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Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

Variedades

Liminar suspende provisoriamente volta da cogestão no Estado

Por Gabrielle Pacheco 20/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

O juiz Eugênio Couto Terra, da 10ª Vara da Fazenda Pública Foro Central de POA, suspendeu provisoriamente o retorno da gestão compartilhada (cogestão) com os municípios no Sistema de Distanciamento Controlado, mantendo a gestão centralizada no Governo do Estado.

A decisão, proferida na noite desta sexta-feira (19), também veda qualquer flexibilização nas atuais medidas restritivas vigentes, enquanto perdurar a classificação de Bandeira Preta, até que seja apreciada a liminar, após a prestação de informações preliminares pelo Estado.

As pessoas só conseguem sobreviver com um mínimo de dignidade se estiverem vivas ou sem estarem adoecidas e com condições de trabalhar.

A suspensão atende pedido do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre e mais oito entidades que ajuizaram ação civil pública contra o Estado do RS. Eles alegam que o cenário caótico da saúde no território do Rio Grande do Sul exige a adoção de medidas eficientes, a fim de que se possa estancar o crescente índice de contaminados pela Covid-19, diminuindo a pressão sobre o sistema público e privado de saúde e possibilitando que a população possa receber tratamento adequado, com diminuição da taxa de mortalidade.

Decisão

Conforme Terra, é “pública e notória” a situação de caos nas redes pública e privada de saúde do Estado e que, no momento, ao menos 239 pessoas aguardam por leito de UTI apenas em Porto Alegre, que se encontra com 114,12% de lotação dos seus leitos de UTI.

Na decisão, o juiz destaca que “em inúmeros municípios, onde os prefeitos querem privilegiar a economia em detrimento das medidas sanitárias preventivas para a contenção da disseminação do vírus, há grande tolerância com o descumprimento dos protocolos mínimos de prevenção”.

“Negar esta realidade, é fazer de conta que tal não acontece. O momento, como dizem todas as autoridades médicas ,gestores hospitalares, infectologistas, sanitaristas e cientistas que estudam e trabalham com a pandemia, exige total foco no combate à disseminação viral. Só assim haverá a diminuição da contaminação e a cessação das mutações do vírus, circunstância que só agrava o quadro de adoecimento da população. Além de ser a única forma de dar alguma condição do sistema de saúde ganhar um fôlego para atender o número de doentes graves que só aumenta”, afirma Eugênio.

Para o magistrado, a manutenção das restrições severas de circulação, é o “único” meio de obter-se uma melhora sanitária de caráter mais geral.

“É falso o dilema de que fazer a economia ter uma retomada é o melhor caminho. As pessoas só conseguem sobreviver com um mínimo de dignidade se estiverem vivas ou sem estarem adoecidas e com condições de trabalhar. Na verdade, a existência de segurança sanitária é que permitirá que os cidadãos refaçam suas vidas, inclusive econômica. Desta forma, até que venham as informações preliminares a serem prestadas pelo ERGS, quando poderá apresentar elementos que justifiquem a diminuição das restrições de circulação, há que se privilegiar a realidade escancarada de colapso do sistema de saúde, do aumento exponencial do número de morte e de pessoas contaminadas, e seguir o direcionamento da ciência para salvar vidas”, ressaltou o magistrado.

Assim, está suspenso provisoriamente o retorno da Gestão Compartilhada (Cogestão) com os Municípios no Sistema de Distanciamento Controlado, mantendo a gestão centralizada no Governo do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2021 0 Comentários 541 Visualizações
Saúde

Cogestão retorna, mas suspensão de atividades é ampliada

Por Gabrielle Pacheco 19/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Depois de três semanas com restrições mais severas para conter o avanço neste momento crítico da pandemia no Rio Grande do Sul, o governo do Estado anunciou, nesta sexta-feira (19), a retomada da possibilidade de cogestão regional a partir de segunda, 22, mas prorrogou a suspensão de atividades não essenciais até 4 de abril.

Como o sistema compartilhado permite a adoção pelos municípios de protocolos menos restritivos do que a bandeira vigente, o Gabinete de Crise suspendeu atividades não essenciais nos fins de semana e feriados e ampliou as restrições na bandeira vermelha – considerada o limite para flexibilização das regras quando houver adesão à cogestão na bandeira preta.

