado, no ano em que temos novos curadores (Pedro Bial e Soledad Villamil, que passam a compor a curadoria ao lado de Marcos Santuario), equipe reduzida e patrocinadores afastados, no momento. Nosso compromisso é inovar e evoluir”, avalia o gerente de projetos da Gramadotur, autarquia municipal responsável pela realização do Festival, Diego Scariot.

Vale salientar que o Festival de Cinema de Gramado e a cidade de Gramado sempre mantiveram uma relação estreita com o audiovisual brasileiro.  “É um compromisso  assumido pelo Festival ao longo de sua história, entendemos que realizar essa edição com tantos e novos desafios é uma responsabilidade que devemos levar adiante, ainda mais considerando o difícil momento vivido pelo segmento já antes da pandemia e que só se agravou no atual cenário”, complementa Diego.

Para viabilizar o novo formato, a organização buscou a parceria do Canal Brasil, como exibidor das Mostras Competitivas – longas-metragens brasileiros e estrangeiros e curtas-metragens brasileiros. Além da exibição inédita, o Canal mantém sua cobertura jornalística e a transmissão ao vivo da cerimônia de premiação. O conteúdo terá espaço no canal de tv por assinatura, disponível pelas principais operadoras de TV por assinatura do país. Os conteúdos, incluindo o  Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra Gaúcha de Curtas, ficarão ainda disponíveis por 24h também no Canal Brasil Play, transmitido via streaming.

“O Canal Brasil sempre esteve com o Festival de Gramado, não só fazendo a cobertura jornalística e oferecendo o Prêmio Canal Brasil, como transmitindo ao vivo para todo o país a cerimônia de premiação. Ficamos muito felizes quando o Festival nos procurou propondo este formato e será uma honra poder levar para o público a programação da 48ª edição. Vamos escrever juntos mais esse capítulo da nossa parceria. Vida longa ao Festival de Gramado”, diz Carlos Wanderley, gerente de produção do Canal Brasil.

A cerimônia de premiação deve acontecer no palco do Palácio do Festivais, em formato que atenda todos os protocolos de segurança à disposição em setembro.

“Entendemos que na mesma medida do nosso desafio, essa é também uma grande oportunidade de expandirmos o alcance do Festival. Estamos muito felizes em levar produções incríveis e inéditas para todo o Brasil. É uma maneira de democratizar o evento. Sabemos que vamos retomar nosso formato presencial, com público na cidade, mas por agora, levar uma programação tão valiosa para um número sem limite de pessoas têm nos empolgado muito. Vamos realizar e mais uma vez fazer história na trajetória do evento que já enfrentou com sucesso tantas outras crises”, comenta a diretora de eventos da Gramadotur, Iara Sartori.

A relação do Canal Brasil com o Festival de Gramado começou antes mesmo do canal ir ao ar pela primeira vez, há 22 anos. Foi em Gramado que, em 1998, aconteceu o primeiro Prêmio Aquisição Canal Brasil de Curtas-Metragens – que em 2013 passou a se chamar Prêmio Canal Brasil de Curtas. Os 10 filmes premiados foram exibidos na primeira seleção da faixa “Curta na Tela”. Desde então, o canal esteve presente em todas as edições do Festival, seja com o Prêmio Canal Brasil de Curtas, seja como coprodutor de filmes – já que é o principal coprodutor de cinema brasileiro da América Latina, com 333 longas-metragens coproduzidos em uma década -, e ainda através da cobertura jornalística e da transmissão ao vivo em rede nacional da cerimônia de encerramento do festival. O cinema brasileiro é parte expressiva do DNA do Canal Brasil, que já exibiu mais de 5 mil filmes, entre longas e curtas-metragens, além de diversos programas que abordam o tema e suas infinidades.

Inscrições para longas gaúchos iniciam nesta sexta-feira

As inscrições para a mostra competitiva de Longa-metragem Gaúcho (LMG) iniciam nesta sexta-feira, 17, e seguem até o dia 29. Com intuito de valorizar a produção do Rio Grande do Sul, o Festival de Cinema de Gramado promove desde 2018 a mostra exclusiva para títulos regionais. Os interessados devem acessar o site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 500 Visualizações
Saúde

Pandemia provocou mudanças e avanços na telemedicina na Europa e Brasil

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Se no Brasil a pandemia garantiu a regulamentação da telemedicina, em países como Inglaterra e Portugal a Covid-19 exigiu ampliação e adequação dos seus sistemas. O Departamento de Saúde do Reino Unido, por exemplo, teve 48 horas para organizar uma rede de atendimento online com capacidade de triar, monitorar e dar orientações a milhões de britânicos com sintomas de infecção por coronavírus. No Hospital da Luz, de Lisboa, a demanda por consultas por videoconferência, que era de 20 a 30 por dia, mais do que triplicou desde fevereiro e o número de espaços dedicados ao serviço foi ampliado de sete para 22.

