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Ester Ellwanger

Ester Ellwanger

Business

Havan investe mais de R$ 13 milhões em infraestrutura em Porto Alegre

Por Ester Ellwanger 09/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Havan, em parceria com o Comercial Zaffari, está investindo mais de R$ 13 milhões nas obras de infraestrutura do entorno do Centro Comercial Assis Brasil, em Porto Alegre. Estão sendo realizadas obras viárias, como a implantação de ciclovias, e de drenagem, com a limpeza, desassoreamento e dragagem do canal paralelo à avenida Assis Brasil – problemas anteriores à referida instalação e que deveriam ser feitas pelo poder público.

Os investimentos fazem parte de uma Medida Mitigatória firmada com a prefeitura, a qual coube a reponsabilidade tão somente da compensação arbórea da referida obra de drenagem, num valor cinco vezes menor ao total previsto pela empresa.

Conforme a prefeitura, a medida está amparada pela legislação federal e municipal e é de interesse público, pois, além da compensação ambiental, qualificará a drenagem de toda a região e beneficiará milhares de pessoas.

O dono da Havan, Luciano Hang, classifica como absurda a informação a narrativa que tem sido construída em torno do assunto. “Graças aos gestores incompetentes e ideológicos que comandavam Porto Alegre só conseguimos construir a loja depois de 22 anos, mesmo com terreno comprado. Um empreendimento que trouxe emprego e renda para a região. É importante frisar que essas melhorias deveriam ser feitas há muito tempo pela Prefeitura e são obras para beneficiar toda a população. O que a esquerda está criando não passa de uma narrativa mentirosa”, conclui.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/06/2022 12 Comentários 1,8K Visualizações
Saúde

Issur pede recursos ao Ministério da Saúde para oncologia em Novo Hamburgo

Por Ester Ellwanger 09/06/2022
Por Ester Ellwanger

Em reunião com a área técnica do Ministério da Saúde, nesta quarta-feira, 8 de junho, o deputado estadual Issur Koch solicitou a destinação de recursos a fim de contemplar atendimento oncológico na nova ala que está sendo construída no Hospital Geral.

“Fiz este pedido verbal à assessora direta do ministro Queiroga, Bonina Almeida, e à assessora Geral de Atenção Especializada em Saúde, Rejane Soares. Nesta quinta-feira estarei formalizando esta solicitação. Para o Ministério, como Novo Hamburgo tem a gestão plena da Saúde, o que a Administração Municipal e a Secretaria Estadual da Saúde decidirem fazer, o governo Federal irá apoiar”, destacou Issur.

No encontro, o parlamentar entregou um dossiê completo sobre a situação da oncologia na cidade, com ofícios assinados pela Liga Feminina de Combate ao Câncer, Amigas de Mãos Dadas, Grupo Pensando Novo Hamburgo, Presidência da Câmara de Vereadores e Comissão Especial da Câmara Hamburguense.

 “Sei que o Ministério acompanha o caso, mas penso que é importante registrarmos que este não é um pleito de um deputado ou de uma entidade, mas que tem o apoio de toda comunidade”, enfatizou.

 

Retomada do serviço

Issur disse, também, que além da estrutura existente no Hospital Regina, o Hospital Unimed manifestou interesse em oferecer o atendimento no município. “Nossa luta é para que Novo Hamburgo siga sendo referência em oncologia, como foi durante 30 anos. Esta conquista histórica e o legado daqueles que lutaram para que isso se tornasse realidade não pode ser perdido. Não tenho o poder da caneta, mas tenho o dever de lutar por uma solução que tenha como preocupação garantir um mínimo de conforto para quem enfrenta ao lado de seus familiares contra esta terrível doença”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/06/2022 0 Comentários 635 Visualizações
Cidades

Campo Bom vai restaurar prédio que abrigou o Grupo Escolar Theodomiro Porto da Fonseca

Por Ester Ellwanger 09/06/2022
Por Ester Ellwanger

Prédio inaugurado em 10 de setembro de 1933 com o propósito de servir à educação pública será restaurado para receber estudantes, novamente, em Campo Bom. Trata-se do imóvel localizado na rua dos Andradas, 252, que abrigou o Grupo Escolar Theodomiro Porto da Fonseca, a primeira instituição de ensino estadual instalada em um distrito no RS — à época, o município ainda pertencia à São Leopoldo.

O espaço terá oito metros da volumetria original restaurada e, a partir disso, ocorrerá a construção de um centro tecnológico educacional. A prefeitura adquiriu o imóvel em janeiro de 2020 e firmou contrato com a Associação Pró-Ensino Superior (Aspeur) para a elaboração do projeto de restauro do antigo prédio e da realização da nova obra.