O retorno tem de ser feito com rigoroso controle e maior fiscalização de protocolos. A pressão no sistema hospitalar não tem se intensificado mais como antes e parece se encaminhar para uma estabilidade, mas ainda é cedo para afirmar isso.

A suspensão geral de atividades será mantida entre 20h e 5h de segunda a sexta-feira e, aos fins de semana e feriados, fica determinada a restrição de atividades presenciais durante todo o dia. As exceções são os serviços essenciais, como farmácias, supermercados e comércio de materiais de construção e demais exceções que já constam no atual decreto de suspensão geral de atividades. Confira ao final do texto todos os ajustes de protocolos que passam a valer a partir de decreto, que deve ser publicado neste sábado, 20.

A decisão foi anunciada pelo governador Eduardo Leite em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta sexta (19), após discussão entre os integrantes do Gabinete de Crise e reunião com a Federação das Associações de Municípios (Famurs) e representantes das 27 associações regionais.

“É um vírus que circula com as pessoas, portanto, reduzir a circulação das pessoas é o caminho para reduzirmos a contaminação. Mas sabemos que há uma parcela substancial da população que precisa da retomada presencial de atividades econômicas para a sua subsistência. O retorno tem de ser feito com rigoroso controle e maior fiscalização de protocolos. A pressão no sistema hospitalar não tem se intensificado mais como antes e parece se encaminhar para uma estabilidade, mas ainda é cedo para afirmar isso. Por isso, a decisão pelo relaxamento de restrições se dá devido à necessidade de oferecer um fôlego à economia. Mas é fundamental que haja compromisso de fiscalização nos municípios, porque nosso sistema hospitalar está no limite”, afirmou o governador.

Embora os dados monitorados pelo Estado se encaminhem para uma estabilização, a taxa de ocupação dos leitos de UTIs ainda está próxima ou até superior a 100% na maioria das regiões do RS. No mapa da 46ª semana do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta (19), todas as 21 regiões Covid seguem em bandeira preta por conta da alta pressão no sistema hospitalar gaúcho.

Com o retorno da cogestão regional, as regiões poderão adotar medidas mais flexíveis que a bandeira preta, mas não menos restritivas do que as de bandeira vermelha. Portanto, o governador destacou que não se trata de um mecanismo automático, mas uma possibilidade, demandada pelos prefeitos, e que deve ser adaptada à realidade do risco em cada região e à natureza de cada uma das atividades.

“A cogestão se propõe a dar a possibilidade para que as regiões ajustem alguma coisa dos protocolos a uma necessidade local. Não é algo automático: na bandeira preta, usa protocolos de bandeira vermelha. Os prefeitos de uma região podem decidir seguir, inclusive, totalmente a bandeira preta ou flexibilizar os itens em que na realidade econômica local se impõem. Podem escolher um caminho intermediário”, afirmou o governador.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/03/2021 0 Comentários 561 Visualizações
Saúde

RS segue em bandeira preta pela 3ª semana seguida

Por Gabrielle Pacheco 12/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Pela terceira semana consecutiva, todo o Rio Grande do Sul está em bandeira preta – nível de risco máximo previsto no modelo de Distanciamento Controlado –, conforme já havia sido antecipado pelo governador Eduardo Leite. Divulgados nesta sexta-feira (12), os indicadores da 45ª rodada comprovam a pressão sobre a capacidade de atendimento hospitalar do Estado.

Mesmo considerando o aumento de 3% no número total de leitos de UTI existentes e a redução dos internados por outras causas, a elevação dos confirmados com Covid-19 em UTI fez com que se mantivesse quase a totalidade dos leitos de UTI do Estado ocupados, inclusive fora dos leitos regulares, o que indica operação acima da capacidade indicada em algumas regiões.

Por conta desse índice, foi mais uma vez acionada a salvaguarda que aplica automaticamente a bandeira de nível máximo a todas as regiões. Nesta rodada, novamente teriam ficado em bandeira vermelha (nota abaixo de 2,50) as regiões de Bagé (2,41) e Pelotas (2,31), por conta da variação de leitos de UTI, visto as correções de residência dos pacientes hospitalizados nos leitos intensivos. No entanto, a regra tem o objetivo de evitar colapso da regulação de leitos estadual e garantir que haja possibilidade de transferência de pacientes.