Essas mudanças foram abordadas durante a sexta edição da live Moinhos Talks, que teve como  tema “A Telemedicina na Europa: o que o Brasil tem a aprender?”. O evento online foi realizado em parceria com o governo britânico e trouxe as experiências de alguns desses países, a partir da visão de três especialistas: Hassan Chaudhury, líder de saúde digital na Healthcare UK (Departamento de Saúde do Reino Unido); Daniel Ferreira, diretor clínico do Digital Clinical Center do Hospital da Luz de Lisboa (Portugal); e o brasileiro Erno Harzheim, que foi secretário da Saúde de Porto Alegre, secretário da Atenção Básica de Saúde do Ministério da Saúde e um dos criadores do Telessaúde no Rio Grande do Sul.

O gestor da Healthcare UK ressaltou que apesar da telemedicina ser uma prática que existe há anos no Reino Unido, era pouco valorizada – e a Covid-19 exigiu uma ampliação da rede de atendimento remoto. “A pandemia mudou tudo e nos mostrou que o sistema de saúde que não tiver uma estrutura robusta e qualificada de teleatendimento não sobreviverá aos próximos 10 anos. E esse investimento vai valer a pena, será economicamente viável, porque agora é essencial”, disse Hassan Chaudhury. Ele explicou como está funcionando a rede de saúde digital e como isso reduziu a circulação de pessoas, evitando uma disseminação ainda maior da infecção. O britânico ponderou que o foco na Covid-19 represou pacientes com outros problemas de saúde, especialmente cardíacos e oncológicos, o que vai exigir um plano para o atendimento destes casos.

Segundo o diretor clínico do Digital Clinical Center do Hospital da Luz, este será um desafio mundial. Mas para Daniel Ferreira é justamente a telemedicina que poderá ajudar a desafogar o sistema nos casos de doenças crônicas. “Em situações estabilizadas, podemos fazer um acompanhamento remoto e alternar visitas presenciais com as consultas online. Exigirá disciplina do paciente, que terá que fazer as medições como de pressão arterial, medicação, etc, e o envio desses dados ao médico. Por outro lado, cabe aos profissionais e instituições de saúde criar os aplicativos e ferramentas para este controle e troca de informações”, pontuou.

Um dos criadores do Telessaúde no Rio Grande do Sul, Erno Harzheim acredita que a utilização cada vez mais ampla da telemedicina é um caminho sem volta. Ele citou a cirurgia robótica e técnicas como a videolaparoscopia como procedimentos que dispensam a presença física do médico, por exemplo. “Mesmo que se pesquise pouco e tenhamos uma carência de estudos e metanálise, porque não há interesse de avaliar e atestar se é eficaz ou não, a demanda e a oferta por telemedicina e telessaúde vêm aumentando muito rapidamente. O que temos de avaliações sobre efetividade mostram bons resultados com custo reduzido”, afirmou.

O debate teve apresentação do médico e coordenador de saúde digital do Hospital Moinhos, Felipe Cabral, e mediação do superintendente médico da instituição, Luiz Antonio Nasi. O evento foi transmitido pelo canal do hospital no Youtube.

Telemedicina e pandemia no Hospital Moinhos

Em dois meses, mais de 2 mil atendimentos médicos remotos foram realizados por profissionais do Hospital Moinhos de Vento. Trata-se de um reflexo das restrições impostas pela pandemia, o que acabou antecipando uma tendência que a instituição já vinha investindo. “A telemedicina é um processo avançado para orientar, consultar e monitorar pacientes, trocar informações médicas e realizar diversos diagnósticos a distância”, enfatizou Cabral .

A prática foi regulamentada este ano no Brasil, por necessidade, com a chegada da Covid-19. Em outros países, a telemedicina já é utilizada há anos de forma segura, conforme as respectivas legislações, a ética e as normas médicas – sendo bastante utilizada nos Estados Unidos, Canadá e principalmente na Europa. Para o superintendente médico, por aqui, os maiores desafios são os custos e o acesso ao serviço. “Sabemos que nem todo mundo tem acesso à internet de qualidade, a bons dispositivos e aplicativos. Talvez muitos dos pacientes que mais precisem não consigam ter acesso. Os governos vão ter de entregar conexão e condições para que os mais vulneráveis também sejam atendidos”, concluiu Nasi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 560 Visualizações
Business

Nova iniciativa Brasil Fashion Now comercializa a moda brasileira no exterior através de plataforma digital

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia da Covid-19 modificou totalmente o cenário da moda brasileira e exigiu rápida adaptação com soluções digitais que não serão usadas apenas durante a crise. Pensando nisso, Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), ABEST (Associação Brasileira de Estilistas), ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) selaram parceria para lançar o projeto Brasil Fashion Now, que funcionará na plataforma digital BLANC Fashion.

Com duração inicial de seis meses, o Brasil Fashion Now é uma ação que acontece via Fashion Label Brasil, Texbrasil e Brazilian Footwear, programas de exportação de moda em parceria com a Apex-Brasil, e tem o objetivo de apresentar, facilitar e gerar exportações de marcas autorais brasileiras para varejistas internacionais, modelo conhecido como B2B (business to business). O projeto prevê a criação de um espaço exclusivo para marcas brasileiras na plataforma digital, que atualmente conta com mais de 10 mil compradores de 60 países cadastrados.

