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Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

Business

CDL Sapiranga envia novo pedido ao governador sobre flexibilização do comércio

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A CDL Sapiranga enviou um novo pedido ao governador Eduardo Leite sobre a flexibilização urgente para o comércio. O objetivo é sensibilizar o Executivo Estadual para flexibilização da abertura do comércio mesmo enquanto vigente a bandeira vermelha. No ofício, assinado pela presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga, consta o relato de que apesar do decreto estadual prever os serviços de tele entrega e pegue e leve, durante a bandeira vermelha, para as atividades comerciais entendidas como não essenciais, tais medidas não são suficientes para manutenção da atividade econômica na cidade de Sapiranga.

“Já se passaram mais de trinta dias consecutivos de fechamento do comércio varejista em geral, dos restaurantes, dos estabelecimentos de prestação de serviços, e, se não forem tomadas medidas de flexibilização de forma urgente, muitas empresas estarão encerrando as suas atividades nos próximos dias ou semanas, uma vez que não existem mais reservas pessoais, muito menos capital de giro, para que as empresas se mantenham ativas”, detalha o texto.

“É sabido que não pode haver a abertura dos comércios e estabelecimentos de prestação de serviços de forma livre, o que não é objeto do pedido, mas sim, autorizar o exercício da atividade econômica com a aplicação dos protocolos vigentes, ou seja, respeitando as regras de higiene e sanitárias, bem como do distanciamento social, como já vem ocorrendo para as atividades consideradas essenciais e para a indústria. Sabemos que na bandeira amarela os estabelecimentos em geral podem operar com 75% dos seus trabalhadores, na laranja a operação é permitida com 50% dos trabalhadores, logo, na bandeira vermelha não pode ser determinado o fechamento dos estabelecimentos comerciais, mas sim, pode e
deve ser autorizado o exercício da atividade econômica com 25% dos funcionários, seguindo a linha de raciocínio dos percentuais por bandeira”, detalha o texto.

Outro aspecto destacado é o fato dos empregadores estarem cumprindo, desde o início da pandemia, todos os protocolos e as disposições constantes nos decretos estadual e municipal, no que se refere as medidas de higiene e sanitárias, inclusive do distanciamento social, ou seja, estão cumprindo de forma rigorosa o dever legal imposto de combate ao coronavírus.

A CDL afirma ainda que o lugar de trabalho é seguro no combate ao coronavírus, uma vez que nestes estabelecimentos são disponibilizados aos empregados e aos clientes consumidores os protocolos sanitários de proteção indicados pela OMS e pelo próprio Estado do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 706 Visualizações
Variedades

Classificado, Novo Hamburgo enfrenta o Grêmio novamente

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Esporte Clube Novo Hamburgo enfrentou, na tarde desta quarta-feira, dia 29, o Grêmio, em jogo válido pela última rodada da fase classificatória da Taça Francisco Novelletto Neto. Realizado na Arena Alviazul, em Lajeado, o confronto terminou empatado em 0 a 0. Com o resultado, o Anilado chegou aos 8 pontos na tabela de classificação, garantindo vaga à semifinal da competição.

Na próxima fase, a equipe comandada pelo técnico Márcio Nunes terá pela frente novamente o Tricolor. A decisão por uma vaga na final do segundo turno acontece em jogo único e contará com mando de campo da equipe de Porto Alegre.

Nesta quinta-feira, 30, o plantel anilado realiza trabalho regenerativo no Hotel Locanda, onde segue em isolamento para a sequência da competição. A tarde também será marcada por nova bateria de testes para covid, que será realizada novamente pelo Laboratório Qualitá.

O jogo

A etapa inicial começou a equilibrada. Apesar do Grêmio manter maior posse de bola, o Anilado manteve-se bem postado, fechando os espaços do adversário. Com a bola, a equipe comandada por Márcio Nunes criou boas tramas com os homens de frente, chegando ainda com perigo através de bolas paradas.

De olho na classificação, o Noia voltou para a segunda etapa buscando ser mais incisivo, com Zé Mário, Bertotto e Kayron criando perigo ao gol adversário. Com as linhas bem compactadas, o Anilado seguiu neutralizando as investidas da equipe de Porto Alegre. O goleiro Jacsson sempre que exigido fez boas intervenções. Fim de jogo na Arena Alviazul: Novo Hamburgo 0 a 0 Grêmio.

