Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Gramado entra no top 10 imobiliário nacional com R$ 420...
Treino de Carnaval reúne nadadores no Lago Guaíba em Porto...
Volta às aulas com música e imaginação: Orquestra de Brinquedos...
Feevale está com inscrições abertas para o Jovem Aprendiz até...
Festa de aniversário de Esteio vai ser aberta com talentos...
Nova Petrópolis lança plano de patrocínio para a Magia da...
Indústria do tabaco deve contratar 9,1 mil safreiros em Santa...
Cerâmica Lila Thiesen promove vivência exclusiva em celebração ao Dia...
Troco Solidário da UnidaSul arrecada R$ 534 mil no RS...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Autor

Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

Business

Entidades setoriais comemoram ampliação de prazos para redução de jornada durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 24/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Anunciada na última sexta-feira, 21, pelo Governo Federal, a ampliação em 60 dias dos prazos para a redução de jornada e suspensão de contratos, no âmbito do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, foi bem recebida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI NH/CB/EV), entidades que vinham trabalhando pela medida com o apoio dos deputados federais gaúchos, Lucas Redecker, Marcel van Hattem e Giovani Feltes.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a medida traz um alento para a indústria calçadista, que perdeu mais de 42 mil postos somente no primeiro semestre em função da pandemia do novo coronavírus. “Realizamos uma pesquisa com associados, que apontou que quase todas as empresas buscaram segurar os postos por meio da então MP 936 – transformada na Lei 14.020 -, que permitia a redução da jornada/salário e suspensão do contrato de trabalho. Certamente, se não fosse a medida o quadro de perda de postos seriam ainda mais dramático”, comenta o dirigente, ressaltando que a dilatação dos prazos dará mais fôlego para a recuperação das empresas e dos postos por elas gerados. “Os efeitos dessa pandemia ainda serão sentidos por alguns anos e precisamos de apoio do Poder Público para ultrapassar esse período”, conclui.

O diretor da ACI, Marco Aurélio Kirsch, ressalta que a medida ilustra a sensibilidade social e econômica do Governo Federal, que certamente resultará na manutenção de milhões de postos de trabalho na indústria e no comércio. “É também uma prova de que as forças institucionais – ACI e Abicalçados, neste caso – em comunhão com as lideranças políticas gaúchas nas figuras dos deputados Redecker, Feltes e Van Hatten podem fazer uma enorme diferença nessas horas”, comenta.

Entenda

A Lei 14.020/2020 permitiu que os prazos de redução proporcional de jornada de trabalho e salário, limitados em 90 dias, bem como da suspensão do contrato de trabalho, restritos a 60 dias ambas, fossem prorrogados pelo Poder Executivo, o que fundamentou a edição do Decreto nº 10.422, de 13 de julho de 2020, com a prorrogação dos prazos ao limite de 120 dias em ambas modalidades. Porém, na avaliação da Abicalçados e da ACI, essa dilatação não foi suficiente para a setor produtivo. Assim, as entidades, com o apoio dos deputados gaúchos listados acima, passaram a trabalhar com o intuito de sensibilizar o Governo Federal para a ampliação do prazo para até 180 dias, pleito que foi atendido em anúncio realizado hoje e que será oficializado na próxima terça-feira (25).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2020 0 Comentários 542 Visualizações
Variedades

Ministro do Turismo recebe convite para inauguração da Skyglass Canela

Por Gabrielle Pacheco 22/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, foi convidado nesta sexta-feira, 21, para a inauguração da Skyglass Canela, que está programada para ocorrer em 4 de dezembro. O convite ao ministro foi entregue pelos sócios-proprietários, Moacir Luiz Bogo e Carlinho Bogo, e pelo diretor do empreendimento, Fabrício Medeiros. “É um momento especial. Uma satisfação muito grande receber o ministro e ter a oportunidade de entregar o convite para ele. Certamente, ele nos prestigiará na inauguração”, comenta Moacir Bogo.

