Como o objetivo de oferecer uma alternativa de renda às pessoas em tempos de pandemia, o projeto social Gestão em empreendimentos que produzem alimentos em pequena escala, desenvolvido pela Universidade Feevale, promove, nos dias 11 e 12 de setembro, o curso on-line Ganhe dinheiro produzindo pães. As oficinas, gratuitas e abertas à comunidade, ensinarão receitas e cuidados necessários para a produção de pães, além de estratégias de vendas e dicas para formalizar o negócio. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo e-mail gestaoprodutores@feevale.br.
Autor
Gabrielle Pacheco
A Amlinorte realizou assembleia extraordinária para deliberar sobre o Plano Estruturado de Prevenção e Enfrentamento à Epidemia de Covid-19. O modelo foi aprovado por unanimidade pelos 17 prefeitos que estavam presentes na reunião, confirmando o quórum de dois terços exigidos para aprovação do mesmo. O documento já foi apresentado na noite de quarta-feira, 19, ao Gabinete de Crise para o Enfrentamento da Epidemia de Covid-19 do Governo do Estado, e a expectativa é de início da operação a partir de noite de sexta-feira, 21.
O Plano Estruturado do Litoral Norte contempla os critérios previstos no Modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado, no que diz respeito a bandeira Vermelha, que é a que a região se encontra no momento. Houve, no entanto, uma adequação, com adoção de protocolos similares aos da bandeira laranja em algumas atividades, sendo ainda exigida a aferição de temperatura em estabelecimentos com área superior a 100 metros quadrados, na maioria das atividades.
Os restaurantes, lancherias e similares não localizados em rodovias poderão exercer suas atividades cinco dias por semana, com presença de público consumidor entre as 7h e 23h59min, obedecendo o critério de lotação de teto de ocupação de 50% do máximo e o distanciamento interpessoal previsto nas normas sanitárias. Os comércios atacadistas e varejistas, bem como os de veículos poderão atender um cliente por funcionário, respeitando o limite de 6 clientes no interior das lojas e o distanciamento interpessoal previsto nas normas sanitárias. As imobiliárias, os serviços de auditoria, consultoria, engenharia, arquitetura e afins poderão atender, no máximo, duas pessoas por vez.
“Possibilitamos agora uma adequação de horários e dias de trabalho para algumas atividades levando em consideração a orientação da equipe técnica referente aos cuidados sanitários”, explicou o presidente da Amlinorte, Pierre Emerim da Rosa, prefeito de Imbé. Segundo ele, os municípios não deixarão de cumprir com as regras previstas no Modelo de Distanciamento Controlado, porém estão buscando auxiliares as atividades econômicas locais com algumas adequações possíveis no momento. A proposta prevê ainda a análise semanal da situação de contágio, que poderá gerar ajustes e novas adequações nas atividades econômicas.
Os municípios deverão agora publicar decretos municipais regulamentando as medidas previstas no Plano e também fazer publicação no site da prefeitura, conforme determina o Decreto 55.435/2020 do Governo do Estado do RS.
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Em cerimônia virtual na manhã desta quarta-feira (19), Francisco Turra passou oficialmente a presidência da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) para Ricardo Santin, que era o diretor-executivo da entidade. Durante a solenidade – que contou com a presença de associados, líderes políticos e representantes do agronegócio nacional e internacional, foram resgatadas as conquistas da associação durante a última gestão e projetados os próximos anos.
Além do fortalecimento e abertura de novos mercados para os setores de aves e suínos, Francisco Turra destacou o forte aumento da receita com exportações entre 2008 e 2020: alta de 246% para avicultura, alcançando um valor previsto de R$ 30,9 bilhões este ano, e de 436% para a suinocultura, com receita que pode chegar à casa dos R$ 11,7 bilhões em 2020.
Os números impressionam em um ano de pandemia: mesmo com a crise econômica mundial, a previsão da ABPA é otimista. “Fim da crise, 22 mil postos de trabalho novos e investimentos novos previstos. Se nós tivermos os benefícios da desoneração, quero que as autoridades entendam: nosso setor vai voar. Ano que vem é o ano para gente voar. Somos um país que não se entregou”, contou Turra.