O técnico Márcio Nunes mandou o Noia a campo com: Jacsson; Gian Costa, Moisés, Diego Ivo (Kesley) e Zé Mário; Chicão, Bertotto e Mossoró (Guto); Matheus Lagoa, Juba e Kayron.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Cidades

Catedral de Luzes ganha versão inédita no 33° Sonho de Natal

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O espetáculo Catedral de Luzes está sendo repaginado. Com música, narrações, artes visuais e projeção mapeada, a emblemática Catedral de Pedra de Canela será o cenário do inédito espetáculo Vida. O novo atrativo de Canela tem estreia programada para 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Além de ser uma das atrações paralelas da programação do 33° Sonho de Natal, a emotiva projeção audiovisual será mantida ao longo do ano, explica o secretário de Turismo e Cultura, Ângelo Sanches.

“Canela vai ganhar uma atração inédita ao longo dos 365 dias do ano. O objetivo é colocar nossa cidade em evidência com uma mensagem de otimismo e renovação da fé.”

O secretário destaca que a organização trabalha com a possibilidade de criar um sistema de drive-in nas ruas Borges de Medeiros e Felisberto Soares, caso a pandemia não tenha sido controlada. “Em 2017, inauguramos o espetáculo Catedral de Luzes e, agora, Canela está inovando com um roteiro que aborda a valorização da vida unindo som, luz e imagem. Vamos abordar a fé, a religiosidade, o encantamento e a magia em conjunto com mensagens de otimismo, esperança e ressaltando as virtudes humanas”, frisa Sanches.

Na próxima semana, o projeto será apresentado ao Ministério do Turismo. “Nossa Catedral é reconhecida como uma das maravilhas do Brasil e será cenário para uma atração inédita”, diz o secretário.

Com duração de 15 minutos, o espetáculo Vida será realizado diariamente em duas sessões, às 20h30 e às 21h30. Em sincronia com uma trilha sonora, a cenografia audiovisual irá propor reflexões através de narrações e ilustrações em vídeo projetados na fachada da Catedral de Pedras com equipamentos de alta performance. Serão utilizadas uma variedade de imagens mesclando cenas reais com imagens construídas em efeitos gráficos de acordo com a arquitetura do local.

Conforme o secretário, a trilha sonora utilizada para o espetáculo provoca variações de altas e baixas sensações que só a música pode proporcionar. “A primeira missão da trilha sonora é dar elementos para a utilização da iluminação instalada na Catedral de Pedra. Ela precisa respeitar momentos e velocidades dos projetores de luz para a ideia principal de um espetáculo de som e luz possa causar efeito. Em uma analogia, é possível comparar a igreja com a garganta de um solista”, finaliza Sanches.

“É como se a Catedral estivesse interpretando uma música, fazendo reverberar os sons através da luz. É isso que emociona.”

Com apoio da Secretaria de Turismo e Cultura de Canela, o projeto é uma realização da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes em parceria com a iniciativa privada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 560 Visualizações
Cidades

Canela ganha selo internacional de destino seguro

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Canela recebeu nesta quarta-feira, 29, a certificação Safe Travels (viagens seguras). O protocolo criado pela World Travel & Tourism Council (WTTC) estabelece regras a serem cumpridas por empresas, cidades e países a fim de tornar as viagens mais seguras, enquanto não se conhece uma vacina ou tratamento eficaz para a covid-19.

Canela é a segunda cidade do Brasil a receber o selo. No Brasil, o Estado do Rio Grande do Norte e a cidade de Salvador foram os primeiros certificados. Em nível mundial, Arábia Saudita, Barcelona, Sevilha, Portugal e o Estado mexicano de Quintana Roo, onde fica Cancún, foram os destinos que receberam o selo. “Em meio à pandemia, recebemos uma certificação que garante a segurança do destino Canela. Gostaria de parabenizar a equipe técnica da Secretaria de Turismo e Cultura e agradecer ao nosso trade por contribuir para a grande conquista”, afirma o secretário de Turismo de Canela, Ângelo Sanches

Protocolo

Seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o novo protocolo foi elaborado com a colaboração de diversas entidades ligadas ao setor turístico. O selo conta com o apoio da Organização Mundial do Turismo (OMT) e de mais de 200 CEO’s de grandes empresas do turismo em todo o mundo. Negócios como hotéis, restaurantes, companhias aéreas, operadores de tours, lojas, transportes e aeroportos poderão usar o selo uma vez que comprovem o cumprimento dos protocolos de saúde e higiene estabelecidos pela WTTC.