Com uma comitiva de autoridades da região, Marcelo Álvaro visitou as obras do parque que estão em fase de conclusão. “Tive a melhor impressão possível. Um investimento de R$ 30 milhões visando a expansão do turismo no Rio Grande do Sul. Sem dúvida, a Skyglass presenteia o Brasil com um equipamento turístico dos mais belos do país. Simplesmente fantástico”, resume o ministro.

O diretor Fabrício Medeiros destacou a importância de o ministro conhecer a Skyglass. “É uma satisfação para nós entregar o primeiro convite de inauguração ao ministro Marcelo Álvaro. Será um marco para o Brasil e para a Serra Gaúcha inaugurarmos em Canela a primeira plataforma de vidro da América Latina que também será a maior do mundo”, completa Medeiros.

SOBRE A SKYGLASS CANELA

A Skyglass Canela é um empreendimento turístico privado com características únicas, que possibilitará contemplação dupla da natureza. O visitante poderá apreciar paisagens deslumbrantes caminhando por cima do vidro ou andar por baixo da plataforma num monotrilho com 10 cadeiras suspensas. Tudo com a mais alta segurança. A plataforma estaiada de aço e vidro avança 35 metros sobre o Vale da Ferradura a 360 metros de altura.

O ponto turístico está recebendo um investimento de R$ 30 milhões e, além da plataforma de 226 toneladas, oferecerá outras atividades, como educação ambiental e o inédito Memorial do Ferro de Passar.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2020 0 Comentários 935 Visualizações
Cultura

Nova Petrópolis deve receber R$ 169 mil para auxiliar o setor cultural

Por Gabrielle Pacheco 22/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Trabalhadores da cultura podem se inscrever para receber o benefício da Lei Aldir Blanc, que destinará recursos para a área, afetada pelas restrições causadas em função da pandemia causada pelo novo Coronavírus – COVID-19. Conforme a lei, os trabalhadores do setor cultural receberão R$ 600 por mês, em três parcelas. O benefício será limitado a duas pessoas de uma mesma família e, quando se tratar de mulher chefe de família, terá direito a duas cotas. Os interessados devem preencher a solicitação disponível no site da Secretaria de Estado da Cultura – www.cultura.rs.gov.br.

A Lei Aldir Blanc de apoio à cultura foi regulamentada pelo Governo Federal na última segunda-feira, 17 de agosto. Os recursos devem ser liberados a partir de setembro, segundo o secretário especial de Cultura, Mário Frias. O Departamento Municipal de Cultura reforça a obrigatoriedade do cadastramento para que os trabalhadores do setor tenham acesso ao benefício.

A Lei Aldir Blanc também beneficiará os espaços culturais, com verbas de até R$ 10 mil. Para tanto, de 27 de julho a 3 de agosto, o Departamento Municipal de Cultura realizou o cadastramento de entidades e segmentos da área cultural que tiveram suas atividades interrompidas em função da pandemia e buscam receber este benefício emergencial. A liberação destes recursos para entidades e segmentos da área cultural também deve ocorrer a partir de setembro, após análise do Conselho Municipal de Políticas Públicas Culturais de Nova Petrópolis.

A Lei Federal nº 14.017/2020, de 29 de junho de 2020, Lei de Emergência Cultural – Aldir Blanc, dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural durante o estado de calamidade pública em virtude da pandemia causada pelo novo Coronavírus (COVID-19). A União depositará aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, em parcela única, no exercício de 2020, o valor total de R$ 3 bilhões para aplicação, pelos Poderes Executivos locais, em ações emergenciais de apoio ao setor cultural. Nova Petrópolis deve receber R$ 169 mil para auxiliar o setor.

Trabalhadores da cultura de Nova Petrópolis que tiverem dificuldades para efetuar a inscrição para receber o benefício da Lei Aldir Blanc no cadastro disponível no site da Secretaria de Estado da Cultura, podem entrar em contato com o Departamento Municipal de Cultura pelo fone (54) 3281-4064.