Futuro
Durante o discurso, Ricardo Santin agradeceu os ensinamentos. “Um sentimento de gratidão e alegria por ter partilhado essa história com o presidente Turra. Como vimos, foram 12 anos de aprendizado com um mestre. O que posso agradecer é por ter acreditado em mim e ter dado a oportunidade de ter trabalhado na consolidação de grandes setores representados na ABPA”, disse ele.
Ricardo Santin falou sobre o desafio de lidar com “um novo consumidor pós-pandemia, muito mais preocupado com a qualidade dos alimentos”. E destacou uma necessidade em ascensão: “Garantir um consumo consciente e consistente, sem as más influências dos mitos e das fake news”.
Reconhecimentos
Durante a cerimônia, Turra – que integrará o Conselho Consultivo da ABPA, auxiliando nas estratégias pós-Covid-19 – foi homenageado por diversas autoridades. A ministra da Agricultura, Terezinha Cristina, ressaltou a integridade e as conquistas lideradas pelo ex-presidente da ABPA. “Poucas pessoas conseguem deixar um legado. E você, pode ter certeza, deixou um legado de êxito para as proteínas do Brasil”, enalteceu.
O governador Eduardo Leite enviou um vídeo parabenizando Turra pela trajetória e parceria com o Rio Grande do Sul. “Quero agradecer ao presidente pela convivência harmoniosa e produtiva que tivemos ao longo deste um ano e meio da nossa gestão. E aproveito para desejar êxito a outro gaúcho que assume a associação: Ricardo Santin, também de Marau. Aqui no Rio Grande do Sul, estaremos sempre abertos ao diálogo”, frisou.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Um ícone da fotografia e do jornalismo de Novo Hamburgo se vai. Alceu Feijó faleceu hoje (20), aos 93 anos, por causas naturais em sua residência. Por sua importância e contribuição à história hamburguense, resgatamos uma reportagem feita sobre sua vida à Expansão, na edição 158, de janeiro de 2013. Confira:
Um jovem que estudou mecânica, mas que ao longo dos anos foi seduzido pelas lentes e câmeras fotográficas. Esse é Alceu Feijó, 86 anos, natural de São Francisco de Paula (RS), que já observa os passos da quarta geração da sua família, composta por quatro filhos, sete netos, oito bisnetos e um tataraneto. Na sua residência no Centro de Novo Hamburgo (RS), Feijó gentilmente abriu as portas para a equipe da Expansão RS e contou um pouco da sua vida e carreira de sucesso com a fotografia. Mostrou-se simpático, dedicado à família e muito à vontade para falar sobre ele. Em momentos, demonstrou sua preocupação com o Rio dos Sinos, e surpreso com o crescimento de Novo Hamburgo.
Com um invejável arquivo pessoal, que conta com 110 mil negativos de filmes fotográficos, todos eles nomeados e catalogados, inúmeras câmeras que utilizou durante sua carreira, Feijó está feliz com os resultados obtidos.
Apresentou com carinho à equipe de reportagem, inúmeras fotos, entre elas as tiradas durante a cobertura da Copa do Mundo de 1970, no México. Feijó argumenta que nunca teve grandes ambições. Mas destaca a cobertura do maior evento de futebol do planeta. “Para um jornalista e fotógrafo é o máximo que ele pode conquistar”, afirma. A seguir, sob o olhar de Feijó, contamos um pouco não só da história desse grande e renomado fotógrafo, mas também da evolução de Novo Hamburgo.
Como os cliques começaram
Com 13 anos, Feijó mudou-se com os pais para Novo Hamburgo (RS), após foi estudar na Escola Técnica Estadual Parobé, em Porto Alegre (RS). Onde um dos seus principais hobbies era a coleção de fotografias de futebol retiradas do jornal Folha da Tarde, da Empresa Jornalística Caldas Júnior, e guardadas em um álbum. A paixão pela fotografia foi crescendo à medida que seus amigos do internato em Porto Alegre começaram a fazer fotos e vender para os veículos de comunicação. “Além de tudo, ainda dava pra ganhar dinheiro com fotografia”, exaltou Feijó.
Após formar-se, retornou para Novo Hamburgo para lecionar mecânica no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), durante os anos 1947 e 1948. Em 1949, já dividia as aulas com a fotografia, que eram publicadas no Folha da Tarde, com o crédito assinado Hamburgo Velho/Especial, sem citar seu nome.