Na 43ª rodada (divulgada em 26/2), o Estado tinha 229 leitos livres para atender Covid. Na semana passada (44ª rodada, dia 5/3), esse número passou a ser negativo, com déficit de 25 leitos. Agora, apresenta falta de 213 leitos de UTI.

“Para se ter uma ideia, há 30 dias, tínhamos 800 pessoas em leitos de UTI confirmadas com Covid. Passamos para 2,4 mil pessoas em 30 dias. Se esse ritmo continuasse, teríamos de triplicar o número de leitos, o que é inviável. Esse é o tamanho do nosso drama”, afirmou o governador.

Mesmo tendo ampliado em 137% a capacidade hospitalar desde o início da pandemia, Leite reafirmou que o Estado segue fazendo todo o esforço possível para seguir expandindo os leitos de UTI. Há, ainda, previsão de abertura de mais 183 unidades nos próximos 10 dias.

“Não há país no mundo que tenha conseguido superar o coronavírus, ou pelo menos conviver com o vírus, apenas com aumento de leitos, porque a solução efetiva é a vacina. Como ainda estamos com dificuldade a nível nacional de imunizar massivamente e de forma rápida a população, a situação nos demanda habilidade para melhorar a convivência, buscando equilíbrio entre economia e saúde. Sempre tendo claro que saúde e a vida precisam vir acima de qualquer outra coisa, especialmente em um momento crítico como esse que estamos vivendo”, destacou Leite.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2021 0 Comentários 521 Visualizações
Cidades

Prefeitura adquire novos leitos para o Hospital Sapiranga

Por Gabrielle Pacheco 12/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Sapiranga realizou a compra de mais 5 leitos clínicos temporários para atender a grande demanda de atendimentos no hospital da cidade. Devido ao agravamento da pandemia de Covid-19 nos meses de fevereiro e março, que ocasionou aumento no número de pacientes positivados e de casos graves que necessitam de internação, a Administração entendeu que a aquisição fez-se mais que necessária.

Além dos novos leitos hospitalares para atender os sapiranguenses via SUS, o Município também já tinha feito a compra de outras cinco macas (leitos de andar) no final de 2020, no valor de R$ 70.500,00 mensais. Atualmente, o valor total do investimento em dez leitos é de R$ 141.000,00 mensais.

No início de fevereiro, havia oito munícipes internados na casa de saúde da cidade e em hospitais da região. Já no fim do mesmo mês, esse número aumentou para 35. No momento, 52 sapiranguenses estão internados na cidade e nos municípios próximos.

Foto: Reprodução (meramente ilustrativa) | Fonte: Assessoria
12/03/2021 0 Comentários 537 Visualizações
Business

Região Sul tem as menores taxas de desemprego do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 11/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Os três estados da região Sul apresentaram o melhor desempenho na taxa de desemprego entre as unidades federativas do país em 2020. Rio Grande do Sul (9,1%), Santa Catarina (6,1%) e Paraná (9,4%) respondem pelas três taxas de desocupação mais baixas do Brasil. A média nacional é de 13,5%, segundo o IBGE. “Durante a pandemia, o que se observou em todas as regiões foi um aumento da taxa de desocupação. Porém, essa taxa não subiu tanto nos estados do Sul a ponto de equipará-los aos demais do Brasil”, afirma Patrícia Palermo, economista e professora da ESPM Porto Alegre.

Existem três características próprias da região que nos ajudam a entender esse cenário: pirâmide etária, anos de estudo e distribuição de renda.

A economista afirma que as razões para o bom desempenho da região Sul no contexto nacional são anteriores à pandemia e que, historicamente, as taxas de desemprego na região já são mais baixas em relação ao restante do país. “Existem três características próprias da região que nos ajudam a entender esse cenário: pirâmide etária, anos de estudo e distribuição de renda”, afirma.

