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Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

Variedades

Jovens gaúchas cobram medidas sustentáveis do governador Eduardo Leite

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Amália Garcez, 17 anos; Elisa Fink, 18 anos; e Renata Padilha, 25 anos, integram o movimento Fridays For Future e o Eco Pelo Clima. Elas protocolaram, na tarde de sexta-feira, 17, uma carta direcionada ao governador Eduardo Leite, falando sobre as preocupações com as mudanças climáticas e solicitando uma audiência para discutir o tema.

Em um dos trechos da carta, elas questionam sobre a forma como o governo lida com crise climática e fazem um paralelo com a situação da pandemia.

“A Covid-19 é um alerta que não pode ser desconsiderado sobre as consequências nefastas de ignorar os sinais de um desastre. […] queremos manifestar nosso desapontamento com a maneira como o estado tem lidado com a crise climática iminente, um dos maiores desafios que a humanidade já enfrentou. Pedimos ao Governador uma audiência com os núcleos do Fridays For Future do RS, para que possamos discutir juntos o que são de fato as Novas Façanhas que o estado deve buscar.”

O sistema de protocolo do Governo do Estado ainda não confirmou o recebimento da carta, protocolada de forma digital em função da pandemia.

G20

Neste sábado, 18, ministros da Economia e presidentes de bancos centrais dos países que representam as 20 maiores economias do mundo estiveram reunidos para decidir o destino de um investimento de trilhões de dólares. À cúpula do G2O, as três jovens gravaram vídeos cobrando o que chamam de recuperação justa. Segundo elas, são cinco pontos que garantiriam uma recuperação justa no período pós-pandemia: Saúde das pessoas em primeiro lugar, sem exceção; socorro financeiro direto às pessoas; assistência aos trabalhadores e às comunidades, não aos executivos de grandes empresas; desenvolvimento de resiliência para futuras crises; defesa da democracia. O movimento pela recuperação justa é liderado globalmente pela 350.org que, na última semana, realizou ações em cidades da África do Sul, Alemanha, Bangladesh, Brasil (Porto Alegre), Filipinas, Reino Unido e Rússia cobrando do G20 esse olhar para o mundo pós-pandêmico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 527 Visualizações
Cidades

Caxias do Sul está entre os 10 municípios do Brasil com maior potência instalada de energia solar

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Caxias do Sul está entre os 10 municípios brasileiros – único representante do Sul do país – com maior potência instalada de energia solar, totalizando 973 projetos e 15.879,28 quilowatts (kW) implantados nos segmentos comercial, residencial e de propriedades rurais. Destes 973 em funcionamento, 928 foram instalados nos últimos dos anos. O primeiro lugar é ocupado pelo Rio de Janeiro (RJ). Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), referentes ao mês de julho deste ano.

A Sicredi Pioneira RS tem uma parcela expressiva neste crescimento, uma vez que dos 973 projetos de Caxias do Sul, 236 foram financiados pela Linha de Crédito de Energia Solar, disponibilizando cerca de R$ 25 milhões. “Neste ranking, Caxias do Sul e Uberlândia (MG), a segunda colocada, são os únicos municípios que não são capitais. A cidade gaúcha tem grande potencial para energia solar, devido à quantidade de indústrias, comércio e um interior com forte atuação no agronegócio, todos segmentos consumidores de energia elétrica”, acrescenta Jonas Rauch, gerente de Negócios Estratégicos da Sicredi Pioneira RS.

O município também ocupa a primeira posição em potência instalada entre as 21 cidades que abrangem a área de ação da cooperativa, que se tornou referência em energia solar, sendo seguido por Novo Hamburgo, com 851 projetos solares e 11.460,26 quilowatts (kW). Em 2019, a Sicredi Pioneira RS reuniu mais de 2,2 mil pessoas em 29 eventos sobre o tema, além de capacitar e desenvolver empresas de energia solar. Com prazo de financiamento de 120 meses e cinco meses de carência, a sua linha de crédito financia 100% dos projetos, incluindo equipamentos nacionais e importados. Já são 1,4 mil projetos solares financiados pela cooperativa na sua área de abrangência – destes, 52% são residenciais – com liberação de R$ 110 milhões em recursos.