Como conseguir o benefício?

De acordo com o decreto Federal, para ter direito ao benefício, o profissional do setor artístico terá de comprovar atuação na área nos últimos 24 meses; e não poderá ter emprego formal. Outra exigência é não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial e nem estar recebendo seguro-desemprego ou qualquer renda de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família.

Também é preciso comprovar renda familiar mensal par capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários-mínimos, o que for maior.

Para ter direito ao benefício, a pessoa não pode ter recebido, no ano de 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70; e nem ser beneficiário do auxílio emergencial pago pelo Governo Federal.

Segundo o decreto Federal, entende-se como trabalhador e trabalhadora da cultura, as pessoas que participam da cadeia produtiva dos segmentos artísticos e culturais, “incluídos artistas, contadores de histórias, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte e capoeira”.

Foto: Divulgação | Foto: Assessoria
22/08/2020 0 Comentários 678 Visualizações
Business

Fimec participa do Inspiramais 2020

Por Gabrielle Pacheco 22/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Fenac Experiências Conectam, através da Fimec 2021, participará do Inspiramais – Salão de Design e Inovações de Materiais para Moda, que acontecerá entre os dias 25 a 27 de agosto, em formato 100% digital. A Fimec se faz presente em mais esta edição do salão reforçando o seu posicionamento de relacionamento constante com feiras e eventos do setor, com o intuito de estreitar relações com o público e levar informação sobre a 45ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes).

Em 2021, a Fimec acontecerá de 9 a 11 de março, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo/RS. Com o mote “A única que tem tudo para criar o amanhã”, a feira apresentará uma indústria coureiro-calçadista cada vez mais sustentável, atenta aos comportamentos do mercado e baseada na economia circular. Este conceito econômico propõe uma mudança em toda a maneira de consumir, desde o design dos produtos até a relação com matérias-primas e resíduos, através de redução, reutilização, recuperação e reciclagem.

Sobre o Inspiramais 2020

Único do gênero na América Latina, o salão é conhecido como referência para o mercado da moda e responsável por impulsionar o processo criativo de toda a indústria têxtil, calçadista, moveleira, automotiva, de acessórios e bijuterias, a nível nacional e internacional. O evento reúne informações que unificam a linguagem e metodologia para toda a cadeia produtiva da moda. Este ano, a edição optou por manter toda a estrutura de projetos e lançamentos que marcam os mais de 10 anos do Salão de Inovação, mas trazer tudo para o formato digital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

22/08/2020 0 Comentários 446 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis participa de reunião para discussão do protocolo regional no enfrentamento à COVID-19

Por Gabrielle Pacheco 22/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O prefeito de Nova Petrópolis, Regis Luiz Hahn; a secretária Municipal de Saúde e Assistência Social, Cláudia Pires; a secretária Municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Roberta Liane da Silva; a secretária Municipal de Administração, Débora Schwantes de Braga e o secretário Municipal da Fazenda, Claus Nelson Altevogt, participaram da conferência virtual realizada dia 19 de agosto, juntamente com demais prefeitos, secretários Municipais e representantes de associações que compõem a Macrorregião Serra. Na pauta do encontro, a discussão sobre o Modelo de Cogestão sugerido pelo Governo do Estado para o enfrentamento à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Durante a reunião, conduzida pelo presidente da AMESNE (Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste) e prefeito de Cotiporã, José Carlos Breda, os participantes discutiram sobre os protocolos regionais propostos pelo Plano Estruturado de Prevenção e Enfrentamento à Epidemia do Novo Coronavírus (COVID-19) para a Macrorregião Serra e sobre a constituição do Comitê Técnico Regional da Saúde da Macrorregião Serra. Ambos documentos foram aprovados pela maioria dos prefeitos da MacroSerra e serão encaminhados para apreciação do Governo do Estado.