Para o prefeito Luciano Orsi, a decisão significa mais um avanço para a educação pública campo-bonense, bem como mostra a preocupação da administração municipal com a história local.

“O prédio é um patrimônio histórico e cultural do município, que agora será restaurado e voltará a servir à população com fins educacionais”, observa.

“É o lugar onde passado e futuro vão se encontrar, pois temos um espaço que representa parte da história de Campo Bom e vai receber alunos para falar sobre tecnologia”, destaca a secretária de Educação e Cultura Simone Schneider.

No momento, ocorre a limpeza do prédio para que a equipe da empresa responsável pelo projeto realize os laudos e diagnósticos necessários para o início da restauração.

 

Foto: Lucas Unser/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/06/2022 0 Comentários 596 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo é a terceira cidade que mais cria novas empresas

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

Destaque na geração de empregos formais em todo o Estado, a economia de Novo Hamburgo também aparece entre as cidades gaúchas com a maior criação de empresas. Segundo balanço de maio da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul, os empreendedores de Novo Hamburgo criaram 535 novas empresas no mês, ficando na terceira posição na região metropolitana. Em todo o Estado, ficou em quinto lugar, logo atrás de Pelotas, que teve apenas mais três novas empresas constituídas.

Para a prefeita Fátima Daudt, o balanço mostra o trabalho da Administração Municipal para consolidar cada vez mais este ambiente altamente positivo para empreender que vem sendo implantado na cidade desde 2017. Fátima lembra que Novo Hamburgo foi a primeira cidade depois de Porto Alegre a contar com o Tudo Fácil Empresas, no início de maio, justamente por ter sido a primeira cidade a concluir as etapas necessárias para integrar o sistema.

Com o Tudo Fácil Empresas, abrir um negócio de baixo risco e empreender no município ficou ainda mais rápido e simples: o que antes demorava dez dias de idas e vindas na Prefeitura e na Junta Comercial, agora pode ser feito de casa, no portal da Junta Comercial e em apenas dez minutos. A plataforma deve estar disponível a partir desta terça-feira no link.

Ainda segundo balanço da Junta Comercial, desde o início do ano Novo Hamburgo já possibilitou a constituição de 2809 novas empresas, incluindo microempresas individuais (MEI). Na região metropolitana, a cidade foi superada apenas por Porto Alegre e Canoas.

Novas empresas, mais empregos

Este ambiente empreendedor criado em Novo Hamburgo está refletindo também na geração de empregos com carteira assinada. Em abril deste ano, segundo o último balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal, o município criou 376 novos postos de trabalho. Foi a líder na região dos Vales do Sinos, Caí e Paranhana. Na região metropolitana, Novo Hamburgo ficou atrás apenas de Porto Alegre e, em todo o Estado, é a quarta cidade que mais gerou empregos formais no mês.

O município teve saldo positivo na geração de emprego em todos os meses de 2022 e já acumula 2047 vagas criadas. Nos últimos 12 meses, de maio de 2021 a abril de 2022, Novo Hamburgo criou um total de 6925 novos postos de trabalho, mantendo o terceiro melhor desempenho em todo o Estado, atrás somente de Porto Alegre e Caxias do Sul.

Empresas criadas em Novo Hamburgo/2022

  • Janeiro 545
  • Fevereiro 524
  • Março 604
  • Abril 601
  • Maio 535
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2022 0 Comentários 734 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo ultrapassa 1 mil novas luminárias de LED instaladas em 2022

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

A prefeitura de Novo Hamburgo já instalou mais de 1 mil novas luminárias em ruas, avenidas e praças da cidade somente neste ano. Mais econômicas e duráveis, as luminárias de LED estão substituindo as antigas lâmpadas de vapor de sódio.

“Quando falamos em tecnologia LED, estamos falando em mais economia, mais iluminação e também mais segurança”, enfatiza a prefeita Fátima Daudt. Ao todo, desde janeiro deste ano, foram 1044 novas luminárias (e 1731 somente em 2021).

Só na segunda quinzena de maio, foram instaladas 146 novas luminárias, beneficiando os bairros Santo Afonso, Ouro Branco, Pátria Nova, São José e Diehl. Na Rua México, bairro Santo Afonso, por exemplo, foram colocadas 31 novas luminárias de 60 watts. Já na Rua Carumbé, entre os bairros Outro Branco e Pátria Nova, foram 16 novas luminárias de 60 watts.