A gestora de Projetos da Apex-Brasil, Flavia Egypto, ressalta que a agência já vinha planejando crescimento das iniciativas digitais nos seus projetos de moda – Fashion Label Brasil, Brazilian Footwear e Texbrasil. “O momento atual acelerou essas iniciativas e solidificou a necessidade de um trabalho conjunto para ganharmos força no mercado internacional. Estamos confiantes que será uma ação bem-sucedida!”, ressalta.

O presidente da ABEST, Alberto Hiar, reforça que com a chegada da pandemia, foi preciso acelerar movimentos já existentes a favor do uso da tecnologia na exportação de produtos de moda autoral. “Identificamos a necessidade de responder imediatamente a essa demanda por serviços digitais por parte dos associados, pois através dele os compradores internacionais terão acesso à uma gama de produtos”, explica.

Para a gerente executiva do Texbrasil, Lilian Kaddissi, era necessário compreender qual a melhor forma de apoiar as empresas no cenário atual: “Nesse momento, sentimos que era importante ouvir as empresas para entender a melhor forma de ajudá-las. Com isso, reunimos informações para montar ações on-line que atendessem a todas as necessidades. É por meio de iniciativas como essa que as marcas participantes do Texbrasil conseguem ampliar seus negócios, mesmo com as limitações físicas atuais”.

A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que o Brasil Fashion Now aproxima o calçado brasileiro de compradores internacionais em uma plataforma digital segura e funcional, “aliada a esforços comerciais proativos, em total sintonia aos novos modelos de negócios.”

Para aderir ao projeto, as marcas associadas da ABEST, ABIT e Abicalçados devem entrar em contato com a associação manifestando interesse até dia 15 de julho. O valor para participar do Brasil Fashion Now é de US$ 1.600,00 para o período de seis meses e engloba, entre outros benefícios, o desenvolvimento de uma página e um Brand Book digital na plataforma BLANC Fashion e a contratação de esforço comercial exclusivo à marca.

Sobre o Fashion Label Brasil

O Fashion Label Brasil, Programa de Internacionalização da Moda Brasileira de Valor Agregado, foi criado em 2003 pela ABEST em parceria com a Apex-Brasil, com a proposta de posicionar a imagem da moda brasileira no exterior, valorizando a imagem de um Brasil inovador e contemporâneo. O programa conta com atividades estratégicas, além de ações especiais, para ampliar a penetração em novos mercados do globo e estreitar relações com os já conquistados.

Sobre o Texbrasil

O Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira (Texbrasil) atua junto às empresas do setor têxtil e de confecção no desenvolvimento de estratégias para conquistar o mercado global. Ao longo de quase 20 anos, já auxiliou cerca de 1500 marcas a entrar na trilha da exportação, realizando USD 3,6 bilhões em negócios. O Programa é conduzido pela Abit em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Sobre o Brazilian Footwear

Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional.

Sobre a Apex-Brasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 690 Visualizações
Business

Pequenos negócios realizam mais de 1 mil downloads gratuitos de normas da ABNT

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Desde abril, quando começou a crise causada pelo coronavírus, até julho, mais de 180 pequenos negócios procuraram conhecer mais profundamente as normas técnicas para enfrentarem os desafios da pandemia. De acordo com a avaliação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Sebrae, foram feitos mais de 1.060 downloads gratuitos de documentos da ABNT, sendo que 63% deles foram de empresas do setor de serviços (principalmente do segmento do turismo), um mais afetado pela pandemia.

Conforme o balanço, as buscas que mais se destacaram estavam relacionadas às normas sobre o turismo, os serviços de consultorias, alimentos e bebidas, educação e ensino, equipamentos médico-hospitalares e serviços de saúde. O turismo recebeu atenção dos empresários de pequenos negócios, principalmente nos sistemas referentes a gestão da sustentabilidade em meios de hospedagem e gestão de segurança para turismo de aventura. O resultado evidencia a preocupação das empresas do ramo, fortemente impactadas pelo isolamento social em função do Covid-19, em qualificarem sua gestão para enfrentar a crise.

Outras normas que também tiveram acesso destacado estavam ligadas à qualidade do serviço e à satisfação do cliente, principalmente no pequeno comércio. Além disso, muitos empreendedores demonstraram interesse em conhecer diretrizes para a resolução externa de litígios das organizações, além das transações de comércio eletrônico de negócio a consumidor. Em relação aos produtos de saúde, grande parte dos empresários realizou buscas por normas específicas para o segmento no enfrentamento ao Covid-19. Entre os temas estão os produtos para saúde, como material de uso odonto-médico-hospitalar e máscaras cirúrgicas.

“O Sebrae contratou a ABNT para fornecer o acesso gratuito a um conjunto de normas de interesse dos pequenos negócios”, explica a analista Hulda Giesbrecht. “O resultado da contabilização dos acessos às normas gratuitas, entre abril e julho, mostra o interesse das empresas por esses conteúdos voltados a aprimorar a gestão e produzir com qualidade”, acrescenta Hulda. O trabalho começou a partir do surgimento dos primeiros casos de coronavírus no Brasil, em março deste ano, quando as duas instituições firmaram o acordo para disponibilizar 49 normas gratuitamente para as micro e pequenas empresas, sendo que 31 delas estavam relacionadas a produtos essenciais para o combate ao Covid-19. As demais se referiam a aprimoramento de negócios tradicionais, como salões de beleza, turismo, serviços de alimentação e comércio eletrônico.