Conforme Palermo, as três variáveis têm impacto direto na dinâmica do mercado de trabalho regional. “Quando se têm menos jovens na população economicamente ativa, a média da mão de obra acaba sendo de trabalhadores com mais experiência. Além disso, o número médio de anos de estudo na região Sul é um pouco maior do que no restante do Brasil. Quanto mais elevado o nível de escolaridade, menor é a chance de desemprego. Esses dois fatores, aliados a uma melhor distribuição de renda em relação a outros estados, gera condições para mais empregabilidade entre paranaenses, catarinenses e gaúchos”, afirma.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/03/2021 0 Comentários 1,6K Visualizações
Business

FCDL-RS encaminha proposta de retorno das atividades econômicas

Por Gabrielle Pacheco 10/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) e Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) afiliadas encaminharam ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gabriel Souza (MDB), uma proposta de protocolo que viabilize o funcionamento dos estabelecimentos mesmo com a bandeira preta no Rio Grande do Sul.

A proposta surgiu após reunião online entre lideranças empresariais gaúchas e o presidente da ALRS, realizada na segunda-feira (8), da qual o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou. “São propostas que estamos tentando viabilizar junto ao Governo do Estado, contando com o apoio do presidente da ALRS, deputado Gabriel Souza. O comércio e todos os setores produtivos precisam retomar sua atividade, pois é somente desta forma que podem gerar emprego, renda e honrar seus compromissos”, afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

A ideia é entregar a proposta ao governador Eduardo Leite, buscando sensibilizar o Chefe do Executivo gaúcho sobre as grandes dificuldades que o setor produtivo do Rio Grande do Sul está enfrentando, com centenas de empresas fechando suas portas em definitivo e milhares de postos de trabalho sendo extintos. A proposta busca viabilizar, especialmente, que as micro e pequenas empresas, as mais afetadas por não poderem exercer sua atividade, tenham condições de trabalhar. Além disso, é proposta a obediência rígida dos protocolos de saúde estabelecidos pelas autoridades, sob pena de multa expressiva de acordo com o faturamento e até a cassação do alvará.

Ainda, a observação do distanciamento físico nas lojas, com espaço mínimo de 2m2 por pessoa ocupando a área de circulação do estabelecimento comercial, incluindo colaboradores e clientes. A proposta inclui, também, o controle rígido de entrada de clientes. Em caso de superlotação, o gestor da empresa fica obrigado a limitar a entrada de clientes, ou buscar apoio de forças policiais para não exceder os limites estabelecidos.

Na reunião realizada na segunda-feira, o presidente da Assembleia Legislativa destacou que é solidário com a pauta dos empreendedores, que estão passando terríveis dificuldades com os seus negócios e se comprometeu a fazer uma interlocução com o Governo do Estado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/03/2021 0 Comentários 457 Visualizações
Moda e beleza

I Fashion Outlet oferece delivery de compras

Por Gabrielle Pacheco 10/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Seguindo as determinações do Governo do Estado, o I Fashion Outlet Novo Hamburgo retomou o serviço de compras por delivery. A opção está disponível em algumas lojas do empreendimento em diversos segmentos, incluindo roupas, calçados e público infantil.

Nosso público poderá seguir aproveitando o mix do empreendimento de forma segura.

A dinâmica de compra é muito simples: o cliente consulta a relação das lojas participantes e seus contatos, assim como os canais de venda. Todo o processo de venda e negociação de envio do produto é feito de forma rápida e segura. Depois disso, a loja se responsabiliza pela entrega em prazo combinado.

“São variadas marcas que aderiram ao serviço de delivery para facilitar as compras dos clientes, diante do momento delicado que estamos vivendo. Assim, nosso público poderá seguir aproveitando o mix do empreendimento de forma segura”, afirma a Gerente Geral do I Fashion Outlet Novo Hamburgo, Amélia Siqueira.

Para implementar o serviço, o empreendimento está seguindo e orientando os lojistas a seguir todas as determinações dos decretos vigentes, tais como a higienização de todos os produtos e embalagens, o uso de máscara facial e álcool em gel por parte dos lojistas.