No bairro Hamburgo Velho e Canudos, os moradores da Rua Vidal Brasil já percebem a nova iluminação. No local, foram instaladas 49 luminárias em LED. Mesma situação está sendo percebida pelos moradores dos bairros São José e Dielh, com a instalação de 50 luminárias de 40 watts na Rua Arthur Momberger. Em abril, toda a iluminação das Ruas Bartolomeu de Gusmão e Bento Gonçalves foram trocadas, totalizando 218 novas luminárias em LED.

 

Vantagens

Existem várias vantagens na substituição das luminárias de vapor de sódio por LED (o projeto envolve a troca de todo o sistema nos postes, não apenas as lâmpadas). A tecnologia LED tem maior durabilidade, com baixo custo de manutenção, as lâmpadas não emitem calor e convertem mais de 80% da energia em luz. Além disso, não atraem insetos e o acendimento da lâmpada é imediato.

As quase 1.000 novas luminárias de 30, 40, 60, 100 e 150 watts instaladas desde o início do ano já beneficiaram bairros como Lomba Grande, Liberdade, Ideal, Rondônia, Boa Saúde, Ouro Branco, Pátria Nova, Centro, Rincão e Hamburgo Velho.

“Estamos focados, e de forma periódica, realizando a substituição da nossa iluminação pública”, enfatiza a secretária de Obras Públicas, Serviços Urbanos e Viários, Greyce da Luz.

Outras principais vias de Novo Hamburgo, como a Sete de Setembro, Victor Hugo Kunz, Pedro Adams Filho, Nicolau Becker, Doutor Maurício Cardoso, José do Patrocínio e as rodovias BR-116 e a RS-239 (do viaduto com a BR-116 até a Universidade Feevale) também já receberam as novas luminárias. São trocados todo o conjunto de luminária, incluindo as conexões e a fiação. Além das vias, praças e outros lugares como o ginásio Agostinho Cavasotto também receberam as luminárias de LED.

 

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/06/2022 0 Comentários 618 Visualizações
Gastronomia

Morro Reuter terá Café da Colônia em julho

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

Quem resiste a um café servido na mesa com delícias saídas direto da cozinha e perfumando o ambiente? Esse é o café da colônia, uma tradição de Morro Reuter que ganhou evento comemorativo no calendário oficial do município. Originalmente chamado de Café com Mistura, remete à memória do acolhimento em casa para uma refeição de afeto à mesa.

Nos dias 9 e 10 de julho ele está de volta a Morro Reuter na quarta edição do Café da Colônia que será servido no Salão Paroquial Imaculada Conceição das 10h às 18h. Em paralelo, na Praça Municipal ocorre o Arte na Praça.

Kit

O kit café colonial contém pão, cuca, bolachas, bolo de manteiga, torta, rosca, rissole, pastel, ovo de codorna, pepino, queijo, linguiça, mel, schmier e nata. Para acompanhar, serão servidos na mesa leite, café e chá à vontade. O cartão tem o valor de R$ 32,00.

 

 

 

 

Para se sentir na colônia

Neste ano, o evento vai permitir que o turista se sinta integrado à colônia em cenários montados por cada localidade de Morro Reuter reproduzindo a vida no campo, a rotina do plantio, do cuidado dos animais, da produção rural. Também será possível levar para casa artigos comprados direto do produtor. O evento terá participação da Herta Klein.

 

Onde tudo começou

Foi em Morro Reuter, às margens da BR-116, que nasceu o chamado “café com mistura”, origem do café colonial. Ainda nos anos 1950, restaurantes junto à rodoviária existente na época junto à rodovia, começaram a servir café reforçado por muitos produtos típicos da colônia alemã, o mesmo servido nas casas de moradores desta época.

Junto com o café passado na hora, serviam o que produziam em casa, como pães, roscas de polvilho, cucas, queijo, linguiça, nata, requeijão, mel, salsicha bock, rocambole, rabanete e pepino. Era a origem do café colonial conhecido nos dias de hoje e que atrai milhares de turistas a Morro Reuter a cada fim de semana.

A realização é da Prefeitura de Morro Reuter e Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo. Apoio: Comunidade Católica Imaculada Conceição, Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares de Dois Irmãos e Morro Reuter e Emater. Patrocínio master TaQi, patrocínio Sicredi e Nutrifrango. Planejamento Cultural e Produção Lei de Incentivo à Cultura e Um Cultural.