O retorno do governador do RS, Eduardo Leite, sobre os protocolos alternativos propostos no Modelo de Cogestão pela MacroSerra para o enfrentamento à pandemia deve ser divulgado na próxima semana, após análise do Gabinete de Crise para o Enfrentamento da Epidemia de COVID-19 do Estado.

Além disso, o Município de Nova Petrópolis, encaminhou um ofício ao Comitê Regional da Saúde da Macrorregião Serra, solicitando estudos de protocolos apropriados para viabilizar aos estabelecimentos gastronômicos oportunizar aos clientes o autoatendimento nos buffets, seguindo protocolos específicos. “Entendemos que o autosserviço, mediante o uso de luvas descartáveis e álcool gel pelos clientes, e proteção dos balcões de atendimento, com distanciamento entre os clientes, é tão eficiente quanto o atendimento efetuado por um colaborador do estabelecimento”, versa o ofício assinado pelo prefeito Municipal e pela secretária de Turismo, Indústria e Comércio de Nova Petrópolis. O Município aguarda o retorno com o posicionamento do Comitê Regional da Saúde da Macrorregião Serra.

Foto: Kassandra Dorneles/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2020 0 Comentários 504 Visualizações
Cidades

Município de Campo Bom tem abrigo para moradores em situação de rua

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Funciona desde o mês de abril, no município de Campo Bom, um abrigo para pessoas em situação de rua. O espaço atende das 19h às 7h no Centro Municipal de Educação (CME), na Avenida Emílio Vetter, 520, bairro Genuíno Sampaio. A estrutura dispõe de colchões, roupas de cama, toalhas de banho, itens de higiene pessoal, como creme dental, escova de dentes, sabonete, shampoo, condicionador, desodorante e aparelho de barbear. A capacidade permite receber até 25 pessoas por dia e desde sua abertura, em 14 de abril, conta com 1,4 mil acessos por 72 usuários e distribuiu cerca de 500 refeições por mês.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 454 Visualizações
Business

Setor calçadista opera com 52% da capacidade

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A crise provocada pelo novo coronavírus segue impactando o setor calçadista brasileiro, que deve terminar o mês de agosto operando com 52% de sua capacidade instalada. A afirmação foi feita no Análise de Cenários, evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no último dia 20 de agosto. A segunda edição da iniciativa – que terá três edições neste ano – ocorreu no formato on-line e contou com apresentações do doutor em Economia Marcos Lélis e da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

O Análise de Cenários iniciou com uma apresentação do ambiente macroeconômico, impactado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Lélis ressaltou que, apesar do arrefecimento da crise ao longo do segundo semestre, o PIB brasileiro deve fechar o ano com uma queda de 5,5%. No mundo, a queda média deve ser de 4,9%, revés puxado pelos Estados Unidos e Europa. Por outro lado, a China, que saiu antes da crise, deve ser o único país a crescer no ano da pandemia, na casa de 1%.

Lélis destacou que, apesar da liquidez internacional, o Brasil tem afugentado investimentos em função das constantes quedas na taxa de juros, hoje em 2% (Selic). “Mesmo com as quedas nas taxas, a atividade econômica não vem reagindo, devido às incertezas, e notamos o efeito colateral da fuga de capital, que vem pressionando o câmbio e aumentando os custos das empresas”, disse, ressaltando que até mesmo o FED (banco central norte-americano) alertou para a questão.

Consumo

Para o economista, o Brasil atingiu o ápice do endividamento das famílias no período da pandemia. Hoje, mais de 67% delas estão endividadas e com o poder de consumo combalido. O auxílio emergencial, segundo Lélis, é importante neste momento de pandemia, mas fez com que muitas pessoas migrassem para fora da força de trabalho (mais de 10 milhões). Na parcela mais recente do auxílio emergencial, mais de 63 milhões de brasileiros foram beneficiados. “Precisamos pensar em como sair disso sem ter impacto significativo na atividade econômica”, comentou, ressaltando que o custo do auxílio chega a mais de R$ 50 bilhões mensais, inibindo novos investimentos públicos, fator fundamental para o crescimento sustentável da economia.