Os pequenos negócios podem acessar gratuitamente as normas técnicas e também acessar, por meio do Sebraetec, consultorias e serviços tecnológicas para implementar essas normas na empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 443 Visualizações
Variedades

Evento online debate o marketing médico e suas características

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O marketing médico pode ser considerada qualquer ação que o profissional ou sua equipe realiza ao estruturar o atendimento e atender ao seu paciente. Se antes esse cuidado já era importante, no cenário da pandemia do coronavírus ele sofreu transformações ainda mais relevantes. O tema será abordado em um evento online que acontece no dia 18 de julho, às 16h através da plataforma Sympla. O palestrante é o especialista pioneiro em Marketing Médico do Brasil e criador do Médico Celebridade, Vitor Jaci.

Haverá emissão de certificado aos participantes. A iniciativa é da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) através do Departamento Universitário DU AMRIGS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 660 Visualizações
Variedades

Ipiranga oferece vacinas e check-up de saúde gratuitamente no Rio Grande do Sul

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Entre 16 de julho e 18 de agosto, a Ipiranga oferecerá vacinação gratuita (sarampo e H1N1) para caminhoneiros, motoristas e viajantes no Estado do Rio Grande do Sul. Além das vacinas, o programa de responsabilidade social disponibilizará, em algumas cidades, testes rápidos de Covid-19 para quem apresentar sintomas. Haverá também check-up básico de saúde (glicemia e pressão), completando o atendimento que alcançará 11 cidades do Estado. Com consultas abertas entre 8h e 17h, a primeira região a receber o programa é Marau.

O público atendido recebe um kit com itens de higiene, para evitar o contágio do novo coronavírus, com a higienização das mãos e da cabine dos caminhões. O kit contém máscaras de proteção, flanelas, sabonetes – em parceria com a startup Pro-Frotas -, cartilha com instruções e álcool 70, produzido em parceria com as empresas ICONIC Lubrificantes, Copersucar e Natura.

Além da primeira cidade, mais 10 regiões do Rio Grande do Sul receberão o programa de responsabilidade social: Garibaldi, Caxias do Sul, Farroupilha, Cachoeira do Sul, Santa Maria, Uruguaiana, Alegrete, Rio Grande, São Lourenço do Sul e Osório. Serão, em média, 200 doses das vacinas disponíveis diariamente. Além dos caminhoneiros, moradores das comunidades e regiões próximas aos postos também poderão ser atendidos de forma gratuita. O programa já passou por São Paulo e Paraná, com cerca de 20 mil atendimentos.

“A Ipiranga, desde o início da pandemia, vem criando campanhas e adaptando programas sociais já existentes para apoiar a população neste momento de fragilidade. Estamos confiantes de que ações como essa, que mostram a união entre diferentes agentes – sejam privados, públicos ou sociedade civil – farão com que nossa sociedade saia mais fortes dessa pandemia”, disse Miguel Lacerda, Diretor Comercial Rede da Ipiranga. A estrutura instalada para atender os trabalhadores será a do Saúde na Estrada, programa social da Ipiranga que, há mais de 10 anos, oferece exames e atendimento médico gratuito para caminhoneiros em todo o Brasil. Mais de 500 mil pessoas já foram atendidas.

Para a vacinação nas estradas e a distribuição dos kits de higiene, todas as precauções estão sendo devidamente seguidas conforme as orientações da OMS. O cuidado com a saúde e a segurança dos participantes e da equipe de apoio será redobrado, com o uso de aventais descartáveis de manga longa TNT 40, máscara de Proteção Facial confeccionada em Policarbonato e Acrílico Cristal, com espessura de 0,5 mm e respirador Facial PFF2 profissional, além dos equipamentos já utilizados normalmente na operação do Saúde na Estrada.

Os caminhoneiros poderão contar ainda com outra facilidade oferecida pela Ipiranga. A partir do programa de fidelidade Km de Vantagens Caminhoneiro, os profissionais poderão fazer a troca de 1.500 pontos por uma refeição, em postos de rodovia participantes do programa, em todo o país, para ajudar a seguir com suas rotinas de trabalho. Desde o início da condição especial para a classe, foram resgatadas quase 200 mil refeições e a ação foi prorrogada para até final do mês de setembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 640 Visualizações
Cidades

Subsídio aprovado ao transporte público congela passagens a R$ 3,85 em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Por 11 votos a dois, a Câmara de Novo Hamburgo anuiu à proposta da Prefeitura de subsidiar o transporte coletivo na cidade durante a pandemia. Para manter o sistema em funcionamento sem o aumento das passagens, o Executivo custeará parte da operação a partir da concessão de um subsídio mensal. O repasse ocorrerá quando os gastos com a prestação do serviço superarem o valor recebido com as tarifas. O subsídio corresponderá ao cálculo dessa diferença, mas limitado a um teto de R$ 280 mil, quando o município estiver em bandeira laranja, ou R$ 468 mil, quando vigentes as bandeiras vermelha ou preta, dentro do modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado. A aprovação em segundo turno foi oficializada em sessão extraordinária na noite desta quarta-feira, 15. Patricia Beck e Felipe Kuhn Braun, ambos do PP, votaram contra a iniciativa.