 

Programação

9 de julho, sábado

  • 9h30 – Abertura oficial com apresentação de grupos folclóricos de escolas municipais de Morro Reuter e Grupo Folclórico Teewald
  • 9h30 às 12h30 – Apresentação musical bandinha típica Baila-Baila. Abertura da Feira de Produtos Coloniais e Arte na Praça
  • 10h – Início do café
  • 11h – Oficina de gastronomia
  • 14h – Jogos Germânicos
  • 14h às 18h – Apresentação musical da Banda La Montanara

 

10 de julho, domingo

  • 9h – Rústica Café da Colônia de Morro Reuter
  • 10h – Início do café e abertura da Feira de Produtos Coloniais e Arte na Praça
  • 11h – Oficina de gastronomia
  • 11h às 13h – Apresentação musical de Mauro Harff. Abertura da Feira de Produtos Coloniais e Arte na Praça
  • 13h30 – Jogos Germânicos e Grupo Folclórico Baumscheneis
  • 14h – Desfile temático rural
  • 15h às 18h – Apresentação Musical Elton e Juliana

 

Atividades paralelas:

  • Palco com cenários temáticos para fotos
  • Venda de produtos coloniais (pão caseiro, cucas, bolos, rosca, waffel, linguiça, schmier, nata, mel, queijo e muito mais)
  • Artesanato e arte em mosaico, madeiras, cerâmica, pintura, biscuits, mandalas, entre outros
  • Brinquedos infláveis
  • Jogos germânicos
  • Desfile temático rural

 

 Foto: Daniela Moraes /Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/06/2022 0 Comentários 922 Visualizações
Business

Sebrae RS oferece cursos de capacitação gratuitos para MPEs em Canela

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

O segundo semestre do ano começa com muitas oportunidades de qualificação para os empresários de micro e pequenas empresas e MEIs do município de Canela. Já estão abertas as inscrições para três cursos de capacitação gratuitos realizados pelo Programa Cidade Empreendedora do Sebrae RS em parceria com a Prefeitura. Até o final do ano, um extenso cronograma de oficinas, aulas, palestras e workshops será oferecido de forma presencial, no Centro Integrado de Desenvolvimento e Inovação de Canela (Cidica). Serão 11 atividades com 210 vagas disponíveis.

O Programa tem como objetivo fomentar o ambiente de negócios e, segundo o secretário da Fazenda e Desenvolvimento Econômico de Canela, Luciano Melo, as capacitações cumprem papel fundamental. “Totalmente gratuitos, os cursos em parceria com o Sebrae RS buscam levar capacitação a todos que querem aprender ou aperfeiçoar-se em diversas técnicas, além dos módulos voltados à gestão de empresas, que ajudam os participantes a desenvolver o empreendedorismo”, aponta Melo.

De acordo com a executiva de Capacitações da Associação Comercial e Industrial de Canela (Acic), Aline Schimanoski, uma das maiores carências no mercado de trabalho da região é a qualificação da mão de obra. “Essas capacitações são fundamentais, principalmente neste momento de retomada econômica, contribuindo para o desenvolvimento da cidade e região”, avalia.

 

Inscrições abertas

Interessados já podem se inscrever para três cursos: Formação de Fornecedores para a Administração Pública (27 a 30 de junho), Disney – Experiência e Encantamento do Cliente (1º e 2 de julho) e Boas Práticas em Fabricação de Alimentos (04 a 07 de julho). As inscrições serão recebidas pelo Centro Integrado de Desenvolvimento e Inovação de Canela (Cidica) e as vagas, limitadas, serão disponibilizadas por ordem de inscrição. A pessoa inscrita deverá ser MEI ou estar vinculada a uma micro ou pequena empresa. Mais informações poderão ser obtidas junto ao Centro Integrado de Desenvolvimento e Inovação de Canela (Cidica), por meio do telefone (54) 3282-5167 ou pelo e-mail cidicacanela@gmail.com.

 

Os cursos

Formação de Fornecedores para Administração Pública

A capacitação tem como propósito propiciar condições para que o empresário participe do processo de aquisições públicas. Para isso, é apresentada a LC 123/06, que garante o tratamento diferenciado, simplificado e favorecido às MPEs e MEIs em licitações públicas.

  • Dias: 27 a 30 de junho
  • Inscrições: https://forms.gle/egctSLGgVmC6hgW17

 

Disney – Experiência e Encantamento do Cliente

O curso faz uso dos princípios, práticas e padrões que a maior empresa de entretenimento do mundo utiliza para gerar valor ao seu negócio através da experiência de excelência, atendimento diferenciado e serviço de qualidade. Público: 30 vagas

  • Dias: 1º e 2 de julho
  • Inscrições: https://forms.gle/deGiqZxo9AegKQPy7

 

Boas Práticas em Fabricação de Alimentos

Designado para empreendedores do ramo alimentício, o curso fornece formação básica nas condições de higiene e manipulação de alimentos, visando a obtenção de produtos seguros à saúde.