O investimento privado, também fundamental para o desenvolvimento econômico do País, segue baixo, em função da queda brusca na demanda. “O setor calçadista sofre ainda mais pela dependência que tem do varejo interno”, frisou. O fato pode ser ilustrado com a utilização da capacidade instalada, que hoje está em 72% para a indústria em geral e em 52% para o setor calçadista.

Projeções

Segundo Lélis, após a queda ao longo de 2020, o Brasil deve ter um incremento de 3,5% no PIB do próximo ano. Mesmo sendo uma boa notícia, segundo o economista, ainda não vai recuperar as perdas dos últimos anos. “Se isso acontecer – crescimento de 3,5% – vamos empatar com o PIB de 2014, de antes da crise de 2015”, projetou.

Produção de calçados

A segunda parte do evento contou apresentação focada no setor calçadista, que registrou uma queda de 36,2% na produção do primeiro semestre em relação a igual período de 2019. Segundo Priscila, o resultado foi impactado, especialmente, pelo ápice da crise, em abril, quando o setor registrou revés de 74%. “Existe uma expectativa de leve melhora no segundo semestre, com a abertura gradual do varejo, fazendo com que o ano feche com uma queda média na casa de 29%”, informou Priscila, acrescentando que a queda corresponde a quase 300 milhões de pares, ou quatro meses de produção. “Seria como se o setor tivesse parado de produzir por quatro meses ao longo de 2020”, destacou, ressaltando que o setor voltará ao patamar produtivo de meados dos anos 2000.

Exportações devem cair 27%

Além da queda da demanda doméstica, as exportações de calçados também devem impactar negativamente a atividade calçadista ao longo de 2020. Com queda de 24,9% em pares embarcados entre janeiro e julho, no comparativo com igual período do ano passado, as exportações devem fechar o ano com revés de 27%. “O principal impacto vem da perda no mercado norte-americano, principal destino das exportações brasileiras de calçados. No primeiro semestre, os Estados Unidos reduziram suas importações totais em 26,6%, ou mais de US$ 3,6 bilhões”, comentou. A queda nas importações originárias do Brasil foi 31,5%, mais de US$ 36 milhões.

Segundo destino dos embarques brasileiros, a Argentina, embora indique uma pequena retomada, também diminuiu suas importações totais de calçados no primeiro semestre, em 21% (- US$ 37 milhões). A queda brasileira foi de 25,5% (- US$ 14,9 milhões) no mesmo período.

Empregos

Fortemente impactado pela queda na demanda doméstica, o setor calçadista brasileiro perdeu 44 mil postos de trabalho no primeiro semestre, 19% da força de trabalho. Segundo Priscila, a projeção é de perda de até 57 mil postos de trabalho no ano, 21% menos do que o nível registrado em dezembro de 2019. “A MP 936, agora transformada em Lei, ajudou e vem ajudando o setor a segurar postos”, destacou. Segundo levantamento da Abicalçados, até julho 90% das empresas do setor utilizaram a medida em algum momento, tanto para redução da jornada como suspensão temporária do contrato de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 480 Visualizações
Saúde

Reunião na Câmara dos Deputados alerta para necessidade de apoio a pacientes com Doenças Raras

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma iniciativa foi da CEXCORVI – Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar o Enfrentamento à Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizou na segunda-feira, 17, um encontro onde os participantes debateram temas como acesso a consultas, reabilitação e medicamentos durante a pandemia. O evento foi realizado de forma presencial pelos deputados em Brasília, com participação dos convidados por vídeo. Foi destacada a necessidade de manutenção de terapias de apoio durante a pandemia com observação de protocolos adequados e também chamaram a atenção durante o encontro os relatos da falta de medicamentos de uso continuo e a necessidade de realização de infusão domiciliar.