Feijó lembra que certo dia, no famoso ponto de concentração da sociedade hamburguense da época, o Café Avenida, conversara com políticos amigos do seu pai, que o apresentaram para o jornalista do Folha da Tarde, Vinícius Bossle. Jornalista, o qual lhe propôs uma parceria para realização de reportagens em Novo Hamburgo e região.
Feijó acredita que seu interesse pela fotografia jornalística tenha sido herdado do seu bisavô, Carlos von Koseritz, jornalista e escritor, e do seu avô Mário de Sá, que atuou como editor do jornal Correio do Povo, também da Caldas Júnior. Feijó lembra das visitas ao avô no Correio do Povo. A dupla Feijó e Bossle se mantivera por 33 anos, com inúmeras reportagens de repercussão na mídia, pois naquele tempo, poucos eram os fotógrafos e jornalistas do interior que alcançavam sucesso em periódicas da capital.
A primeira reportagem
No mesmo dia em que fechou a parceria com Bossle, Feijó já realizou a sua primeira reportagem. “Foi na cadeia de Novo Hamburgo. Bossle soube que os presos levantavam as tábuas do assoalho e que embaixo dele havia um arroio por onde os presos fugiam. Eles passavam a noite fora, roubavam, faziam festas. Alguns fugiam mesmo, outros retornavam. E a polícia não sabia como eles fugiam. Fomos lá, fizemos a reportagem e as fotos. No outro dia, saiu na capa”, ressalta Feijó.
O fotógrafo trabalhou para outros jornais como Folha Esportiva e Folha da Manhã. “Na época, eu ganhava 20 centavos por foto publicada. Fazia fotos em eventos da Sociedade Aliança, Clube América de Tênis, futebol varzeano, aniversários e casamentos”, detalha.
As prediletas de Feijó
O fotógrafo contou que duas foram às fotografias que marcaram a sua vida. Em uma viagem para Londres, na Inglaterra, acompanhando empresários calçadistas, Feijó saiu do hotel para fotografar e conhecer as ruas da cidade. Foi quando resolveu fazer uma fotografia. “Avistei uma moça sentada em um bar, fumando um cigarro. Ela estava completamente fora do mundo. Naquela ocasião eu utilizei uma lente 35 milímetros”, explica. Feijó lembra da surpresa ao revelar a foto na volta à Novo Hamburgo. “Quando revelo o filme, percebo que a cena ficou constituída da mulher pensativa, e quatro vultos de homens estavam indo embora, como se estivessem fugindo daquela mulher. Eu só vi isso na revelação”, aponta.
Outra fotografia citada por Feijó foi uma que ele fez em Colônia, na Alemanha. “Eu estava atravessando uma avenida, olhei em direção a cidade. Tinha um rio, a cidade, uma escada em espiral e um cidadão idoso parado bem em cima da escada. Pensei comigo. Vou fazer uma composição bem bonita, céu nublado, luz difusa, com recorte na escada. Já em Novo Hamburgo, revelo a foto e percebo que embaixo havia um garotinho correndo para subir a escada. Dei o nome da foto de A espiral da vida”, destaca Feijó.
“A outra fotografia é uma fotografia orgânica. Tu interagia teu corpo, teus sentidos, teus sentimentos com a máquina.”
A fotografia ontem e hoje
Para Feijó, antigamente a fotografia era bem diferente do que se vê hoje. “Tem dez pessoas para pedir e mandar as fotos, dar palpite. Naquele tempo o fotógrafo fazia o que achava que tinha de ser feito”, opina. Para ele a fotografia hoje é contemplativa. “Quem não compra uma câmera digital?”, questiona. Feijó conta que começou a utilizar as câmeras digitais, mas não são comparáveis as câmeras antigas. “A outra fotografia é uma fotografia orgânica. Tu interagia teu corpo, teus sentidos, teus sentimentos com a máquina. Vai ter uma momento em que você vai bater a foto. Mas, por quê? Porque acontece uma cena, que te tocou, tu não sabe porque clica. E depois disso, tua iria revelar. Tua mão caminhava sobre a fotografia, tu escurecia um lado para diminuir a luz, tinha interação completa”, observa.
Feijó comenta que com as câmeras digitais se faz a foto muito rapidamente, e o que ele não quer tirar o lugar dos novos fotógrafos no mercado de trabalho. “Já tenho mais de 80 anos, mas vivo com a fotografia. Isso vale mais que um avião”, exemplifica.