  • Dias: 04 a 07 de julho
  • Inscrições: https://forms.gle/CR1qRyweoS5w2oxU9

 

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/06/2022 0 Comentários 820 Visualizações
Business

Cadeia calçadista celebra pacto pela sustentabilidade

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

O programa Origem Sustentável, única certificação mundial de ESG (Environmental, Social and Governance) da cadeia calçadista, foi destaque no evento Sustentabilidade na Prática, realizado na noite do dia 7 de junho, no CEI, de Campo Bom/RS. O evento, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), reuniu nomes de peso do setor, como Alexandre Birman (Arezzo), Rony Meisler (Reserva), Ana Carolina Grings (Piccadilly), Andrea Kohlrausch (Bibi), Roberto Argenta (Beira Rio), Sergio Bocayuva (Usaflex) e Marco Schmitt (Box Print).

Dando as boas vindas ao público, que lotou as dependências do CEI, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, e o presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, destacaram que a sustentabilidade, nos seus pilares ambiental, econômico, social e cultural, é uma realidade no setor calçadista nacional, mas que é preciso comunicar ao mercado.

“Por isso a importância de uma certificação de abrangência internacional, que leva em consideração os preceitos mais avançados de ESG no mundo, caso do Origem Sustentável”, destacou Ferreira. Ressaltando a presença do público, que demonstrou a força da cadeia calçadista brasileira, Berwanger fez coro, ressaltando as vantagens competitivas da certificação em sustentabilidade. “A sustentabilidade, além de ser fundamental para o planeta, traz vantagens competitivas para as empresas”, complementa.

Na sequência, Birman contou o case da Arezzo, grupo que conta com 18 marcas em seu portfólio e que sempre teve a preocupação com sustentabilidade como parte de sua estratégia de desenvolvimento. “As pessoas nos perguntam como praticamos ESG no grupo Arezzo. É muito simples, ESG é cuidar dos colaboradores, buscar informações sobre a sustentabilidade dos fornecedores e adotar medidas que diminuam o impacto ambiental da produção, como reciclagem e reaproveitamento de sobras, por exemplo”, disse. Citando o slogan do grupo “Rumo a 2154”, criado pelo seu pai e fundador da Arezzo, Anderson Birman, o executivo ressaltou que é preciso conscientizar toda a cadeia, dos fornecedores ao fabricante, da importância da sustentabilidade.

Recentemente adquirida pelo grupo Arezzo, a marca Reserva já nasceu com o conceito de sustentabilidade no DNA. Fundador da empresa, Meisler contou um pouco da história da marca, que nasceu em 2006 para atender a uma demanda da confecção e que hoje já tem mais de 20% de calçados no seu portfólio. “Nunca buscamos reconhecimento, nascemos com o propósito da sustentabilidade muito enraizado. Não tinha a ver com negócio, vinha a ver com a nossa vocação, com os nossos valores”, recordou. Meisler ressaltou que, entre as práticas adotadas, estão premiações bimestrais para funcionários, concessão de licença paternidade e contratação de pessoas da terceira idade. O cuidado com a seleção dos fornecedores, que devem praticar os mesmos princípios da sustentabilidade e de preferência serem brasileiros – hoje 94% da produção da reserva é totalmente nacional – e ações sociais como o 1P=5P (a cada peça são complementados cinco refeições para comunidade carente) são outros dois destaques na praxe diária da empresa.

Painel

Um painel reunindo CEOs das empresas de calçados e componentes certificados no nível mais alto do Origem Sustentável (Diamante) veio na sequência da programação, reunindo Ana Carolina Grings (Piccadilly), Andrea Kohlrausch (Bibi), Roberto Argenta (Beira Rio) e Sergio Bocayuva (Usaflex). Mediados por Marco Schmitt (Box Print), os gestores foram unânimes em destacar a relevância da sustentabilidade para o planeta e, claro, para os negócios.

“A sustentabilidade é o SOS da cadeia calçadista. É ela que alavanca negócios e é um diferencial nosso diante dos principais concorrentes no mundo”, disse Schmitt.

Ana Carolina destacou que a Piccadilly sempre adotou princípios de sustentabilidade no seu ambiente produtivo, mas que o Origem Sustentável trouxe, além do reconhecimento das práticas, uma importante visibilidade diante do mercado. “Sustentabilidade é sobre estar no jogo. As empresas que não adotarem medidas na área não conseguirão competir no mercado”, destacou. Andrea acrescentou que a sustentabilidade, assim como era a qualidade nos anos 90, é condição sine qua non para manutenção e ampliação da competitividade no mercado interno e internacional.