As lojas participantes são Aleatory, Arezzo, Bella Gula, Bibi, Big Brands, Bonneterie, Carmen Steffens, Diesel, Espaço Hering, Hugo Boss, Kipling, Luz da Lua, Multimarcas, Planeta Surf, Polishop, Polo Wear, Puket, Rabusch, Spirito Santo, Time Center, TNG, Track & Field e Yolo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/03/2021 0 Comentários 695 Visualizações
Cidades

Prefeitos da Granpal iniciam processo de compra da Sputnik V

Por Gabrielle Pacheco 08/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Prefeitos que integram o Consórcio dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) decidiram iniciar o processo de compra própria da vacina para a Covid-19. A iniciativa foi divulgada na manhã de quinta-feira (4), após reunião virtual com representantes da vacina Sputnik V no Brasil.

O objetivo é zelar pelo dinheiro público e construir, com o apoio e o aval dos órgãos de controle, a negociação mais transparente possível.

Para garantir total segurança jurídica à operação, o primeiro passo será uma consulta dos prefeitos ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado. “O objetivo é zelar pelo dinheiro público e construir, com o apoio e o aval dos órgãos de controle, a negociação mais transparente possível”, explica o prefeito de Nova Santa Rita e presidente da Granpal, Rodrigo Battistella (foto em destaque).

Simultaneamente, a Granpal formará grupo de trabalho com a presença de um representante da assessoria jurídica de cada município interessado na compra da vacina. A aquisição de doses será opcional.

Passo a passo da compra

Cada dose da Sputnik V custa cerca de US$ 9. O processo de compra tem início com uma manifestação de interesse assinada pelo município, informando o número de doses pretendidas. Na segunda etapa da negociação, o laboratório envia a proposta comercial. No terceiro passo, as prefeituras encaminham o aceite da proposta, e o laboratório envia as doses. O pagamento é feito apenas quando a vacina chega ao Brasil.

“Os prefeitos da Região Metropolitana têm o claro entendimento de que a preservação de vidas e a retomada da economia só ocorrerão a partir da vacinação em massa da população. É para isso que vamos trabalhar”, conclui Battistella.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 563 Visualizações
calçados
Business

Exportações de calçados seguem em alta pelo segundo mês consecutivo

Por Gabrielle Pacheco 08/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em fevereiro, as exportações do setor somaram US$ 61,58 milhões, com 9,97 milhões de pares embarcados. Os resultados são superiores tanto em volume (+2,5%) quanto em receita (+1,1%) na relação com janeiro, mês que já havia registrado alta ante  dezembro de 2020 (+5%). Porém, se comparados com os resultados de fevereiro de 2020, os dados ainda apontam para quedas de 5,9% em volume e 18,1% em receita. No acumulado do primeiro bimestre de 2021, as exportações de calçados somaram 19,7 milhões de pares e US$ 122,52 milhões, quedas de 14,7% e 26,4%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Chegamos ao melhor resultado desde abril do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os dados apontam para uma lenta recuperação desde o início da pandemia, em 2020. “Chegamos ao melhor resultado desde abril do ano passado. Porém, se compararmos com os dois meses de 2020, quando ainda não sentíamos os efeitos da pandemia do novo coronavírus, temos um revés”, explica o dirigente.

Segundo ele, o setor ainda deve amargar queda ante 2020 no próximo mês, para depois iniciar efetivamente uma recuperação mais substancial. “Isso contando com a continuidade do processo de imunização ao redor do mundo e com a vida retornando ao normal, especialmente no que diz respeito à demanda por calçados, produtos que ficaram em um segundo plano durante a crise”, projeta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

08/03/2021 0 Comentários 474 Visualizações
Saúde

RS segue em bandeira preta até 21 de março

Por Gabrielle Pacheco 05/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul segue em alerta máximo por pelo menos mais duas semanas. Diante dos níveis críticos de ocupação de leitos e velocidade de propagação do coronavírus, o governador Eduardo Leite anunciou que todas as regiões serão mantidas em bandeira preta e sem cogestão regional pelo menos até dia 21 de março. A suspensão geral de atividades não essenciais, entre 20h e 5h, ficará vigente até 31 de março para reduzir a circulação de pessoas e, com isso, a circulação do vírus.