O fotógrafo e vendedor sapatos
Ao longo da carreira, Feijó teve a oportunidade de ser vendedor de sapatos. Ele conta que aceitou a proposta porque iria percorrer todo o Estado, para fazer fotos inéditas, como o primeiro êxodo de colonos do interior de Passo Fundo (RS) para o Norte do País, o caso da índia do Jacuí, em Uruguaiana. “Eu tenho a foto de quando a indiazinha tinha 2 ou 3 anos de idade. Foi uma grande repercussão”, conta. Feijó afirma que está satisfeito com as fotos que fez na sua vida. “Fiz fotos inéditas, trabalhava sozinho no interior e quando vendia sapato na Bahia, ia de carro até lá. Uma das condições de um fotógrafo como eu, de uma empresa, é ter reconhecimento da região”, explica.
“Acho que o desenvolvimento de Novo Hamburgo é um mistério. Porque ninguém sabe explicar.”
A Novo Hamburgo de Feijó
“Acho que o desenvolvimento de Novo Hamburgo é um mistério. Porque ninguém sabe explicar”, afirma Feijó. O fotógrafo contextualiza que a afirmação pode ser explicada a partir de uma foto que ele possui. “Tenho uma foto aérea de 1980. Só tinha dois prédios e um edifício no Centro. Nessa década iniciou o boom da exportação de calçados. Foi aí que iniciou as inúmeras construções de novos prédios”, explica. Mas, para Alceu Feijó, o grande problema da cidade ao longo da história que sempre foi discutido e nunca foi atendido é o Rio dos Sinos. “Até hoje ninguém dá bola, o rio está apodrecendo”, salienta.
Ele lembra também da prisão de vários empresários na década de 80 pela prática ilegal do jogo de cartas, que na época era proibido. Feijó caracterizou o fato como o pior acontecimento já visto em Novo Hamburgo. O fotógrafo conta que acompanharam a batida policial em um casebre onde esses empresários jogavam escondidos. Com todo o cuidado, ele fez a foto que foi parar na contracapa da Folha da Tarde. “Minha maior preocupação era ferir aquelas pessoas, porque tinha amigos meus envolvidos. Mas, fui à Porto Alegre e nunca havia pedido para o editor dar destaque para uma foto, mas nessa oportunidade eu solicitei. Depois de publicado, com essa foto eu conquistei a coragem e a independência para seguir na fotografia”, finaliza.
Por Gustavo Henemann | Foto: Homero Schuch/Especial
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira, 19, as Medidas Provisórias que facilitam o acesso a crédito para os pequenos negócios. Entre elas está a MP 944/20 (PLV 20), que possibilita o aporte adicional de R$ 12 bilhões ao Fundo de Garantia Adicional de Operações (FGO). Nesta data, ainda, a Portaria nº 19.492, de 18/08/2020, publicada pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia, prorrogou até novembro, deste ano, o prazo para que as instituições financeiras formalizem operações de crédito pelo Pronampe que beneficiará os pequenos negócios.
Outra Medida Provisória sancionada cria a linha de empréstimo por meio de maquininhas de cartão, permitindo um arranjo de recebíveis ao MEI, microempresas e empresas de pequeno porte.
“As medidas provisórias vão nos ajudar na normalização dos empregos”, afirmou Bolsonaro. Segundo ele, antes da crise causada pelo coronavírus a economia do país estava no caminho certo com os vários programas adotados pela União para enfrentar as dificuldades que poderiam ser causadas pela doença. As duas MPs assinadas pelo Palácio do Planalto fazem parte do Programa Especial de Suporte ao Emprego, criado durante a pandemia.
“A medida do governo tem um caráter extremamente relevante para os pequenos negócios, pois o Pronampe é uma linha especial de crédito que, devido à grande procura por parte das microempresas e empresas de pequeno porte, teve seus recursos iniciais (R$ 15,9 bilhões) esgotados com bastante rapidez”, diz o presidente do Sebrae, Carlos Melles. “Pesquisas do Sebrae mostram que os pequenos negócios ainda enfrentam grandes obstáculos na obtenção de empréstimos. Por isso, a alocação de mais R$ 12 bilhões tornou-se crucial para as micro e pequenas empresas”, ressaltou.
Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o governo está ajustando novas medidas para fortalecer o financiamento para os pequenos negócios ainda em 2020. “Em três ou quatro meses as micro e pequenas empresas terão mais crédito e isso tudo está ajudando a empurrar a economia”, afirmou Guedes, ressaltando que alguns setores têm apontado para uma retomada do crescimento, como o segmento da construção civil. “Houve uma queda forte, mas o país está voltando à normalidade”, ressaltou o ministro.
O Pronampe, criado pela Lei nº 13.999, em maio deste ano, teve como finalidade auxiliar os pequenos negócios durante a pandemia do coronavírus. As operações de crédito estariam permitidas até o dia 19 de agosto, mas além da prorrogação por mais três meses pela Portaria citada, a MP 944 sancionada viabilizou o aumento dos valores do FGO para R$ 12 bilhões. Por meio do fundo, o governo dá garantia aos pequenos negócios para negociarem crédito com instituições financeiras credenciadas.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Nesta quarta-feira, 19, a ACIST-SL e a Parceiros Voluntários Unidade São Leopoldo realizaram a entrega de agasalhos obtidos por meio do Projeto Compartilhe Amor. Conforme Júlio Roveda, coordenador de Projetos da entidade, as empresas associadas, não associadas e comunidade contribuíram com as doações, que somaram mais de mil peças de roupas.
“Ficamos muito emocionados com a adesão tanto de empresas como das pessoas que, ao conhecerem o Projeto Compartilhe Amor, aderiram à iniciativa.”
As entidades que receberam os agasalhos foram a Associação Beneficente de Resgate e Assistência Educacional – ABRASSE, que administra o Centro Comunitário de Educação Infantil, atendendo crianças entre três a cinco anos, no bairro Santa Marta e o Banco de Agasalhos de São Leopoldo. “A ABRASSE fará um brechó para angariar fundos para a sua manutenção”, informa Júlio.
Sobre o Projeto Compartilhe Amor
A Parceiros Voluntários Unidade São Leopoldo e a ACIST-SL desenvolvem, desde 2019, a Campanha Compartilhe Amor, para a arrecadação de agasalhos, alimentos e brinquedos. Neste ano, as entidades estenderam o projeto para auxiliar nas demandas causadas pela pandemia. A ONG tem cadastradas as entidades que necessitam de doações, destinando as mesmas de forma adequada.
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O pesquisador Fernando Spilki, professor do mestrado em Virologia da Universidade Feevale e presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, participará na próxima segunda-feira (24) às 10h, de um fórum promovido pela Dimensions Sciences, organização não governamental e sem fins lucrativos dos Estados Unidos. A atividade é gratuita e aberta ao público, mas é necessário realizar inscrição pelo site.
Além de Spilki, participarão do debate os professores Luiz Goulart (Universidade Federal de Uberlândia e University of California Davis), Marcos Oliveira (Universidade Estadual Paulista), Eurico Neto e Nicolas Hoch (Universidade de São Paulo). À frente da força-tarefa contra a Covid-19, eles falarão sobre o impacto de suas pesquisas, como estão lidando com a pandemia e quais os desafios que enfrentam no Brasil.
A organização do debate é do DS Acts, programa que fornece mentoria para estudantes, pesquisadores e profissionais, para que possam progredir em suas carreiras e promover a inclusão. Entre os seus objetivos estão: compartilhar ideias, proporcionar experiência, aprimorar redes e criar oportunidades de crescimento profissional e pessoal.
Sobre a Dimensions Sciences
No primeiro semestre deste ano, a organização norte-americana concedeu bolsas a jovens cientistas brasileiros, para que eles pudessem participar de pesquisas com aplicações práticas no diagnóstico e no tratamento de pacientes com Covid-19. Entre os contemplados está a pesquisadora Juliana Schons Gularte, que atua no Laboratório de Microbiologia Molecular e no Laboratório de Saúde Única da Universidade Feevale.
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A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS) confirmou a realização do evento para esse ano em um formato totalmente inovador, por conta da necessidade do distanciamento social imposto pela pandemia do coronavírus. A programação contempla de forma integrada a 45a Jornada Gaúcha de Dermatologia, 3º Simpósio de Terapêutica Dermatológica e Imunobiológicos e 4ª Jornada Multisserviços. O objetivo é proporcionar o aprendizado e troca de experiências com a participação de renomados profissionais da especialidade e áreas relacionadas com a dermatologia.