A WTTC é uma ONG baseada em Londres que busca o desenvolvimento sustentável e inclusivo do setor privado do turismo mundial. Diante dos desafios enfrentados pelo setor turístico frente a atual pandemia e da retomada iminente do turismo em alguns países, criou um protocolo de boas práticas para prevenção do coronavírus chamado Safe Travels.

Para Canela, o reconhecimento é a coroação pelo empenho da Secretaria de Turismo e dos empreendimentos turísticos e hoteleiros na execução de protocolos de saúde e higiene para a contenção ao coronavírus. “Trabalhamos instigando a confiança dos visitantes, de modo a que sintam que podem viajar para Canela em segurança. Não agora, neste momento delicado, mas assim que as restrições forem levantadas”, afirma o prefeito Constantino Orsolin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 557 Visualizações
Variedades

Abracorp sinaliza retomada das viagens corporativas domésticas

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mais que números frios, capazes de traduzir o caráter quantitativo do desempenho desse ou daquele setor, os dados apurados pelo BI (Business Intelligence) Abracorp corroboram a percepção de um clima positivamente diferenciado no enfrentamento da pandemia.

A bordo dos protocolos, do reequacionamento estratégico e operacional, o mundo dos negócios volta a viajar. O propalado novo normal não se alcança por meio de ‘receita de bolo’, que não existe. Nesse sentido, os players dedicados à indústria de viagens corporativas demonstram maturidade, espírito colaborativo e desejo irrefreável de superação.

No segundo trimestre de 2020, a Gol mantém a liderança no ranking das cias aéreas com maior emissão de passagens para voos domésticos, com 41,1% de Market share; seguida pela Azul (36,1%) e Latam (22,8%). Em volume de vendas, entretanto, a Azul assume a primeira posição, com 40,8% da movimentação que foi gerada no período; seguida da Gol (38,0%) e da Latam (21,2%).

A inversão de posições ocorre em razão das tarifas praticadas. Ou seja: enquanto a tarifa média da Gol foi de R$ 485,00 e da Latam R$ 488,00, o valor praticado pela Azul foi de R$ 593,00.

Interessante observar que, no segundo trimestre de 2020, o preço das passagens comercializadas para voos domésticos no mercado de viagens corporativas caiu 34,9% (de R$ 807,00 para R$ 525,00), comparado a igual período de 2019.

“O fato é que, apesar da crise, verifica-se a retomada das viagens de negócios. Em um país continental como o nosso, não podemos prescindir do transporte aéreo”, afirma Carlos Prado, presidente do Conselho de Administração da Abracorp.

“Fica evidente que a curva descendente foi revertida e a partir de abril teve início a retomada”, constata Gervasio Tanabe, presidente executivo da entidade. O total das vendas registradas no segundo trimestre de 2020, superior a R$ 96 milhões – o que equivale a 42,7% de aumento, de abril a junho – consolida a tendência de recuperação.

Acrescente-se que o potencial de crescimento é ainda muito maior. Pesquisa realizada pela Abracorp apurou que 48% das corporações atendidas pelas agências de viagens liberaram menos de 10% dos seus colaboradores a realizarem viagens, enquanto 43% delas liberaram até 30%; e 9% até 50%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 544 Visualizações
Cidades

Conquistas no Prêmio Gestor Público são destaques de live com o prefeito promovida pelo Sindifisco

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A retrospetiva de 18 anos do Prêmio Gestor Público contou com entrevista com o prefeito Luciano Orsi ao meio-dia de quarta-feira (dia 29) nos canais da RS Rádio com promoção do Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Tributária do Estado do Rio Grande do Sul (Sindifisco RS). Ele falou sobre os três anos consecutivos que recebeu o reconhecimento do Prêmio Gestor Público: em 2017, com aplicativo Conecta Campo Bom; em 2018, com o projeto De Olho no Futuro além da menção honrosa pelo Conecta; e no ano passado, com o projeto Floração: Hortas Urbanas e menção honrosa pelo projeto De Olho no Futuro.