Nem a crise gerada pela pandemia da Covid-19 está freando a expansão da energia solar distribuída no Brasil, que cresceu mais de 90% no primeiro semestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, segundo a Aneel. Mesmo com o aumento do consumo, pelo fato das pessoas estarem mais tempo dentro de casa, quem já tinha o sistema solar instalado continuou economizando até 95% na conta de energia elétrica.

Com boas perspectivas, reforçadas pela grande disponibilidade da luz do Sol no país, a Absolar acredita que a fotovoltaica deve continuar crescendo, alavancar a geração de empregos e ainda contribuir para a retomada da economia no Brasil pós-pandemia. “É importante procurar empresas de confiança no segmento, solicitar orçamento em mais de uma delas, aproveitar a atual legislação que traz muitos benefícios e prevê mudanças em 2021. A economia que vem do céu é para todos”, sinaliza Jonas Rauch. A Sicredi Pioneira RS conta com o site www.sicredipioneira.com.br/energiasolar, onde pode ser feita a simulação da economia gerada, são encontradas dicas, notícias e cases de sucesso, além de informações sobre a linha de crédito.

Foto: Sicredi/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 981 Visualizações
Business

Após reabertura, empresários do ramo de alimentação esperam retorno lento dos clientes aos estabelecimentos

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar da liberação gradual do funcionamento de bares, restaurantes, buffet e outras atividades do segmento de alimentação fora do lar no país, os donos de pequenos negócios do setor enfrentam, a partir de agora, o desafio de atrair os clientes novamente aos estabelecimentos. Em pesquisa online realizada pelo Sebrae em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurante), entre 28 de maio e 08 de junho, 71% dos empresários avaliaram que menos da metade da clientela vai retornar aos estabelecimentos de alimentação nos 30 primeiros dias posteriores à reabertura. Na opinião de 53% dos entrevistados, a segurança sanitária é o critério mais importante nesta retomada, seguido pelo fato de que os clientes devem voltar a frequentar primeiramente os locais que já costumavam ir (20%).

Ao todo, 1.532 empresários, de 26 estados e do Distrito Federal, foram ouvidos pela Pesquisa “Situação e Perspectivas do Segmento de Alimentação Fora do Lar”, sendo 32% deles Microempreendedor Individual (MEI), 28% Microempresa (ME), 37% Empresa de Pequeno Porte (EPP) e 2% composto por médias ou grandes empresas. A maioria dos participantes possui apenas uma empresa no ramo da alimentação, com predominância de restaurantes, lanchonetes e similares que operam em lojas de rua.

De acordo com o levantamento, antes da pandemia, 70% dos negócios estavam com situação financeira estável ou crescendo e investindo (19%), porém com o avanço da Covid-19, 54% tiveram perdas acima de 75% no faturamento, com destaque para serviços de Buffet, que foram mais impactados. A pesquisa apontou ainda uma diferenciação do impacto nos estabelecimentos que funcionam dentro de shopping centers, que sofreram mais com os efeitos da pandemia (quedas acima de 75% para 82% deles), assim como os que estão dentro de clubes e academias, hotéis ou prédios corporativos (redução acima de 75% para 70% deles); enquanto os que têm lojas de rua, 47% apresentaram queda.

Na visão do presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa ressalta a importância de garantir a segurança de clientes, funcionários e fornecedores para uma retomada segura nos estabelecimentos de alimentação fora do lar. “Estamos diante de um novo momento de consumo e, mais uma vez, o empreendedor precisa se reinventar para atrair clientes para dentro de seus negócios. Éfundamentalcomunicar com transparênciaas adaptações providenciadas e os cuidados com a segurança dos alimentos,com o distanciamento entre clientes e a devida higienização do espaço”. Melles lembra ainda que o Sebrae preparou protocolo com orientações para a reabertura segura direcionado a bares, restaurantes e lanchonetes, disponível neste link.

O presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, destaca a situação crítica que milhares de empreendedores do setor enfrentam por todo o Brasil. “A pesquisa nos ajuda a mapear as necessidades e os enormes desafios que bares, restaurantes e lanchonetes estão encarando. Em algumas cidades já estamos há quase quatro meses fechados; em outras, só nos permitem abrir as portas com restrições que podem inviabilizar o negócio. Mas o importante é que estamos preparados para a retomada. A própria pesquisa mostra que os empresários entenderam a importância de se adaptar para reconquistar a confiança do cliente”, afirma. Solmucci lembra que a Abrasel tem cursos, cartilhas e orientações para ajudar empresas a reabrir as portas de maneira segura e viável. Estes materiais (muitos deles em parceria com o Sebrae) são gratuitos, abertos a todos e estão disponíveis na Rede Abrasel.

Impactos no funcionamento

O segmento de alimentação fora do lar foi um dos primeiros a sofrerem os impactos das medidas preventivas do isolamento social e fechamento do comércio para impedir a transmissão da Covid-19. Enquanto 31% dos negócios fecharam temporariamente ou de vez, a maioria que conseguiu se manter apostou no delivery ou no drive thru/take out (retirada no local). Aliás, a pandemia transformou os serviços de entrega em uma necessidade para aqueles negócios que buscaram alternativas para continuar com a cozinha em funcionamento mesmo diantedas restrições.

De acordo com a pesquisa, 72% das empresas estão realizando delivery, sendo que que 1 em cada 4 começou a utilizar o serviço de entregas durante o período. Apesar de 60% das empresas do setor utilizarem delivery por meio de aplicativos, apenas 21% dos empresários estão satisfeitos com os serviços oferecidos. O levantamento mostraainda que o delivery feito pela própria empresa tem sido uma opção muito considerada, sendo utilizada por 69% das empresas. Na hora de escolher o tipo de delivery, os empreendedores avaliam principalmente o conhecimento do consumidor sobre o aplicativo (26%), a possibilidade de delivery próprio (25%) e taxas mais baixas (21%).

A pesquisa também destaca que os negócios do ramo da alimentação fora do lar fortaleceram a presença nas redes sociais, principalmente no Instagram (59%) e no Whastapp (57%). Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que 58% dos empresários não tiveram iniciativa para promover o negócio com ações diferenciadas que poderiam ajudar a minimizar as perdas durante a crise, como  a venda de vouchers, campanhas específicas, ações de solidariedade, entre outras.

Outros dados da pesquisa

– Apenas 22% conseguiram empréstimo desde o começo da crise. Os bancos foram as instituições financeiras mais procuradas.

– A renegociação foi uma alternativa para muitos empresários. 68% tiveram que renegociar o aluguel. Além disso, 65% tiveram que renegociar dívidas ou prazos com os fornecedores.

– Em relação à mão de obra, 45% demitiram, 55% suspenderam contratos e 51% reduziram a jornada de trabalho/salário.

– 38% dos empresários acreditam que o setor vai demorar entre 6 e 12 meses para voltar ao nível antes da crise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 670 Visualizações
Business

Presidente da Assembleia Legislativa do RS será o palestrante do Prato Principal da ACI

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Ernani Polo, será o palestrante do Prato Principal de julho, promovido pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha. Ele vai abordar o tema “Competitividade para crescer”, falando sobre pandemia, retomada do crescimento, desburocratização, apoio à economia e estímulo à inovação.

O Prato Principal acontece dia 30, das 11h30min às 12h30min, gratuito e exclusivo aos associados da ACI. As inscrições podem ser feitas pelo site e o link será enviado 24 horas antes do evento, por e-mail. O Prato Principal será transmitido pelo Youtube Live. O patrocínio é de Sicredi Pioneira RS, com apoio master da Universidade Feevale. Mais informações pelo fone 2108-2108 ou pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

Hospital Moinhos de Vento entrega mais de 11 mil donativos a moradores das ilhas

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A corrente de solidariedade liderada pelo Hospital Moinhos de Vento já levou mais de 11 mil itens doados à comunidade da Ilha Grande dos Marinheiros, em Porto Alegre.  A primeira entrega de roupas, alimentos não-perecíveis, materiais de higiene e de limpeza ocorreu na tarde desta quinta-feira, 16, em uma campanha que teve início no último fim de semana. Como o local foi atingido pelas inundações do Rio Jacuí, muitos moradores ribeirinhos perderam seus pertences.