Para Argenta, as práticas de sustentabilidade consistem em grande atrativo, especialmente no mercado internacional. “Sempre dizemos que a sustentabilidade é um investimento, não é um custo. Agrega valor à empresa e melhor a imagem no mercado”, comentou.

Bocayuva, que está no setor desde 2016, quando adquiriu a Usaflex, destacou que a sustentabilidade é muito bem vista por investidores de todo o mundo. “Quando adquirimos a Usaflex, já existia um trabalho forte de sustentabilidade e isso foi determinante para a nossa decisão”, contou. Para o CEO, a sustentabilidade precisa estar no DNA da empresa, faz parte de uma história verdadeira que deve ser comunicada ao mercado. “A Usaflex sempre teve uma relação de respeito aos colaboradores e isso ajudou bastante no engajamento da equipe interno na questão da sustentabilidade”, contou.

Fornecedores certificados

Na Beira Rio, Argenta destacou que os fornecedores são instigados para serem certificados no âmbito do Origem Sustentável. Segundo ele, é preciso que toda a cadeia esteja em sinergia, desde o fornecedor até o produtor final. “O componente é o alicerce da obra, é preciso que ele também seja sustentável”, disse. Atualmente, segundo o empresário, 27 dos principais fornecedores da empresa já são certificados e outros tantos estão em processo de certificação.

“Nosso objetivo é, até o ano que vem, ter 50% dos fornecedores certificados”, projetou. Além do trabalho com as empresas de insumos e componentes, Argenta destacou a prática que 80% das matérias-primas excedentes da produção são reprocessadas, retornando para o ambiente produtivo e em displays, puffs e demais materiais para os pontos de vendas onde a empresa está presente.

Destacando que a Bibi foi a primeira empresa de calçados infantis a produzir calçados sem nenhuma substância restritiva, uma demanda do mercado internacional, especialmente o europeu, Andrea corrobora a preocupação com os fornecedores. “Há 10 anos realizamos encontros com fornecedores, onde tratamos de desafios, alinhamos as necessidades e premiamos os mais inovadores e sustentáveis. Para nós, essa proximidade é fundamental para ter um produto, de fato, sustentável”, destacou.

Reciclagem

Ana Clara contou que, além de todos os cuidados com os colaboradores, que possuem um ambiente de trabalho saudável, a Piccadilly reciclou, em 2021, mais de 20 toneladas de poliuretano, fazendo-os retornar para a produção, e também lançou a linha de calçados So.Si Ecoar, que utiliza garrafas pet para composição dos produtos.

Pacto

No final do evento, um momento histórico para a cadeia calçadista brasileira. Foram chamados ao palco empresários e empresárias de todas as indústrias que estão certificadas ou que estão em fase de certificação no programa Origem Sustentável (foto). Foram dezenas de pessoas que ocuparam todo o palco do CEI. “A sustentabilidade é um caminho sem volta e essa demonstração de engajamento e força da cadeia produtiva, do fornecedor dos materiais até o produtor de calçados, nos deixa bastante satisfeitos e confirma que estamos na direção certa rumo a uma produção cada vez mais sustentável”, avaliou o Ferreira. Berwanger fez coro ao discurso, destacando o fato histórico e união do setor após anos bastante difíceis em função da pandemia de Covid-19. “Estamos unidos e mais fortes do que nunca”, conclui o dirigente.

O encontro Sustentabilidade na Prática também terá edições especiais nos polos calçadistas de Birigui/SP (26 de julho), Nova Serrana/MG (01 de agosto) e Franca/SP (25 de outubro).

 Foto: Rafael Bauer/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/06/2022 0 Comentários 670 Visualizações
Gastronomia

A Somellerie terá papel fundamental com o avanço do consumo de vinho no Brasil

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

A Somellerie terá papel fundamental com o avanço do consumo de vinho no Brasil. Essa foi uma das principais conclusões da segunda edição da Jornada do Sommelier, promovida pelo capítulo gaúcho da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS) no sábado, 4 de junho. O evento híbrido – que contou com a presença de aproximadamente 180 participantes no Spa do Vinho, empreendimento encravado no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves – foi transmitido no canal do YouTube da entidade para brindar o dia do profissional responsável pelo serviço do vinho, comemorado na sexta (3), e também o dia do vinho brasileiro, festejado no domingo (5).