No programa, Orsi também contou sobre como Campo Bom está enfrentando a pandemia do coronavírus que exigiu importantes medidas em todos os setores, especialmente em Saúde e Assistência Social. Durante a transmissão, explicou a importância dos projetos que participaram do Prêmio Gestor Público e contou que estava com outros projetos para inscrever na edição de 2020, que precisou ser cancelada devido à Covid-19. “Em função da pandemia, tivemos uma redução nas atividades mas os projetos continuam em funcionamento”, afirma Orsi.

O Prêmio Gestor Público foi criado em 2002 e reconhece ações desenvolvidas pela Administração Pública Municipal do Rio Grande do Sul que atinjam resultados positivos para as comunidades. A realização é de Sindifisco RS e Associação dos Auditores-Fiscais da Receita Estadual-RS (Afisvec).

Foto: Nadine Funck/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 455 Visualizações
Saúde

Porto Alegre terá centro inédito na América Latina para atendimento a doenças raras

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O coronavírus colocou países em alerta, impôs quarentena e causa medo. Pouco se sabe sobre ele, ainda não há vacina aprovada, e os tratamentos são experimentais. Porém, enquanto cientistas e médicos do mundo inteiro colocam a Covid-19 no centro das atenções, milhares de outras doenças raras também possuem diagnóstico difícil e tratamento restritos e caríssimos.

Viver com esse tipo de condição não é nada incomum: é a realidade de 13 milhões de brasileiros, segundo levantamento do Ministério da Saúde. O geneticista Roberto Giugliani explica que as doenças raras contemplam 8 mil patologias catalogadas no mundo. Atingem no máximo quatro em cada 6 mil pessoas, sendo 72% delas com origem genética.

“O desafio talvez seja maior do que enfrentar o novo coronavírus, mas pouco se fala no assunto.”

Segundo o médico, os estudos mostram que o tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico das doenças raras é de mais de quatro anos, na maioria dos casos, podendo chegar a 20 anos. “Muitas vezes, esse período é decisivo, seja para evitar sequelas, seja para salvar a vida do paciente”, destaca.

A Casa dos Raros

Giugliani é um dos idealizadores da Casa dos Raros, iniciativa inédita na América Latina que deve ampliar o acesso ao diagnóstico rápido e preciso, garantir tratamento e fomentar as pesquisas. O Centro de Atendimento Integral e Treinamento em Doenças Raras está sendo construído em Porto Alegre pelo Instituto Genética para Todos e pela Casa Hunter, organizações da sociedade civil que desenvolvem projetos nessa área.

As obras iniciaram neste mês, e os trabalhos devem ser concluídos até o final de 2021. O local, no número 722 da Rua São Manoel, terá 1.600 metros quadrados. Serão duas torres com quatro pavimentos e estrutura de consultórios, dois laboratórios (um para diagnóstico, outro para produção de terapias avançadas), salas para os mais variados tipos de tratamentos, além de espaço para eventos e treinamento de profissionais.

O projeto é ousado. Entre os equipamentos, está um espectrômetro de massas em tandem, capaz de identificar moléculas que outros exames não captam e que permite identificar até 70 tipos de doenças raras. Terapia genética e tratamentos de última geração também serão oferecidos, além de contar com a expertise de equipe multidisciplinar altamente capacitada que orientará profissionais em centros remotos por meio da telemedicina.

“Além de atender os raros e seus familiares, temos de auxiliar os profissionais da área. Muitas vezes, até para os médicos é difícil identificar quando um paciente tem uma doença rara.”

O geneticista acrescenta que a Casa dos Raros de Porto Alegre será um piloto. O plano é, nos próximos anos, abrir centros com esse modelo em diversas regiões do Brasil.

Duas décadas de angústia

A gaúcha Deise Zanin, de 35 anos, é uma das pessoas que possuem doença rara. “Passei mais da metade da minha vida até aqui sem saber o que eu tinha. Fui de médico em médico, tive diagnóstico errado, de artrite reumatoide”, conta. Só aos 20 anos, ela foi diagnosticada com Mucopolissacaridose do tipo 1. À época, o Brasil não tinha tratamento para isso.