A Prefeitura já havia apresentado um cenário de aporte mensal na casa de R$ 150 mil, valor que foi considerado insuficiente. As empresas defendiam que o recurso deveria se aproximar a R$ 627 mil, de forma a suprir as perdas verificadas com a significativa redução no número de usuários desde o início da pandemia. A complementação financeira garante, na visão do Executivo, o congelamento do preço da tarifa e a manutenção de um nível de oferta suficiente de linhas e horários. A medida será retroativa a 1º de junho.

Cálculo do subsídio

O Projeto de Lei nº 30/2020 define que a concessão do subsídio está atrelada à apresentação de relatório diário contendo a quilometragem rodada pelos veículos, a quantidade de passageiros transportados e a arrecadação tarifária. Além disso, as empresas deverão garantir ao Município espelhamento completo do Sistema de Bilhetagem Eletrônica, com acesso em tempo real a todas as informações relacionadas à operação, e o envio mensal de planilha de custos, incluindo despesas com pessoal. Aprovados os relatórios, o subsídio corresponderá à diferença entre a soma dos gastos e as receitas tarifárias, respeitados os limites conforme as bandeiras vigentes. Caso os relatórios sejam reprovados, o Município fica dispensado de qualquer repasse.

Padrões de qualidade

O valor apurado poderá ser reduzido caso as empresas não respeitem determinações específicas para o período. O projeto obriga o uso de máscaras faciais por funcionários e passageiros; a disponibilidade de álcool gel nos ônibus; o respeito ao limite de usuários previsto nos protocolos do Distanciamento Controlado; e a oferta de veículos, no prazo de até 20 minutos, para atender rotas com lotação de passageiros. Cada desatendimento verificado a essas regras implicará a redução de 0,5% do valor do subsídio, podendo ser acumulados até o limite de 50%.

De acordo com o projeto, todas as informações coletadas deverão ser amplamente divulgadas. A matéria ainda autoriza a abertura de crédito adicional extraordinário no orçamento do Município de R$ 1.872.000,00, o que equivale a quatro meses do valor máximo previsto para o subsídio. O texto reforça que a concessão de complementação financeira está em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Emenda

O projeto estabelece que o Município repasse o subsídio devido até o décimo dia útil do mês. O vereador Enio Brizola (PT), no entanto, apresentou emenda que antecipa para o quarto dia útil a transferência de 70% do valor. O objetivo do parlamentar é obrigar as empresas a efetuarem em dia o pagamento dos salários de seus funcionários. A emenda também determina que as empresas providenciem a colocação de cartazes nos ônibus com informações sobre os valores recebidos do Município e os padrões de qualidade a serem seguidos pelos coletivos. A alteração proposta pelo petista foi aprovada por unanimidade.

Fala dos vereadores

Brizola ressaltou que tem consciência que o assunto transporte público coletivo sempre será pauta nas administrações de todas as esferas. “A cidade não está preparada para a discussão da mobilidade urbana, e essa responsabilidade também é nossa. Preciso falar mais sobre a importância do transporte coletivo. A credibilidade das empresas em Novo Hamburgo se perdeu. No sábado, elas pagaram 60% dos salários dos trabalhadores, mas eles me relataram que o valor arrecadado na bilhetagem daria para manter os salários em dia. É claro que não temos o contraponto. Os funcionários  também nos advertem sobre a forma como esse valor do subsídio será usado pelas empresas concessionárias. Por isso a insegurança em relação ao meu voto. Não tenho mais a certeza de que tinha na segunda-feira. A qualidade do serviço prestado não nos dá essa segurança. E depois da crise, o que acontecerá?”, indagou. O parlamentar reforçou que o seu voto não está condicionado às discussões que se travaram em torno do assunto nas redes sociais.

Sergio Hanich (MDB) também ressaltou que não se pauta pelas discussões de redes sociais. “Não voto de cabresto nunca, mas também não vou com a plateia. Estou tranquilo. As pessoas que em mim votaram me deram autonomia e confiaram em mim e no meu trabalho. Não estou votando para o Executivo e nem para as empresas de ônibus. Estou votando para aquelas pessoas que têm os ônibus como o único meio de locomoção e que dependem do transporte coletivo em Novo Hamburgo”, apontou Serjão.

Felipe Kuhn Braun (PP) afirmou que vem participando de todas as discussões e audiências públicas sobre a situação do transporte púbico coletivo em Novo Hamburgo. Para o parlamentar, as críticas e o debate em torno do tema são importantes. “Nós todos somos contribuintes, pagamos impostos e é desse imposto, dinheiro público, que vamos novamente subsidiar uma empresa que presta um serviço com diversos problemas há anos. São várias as situações que fazem com que eu realmente reforce a minha posição contrária a esse projeto”, falou o progressista.

Patricia Beck (PP) mostrou-se incrédula com a possibilidade de os passageiros ficarem sem alternativa. “A população ficará sem transporte público coletivo se o projeto for rejeitado em segunda votação? A Administração terá de dar um jeito. A população não quer pagar um valor abusivo por um serviço sucateado. Não seria este momento de dar um choque de realidade no Executivo”, perguntou, sugerindo que os colegas rejeitassem a matéria.