Coube a Renato Neves, melhor sommelier do Brasil 2021, falar da profissão, do mercado e oportunidades. Ele iniciou sua apresentação fazendo um apanhado histórico da ocupação que, em abril, foi reconhecida oficialmente pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Também falou da evolução da gastronomia, que iniciou pela cozinha clássica, passando pela brasileira até o estilo contemporâneo de hoje. O aumento do número de importadoras, o surgimento do e-commerce e clubes de vinhos também ajudaram a desenvolver o setor e a profissão.

“O Brasil tem um diferencial em relação a outros países, pois oferece em suas cartas de vinhos uma diversidade enorme de rótulos”, destacou. Na visão de Neves, que é sommelier profissional pela ABS-Rio e que atualmente trabalha no Casa Camolese na capital carioca, o sommelier atualmente é um valioso gestor. Entre as principais habilidades devem estar a interação com os fornecedores, a sensibilidade para compreender as preferências dos clientes e a visão comercial. “Planejamento e capacidade para executar são ferramentas úteis para a profissão. É preciso estudar matérias relacionadas com gestão, saber comprar, vender e calcular as margens de lucro”, ensinou.

Deisi da Costa, a melhor sommelière do Rio Grande do Sul em 2021 e Babiana Mugnol, sommelière e jornalista do Grupo RBS, participaram do debate juntamente com Neves. A mediação foi feita por Júlio César Kunz, presidente da ABS-RS. Babiana, também formada pela ABS-RS, revelou que conquistar o diploma, que tem a chancela da Association de la Sommellerie Internationale (ASI), ajudou a cobrir o setor vitivinícola com mais profundidade. “Ser sommelière deu amplitude para a profissão de comunicadora, pois antes sentia dificuldade de conhecer a ponta do processo final da produção de vinho. Agora entendendo melhor aquilo que está na garrafa, conto melhor a história de personagens do cenário vinícola regional, especialmente dos produtores”, confidenciou. Deisi destacou que a tecnologia e a mudança comportamental das pessoas forjaram novos sommeliers com uma diversidade de habilidades, sendo que a principal delas é saber ensinar sobre vinhos.

 

“Você aprende dez vezes mais quando compartilha seu conhecimento”, sublinhou. Ela também fez questão de destacar a representatividade do vinho nacional entre os brasileiros. “Quer queira ou não, quem habilitou o paladar do Brasil no passado foram as importadoras. Hoje é o próprio vinho brasileiro”, comemorou. Deisi participou remotamente de Uberaba (MG), uma das cidades visitadas por ela na expedição Vou de Vinho, ação que resultará no lançamento de um livro contando como a história do vinho verde-e-amarelo se entrelaça com a geografia e história do país. Neves parabenizou a iniciativa de Deisi recordando que os donos de restaurantes deveriam incentivar que sommeliers visitassem zonas de produção em todo o Brasil. “Isso é fundamental para a viabilidade do negócio, pois o sommelier vende centenas de garrafas por dia. Se cobra o mesmo de um chefe de cozinha, ou seja, que tenha conhecimento mundial sobre gastronomia, mas também não há incentivo”, cobrou.

 

Somellerie em debate

A palestra “Futuro do vinho no Brasil”, apresentada por Suzana Barelli, jornalista especializada do jornal O Estado de São Paulo e pelo pesquisador Rogério Dardeau, mostrou dados sobre a evolução do consumo da bebida no país e também as novas regiões vitivinícolas. Nas últimas duas décadas, o Brasil viu a produção saltar 21,3% para 330,6 milhões de litros. Neste ano, o volume total, incluindo importados, deve chegar ao redor de 500 milhões de litros. O cenário é ainda mais animador quando a projeção feita pela Ideal Consulting prevê que o consumo per capita de 2,7 litros chegará até 3,3 litros em 2026.

 “O consumido brasileiro é bem menos preconceituoso com o vinho nacional. Porém, ele tem de tratar o vinho produzido aqui como vinho simplesmente. O concorrente da bebida não é ela própria, mas sim a vodca, a Coca-Cola”, afirmou Suzana. Na visão dela, o consumo de vinho continuará em ascensão, com destaque para os espumantes, e o mercado receberá novos consumidores.

A mesa redonda que debateu o passado, presente e futuro do mercado de vinhos teve as presenças de Angélica Brandalise, gestora de projetos da cadeia de vitivinicultura do Sebrae RS; Elisa Walker, responsável pela área comercial internacional na Wine South America; Felipe Guarnieri, sommelier do Spa do Vinho e sócio fundador do projeto de vinificação Vini Dell’Eternità; Júlio D’Agostini, diretor da Boccati; e Gontijo Jordan Pinto, diretor comercial da Moët Hennessy do Brasil. A moderação foi conduzida por Andreia Gentilini Milan, diretora da ABS-RS.