“O ano de 2020 está sendo um grande desafio para todos, porém, na minha avaliação, estamos mais próximos e unidos pelo bem comum. As dificuldades geradas pela pandemia e os eventos virtuais da SBD-RS aproximaram muito os associados e tenho certeza que a 45a Jornada Gaúcha de Dermatologia irá enriquecer os nossos conhecimentos e gerar uma união ainda maior”, afirma a presidente da SBD-RS, Taciana Dal’Forno Dini.
Entre os diversos temas que serão abordados, estão o diagnóstico e tratamento de doenças como câncer de pele, alergias, exantemas, dermatite atópica, micoses, psoríase, sífilis entre outros. O uso de diversas tecnologias na estética e cuidados com a pele, unhas e cabelos também aparecem em diversas aulas. Além disso, estão contemplados temas mais abrangentes que possuem influência na atuação profissional como aspectos éticos com a indústria, pacientes e colegas, marketing digital, tributação e aposentadoria.
Durante os dias de semana, as palestras iniciam às 19h e seguem até por volta das 21h30min. Nos finais de semana as aulas começam às 9h e prosseguem até por volta do meio dia.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas através do link.
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Na próxima segunda-feira (24) às 20h30min, a Universidade Feevale apresentará, por meio do programa Cup of Science Live, os dados do censo da população em situação de rua de Novo Hamburgo, analisados pela pesquisa População em Situação de Rua de Novo Hamburgo: vivências, demandas e possibilidades de intervenção. O estudo, que é desenvolvido pela Feevale, em parceria com o Centro POP de Novo Hamburgo, conta com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).
A live contará com a participação de Maike Luiz de Mello, coordenador do Centro Pop de Novo Hamburgo; Roberto Bota, secretário de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo; Carmem Giongo, professora da Universidade Feevale; e das acadêmicas Marina Fritz, do curso de Enfermagem, e Raquel Backes, do curso de Psicologia, ambas bolsistas do projeto de pesquisa.
Além da apresentação dos dados, será lançada uma cartilha com os resultados obtidos pela pesquisa, que ficará disponível no site da Universidade Feevale. A transmissão, que é gratuita e aberta à comunidade, acontecerá na página do Facebook dos mestrados e doutorados da Instituição.
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A pandemia do novo coronavírus, definitivamente, impulsionou as transformações nos modelos de negócios. As tradicionais feiras físicas dão espaço cada vez maior a eventos digitais. O fato acontece tanto no ambiente doméstico quanto internacional. Neste contexto, as mostras Micam Milano (Itália), Micam America’s (Estados Unidos), Coterie (Estados Unidos) e Children’s Club (Estados Unidos), apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), firmaram parceria com a plataforma NuOrder para ocorrerem no formato digital. A NuOrder fará um landing page exclusiva para cada um dos eventos entre os dias 1º de setembro e 15 de novembro, quando as marcas expositoras poderão expor — e vender – seus produtos para uma base de mais de 500 mil compradores cadastrados na plataforma, a maior parte deles dos Estados Unidos, Canadá, América Central e Europa.
Na mesma modalidade ocorrerá a Sourcing at Magic, feira norte-americana reconhecida internacionalmente pela negociação de grandes volumes, entre os dias 15 de setembro e 15 de dezembro. Nesta plataforma, as empresas participantes terão a oportunidade de interagir com os compradores através de diversos pontos de contatos, podendo realizar uma abordagem pró ativa nos clientes de interesse, além de se beneficiar do serviço de matchmaking disponível no próprio site. A iniciativa terá, ainda, um serviço de analytics, podendo a empresa avaliar em tempo real os produtos de melhores performance para atualizar sua página e coleção de acordo com os interesses dos compradores.
A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, ressalta que, nesta edição, o Brasil será o país-foco, com destaque especial em ações de promoção de imagem e um webinar sobre o potencial brasileiro como fornecedor de calçados. “No webinar – ainda sem data confirmada – traremos o tema do Brasil como alternativa para produção de calçados fora da Ásia”, adianta. Letícia destaca que as feiras comerciais estão indo ao encontro de um modelo de negócios que ganhou impulso durante o período de alastramento da pandemia do novo coronavírus. “Já existia um processo de digitalização do mercado, que foi turbinado pelas restrições impostas pela pandemia. Hoje a empresa precisa atuar nas duas frentes, física e digital, sob pena de não sobreviver em um mercado cada vez mais concorrido e digitalizado”.