Raul Cassel (MDB) ressaltou que subsídios ao transporte coletivo são dados em várias cidades do País. Segundo ele, a situação do lixo e do transporte público coletivo são dois gargalos das administrações. “Fica aqui o desafio aos nossos deputados federais e senadores. Se tivéssemos uma legislação uniformizada e se cada município não precisasse fazer uma lei a cada licitação, a realidade seria diferente”, disse. Ele também destacou que o serviço prestado em Novo Hamburgo é de baixa qualidade. “Aprovei a emenda porque é a forma de exercermos um controle mínimo do dinheiro público”, salientou.

Sessões extraordinárias

Conforme determina a Lei Orgânica do Município, as sessões extraordinárias podem ser convocadas pelo prefeito, pela Comissão Representativa – colegiado composto por cinco vereadores e quatro suplentes, eleitos em votação secreta por seus pares, que funciona no período de recesso legislativo –, pelo presidente da Câmara ou por um terço de seus membros. A convocação, pessoal e por escrito, deve ser realizada com antecedência mínima de 48 horas.

Nas sessões extraordinárias, a Câmara só pode deliberar sobre as matérias que constituem sua pauta. Encerrado o momento da segunda votação, os projetos com emendas aprovadas são submetidos à apreciação da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que elaborará a redação final da matéria, sendo esta discutida e votada na mesma sessão.

Para o projeto virar lei

Para que um projeto se torne lei depois de aprovado em segunda votação, ele deve ser encaminhado à Prefeitura, onde poderá ser sancionado e promulgado (assinado) pela prefeita. Em seguida, o texto deve ser publicado, para que todos saibam do novo regramento. Se o documento não receber a sanção no prazo legal, que é de 15 dias úteis, ele volta para a Câmara, que fará a promulgação e ordenará sua publicação. Quando isso ocorre, é dito que houve sanção tácita por parte da prefeita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 761 Visualizações
Business

ABPA projeta alta na produção de carne de frango e de carne suína em 2020

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção brasileira de carne de frango deverá crescer entre 3% e 4% em 2020, alcançando o total de 13,7 milhões de toneladas neste ano, projeta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Os números foram apresentados hoje em coletiva de imprensa virtual, com participação de jornalistas de diversos estados.

As exportações do setor também devem crescer em patamares equivalentes, entre 3% e 5%, alcançando até 4,45 milhões de toneladas, prevê a associação.

No mercado interno, os níveis de consumo também deverão crescer. As projeções indicam elevação de 2,5%, com total de 43,9 quilos per capita ano em 2020.

“O empenho setorial para a manutenção do abastecimento permitiu manter a produção e as exportações em bons níveis de crescimento.  Apesar dos impactos da pandemia, que restringiu este potencial, os indicadores apontam um horizonte positivo para a avicultura e a suinocultura do Brasil”, celebra Francisco Turra, presidente da ABPA.

Em carne suína, a produção prevista para o ano é 4% a 6,5% maior em relação ao efetivado em 2019, alcançando até 4,25 milhões de toneladas, segundo as projeções da associação.

A entidade antevê um salto expressivo nas exportações do ano, podendo alcançar pela primeira vez 1 milhão de toneladas, 33% a mais que o efetivado em 2019.

Já o consumo per capita de carne suína deverá se manter estável, com total de 15,3 quilos per capita no ano.

“A Ásia é o grande drive das exportações internacionais, não apenas do Brasil.  A lacuna deixada pela Peste Suína Africana na produção dos países asiáticos e no trade global continuará a ditar o comportamento das exportações brasileiras e dos demais exportadores internacionais de aves e de suínos. O bom desempenho das exportações reduz os impactos decorrentes da alta dos insumos e da elevação dos custos decorrentes da situação de pandemia”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Exportações no 1º semestre: Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 96,1 mil toneladas em junho.  O número supera em 50,4% o volume embarcado no sexto mês de 2019, com total de 63,9 mil toneladas. Em receita, o desempenho mensal registrou alta de 43,4%, com US$ 198 milhões de saldo registrado em junho deste ano, frente a US$ 138,1 milhões em 2019.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína seguem 37,01% maior este ano, em comparação com 2019. Foram 479,4 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020, contra 349,9 mil toneladas exportadas nos seis primeiros meses do ano passado. Em receita, houve elevação de 52,5% no mesmo período comparativo, com US$ 1,076 bilhão este ano e US$ 705,6 milhões em 2019.

Carro-chefe das exportações brasileiras, as vendas para a Ásia chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019.  A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%).  Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%).

Carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 341,9 mil toneladas em junho, volume 12,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com total de 390,5 mil toneladas. Em receita, o saldo de exportações chegou a US$ 446,5 milhões em junho, número 30,95% menor em relação ao registrado no mesmo período de 2019, com US$ 646,2 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor se mantiveram positiva em 1,7%, com 2,106 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e junho deste ano, contra 2,072 milhões de toneladas em 2019. No mesmo período, as vendas para o mercado externo geraram receita de US$ 3,144 bilhões, número 8,8% menor em relação ao saldo do primeiro semestre de 2019, com US$ 3,448 bilhões.