“Receber esse diagnóstico foi bem importante, mas ao mesmo tempo assustador.”

Mas Deise teve sorte: foi convidada a participar de um estudo para testar uma terapia de reposição enzimática. Desde então, ela recebe aplicações da enzima que ela não produz. São sessões de quatro horas, a cada quinze dias. Ela depende da rotina médica, consultas, equipe multiprofissional e idas ao hospital para o tratamento, além de conviver com limitações físicas às quais precisou se adaptar.

Hoje, ela preside o instituto Atlas Biossocial, uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atende pessoas com doenças raras, graves e crônicas. Deise está otimista com o projeto da Casa dos Raros e avalia que a iniciativa pode mudar a vida de muitas pessoas. “A assistência aos raros no Brasil avançou nos últimos anos, mas ainda é limitada e está longe do ideal. A gente precisa de políticas públicas e investimentos no setor de saúde que assegurem o diagnóstico precoce e protocolos clínicos de diretrizes terapêuticas para agilizar, ampliar e melhorar a distribuição dos medicamentos e o tratamento multiprofissional. Isso é essencial para garantir um direito básico a esses pacientes: viver. E viver com qualidade de vida”, conclui Deise.

Atendimento para todos

A Casa dos Raros estará à disposição de todos os pacientes que precisarem de atendimento, seja particular, por convênio e também quem não tem condições. Roberto Giugliani ressalta que o modelo está em definição.

“Ainda estamos desenhando esse fluxo. Mas ninguém ficará sem atendimento porque o nosso objetivo é justamente ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento.”

O atendimento na Casa dos Raros iniciará com uma entrevista com equipe multidisciplinar. Depois, será feito o encaminhamento para o diagnóstico. Com o resultado, os raros serão orientados sobre o tratamento, preferencialmente em centros de referência. Os médicos responsáveis por esses pacientes receberão treinamento e o suporte para lidar com cada caso.

Saiba mais

Doenças raras são definidas pela prevalência. No Brasil, são aquelas que atingem 65 pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes. Ao todo, 72% são genéticas. As 28% restantes são formas raras de câncer, doenças infecciosas raras e condições imunológicas ou endócrinas. Na maioria das vezes, os sintomas iniciam na infância (80%), mas os pacientes demoram a ser diagnosticados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 536 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Campo Bom passa por sanitização nesta sexta-feira

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Tendo em vista a proteção da comunidade que acessa o Centro Administrativo, nesta sexta-feira (31) o prédio passará por uma sanitização completa como prevenção à Covid-19. Durante todo o dia não haverá expediente ou atendimento ao público. Na segunda-feira (3), o expediente volta ao normal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 552 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos utiliza metodologia da Johns Hopkins em laudos para diagnóstico de câncer

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma nova oportunidade de cooperação científica entre médicos do Hospital Moinhos de Vento e da Johns Hopkins Medicine está em andamento há cerca de um mês. Equipes dos serviços de Radiologia e da Medicina Nuclear do Moinhos de Vento estão utilizando critérios da instituição americana para estruturar e normatizar o laudo de PET/CT Gálio 68-PSMA. Trata-se de um exame não-invasivo para avaliação e estadiamento da neoplasia de próstata – e que fusiona imagens metabólicas (PET) com imagens tomográficas (CT) para diagnosticar o câncer de próstata. Com extrema precisão, ele é indicado para investigar recidiva bioquímica (elevação do PSA) após tratamento, para diagnosticar metástases e para o estadiamento inicial de neoplasia de alto risco.

Conforme Gabriel B. Grossman, chefe do Serviço de Medicina Nuclear, os médicos do Hospital Moinhos de Vento revisaram a literatura e se reuniram com médicos da Johns Hopkins por meio de teleconferência para discutir os critérios baseados em casos apresentados. Cinco médicos do Moinhos fazem parte da equipe que realiza o PET/CT com PSMA. “Será possível realizar pesquisas em conjunto aplicando os critérios desenvolvidos na instituição americana nos pacientes atendidos aqui. Esses dados serão utilizados em publicações científicas com participação das duas instituições”, explica Dr. Grossman.