“Sabemos que 80% das Doenças Raras são de origem genética. A SBGM com seu papel educativo se preocupou muito tanto em dar informações para médicos e profissionais que trabalham com Doenças Raras, como para a população”, afirmou a presidente da SBGM, Têmis Maria Félix.

O relato mostrou ações importantes promovidas pela SBGM desde o início da pandemia. Entre elas estiveram a elaboração de Notas Técnicas para pacientes com Doenças Raras. O primeiro conteúdo foi voltado ao médico geneticista para que ele tivesse um norteador de suas tomadas de decisões. Após, foi dada uma orientação para que fossem mantidos em pacientes com Doenças Raras alguns cuidados necessários como a imunização contra a gripe, por exemplo. Além disso, foram feitos protocolos específicos para diferentes tipos de doenças.

Um levantamento feito durante a pandemia mostrou que houve 26% de pacientes que sofreram com a falta de medicamentos. Em algumas situações foram feitas ações de tele atendimento e a pesquisa mostrou que em 51% dos casos o acolhimento feito de forma virtual foi resolutivo.

“O atendimento ao paciente com Doença Rara vai além do medicamento, isso é importante frisar. Um indivíduo com doença crônica não pode parar seu tratamento. Em dois meses, dependendo do caso, o cenário pode ser irreversível considerando um paciente com Doença Rara. A falta de acesso foi uma coisa grave. Temos pacientes que estão há cinco meses sem fazer fonoterapia ou fisioterapia o que seria fundamental para sua recuperação”, completou Têmis.

Também participaram do encontro a coordenadora-geral das Pessoas com Doenças Raras do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – MDH, Adriana Haas Villas Bôas; presidente do Instituto Vidas Raras, Regina Próspero; coordenador Editorial do Muitos Somos Raros, Vinicius Volpi, a médica Geneticista do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte, Letícia Lima Leão e a médica pediatra intensivista e gerente de Pediatria do Hospital Infantil João Paulo II de BH, Deise Felix Quintão Correa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Recuperação do Brasil pode ser rápida graças ao perfil dos brasileiros, dizem executivos

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os desafios econômicos e sanitários impostos pela pandemia de Covid-19 e o futuro do Brasil nesse cenário foram debatidos por quatro grandes executivos do país na noite desta quarta-feira, 19. A live Moinhos Talks reuniu Jorge Gerdau Johannpeter, membro do grupo de controle da Gerdau; Sérgio Rial, presidente executivo do Banco Santander; Eduardo Bier, fundador da Dado Bier e presidente da Associação Hospitalar Moinhos de Vento; e Mohamed Parrini, superintendente executivo do hospital. Dentro do tema “Qual o futuro do Brasil para os próximos 10 anos?”, eles defenderam as áreas que devem ser definidas como prioridade para que o país cresça – além de destacarem qualidades dos brasileiros que podem ajudar a superar os desafios.

O convidado Sérgio Rial iniciou o debate com uma reflexão. Ao dizer que o “subdesenvolvimento é relativo”, o presidente executivo do Banco Santander reforçou que o Brasil já possui bolsões de excelência. Ele pontuou as três “fortalezas nacionais” que precisam ser valorizadas: o agronegócio, a biodiversidade e o capital humano. “Mesmo com as dificuldades financeiras, brasileiros são engajados tecnologicamente, se adaptam facilmente às adversidades e são criativos”, elogiou. “Temos tanta capacidade de criar e empreender quanto à China. Precisamos, juntos, dar as condições para que as pessoas possam empreender. Muitos têm a ideia, sabem fazer, mas não têm os recursos”, disse.