Como no setor de suínos, o mercado asiático foi o principal destino das exportações brasileiras – chegaram a importar 837,3 mil toneladas no primeiro semestre, número 15% maior que o efetivado no mesmo período de 2019. Principal destino, as vendas para o mercado chinês seguem positivas, com alta de 32% e embarques de 346,3 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020.  Singapura, com 67,6 mil toneladas (+49%), Filipinas, com 43,8 mil toneladas (+72%) e Vietnã, com 19,8 mil toneladas (+73%) foram os destaques nas vendas para a região neste ano.

Luta setorial

A ABPA reitera o compromisso setorial de atuar pela preservação da saúde dos colaboradores, com a adoção de estratégias em todo o sistema produtivo – implantadas por iniciativa das próprias empresas já em março.

As empresas do setor frigorífico seguem rigidamente a lei brasileira (Portaria Interministerial n° 19) e também o protocolo setorial validado cientificamente pelo Hospital Albert Einstein, que estabelece uma série de medidas protetivas aos colaboradores, como proteção buconasal (máscara cirúrgica), faceshield e outros, além dos habituais uniformes, luvas, máscaras e outras camadas de proteção; barreiras laterais, impedindo contato entre os colaboradores na linha de produção; afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco; intensificação das ações de vigilância ativa, o monitoramento da saúde; adoção de medidas contra aglomerações em restaurantes, transportes e outras áreas; e reforço da rotina de higienização de todos os ambientes dentro e fora dos frigoríficos várias vezes ao dia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), e órgãos internacionais como o Instituto Federal Alemão para Avaliação de Riscos e o Departamento de Saúde do governo australiano confirmam que não há risco de contaminação do produto, com base em avaliações científicas.  Isto vale para qualquer tipo de alimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 569 Visualizações
Variedades

Porto Alegre é escolhida para ação que leva recado à cúpula do G20

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Neste sábado (18), ministros da Economia e presidentes de bancos centrais dos países do G20 estarão reunidos por videoconferência para discutir uma reação em conjunto às consequências econômicas da pandemia do coronavírus. Esse encontro pode influenciar decisões sobre políticas públicas que movimentarão trilhões de dólares, nas 20 maiores economias do mundo, entre as quais está o Brasil.

A 350.org, organização global que trabalha pela justiça climática, está promovendo uma série de ações criativas de ativismo, em sete países, para pressionar os governantes a tomarem medidas por uma Recuperação Justa diante da pandemia. O recado aos governantes é para que usem o dinheiro do povo para reativar a economia, investindo em setores e políticas que beneficiem as pessoas mais vulneráveis e que ajudem a sociedade a superar também a crise climática.

Na América Latina, a cidade escolhida para as ações foi Porto Alegre, alvo de investidas do setor de carvão. Um projeto que vem sendo combatido pela 350.org e por uma série de movimentos locais de cidadãos prevê a instalação da maior mina de carvão mineral a céu aberto da América Latina a cerca de 15 quilômetros da capital gaúcha. Caso saia do papel, o projeto pode impactar a saúde e o bem-estar das mais de 4,5 milhões de pessoas que vivem na Região Metropolitana.

Sobre a ação em Porto Alegre

Na noite de quarta-feira, 15, Renan Andrade, organizador de campanhas da 350.org, liderou uma ação que projetou nas pilastras da ponte do Guaíba mensagens que pedem o fim do financiamento ao carvão mineral e medidas de Recuperação Justa no Brasil e em outros países.

“A ponte é um cartão postal da cidade e é por onde o carvão terá que passar, se a mina se concretizar. O funcionamento da mina traz o risco de doenças gravíssimas para a população. Seria um retrocesso, que o povo gaúcho não pode deixar acontecer”, diz Andrade. “Dizer ‘não’ a essa mina significa levar o nome do Rio Grande do Sul para o mundo como um exemplo de gestão corajosa e compromissada com com o combate às mudanças climáticas”, completa.

Instituições financeiras também foram alvo de protesto. Em outro cartão postal de Porto Alegre, na Praça da Alfândega, a sede do Banrisul e da Caixa, dois bancos públicos, os ativistas pediram o fim do financiamento dos investimentos em combustíveis fósseis.

Além de Porto Alegre, ativistas estão realizando ações para pressionar o G20, nesta semana, em cidades da África do Sul, Alemanha, Bangladesh, Filipinas, Reino Unido e Rússia.

Sobre a Recuperação Justa

Para Andrade, a recuperação justa deve pautar o mundo pós-pandemia. “Carvão mineral não gera emprego, nem desenvolvimento. Onde tem exploração de carvão tem subemprego, tem doença, tem morte, tem poluição, tem gastos milionários com saúde pública. Precisamos promover uma recuperação justa e isso significa dar às pessoas a chance de terem empregos dignos e que não coloquem a vida de inocentes em risco. Por que não escolher geração de energia limpa no lugar do carvão?”, questionou.