De acordo com a médica Alice Schuch, coordenadora do Núcleo de Radiologia Abdominal do Hospital Moinhos de Vento, o PSMA é um radiofármaco específico para detectar as áreas que têm neoplasia de próstata. “A Johns Hopkins fez uma proposta de padronização dos relatórios do PET/CT com PSMA, chamada de PSMA-RADS, para que se classifique o grau de probabilidade das lesões serem neoplásicas”, observa Dra. Alice.

O oncologista Pedro Isaacsson Velho, que compõe a equipe pesquisadora, destaca que o Moinhos passa a utilizar da metodologia PSMA RADS criada pela Johns Hopkins, a mesma instituição que desenvolveu o PET/CT com PSMA. “Os avanços são imensos. Os laudos ganham ainda mais confiabilidade e reprodutibilidade. Além disso, agora estamos prontos para colaborações em pesquisa entre as duas instituições”, conclui Dr. Pedro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 709 Visualizações
Business

Calçadistas mobilizam renovação e ampliação do antidumping

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O setor calçadista brasileiro, por meio da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e sindicatos industriais da atividade, está mobilizado pela renovação do direito antidumping aplicado contra o calçado importado da China, e abertura de novo processo contra as origens Vietnã e Indonésia. Atualmente, para cada calçado importado da China, como medida de defesa comercial e garantia da competição leal no mercado interno, é aplicada uma sobretaxa de US$ 10,22, além da tarifa de importação.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a medida é fundamental para garantir a competitividade das produtoras nacionais, já abaladas pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. “Como se sabe, o calçado asiático entra no Brasil a custos irrisórios, devido a subsídios governamentais e manipulação cambial. Se esses produtos entrarem livremente no Brasil, com o alto custo de produção que temos, veremos uma quebradeira generalizada no setor, pois não teremos como competir”, avalia o executivo, ressaltando que milhares de empregos estariam em risco.

Em voga desde 2010, o direito de aplicação da sobretaxa ao calçado importado da China tem sido fundamental para o setor calçadista brasileiro, que tem no mercado doméstico o principal destino da sua produção, que totalizou 908 milhões de pares no ano passado. “Mais de 85% da produção de calçados é vendida no mercado interno, local que estava sendo inundado por produtos chineses subfaturados”, explica Ferreira.

Conforme dados tabulados pela Abicalçados, em 2008, antes da aplicação provisória do direito a partir de setembro de 2009, a importação de calçados chineses foi equivalente a US$ 218,7 milhões, cerca de 70% do total importado. Após a aplicação do direito antidumping, em 2010, esse número caiu para US$ 54,9 milhões, uma retração de 75%. Em 2019, o número foi de US$ 48 milhões. “Mesmo com o direito vigente, a China ainda é a terceira origem do calçado que entra no Brasil, agora atrás do Vietnã e da Indonésia”, comenta o executivo.

Renovação e ampliação

Com a chegada do fim do prazo para aplicação do direito contra o calçado chinês, que finda em março do próximo ano, a Abicalçados vem mobilizando sindicatos industriais e empresas do setor em busca da renovação da medida, e abertura de investigação para países vizinhos, no caso Vietnã e Indonésia. “Quando a sobretaxa passou a ser aplicada contra o calçado chinês, ainda em 2009, começaram a aumentar vertiginosamente as importações de produtos semelhantes do Vietnã e Indonésia, indício do processo migratório da produção na região asiática”, explica. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que em 2008 a importação de calçados do Vietnã e Indonésia eram equivalentes a US$ 62,6 milhões, número que pulou para US$ 192,2 milhões em 2010.

O pleito para renovação direito antidumping e abertura de novo processo, no entanto, exige um levantamento minucioso – e oneroso – para comprovação da prática de dumping pelos países alvo da iniciativa. O material deve ser entregue para avaliação do Governo Federal ainda este ano.

O que é Dumping?

Considera-se que há prática de dumping quando uma empresa, ou país, exporta um produto a preço inferior ao preço normal de mercado. O direito antidumping tem como objetivo evitar que as produtoras nacionais sejam prejudicadas por importações realizadas a preços de dumping, prática considerada desleal no comércio internacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 480 Visualizações
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