Dos donativos entregues, 2.697 foram doados pela comunidade e colaboradores do Hospital, e mais de 9 mil itens foram adquiridos com as doações financeiras destinadas pela sociedade à campanha. Entre as doações, além de alimentos e agasalhos, estão diversos produtos como fraldas, sabonetes, papel higiênico, vassouras, sabão e lençóis.

As doações foram levadas ao Centro Social Marista Aparecida das Águas, entidade que realiza a entrega juntamente com o Hospital Moinhos. A organização social possui um cadastro e tem mapeadas as necessidades dos moradores. De acordo com o Irmão Miguel Antônio Orlandi, do Centro Social Marista, a iniciativa vai ajudar na reconstrução dos lares, mas mostra também um grande gesto de humanidade. “Mais do que isso, mostra empatia com essas comunidades”, destaca.

Para o morador Alex Mendes, as doações vêm em boa hora, pois a comunidade está isolada. “Fico muito feliz com a ajuda”, completou João Alfredo Ramos, que mora há quatro anos em uma região mais afastada da ilha.

Segundo a consultora de Responsabilidade Social do Hospital Moinhos de Vento, Eloísa Frota, a campanha envolve colaboradores da organização, empresas, grupos de voluntários e sociedade civil. “Desde 2004, o Hospital desenvolveu projetos na região das Ilhas e, de alguma forma, sempre procuramos nos manter próximos”, destaca. “Estamos recebendo um grande apoio, com doações sendo feitas de hora em hora”, diz.

O material recebido foi organizado e passou por uma triagem, feita por colaboradores e voluntários do Hospital e também por parceiros da DU99. Todos usaram equipamento de proteção individual durante as atividades. Em razão da pandemia, as doações passaram por uma quarentena de 48 horas, armazenadas em diferentes espaços da instituição.

A campanha segue recebendo doações da sociedade até 24 de julho. Outras informações e dados bancários podem ser obtidas pelo telefone (51) 3314-3434.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 488 Visualizações
Variedades

Mapa preliminar aponta 90% das regiões com bandeira vermelha na 11ª rodada do Distanciamento Controlado

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O agravamento da pandemia deixou em vermelho quase todo o Rio Grande do Sul. Das 20 regiões do Distanciamento Controlado, apenas duas foram classificadas com bandeira laranja (risco médio) no mapa preliminar da 11ª rodada, divulgado nesta sexta-feira, 17. Significa que 90% do Estado apresenta alto risco para disseminação de coronavírus e ocupação de leitos. As bandeiras definitivas serão divulgadas na segunda-feira (20).

Nesta semana, o Estado havia ficado dividido: 10 regiões em vermelho e 10 em laranja. Na nova rodada, apenas a região de Pelotas apresentou melhora nos indicadores suficiente para ter regressão na bandeira, passando de vermelha para a laranja. Bagé foi a única que permaneceu no mesmo nível, com cor laranja.

Nove regiões apresentaram piora nos indicadores com relação à semana anterior. Cruz Alta, Erechim, Lajeado, Ijuí, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo e Uruguaiana saíram da bandeira laranja para a vermelha, juntando-se a Porto Alegre, Canoas, Cachoeira do Sul, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo e Taquara, que já estavam com risco alto.

A região de Pelotas esteve por duas semanas consecutivas em bandeira vermelha, o que a enquadraria na trava de segurança. Porém, a área teve seu recurso da décima semana deferido pelo Gabinete de Crise, o que levou à mudança na regra da trava de segurança para regiões que apresentarem avanços consistentes em seus indicadores.

A melhora deve ser claramente observada tanto no controle sobre o avanço da doença, como na estrutura de atendimento. Sendo assim, ainda que tenha apresentado duas bandeiras vermelhas em um período de 21 dias, a região de Pelotas pode reduzir seu nível de risco para a bandeira laranja.

Com isso, 469 municípios (do total de 497) das 18 regiões estarão preliminarmente classificados em bandeira vermelha, somando 10.273.823 habitantes, ou seja, 91% da população gaúcha (11.329.605 habitantes).

Deste total, 270 cidades e seus 1.735.262 habitantes (15,3% da população) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

Os pedidos de reconsideração serão avaliados pelas equipes técnicas do governo. A decisão será tomada pelo Gabinete de Crise na segunda-feira (20) e, à tarde, o mapa definitivo, vigente a partir de terça (21), será divulgado.

Alerta para bandeira preta

Nestas 11 semanas de Distanciamento Controlado, o RS segue sem registro da bandeira mais grave, de cor preta. No entanto, as equipes do governo alertam para a situação de cinco regiões que ficaram muito próximas de migrarem para o nível de risco altíssimo.

Para atingir a bandeira preta, o arredondamento da média ponderada dos 11 indicadores deve alcançar, no mínimo, 2,5, enquanto a da bandeira vermelha é 1,5. Nesta rodada, Taquara ficou média de 2,40, Porto Alegre (2,36), Capão da Canoa (2,33) e Novo Hamburgo e Canoas (2,25).

Um dos principais agravantes nestas regiões é o número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias por local de residência do paciente. A capital teve 334 novas hospitalizações; Novo Hamburgo, 99; e Canoas, 47.

Porto Alegre

A região registrou aumento de pacientes de Covid-19 internados em UTI: na quinta-feira (16/7) eram 258, número que há sete dias chegava em 210. Os leitos livres de UTI caíram de 166 para 135, e os casos de graves (UTI) para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) passou 264 para 312.

Canoas

Na quinta-feira, 16, a região tinha apenas 22 leitos de UTI livres (na semana passada eram 25). Registrou aumento de pacientes de Covid-19 internados em UTI: nesta quinta-feira eram 40, número que há sete dias eram 36. SRAG em UTI passou 47 para 58. Apresentou pequeno recuo nas internações (leitos clínicos) confirmadas por Covid-19: de 69 há sete dias, para 47 agora.

Santa Maria

Chama a atenção o agravamento situação da região de Santa Maria. De uma semana para outra, viu saltar de 10 para 18 os pacientes de Covid-19 em UTI, de 13 para 23 os casos de UTI por SRAG e a queda de leitos de UTI livre recuou de 49 para 36.

Regiões que tiveram piora

Santa Maria: laranja > vermelha
Uruguaiana: laranja > vermelha
Santo ngelo: laranja > vermelha
Cruz Alta: laranja > vermelha
Ijuí: laranja > vermelha
Santa Rosa: laranja > vermelha
Erechim: laranja > vermelha
Santa Cruz do Sul: laranja > vermelha
Lajeado: laranja > vermelha

Região que teve melhora

Pelotas: vermelha > laranja

Principais indicadores

• Número de novos registros de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) de confirmados Covid-19 aumentou 11% entre as duas últimas semanas (770 para 855);

• Número de internados em UTI por SRAG aumentou 17% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (647 para 754);

• Número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS aumentou 23% entre as duas últimas quintas-feiras (693 para 853);

• Número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS aumentou 13% entre as duas últimas quintas-feiras (504 para 572);

• Número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS reduziu 8% entre as duas últimas quintas-feiras (de 594 para 547);

• Número de óbitos por Covid-19 aumentou 31% entre as duas últimas quintas-feiras (de 207 para 271);

• As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (334), Novo Hamburgo (99) Caxias do Sul (81), Passo Fundo (61) e Canoas (47).

Saiba mais

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (médio), vermelha (alto) ou preta (altíssimo).O monitoramento dos indicadores de risco é semanal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 509 Visualizações
Cidades

Defesa Civil fará recolhimento de materiais danificados pela enchente neste sábado

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido aos estragos em residências provocados pela enchente em Santa Cruz, a Defesa Civil, com o apoio da Secretaria de Transportes, Serviços e Mobilidade Urbana, fará o trabalho de recolhimento de materiais danificados pela enxurrada neste sábado (18) no período das 8h ao meio-dia, no Bairro Várzea e na região conhecida como Praia dos Folgados.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, tenente José Joaquim Barbosa, uma equipe da Prefeitura percorrerá, com um caminhão caçamba e uma retroescavadeira, as ruas mais atingidas pelas cheias, para recolher móveis e eletrodomésticos que foram danificados pela enxurrada. “Pedimos aos moradores que deixem os materiais na calçada, pois, devido ao período de pandemia, não vamos entrar nas residências”, esclareceu.