A velocidade de propagação do vírus e a velocidade do aumento das internações hospitalares é enorme, muito maior do que tivemos nos momentos críticos do ano passado.

“Estamos numa situação muito crítica e que piora a cada dia. Mesmo com os esforços de ampliação de leitos, a velocidade de propagação do vírus e a velocidade do aumento das internações hospitalares é enorme, muito maior do que tivemos nos momentos críticos do ano passado. Em cada um dos picos de julho e novembro, chegamos a 2,6 mil pacientes internados em leitos clínicos e de UTI. Agora, temos mais de 7,2 mil pessoas hospitalizadas por Covid-19”, comparou o governador.

A alta taxa de internações é agravada pela velocidade cinco vezes superior na variação diária de hospitalizações: se antes cerca de 60 leitos eram ocupados por dia, agora, são, em média, 350 pacientes a mais diariamente. Como essa variação (diferença entre número de pacientes que entraram e saíram de internações), que começou na metade de fevereiro e segue aumentando, significa que o pico ainda não foi alcançado e que, mesmo depois de alcançá-lo, ainda haverá maior demanda por leitos.

Estado segue em situação gravíssima (Divulgação)

“O esforço que todos estamos realizando deverá surtir efeito, como ocorreu em outros países depois de adotarem medidas semelhantes, mas teremos de esperar algum tempo até haver redução das internações. Não há indícios de que a ocupação de leitos vá cair rapidamente, em dias ou semanas. Ou seja, a situação ainda deve piorar antes melhorar, por isso, precisamos manter as restrições em nível máximo”, disse Leite.

Com base nos dados e no diálogo com prefeitos representantes das 27 associações regionais de municípios e a diretoria da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o Gabinete de Crise decidiu dar uma previsibilidade para a retomada da cogestão e, consequentemente, para que setores sob maior restrição agora possam voltar a operar. “O que queremos é apresentar uma perspectiva para que possam se organizar, quanto ao tempo em que ficarão parados e que, assim, nos ajudem com a adesão aos protocolos agora. Nossa intenção é que, oferecendo uma luz no fim do túnel, possamos promover melhor engajamento, reduzindo a contestação de determinados segmentos empresariais em função da falta de perspectiva”, esclareceu Leite.

“Com isso, estamos sinalizando a possibilidade de retomar a cogestão no dia 22 de março desde agora, desde que a gente consiga agora cumprir as restrições, reduzir a circulação de pessoas e, assim, a propagação do vírus, que é a única forma de conter o avanço da pandemia até que consigamos vacinar a população”, acrescentou.

Com o possível retorno da cogestão e de os municípios adotarem protocolos menos restritivos, até o limite da bandeira imediatamente anterior, o Gabinete de Crise já anunciou que deverá tornar mais rigorosos alguns protocolos. A medida é pensada considerando que as regiões ainda deverão estar com risco altíssimo (bandeira preta) e, com a cogestão, poderiam adotar protocolos de bandeira vermelha. “Não podemos sair da bandeira preta direto para o que a bandeira vermelha propõe, porque ainda estaremos em risco altíssimo de contágio e internações. Por isso, além de revisar os protocolos da bandeira vermelha, tornando algumas medidas possivelmente mais restritivas, devemos manter a suspensão geral das atividades das 20h às 5h até o dia 31 de março. Isso é um horizonte, de modo a aumentar a adesão agora”, apontou o governador.

Além disso, Leite anunciou que determinou à Secretaria da Fazenda (Sefaz) para analisar as possibilidades que o Estado tem para apoiar os empreendedores mais impactados pelas restrições, principalmente quanto às obrigações tributárias. “Tudo aquilo que pudermos fazer na direção de apoiar, de reduzir impacto ou de dar fôlego para quem empreende, em relação à estrutura demandada, está sendo estudado. O Estado tem limitações, especialmente pelas regras federais, e suas decisões precisam passar pelo Confaz, mas o que estiver ao nosso alcance, tanto do ponto de vista legal quanto do ponto de vista financeiro, nós faremos para ajudar esses setores que estão mais impactados pela pandemia”, afirmou o governador.

Foto: Felipe Dalla Valle/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2021 0 Comentários 712 Visualizações
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