À tarde foi apresentado o case “Gestão Avançada em Enoturismo e Somellerie” com Deborah Villas-Bôas Dadalt, diretora do Spa do Vinho. Sendo destaque consagrado da paisagem do Vale dos Vinhedos, primeira Denominação de Origem do Brasil, o hotel tem como filosofia fazer com que a cultura vinícola esteja integrada em todos os seus ambientes. Os cinco restaurantes seguem o conceito da culinária de terroir apresentando cardápios e sugestões de harmonizações de muitas formas. A enoteca tem cerca de 700 rótulos e o hóspede ou visitante pode ter a experiência de degustar vinhos de diversos países e regiões com a opção de doses em taças. O Spa tem preferência por apresentar sempre como primeira opção a carta de vinhos nacionais, especialmente os produzidos no Vale dos Vinhedos.

Com nove sommeliers contratados, o hotel os vê como alavancadores do produto local, porém sempre respeitando a escolha do cliente. “Quando se fortalece o mercado local, todos ganham. A lógica aqui é indicar primeiro o vinho do vizinho”, destacou Deborah. Como uma forma de colocar o vinho nacional em destaque, o estabelecimento tem como estratégia ter margem de 30%, índice bem abaixo da média dos restaurantes brasileiros. Ofertar experiências com a bebida rende importantes dividendos, como as boas-vindas aos hóspedes que são recepcionados com uma taça de espumante gaúcho. O investimento, de janeiro a maio, em ações como essa, foi de R$ 58 mil, o que resultou na venda nos cinco restaurantes do hotel, no mesmo período, de quase R$ 1 milhão em vinhos.

“O que nos une é o amor pelo vinho. E o papel do sommelier é unir pessoas. Ajudamos a escolher vinhos e a unir produtores e consumidores. Entendemos aquilo que pessoas mais gostam e damos feedback aos enólogos. Nosso papel preponderante é unir. E a ABS-RS une pessoas e instituições. Fazemos isso através do conhecimento e a segunda edição da Jornada do Sommelier pode oferecer ao público presente e a quem nos acompanhava remotamente muito conteúdo sobre a atualidade da profissão e, principalmente, seus desafios para o futuro”, evidencia Júlio César Kunz, presidente ABS-RS.

 

Foto: Augusto Tomasi/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2022 0 Comentários 840 Visualizações
Ensino

Novo plano de carreira dos professores de Campo Bom é aprovado

Por Ester Ellwanger 08/06/2022
Por Ester Ellwanger

O plano de carreira dos profissionais do Magistério Público de Campo Bom, município que é referência no que diz respeito à educação, foi reestruturado a fim de valorizar a trajetória dos professores. O novo plano prevê, entre outras medidas, um sistema de 15 classes, A até O, em que, dependendo do tempo de exercício da função, os salários aumentam em quase 50% entre o início e o final da carreira — antes, a variação era de aproximadamente 40%. Outra novidade é que os profissionais com ensino médio na modalidade magistério agora recebem o piso nacional da categoria, R$ 1.922,82 (20h; A) e R$ 3.845,63 (40h; A).

Para o prefeito Luciano Orsi, a reestruturação do plano de carreira dos professores é uma conquista de todos os campo-bonenses. “O projeto foi construído após conversas com representantes do Magistério Público, do sindicato, com muita transparência, a fim de que os limites orçamentários fossem respeitados, mas sempre com a certeza de que era algo indispensável para que a educação em Campo Bom seguisse no rumo certo”, observa. De acordo com o prefeito, o Legislativo, representado pela presidente Gênifer Engers, que também é professora, foi muito importante para a construção do novo plano.

“Os professores da rede municipal nos ajudaram a colocar a cidade como referência no que diz respeito à educação pública de qualidade, portanto a atualização do plano é um justo reconhecimento”, afirma a secretária de Educação e Cultura Simone Schneider. Ao todo, foram nove meses de trabalho para a escrita do novo plano, movimento que contou com a participação de um representante de cada escola da rede municipal, escolhido pelo grupo de professores da escola.

O ingresso no Magistério Público, a partir de agora, se dá pelo nível superior. Com o propósito de valorizar a formação profissional, a variação da remuneração em relação ao nível superior, respeitando-se a classe em que o profissional está inserido (A até O), é de 10% para pós-graduados, 20% para quem tem mestrado e 30% aos que já concluíram o doutorado.

 Foto: Guilherme Schlindwein/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2022 0 Comentários 707 Visualizações
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