O itinerário iniciará pela Rua Paulo Stahl, próximo à Escola Municipal Guido Herberts, seguindo pela Rua Senador Salgado Filho, Henrique Schütz, Irmão Emílio e Praia dos Folgados. Ainda segundo Barbosa, caso o trabalho não seja concluído no sábado, será retomado na segunda-feira, 20.

Foto: Matheus Prestes/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 488 Visualizações
Cidades

Nível do Rio dos Sinos diminui em Campo Bom e afasta risco de enchente

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Conforme dados da Defesa Civil, a chuva da quinta-feira, 16, não causou grandes mudanças no fluxo do Rio dos Sinos, em Campo Bom, que segue baixando. Durante a madrugada desta sexta-feira, foram 13 centímetros a menos, atualmente a medição é de 6,27 metros. O coordenador da Defesa Civil, Paulo Silveira, explica que a nova marca tranquiliza por estar quase um metro abaixo do necessário para atingir a rua, fato que ocorre com quando o nível do rio ultrapassa 7,20 metros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 594 Visualizações
Cidades

Governo paga recursos indicados por Biolchi para Sapucaia do Sul

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Articulada pelo deputado Márcio Biolchi (MDB), uma indicação de recursos extras para a saúde foi paga pelo governo federal ao município de Sapucaia do Sul nessa quinta-feira, 16. Os valores, disponíveis na conta da prefeitura, poderão ser aplicados no reforço das políticas de enfrentamento à pandemia no município.

“O vereador Caco teve participação fundamental para essa indicação que hoje se materializada. Tenho convicção que esse recurso será importante para reforçar o caixa do Município, sobretudo num momento de crise como o que vivemos”, salientou o parlamentar.

Os valores podem ser usados na compra de equipamentos hospitalares, medicamentos e insumos, na realização de pesquisas e testes para a Covid-19, no financiamento de serviços de saúde na atenção básica e de média e alta complexidade, bem como para a contratação temporária de profissionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 489 Visualizações
Variedades

Consulados americanos vão retomar agendamentos a partir do dia 20 de julho

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido a pandemia causada pelo coronavírus, os consulados americanos interromperam suas operações em março deste ano, atendendo somente solicitações de emergências. Agora, praticamente quatro meses depois, o serviço será retomado de forma gradativa no mundo todo.

De acordo com o advogado especializado em direito internacional, Daniel Toledo, alguns governos não permitirão uma total abertura ao público, mas estão se estruturando para retomar o atendimento internamente.  “À medida que as condições melhorarem, as unidades voltarão a fornecer serviços adicionais, culminando eventualmente em uma retomada completa dos serviços rotineiros de visto”, destaca.

Toledo explica que muitos dos vistos aplicados nos Estados Unidos estavam sendo negociados internamente para que a aplicação ocorresse direto no Brasil ou pais de origem do Aplicante. “Existe a possibilidade de muitos processos passarem a ser consulares, protocolados diretamente no Brasil. Esse é um procedimento mais rápido, ágil e muito mais tranquilo. Muitas pessoas discordaram, mas hoje vemos que isso passa a ser realidade”, avalia o advogado. Tais processos exigem que o advogado seja devidamente registrado na Ordem dos Advogados do Brasil.

Por conta da queda de emissão de vistos, os órgãos de imigração solicitaram ao congresso dos Estados Unidos 1.2 bilhões de dólares, para manter as operações consulares e pagamentos retroativos. As consequências da falta de captação de recursos, além de uma série de outros fatores, prejudicaram este setor. Hoje, muitos vistos são protocolados nos países de origem.

“Essa notícia pode ser muito boa para todos que visam sair do país com toda a documentação acertada para ir aos Estados Unidos, sem precisar ficar com alguma expectativa ao chegar no país”, conclui o especialista em direito internacional.

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito internacional, consultor de negócios internacionais e palestrante.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 489 Visualizações
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