Para Ilan Zugman, diretor interino da 350.org na América Latina, as decisões do G20 devem moldar o futuro do planeta pelos próximos ano

“Precisamos aprender com erros do passado e, por isso, os governos não podem insistir na resposta dada na crise de 2008, quando injetaram bilhões de dólares em socorro a bancos e nada fizeram pelo clima. É hora de uma recuperação justa, que crie resiliência ambiental e melhore a vida das pessoas”, afirma Ilan Zugman, diretor interino da 350.org na América Latina.

Além dessas ações que chamam a atenção do mundo, a 350.org, em parceria com organizações ambientais locais dos países do G20, está promovendo uma campanha virtual liderada por cidadãos, que inclui uma petição para os representantes de Estado. A 350.org também já divulgou uma carta aberta aos governos para pedir que levem em conta cinco princípios para uma recuperação justa frente à Covid-19.

Informações sobre investimentos do G20 em combustíveis fósseis

Dados do Energy Policy Tracker, levantamento da organização IISD, mostram que os 20 países mais ricos do mundo, que juntos representam 80% das emissões globais de gases de efeito estufa, já comprometeram, desde o início da crise do Covid-19, mais de US$ 150 bilhões em dinheiro público para apoiar as empresas de combustíveis fósseis.

Um estudo das ONGs Oil Change International e Friends of the Earth US, divulgado em maio com apoio da 350.org, mostrou que os governos do grupo destinaram, por meio de instituições financeiras públicas, pelo menos US$ 77 bilhões anualmente para o financiamento de projetos de óleo, gás e carvão, desde a assinatura do Acordo de Paris, em 2015. O valor equivale ao triplo do que os mesmos países disponibilizaram para o financiamento de energias limpas nesse período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 1 Comentário 580 Visualizações
Variedades

E-book orienta pais a estimularem as habilidades cognitivas e emocionais das crianças durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social Intervenções Neuropsicológicas no Contexto Escolar, desenvolvido pela Universidade Feevale, lançou um e-book que traz orientações e dicas para pais e responsáveis por crianças de 5 a 12 anos. O material, intitulado Como estimular as habilidades executivas e emocionais em crianças em tempos de pandemia?, visa auxiliar as famílias em situações novas e complexas.

O e-book foi produzido por três professores – Caroline de Oliveira Cardoso, Janaína Cardoso e Rodrigo Giacobo Serra – e sete estudantes do curso de Psicologia: Betina Ritzel, Daniela Bertoleti da Costa Cardozo, Gabriela Oliveira, Juliane Dreher Arceno, Laryssa Dias Sena, Rebeca Feltes e Rita de Cássia Silveira. Eles integram o projeto social, que atende crianças do Ensino Fundamental de escolas públicas, com o objetivo de potencializar as suas habilidades cognitivas e emocionais, levando-as a um melhor rendimento escolar.

Segundo os autores, nesses tempos de incertezas em função da pandemia, pode ser muito mais difícil para as crianças se organizarem, controlarem seus impulsos, regularem suas emoções e terem recursos para uma adaptação aos imprevistos. Dessa forma, os pais podem ajudá-las, ensinando habilidades e promovendo maior autonomia. “Por meio de atividades do cotidiano, como arrumar o quarto e ajudar a colocar a mesa, por exemplo, os pais podem estimular as habilidades cognitivas de seus filhos; tudo vai depender da maneira como eles propõem as tarefas e ensinam essas habilidades”, diz a professora responsável pelo projeto, Caroline de Oliveira Cardoso.

Dicas práticas

No e-book, os autores comentam que é importante que os pais compreendam que essa situação de pandemia é atípica e que as crianças têm mais dificuldades para manter uma rotina. Mas, por estarem junto com seus filhos, esta pode ser uma oportunidade para os pais estimularem as habilidades das crianças.

Conforme os professores e estudantes da Feevale, a partir de simples atividades do cotidiano já é possível ajudar as crianças no aperfeiçoamento das funções executivas. Assim, eles incluíram, no material, dicas práticas e exemplos para os pais ou responsáveis auxiliarem as crianças neste momento de isolamento social. Confira algumas orientações dos autores:

– Dê oportunidades para que a criança possa realizar as atividades que já são esperadas para sua faixa etária. Ensine-a, dê tempo e, após, a estimule para que ela faça. Não faça por ela.

– Quando fornecer alguma instrução, proponha pistas verbais e visuais, pois auxiliam na memorização e consolidação da informação.

– Ao fornecer uma instrução, procure ser claro, objetivo, sem dar ordens complexas e muitas informações ao mesmo tempo.

– Seja o modelo: no início mostre como se faz determinada tarefa, dê suporte e promova maior autonomia, deixando que a criança faça sozinha.

– Tente, dentro do possível, organizar a rotina em conjunto com a criança.

– Incentive e estimule seu filho a estabelecer um sistema de organização do seu espaço. Isso auxilia na organização e no controle inibitório.

– Proponha algumas atividades lúdicas. Além de ser um momento de diversão, você possibilitará que seu filho recrute habilidades cognitivas e executivas para realizar as tarefas.

Saiba mais

O e-book Como estimular as habilidades executivas e emocionais em crianças em tempos de pandemia? pode ser acessado, gratuitamente, no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 642 Visualizações
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