Para Jorge Gerdau, também são as pessoas o principal capital do Brasil. O empresário mostrou preocupação principalmente com a educação. “Atingimos patamares de produtividade e eficiência de primeiro mundo, pelo perfil dos brasileiros. Fazemos muito com pouco. Mas a sociedade precisa se envolver mais na política e definir a educação como prioridade. Saúde e segurança é mais fácil de resolver. Mas a formação é para a vida, para o futuro, para a sobrevivência”, salientou.

Em linha com os demais participantes, Eduardo Bier falou sobre a omissão dos bons na política e da necessidade de educar os potenciais empreendedores. “Eu vejo muitas oportunidades para o empreendedorismo. Na Europa e nos Estados Unidos os espaços estão muito ocupados. O mercado é bom, mas está cheio. Aqui nós temos muitas coisas para serem feitas. Mas precisamos formar, qualificar, criar estruturas mais robustas para dar apoio a quem quer empreender”, afirmou. O empresário e presidente da Associação Hospitalar Moinhos de Vento listou características como ousadia, criatividade e adaptação como trunfos dos brasileiros.

Para Mohamed Parrini, a prioridade deve ser centrada na educação e no desenvolvimento humano. “São as pessoas que, neste momento de pandemia, estão se adaptando e buscando as soluções. A gente percebe que a ousadia e o espírito colaborativo estão muito presentes entre aqueles que conseguem superar as adversidades”, salientou. O superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento destacou avanços e ações colaborativas, em parceria entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público, como soluções neste momento desafiador.

A live foi transmitida pelo canal da instituição no YouTube e está disponível neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 809 Visualizações
Variedades

“Mate” é opção para espantar o frio no Gramadozoo

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Gramadozoo redobra os cuidados com os animais quando ocorrem as baixas temperaturas de inverno. Apesar  das marcas negativas desta quinta e sexta-feira, a bicharada do zoo de Gramado não passou frio e o índice de internação hospitalar permanece zerado. O programa de atividades ocupacionais do Gramadozoo usou a temática gaúcha para manter os macacos aquecidos. Os primatas ganharam porongos recheados com folhas de erva-mate, amora, banana e amendoim. O objetivo do “mate animal” foi manter os animais entretidos para preservar o bem-estar.

Conforme o veterinário Renan Alves Stalder, responsável técnico do Gramadozoo, os brinquedos foram colocados em diferentes pontos dos recintos para estimular o exercício físico. “Quanto mais tempo eles passam em movimento e procurando o alimento no porongo, melhor é o resultado da atividade. Os bugios, que são típicos da região, e os macacos-aranha, provenientes do Norte do Brasil, também ganharam folha de erva-mate, que é fonte de nutrientes como vitamina B1, B6, C, D, E e minerais como ferro, fósforo potássio e manganês”, diz Stadler.

Além das atividades de enriquecimento ambiental, o zoológico de Gramado possui sistemas de climatização nos recintos dos animais de clima quente. Estufas, climatizadores, piso térmico e lâmpadas que imitam a radiação solar são alguns dos mecanismos para driblar as baixas temperaturas. “Das cidades brasileiras com zoológico, Gramado é a que tem o inverno mais rigoroso. No entanto, o parque oferece todas as condições para zelar pelo bem-estar das espécies”, afirma o veterinário.

O Gramadozoo está seguindo rigorosamente as orientações do modelo de distanciamento controlado do governo do Estado do RS. O parque, que fica no Km 35 das ERS-115, está aberto ao público em horários reduzidos: de quarta-feira a domingo, das 10h às 16h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 1,2K Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Gramado entra no top 10 imobiliário nacional com R$ 420 milhões em vendas e atrai arquitetura global

  • 3

    Treino de Carnaval reúne nadadores no Lago Guaíba em Porto Alegre

  • 4

    Volta às aulas com música e imaginação: Orquestra de Brinquedos retorna a Porto Alegre

  • 5

    Feevale está com inscrições abertas para o Jovem Aprendiz até o dia 27 de fevereiro

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO